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CONCLUSÕES TIRADAS DA FARS (FATALITY ANALYSIS REPORTING SYSTEM) PULICADAS PELONCSA (NATIONAL CENTER FOR STATISTICS &

No documento PDF Sylvia Helena Mota Rabelo (páginas 74-132)

ensino e na coleta de dados utilizados na elaboração de estatísticas, discutindo amplamente o assunto nos mais diversos fóruns, analisando os resultados estatísticos obtidos, balizando os resultados educacionais, bem como seus reflexos na sociedade como um todo.

Nesse processo está inserida a intensificação de campanhas educativas feitas nas escolas de ensino fundamental e de forma transversal na grade curricular.

O assunto pode ser abordado na leitura e interpretação de texto, na biologia, na química, buscando recursos nas experiências diárias de professores e alunos para a formação da cidadania, estimulando o maior poder de crítica nas pessoas, tornando-as mais conscientes de seus direitos e deveres e, portanto, mais responsável por suas atitudes, dentro de uma sociedade sujeita a mudanças bruscas, quase sem regras, no tocante à mudança de valores ou de hábitos como ultrapassagem de sinal fechado por medo de assalto, que ela mesma criou e não conseguiu controlar.

7.1 CONCLUSÕES TIRADAS DA FARS (FATALITY ANALYSIS REPORTING

Aproximadamente 1.500.000 motoristas foram presos em 2000 por direção sob influência de álcool ou narcótico, o que corresponde a 1 em cada 130 pessoas com carteira de motorista nos Estados Unidos e em 2001 esse número diminuiu para cerca de 1.400.000, sendo que a média ficou em 1 para cada 137 condutores licenciados.

No relatório de 2002, 35% de todas as fatalidades no trânsito relativas a colisões, pelo menos o motorista ou um não ocupante do veículo estavam igual ou acima de 0,08g/dl de álcool no sangue.

As leis de trânsito foram mudadas em todos os estados e o Distrito de Columbia agora estabelece 21 anos como idade mínima para consumo de bebida alcoólica.

O NHTSA estima que com essa providência tenha havido uma redução de 13% nas fatalidades envolvendo jovens de 18 a 20 anos, o que corresponderia a cerca de 917 vidas salvas e cerca de 21.887 vidas perdidas desde 1975.

A média de motoristas intoxicados envolvidos em colisões com vítimas fatais em 2002 foi de:

Tipo de Veículo Envolvido em Colisão Fatal Motoristas Intoxicados (%) Automóveis Motocicletas 31%

Caminhonetas 23%

Passageiros 22%

Caminhões 02%

Bicicletas

Quadro 9– Média de motoristas intoxicados envolvidos em colisões com vítimas fatais em 2002

De 1992 a 2002 a taxa de intoxicação (0,08g/dl ou mais) decaiu para motoristas de todas as faixas etárias, envolvidos em colisões fatais, exceto para o grupo de condutores de 45 a 64 anos, que mantiveram as mesmas taxas em 1992 e 2002, conforme pode ser visto na figura abaixo:

Figura1 – Motoristas intoxicados envolvidos em colisões fatais, por faixa etária Fonte: Traffic Safety Facts 2002 – Overview, pág 5

Figura 2– Colisão fatal em alta velocidade por idade e sexo Fonte: Traffic Safety Facts 2002 – Overview,

A velocidade do veículo é um dos fatores que mais contribuem para as batidas no trânsito.

Nos Estados Unidos, em 2002, o excesso de velocidade contribuiu em 31% em todas as colisões fatais com 13713 óbitos. Nesse perfil se encaixam mais os jovens do sexo masculino. À medida que a faixa etária do motorista aumenta, as batidas por excesso de velocidade diminuem. Em 2002, 39% dos condutores masculinos de 15 a 20 anos, se envolveram em colisões fatais por excesso de velocidade e 87% destas fatalidades ocorreram em rodovias estaduais.

Em 2002, 42% dos motoristas alcoolizados (BAC = 0,08g/dl) envolvidos em colisões fatais estavam em alta velocidade, comparados com apenas 15% dos motoristas sóbrios (BAC

= 0,00g/dl)

Alcoolizados 42 % BAC = 0,08g/dl Sóbrios 15 % BAC = 0,00g/dl

Quadro 10 – Demonstrativo de acidentes em alta velocidade (em %) Fonte: Traffic Facts 2002 – Estados Unidos

Figura 3 – Alta velocidade, envolvendo bebida alcoólica demonstrando falha no reflexo dos motoristas envolvidos em acidentes fatais por tipo de veículo

Fonte: Traffic Safety Facts 2002 – Overview

Figura 4 - Percentual de motoristas envolvidos em colisões fatais dirigindo em alta velocidade por nível de concentração de álcool no sangue

Fonte: Traffic Safety Facts 2002 – Overview

8 CONCLUSÕES

Neste trabalho, buscou-se identificar um método efetivo de coibir o consumo excessivo de bebida alcoólica pelo consumidor de veículos automotores e máquinas perfuro cortantes. No início da análise dos instrumentos utilizados constatou-se que o estudo das substâncias interferentes podia ser detectado pelo “bafômetro”, diminuindo sua eficácia. Uma nova versão de sensores neutralizou estas limitações. Complementando este trabalho, está sendo desenvolvida uma solução padrão de referência que deve ser gasosa, reproduzindo a maioria dos gases expelidos pela pessoa durante o sopro. Até o momento, estão sendo detectadas essas substâncias pelo suor e saliva através de indicadores químicos descartáveis.

A presença de substâncias interferentes, sempre preocupou quem fazia os testes para aprovação de modelos, principalmente as encontradas em medicamentos, desodorizantes de hálito e a acetona porque pode ser resultante de diabetes mellitus, jejum prolongado e dietas pobres em carboidratos. Estudos continuam sendo desenvolvidos no sentido de maior identificação destas substâncias e de minimizar seus efeitos com relação aos resultados lidos nos instrumentos, sempre buscando evitar condenações injustas ou absolvições de culpados.

A mistura de bebida alcoólica com outras drogas é muito difundida entre os jovens sendo na maioria dos casos a causadora dos maiores problemas.

Os instrumentos devem ser submetidos ao controle metrológico do Inmetro e receberem Selo de Verificação, para garantir a confiabilidade metrológica.

O uso de etilotestes deve ser feito na saída de festas, bares e boates como um indicador das condições em que se encontra a pessoa que vai dirigir.

Os resultados das medições feitas com etilotestes só servem como indicativo de teor alcoólico no ar expirado, não podendo ser usados como prova legal porque, além de não fornecerem resultado numérico, a matéria prima do sensor se liquefaz depois de alguns dias após sua utilização.

Faltam policiais treinados e “bafômetros” nas ruas para ajudar a evitar acidentes cometidos por aqueles mais refratários aos apelos das campanhas educativas.

As condições de teste com “bafômetros”, “in vivo” são bem diferentes das condições controladas de laboratório, “in vitro” onde se pode dispor de simuladores, solução padrão e pulmão artificial dentro do banco de ensaios. Por isso, os teste são comparativos e apresentam resultados aproximados que não podem servir de provas para punir ou absolver alguém.

Como a Constituição Brasileira (no seu Art. 5) garante ao cidadão o direito de não fornecer provas contra si próprio, a maioria das pessoas envolvidas em acidentes de trânsito evita ser examinada com o “bafômetro” porque sabe que terá sua carteira de habilitação apreendida, perderá sete pontos na carteira e pagará uma multa administrativa, podendo ter até prisão em flagrante.

- Desta forma, fica patente a necessidade de utilizar sistemas de detecção mais precisos e confiáveis, para que sejam usados como prova legal contra condutores de veículos ou máquinas, envolvidos em acidentes, aplicando ou não as punições previstas no CTB.

- Os etilômetros fabricados no Brasil (ou importados para utilização em todo o território nacional) apresentam resultados de medições das concentrações de álcool no ar expirado, embora o CTB traga as concentrações de álcool no sangue, o que leva a autoridade policial a utilizar tabelas de conversão. Isso pode ocasionar erros de leitura e interpretação.

- Esses estudos demonstram ser impossível saber com certeza se a taxa de etanol contida no sopro da pessoa, no momento de teste, corresponde ao tempo de absorção ao de eliminação do etanol do corpo da pessoa (se a curva já está em subida ou em decréscimo)

- Foi comprovado que pessoas com maior grau de adiposidade tem mais resistência à embriaguez que as pessoas magras e, que os orientais por não metabolizarem determinado tipo de enzima no fígado, apresentam baixa resistência ao álcool, ficando vermelhos (ruborizados) e embriagados mais rapidamente que os ocidentais.

É importante que as autoridades estabeleçam estratégias para controle, atendimento, tratamento e prevenção em relação a todos os problemas decorrentes da ingestão de bebida alcoólica, que impactam em nossa sociedade, revendo a Lei 9294/96. que define bebida alcoólica somente aquelas com mais de 13GL, excluindo cervejas e vinhos e deixando livre o horário publicitário entre 21h e 6h, permitindo vinhetas em qualquer horário, em canal aberto.

É importante também que a mídia seja responsabilizada socialmente pela veiculação de propaganda antiéticas, que estimulam o consumo de bebida alcoólica.

Exigir que as autoridades definam limites para esse tipo de propaganda, tal como fizeram com os cigarros, que são regulamentados pela mesma lei.

O passo mais importante a ser dado pelo cidadão é a conscientização a respeito do consumo excessivo de bebida alcoólica e isso deve começar pela mudança individual de conceitos, pois o homem é um ser eminentemente racional e que ao tomar uma decisão,

geralmente conhece todos os cursos das ações tomadas, bem como as conseqüências advindas de uma opção por qualquer uma delas.

Entretanto, o perfil do condutor ainda precisa ser melhor estudado, tendo em vista inclusive que os valores de seguros ora cobrados são maiores para a faixa etária de 18 a 29 anos, considerando que as estatísticas do DENATRAN revelam um perfil de maior incidência de vítimas fatais e não fatais, na faixa etária de 30 a 59 anos, ampliando-se em alguns estados para 18 a 59 anos.

Constatou-se também a necessidade de melhorar a metodologia das estatísticas relativas ao assunto e desenvolver o processo educativo nas pessoas visando o aumento da civilidade urbana.

9 RECOMENDAÇÕES E SUGESTÕES

A conscientização do motorista sobre seus direitos e deveres é fundamental porque as informações constituem as bases de seu conhecimento e da tomada de decisões conscientes.

Nas escolas de ensino fundamental, a grade curricular deverá contemplar a Educação para o Trânsito, implantando horários que permitam a preparação de atividades que serão desenvolvidas e implementadas de forma transversa (através do teatro, p. ex.).

A conscientização das pessoas para o desenvolvimento e consolidação de uma cultura de segurança no Brasil tem como melhor via de acesso à educação, principalmente quando esse processo começa na infância e na juventude, onde o consumo excessivo de bebida alcoólica pode causar grandes prejuízos à sociedade.

O trabalho desenvolvido para implantar o controle metrológico dos etilômetros faz parte do processo educativo que resulta na cultura de segurança, assumindo o papel de elemento coibidor de acidentes no trânsito e no trabalho com máquinas e objetos pérfuro- cortantes. Esse primeiro momento ocorre quando a autoridade policial recolhe o sopro da pessoa examinada com o etilômetro devidamente verificado pelo INMETRO, analisa o resultado e decide sobre a aplicabilidade do Código de Trânsito Brasileiro.

Este trabalho foi o marco inicial de um processo educativo que precisa ser melhor desenvolvido e implantado no país. Para que esta linha de pensamento seja seguida, uma gestão eficiente do trânsito deve se basear em política educacional que incorpore as sugestões e recomendações feitas a seguir, até porque espera-se que futuros pesquisadores possam realizar uma análise quantitativa do impacto de cada uma das variáveis acima, consideradas no controle dos acidentes de trânsito.

A rotulagem das bebidas alcoólicas deveria trazer algum tipo de alerta sobre os malefícios que o consumo excessivo pode ocasionar, principalmente às gestantes.

Fazer o registro completo do Boletim de Ocorrência logo após o acidente, incluindo o resultado impresso, emitido pelo etilômetro após o teste feito com o motorista..

Aprimorar os processos estatísticos visando obter resultados mais próximos da realidade.

Sugerir a intensificação de campanhas educativas direcionadas aos perfis de maior incidência de ocorrências no trânsito, aproveitando algumas iniciativas já existentes no país, tomadas por órgãos do governo e associações médicas e propor desenvolver idéias e ações

que possam ser adotadas pela sociedade, visando protegê-la contra riscos e danos provocados por consumidores de álcool (e drogas interferentes), incumbidos de manejar qualquer tipo de máquina que represente um risco em potencial para as pessoas.

Introduzir a ética nos cursos de propaganda e marketing, visando principalmente campanhas publicitárias que estimulam a venda de bebida alcoólica para jovens consumidores.

Estudar os impactos produzidos pelas campanhas publicitárias e as mudanças de comportamento no consumidor de bebida alcoólica ao longo do tempo.

Elaborar um modelo de gestão das técnicas de transmissão de conhecimento na área de segurança no trânsito, visando modificar o comportamento social através da conscientização dos cidadãos, fazendo-os evitar propositadamente a direção perigosa e o manuseio de qualquer tipo de máquina, equipamento ou instrumento que possa provocar danos reversíveis ou irreversíveis à sociedade.

Com base no trabalho realizado apresenta-se, a seguir, uma proposta alternativa ao uso do “bafômetro” que pode ser utilizada para auxiliar na implantação da segurança no trânsito.

• Popularizar o teste do “bafômetro” para triagem (com etilotestes) entre os convidados, antes da saída de festas, principalmente as de 15 anos e de formatura.

• Fazer com mais freqüência o teste com etilotestes aleatoriamente em grupos de motoristas nas rodovias municipais, estaduais e federais, submetendo ao teste com etilômetros aqueles que demonstrarem ter consumido bebida alcoólica;

• Treinar policiais quanto à abordagem das pessoas e análise dos resultados obtidos nas medições com etilotestes e com etilômetros;

• Utilizar com mais freqüência os etilômetros no controle do trânsito nas ruas e nas estradas, até que se consiga fazer a conscientização das pessoas, atestado pela diminuição do número de acidentes nas estatísticas oficiais;

• Incentivar a criação de escolas educando para o trânsito, crianças entre 04 e 10 anos, para que elas propiciem mudanças de comportamento nos pais;

• Escolher algumas escolas piloto (por ex. o colégio de aplicação das universidades e as escolas militares) e incluir na carga horária da escola, a montagem e apresentação de teatro com encenação de acidentes com vítimas fatais e sobreviventes, evocando o maior número possível de conseqüências decorrentes desses acidentes, para que esse trabalho fosse apresentado pelos

alunos nas outras escolas, na TV educativa e em outros canais;

• Utilizar filmes publicitários de curta duração para ser passado na televisão, em horário nobre, não somente antes de feriados e eventos especiais;

• Produzir encartes educativos sobre utilização dos “bafômetros”, informando sobre os malefícios provocados pela ingestão de álcool e drogas e as punições decorrentes, elaborados pelo INMETRO/DENATRAN, para a distribuição gratuita à população em locais de grande circulação de pessoas (Maracanã, cartódromo, pedágios, calçadão, quiosques, micaretas, festivais de música etc.) em postos de gasolina, pedágios restaurantes de estrada, balneários e pontos turísticos, visando a prevenção de acidentes e suas conseqüências financeiras e/ou jurídicas;

• Divulgar nesses encartes educativos, a tabela de teor alcoólico das bebidas, bem como, dados estatísticos de acidentes com vítimas fatais e sobreviventes com seqüelas em jornais de grande circulação;

• Fazer cartazes com ídolos da juventude apelando para a direção defensiva enfatizando abstinência alcoólica;

• Produzir filmes infantis sobre acidentes com vítimas (tipo atropelamento e quebra de seus brinquedos como a Barbie, p. ex.);

• Destacar o teor alcoólico das bebidas no seu rótulo, e suas conseqüências para gestantes.

• Divulgar amplamente o teor alcoólico das bebidas comercializadas no Brasil, afixando tabelas nos bares, restaurantes (inclusive no verso dos cardápios), revistas e distribuir gratuitamente encartes para a população;

• Mostrar para a sociedade e principalmente pra os adolescentes, fotos e filmes de acidentes com colisões com vítimas fatais e não fatais (com deformações permanentes ou seqüelas), exibindo esses filmes publicitários de 20s em horário nobre, na televisão (horário de governo);

• Continuar espalhando letreiros e cartazes de acidentes nas cidades e estradas;

• Projetar as propagandas nos cinemas antes da exibição dos filmes;

• Exibir faixas portadas por monomotores nas praias, em dias de sol e durante competições esportivas, com as tradicionais frases do tipo “ACIDENTES NÃO DEVEM SER LAMENTADOS E SIM EVITADOS”,”NÃO BEBA, NÃO MATE, NÃO MORRA!”; “DIRIJA SUA VIDA, NÃO DEIXE QUE A

BEBIDA MUDE O SEU ROTEIRO”, “BEBER ANTES DE DIRIJIR PODE ENCURTAR MUITAS VIDAS”, “SE BEBER, VOLTE DE TAXI”

• Procurar diminuir a agressividade mostrada nos vídeo games estabelecendo critérios governamentais para importação dos mesmos;

• Responsabilizar judicialmente os organizadores de eventos públicos onde é liberado o consumo de bebida alcoólica para jovens, com aplicação de penalidades para os responsáveis e organizadores da festa para adolescentes (ex. baile funk, carnaval etc) pelo fornecimento de bebidas com teor alcoólico mais elevado aos participantes;

• Insistir nas palestras médicas proferidas em clubes, escolas, Associações de Moradores e Associações de Pais e Mestres, mostrando problemas decorrentes do excesso de bebida alcoólica, que vão desde a ressaca até as doenças do fígado, do coração, dos sistemas nervoso central e digestivo, impotência sexual, irregularidades na menstruação, degeneração do feto, aumento de agressividade etc;

• Exigir dos candidatos a cargos políticos, mudanças na Lei 9242/96;

• Promover debates para adultos, em lugares públicos como escolas, associação de moradores, igrejas etc envolvendo médicos, psicólogos e juristas enfocando os problemas psicológicos e jurídicos decorrentes dos acidentes de trânsito e apresentando depoimentos de sobreviventes desses acidentes;

• Publicar artigos em jornais e fazer reportagens em cadernos tipo encarte de domingo em jornais de grande circulação no país;

• Esclarecer operários da construção civil sobre problemas como hipoglicemia, particularmente em pessoas em jejum, (com pouco glicogênio hepático), que pode resultar em intoxicação alcoólica, agitação, aumento de agressividade e alteração da capacidade de julgamento, bom relacionamento e disposição para o trabalho;

• Fazer publicidade na TV sem tanto apelo à sedução e sem dar ênfase ao espírito de grupo dos adolescentes;

• Alertar os pais para que não despertem a curiosidade das crianças fazendo-as experimentar o sabor e sentir o odor das bebidas que estão tomando;

• Divulgar as campanhas educativas do DENATRAN e dos DETRANS através diversos Portais, tais como Portal do DETRAN, MS, do Consumidor, ALERJ, Voz do Cidadão, etc);

• Apoiar campanhas da Sociedade Brasileira de Traumatologia;

• Apoiar campanhas dos Alcoólicos Anônimos e divulgar seus endereços em todo o território nacional.

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