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ENFERMAGEM DE DOENÇAS CONTAGIOSAS

No documento anais_da_30_sem_cient_hcpa_a.pdf (páginas 91-94)

EM BUSCA DA SINGULARIDADE DA ASSISTÊNCIA AOS PACIENTES HIV/AIDS NUMA ABORDAGEM MULTIPROFISSIONAL LETICE DALLA LANA; JANAÍNA DA SILVA DAL MORO; CATLEN PADILHA OLIVEIRA; ÂNGELA BARBIERI; CAMILA DUBOW

A AIDS constitui um dos grandes problemas de saúde pública em nosso país. Desde 1980 até junho de 2009 foram registrados 544.846 casos de AIDS no Brasil. Frente ao grande número de acometidos, detecta-se a necessidade de um atendimento multiprofissional e integral. Um dos meios é a instituição de grupos de apoio, que proporcione um espaço de troca de informações e experiências. Neste sentido, foi criado em 2002 o “Grupo de Apoio a portadores de HIV/AIDS”, constituído por usuários, familiares, amigos e profissionais da área, com o intuito de amenizar as dificuldades impostas pela situação de viver e conviver com HIV/AIDS. Sabendo a complexidade que circunda o HIV/AIDS, elaborou-se um instrumento para reconhecê-los em sua singularidade, com o objetivo de ressaltar a importância de equipes multiprofissionais em grupos de apoio. A pesquisa ocorreu num hospital universitário em agosto de 2010, com os portadores que participam efetivamente do Grupo de Apoio. Os dados foram coletados através de uma anamnese multiprofissional que abordou aspectos subjetivos e objetivos dos usuários. Foram entrevistados 11 pacientes, sendo 04 do sexo feminino e 07 do masculino. Identificou-se que 90,9% apresentavam necessidade de intervenções diretas e não urgente com distintos núcleos profissionais, o que comprova a fragmentação da assistência prestada ao usuário. Porém, trabalhando com a singularidade de cada sujeito e os princípios de uma equipe integração, nota-se a extrema importância de termos uma equipe multiprofissional para realizar assistência integral. Concluindo, este trabalho revela-se com uma estratégia promissora para o acompanhamento de portadores de HIV/AIDS, na medida em que possibilita a atuação interdisciplinar, sempre visando o benefício do usuário de forma singular.

DESENVOLVIMENTO DE UMA ESTRUTURA INFORMATIZADA EM TECNOLOGIA MÓVEL PARA O REGISTRO DA OBSERVAÇÃO DA HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS ENTRE PROFISSIONAIS DE SAÚDE

FRANCINE LETÍCIA DA SILVA SECCO; DENISE TOLFO SILVEIRA; LORIANE RITA KONKEWICZ; RODRIGO PIRES DOS SANTOS

INTRODUÇÃO: A higiene correta das mãos por profissionais de saúde é uma das medidas mais efetivas para prevenção de infecções. A Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) executa ações programadas de prevenção e controle de infecções e mensura sistematicamente a adesão dos profissionais à higiene das mãos, através de observações realizadas por estagiários e residentes do serviço. OBJETIVO: Desenvolver uma estrutura informatizada para observação da higienização das mãos em tecnologia móvel. MATERIAL E MÉTODOS: Trata-se de uma pesquisa de produção tecnológica baseada na engenharia de software, fundamentada na teoria do ciclo de vida de desenvolvimento do sistema. RESULTADOS: O sistema informatizado foi construído em dois módulos: o módulo para coleta de dados, cujo acesso é realizado através do dispositivo móvel (PDA) e o módulo fixo

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(Computador Pessoal) para análise das informações e processamento de dados através de gráficos. O acesso para coleta de dados é realizado através do programa MobiCCIH e o preenchimento do formulário ocorre através do toque de tela do dispositivo. CONCLUSÕES:

O sistema foi construído com o intuito de potencializar a busca e a análise dos dados, disponibilizar informações de forma organizada e de fácil acesso por meio da utilização da uma tecnologia inovadora. Nessa direção, considera-se importante o desenvolvimento destes sistemas como forma de buscar soluções para aperfeiçoar a coleta e armazenamento de dados e permitir um monitoramento de ações mais dinâmico e eficaz em Controle de Infecção Hospitalar. O sistema foi construído de modo a permitir que outros formulários, além deste instrumento, sejam adaptados futuramente.

AVALIAÇÃO DE CRITÉRIOS DE QUALIDADE DA TECNOLOGIA MÓVEL PARA O REGISTRO DA OBSERVAÇÃO DA HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS EM UM SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR

FRANCINE LETÍCIA DA SILVA SECCO; DENISE TOLFO SILVEIRA; LORIANE RITA KONKEWICZ; RODRIGO PIRES DOS SANTOS

INTRODUÇÃO: A Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) executa ações programadas de prevenção e controle de infecções e verifica sistematicamente as taxas de adesão entre os profissionais envolvidos na assistência à saúde quanto à higienização das mãos, através de observações realizadas por estagiários e residentes do serviço.

OBJETIVOS: Avaliar os critérios de qualidade da tecnologia móvel de acordo com o padrão ISO/IEC 9126 e estimar o percentual de usuários que avaliam de modo excelente e muito bom o dispositivo móvel para utilização em coleta de dados da higienização das mãos.

MATERIAL E MÉTODOS: Trata-se de um estudo transversal não comparado de natureza quantitativa porque objetivou avaliar junto aos usuários, critérios de qualidade da tecnologia móvel. RESULTADOS: A tecnologia móvel melhorou o processo de trabalho uma vez que os participantes avaliaram de modo excelente e muito bom a maioria dos critérios do questionário. A adoção da tecnologia móvel foi útil para reduzir o tempo relativo à busca e processamento de dados, foi de fácil manuseio, serviu como ferramenta motivadora para a equipe de trabalho, permitiu a utilização eficiente dos recursos, foi considerado um método confiável e capaz de ser alterado conforme a necessidade dos usuários. CONCLUSÕES: Nesta direção, considera-se importante o desenvolvimento deste sistema informatizado para observação da higienização das mãos, pois a partir deste instrumento outros poderão ser adaptados futuramente. Pode-se considerar ainda, a avaliação positivas por parte dos usuários envolvidos no estudo. O sistema informatizado demonstrou-se dinâmico e eficaz no que diz respeito à coleta, armazenamento e análise dos dados.

CONHECIMENTO DOS ENFERMEIROS DE UMA INSTITUIÇÃO HOSPITALAR SOBRE CONTROLE E PREVENÇÃO DE INFECÇÕES HOSPITALARES: NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO EM SERVIÇO

DIEGO JUNG DE STUMPFS; SONIA WALKIRIA DOS SANTOS MIRALHA; JÚLIA VALÉRIA DE OLIVEIRA VARGA BITENCOURT

Introdução: Atualmente as infecções hospitalares (IH) estão aumentando continuamente e acabam causando inúmeros problemas tanto para os pacientes acometidos como para as Instituições Hospitalares. Em relação a participação da enfermagem neste processo esta possui um grande desafio não só pela qualidade da assistência, mas também na participação das capacitações sobre o tema. Objetivos:

Trata-se de um estudo que teve como objetivo geral reconhecer a articulação existente entre o conhecimento dos enfermeiros sobre controle de infecção hospitalar e a educação em serviço da Instituição. Material e Métodos: Este estudo utilizou a abordagem qualitativa, envolvendo 14 enfermeiros pertencentes à Instituição pesquisada. Para a técnica de coleta de dados utilizou-se entrevista, realizada através de um formulário de pesquisa semi-estruturado. Após foi realizada uma análise de conteúdo dos resultados expressos nas entrevistas. O projeto foi aprovado pelo CEP da Instituição de Ensino e pela gerência de enfermagem da instituição hospitalar.

Resultados: Os resultados indicaram que há a existência de um serviço de educação na Instituição, cujo modelo é oferecido por meio de uma Matriz de Desenvolvimento (MD). Entretanto, mesmo que haja autonomia para escolha dos temas da MD, o assunto controle de infecção não havia sido eleito. Porém, os respondentes afirmam que são expostos cotidianamente ao conhecimento sobre o tema por iniciativa da enfermeira do serviço de controle de infecção (SCIH) Conclusão: Conclui-se que na Instituição pesquisada existe uma importante articulação informal entre a enfermeira do SCIH e o conhecimento que os enfermeiros possuem a cerca do controle de infecção hospitalar. Percebe-se a importância da enfermeira do SCIH no auxílio às práticas para prevenção de IH.

INFECÇÃO RELACIONADA A CATETERES EM RECÉM-NASCIDOS USUÁRIOS DE NUTRIÇÃO PARENTERAL: AVALIAÇÃO DE DOIS PERÍODOS LUIZA BOHNEN SOUZA; MICHELLI CRISTINA SILVA DE ASSIS; STELLA MARYS RIGATTI SILVA; ELZA DANIEL DE MELLO; MARIUR GOMES BEGHETTO

Introdução: Rotinas efetivas podem reduzir infecção relacionada a cateter (IRC), especialmente em Recém-Nascidos (RN) usuários de nutrição parenteral (NP). Objetivo: Comparar as características dos cateteres, cuidados na administração de NP e IRC, em 2 períodos.

Metodologia: Em 2008 [período 1(P1)], foram acompanhados 39 RN do primeiro ao último dia de NP em uma Unidade de Terapia Intensiva Neonatal de hospital de referência no sul do Brasil. Em 2009 e 1º semestre de 2010 [período 2 (P2)] foram acompanhados 66 RN, seguindo-se os mesmos critérios. No P2, nos momentos de auditoria das rotinas, as equipes de enfermagem foram informadas quanto a inconformidades. Foram empregados testes paramétricos e não paramétricos para comparar os 2 períodos quanto as características dos cateteres, cuidados e IRC. Resultados: No P2 os RN apresentaram menor idade gestacional (p=0,03), peso ao nascimento (p=0,001), número de cirurgias (p=0,01) e menos infecções (p=0,001) que no P1. Quanto aos cuidados com os cateteres, houve diminuição do uso de duplicadores de vias (p=0,003), no uso de PICC para NP (p=0,09), na colonização do cateter (p=0,05) e na fixação do cateter com ponto (p=0,001). Houve menos infecção (p=NS) no P2 e febre (p=0,012) esteve relacionada a IRC nos dois períodos. Os demais fatores apesar de reduzidos no P2, não foram estatisticamente diferentes do P1. Conclusão: Este estudo demonstrou que auditoria aliada a atividade educativa com equipe assistencial pode reduzir a manipulação dos cateteres, minimizando risco para IRC.

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A IMPORTÂNCIA DA TRIAGEM E DO VOTO DE AUTO-EXCLUSÃO

TATIANA GALLEGO AQUINO; GLÁDIS LOURDES BETTIM DE ALMEIDA; CRISTIANE DANTAS LIONELLO LEITANO

Introdução: Este trabalho propõe mostrar a importância e o funcionamento da triagem de doadores de sangue e o voto de auto-exclusão.

A RDC 153 de 2004 regulamenta os procedimentos hemoterápicos. A triagem é realizada por profissional de saúde de nível superior e constitui-se de entrevista individual onde é avaliado o estado de saúde, hábitos, comportamento do candidato a doação e determinado se o doador está apto para doar sem que haja prejuízo a sua saúde e a do receptor. Esta avaliação deve ser feita em ambiente privativo e sigiloso e ao final da entrevista o doador recebe o voto de auto-exclusão e deve assinar o termo de consentimento para utilização de seu sangue e para a realização de testes sorológicos. O triador deve prestar todas as informações inerentes ao processo de doação. O voto de auto-exclusão é um recurso que permite ao doador, em situação de risco, declarar que seu sangue não é seguro. Objetivo: Mostrar a importância da doação, a responsabilidade dos triadores e dos doadores para que tenhamos um sangue mais seguro. Material e Métodos:

As informações foram coletadas a partir da consulta do cadastro de doadores de Janeiro a Maio de 2010, da legislação vigente e pesquisa na rede mundial de computadores. Resultados: De 7563 candidatos a doação, 6236 estavam aptos, 1327 estavam inaptos para doação.

De 6236 aptos, 8 se auto-excluíram no voto e 198 tiveram sorologia positivo sendo seu sangue desprezado. Conclusão: O sangue não é isento de riscos devido ao que chamamos de janela imunológica, período em que a pessoa está contaminada por algum agente infeccioso que não é detectado nos testes sorológicos. O caminho para um sangue mais seguro é: uma triagem bem realizada, estabelecer um bom vínculo com o doador e fornecer o voto de auto-exclusão para o doador.

ORGANIZAÇÃO DO SERVIÇO DE EMERGÊNCIA DO HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE PARA O ATENDIMENTO DURANTE O PERÍODO DA PANDEMIA INFLUENZA A- H1N1

ANA VALÉRIA FURQUIM GONÇALVES; SIMONE MARIA SCHENATTO; ANA VALÉRIA FURQUIM GONÇALVES; LURDES BUSIN; LISIANE GIRARDI PASKULIN; MARIUR GOMES BEGHETTO

INTRODUÇÃO: O inverno de 2009 ficou marcado na história do Rio Grande do Sul e do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), em especial ao Serviço de Emergência (SE) da instituição, que não mediu esforços para garantir atendimento de excelência à população no período da pandemia da influenza A-H1N1. OBJETIVO: Enfatizar as ações de enfermagem do SE do HCPA no atendimento a influenza A- H1N1. METODOS: Trata-se de um relato de experiência referente às ações de enfermagem desenvolvidas no período de junho a outubro de 2009 durante o atendimento a Gripe A. RESULTADOS: Para a assistência a população é importante ressaltar a parceria com V Comando da Aeronáutica de Canoas que instalou duas barracas em frente ao SE, consolidando-se o hospital de Campanha. Atuaram neste espaço médicos, técnicos de enfermagem e enfermeiros da Aeronáutica e do HCPA e professores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. A equipe de enfermagem composta por 32 enfermeiros e 104 técnicos de enfermagem organizou-se da seguinte forma:

01 enfermeiro e 02 técnicos de enfermagem por turno das 8h às 18h, na elaboração da escala diária de profissionais para trabalhar no hospital de campanha orientação a população quanto aos sinais, sintomas, prevenção e tratamento da doença, realizaram também a triagem inicial e os casos suspeitos eram encaminhados a equipe médica, a seguir realizavam a coleta de secreção nasal para posterior confirmação diagnóstica. Neste período ocorreu cancelamento de férias, redimensionamento de folgas e ampliação do número de horas extras para garantir à assistência a população. CONSIDERAÇÕES: É importante considerar que no período da pandemia houve uma mobilização institucional. Entretanto, é evidente a participação do SE neste processo que prestou assistência ágil e eficaz aos usuários que buscaram assistência na instituição.

ATENDIMENTO AO DOADOR DE SANGUE E POSSÍVEIS REAÇÕES ADVERSAS

JOANALIZE MURARI BRAZ; SANDRA REGINA C. MACHADO, CLARICE A. JUCKOWSKY, CAMILA BORBA

INTRODUÇÃO: O presente trabalho propõe mostrar como é realizado o atendimento aos doadores de sangue e as suas possíveis reações adversas pós doação. A RDC 153/2004 regulamenta os procedimentos hemoterápicos, incluindo a coleta, processamento, a testagem, o armazenamento, o transporte, o controle de qualidade e o uso humano de sangue. O serviço de hemoterapia deve implementar programas destinados a minimizar os riscos para a saúde e garantir a segurança dos receptores, dos doadores e dos seus funcionários.

OBJETIVO: Mostrar como são os atendimentos aos doadores de sangue e suas possíveis reações adversas. MATERIAL E MÉTODO:

Utilizou-se o registro das reações adversas da doação de sangue no período de janeiro a março de 2010. RESULTADOS: Ocorreram reações em 51 doadores, sendo 32 mulheres e 19 homens, observou-se que as reações foram mais comuns em doadores de primeira vez. Os tipos de reações foram: tontura, hipotensão, palidez, sudorese, desmaio, náuseas e vômitos, calorão, formigamento nos membros, veia extravasada, ansiedade, contraturas musculares, queda ao solo, cefaléia. CONCLUSÃO: O ato de doar deve proteger a saúde de quem doa e de quem recebe o sangue. As reações podem ocorrer na pré, trans e pós doação. Os fatores que contribuem para a reação são: ansiedade, estresse, cansaço, pouca hidratação/ alimentação, medo da agulha, de ver o sangue sendo coletado, do volume retirado (400 a 480ml sangue total), antecedentes de desmaio. Na triagem clinica e no momento da doação o doador é orientado sobre todo o processo da doação. Percebe-se então que o doador deve ser bem orientado e tranqüilizado e é fundamental a observação atenta dos profissionais para prevenir e garantir a sua segurança.

EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL AO HIV

PATRÍCIA SILVA DE JESUS; MAÍRA DE ANDRADE BITTENCOURT, MICHELE KROLL BUJES, NÚBIA DE RODRIGUES ARAÚJO

INTRODUÇÃO- Para que haja exposição ocupacional ao HIV, os profissionais da saúde ficam condicionados ao acidente de trabalho no qual tem contato direto material biológico. O acompanhamento destes deve abordar aspectos clínicos e laboratoriais permitindo o diagnóstico de infecção aguda pelo HIV, determinando se houve soroconversão. OBJETIVOS- Coletar dados na literatura, referentes ao tema. Analisar fluxogramas institucionais, de dois hospitais da região metropolitana de Porto Alegre, para o atendimento aos profissionais expostos. MATERIAIS E MÉTODOS- Trata-se de um estudo do tipo descritivo com abordagem quantitativa em que foi realizada uma

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revisão bibliográfica através de coleta de dados utilizando 7 artigos científicos e 6 publicações online. Descritores pesquisados: exposição ocupacional; risco de transmissão; materiais biológicos; equipamento de proteção individual (EPI); quimioprofilaxia; comunicação de acidente de trabalho (CAT); medidas preventivas. RESULTADOS E CONCLUSÃO- Após exposição ocupacional é de extrema relevância a avaliação de alguns critérios: tipo de exposição, material biológico envolvido, pacientefonte e gravidade do acidente. Posteriormente, prioriza-se a notificação do acidente para a instância pertinente (SESMT, CTA/SAE, médico plantonista, etc). Sob consentimento do paciente, é realizado teste rápido, para detecção de sorologia para HIV; em caso de positividade, inicia-se a Profilaxia Pós-Exposição de acordo com o Ministério da Saúde e fluxograma da instituição. Tanto paciente quanto o profissional, recebem orientação e aconselhamento do SESMT sobre o surgimento de sinais e sintomas, toxicidade medicamentosa ou efeitos adversos, adesão as profilaxias e prevenção secundária de infecção. Cabe aos profissionais da saúde, o uso de EPI´s e conscientização em massa sobre as formas de transmissão do HIV.

No documento anais_da_30_sem_cient_hcpa_a.pdf (páginas 91-94)