MANASAPUTRAS E MATRA DEVAS
2. OS ACONTECIMENTOS DE MARÇO/1963.
Os acontecimentos de março de 1963, ocorridos - de 20 para 21, de 21 para 22 e de 22 para 23, podem ser assim resumidos:
20 para 21: À zero hora, despertar dos Deuses Adormecidos de Shamballah. O Vigilante Silencioso abriu o Portal de Shamballah com a Chave de Puskara, dando passagem aos Deuses despertos para a Agartha, onde permaneceram por 24 horas.
21 para 22: À zero hora, os Deuses foram ao Mundo de Duat – CAIJAH – onde ficaram o dia todo.
22 para 23: À zero hora, os Deuses passam o MEKA-TULAN, onde vibraram o dia todo para o mundo de Badagas e o Templo da Face da Terra (São Lourenço). As 24 horas, regressaram e adormeceram, novamente, em Shamballah.
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Esses acontecimentos propiciaram a Redenção dos Bhante-Jauls, confraria responsável pela Queda do Tibet e destruição do respectivo 8º Templo, o Templo de Mercúrio.
Pois bem, para compreendermos esses acontecimentos há necessidade que se entenda bem os Mistérios do Segundo Trono, posto que não conhecendo a linguagem do Segundo Trono não se poderá compreender o que representa, o que foi levado a efeito nos grandiosos e sublimes dias já citados: de 20 para 21, de 21 para 22 e de 22 para 23 de março, do famoso ano de 1963. Precisamos, com efeito, responder às perguntas:
Que é Segundo Trono?
Quais são as suas funções na ordem geral das coisas, da evolução? Por que existe?
Para reforçar nossas Idéias, vamos usar a linguagem Ideoplástica do grande Senhor Akbel.
Há um trecho de um livro das Bibliotecas do Mundo de Duat que diz:
“O Elo que liga uma Cadeia à outra, sempre se assenta no TRONO IMEDIATO”
Este trecho do Livro Duatino ajuda esclarecer os Mistérios do Segundo TRONO.
Isto quer dizer: “todas as vezes que há uma passagem de um Sistema para outro, de uma Cadeia para outra, surge, com efeito, uma transformação no Segundo Trono do Sistema imediato”. E com este trecho do Livro de Duat e a explicação a seguir, reavivaram em nossa mente e nosso cérebro a pergunta:
Que é Segundo Trono?
O Segundo Trono, segundo diz o dez vezes grande Akbel, é principalmente, o imenso Espaço existente entre o Primeiro e Terceiro tronos, entre o Céu e a Terra. É a grande Maya existente entre os dois polos: Positivo e Negativo da manifestação da Suprema Unidade, do Espaço sem Limites. Pois bem, a face Superior do Trono aponta para o Primeiro (Trono) e a Face Inferior para o Terceiro (Trono) e o espaço intermediário corresponde ao próprio Segundo Trono que estamos considerando.
Sim, como já dissemos, o Segundo Trono é mutável, não é permanente. É, sim, a Grande Maya. De modo que, segundo a filosofia do Bijam dos Avataras, o Segundo Trono vai aumentando de esplendor progressivamente, de acordo com a marcha da Evolução.
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2 - O Segundo Trono correspondente ao Segundo Sistema de evolução, era muito mais esplendoroso que o do Primeiro.
3 - O Segundo Trono do Terceiro Sistema, era mais esplendoroso do que os do Primeiro e Segundo Sistema.
4 - O Segundo Trono do Quarto Sistema evolucional, era muito mais esplendoroso do que o dos três anteriores.
5 - O Segundo Trono do Quinto Sistema, é muitas vezes mais esplendoroso do que os dos quatro anteriores, posto que no caso já se trata do Sexto Sistema em ação.
6 - O Segundo Trono do Sexto Sistema evolucional é, enormemente mais esplendoroso do que os dos Sistemas anteriores (do Primeiro ao Quinto).
7 - O Segundo Trono do Sétimo Sistema, atingiu o Supremo Esplendor, posto que é o próprio Oitavo Sistema. Logo, repetimos: O Segundo Trono do Sétimo Sistema, possuirá o máximo de esplendor, de vez que é iluminado pela Coroa Síntese do Oitavo Sistema, a Grande Serpente Cósmica mordendo a sua própria Cauda.
Eis, pois, a imensa Coroa Cósmica determinando o Término de um grande Ciclo, senão, o final dos sete Sistemas. Daí podemos tirar a conclusão: Sete Sistemas com sete Segundos Tronos (7 + 7 = 14), temos por assim dizer: o valor manifestativo dos 14 Avataras de Vishnu, os 14 Avataras do Segundo Trono, os 14 Avataras do Plano intermediário.
De maneira que compreendemos: o Segundo Trono é o espaço existente entre o ESPAÇO SEM LIMITES e o ESPAÇO COM LIMITES; entre o infinito, o Oceano Sem Praias, o Absoluto, a Suprema Unidade e o Espaço com Limites, a Terra, os Mundos Interiores...Shamballah, Agartha, Duat, Badagas e Face da Terra.
O Espaço sem Limites é o Mundo Imaginário, e o Espaço com Limites é o Mundo da Realização, em evolução, representado pela multiplicidade de formas. O Segundo Trono é o Mundo Intermediário, representado pela alegoria da Escada de Jacob, também pode ser alegorizado pelos 4 Rios Sagrados – os 4 Maharajas - formados com as divinais Águas do Oceano sem Praias, o Primeiro Trono. No Terceiro Trono há os 4 Kumaras como expressão física dos Maharajas.
Como direção do Segundo Trono temos a Tríade: Akbel-Ashim-Beloi e os 4 Maha-Rajas: Dritharastra; Virudaka; Virupaksha; Vaisvarana.
Os habitantes do Segundo trono são os MATRA-DEVAS ou Devas do Além Akasha - Seres do Sexto Sistema de evolução; são criaturas de natureza celeste, altos, alados, cabeleira longa e cacheada.
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O ZIAT ou Cruzeiro do Sul, é a representação Sideral do Segundo Trono, tem 4 Estrelas maiores e uma pequena, deslocada do Centro, por isso disse nosso Mestre JHS:
“O Cruzeiro do Sul não é, propriamente uma Cruz, e sim uma Pirâmide cujo vértice é simbolizado pela pequena Estrela”
Muito bem, na Terra, Terceiro Trono, há os 4 Kumaras (Diananda, Sanat- Sujat, Sanat e Satya), os quais no Ciclo atual, estão sendo avatarizados pelos 4 Maharajas: Dritharastra, Virudaka, Virupaksha e Vaisvarana.
Pois bem, o Segundo Trono, começou a se transformar depois de 17 de fevereiro de 1960 [DIA DA VITÓRIA DA OBRA, no calendário de Efemérides], ano no qual se dá a descida (do 2º Trono) da Tríade Akbel-Ashim-Beloi para o 3º Trono: o 2º Trono está sendo preparado para haver a passagem do Quarto para o Quinto Sistema e o Sexto Sistema ficará como Segundo Trono do Quinto.
Os Luzeiros, através dos quais flui a energia provinda do Oitavo Sistema, senão, da Causa das Causas, quando agindo entre os homens, são representados pelos Planetários. Os três Superiores: Quinto, Sexto e Sétimo, em nossa Obra, são expressos pelos excelsos Seres:
Quinto Planetário - ARABEL Sexto Planetário - AKBEL
Sétimo Planetário - SATYA BEL (ASTARBEL)
Numa escala menor, falou-se durante muito tempo, em nossa Obra, no Cristo, Jeffersus, Quinto Bodhisatwa, em Akgorge, sexto Bodhisatwa; em Akdorge, sétimo Bodhisatwa. A Oitava Coisa representava a Causa das Causas, O Bijam dos Avataras.
Entre os Planetários e os Bodhisatwas, há a correspondência seguinte: Satya-Bel 7º Bodhisatwa / Akdorge
Akbel /JHS 6º Bodhisatwa / Akgorge Arabel 5ºBodhisatwa / Jeffersus.
Convém lembrar: O Planetário é aquele que está encarnado, manifestado...no trabalho de formação.
O Luzeiro, é o que está imanifestado, o que está em formação/realização. As comemorações daqueles 3 dias (21 a 23 de março) equivalem à comemoração da descida do Segundo Trono para o Terceiro Trono (para a Terra).
O círculo com uma Cruz no Centro e a Swástica são expressões do Terceiro Trono.
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Logo, no mecanismo da manifestação observamos: o Primeiro se transforma no Segundo. A Unidade transforma-se na Tríade: o Adam-Kadmon na Tríade: AKBEL- ASHIM-BELOI.
A seguir o Segundo Trono transforma-se no Terceiro Trono, através dos quatro quadrantes...da Cruz...da Tetraktis Pitagórica.
Temos, pois, o esquema bem esclarecedor: = 1
= 2 = 4 Total 7
O 7 é igual, por sua vez, ao misterioso setenário formado pelas Palavras Sagradas: O A E H A O O que correspondem aos Planetas Primordiais: SOL, LUA, MARTE, MERCÚRIO, JÚPITER, VÊNUS e SATURNO.
O despertar dos Manasaputras em 3 dias consecutivos corresponde, perfeitamente, à mecanogênese manifestativa do Primeiro Trono, no Terceiro, agindo através do Segundo.
Por exemplo:
1 - 1º dia (20/21) corresponde ao primeiro Logos... 1º Trono: despertar em Shamballah e visita à Agartha;
2 - 2º dia (21/22) corresponde ao Segundo Logos...2º Trono: chegaram ao Mundo de Duat, Caijah;
3 - 3º dia (22/23) corresponde ao Terceiro Logos...3º Trono: visita ao Meka-Tulan que equivale a Badagas e Face da Terra ao mesmo tempo (funcionando a Obra e Instituição).
Os Matra-Devas são os Seres do futuro e os Manasaputras o são do passado, isto é, os primeiros pertencem à parte superior do Segundo Trono e os Segundos à parte inferior. Os Segundos começaram seu trabalho evolucional, no ponto de vista manifestativo, concreto, no início do Sistema e os Matras-Devas, sendo da parte arrúpica, manifestam-se, ciclicamente, para firmar na Terra a expressão, a semente do futuro...por isso são Vigilantes Silenciosos.
Os Manasaputras expressam a Humanidade de todos os tempos: luta, luta, luta 777 vezes para poder alcançar a superação do Segundo Trono. Desdobram-se nas grandes civilizações, depois se constituem em 777 Consciências, Sóis.
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Os Manasaputras se objetivaram na Terra, no meio da Terceira Raça-Mãe - a Lemuriana - enquanto que os Matras-Devas descem e sobem (daí o simbolismo da escada de Jacob), ciclicamente, do Segundo Trono.
Os Manasaputras formam no seu conjunto a Humanidade deifica do excelso Budha Terreno e, os Matra-Devas a do Budha Celeste, logo, seres do Segundo Trono.
Mediando os dois pólos – Manasaputras e Matra-Devas - estão os Mahatamas que, recebendo o impacto dos Matra-Devas, influenciam a o trabalho da Face da Terra, cujos resultados serão “depositados” nos Manasaputras que, por sua vez os transferirão para o próximo Sistema evolucional.