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MANIFESTAÇÕES DERMATOLÓGICAS EM PACIENTES OBESOS: UM ESTUDO PROSPECTIVO E CONTROLADO JULIANA CATUCCI BOZA; JULIANO PERUZZO; LETICIA SACHETT; LEANDRA RECH; TANIA CESTARI

Introdução: A obesidade é um dos maiores problemas de saúde da atualidade. No Brasil, apesar da alta prevalência, não há trabalhos que avaliem as dermatoses nessa população. Objetivo: Estudar e especificar as manifestações dermatológicas nos pacientes obesos em relação a um grupo controle. Material e Métodos: A partir do cálculo de tamanho de amostra foram incluídos e examinados 73 pacientes obesos (IMC ≥ 30 kg ⁄m2) e 73 com peso normal (IMC 18.5–24.9 kg ⁄m2), pareados por sexo e idade. Resultados: O peso dos obesos teve média de 105,11 Kg ±26,61 (IMC 39,20 kg ⁄m2 ± 7,92) e dos controles 58,58 Kg ± 8,12 (IMC 22,07 kg ⁄m2 ± 1,92). 53 pacientes eram mulheres em cada grupo. Não houve diferença estatisticamente significativa quanto ao sexo e idade entre os grupos (p>0,05). As dermatoses com diferença estatisticamente significativa em relação ao grupo controle foram: estrias (p<0, 001); hiperceratose plantar (p<0, 001); acrocórdons (p<0, 001); intertrigo (p<0, 001); pseudoacantose nigricante (p<0, 001); ceratose pilar (p=0, 006);

onicomicose (p=0,03); linfedema (p=0, 002); piodermites (p=0,049); psoríase (p=0,049). Todas as dermatoses foram ajustadas para diabetes e dislipidemia. Apresentaram correlação com o grau de obesidade: estrias (p=0,03); pseudoacantose nigricante (p=0 ,004) e piodermites (p=0,024). Discussão: O aumento de peso ocasiona diversas alterações na pele e está associado a várias doenças dermatológicas. Os cuidados com a pele dos pacientes obesos merecem atenção, não apenas devido à alta prevalência das dermatoses, mas também pelo fato de serem doenças passíveis de medidas preventivas, manejo clínico e cirúrgico. O risco aumentado de infecções cutâneas e de linfedema observado nesses pacientes contribui para uma maior taxa de complicações. Dessa maneira, os devemos estar atentos as dermatoses relacionadas à obesidade e as repercussões na vida do paciente.

HIPERCERATOSE EPIDERMOLÍTICA EM IRMÃOS

JULIANO PERUZZO; VITOR BOSCHI; ROBERTA ZAFFARI TOWNSEND; GABRIEL BOSCHI; FRANCINE CARLA OLIVEIRA SEIBT; VERA LUCIA BAUER SILVEIRA

Introdução: A Hiperceratose Epidermolítica, também conhecida como eritrodermia ictiosiforme bolhosa congênita, é uma doença rara caracterizada pelo achado de bolhas e hiperceratose cutânea. O relato a seguir trata do caso de um casal de irmãos gêmeos acometidos pelos sintomas desde o primeiro ano de vida. Resumo do caso: Dois irmãos gêmeos, negros, com vesículas eritematosas no dorso das mãos e nas fossas cubitais surgidas aos 7 meses de idade que evoluiram com espessamento importante e hipercromia residual da pele.

Desde então, notou-se propagação das lesões para outras áreas como fossa poplítea, região sacral e cervical posterior. Negavam história familiar de doença dermatológica. Ao exame hiperceratose acentuada com hipercromia nas regiões flexurais (fossas poplíteas, cubitais, axilas, palmas e plantas), além de hiperceratose leve difusa por todo o corpo. Biópsia cutânea da paciente feminina evidenciou nítida hiperceratose, acantose irregular com hipergranulose e vacuolização superficial de células da camada epidérmica, compatível com o diagnóstico clínico de Hiperceratose Epidermolítica. Os pacientes iniciaram tratamento com creme ceratolítico com leve resposta e aguardam terapia com retinoide sistêmico. Discussão: A Hiperceratose Epidermolítica é uma doença de prevalência de 1:200000 nascimentos e herança autossômica dominante associada a mutações nos genes queratina 1 e 10. Caracteriza-se por bolhas disseminadas que podem se expressar já ao nascimento. Com o tempo a pele se torna hiperceratótica, especialmente nas regiões flexurais, mas podendo acometer de forma generalizada o corpo. As bolhas costumam aparecer de forma recorrente nas áreas de hiperceratose. O tratamento consiste de uma associação de agentes tópicos e retinoides sistêmicos.

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PENFIGÓIDE BOLHOSO ASSOCIADO COM FALÊNCIA CRÔNICA DE TRANSPLANTE RENAL LAÍS PILAU DE ABREU; JULIANO PERUZZO; LIA PINHEIRO DANTAS; MÁRCIA ZAMPESE

Introdução: O penfigóide bolhoso (PB) é uma doença bolhosa autoimune, mais comum nos idosos. A associação entre PB e falência de transplante renal é rara; na revisão bibliográfica encontramos quatro relatos de PB após rejeição crônica de enxerto renal (RCER). 1-4 Este relato descreve essa associação. Resumo da história clínica: Mulher de 29 anos, com diagnóstico de glomerulonefrite mesangial aos 15 anos, recebeu transplante renal aos 17. Dez anos após o implante do enxerto houve prejuízo da função renal e foi diagnosticada rejeição crônica, necessitando hemodiálise. Após quatro meses, apresentou bolhas no abdome, que se disseminaram e afetaram mucosa oral. O estudo histopatológico de lesão mostrou dermatite vésico-bolhosa compatível com PB e a imunofluorescência direta da pele foi positiva para IgG e C3 granular na junção dermoepidérmica, confirmando PB. Houve remissão completa das lesões com azatioprina e corticosteróide oral. Conclusões: O início da dermatose bolhosa em uma mulher jovem e após falência do enxerto aponta uma possível associação entre PB e RCER. A patogenia parece envolver autoanticorpos e reatividade cruzada entre antígenos da epiderme e da membrana basal glomerular. Em três casos da literatura houve resolução do PB após nefrectomia 2,4 ou atrofia do enxerto, 3 com possível patogênese do PB relacionada a atividade imunológica no órgão transplantado.

PAPULOSE LINFOMATÓIDE - RELATO DE CASO

ANA PAULA SALING MENEGAT; RAQUEL PULGA; CAROLINA MEOTTI; VANESSA SEBASTIANI; EMANUELA THOMÉ; ANA BOFF

Introdução: A papulose linfomatóide (PL) é uma variante de linfoma T cutâneo CD30+ que se apresenta de forma crônica e recidivante. É uma doença infrequente (1,2 a 1,9 casos a cada 1.000.000 habitantes) e mais prevalente em adultos. Caso Clínico: Paciente do sexo masculino, 60 anos, com queixa de lesões no tronco, braços e pernas com 1 ano de evolução, assintomáticas. As lesões apresentavam resolução espontânea, mas com posterior recidiva em outros locais do tegumento. Relatava tratamentos prévios com antibióticos tópicos e sistêmicos por diagnóstico de foliculite. Ao exame, observaram-se pápulas e placas eritematosas, algumas com crostas centrais e lesões de aspecto residual (discrômicas ou atróficas). A hipótese de PL foi confirmada pelo exame anatomopatológico de uma pápula, o qual mostrou infiltrado inflamatório misto na derme com presença de linfócitos atípicos, com positividade para CD3, CD4 e CD30 na imuno-histoquímica. Foi iniciado metotrexato oral na dosagem de 7,5mg por semana, com importante melhora após 1 mês. Discussão do Caso: O paciente relatado apresentava quadro clínico e anatomopatológico compatíveis com PL. A história de autorresolução é importante no diagnóstico diferencial com outros linfomas cutâneos. Estima-se que a evolução para outros linfomas mais agressivos e o óbito ocorram em 4% e 2% dos pacientes, respectivamente, em 6,5 anos. As opções terapêuticas não foram avaliadas em ensaios clínicos, mas consideradas eficazes em séries de casos, sendo os mais utilizados o metotrexato e a fototerapia. É aceitável não intervir se as lesões forem localizadas e se o paciente não desejar tratamento. Conclusão: Apesar do bom prognóstico e da infrequência da evolução para outros linfomas, é aconselhável manter o acompanhamento periódico dos pacientes com PL.

ASSOCIAÇÃO ENTRE PSORÍASE E SÍNDROME METABÓLICA- REVISÃO DA LITERATURA RAQUEL KUPSKE; ABRAÃO KUPSKE

Introdução: A psoríase é uma doença inflamatória crônica da pele, que atinge cerca de 3% da população mundial. Muitos estudos vêm demonstrando a associação entre psoríase e várias comorbidades, entre elas a síndrome metabólica. A síndrome metabólica, que cursa com obesidade, hipertensão, dislipidemia e resistência à insulina, tem uma importância fundamental em nosso meio, pois ela tende a aumentar o risco cardiovascular nestes pacientes. Objetivos: Buscar na literatura evidências sobre a correlação entre psoríase e síndrome metabólica, bem como possíveis mecanismos que possam explicar este fato. Materiais e Métodos: Esta revisão se baseia em informações retiradas de artigos publicados em diversas revistas científicas. Resultados e Conclusão: Os estudos pesquisados mostram que pacientes com psoríase tendem a apresentar maior prevalência de síndrome metabólica quando comparado com a população geral. A partir disto, vem sendo formuladas várias teorias para explicar esta associação. Em alguns artigos, especula-se que níveis elevados de TNF-alfa e outras citoquinas podem ser a causa desta associação, tendo em vista a natureza inflamatória crônica da psoríase e a possível participação ativa que os adipócitos têm na imunidade inata. Outros dizem que a obesidade pode ser uma conseqüência da doença, e não uma causa predisponente. Por fim, continuamos sem saber com certeza como se dá essa relação entre psoríase e síndrome metabólica.

Mais estudos são necessários para entendermos melhor como acontece essa relação e garantir uma melhora na qualidade de vida e aumento da sobrevida destes pacientes.

SÍNDROME DE CUSHING IATROGÊNICA EM PACIENTE PEDIÁTRICA COM DERMATITE ATÓPICA

JOYCE HART OLIVEIRA; FAIRUZ HELENA SOUZA DE CASTRO, LARISSA LEOPOLDO, JULIANA CATUCCI BOZA, TANIA FERREIRA CESTARI Introdução: A Dermatite Atópica (DA) é uma dermatose inflamatória pruriginosa que inicia na infância em 70% dos casos. O uso de corticóide sistêmico nos casos graves é controverso, não só pelos efeitos adversos significativos, entre os quais se destaca a Síndrome de Cushing (SC), como pela chance de auto-medicação. Objetivo: relatar a ocorrência de SC em paciente pediátrica após uso prolongado de corticosteróide sistêmico, sem orientação médica. Relato de caso: menina, 6 anos, com DA grave retornou ao Serviço de Dermatologia 4 anos após perda de seguimento ambulatorial. Vinha em uso de prednisolona via oral, administrada pela mãe por 1 ano, sem acompanhamento médico, além de creme de proprionato de clobetasol 0,5 mg e emolientes. Ao exame, apresentava fácies cushingóide, hipetricose importante na face e nos membros, xerodermia grave e lesões eritemato-descamativas, algumas recobertas por crostas melicéricas em todo tegumento. Indicada internação hospitalar para manejo da DA e para investigação endocrinológica. Durante a internação, foi necessário uso de vancomicina devido à bacteremia secundária à infecção cutânea por estafilococo MRSA. Realizado diagnóstico de insuficiência adrenal secundária, tratado com doses regressivas de prednisolona. Recebeu alta em uso de ciclosporina em dose imunossupressora e com orientação de acompanhamento ambulatorial regular. Conclusão: A SC iatrogência é uma doença grave e que pode ser evitada, através de acompanhamento médico e orientação. Há poucos casos descritos de SC iatrogênicas induzida por uso

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excessivo de costicosteróide sistêmico, administrado pelos pais ou cuidadores, em pacientes com DA em tratamento, contudo, efeitos adversos menores são bastante comuns na prática diária.

ECZEMAS: DO RELATO DE CASO A UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

NATALIA BITENCOURT DE LIMA; SHEILA DE CASTRO CARDOSO; KARINA CARVALHO DONIS; CRISTIANE ZAMBONI; RAFAEL SAMUEL GIORDANI

a)Introdução: O termo eczema deriva do grego ekzein e significa ebulição, efervescência.Se apresentam, inicialmente,com dermatite espongiótica(edema intercelular da epiderme),caracterizando um quadro inflamatório da pele.Caracteriza-se pela presença de eritema,edema,infiltração,vesiculação, secreção,formação de crostas,escamas,liquenificação.Essas lesões se sucedem ou se associam, formando os aspectos multiformes dos eczemas.O prurido é comum (muitas vezes intenso) e acompanha as lesões.Classifica-se como agudo,subagudo ou crônico.b)Objetivos: relatar um caso de dermatite de contato por esmalte e realizar uma revisão atual e relevante sobre os eczemas.c)Materiais e Métodos: foi realizado um estudo de caso e uma extensa revisão bibliográfica sobre o assunto no PubMed e livros textos de relevância no assunto.d)Resultados e Conclusões:mulher, 32 anos, manicure,atendida no serviço de dermatologia da Santa Casa,apresentando lesão em pálpebras do tipo eritematosa.Teste de contato foi positivo para formalina.O diagnóstico foi dermatite de contato por esmalte.Para o diagnóstico do eczema de contato é importante a morfotopografia.O acometimento palpebral é característico pela volatilidade da substância e pela autoperpetuação da coçadura.Uma das substâncias presentes no esmalte e responsável pela sensibilização é a formalina que teve teste de contato positivo. Na face 80% dos eczemas de contato são do tipo alérgico ao contrário do observado nas mãos, onde 80% dos eczemas de contato são do tipo irritante primário.O manejo consiste de compressas frias e úmidas,substâncias antiinflamatórias,creme esteróide tópico,corticóide sistêmico,anti-histamínico oral. No caso de Infecção secundária: o uso de antibiótico contra S.aureus (cefalexina) por 10-14 dias.

NEVO MELANOCÍTICO CONGÊNITO GIGANTE E SEU RISCO DE MALIGNIZAÇÃO

SHEILA PICCOLI GARCIA; ARIANE DIAS PAIM, ELISA CORDEIRO APOLINÁRIO, FABÍOLA DOFF SOTTA SOUZA, KAROLINE GABRIELA DALLA

ROSA, IZABELA RODRIGUES ÁVILA

Introdução: O nevo melanocítico congênito (NMC) esta presente em 1-6% dos recém-nascidos. O NMC gigante (NMCG) é aquele que apresenta diâmetro maior que 20 cm no adulto. Além da questão estética, há um risco elevado (4,5-10%) de desenvolver melanoma em pacientes com NMCG. Objetivo: Relatar o caso de NMCG e seu risco de malignização. Métodos: Relato de caso de paciente com NMCG acompanhada no Serviço de Dermatologia (SD)-HCPA em julho/2008. Resultados: Paciente feminina, 19 anos, apresenta NMCG envolvendo região lombar, flancos e períneo (lesão em (lesão em calção de banho) em acompanhamento no SD. Em maio/2008, foi encaminhada à Cirurgia Geral (CIG) por nódulos endurecidos, aderidos a planos profundos em flanco direito, sob lesão de NMCG.

Realizou-se exérese da mesma. O exame anatomo-patológico foi compatível com melanoma metastático, presente na margem de ressecção. O aspecto imuno-histoquímico com HMB45+ revelou lesão fibroadiposa compatível com melanoma. Foi realizado estadiamento, através de tomografia computadorizada de tórax e abdômen sem evidência de outras lesões. Procedimento para ampliação de margem cirurgia está agendado junto à CIG. Conclusão: Pacientes com NMCG apresentam risco elevado de malignização. O tratamento indicado para essas lesões é a excisão cirúrgica, enxertos e expansores de pele, geralmente realizados na infância com múltiplas reintervenções. Lesões em mãos, pés e períneo não podem ser totalmente removidas por possíveis danos funcionais. Cndutas menos invasivas como peeling químico, aplicação de laser rubi e dermo-abrasão são procedimentos úteis no quesito estético, mas não diminuem a taxa de transformação em melanoma. Uma vez confirmada lesão maligna, o acompanhamento clínico e estadiamento por métodos de imagem devem ser realizados periodicamente.

AVALIAÇÃO DE COMORBIDADES EM PACIENTES COM PSORÍASE

DORIS BARATZ MENEGON; ANA GABRIELA PEREIRA; KAROLINE GABRIELA DALLA ROSA; JULIANA CATUCCI BOZA; TANIA FERREIRA CESTARI

A psoríase é uma doença inflamatória crônica, que afeta a pele, couro cabeludo, unhas e articulações. Sua prevalência varia de 0,6 a 4,8% na população mundial, sem distinção de sexo ou idade. A doença tem sido associada a maior risco de desenvolvimento de comorbidades. O objetivo desse estudo é avaliar a associação entre psoríase e a presença de comorbidades como hipertensão, diabetes, dislipidemia, obesidade, tabagismo e alcoolismo. Método: Estudo do tipo caso-controle (psoríase x outras dermatoses) com voluntários do Ambulatório de Dermatologia de um hospital de universitário. Foram avaliados: peso, altura, tensão arterial, circunferência abdominal e doenças referidas; nos pacientes com psoríase avaliou-se também a área de acometimento corporal. Foram incluídos 300 indivíduos, 154 com psoríase. Resultados: A média de idade foi de 49 anos nos casos e 54 nos controles. Em ambos os grupos, a maioria dos pacientes era do sexo masculino. O IMC considerado normal foi mais prevalente nos controles com 35% e nos casos 26%. Relataram HAS 53% dos controles e 42% dos casos. A depressão foi citada por 30% dos pacientes com psoríase e 24% dos controles. A hipertrigliceridemia e a DM aparece em 15% dos casos e nos controles 13% e 14%, respectivamente. Possuíam história de alcoolismo 15% dos pacientes com psoríase e 7% dos controles. Conclusão: Os resultados parciais condizem com a literatura, confirmando maior presença de comorbidades nos pacientes com psoríase. Embora os dados não apresentem diferença estatística significante, a análise prévia mostra esta tendência. A HAS foi mais citada pelos controles, mas quando aferida, a TA dos casos se mostrou maior que a dos controles. Por isto, estes resultados ainda devem ser confirmados com o aumento da amostra e a análise dos exames.

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No documento anais_da_30_sem_cient_hcpa_a.pdf (páginas 64-67)