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O Código de Ética do agente de viagens

No documento Ética e Turismo - Canal CECIERJ (páginas 164-170)

Artigo 5º - São consideradas infrações técnicas das agências de viagens:

I - seleção inadequada de fornecedores, empregados e prepostos;

II - desconhecimento dos fundamentos básicos da atividade;

III - prestação de informações incorretas aos consumidores.

Artigo 6º - O Conselho Nacional da ABAV poderá instituir outras infrações éticas e técnicas das agências de viagens ou a elas equiparar procedimentos de mercado por esta praticados.

Artigo 7º - As agências de viagens pertencentes a grupos econômicos, direta ou indiretamente, devem respeitar as condições técnicas e fi nanceiras praticadas pelas demais, não utilizando a estrutura dos mesmos, seu poder de pres- são sobre o mercado ou outro instrumento confi gurador de abuso de poder econômico.

Parágrafo único - O disposto neste artigo aplica-se, igual- mente, às agências de viagens vinculadas a associações de funcionários de grupos econômicos.

Artigo 8º - As agências de viagens devem noticiar à ABAV indícios de conduta irregular de congêneres que chegarem a seu conhecimento, para apuração e, se comprovada, adoção das providências previstas em Seção própria deste Código.

Artigo 9º - A observância do disposto neste código não exi- me o cumprimento da legislação comum e especial aplicá- vel vigente, como o Código Brasileiro do Ar e o Código de Defesa do Consumidor, nem o de tratados, acordos e convê- nios nacionais e internacionais.

Parágrafo único - A ABAV, por si e junto ao CONARTUR, diligenciará para que as presentes normas e as que as completarem resultem na gradativa revogação dos atos re- gulamentares propostos, ditados ou executados pelo INSTI- TUTO BRASILEIRO DE TURISMO - EMBRATUR.

(Associação Brasileira das Agências de Viagens – ABAV/PR –

Atividade Final

Atende aos Objetivos 3 e 4

Leia atentamente o artigo 4º do Código de Ética da ABAV. Den- tro deste artigo identifi cam-se sete itens. Escolha três itens dos sete elencados no artigo e, para cada um escolhido, apresente um exemplo em que a situação mencionada retrate o relaciona- mento entre agência e clientes e/ou fornecedores. Justifi que a escolha de cada item em função do que foi apresentado na aula.

Um exemplo:

Ao escolher o item II – “Repasse de comissões a freelances e con- sumidores”: este se refere a uma prática desleal em que o agente de viagens reduz sua comissão repassando essa redução como desconto aos consumidores ou mesmo vantagens aos freelances.

Isso faz com que seu preço fi nal fi que abaixo daquele que porven- tura tiver sido acordado entre ele (agente de viagens) e a operado- ra (aquela que desenvolveu o roteiro).

Proceda desta forma!

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Para ver o código na íntegra, acesse:

http://www.abav-pr.com.br/etica.html

Resposta Comentada Espera-se que o aluno possa correlacionar os aspectos apresenta- dos na aula, no que tange ao relacionamento interpessoal cotidiano das agências de viagens com alguns itens que compõem o quarto artigo. Não se espera do aluno uma abordagem apenas explicativa do seu entendimento por cada item, nem mesmo que ele correla- cione itens (como o que trata de licitações) que apresentem aspec- tos não pertinentes ao conteúdo da aula. Recomenda-se observar minuciosamente cada item do artigo antes de eleger três deles que possam estar de acordo com o conteúdo da aula.

Resumo

As agências de viagens são empresas do setor turístico respon- sáveis pela intermediação de serviços e pela venda dos mesmos.

Os agentes de viagens são os profi ssionais do turismo que exer- cem função dentro dessas agências. A ABAV é a associação que representa os interesses das agências de viagens. São diversas as atuações que podem ser identifi cadas nas agências: atendentes, vendedores, roteiristas, guias de turismo e emissor de passagens.

O relacionamento entre essas funções e os clientes/fornecedores deve ser pautado na especifi cidade de cada uma das funções, visando ao melhor contato entre as partes envolvidas. O código de ética proposto pela ABAV normatiza o setor e pondera sobre questões cotidianas das agências e dos agentes de viagens.

Informação sobre a próxima aula

Na próxima aula você conhecerá o papel do marketing no turismo como difusor da imagem dos destinos, das empresas e do profi ssional, permeando nossa abordagem com preceitos éticos inerentes a este processo.

17 Marketing turístico e seus preceitos éticos

Frederico Cascardo Alexandre e Silva

Meta da aula

Apresentar o valor do marketing para a atividade do turis- mo, na concepção das vendas dos serviços turísticos, da propaganda destes e na promoção da indústria do turismo em geral.

Objetivos

Esperamos que, ao fi nal desta aula, você seja capaz de:

compreender o conceito de marketing;

identifi car os quatro pilares do marketing, baseando-se nas defi nições atuais do setor e no conceito de propa- ganda;

reconhecer preceitos éticos na relação entre marketing e turismo.

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Introdução

Seja bem-vindo à nossa 17ª aula! O próximo passo será apro- fundar nosso conhecimento a respeito do marketing turístico e identifi car as principais aplicações dessa ferramenta para o setor.

Para tanto, vamos tratar da conceituação básica do marketing.

Os quatro pilares básicos do marketing serão trabalhados sob a ótica das defi nições mais modernas presentes no mercado e na literatura acadêmica. Vamos tratar também dos preceitos éticos do marketing turístico, fazendo pontes com situações que ocor- rem nas práticas cotidianas que envolvem e relacionam marke- ting a turismo. Por fi m, espera-se que esta aula venha contribuir para a compreensão dos mais diversos acontecimentos que são observados no cotidiano das atividades turísticas, os quais mui- tas vezes permeiam situações de desconforto aos clientes e des- crédito para as empresas.

No documento Ética e Turismo - Canal CECIERJ (páginas 164-170)