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OUTRAS OCORReNCIAS NO BRASIL

D ISCUSSAO de cer·vos

Como já foi mencionado anteriormente, o material que d i spomos, fez parte

do

estudo de

MAGALHAES

( 1989 ) . Neste , a autora afirma que, enquanto n�o for efetua-

do mi nuci oso estudo dentári o, os cervos fósseis que . est�o

nos, só poder�o ser reconheci dos através de suas dimens�es e di stribui ��º geográfica. Quanto às dimensOes, as espécies de Haza•a di vi dem-se em tres padrbes: a maior das espé�ies, H. aaer i car,a ,

segundo

mede cerca de 0, 85 m de altura na está H- gouazoubira, com 0, 60 a

espádua; em 0 , 75 m de a l tura na espádua e , por fi m , a menor delas, H- rufina, que n a s espáduas alcan�a apenas 0, 50 m de al tura. A diferen�a de por··te se reflete no con junto craniano, onde

H-

aaericana apresenta tanto a mandíbula mais robusta e angulosa, como a gal hi::1da

menores.

comenta

mai s f ort.t?, em compara��º com as duas espécies

nuanto a osteologia pós-craniana, esta autora que há grande homogeneidade de caracteres básicos entre os ossos dos cervos e, que estes ossos , s�o

cados , pri nci palmente, pel as suas di mens�es.

identifi-

A desc:r i 1; t"l'o fiz emos de nosso material

enquadra-se nos padrões, tanto morfológicos como estatísti-

cos , apresentados por

MAGALHAES

( 1989) , salvo algumas

diferen�as que trataremos a seguir.

Sobre o metacarpal,

MAGALH�ES

(op - cit.) aponta, c:omo i ndí e i º=· de fus�o entre os metacarpais III e IV,

presen�ê:1 de um sulco mediano longitudinal, na face dorsal,

bem como doi s canais i nter-ósseos em cada epífise e, também ,

uma c:r i sta medi ana na face proximal. Em nosso ex emplar só

n�o ob servamos o canal· int er-ósseo da epífi se proxi mal.

Quanto a c i ntura pélvi ca, notamos como diferen-

profundi dade da cavi dade acetabular, que Pm nnsso

exemplar se mostra mai s suave que os descritos por

MAGALHAES

i'. op - cit - ) .

)

t :i'. bia , de Hazaaa, util iz amos uma ti bia de Palaeola•a. A principal dif +?r-enr;a (al ém do tamanho) f oi .quanto ao posicio- namento das facetas para o astrágalo. Enquanto no género Pal aeolaaa estas s�o dirigidas cr�nio-caudal mente, em Hazaaa sào mais obli quas, tendendo entre a dire��o crãnio-caudal e l at♦:?ro-medi a l . H á também, a diferen�a de tamanho entre

duas facetas p,:1ria o astrágal o. Em Palaeolaaa ambas as

facetas apresentam o mesmo tamanho e a mesma profundidade,

j á em Haza•a, estas duas facetas s�o heterogêneas, pois a

faceta lateral é mais profunda, menos incl inada e menor que i.1 fac+?.ta medial .

Através de diagramas MAGALH�ES ( 1989) observou

qu+? pode haver a l guma varia��º de dimensôes entre ossos

homól ogo!:::- de um mesmo indivi duo ou de uma mesma espécie e, que o coef i cien t e de varia��º destes val ores indica uma popula��o homogênea para o gênero Hazaaa. Os dados l evam a acreditar que este gênero pouco se modificou estrutural mente do Pl eistoceno até os dias de hoje e, que as diferen�as de dimensOes encontradas , podem ser interpretadas como varia��º

individual , diferen�a de faixa etária ou mesmo como dimor-

f i smo se>: 1.1al • CONCLUSAO

Com bas� em MAGALH�ES ( 1989) , podemos concl uir que nossos exempl ares pertencem a H. gouazoubira, uma vez que as dimens�es destes encontram-se dentro dos padrbes de vi1,r-ii:1r��o d;,,. t:,•s.péc::: i +2 H. gouaz,>ubira, r-·egistrada por MAGALHAES

c i t , > , diferindo dos padrbes das demais espécies da

Tribo Odocoileini.

Outro fator distintivo é a área de abrangência.

Enquanto H. aaericana e H. rufina distribuem-se, no máximo,

à regi�o centro-oeste do Brasil , sem registro, na

r

'----

gouazoubira é encontrada tanto atualmente como fóssil, nesta e em outras áreas.

se obser-var·

Através da distribui��º de H . gouazoubir a , pode­ que esta é registrada em grande parte das localidades fossilíferas do Pleistoceno e Holoceno, mas n�o em ja2 igos fcssil íferos com fauna exclusivamente pleistocê-

nica , Palmar

como por ex emp l o Pesqueira (PE) e Santa Vitória do ( RS > . Nestes est�o presentes formas mais primitivas

de cerv:i'. deoe:,. Apesar de Hazaaa ser endémica do Brasil (Renard-Cassevitz , 1 979 in MAGALH�ES, 1989 > , este - gênero é o único da tribo que n�o est á representado no Rio Grande do

'.-3u 1 . Podemos i nter pretar este fato como indicativo de que Hazaaa n�o só ser i a um dos gêneros mais recentes sul c:1mer i -

como também seria o gênero de cervos que melhor adaptou no Brasil.

se

MEDIDAS

( em mil :í metros) de M3 de Hazaaa gouazoubira de I tapipoca comparada ao M3 de Haza•a gouazoubira da cole��º do Setor de Mamíferos do Museu Nacional.

MNR,.l �:.-40'.2-\/ • • • • • • • • • • • • • MN MN MN

s:��9 . . . .. . . .

, O s1 n- . . . • • • • • • • • • • • . . :-/ nQ • • • • • • • • • • • • • • • • Comprimento mesio-distal 1 4 , 6 1 4 , 4 1 7 , 4 1 4 , 8 largura linguo-vestibular 8 7 8 6, 8

MEDIDAS

(em m i límetros) dos dentes de Hazaaa da coleç�o de Itapipoca , comparadas aos similares do exemplar de Hazaaa atual nº MN 839 da cole��º do Setor de Mamíferos do Museu Nacional/UFRJ.

ITAPIPOCA

SETOR DE

MAMIFEROS MNRJ MNRJ MNRJ MNRJ MNRJ MN 2991-V 3928-V 3932-V 3539-V 3425-V 839

---

M 1 M 1ou3 M3 M3 M1 M1 M3 M 1 Comprimento mésio-distal na b ase da cor oa.

. . . . . .

9 1 2 , 9 9 � , J 9, 5 9, 7 9, 9 1 1 , 3 Compri menta l í nguo-ves- tibul ar na base da coroa.

. . . . . .

1 1

, �

� 1-J 1 4 , 2 1 0 , 5 6 , 3 10 ,5 1 1

,

1 1 1

MED IDAS (em milí metros ) do metacarpal nº MNRJ 2996-V compa­ radas ao metacarpal de Haza•a nQ MN 839 da coleij�O do Setor de Mam í feros do Museu Nacional/UFRJ.

Comprimento méximo • . • • • • • • • • • • • • • • Largura na extremidade proximal • • • Espessura na extremidade proximal. Largura na extremidade distal • • • • • Espessura na extr emidade distal • • .

MNRJ 2996-V 1 1 8 , 1 1 8 , 4 13, 7 18 , 3 MN 839 1 1 4 18, 3 16, 8 17 , 8 1 1, 6

---

r

MED I DAS (em milí metros ) dos astrág alos de Hazaaa de Itapipo­ c a comp aradas ao astrágalo de Hazaaa atual nQ MN 839 da col e� �º do Setor de Mamíferos do Museu Nacional/UFRJ.

MNRJ 3417-V • • . . . • . . . • • • • . . . MNRJ 3417 / a-V • . . . • . . • . • • . • • . • • MNRJ 34 16-V . . . • . . • • • . • MNRJ 3416/C-V . . . • . . . • . • . . . • • . MN B:::.,9 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Comp r· i men

t.

o má>: i mo 16 , � ... 14 , 9 14 , 8 14 , 7 14 , 7 Largura Me1di ana 14, 3 13 , 8 14 , 6 14 14 , 4

MED IDAS Cem milímetros) das falanges fósseis comparadas as de Hazaaa atual da cole��º do Setor de Mamíferos do Museu Na,c i ona l /UFR,J.

Comprimento mê'.-1>:imo

Falange I, dedn I I I, m�o MNH�J 2866-V • • • • • • • • • • • • MM 839 • • • • • • • • • • • • • • • • •

Falange I I, dedo I I, m�o MNR,J 2869--V • • • • • • • • • • • • MN B39 • • • • • • • • • • • • • • • • • Falange 1 1 1, dedo I I I, m�o MNRJ 330 1-V • • • • • • • • • • • • MN 839 • • • • • • • • • • • • • • • • • Falange I, dedo IV, m�o

MNRJ 3264-V . . . . • . . .

MN

Bi:;9 • • • • • • • • • • • • • • • • • Falange I , dedo I I I, pé MNFkl 2Eth4 --·V • • • • • • • • • • • • MM

s::;'-,1 • • • • • • • • • • • • • • • • •

Falange I I, dedo I I I, pé MNRJ 2865-V • • • • • • • • • • • •

MN 8:39 • . • • • • • • • • • • • • • • •

•") --:"" r'� .1. .• ... , ,, ..i:.. r? , '") .L. 0 ' .,. 21 , 1 18 , �.:i 20, 4 ,..,,:::·

....

.e.-• , ..:,

24, 5 :.:.-1 ' 7 22 20, 9 Largura pro>: i mal 9 8,6 9 7, 7 6 , 8 6 , 5 9 10 , 2 10 9, 7 Espessura pro>: i mal 1 (1 1 1 12 , 8 1 1 , 6 1 1 , 4 1 1 10 , 5 1 1 1 3 , 1 12 , 1 12, 7 1 ..,..

�-

---

MEDIDAS

( em milímetros} dos cal cãneos de Hazaaa da cole��º de Itapipoca comparadas aos de calc�neo de Hazaaa nQ MN 839.

Comprimento máximo • • • • • . . .. • • • • • Largura na ex tremidade

pro>: i mi::\l • . • • • • • • . • • • • • • . • . • . • ... Espessura na ex tremi dade

J:i r"" O>( i ffl i� l • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • •

Largura máxima na a l tura d a

f i::1cet i::1 sustE?rd:.,.;,cul ar • • • • • • • • • • • •

Largura máxima na altura da

facet a ectal • . .. • . .... . . • • • • . ... MNRJ 34 .t 4-V 51 , 6 11 , 4 15 , 6 1 8, 2 1 1 5 MNRJ 3405-V 54 , 4 15 , 7 17, 3

MN

839 54 , 5 13, 5 l f'.:i , 5 19 19 , 4

.,,

Ozotoceros bezoarticus ( Linnaeus, 1758)

HOLOT IPO: Desaparecido

OUTRAS OCORReNC I AS NO BRASIL

Mi nas Gerais e Rio Grande do Sul

.1 9B9 ) . (m .. �pa I I I ) ( MAfü-\LH�ES , MATERI AL M 1 , n ·-· o MN°r,, .. ·1 I NTRODUÇl!IO defin i da .

Por��o do dentário D incompleto, com P3, '.ZB 19-···V.

A classifica��º do cervos está 1 onge de !:',er A homogeneidade do grupo aliada a escassez de mater i al , s�o fatores limitantes, que os poucos interessados no assunto tendem a enfrentar.

SIMPSON ( 1945) , chama a aten��o para a grande despropor��o que existe, entre o número de formas extintas estabelecidas e as que vi vem atual mente. Também refere-se ao fato de que, os autores que estudar am os restos fósseis dos

cér-vi dae., com raríssi mas tentativas, n�o estabeleceram as

respectivas vincula�ôes com os representantes atuais .

AVILA PIRES ( 1957) , revendo a literatura exis-

procura mostrar- que Blastocerus Wagner, 1844 e

Ozotoceros Ameghino, 1891, tem a mesma espécie como tipo e rel ega o últi mo a si nonímia do p r i meiro, que teria com espé­ ci e ún i ca B- bezoarticus <Linnaeus, 1758) . Por acreditar que a espéci e B- dichoto•us <Illiger) n�o pertence a este gêne­ ro, criou o gênero Edoceras Avila Pires , 1957, para abrigâ­ la. PAULA COUTO < op - cit - > n�o aceita esta mudan�a como defi nitivamente resolvida.

MAGALH�ES ( 1 989) , p�e em dúvida a validade deste novo género ( Edoceras) , uma vez que foi criado, apenas, com base na bibliografia , sem exame do material. Chama também a aten��o, para o fato do gênero Edoceras n�o ser aceito pelos

estudiosos su l -americanos no assunto. Desta forma, assim

como MAGALH�ES distintos.

< op. c i t.) consideraremo-los como gêneros

Segundo BIANCHINI L DEPLUPI ( 1978) , os quadros sistemáticos que, ainda hoje, produz em controvérsias e confushes,

extr emas.

s�o elaborados a partir de duas tendências Uma mais antiga, partidária da multiplicidade de

g êneros e espécies , e a outra, ao contrário, mais atual,

tende a reunir todos os cervos neotropicais em um só gênero. Entr etanto , como estes mesmos autores diz em , a verdade é e- quidistante em ambos os lados. E necessário ent•o, rever, tanto os critérios taxonómicos utilizados na classifica��º do gr upo, como a origem e evoluij�O dos cérvidas neotropi- cais.

DESCRI�O DO MATERIAL

O ramo madibul_ar ficou pr eservado, parcialmente, até a parede distal do M2• Rostralmente preservou-se 1 3 mm além dos limites da parede mesial do P2• Deste último restou a raiz anterior ainda i nclusa em seu alvéolo, cujo contorno é cir cular . P3, P4 e M1 foram pr eservados integralmente. S�o do tipo selenodonte. O P3 tem formato irregular e um lobo

apenas. O P4 é de forma tipica dos encontrados no grupo,

isto é , tem um lóbulo desenvolvido seguido por um bem menor e sem forma muito definida. O M 1 apresenta dois lóbulos bem distintos, que se unem através da conex�o entre o lofo externo (vestibular } anterior e o lofo interno (lingual) posterior.

D ISCUSS�O

Para identificarmos o material pertencente a

Ozotoceros bezoarticus, util izamos os mesmos parêmetros que serviram de diagnóstico para a espécie H. gouazoubira. Baseamo-nos nas dimens�es e na distribuiç�o geográfica da espécie ,

atuais.

Brasi l

tanto no que se refere a registros fósseis como Ho je em dia, O. bezoarticus pode ser encontrado no central e oriental , desde o sul de Amazonas à Bacia do R i o S�o Francisco, chegando até o Rio Grande do Sul

( MAGALHAES, 1989 ) . Quanto a registro f óssil , só -se tem noti­ c i as de sua presen�a, até o momento, em Minas Gerais e Rio Gr ande do Su l ( MAGALHAES , 1 989) .

Comparamos nosso material com diversos exempl a­ res de cévidas atuais da Coleij�O do Setor de Mamíferos do MN. Como j á foi mencionado anteriormente, a morfol ogia den- tária dos cervos é muito semel hante e há,

varia��º individual .

também grande Na diagnose de PASCUAL et all ( 1966), confirma- mos os aspectos que enquadram nosso exempl ar na Tribo Odocoil eini , como por exemp l o mol ariformes inferiores do tipo selenodonte e pré-mol ares inferiores formados por dois segmentos desiguais ,

mesial .

isto é, o l obo distal é menor que o Através dos dados estatísticos fornecidos por MAGALH�ES ( op . cit. > e a compara��º que fizemos com exempl a- res atuais de O. bezoarticus, Blastocerus dichotoaus <Il l i- ger , 1 8 1 1) e M. gouazoubira, pudemos identificar nosso material como O . bezoarticus, pois, no que se refere às dimensbes, for am encontradas medidas abaixo das encontradas

para B. dichotoaus e acima das encontradas para H.

gouazoubira . Por out ro l ato , observamos grande semelhan�a no comprimento da série dentária do exempl ar fóssil com a mesma

r

J

série de ex empl ares atuais de 0, bezoarticus. CONCLUSl!IO

I dentificamos a série P3_4 , M1 como pertencente a espécie O. bezoarticus. Tal identifica��º amplia o r egis­ tro fóssil da espécie e marca, no Brasil, a sua ocorrência mais setentr i onal . Podemos , ent�o , atribuir- l he uma distri­ bui � �º bem mais ampl a , no Pl eistoceno, do que até agora se tinhc1 notí ci a.

Como s�o poucos os r egistros fósseis de O. bezoarticus , podemos acreditar que estes, apesar de abrange­ rem grande extens�o br c1sileira, deveriam ter uma populaç�o menor que a de H. gouazoubira.

MED IDAS ( em mi lí metros) da série P3_4 , M1 de O. bezoarticus de Itapipoca <nº MNRJ 28 19-V) comparada às mesmas séries de

o.

bezoarticus. <nº MN790 e MN7BB>, 8 , dichotoaus < nº MN782 } e H. gouazoubira

<º

MN839 } do Setor de Mamíferos do Museu Nacional.

Comprimento da série P3_4, M1 MNRJ 28 19-V. . . 35 MN 790 • • • • • • • • . • . • • • • • • • • • • • • • • • • • • • MN 782 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • MN 839 • • • • . • • • . • • • . • . • . • . • • • • • . . • • • -• EDENTATA-CI NGULATA 34, 5 39 Metapodial nQ MNRJ 3722-V ; metapodial

3725-V ; metapodi al nQ MNRJ 3732-V ; fal ange ng MNRJ

fragmento de costela nQ MNRJ 3582-V.

n9 MNRJ

'

EDENTATA

Fragmento de molariforme n9 MNRJ 425 1-V ;

t d � t d t 1 riº �1�JR'J

gmen· .o . e por� �º pe· ·rosa o ·empora 1· 1 3245-V ;

fra·­ fra- gmento de por��o petrosa do temporal E nº MNRJ 3359-V ; corpo de vértebra caudal nº MNRJ 3396-V.

ODOCOILEINI

Pré-mol ar superior nº MNRJ 3208-V ; fragmento de

1 --�

M. ou� ng MNRJ 3 196-V ; MD superior nQ MNRJ 3 199-V ; fr agmt:mto

M superior nQ MNRJ 3228-V ; P4E nQ MNRJ 3922-V ; M-,..D nQ

'

�'

MNRJ

M7D incompleta n

,.,

g MNRJ 3939-V; frac.Jmento de mol ar

inf erior n9 MNRJ 28 18-V ; fragmento de epí fise distal de

úmero nº MNRJ 3654-V; fal ange proximal dedo I I I m�o E nº

,··•n L ...• \ 1 -f" l 1 ' l o l 1"1r·, :J ···s68 V t l o

.,: c.,c.• �� ---··, ; · é:\ 1:1n q t?. mec 1 a n ··· ' ,-,r.� L - ; p a : e a n .... MNRJ 3299-V ; fragmento de patel a n9 MNRJ 3302-V ; fragmento de

ep í f i se proximal de tí bia nº MNRJ 365 1-V ; astrágal o D nº

MNRJ 3937-V ; astrágalo D nR MNRJ 3373-V ; astrágal o E nQ MNRJ

3'-;>35-V.

ARTIODACTYLA

Fragmento basicranial com cóndil o nQ MNRJ 3399- V ; pré-mol ar incompl eto nº MNRJ 3226-V ; pfe-mol ar Cdeciduo?) nº MNRJ 3227-V ; fragmento de mol ar nQ MNRJ 3 197-V ; fragmento de mcd ar n- MNRJ 343 1-V ; mol ar inferior o nQ MNRJ 2s2::.,--v ; fragmento de mol ar inferior nQ MNRJ 3210-V ; fragmento de mol ar nº MNRJ 32 1 1-V ; corpo de vértebra nº MNRJ 3322-V; corpo de vértebra nº MNRJ 3323-V ; epifise proxi mal de fêmur D nº MNRJ 3328-V ; mal éol o incompl eto nQ MNRJ 3728-V ; fra­ gmento de metapodial nº MNRJ 3 1 92-V.

MAMMAL I A

Fragmento de osso craniano nº MNRJ 3305-V ; fragmento de osso craniano nº MNRJ 3306-V ; incisivo incom­ pl eto nº MNRJ 32 1 3-V ; fragmento de canino n9 MNRJ 3215-V ; f ragmento de canino nº MNRJ 3220-V ; fragmento de canino

inferior n9 MNRJ 3223-V ; fragmento de canino nº MNRJ 3224-V ; fragmento de dente n9 MNRJ 32 1 2-V ; corpo de vértebra cervic al MNRJ 37 16-V ; cor po de cervic al nQ MNRJ 3324-V; fragmento

de vértebra dorsal nQ MNRJ 3650-V ; corpo de vértebr a lombar MNRJ 3398-V ; vértebra c audal nº 3670-V ; fragmento de

vértebr a c audal nQ MNRJ 3875-V ; fragmento de costela nQ MNRJ

3540-V ; fragment o de costela nQ MNRJ 3309-V ; fragmento de

costela nº MNRJ 33 10-V ; fragmento de costela nQ

MNRJ

33 1 1-V ; fragmento de costela nº MNRJ 33 12-V ; fragmento de costela nQ

MNRJ 33 13-V ; proximal de fragmento de costela nº MNRJ 33 14-V ; costela nQ MNRJ 3297-V ; fragmento fragmento distal de costela nQ MNRJ 3298-V ; fragmento de costela nº MNRJ 32 19-V ; fragmento de costela nQ MNRJ 3 182-V ; fragmento de c ostela nQ MNRJ 3 183-V ; fragmento de costela nQ MNRJ 3 185-V ; metapodial nº MNRJ 2873-V ; metapodial nQ MNRJ 3265-V ; metapodial nº MNRJ 3266-V ; metapodial nQ MNRJ 3267-V ; metapodial nQ MNRJ 3268-V ; metapodial nº MNRJ 3294-V ; metapodial nQ MNRJ 3368- V ; metapodial nQ MNRJ 3652-V ; metapodial incompleto nQ MNRJ 3542-V ; fragmento de metapodial nQ MNRJ 3369-V ; falange i nc ompl eta nº MNRJ 3295-V ; fragmento proximal de tí bia D nº MNRJ 3326-V ; fr agmento de diáfise nQ MNRJ 3307-V ; fragmento

de diáfise nQ MNRJ 340 1-V ; patela nQ MNRJ 354 1-V ; patela n9

MNRJ 2785-V ; c alc �neo D nº MNRJ 2872-V ; fr agmento com faceta

_,

7 . 0 - ESTUDO PALEOAMBIENTAL

Autores como TONNI & FIDALGO ( 1978) ,

( 1 '.;>8!:'i) , TONNI & QUIR

GA ( 1987 > , PRADO et all ( 1987) , UBIL.L .. A TONNI

et al l ( 1988) tem se dedicado ao estudo da caracterizaç�o

paleoambiental e de suas associa��es faunísticas . O estudo

dest as assoei aç l:'::tE'.!::• f ê.'\Un:i st i caE. ou "Faunas Locais ", baseia-se no con junto de mamí feros coletados em determinado ponto de um jaz imento fossilí fero e em determinados níveis de uma coluna estratigráfica ( TONNI & QUIROGA, op . cit . > . A partir desta definiç llio , podemos considerar os achados aqui

dos c on� uma fauna local.

estuda- A partir das c aracterístic as da fauna, como um

todo , é pos:,sí vel deduz ir -se hipóteses paleoambient. ais, aplic ando-se o princípio do atualismo biológico (l..lBILL.A,

1 '�8!:i > • seis

Obviamente , as informa�Oes obtidas através de fós-

intimamente relacionados com as espécies atuais ou mesmo de fóssei s com representantes viventes, s�o mais precisas que as obtidas a partir das formas exti ntas.

Procuramos aqui, constatar as necessidades eco­ lóqi c as de c ada tax on estudado, com a fi nalidade de caracte- ri:z ar o paleoambiente em que se inseriram . Finalizando, busc amos compreender como 0c orreu a deposi�•o do mater i al

r

'

1