Conforme anunciado, o Programa Professor.com propõe-se a promover a valorização profissional docente, na medida em que, além de facilitar o acesso às tecnologias da informação e comunicação, prevê a realização de formação continuada para a utilização dessas tecnologias na educação municipal. Neste capítulo focalizaremos as repercussões do Programa na formação continuada dos professores, considerando a visão dos formuladores e a reação dos docentes perante o desenvolvimento de suas ações.
5.1 – A inserção do Programa Professor.com no processo de formação continuada: a visão dos formuladores
5.1.1 – A concepção do Programa
Conforme abordado no capítulo anterior, a tomada de decisão de implantar o Programa ocorreu por influência de fatores externos à Secretaria de Educação, Esporte e Lazer, considerando-se a existência de iniciativas semelhantes adotadas no contexto nacional e, principalmente, no contexto estadual. O processo de formulação do Programa também sofreu a influência da pressão dos professores da rede municipal que reivindicavam a cessão de notebooks para o conjunto dos educadores.
Diferenciando-se do formato comum aos programas similares, à época, o
Professor.com apresentava-se associado a uma estratégia de facilitação de acesso à
internet banda larga móvel, a um portal e focalizava a formação continuada dos professores para a utilização dessas tecnologias na educação. Essa estratégia foi concebida pela equipe da DGTEC, setor responsável pela sua elaboração.
No período em que o Programa foi elaborado, a Secretaria de Educação havia recebido pleitos e dispunha planos destinados a equipar todas as unidades educacionais com computadores e internet, kits de TV/DVD Escola, Rádio e realizar a formação continuada dos educadores da rede em todos os níveis de atuação contemplando, gestores, coordenadores pedagógicos, professores, agentes administrativos, etc.
No entanto, não estava no horizonte da Secretaria a cessão de notebooks para professores, conforme afirma a diretora da DGTEC, referindo-se ao processo de formulação do Programa:
O desejo de que todo professor tivesse notebook etc., era patente e fazia parte do PMTE. No entanto, enquanto diretoria, nessa gestão, a proposta não havia sido apresentada especificamente como prioridade e de ter recebido aceitação. Inicialmente, a proposta estava associada apenas a um treinamento do fabricante quanto ao uso do notebook. A diretoria procurou, então, influenciar no processo, associando a entrega do equipamento a uma formação, considerando aspectos de uso pedagógico, de pesquisa. (DT1).
Vale ressaltar que a aquisição dos notebooks era vista pela DGTEC no contexto de uso pedagógico dos instrumentos tecnológicos. Esta postura é, assim, verbalizada: “quanto ao desenho do programa não podemos dizer que houve espaços significativos
para sua concepção como um todo. Fomos aproveitando espaços para colocar as visões tínhamos a respeito” (DT1).
Assim, esforços foram desenvolvidos no sentido de que o recebimento do notebook estivesse atrelado a uma formação que extrapolasse o conhecimento técnico do equipamento e, associado à formação, estaria o portal, uma vez que, nas ações desenvolvidas pela DGTEC, já se fazia uso de ambientes virtuais de aprendizagem – AVA. O e-ProInfo, plataforma desenvolvida e mantida pelo MEC era disponibilizada para os entes federados por meio de adesão para que utilizassem criando espaços virtuais de formação.
De fato, no ano anterior, Sette et al (2008) relataram a experiência da DGTEC utilizando a educação a distância ancorada na plataforma e-ProInfo, como instrumento de formação de sua equipe e com a perspectiva do desenvolvimento de uma nova cultura na gestão e nos processos formativos realizados na rede municipal de ensino do Recife. Para os autores, a recente possibilidade de utilização e administração da plataforma e-ProInfo, com a abertura de espaços de interação e socialização no âmbito da SEEL era bastante promissora:
O momento atual se apresenta especialmente como um terreno fértil para o desenvolvimento de uma nova cultura, que, ultrapassando modelos tradicionais do uso da EAD, visa, além de superar as limitações físicas (temporais e espaciais), se posicionar a serviço de uma educação pública com qualidade, promovendo a autoria, a cidadania e o direito, na perspectiva da transformação social e da qualidade de vida. Essa nova cultura, neste momento inicial focaliza prioritariamente as dimensões de formação e de gestão, pela compreensão do significado político-estratégico que os sujeitos envolvidos têm na rede (SETTE et al, 2008, p. 309).
Era com essa visão que a DGTEC defendia a criação de espaços virtuais que propiciasse a interação e a socialização do conhecimento e por isso o incentivo a instauração de uma nova cultura nos processos educacionais. Neste sentido, a proposta de integração de um portal às ações do Programa configurava-se pertinente.
Na vivência do Departamento, fazia parte de suas ações colocar o professor em contato com ambientes virtuais e incentivá-lo a contribuir para o portal do professor do MEC, por exemplo. A criação de um portal também já havia sido iniciada no âmbito da DGTEC cuja ideia era promover a interação entre os educadores e a socialização de suas experiências.
A proposta de associar um portal às ações do Programa foi bem recebida pelo Secretário de Educação. No entanto, os argumentos para dar continuidade e potencializar o desenvolvimento daquele portal que havia sido construído pela DGTEC, não obtiveram êxito. A posição do Secretário era contratar uma empresa para iniciar a construção de um sítio na Internet que possibilitasse o acesso aos resultados do desempenho dos estudantes e que também permitisse o registro dos diários de classe para que, a distância, fosse possível verificar o que estava sendo trabalhado em sala (ou o que não estava sendo feito).
Verifica-se, portanto, a existência de visões diferenciadas entre o corpo técnico da DGTEC e o titular da Secretaria quanto ao uso das tecnologias digitais. Esse modelo proposto pelo Secretário de Educação não se coadunava com o plano de trabalho operacionalizado na DGTEC. A intenção do Secretário divergia da proposta de portal apresentada inicialmente pela DGTEC, que, diante da iminência de mudança do propósito do portal, tentou influenciar ao máximo no sentido de promover mudanças nessa concepção, conforme depoimento da Diretora da DGTEC:
Era uma visão um tanto divergente do uso do portal, pois defendíamos sua utilização no sentido de enriquecimento, de construção coletiva, de interação entre as instâncias. Procuramos promover reuniões, criamos grupos para discutir e dialogar com a própria empresa que estava desenvolvendo o portal. A Pensamos em espaços de interação e de socialização de produções (DT1).
Evidencia-se, também, que, muito embora o Programa não tenha sido concebido em sua plenitude pela equipe da DGTEC, a estruturação do Programa sofreu forte influência de seus integrantes.
Os pressupostos que ancoraram a elaboração do projeto com os seus quatro componentes – computador, internet, portal e formação continuada – podem ser apreendidos no depoimento que segue:
O notebook representa um instrumento de trabalho, um suporte para o professor, representa uma valorização da profissão, é dar condições melhores de trabalho para o professor. Ele precisa desse instrumento para pesquisa, para organização de materiais etc. e no caso das tecnologias mais ainda, para testar, para experimentar certos materiais, software para utilizar pedagogicamente. No entanto, sem internet, seria bastante limitado, então foi incluída a conectividade. Todos esses aspectos significam melhorias nas condições de trabalho, valorização do professor e melhoria do processo de aprendizagem, da qualidade do ensino.
Um dos pressupostos para o bom uso do equipamento é de se ter uma formação para tal. Do contrário não se atinge o objetivo almejado.
O portal tem esse papel também, para o professor não ficar encapsulado, isolado e utilizá-lo como instrumento de formação. Tem-se então um ambiente de formação, de aprendizagem mesmo, de socialização. Os pressupostos são interação e socialização. Daí a necessidade de se ter um espaço para isso. Então pra nós significa: condições de trabalho, de infraestrutura, formação para poder usar melhor os recursos que se tem e de espaço de diálogo, de interação, de troca permanente (DT1).
Nesse depoimento, dois aspectos são evidenciados: as questões relacionadas às tecnologias na educação e a valorização profissional. Em relação ao primeiro aspecto observa-se a clara intenção de que as tecnologias devem estar a serviço da educação, possibilitando a interação entre os sujeitos envolvidos na ação educativa e potencializando a construção e a socialização do conhecimento. Essa concepção está de acordo com a visão de Kenski (2006) quando defende a adoção de práticas pedagógicas que privilegiem a “aprendizagem colaborativa” facilitada por processos de interação no ensino mediados pelas tecnologias. Kenski (2008) também afirma que “Interagir com as informações e com as pessoas para aprender é fundamental” e para transformar informações em conhecimento é necessário “um trabalho processual de interação, reflexão, discussão, crítica e ponderações que são mais facilmente conduzidos, quando partilhado com outras pessoas” (p. 12).
O segundo aspecto diz respeito à valorização profissional. Considerando-se que a valorização do magistério compreende políticas de remuneração, planos de carreira, condições de trabalho, formação inicial e continuada, destaca-se, no depoimento acima, a contribuição do Programa não somente na formação continuada, mas também no tocante às condições de trabalho ao ampliar as possibilidades de pesquisa, de planejamento, de seleção de materiais, de experimentação e de interação.
Estes aspectos indicavam ser pertinente o anúncio do Programa como parte integrante da política de valorização profissional do magistério na RMER. Esse entendimento permaneceu ao longo do processo de implantação do Programa a partir de março de 2010, sob a coordenação de nova titular da DGTEC, e, reforçado pela sua ação na Secretaria Executiva, em 2011. Durante entrevista, em resposta à questão “Em que aspectos o Professor.com contribui para a valorização profissional?”, a Secretária Executiva assim posiciona-se:
Na formação continuada dos professores. Porque não é ceder o equipamento pelo equipamento. Não é só isso. É o equipamento, mas com utilização das ferramentas tecnológicas para dinamizar o trabalho em sala de aula, para o professor ter o tempo dele do planejamento das aulas. O equipamento deve ser utilizado pra ele planejar, pra ele poder dar uma aula com projetor, articular todos os recursos, dentro do seu planejamento, dinamizar e viabilizar o trabalho em sala de aula (Secretária Executiva e Ex-Diretora de Tecnologia na Educação e Cidadania da SEEL).
Ela também ressaltou a importância da oferta da formação no ato da entrega do equipamento uma vez que era destinada à apresentação do equipamento, do conteúdo pedagógico e dos sistemas operacionais. Segundo a Secretária Executiva foi oferecida
formação de 8 horas, pra conhecer o equipamento e ver o que estava dentro desse equipamento. Umas das nossas preocupações era a plataforma Linux Educacional que tinha todo o pacote pra que ele pudesse se familiarizar com ele e levar isso para a sala de aula (Secretaria Executiva e Ex-Diretora de Tecnologia na Educação e Cidadania da SEEL).
Entendemos que a expectativa era que o programa destinado à valorização docente contribuísse na formação dos educadores com vistas à melhoria da aprendizagem dos estudantes e da inovação da prática pedagógica.
No entanto, o reconhecimento da pertinência da formação para o uso das TICs, não foi suficiente para garantir que as ações desenvolvidas atendessem plenamente aos anseios do conjunto dos educadores, fato evidenciado na fala da Secretária Executiva, como se observa a seguir:
mas muito precisa ser feito ainda, porque a formação precisa usar as ferramentas tecnológicas e cada professor ter a clareza que faz parte da vida da gente e deve fazer parte também da sala de aula. Mas muita coisa ainda precisa ser feita na questão da formação dentro desse programa [email protected], porque nós temos muitas experiências exitosas, muitos projetos didáticos belíssimos a exemplo disso foi o I Encontro Municipal de Tecnologia na Educação e que também está no eixo de valorização. Ali nós tivemos a oportunidade de presenciar o quanto as escolas estão realizando, vem realizando o trabalho em sala de aula porque foi um momento de
socialização dessas experiências. Não só a utilização da máquina, do equipamento, mas as diversas ferramentas seja a questão do vídeo, seja a questão de blogs, da TV, da Rádio, muita coisa legal está sendo desenvolvida nas nossas escolas. Agora precisamos sim continuar investindo na formação do programa específico [email protected] (Secretaria Executiva e Ex-Diretora de Tecnologia na Educação e Cidadania da SEEL).
Apesar de evidenciar experiências exitosas com a utilização das tecnologias em projetos e atividades na rede municipal, a secretária reconhecia que muito ainda precisaria ser feito no âmbito do Programa nas questões relacionadas à formação continuada. Vale ressaltar que a gestora assumiu a DGTEC em 29 de janeiro de 2010, ou seja, nos primeiros meses de implantação do programa ficando responsável pela entrega da maioria dos notebooks e já fazia parte da equipe técnica da diretoria desde 2005.
No período de implantação do Programa ocorreram interrupções ao longo do processo, seja pela dificuldade de substituição dos professores em fevereiro de 2010, seja pela entrada de agentes externos para realização da formação dos professores do 6º ao 9º ano em 2011, conforme descrito no capítulo anterior. Estas ocorrências parecem justificar a referência feita no sentido de continuar investindo na formação.
Outro aspecto a destacar no depoimento da Secretária, é a sua colocação de que o professor precisa ter clareza que as tecnologias fazem parte da nossa vida e por isso devem fazer parte da sala de aula também, o que deixa transparecer que ela identifica a falta de utilização dessas tecnologias nas atividades escolares.
Na visão da secretária executiva, a gestão do governo João da Costa (2009-2011) promoveu avanços na política de valorização do magistério mediante às ações do Programa Professor.com, mas principalmente na questão salarial e na carreira, destacando que essa política contemplava todos os profissionais da educação. Ela evidencia durante a entrevista que na questão da valorização desses profissionais
o primeiro ponto é a questão salarial, a implantação do piso salarial. Na nossa gestão foram quase 60% de aumento salarial dos professores da rede Então o primeiro investimento é a questão salarial. A implantação do piso salarial. Dentro do piso, é o respeito pela luta da categoria.
Todas as negociações, canal de negociações aberto com o sindicato, com todas as negociações na campanha, não só na campanha salarial, mas em outras instâncias, em outras negociações.
Revisão do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração. Hoje nós temos uma comissão que está estudando. Uma comissão paritária, secretaria de educação e o sindicato que está estudando a revisão do plano de cargos e carreira.
O acréscimo de carga horária que foi concedido aos professores, o aumento da carga horária para os professores da rede.
Concurso. O investimento foi muito alto no concurso. Na gestão do prefeito João da Costa entraram quase 2.500 novos professores. Só na gestão dele. Não só resgatando o concurso anterior, quando todas as pessoas foram chamadas do concurso anterior, como ele abriu novo concurso, tanto para Professor I (Ensino Fundamental – Anos iniciais) como para Professor II (Ensino Fundamental – Anos finais) que há muito tempo que não existia concurso pra professor II (Secretária Executiva da SEEL).
De fato, outras iniciativas favoráveis à valorização desses profissionais foram implementadas ao longo da citada gestão: liberação de professores para os cursos de mestrado e doutorado com todos os vencimentos – licença para estudo; a contratação por meio de concurso de ADIs - Auxiliares de Desenvolvimento Infantil como valorização dos profissionais da educação que trabalha dentro dessa modalidade; o
Programa Primeira Escola que tem garantido a lotação de professores nas creches e nos
CEMEIs - Centros Municipais de Educação Infantil, além de seleção simplificada de professores para substituição temporária. Para a Secretária:
Isso é um desafio muito grande diante de toda a história da rede. Já chegou uma época aqui que a gente tinha mais estagiário em sala de aula do que professor. Então foi um desafio que nós enfrentamos e hoje todas as salas de aula estão ocupadas por professores. Ainda dizem “mas ainda tem estagiário”. Mas nas escolas onde ainda existe estagiário é aquele caso dos professores licenciados para o mestrado, para o doutorado, que a cadeira não está vaga (Secretária Executiva da SEEL).
As ações implementadas no governo João da Costa (2009-2012) no sentido de valorizar os profissionais do magistério estão apresentadas no quadro 4.
Os reajustes salariais referentes ao governo João da Costa estão apresentados na tabela 5 e o conjunto das formações oferecidas aos professores durante a referida gestão estão apresentadas no quadro 5.
Tabela 5 - Reajustes salariais entre 2009 e 2012 no Governo João da Costa Ano Reajuste Salarial
2009 21,00 % 2010 4,66 % 2011 4,98 % 2012 22,22 % 201249 2,50 % Total: 57,33 %
Fonte: Diretoria de Gestão de Pessoas - DIGP
Quadro 4 – Ações do governo João da Costa (2009/2012) relacionadas aos profissionais do magistério no período de 2009 a 2012
Desenvolvimento profissional
Programa [email protected] cessão de notebooks, facilitação de acesso à Internet, Portal Educar e formação continuada para a integração das TIC na prática pedagógica.
Bônus Cultural aos Profissionais do Grupo Ocupacional Magistério no valor de R$ 300,00 (trezentos reais), destinado ao acesso a programações artístico- culturais no período do recesso escolar, aquisição de livros, revistas, para o aprimoramento profissional
Bônus para a Bienal do Livro para todos os profissionais do Grupo Ocupacional Magistério e para as unidades educacionais
Abono Educador pago anualmente no valor de 01 (um) salário mínimo a todos os Profissionais do Grupo Ocupacional Magistério – GOM
Abono Pecuniário pago anualmente a todos os servidores administrativos, no valor de 01 (um) salário mínimo
Distribuição de jornais de circulação a todos os servidores da Secretaria de Educação, Esporte e Lazer nos finais-de-semana, revista Nova Escola
Distribuição dos kits do Programa Manoel Bandeira. Em 2012 cada professor recebeu 35 exemplares de livros
Entrega do Centro de Formação de Educadores Professor Paulo Freire Autorização de afastamento para mestrado e doutorado com todos os vencimentos
Condições de trabalho
Programa de Qualidade de Vida e Saúde no Trabalho
Projeto Cuidar d@ Educador@ ações de promoção à educação para a saúde física e mental, por meio de exercícios de bioenergética, exercícios para libertação do trauma, roda de terapia com abordagem psicanalítica, reflexologia, seminários temáticos, yoga, acupuntura, oficina vivencial de gerenciamento das emoções, grupos de voz, arteterapia, dança de salão, exercícios de alongamento Programa “Educando com Voz Saudável” - Oficinas de Saúde Vocal;
Requalificação da infraestrutura física e tecnológica das Unidades Educacionais
Carreira
Implantação do Piso Nacional do Magistério Público - aumento de 22,23%. Salário inicial (Professor I com 145 horas-aula mensais):
Curso Normal Médio = R$ 1.124,68 Licenciatura Plena = R$ 1.614,01
Concursos: foram realizados 03 Concursos Públicos para preenchimento de vagas nos cargos (1350):
650 Professores I 200 Professores II
500 Auxiliares de Desenvolvimento Infantil, no atendimento à demanda das Creches e Centros Municipais de Educação Infantil;
Seleção Pública Simplificada para Contratação por Tempo Determinado:
600 Professores de Ensino Fundamental I e Educação Infantil, em substituição aos titulares por motivo de afastamentos temporários.
400 profissionais de diversos cargos: Arquiteto, Engenheiro, Psicólogo, Nutricionista, Fonoaudiólogo, Assistente Social, Biólogo, Técnico em Eletrotécnica, Intérprete e Instrutor de Libras, no atendimento às demandas da Rede Municipal de Ensino;
Nomeação de 1.567 novos servidores:
867 Professores I e 200 Professores II 500 Auxiliares de Desenvolvimento Infantil
Concessão de acréscimo de carga horária para 195 professores
167 Professores I 28 Professores II
Quadro 5 - Formações continuada 2009 - 2012
Ações e programas Público
Formação continuada ministrada pelo Centro de Estudos em
Educação e Linguagem (CELL/UFPE) Professores de 1º e 2º ciclos Formação continuada ministrada pelo Programa de Correção de
Fluxo Escolar (Se Liga e Acelera) Professores de 1º e 2º ciclos Formação continuada do Projeto UERÊ50 – Professores de 1º e 2º ciclos Formação continuada promovida pela Gerência de Educação de
Jovens e Adultos contemplando diversas temáticas: Artes Visuais na Educação Infantil, Literatura na Educação Infantil, Como Cuidar e Educar a criança na perspectiva da compreensão do respeito por si e pelo (a) outro (a), no contexto da Diversidade Étnico racial, Leitura e Escrita na Educação Infantil, A Música na Educação Infantil, A Diversidade na Escola Democrática, O Eu e o Mundo na Brincadeira, As Crianças e o Conhecimento Lógico Matemático, Uma Pedagogia Ambiental para a Primeira Infância
Professores da Educação Infantil
Formação Continuada do Programa Brasil Alfabetizado 2009/2010 Ministério da Educação/FNDE.
Alfabetizadores do Programa Lição de Vida - Programa Brasil Alfabetizado Formação continuada - Consolidação da especificidade no
atendimento escolar.
Professores dos Módulos I,II,III e Moduladas Formação Continuada dos professores de Ciências da Natureza