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- 133 — Á-RT. 201

Os moveis devem ser transportados para o lugar da praça, todas as vezes que da sua remoção não resulte prejniso ou depreciação do seu valor, ou outro inconveniente attendivel. Mor. L. 6.° cap. 13 n, 10, Cod.

do Pr. Port. art. 841 § l.°

ART.202

Se o credor arrematar os direitos e acções com a clausula de real a real, são-llie imputáveis na conta as quantias que deixar de perceber por omissão ou negligencia. L. de 20 de JunJio §§ 17 e 29, Vtã. not. 11 do cap. 12.

ART.203

O arrematante que arremata rendimentos ou direito e acção corre os riscos da cobrança e aufere as vantagens respectivas. L. cil. Prax. Brasil. § 394 not. cit.-

ART.204

Mas somente o credor exequente ó admittido a lan- çar real a real tanto na arrematação de direitos e acções como nade rendimentos. L. e paragrapTios oits.

ART.205

Se na praça entrarem bens moveis e immoveis, devem aquelles ser vendidos antes d'estes, e se o preço d'elles, ou de qualquer dos immoveis que depois d'elles

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entrarem em pregão, forem sufficientes para pagamento ! da execução, o juiz deve dar por finda a praça retirando d'ellas os outros bens annunoiados. Al/n. eS-j/is. | § 358, God. do Pr. Port. art. 85 i.

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. 206 I

A arrematação de embarcações realisa-se segundo os preceitos do God. (Jom. art. 478, e liegul. n. 737 art. 542.

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. 207

A arrematação de embarcações em primeira venda, sendo construídas em estaleiro nacicnal, embora tenham feito mais de ama viagem, as jangadas e barcos de pescaria nacionaes, e as de barcos de vapor ainda que construídos no estrangeiro para serviço de companhias auctorisadas por lei, é isenta do pagamento de imposto de transmissão. Igualmente são isentos do imposto de transmissão as arrematações de bens em consequência de execuções promovidas por sociedades de credito real.

Decr. n. 5581 de 31 de Março de 1874 art. 23, L. de 24 de Set. de 1S64 art. 13 § 12.

ART.208

Se no acto da praça ou antes da entrega da carta de arrematação for conhecida a incapacidade legal do arrematante, no primeiro caso não se lhe deve receber o lanço, e no segundo deve o juiz declarar sem effeito a arrematação. Arg. da L. de 20 de Junho de 1774 § 16.

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ART.209 Não podem arrematar :

a) os que não podem contractar ou que não tem a livre administração de sons bens ;

b) os juises, escrivães, e mais officiaes de justiça, do juiso em que corre a execução ;

o) o tutor emqnanto aos bens do menor;

d) o testamenteiro, 03 bens da testamentária ; ej o fiador, os bens do afiançado executado;

f) o exequente sem licença do juiz da execução, não havendo outro lançador ou sendo o lanço d'este inferior.

Ord. L. 2.° tit. 86 § 30.

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ART.210

Todos os que não podem comprar directamente, não o podem faser por pessoa interposta, ou testa de feno.

Ord. L. l.° tit. 02 § 3.°<? tit. 88 § 29, L. 2.° tit. 53 § r>.°, L. de 22 de Des. de 1761 tit. 2.° § 80, Regul. ri. 834 de 2 de Outub. de 1851 arts. 32 e 36 § (i.°, L. 1.° Cod. de Boi., Mor. L. 6.° cap. 13 n. 33 e cap. 14 n. 33. (4)

ART.211

Se o immovel fòr emphytentico, o exequente deve logo que esteja feita a arrematação, faser intimar o senhor directo, para optar se quiser, assignando-lhe o praso legal para deliberar, sob pena de se haver por firme a arrematação e passar-se a carta. Ord. L. 3.° tit. 93 § 3.°

e L. 4.° tU. 38 pr.y Dig. Port. art. 958 vol 3.° (5)

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Airr. 212

■ Se o senhor directo se prevalecer do direito de opção deve entrar com o preço no proso qne lhe foi assignado, e não entrando ou mio respondendo á inti- mação, deposita se o laudemio, e passa-se n carta de arrematação.

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. 213 I

Quando o domínio directo pertence a mais de uma pessoa, a todos deve ser intimada a arrematação da pro- priedade, e um só qne queira optar, prevalece a todos os outros qne consentirem na venda, Dtg. Port.

art. 059.

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. 214

Quando o domínio directo pertencer a corporação]

de mâo-morfn, não é necessária a consulta a respeito da opção, earremnta-se pagando-se-lhe o laudemio. L.

de 4 de Julho de 1768, Ah. de 12 de Maio de 176H. |

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. 215 I

Se os editnes de praça não declararem qne o arre-j matante pagará o laudemio, entendese que quem o]

paga é o execntado, e pagando-o o arrematante, de-1 dux-se-lhe do preço da arrematação. Ord. L. l.° t/t. 62 § 48, L. 4.° til. 38, Decr. 656 de. 5 de Des. de 1849.

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. 216

O arrematante de bens de raiz ou dividas, tem o direito de exigir do executado os títulos respectivos.

Ord. L. 2.° tit. 53 §7.°, Alm. eSous. §427. I

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ART.217

O acto cia arrematação não transmitte ao arrematante mais ou menos direitos do que o executado tem na cousa arrematada, nem extingue os ónus reaes de que esteja legalmente onerada ; e nem o arrematante tem direito senão áquillo que conste dos edi-taes de praça. Ord. L.

4.° tit. 6.° §§ 2.° e 3.°, Cod. do Pr. Fr. art. 717, L. n.

1237 de 24 de Set. de 1864 art. 6.° § 3.° e art. 10.

ART.218

Mas, apesar do silencio dos editaes, os accessorios do immovel arrematado devem julgar-se comprehen- didos na venda, e os objectos não nominativamente designados, mas que são de tal maneira accessorios e inherentes aos objectos comprehendidos na arrematação que seria impossível faser uso d1 el 1 es separados do immovel. Alm. e Sons. § 228 nota.

ART. 219

Da mesma sorte, a falta de declaração nos editaes ou na avaliação, dos objectos reputados immo-veis por destino, não faz perder ao arrematante o direito de os reclamar como accessorios legaes do immovel. Dali.

Cod. do Proc. Fr. art. cit. 11$. 6 e seg.

ART.220

Se a sentença em virtude da qual se fez a arre- matação fôr revogada no todo por effeito de recurso, os bens tornam ao executado e o arrematante é indem-

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nisado do preço da arrematação e das mais despesas que tiver feito, sem delonga, á custa do exequente ou de sen fiador não tendo aqnelle bens, e levantando j a quantia que estiver em deposito. Orã. L. 3.° tit. 86 § 6.° (6)

ART.221

Se a sentença fôr só em parte revogada, os bens tornam também ao executado, mas o arrematante haverá do que ficar condemnado em parte, a sua quota proporcional da condemnação das custas, e a demasia cobrará do exequente, de sorte que não perca elle arrematante cousa alguma de seu. Orã. citada.

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ART.222

Em qualquer dos casos o arrematante não é obrigado a restituir as novidades ou rendas que tiver percebido, e também não podo perceber os frnctos pendentes, tendo o direito de ser indemnisado das despesas de amanho e sementeiras ou plantações. Orã. ciL, Mor. cap. 10 n. 21.

ART.223

Também não é responsável pelas deteriorações que a cousa tiver soffrido durante a sua posse, salvo pro-.|

venientes de dolo ou culpa grande. L. 25 D/ff. § 11 ãe \ hwreã.

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ART. 224

Se a arrematação foi revogada por qualquer cansa, antes de ter o arrematante tomado conta da cousa arre- matada, mas tendo depositado a importância da arre- matação, tem direito de haver os juros do dinheiro que despendeu, e a indemnisação das despesas feitas. Dee. do Sup. Tr. rife 18 de Sei. de 1840.

A ET.225

[ Se o executado, para evitar a penhora, teve de faser deposito de dinheiro, e a penhora for revogada, tem direito de haver do executado os juros do dinheiro além das custas. Ar gani. da Grã. ciô., Dec. do Sup.

\ Tr. de 12 de Oiti. de 1864. (7) AUT. 226

Se o arrematante houver feito bemfeitorias nos bens arrematados, ser-lhe-hão pagas pelo executado, compensando-se com os fructos que houver recebido não entrando porém na compensação os fructos ou rendas das bemfeitorias que fez. Per. e Sous. not. 888, Alm. e tfows.

£236, Dig. Port. l.° art. 553.

ART.227

Para o pagamento das bemfeitorias tem o arrema- tante o direito de retenção, só do prédio em que foram feitas, porque se a arrematação foi de mais do que aquelle em que as bemfeitorias foram feitas, deve entregar aquelle em que não as fez, ainda mesmo que as bem-

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feitorias excedam o valor primitivo do prédio melhorado.

Mor. cap. 9.° n. 116, Alm. e 8ou$. §334, Dig.\ Port. art.

561.

ART.238

No-caso de entrega dos bens pelo arrematante, o executado tem o direito de exigir do exequente as ren-|

das e novidades todas, se a sentença foi de todo revo-|

gada, e se o foi só em parte, aqnellas a que direito deva]

ter soldo á livra ou proporcionalmente á parte em que)

foi vencedor. OU. Orã. §4.° *

ART.229

3E

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I Mas o executado só pôde exigir do arrematante a cousa arrematada dentro de um mez contado do dia em que passou em julgado a sentença que revogou a exe- J cnçâo, e passado este mez, sd tem direito de haver do ( exequente ou do fiador, a importância da arrematação ' para cousa alguma perder do seu, ou o que faltar se j tiver levantado a quantia em deposito ; salvo se o exe-1 cutado fôr menor e pelo beneficio da restituição, por-1 que a respeito d'este não corre o praso fatal. Ord. cit., Bifa. á Ord. L. 3.° t/l. 70 n. 14, Alm. eSous. § 260. (8) j

ART.230 I

■ Se o arrematante foi o próprio exequente restitue a cousa arrematada e as rendas percebidas, ou aestí-j mação. Mor. L. 6.° cap. 10 n. 18, L. fm. Cod. de evict. I

cap. a collal. (9) $

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AKT.231

Quando o executado pedir a entrega dos bens ar- rematados, tem o direito de a pedir executivamente, pela sentença que revogou a arrematação, e o arrematante tem o direito de reter a cousa emquanto não lhe fôr satisfeito o preço da arrematação, ainda mesmo que não tenha de exigir indemnisação de bemfeitorias. Silo. â Ord. L. 3.°

tit. 86 § 4.° n. 2, Per. e Soas. art. 888, Mor. cils. ns. 10 el7. Alm.eSous. § 261 not. infl?ie.(10)

AKT.232

Se a cousa arrematada fôr evicta judicialmente por terceiro e o arrematante houver de chamar á aucto-ria o exequente e o executado, na forma da Ord. L. 3.° tit. 45, tem o direito de haver do executado a indemnisação do preço e perdas e damnos, e subsidiariamente do exequente, se aquelle não puder completar a indem- nisação. Per. e Sous. not. 861, Alm. eSous. not. 472, Roch. Dir. cio. §§ 631 e 827, Mor. L. 6.° cap. 13 ns. 6 8 e seguintes. (11)

I

AKT. 133

Se o evicto fôr o próprio exequente que arrematara ou adjudicatário, e tiver chamado o executado á aucto- ria, tem o direito de haver d'este a indemnisação a que teria direito qualquer terceiro arrematante, salvo se provado fôr que em má fé nomeou á penhora a cousa que sabia não ser do executado. Ord. L. 3.° tit. 45 § 5.°,|

Mor. loc. citado. ...

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ART.234

I

Se a cousa foi evicta só em parte, deve-lhe ser

embolsado o valor da parte em que foi vencido o arre-1 matante, segundo a estimação, na epocha em que foi evicto, e não prorjorcionalmente ao preço total por que | arrematou a cousa evicta. Alm. e Sous. Segun. linJi. Diss.

2.» cop. 8.° n. 2, Ooâ. Oh. Fr. art. 1637. (12)

I AKT. 235

Não se annulla a arrematação por vícios rédliibitórios da cousa arrematada. Coã. Oh. Fr. art. 1640, dito Port.

art. 7Ô92.

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. 236 I

O arrematante faz seus osfructos pendentes madu- j ros ou não ao tempo em que tomou posse, indemnisando porém o execulado das despesas do amanho e sementeiras ; salvo se na arrematação entrarem esses fructos. Consol.

Rib.Comm. ao art. 921 §8.°, Mor. L. 6.° cap. 13 n. 80, Vai Cons. 37 n. 5.

I ART.237 j

Se a propriedade arrematada estava arrendada, deve o arrematante indemnisar o arrendatário ou colono | pela mesma forma, no caso em que não seja obrigado a conservai-o. Mor. cit. n. 82.

I AKT.238 Ú

O arrematante não é obrigado a conservar o arren- datário da cousa arrematada a não ser nos casos em que

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teria obrigação de o consei/ar se a venda fosse voluntária, ou se a arrematação foi com essa clausula. Ord. \L.4.° tit.

9,°, L. 1237 de Setembro de 1864 art. 6.°§§ 2.° e 3.°, Mor. L. 6.° cap. 13 n. 76, Alm. e Sons. § 298 not. 470.

(13)

ART.239

E' porém obrigado a conservar aquelle que por ar- rematação ou adjudicação adquiriu direito de perceber os fructose rendas da cousa arrematada por um certo praso.

AKT.240

O que arrematou as rendas ou aquelle a quem ellas foram adjudicadas, também não é obrigado a conservar o locatário, se não nos mesmos casos em que o seria o arrematante da propriedade. (14)

ART.241

O arrematante ou. adjudicatário dos rendimentos tem o direito de exigir que o dono da propriedade, faça as obras indispensáveis para que as rendas possam ser percebibas, mandando intimal-o para as faser em praso determinado sob pena d'elle arrematante as faser, e podendo depois reter a propriedade até que lho sejam pagas as despesas que fez. Mor. L. 6.° cap. 13 n. 71.

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ABT. 242

Se fôr obrigado a pagar qnaesquer contribuições ou pensões devidas pelo proprietário, tem o direito) de continuar a perceber os fructos ou rendas até

se indemnisar do que pagou. Idem n. 72.

• ABT.243

Se o executado vender a propriedade cujos ren- dimentos foram arrematados ou adjudicados, o comprador é obrigado a conservar o arrematante ou adjudicatário dos rendimentos, durante o praso pelo qual as rendas têm de ser percebidas por estes. Idem n. 77.

ABT. 244

Se tiver havido protesto de preferencia, suspende-se a entrega da carta de arrematação, se o arrematante foi o próprio exequente, sendo porém obrigado a depositar o excesso entre a divida e o preço da arrematação. (15)

ABT.245

Sendo outro o arrematante, o producto da arre- matação é recolhido ao deposito, entregando-se ao arrematante a carta de arrematação. Ord. L 4.° tU. .6.°

§§2.° e 3.°

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ABT. 246

A arrematação solemnemente feita não se retracta por haver quem offereça maior lanço qnér antes qnér depois da entrega da carta, nem o arrematante pôde nrrependerse, depois de assignar o auto de arrema tação. Mor. L'. 6.° cap. 13 n. 48, Per. e Sous. not. 859,

Alm. e Sous. § 463. (16) I

A ET. 247

A arrematação feita com as solemnidades legaes, não é rescindivel por lesão, salvo havendo engano enormíssimo. Orã. L. 4.° tit. 53 § 7.°, L. de 20 de Junho de 1774 § 18, Mor. L. 6.° cap. 14 a. 10. (17)

ART.248

O executado tem o direito de requerer a remissão da divida pagando a sua importância e custas em qualquer estado da execução, mesmo depois de entregue a carta de arrematação e emqnanto o arrematante não tomar posse da cousa arrematada. (18)

ABT.249

Nem a entrega do ramo, nem a da carta de arrematação transferem para o arrematante o domínio da cousa arrematada, o qual só lhe pertence desde a posse depois da qual lhe pertencem os fruetos e rendas, e por sua conta correm o risco e perda ou deterioração da cousa arrematada. Alia. e Sous. §§ 434

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435 e 483, Teix. de Fr. not. 802, Mor. L. 6." cap. 12 j n. 49.

e cap. 13 ns. 22, 67, 89 e 92, Prax. Brás. §§ 349 j e 396.

(19)

ART.250

E' nulla de pleno direifo a arrematação feita sem as solemnidades legaes. L. de 20 de JunJio de 1774

§ 4.°, Vai. Cons. 109 n. 7. I

ART.251

As cartas de arrematação devem conter os actos do processo designado no art. 132 do Dec. de 2 de Set. de 1874.

ART.252

Com a carta de arrematação o arrematante deve tomar posse judicial da cousa arrematada que lhe é conferida por qualquer escrivão, ainda que uso seja o que a passou (20)

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. 253 I

R Do despacho que ordena a prisão do arrematante que não entra com o preço da arrematação, cabe o recurso de aggravo de petição ou instrumento. Decr. de 15 de Março de 1842 art. 15, Decr. n. 5467 de 12 de JVovembro de 1873.

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No documento execuções de sentenças (páginas 134-149)

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