6E-‐BR Reduzir em 13%, entre 2008 e 2015, o coeficiente de casos novos da doença com grau 2 de incapacidade física
Objetivo 07 Garantir a sustentabilidade ambiental
7A. Integrar os princípios do desenvolvimento sustentável nas políticas e programas nacionais e reverter a perda de recursos ambientais.
7.1 Proporção de áreas terrestres cobertas por florestas.
7.2 Fração da área protegida para manter a diversidade biológica sobre a superfície total
7.3 Uso de energia (equivalente a quilos de petróleo) por US$ 1,00 PPC do PIB
7.4 Emissões per capita de CO2 em 2002 e de outros gases de efeito estufa e consumo de substâncias eliminadoras de ozônio 7.5 Proporção da população que utiliza combustíveis sólidos a. Área original e área de remanescentes florestais da Mata Atlântica em 1990 e 1995
b. Taxa média de desmatamento da Amazônia, em 1977-‐1988 e de 1988 a 2004
c. Número e área total de Unidades de Conservação federais, 2002 a 2005
d. Distribuição da área total de Unidades de Conservação federais em categorias de manejo, 2005
e. Número, tipos e áreas de Unidades de Conservação municipais, em 2002
f. População indígena no Brasil
g. Número total de terras indígenas, Brasil, 2005
h. Número total de terras indígenas e área daquelas que têm situação fundiária regularizada ou em fase de finalização, Brasil i. Oferta interna de energia no Brasil, em 2003
j. Intensidade no uso de energia no setor agropecuário, em 1995 e 2003
k. Intensidade no uso de energia na indústria, em 1995 e 2003 l. Intensidade no uso de energia no setor de transportes, em 1995 e 2003
m.Intensidade no uso de energia no setor de serviços, em 1995 e 2003
n. Emissões de CO2 por dólar de PIB, em 2002
o. Emissões de CO2 por oferta interna de energia, em 2002 p. Emissões de CO2 , metano, óxido nitroso, óxidos de nitrogênio e monóxido de carbono, 1990 e 1994
q. Consumo de CFC, PCA, brometo de metila, halons, CTC, HCFC, 1992 e 2003
7B. Reduzir pela metade, até 2015, a proporção da população sem acesso permanente e sustentável a água potável e esgotamento sanitário
7.6 Proporção da população (urbana e rural) com acesso a uma fonte de água tratada , para o acesso a água por rede geral, poço ou nascente ou outro tipo
7.7 Proporção da população com acesso a melhores condições de esgotamento sanitário -‐ urbano e rural para esgoto por rede geral, fossa séptica, fossa rudimentar e outros tipos
r. Percentual de moradores em domicílios particulares permanentes com abastecimento de água adequado, em áreas urbanas e rurais
s. Percentual de moradores em domicílios particulares
permanentes urbanos com acesso simultâneo a água canalizada interna de rede geral e esgoto de rede geral ou fossa séptica 7C. Até 2020, ter alcançado uma melhora
significativa na vida de pelo menos 100 milhões de habitantes de assentamentos precários
7.8 Proporção de domicílios com posse segura da moradia t. Domicílios em aglomerados subnormais, por grandes regiões u. Déficit habitacional quantitativo por faixa de renda e situação do domicílio
w. Número de favelas, cortiços, loteamentos irregulares e loteamentos clandestinos
x. Indicador de satisfação da população com a condição de moradia por grandes regiões
y. Percentual de famílias por existência de problemas no domicílio
z. Percentual de domicílios particulares permanentes urbanos com condições de moradia adequadas, segundo grandes regiões e cor/raça dos chefes de domicílio
Amarelo: Indicadores selecionados pela Metodologia ILPES/CEPAL. Verde: Indicadores estabelecidos para o Brasil
7A -‐ Integrar os princípios do desenvolvimento sustentável nas políticas e programas nacionais e reverter a perda de recursos ambientais.
b. Taxa média de desmatamento da Amazônia, em 1977-‐1988 e de 1988 a 2004
Os dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) mostram que o auge do desflorestamento na região ocorreu entre 1994 e 1995, com a destruição de mais de 29 mil km2 de florestas. Após um breve arrefecimento, em 1996 e 1997, a derrubada teve uma tendência ascendente até 2004 (27,7 mil km2), caindo significativamente nos anos seguintes. A diminuição da área desflorestada anualmente pode ser atribuída, em grande medida, às ações empreendidas pelo Governo brasileiro no âmbito do Plano de Ação para a Prevenção e o Controle do Desmatamento na Amazônia Legal – PPCDAM – desde 2004, que passou por uma revisão e teve sua segunda fase elaborada para o período 2009–2011. (IPEA, 2010)
Gráfico 23. Desmatamento da Amazônia Legal Brasileira (em milhares de km²/ano). Brasil, 1998/2009
Fonte: IPEA, 2010. Fonte dos dados:INPE (Instituto de Pesquisas Espaciais)/: elaboração IPEA. (1) Média entre 1977 e 1988. (2) Média entre 1933 e 1994. (3) Taxa Estimada.
c. Número e área total de Unidades de Conservação federais, 2002 a 2005
Considerando apenas unidades de conservação federais e estaduais que fazem parte do SNUC (Sistema Nacional de Unidades de Conservação), chegamos ao fim de 2009 com 923 unidades (304 federais e 619 estaduais), que ocupam uma área aproximada de 1,5 milhões de km2. Essa proteção corresponde a 17,3% da área continental nacional e 1,5% das águas jurisdicionais brasileiras. De 2002 a 2009 houve um crescimento de 69% em termos da área total sob proteção (IPEA, 2010).
Gráfico 24. Unidades de conservação federais e estaduais (1). Brasil*, 2002/2009
* Exclusive RPPN (Reserva Particular do Patrimônio Natural).
Fonte: IPEA, 2010. Fonte dos dados: DAP/SBF/Ministério do Meio Ambiente. (1) Estimativa baseada em informações de órgãos estaduais.
g. Número total de terras indígenas, Brasil, 2005
h. Número total de terras indígenas e área daquelas que têm situação fundiária regularizada ou em fase de finalização, Brasil
A FUNAI (Fundação Nacional do Índio) estima que existam no território brasileiro cerca de 220 povos indígenas, falando 180 línguas. Existem hoje no País 488 terras indígenas oficialmente reconhecidas, em diferentes situações jurídicas, ocupando cerca de 1,05 milhões de km2, o que representa aproximadamente 12,4% do território continental brasileiro. A maior parte dessas terras está localizada nos biomas da Amazônia e do Cerrado. Há ainda 123 terras indígenas em estudo, cuja extensão ainda não é conhecida (IPEA, 2010).
i. Oferta interna de energia no Brasil, em 2003
A intensidade energética da economia brasileira apresentou tendência descendente desde os anos 1970, com ligeiras flutuações.
Quanto maior a participação de fontes renováveis, menor é a quantidade de CO2 gerada por atividades consumidoras de energia. No Brasil, cerca de 45% da oferta interna de energia advém de fontes renováveis, como hidrelétricas e biomassa, bem acima da média mundial (13%) e dos países ricos (7%). Os efeitos dessa diferença podem ser vistos nos índices
de emissões de CO2 resultantes da queima de combustíveis fósseis: o Brasil emite, anualmente, 1,88 toneladas de CO2 por habitante, menos da metade da média global (4,38).
Contudo, a relação entre as emissões de dióxido de carbono e a oferta interna de energia cresceu nos anos 1990, devido à redução da participação das fontes renováveis na nossa matriz energética – que, em dez anos, caiu de 49,1% para 41%. A partir de 2000, as taxas de emissão por oferta interna de energia têm caído, devido, sobretudo, ao aumento do uso da biomassa e à substituição do óleo combustível por gás natural.
Outro fato que tem contribuído para o aumento da eficiência energética é a substituição gradativa da lenha e do carvão vegetal pelo gás liquefeito de petróleo (GLP) no preparo de alimentos (IPEA, 2010).
Gráfico 25. Oferta interna e consumo final de energia por unidade de PIB (tep – tonelada equivalente de petróleo/mil US$) – Brasil, 1970/2008
Fonte: IPEA, 2010. Fonte dos dados: MME, Balanço Energético Nacional, 2009.
Gráfico 26. Emissões totais de CO2 (em milhões de toneladas) e emissões de CO2 por tonelada equivalente de petróleo (tep) de oferta interna de energia (OIE) derivadas da queima de
combustíveis – Brasil, 1990/2008
Fonte: MME, Balanço Energético Nacional, 2009.
n. Emissões de CO2 por dólar de PIB, em 2002
o. Emissões de CO2 por oferta interna de energia, em 2002
p. Emissões de CO2 , metano, óxido nitroso, óxidos de nitrogênio e monóxido de carbono, 1990 e 1994
A contribuição brasileira nas emissões de CO2 advém principalmente do desflorestamento. Em 2005, as emissões provocadas por mudança no uso da terra e de florestas responderam por 76,3% do dióxido de carbono lançado pelo Brasil na atmosfera, enquanto a queima de combustíveis fósseis e emissões fugitivas do setor energia representaram 22%. A quantidade de CO2 produzida pelos brasileiros nesse ano chegou a 1,57 bilhões de toneladas, 69% a mais do que o registrado em 1990. Esse aumento pode ser atribuído ao acréscimo de 71% nas emissões relativas às transformações de energia e de 70% nas emissões causadas pela mudança no uso da terra e florestas, além de um aumento de 31% nas emissões no setor de processos industriais. Todavia, o crescimento da população e da economia brasileira justifica boa parte deste aumento, tendo o indicador emissões de CO2 per capita aumentado 33,7%, enquanto o indicador emissões por unidade de PIB se manteve estável, apresentando leve queda da ordem de 2,7%, comparados os anos 1990 e 2005 (IPEA, 2010).
q. Consumo de CFC, PCA, brometo de metila, halons, CTC, HCFC, 1992 e 2003
O Brasil reduziu significativamente o consumo de CFCs: de 10.000 toneladas PDO (Potencial de Destruição da Camada de Ozônio), em 1995, para cerca de 290 toneladas, em
Gráfico 27. Consumo nacional de substâncias que destroem a camada de ozônio (em milhares de toneladas PDO) – Brasil, 1992/2008
Fonte MMA. Dados originais do IBAMA em toneladas métricas, convertidos em toneladas PDO pelo Secretariado do PNUMA.