5.2 DIALOGANDO COM AS NARRATIVAS
5.2.2 Enfrentamentos dos desafios em aprender e ensinar
Neste eixo, identificamos como os desafios foram enfrentados pelas professoras durante as aulas remotas na pandemia, assunto visto no quarto, quinto e oitavo encontros reflexivos formativos. Para uma visualização do processo de enfrentamento dos desafios, trazemos o que as participantes narraram durante os encontros e também em suas narrativas individuais. Nestas narrativas, contatamos diversas ações (que a cada dia eram ampliadas) sempre que a equipe escolar detectava novas situações que necessitavam de intervenções.
Os relatos dos alunos continuaram potencializando as discussões e reflexões nos encontros formativos. Estes relatos serviram de termômetro para que as professoras pudessem rever suas estratégias e ainda pensar e criar novas, com o apoio das colegas.
A seguir, temos mais um pouco do que os alunos relataram:
Fonte: Relatos dos alunos coletados pela pesquisadora (2020)
Está sendo bem difícil pois a gente acaba não aprendendo muito como nas aulas presenciais, acaba perdendo o foco com coisas fúteis, acaba fazendo outra coisa no lugar de estudar, acaba não tendo tanto interesse em fazer as atividades propostas pelos profess ores, eu mesma deixei de fazer as tarefas por muitos dias e estou voltando agora. [...] Espero que isso tudo passe logo e possamos retornar as aulas, a nossa rotina de antes (E.R. 1ºA/2020 - Aluna 02).
[...] tem sido um pouco complicado pois tem dias que os professores passam muitas tarefas, mais tento me esforçar ao máximo para conseguir entregar no prazo certo. Minhas notas estão boas estão conseguindo alcançar a média E com isso fico muito feliz mas confesso que tenho saudade das aulas presenciais de estar perto dos colegas... Espero que as aulas voltem logo (C.V.N, 9ºB/2020 – Aluno 3).
Nesses dias eu só tenho me sentido pra baixo, na verdade. Tenho cada vez mais dificuldades em realizar os deveres e tenho dif iculdade pra focar, então tem sido bem complicado, ainda mais porque as vezes alguns professores passam muitas tarefas e não consigo resolver, e como já estamos desmotivados, ficamos mais ainda pelo medo de acumular tarefas (H.C.R.M, 9ºB/2020 - Aluno 6).
Este período de pandemia foi muito ruim pelo o fato do professor não estar presente no nosso cotidiano. Eles estão on-line para tirar as dúvidas, porém não é a mesma coisa e é muito complicado entender as tarefas de todas as matérias. Não estou conseguimos me organizar muito bem, eu entendo que estão fazendo o que podem, mas fica muito difícil pois a gente não consegue ficar o dia todo disponível para as tarefas, eu ajudo minha mãe em casa, então fica muito complicado (Aluna 26 9ºB/2020).
A interrupção das aulas presenciais obrigou milhares de alunos, por toda a parte do mundo, a enfrentar uma série de desafios para prosseguir com os estudos. Na escola estadual pesquisada, foram mais de 400 (quatrocentos) estudantes impactados. Eles alegaram que perdiam o foco facilmente e acabavam fazendo outras coisas em vez de estudar. Nos relatos, é percebido que, mesmo com tantas dificuldades, eles procuravam realizar as atividades da forma que podiam naquele momento.
Foi constatado nas narrativas, ainda, que, tanto os alunos quanto os professores estavam vivenciando desafios contínuos para dar sequência aos momentos de aprendizagem. Para isso, procuravam fortalecer os laços. Mesmo a distância, tentavam, a todo o custo, manter o vínculo escolar com o intuito de diminuir os riscos de evasão escolar. Diante do cenário pandêmico, cabe questionar não apenas a multiplicidade dos desafios enfrentados por alunos e professores, mas também quais as estratégias podiam promover para seguir com o percurso escolar. Para isso, nada melhor do que os ouvir. Uma das formas de ouvi-los foi através de interação pelo WhatsApp individual e através de grupos por sala de aula. Temos a seguir a imagem de partes dos grupos da escola.
Figura 7: Print dos grupos de WhatsApp das turmas do Ensino Médio da Escola Estadual pesquisada - Iporá/GO (2021)
Esta estratégia de interação via WhatsApp serviu como ferramenta pedagógica e também como uma forma de superar os desafios encontrados durante as aulas remotas. A escuta ativa em espaços – mesmo que virtuais – de convivência entre alunos e professores se mostrou eficiente no enfrentamento aos desafios e no envolvimento destes nas aulas. Em um período de tantos desafios e incertezas, esta ação tanto entre pares, bem como entre alunos e professores, foi uma das principais estratégias para a efetiva superação dos desafios com as aulas não presenciais. A professora Lavanda (2021) em sua NI nos diz que:
Ser professor durante nesse tempo de pandemia foi e ainda é desafiador, pois a cada dia aprendemos algo novo na tentativa de levar uma aprendizagem efetiva aos alunos. Novas ferramentas digitais, buscar maneiras diferentes de interação tem sido um desafio porque é preciso alcançar todos os alunos, ainda que às vezes sintamos que seja impossível e que a carga horária de trabalho seja excessiva [...] (LAVANDA, NI/2021).
Neste trecho de sua NI, a professora Lavanda (2021) mostra que, para seguir com as aulas remotas, buscava estratégias e novas ferramentas digitais para interagir com os alunos, além de perceber que este era um caminho necessário para atingir o máximo de alunos possível.
As professoras participantes da pesquisa narraram nos encontros reflexivos formativos como foi o início das aulas remotas. Mesmo com tantos desafios, tinham que seguir em frente e ministrar suas aulas, pois os alunos precisavam delas, e elas precisavam do trabalho. Elas contam que o primeiro passo foi participar de uma reunião on-line, com a equipe escolar, para ter conhecimento de como seria a Rede de Ensino de Aulas Não Presenciais (REANP) em todo o estado de Goiás. Na sequência, ocorreu a criação dos grupos de WhatsApp para todas as turmas, as quais foram distribuídas entre os professores. A professora Petúnia (2021), em sua NG, fala “que esta ação foi tranquila, pois pudemos contar com o auxílio dos líderes de classe que tinham os contatos dos colegas.” Através destes grupos, todos os professores enviavam orientações, atividades, links de aulas, dicas de sites e etc. Em seguida, foram criadas as Classroom (Google sala de aula), para cada turma, onde postávamos as atividades e recebíamos as mesmas respondidas pelos alunos. Depois disso, houve a elaboração de um cronograma, para cada turma, de plantões de tira-dúvidas dos alunos, bem como a organização dos horários das lives, que aconteciam através do Google Meet.
As professoras, durante os encontros, falaram que um dos maiores desafios para o bom desenvolvimento das aulas remotas foi com os alunos que não tinham acesso à Internet. Na tentativa de resolver este problema, materiais impressos eram oportunizados para essa clientela, só que os alunos demoravam muito para buscá-los na escola e demoravam mais ainda para devolvê-los respondidos.
Outra estratégia apresentada pelas professoras participantes, mostrada em suas NG, foi desenvolvida com o intuito de amenizar este desafio/problema. Parte da equipe (funcionários administrativos) foi destinada para uma busca ativa destes alunos com o objetivo de incentivar, orientar e conduzir para o melhor desempenho possível nas aulas remotas. A busca ativa era feita através de contatos pelo privado do WhatsApp, ligações telefônicas para os responsáveis
e visitas nas residências dos alunos que não realizavam as atividades impressas, tudo isso para que este sem Internet não ficasse prejudicado. Esta equipe estava sempre em contato com os professores para repassar a situação de cada aluno contatado.
A partir das reflexões nos encontros e dos relatos dos alunos, a professora Gerânio (2021) nos fala em sua NI um pouco sobre seus sentimentos, da equipe de apoio e da busca ativa, bem como o que teve que fazer para superar os desafios:
Iniciamos um processo de “Busca Ativa”, em que a escola criou ações para resgate dos alunos ausentes, feito em parceria com a família. Esse processo deu bons resultados para alguns alunos, mas para outros não surtiu efeito esperado. Ouvi relato de mãe dizendo que ela mesma havia feito as atividades do filho, porque ele não quis fazer.
“Reinventar” foi a palavra mais usada neste período. De nossas casas tivemos que adaptar as salas de aula através de plataformas digitais, grupos de estudo e cumprir a missão de promover o ensino remoto. Driblar nossas dificuldades, bem como dos alunos, em relação à experiência com as ferramentas tecnológicas. O fato é que foi e está sendo muito desafiador e não existem respostas prontas na construção das aulas. O medo de errar está sempre nos rondando. Sem contar a importância que damos às relações interpessoais e que faz muita falta (GERÂNIO, NI/2021).
Vemos, também na NG da professora Lavanda (NG/2021), que a mobilização para resgatar os alunos que não participavam das aulas foi uma tarefa que desgastou muito toda a equipe, como se vê: “mobilizar e resgatar esses alunos para as aulas também é um processo sofrido, uma vez que temos que nos preparar para as aulas, preencher planilhas e ainda falar com cada aluno individualmente, tudo isso acaba tornando os dias desgastantes”. Também temos o destaque que a professora Gerânio (2021) faz em sua NG com relação à equipe de apoio a qual também ajudava os professores com os outros alunos que têm acesso à Internet. “Sempre que estes atrasam as atividades, a equipe auxiliava quanto a cobrança para a realização das mesmas. Mas se o problema fosse com relação a dúvida do conteúdo, isso era tratado com o professor titular da disciplina, que pode ser pelo privado no WhatsApp deste.” Com isso, percebemos que, para o bom andamento das aulas remotas, foi preciso um envolvimento de toda a equipe escolar, pois as demandas eram muitas e urgentes.
Durante os encontros, discutimos como foi sofrido e o quanto a equipe escolar ajudou neste processo de busca ativa dos alunos que não realizavam as atividades. Aos poucos, fomos encontrando o caminho para continuar seguindo com as aulas remotas, como vemos na narrativa da professora Begônia (NI/2021): “Só estamos conseguindo superar tantos desafios por conta do compartilhamento e troca de experiências entre os profissionais, cada um ajudando o outro da forma que pode,
isso é muito bom.” Aqui, percebemos que a partilha de conhecimentos foi um processo de crescimento pessoal e profissional muito visto durante as aulas remotas.
Foi constatado nas narrativas grupais e escritas das participantes que era sabido que não seria possível atingir (100%) dos alunos que não estavam participando das aulas, mas cada um que era resgatado se tornava motivo para comemorar. A união da equipe dava forças para seguir em frente e criar novas estratégias de formas diversificadas para superar os desafios.
A professora Agerato (2021), em sua NG, fala sobre uma estratégia que deu certo,
“criamos um recurso chamado de “Cartão Clicável”33 onde fica disponível todos os planos de estudo semanal, endereços de vídeos aulas no youtube e atividades, bem como a planilha de controle de entrega de atividades – toda a semana este cartão era atualizado.” Foi percebido que, com o uso deste recurso, todos os alunos e responsáveis, com acesso à Internet, sabiam o que estava proposto para as aulas remotas. A professora Agerato (2021) falou ainda que, a criação do cronograma de lives também foi uma estratégia que deu certo, pois assim os alunos sabiam os horários que teriam os professores ao vivo. Nem todas aulas eram através de lives, algumas eram postagens de atividades nos grupos de WhatsApp e também dos grupos de cada turma.
Figura 8: Cartão clicável – disponibilizados aos alunos/pais/responsáveis para acesso aos planos de estudo e planilhas de entrega de atividades.
Fonte: Grupo Gestor da Escola Estadual pesquisada, em Iporá/GO (2020)
Depois de conhecer os sentimentos dos alunos através dos relatos, outra estratégia foi colocada em prática. As professoras alegaram que diminuímos a quantidade de atividades semanais para não sobrecarregar tanto os alunos e oportunizamos mais prazos para sua entrega,
33 Recurso Digital criado pela equipe da escola estadual pesquisada para disponibilizar os planos de estudos, atividades e planilhas de controle de entrega de atividades para alunos e familiares acessarem durante as aulas remotas.
pois era um momento de realizar tudo que estava ao alcance da equipe para atender o maior número de alunos possível. E, assim, a cada dia surgiam novas estratégias.
As professoras ainda narraram durante os encontros as suas estratégias para chamar a atenção dos alunos para que pudessem participar de uma forma mais ativa das aulas remotas.
Para isso, contavam com o apoio dos colegas dispostos a ajudar. Eram situações difíceis, inesperadas e todas tinham consciência de que a ausência dos alunos no espaço físico dificultava a forma de ensinar e aprender, pois era uma cultura que estavam iniciando, são percursos em construção. Naquele momento, estavam tirando “as pedras do caminho”34, as relações interpessoais, como olhar nos olhos, faziam muita falta dia após dia.
Na NI da professora Petúnia (2020), conhecemos um pouco do que teve que fazer para superar seus desafios:
Ao refletir sobre o modelo atual de Ensino “REANP”, possibilitou-me observar os aspectos positivos e negativos dos momentos vivenciados. Positivamente, passamos a descobrir as tecnologias como ferramentas de ampliação dos saberes, modificando a rotina do Ensino só em sala de aula e da relação do Professor-aluno fora dos muros da escola. Nos trouxe muita ansiedade e medo, mas no final pudemos entender que hoje o mundo está à beira de um click. Porém, também existem os aspectos negativos, famílias se esforçando para dar condições aos filhos de estudar e alunos despreocupados com as atividades escolares e sentindo desmotivados, Professores desesperados em aprender caminhos tecnológicos para repassar os conteúdos da melhor forma possível, ao ponto de se desgastarem emocionalmente ao máximo.
Agora auxiliando os meus enteados nas atividades escolares vejo que infelizmente as atividades acabam sendo cansativas para os alunos, pois são muitas questões e eles têm muitas dificuldades em responder pela falta de entendimento e maturidade na hora da interpretação. Por isso que o papel dos responsáveis/família é importante nesse processo.
Quando passo a refletir sobre o sentimento de saudade, avalio como sendo muito mais muito penoso, porque eu amava estar entre os alunos, conversando sobre diferentes assuntos, brincando com eles durante o recreio e com certeza hoje vejo e sinto que eram momentos únicos, pois eles equilibravam o meu psicológico com tanta alegria e carinho destinados à minha pessoa. Ufa! Com certeza como sinto falta dos abraços e da presença deles.
No que se refere as frustações, acho que elas acabam com o psicológico de nós Professores e elas são uma bola de neve. Alunos que não realizam as atividades, não assistem às aulas online, as famílias que não se impõem sobre os filhos, acabam com a motivação do Professor e o leva ao seu extremo desgaste pois o mesmo repetidamente deve estar em contato com esses alunos para tentar o seu resgate e acaba
34 Carlos Drummond de Andrade – Poema: No meio do caminho (1930).
gerado quadros depressivos. Por melhor que seja o Professor, devido ao acúmulo da burocracia o mesmo também vive se sentindo pressionado e aprisionado prejudicando na sua qualidade de vida.
Na esteira de tantas preocupações e frustações, procurei despertar a atenção dos alunos nas aulas de História no grupo de WhatsApp através de jogos de perguntas sobre os conteúdos já aplicados e acabou incentivando-os a estarem mais presentes no dia a dia e a questionarem mais sobre o conteúdo, sobretudo dos alunos infrequentes que eram a maior preocupação de nós professores quanto do grupo gestor. [...]
Assim, seria muito oportuno o Governo de Goiás envolver os Professores em Projetos de Capacitação para deixá-los mais tranquilos dentro dessa nova realidade online, formando-os com aparatos cada vez mais capaz de transformar as informações on-line em conhecimentos práticos.
Ainda refletimos sobre a importância de se ter nesse momento sobretudo, escolas equiparadas com rede de internet eficaz tanto para Professores e Alunos e de materiais interativos que incentivam e colaboram com maior amplitude na aprendizagem dos alunos (PETÚNIA, NI/2021).
No gráfico a seguir, vemos que as estratégias utilizadas pela equipe escolar surtiram efeitos positivos, pois a quantidade de alunos participando das aulas remotas e também entregando as atividades aos professores aumentou de forma considerável entre o início de maio e final de junho de 2020.
Veja o exemplo da 1ª série A do EM. No início de maio, apenas (18%) dos alunos estavam participando ativamente das aulas remotas. No final de junho, o número subiu para (26%). Isso mostra a evolução das turmas com a adoção das estratégias utilizadas para que mais alunos participassem das aulas não presenciais.
Gráfico 4: Gráfico comparativo de participação nas aulas remotas e envio de atividades – junho de 2020 Fonte: Grupo Gestor da Escola Estadual – Iporá/GO (2020)
Foi ainda percebido durante a pesquisa que a construção do conhecimento ocorre de forma mais significativa quando o processo de ensinar e aprender acontece com aulas diferenciadas “daquelas tradicionalmente organizadas para espaços não convencionais, sem perder o foco principal que está na formação de um sujeito crítico e adaptado aos desafios que vai enfrentar durante sua caminhada acadêmica e profissional” (NOGARO; CERUTTI, 2016, p. 89). Os professores precisam buscar no dia a dia dos alunos indícios que possam contribuir com suas aulas, tornando-as mais chamativas, interessantes e atuais, sem esquecer o principal objetivo, que é ensinar.
Durante os encontros, constamos o quanto as reflexões contribuíram com todo o processo de enfrentamento dos desafios durante as aulas remotas. Entendemos que foram situações que promoveram às participantes da pesquisa momentos de autoanálise. De acordo Libâneo (2008), o professor reflexivo é aquele que faz uma autoanálise das próprias ações.
Convém esclarecer que a autoanálise é extremamente fundamental no processo reflexivo, sendo este um momento difícil e delicado, pois refletir sobre a própria prática é complexo, principalmente por esbarrar em eventuais fragilidades e equívocos ao repensar as ações executadas.
As principais estratégias/ações utilizadas para superar os desafios com as aulas não presenciais foram pontuadas pelas professoras participantes da pesquisa em suas NG e NI. A seguir, temos uma síntese destas estratégias.
WhatsApp como ferramenta pedagógica e de interação;
Uso das Classroom (Google sala de aula);
Uso de novas ferramentas digitais, como Google Meet e outras;
Oportunização de material impresso para alunos que não tinham Internet;
Busca Ativa dos alunos que não participavam das aulas remotas;
Compartilhamento e troca de experiências;
Uso do Cartão Clicável;
Aulas de perguntas e respostas pelo WhatsApp;
Cronograma de lives;
Aulas gravadas e disponibilizadas no YouTube;
Adequação do número de atividades semanais;
Busca por ajuda profissional para questões emocionais;
Ajuda dos colegas com relação às dificuldades com as TDIC;
Todos os desafios obrigaram equipes escolares a desenvolver estratégias de superação.
De certa forma, mesmo com muito sofrimento, serviram para aprendermos algo novo. Com isso, temos a certeza de que a Educação será diferente depois da pandemia. Estas dificuldades ensinam àqueles que estão abertos para aprender.
5.2.3. Desenvolvimento profissional para um ressignificar/repensar sobre a prática