6. DO FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO
8.17 VERBAS EDUCACIONAIS: DESVIO
8.17.1 Desvio de verbas do FUNDEB
No caso de desvio de verbas do FUNDEB, deve-se lembrar, primei- ramente, que tem havido complementação da União no Estado da Paraíba, pelo que a competência para conhecer e julgar a ação de improbidade administrativa correspondente é da Justiça Federal, nos termos da Súmula nº 208 do Superior Tribunal de Justiça157.
155 Com espeque no art. 201, IX, do Estatuto da Criança e do Adolescente.
156 Vide modelos de ações disponibilizados pelo Centro de Apoio Operacional à Educação, do Ministério Público da Paraíba.
157“Compete à Justiça Federal processar e julgar prefeito municipal por desvio de verba sujeita à prestação de contas perante órgão federal” (Súmula nº 208, STJ).
Sendo assim, diante de indícios de desvios de verbas do FUNDEB, ou de sua má aplicação, o Promotor de Justiça poderá encaminhar as peças informativas para o Ministério Público Federal.
Todavia, poderá optar por se alinhar ao posicionamento adotado pelo Supremo Tribunal Federal no bojo da Ação Cível Originária nº 1.020-5/São Paulo, julgada em 08 de outubro de 2008, cuja relatora foi a Ministra Carmem Lúcia.
Conforme esse entendimento, o Ministério Público Estadual e o Ministério Público Federal poderão agir em litisconsórcio ativo facul- tativo ou isoladamente, na Justiça Federal ou na Justiça Estadual, indistintamente, na defesa de interesses sociais, no caso da ação, de natureza consumerista158.
Nessa linha, o Promotor de Justiça poderá ingressar com ação por ato de improbidade administrativa diretamente na Justiça Fe- deral, em defesa do direito fundamental à educação, violado em razão da conduta ímproba. Além disso, o Ministério Público Estadual poderá interpor Reclamação diretamente no Supremo Tribunal Fe- deral para fazer valer o posicionamento da Ação Cível Ordinária acima citada, tal como reconheceu a Corte Maior no julgamento da Reclamação nº 7.358/2011159.
158 Senão vejamos: “EMENTA: AÇÃO CÍVEL ORIGINÁRIA. CONFLITO DE ATRIBUIÇÕES ENTRE O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL E O ESTADUAL. INSTAURAÇÃO DE PROCEDIMENTO DMINISTRATIVO PARA APURAR POSSÍVEIS IRREGULARIDADES NA PRODUÇÃO DE COPOS DESCARTÁVEIS. RELAÇÃO DE CONSUMO. CONFLITO INEXISTENTE. 1. A questão tratada nas representações instaura- das contra a Autora versa sobre direito do consumidor. 2. O art. 113 do Código de Defesa do Consumidor, ao alterar o art. 5º, § 5º, da Lei n. 7.347/1985, passou a admitir a possibilidade de litisconsorte facultativo entre os Ministérios Públicos da União, do Distrito Federal e dos Estados na defesa dos interesses e dos direitos do consumidor. 3. O Ministério Público Federal e o Estadual têm a atribuição de zelar pelos interesses sociais e pela integridade da ordem consumerista, promovendo o Inquérito Civil e a Ação Civil Pública - inclusive em litisconsórcio ativo facultativo -, razão pela qual não se há reconhecer o suscitado conflito de atribuições. 4. Ação Cível Originária julgada improcedente”. (ACO 1020, Relator(a): Min.
CÁRMEN LÚCIA, Tribunal Pleno, julgado em 08/10/2008, DJe-053 DIVULG 19-03-2009 PUBLIC 20-03-2009 EMENT VOL-02353-01 PP-00073 RTJ VOL-00208-03 PP-00913).
159 Antes, prevalecia o entendimento de que o Ministério Público Estadual só poderia interpor Reclamação perante o Supremo Tribunal Federal se houvesse a ratificação pelo Procurador- Geral da República.
E ainda há uma terceira opção: o Promotor de Justiça poderá ingressar na Justiça Federal em litisconsórcio ativo com a Advocacia- Geral da União, à vista de Termo de Cooperação firmado entre o Ministério Público do Estado da Paraíba e a Procuradoria Federal/
AGU na Paraíba, aos 17 de fevereiro de 2011.
De toda sorte, foi lançada a cartilha oficialSubsídios para o Mi- nistério Público para o Acompanhamento do FUNDEB160, que busca orientar o representante ministerial diante das principais irregula- ridades encontradas161, quais sejam,
l não criação ou composição irregular do Conselho do FUNDEB:
o Promotor de justiça poderá instaurar procedimento administrativo e requisitar: “a) cópia da publicação da legislação específica de cria- ção do Conselho do FUNDEB; b) cópia da publicação do ato de nomeação dos conselheiros titulares e suplentes do FUNDEB; c) cópia do documento de indicação do(s) conselheiro(s), emitido pela(s) entidade(s) que representa(m) sua classe/categoria, com assento no colegiado”;
l não disponibilização dos demonstrativos gerenciais mensais ao Conselho do FUNDEB: o Promotor de Justiça poderá instaurar procedimento administrativo e requisitar: “a) cópias dos ofícios que solicitaram a apresentação da documentação contábil e gerencial, devidamente protocolados junto ao Poder Executivo; b) cópia das atas de reunião do Conselho do FUNDEB em que foi deliberada a necessidade de solicitação de documentação e registrado o não aten- dimento”. Após isso, comprovada a recusa, poderá expedir re- comendação ao Chefe do Poder Executivo e ao Secretário de Edu- cação para correção da ilegalidade e, se for o caso, ingressar com a correspondente ação por ato de improbidade administrativa;
160Cartilha de coautoria do Ministério da Educação, do Conselho Nacional de Procuradores- Gerais de Justiça dos Ministérios Públicos dos Estados e do Distrito Federal (CNPG) e do Fórum Nacional de Coordenadores de Centros de Apoio da Infância e Juventude e de Educa- ção dos Ministérios Públicos dos Estados e do Distrito Federal (FONCAIJE).
161 O texto da cartilha estará entre aspas, a fim de delimitar as orientações nela contidas.
l não criação/implantação do Plano de Carreira dos Profis- sio-nais da Educação Básica: o Promotor de Justiça poderá requi- sitar “informações ao Chefe do Poder Executivo acerca da ex- istência de lei instituindo o Plano de Cargos de Carreira e Remu- neração dos Profissionais da Educação Básica, objetivando evi- denciar a omissão”;
l não utilização efetiva da conta única e específica do FUNDEB:
deverão ser requisitados: “a) extratos bancários mensais da conta única e específica do FUNDEB, referentes ao período a ser analisa- do; b) cópias de documentos relativos às eventuais transferências entre contas correntes ocorridas na conta única e específica do FUNDEB; c) extratos bancários mensais das contas correntes para as quais foram efetuadas as transferências a crédito”;
l atraso no pagamento da remuneração dos profissionais do magistério e demais profissionais da educação: considerando que, conforme o art. 17 da Lei nº 11.494/2007, os recursos do FUNDEB são repassados automaticamente para as contas únicas e específicas dos Governos Estaduais, do Distrito Federal e dos Municípios, haven- do atraso no pagamento dos profissionais do magistério e dos outros profissionais da educação, há indícios de irregularidade. Portanto, deverá o Promotor de Justiça instaurar procedimento administrativo e requisitar: “a) cópia do balancete ou balanço financeiro analítico que contempla as despesas com educação, correspondente ao período a ser analisado; b) cópias dos resumos mensais das folhas de paga- mento, detalhadamente por rubrica, referentes ao período a ser analisado; c) cópias das fichas financeiras e resumos financeiros individuais de todos os profissionais em efetivo exercício no ma- gistério da educação básica, bem como dos demais profissionais que exerceram atividades meio, relativas ao período a ser analisado, mês a mês; d) cópias dos documentos referentes às despesas com folha de pagamento realizadas nas rubricas da dotação orçamentária do FUNDEB, tais como, notas de empenhos, liquidações, ordens de pagamentos, cópias de cheques, guias de recolhimento dos encargos sociais com autenticação bancária e outros documentos ou esclarec- imentos tidos como necessários, cujas cópias deverão ser encamin- hadas separadamente, mês a mês; e) relação de todos os empenhos
emitidos e pagos, na dotação orçamentária do FUNDEB, referentes às folhas de pagamento dos profissionais da educação básica. Tal relação deverá ser fornecida em arquivo eletrônico, contendo as seguintes informações: número de empenho, data de emissão, ru- brica orçamentária da despesa, valor, nome do credor e histórico da despesa; f ) cópias dos extratos bancários da conta única e específi- ca do FUNDEB, referentes ao período a ser analisado; g) relação onde conste o nome de todas as escolas públicas pertencentes à rede de ensino do respectivo ente governamental, assim como o nome dos ocupantes dos cargos de direção, administração escolar, plane- jamento, inspeção, supervisão, orientação educacional, coordenação pedagógica e docência, indicando a modalidade de ensino em que atuaram durante o período investigado, o cargo, a função, a lo- tação e a remuneração (mês a mês), bem assim como dos demais profissionais da educação. Tal relação deverá ser impressa e assina- da pelo responsável por sua elaboração e pelo Secretário de Edu- cação, além de ser encaminhada por meio magnético”;
l não cumprimento do percentual mínimo de 60% na remu- neração dos profissionais do magistério em efetivo exercício na educação básica pública presencial, no respectivo âmbito de at- uação prioritária: instaurado procedimento administrativo, poderá o Promotor de Justiça requisitar: “a) cópia do balancete ou bal- anço financeiro analítico que contemple as despesas com edu- cação, correspondente ao período a ser investigado; b) cópias dos resumos mensais das folhas de pagamento, detalhadas por rubrica, referentes ao período a ser investigado; c) cópias das fichas financeiras e resumos financeiros individuais de todos os profissionais em efetivo exercício no magistério da educação bási- ca, bem como dos demais profissionais que exerceram atividades meio, relativas ao período a ser investigado, mês a mês; d) cópias dos documentos referentes às despesas com folha de pa- gamento realizadas nas rubricas da dotação orçamentária do FUNDEB, tais como, notas de empenhos, liquidações, ordens de pagamentos, cópias de cheques, guias de recolhimento dos en- cargos sociais com autenticação bancária e outros documentos ou esclarecimentos que entender como necessários, cujas cópias
deverão ser encaminhadas separadamente, mês a mês; e) relação de todos os empenhos emitidos e pagos, na dotação orçamentária do FUNDEB, referentes às folhas de pagamento dos profissionais da educação básica. Tal relação deverá ser fornecida em arquivo eletrônico, contendo as seguintes informações: número de em- penho, data de emissão, rubrica orçamentária da despesa, valor, nome do credor e histórico da despesa; f ) cópias dos extratos bancários da conta única e específica do FUNDEB referentes ao período a ser analisado; g) relação onde conste o nome de todas as escolas públicas pertencentes à rede de ensino do respectivo ente governamental, assim como o nome dos ocupantes dos car- gos de direção, administração escolar, planejamento, inspeção, supervisão, orientação educacional, coordenação pedagógica e docência, indicando a modalidade de ensino em que atuaram du- rante o período investigado, o cargo, a função, a lotação e a remuneração (mês a mês), bem assim como dos demais profis- sionais da educação. Tal relação deverá ser impressa e assinada pelo responsável por sua elaboração e pelo Secretário de Edu- cação, além de ser encaminhada por meio magnético”;
l pagamento, com recursos do FUNDEB, da remuneração de profis- sionais alheios às atividades da educação básica pública: o Promo- tor de Justiça instaurará procedimento administrativo e requisitará:
“a) cópia do balancete ou balanço financeiro analítico que contemp- la as despesas com educação, correspondente ao período a ser anal- isado; b) cópias dos resumos mensais das folhas de pagamento, detalhados por rubrica, referentes ao período a ser analisado;c) cópias das fichas financeiras e/ou resumos financeiros individuais de todos os profissionais em efetivo exercício no magistério da edu- cação básica, bem como, dos demais profissionais que exerceram atividades meio, relativas ao período a ser analisado, mês a mês; d) cópias dos documentos referentes às despesas com folha de paga- mento realizadas nas rubricas da dotação orçamentária do FUNDEB, tais como, notas de empenhos, liquidações, ordens de pagamentos, cópias de cheques, guias de recolhimento dos encargos sociais com autenticação bancária e outros documentos ou esclarecimentos ti- dos como necessários, cujas cópias deverão ser encaminhadas sepa-
radamente, mês a mês; e) relação de todos os empenhos emitidos e pagos, na dotação orçamentária do FUNDEB, referentes às folhas de pagamento dos profissionais da educação básica. Tal relação deverá ser fornecida em arquivo eletrônico, contendo as seguintes infor- mações: número de empenho, data de emissão, rubrica orçamentária da despesa, valor, nome do credor e histórico da despesa; f ) cópias dos extratos bancários da conta única e específica do FUNDEB refer- entes ao período a ser analisado; g) relação onde conste o nome de todas as escolas públicas pertencentes à rede de ensino do respecti- vo ente governamental, assim como o nome dos ocupantes dos car- gos de direção, administração escolar, planejamento, inspeção, su- pervisão, orientação educacional, coordenação pedagógica e docên- cia, indicando a modalidade de ensino em que atuaram durante o período investigado, o cargo, a função, a lotação e a remuneração (mês a mês), bem assim como dos demais profissionais da edu- cação. Tal relação deverá ser impressa e assinada pelo responsável por sua elaboração e pelo Secretário de Educação, além de ser en- caminhada por meio magnético”;
l aplicação dos recursos do FUNDEB em ações que não são caracterizadas como Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica Pública: para aferir se a despesa realizada não se enquadra na lista do art. 70 da LDB, o Promotor de Justiça poderá requisi- tar: “- Ao Chefe do Poder Executivo: a) balancete ou balanço fi- nanceiro analítico e consolidado que contemple as despesas com educação no período investigado; b) cópias dos demonstrativos contábeis e gerenciais (balancete financeiro mensal, demonstrati- vo dos recursos públicos destinados à educação, resumos da ex- ecução da receita e da despesa orçamentária - agrupados mês a mês) relativas ao período investigado, assim como prova da publi- cação do relatório bimestral resumido da execução orçamentária (§ 3º do artigo 165 da Constituição Federal); c) ato de designação ou indicação do responsável pela movimentação da conta única e específica do Fundo; d) cópias das fichas financeiras e/ou resumos financeiros individuais de todos os profissionais em efetivo exercí- cio no magistério da educação básica pública, prioritária, bem como, dos demais profissionais que exerceram atividades meio, relativas
ao período investigado, mês a mês; e) relação dos profissionais do magistério da educação básica pública, prioritária, onde conste o nome, cargo, função, lotação e remuneração, do exercício a ser investigado, devidamente assinada pelos responsáveis na emissão e elaboração da folha de pagamento. A relação deverá ser apre- sentada de forma impressa e por meio magnético; f) cópias dos resumos mensais das folhas de pagamento, detalhados por rubrica, referentes ao período investigado; g) documentos comprobatórios do investimento na capacitação de professores leigos, se houver, referentes ao exercício a ser investigado; h) cópias de todos os documentos referentes às despesas realizadas nas rubricas das do- tações orçamentárias do FUNDEB, tais como, notas de empenhos, liquidações, ordens de pagamentos, cópias de cheques, guias de recolhimento dos encargos sociais com autenticação bancária, no- tas fiscais e outros documentos ou esclarecimentos tidos como necessários, cujas cópias deverão ser encaminhadas separadamente, mês a mês; i) cópia integral de procedimentos licitatórios realiza- dos no período investigado, caso tenha sido realizada alguma mo- dalidade de licitação; j) caso existam valores inscritos na rubrica
‘restos a pagar’, no exercício investigado, deverão ser encamin- hados, separadamente, os empenhos que indiquem e comprovem a referida inscrição, bem como os documentos que comprovem e justifiquem o efetivo pagamento da despesa, tais como, liquidações, ordens de pagamentos, cópias de cheques, guias de recolhimento dos encargos sociais com autenticação bancária, notas fiscais ou outros documentos que comprovem a despesa; k) na ocorrência de sobras de recursos do exercício investigado, deverão ser encamin- hadas cópias dos documentos que comprovem a sua aplicação no primeiro trimestre do exercício seguinte; l) certificado de regular- idade profissional, emitido pelo Conselho Regional de Contabilidade, do contador responsável pela elaboração dos demonstrativos contábeis; m) dados de identificação civil (nome, CPF e RG) do Chefe do Poder Executivo que exerceu o mandato eletivo no período investigado. - À Secretaria de Educação: a) relação onde conste o nome de todas as escolas públicas pertencentes à rede de ensino do respectivo ente governamental, assim como o nome dos ocu-
pantes dos cargos de direção, administração escolar, planejamen- to, inspeção, supervisão, orientação educacional, coordenação pedagógica e docência, indicando a modalidade de ensino em que atuaram durante o período investigado, o cargo, a função, a lotação e a remuneração (mês a mês), bem assim como dos de- mais profissionais da educação. Tal relação deverá ser impressa e assinada pelo responsável por sua elaboração e pelo Secretário de Educação, além de ser encaminhada por meio magnético. - Ao Conselho de Acompanhamento e Controle Social do FUNDEB: a) cópias das atas e pareceres, mensais, relativas à prestação de contas do período investigado. - À Agência Bancária: a) cópias dos extratos bancários da conta específica do FUNDEB, relativas ao período investigado. - Ao Tribunal de Contas: a) cópia da ins- trução e parecer técnico emitido pela Diretoria de Contas Munic- ipais do Tribunal de Contas competente (do Estado ou Município);
b) cópia do parecer do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas;.
l não utilização integral dos recursos no exercício financeiro correspondente: poderá o Promotor de Justiça requisitar: “a) ba- lancete ou balanço financeiro analítico que contemple as despesas com educação no período investigado; b) conciliação bancária; c) cópia da documentação referente à abertura do crédito adicional;
d) cópia dos empenhos referentes à aplicação dos recursos remanes- centes (saldos verificados)”;
l não aplicação financeira dos recursos disponíveis na conta única e específica do Fundo há mais de 15 dias: neste caso, poderá o Promotor de Justiça requisitar: “a) balancete ou ba- lanço financeiro analítico que contemple as despesas com edu- cação no período investigado; b) extratos bancários da conta úni- ca e específica do fundo, referentes ao período investigado; c) extratos bancários das aplicações financeiras, referentes ao período investigado”;
l não destinação da parcela referente à dívida ativa relativa aos impostos que compõem a cesta do FUNDEB: poderá o Promotor de justiça requisitar: “a) balancete ou balanço financeiro analítico que contemple as despesas com educação no período investigado; b) cópia
dos relatórios bimestrais da execução orçamentária, referentes ao período investigado, se for o caso”.
8.17.2 Desvio de verbas federais educacionais oriundas de out-