CAMINHOS METODOLÓGICOS, RESULTADOS E DISCUSSÃO
Para desenvolver este trabalho foram selecionados alunos de diversos ciclos e EJAS, sendo condição necessária estarem alfabetizados. Inicialmente os alunos selecionados foram reunidos no refeitório, por apresentar ambiente mais favorável e amplo, onde os separamos em duplas e entregamos notas da moeda real, estas eram falsas e em plastificadas com antecedência pela orientadora e coorientadora. Para melhor atingirmos os objetivos propostos apresentamos notas representativas de todos os valores existentes e fabricados pela casa da moeda. Após a distribuição de certo valor em dinheiro, cada dupla precisou agrupar os valores e calcular por meio de cálculos mentais e registro o quanto possuíam. Em seguida reunimos todos e apresentamos os resultados. Na sequencia foram entregues cartazes com preços de ofertas, do tipo utilizado em supermercados, e previamente buscado. Uma vez que, apresentados aos alunos, estes deveriam, com os valores que possuíam selecionar as notas que mais se aproximariam do valor a ser pago. Os preços apresentavam valores com centavos, o que dificultou para os alunos a tomada de decisão na hora da escolha das notas, pois neste momento ainda não havíamos entregado moedas com centavos. Depois fizemos simulações de compras com necessidade da conceituação de troco, o que envolveu a habilidade de calcular com uso da vírgula, o que não foi concretizado por alguns, esperamos que o uso da calculadora possibilite aos alunos condições de superar esta barreira. Considerando que:
O desenvolvimento é um processo complexo, caracterizado pela periodicidade, desigualdade, no desenvolvimento das diferentes metamorfoses ou transformações qualitativas de uma forma em outra, embeiçamento de fatores internos e externos, e processos adaptativos que superam os impedimentos que as crianças encontram (VIGOTSKI, 1994, p.84).
Na etapa seguinte a orientadora com apoio de outra professora e quatro alunos, selecionados entre os demais da etapa anterior e com condições de se deslocar ao supermercado, munidos de pranchetas, canetas e uma tabela previamente elaborada a qual continha uma coluna com a identificação de todos os produtos considerados na cesta básica, uma coluna para registro da quantidade de cada produto e outra coluna para registro do valor do produto. O primeiro problema que logo se tornou saliente foi a importância de observar não só o menor valor, mas o comparativo entre o valor e a quantidade, pois nem todos os produtos possuíam em suas etiquetas a relação preço e valor unitário. Esta relação foi por
diversas vezes acentuada para justificar as escolhas dos produtos. Estas informações serão utilizadas posteriormente para analises e práticas simuladas de pagamentos de despesas fixas e variáveis, bem como de alternativas para sobrevivência com o salário mínimo e as limitações deste para a realização de aspectos no âmbito de qualidade de vida.
O presente projeto esta em fase de execução, mas após a vivencia das duas primeiras etapas percebemos que há um longo caminho a ser percorrido, pois além de nossas propostas, novas e diferentes oportunidades de aprendizado surgiram no processo. Campos (2016) ressalta que a escola deve oferecer ao aluno com deficiência o desenvolvimento de suas potencialidades por meio do processo ensino aprendizagem de maneira a instigar o conhecimento e desenvolvimento. Faltam ainda preencher as tabelas de despesas fixas e variáveis, simulação de pagamento destas despesas com o valor do salário mínimo, apresentar por meio de tabelas os resultados e incutir nos alunos a necessidade de planejamento.
CONCLUSÕES
Após o desenvolvimento de duas etapas do projeto, pudemos perceber o empenho dos alunos, os quais demonstraram real preocupação em desenvolver e aprofundar os conhecimentos, por meio da simulação de vivencias cotidiano, como honrar contas, planejamento financeiro doméstico, real valor do salário mínimo ao constatar as enumeras despesas. Os educandos perceberam que o valor do salário mínimo nacional apenas consegue suprir as demandas básicas de uma família, não restando muito para investir em compras extras. Deram-se conta do alto impacto financeiro das despesas fixas como aluguel, luz e água durante o mês. O projeto esta em fase de desenvolvimento, os resultados apresentados por meio dos questionamentos elaborados pelos alunos são alicerces de um trabalho que poderá ultrapassar o objetivo inicial, especialmente em face do grande interesse que o trabalho despertou nos alunos.
REFERÊNCIAS
CAMPOS, E. C. V. Z. Diálogos entre currículo e o planejamento educacional individualizado (PEI) na escolarização de alunos com deficiência intelectual. 172f.
Dissertação (Mestrado em Educação). Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). 2016.
VIGOTSKI, L. S. A Formação social da Mente. São Paulo: Martins Fontes, 1994.
(Originalmente publicado em 1934).
Trabalho desenvolvido com alunos dos ciclos II , III e EJAS da APAE – Santa Rosa pelos alunos: Darciane Kirschner; Eduardo Pereira Fernandes. João Paulo da Silva; Júlio César Diniz; Mateus Felipe Krein; Mateus Felipe Rocha; Natiéli Estér da Silva; Rafael Lauermann Lemes; Tainara da Rosa Mallmann; Valdecir de Lima.
Dados para contato:
Expositor: Darciane Kirschner digitar nome; e-mail: [email protected];
Expositor: Eduardo Pereira Fernandes; e-mail: [email protected];
Professor Orientador: Lielei Genani Kaefer; e-mail: [email protected];
Professor Co-orientador: Mariana Heck; e-mail:[email protected];
JOGOS MATEMÁTICOS: CONSOLIDANDO CONHECIMENTOS Categoria: Ensino Fundamental – Anos Iniciais
Modalidade: Materiais e/ou jogos didáticos
SANTOS, Kalebe Oliveira dos; MEDEIROS, Pedro Henrique Griebeler de;
MÜLLER, Ângela Denise Riske.
Instituição participante: Escola Municipal de Ensino Fundamental Pedro Speroni, Secretaria de Desenvolvimento Educacional – Santa Rosa, RS
INTRODUÇÃO
A consolidação dos conceitos matemáticos propostos para o Ciclo da Alfabetização constitui-se em um dos grandes desafios para os profissionais que atuam nesta etapa de escolaridade, bem como para os protagonistas mais importantes, ou seja, os alunos. Isso porque, como bem sabemos, as lacunas deixadas por um processo de aprendizagem ineficiente, podem representar obstáculos à continuidade e aprofundamento nos campos conceituais da Matemática.
O trabalho que resultou no presente relato de experiência foi realizado em uma turma de 3º ano do Ensino Fundamental de uma escola da rede municipal de ensino de Santa Rosa. A turma é formada por 20 alunos, sendo que entre eles há alguns em processo de avaliação em função das muitas dificuldades de aprendizagem apresentadas ao longo dos anos escolares.
Os jogos matemáticos presentes neste relato foram desenvolvidos com a turma toda, sendo adaptados para respeitar a diversidade nas formas de aprender, bem como possibilitar a todos avanços na aprendizagem. O trabalho teve início a partir da introdução das operações matemáticas relacionadas ao campo multiplicativo, mais precisamente à aprendizagem das tabuadas, conteúdo este que representa um desafio aos alunos desta faixa etária e, principalmente, considerando-se as características de uma grande parcela da turma, ou seja, as dificuldades na consolidação dos conceitos matemáticos.
Considerando-se estes fatores, percebeu-se a necessidade de criação de jogos matemáticos que possibilitassem o aprofundamento e consolidação deste conteúdo e que, ao mesmo tempo, pudesse incluir a todos, mesmo aqueles que possuem maiores obstáculos para a aprendizagem. Portanto, o objetivo do presente trabalho foi a busca por estratégias diferenciadas durante a introdução dos conceitos matemáticos relacionados ao campo multiplicativo, mais especificamente a aprendizagem das tabuadas.
CAMINHOS METODOLÓGICOS, RESULTADOS E DISCUSSÃO
As atividades pedagógicas nos primeiros anos do Ensino Fundamental, principalmente àquelas relacionadas ao ensino dos conceitos matemáticos, devem priorizar a manipulação de materiais bem como a utilização sistemática, programática e intencional de jogos matemáticos. Os jogos possibilitam ao aluno a manipulação de materiais e a criação de estratégias próprias para resolver os possíveis conflitos e dificuldades que venham a surgir. Assim, “o aluno avança de forma autônoma na resolução dos problemas e o que parecia indecifrável começa a fazer sentido” (GURGEL, 2009).
Considerando, portanto, a complexidade presente na aprendizagem matemática e com base na experiência de trabalho com esta etapa de ensino, percebemos que os conceitos mais complexos e que exigem a aplicação de diferentes instrumentos para consolidar a aprendizagem, relacionam-se ao campo multiplicativo e, mais precisamente, à compreensão sobre como se constroem as tabuadas, aprendizagem importante para que, mais tarde, as operações que envolvam a multiplicação possam ser realizadas de forma mais tranquila. É preciso considerar que, tão importante quanto memorizar os resultados das operações multiplicativas das tabuadas, está a compreensão de como elas se constroem. Muitos professores defendem a simples memorização dos fatos da tabuada, mas “compreender é fundamental. É inconcebível exigir que os alunos recitem a tabuada sem que tenham entendido o significado do que estão dizendo “(BRASIL, 2014, p.49).
A participação e protagonismo dos alunos é primordial para que a aprendizagem nos diferentes campos conceituais da Matemática ocorra de forma significativa e seja consolidada. Assim, segundo Gurgel (2009), “desenvolver a compreensão dos conceitos por trás das operações e dar condições às turmas para que joguem com as estruturas multiplicativas amplia a visão sobre a Matemática”.
No decorrer do processo de aprendizagem da tabuada, que tem início de forma mais acentuada e sistemática no 3º ano do Ensino Fundamental, foram utilizadas diferentes metodologias, entre estas, os jogos didáticos.
Embora os jogos tenham sido apresentados pela professora, regras e adaptações foram sendo propostas pelos alunos.
O jogo Baralho da Tabuada, por exemplo, surgiu a partir da confecção de um quebra-cabeça da tabuada do 2. Após manipular e montar o quebra-cabeça, alguns alunos propuseram a construção de um jogo e assim, juntos, criamos as regras utilizando apenas as peças constantes da tabuada que naquele momento estava sendo destacada, ou seja, a do 2. A partir desta construção o jogo foi ampliado, envolvendo outras tabuadas e as regras foram consolidadas.
É possível afirmar que os jogos didáticos se constituem em oportunidades para troca de conhecimentos, colaboração, mudanças nas estruturas cognitivas e consolidação da aprendizagem. Mesmo aqueles alunos que apresentam muitas dificuldades conseguem inserir-se na dinâmica, uma vez que os jogos possibilitam a utilização de materiais de consulta o que, nessa etapa da escolaridade, é importante para que, gradativamente, os alunos adquiram confiança e autonomia.
Os jogos selecionados, com auxílio dos alunos, e que compõem este trabalho são:
Jogo Baralho da Tabuada, Jogo Roleta da Tabuada e Jogo da Velha da Tabuada. Abaixo, segue a descrição dos referidos jogos.
Jogo Baralho da Tabuada:
Objetivo: relacionar as operações matemáticas das tabuadas do 1 ao 5 e do 10 aos seus respectivos resultados. Jogo de caráter competitivo.
Material: baralho com cartas que contenham as operações envolvendo as tabuadas do 1 ao 5 e do 10; cartas com o resultado destas operações e 4 cartas coringa.
Número de jogadores: 4 a 6
Modo de jogar: embaralhar e distribuir entre os jogadores as cartas que contenham as operações matemáticas relacionadas à tabuada (se forem 4 jogadores cada um receberá 15 cartas e se forem 6 jogadores cada um receberá 10 cartas). As cartas que contém o resultado das operações também são embaralhadas, mas ficam dispostas em um monte no centro da mesa com o resultado virado para baixo. Os jogadores decidem quem inicia. O primeiro jogador retira uma carta do centro da mesa, verifica se tem a carta da
operação correspondente ao resultado. Caso tenha, forma um par e repete a jogada. Se não tiver, coloca a carta no “lixo” com o resultado virado para cima. Se o próximo jogador tiver a carta correspondente pode pegar a carta do lixo, mas somente a que está em cima.
Quem encontrar a carta coringa pode formar par com qualquer uma das cartas que esteja em sua posse. Vence aquele que primeiro terminar as cartas das operações.
Obs.: para os alunos com muitas dificuldades é possibilitada a utilização de material de consulta, como a tábua da multiplicação.
Modelo das cartas do baralho da tabuada:
Figura 1 - Cartas Baralho da Tabuada.
Jogo Roleta da Tabuada
Objetivo: através de um jogo lúdico, relacionar as operações matemáticas das tabuadas do 1 ao 5 e do 10 aos seus respectivos resultados. Jogo de caráter colaborativo.
Material: tábua de multiplicação (tabline, tábua de Pitágoras); fichas com todas os fatos matemáticos das tabuadas do 1 ao 5 e do 10; fichas com todos os resultados das tabuadas do 1 ao 5 e do 10; um tabuleiro com os números de 1 ao 10 (Tabuleiro 1, conforme imagem); um tabuleiro com os números 1, 2, 3, 4, 5 e 10 e duas casas coringa (passe a vez e pare uma rodada; Tabuleiro 2, conforme imagem); 2 dados. Obs.: os tabuleiros foram confeccionados em caixas para pizza; neste jogo os dados não terão função numérica, mas apenas como objeto do jogo.
Número de jogadores: 4 a 6
1 x 1 1
Fonte: Arquivo pessoal da professora (2019).
Modo de jogar: cada jogador, na sua vez, joga um dado dentro de cada tabuleiro, iniciando pelo 1; o jogador constrói a operação a partir do número que o dado parou no tabuleiro 1 vezes o número em que o dado parou no tabuleiro 2; se cair em uma das casas coringa o jogador deve passar a vez ou parar uma rodada, conforme indicação; por ser um jogo colaborativo e com o intuito de consolidar as tabuadas, o jogador pode consultar a tábua de multiplicação e pode receber ajuda dos demais jogadores. Pode ser combinado, entre os jogadores, um número de rodadas a serem jogadas. Caso a operação matemática se repita (ou seja, já tenha sido retirada do jogo) o jogador passa a vez. Embora o jogo não tenha caráter competitivo, ao final das jogadas combinadas entre os jogadores, pode- se verificar quem conseguiu retirar o maior número de operações da mesa (dependendo do número de jogadores sugere-se que sejam realizadas 5 rodadas).
Obs.: para as fichas dos fatos e resultados, podem ser utilizadas as cartas do baralho da tabuada.
Figura 2 - Tabuleiros Roleta da Tabuada.
Jogo da Velha da Tabuada
Objetivo: assim como no Joga da Velha tradicional, o objetivo é preencher uma linha na horizontal, vertical ou nas diagonais, em um tabuleiro contendo possíveis resultados das tabuadas do 2, 3, 4 e 5.
Material: tabuleiro contendo nove quadrinhos com possíveis resultados das tabuadas do 2, 3, 4 e 5; fichas com os fatos das tabuadas do 2, 3, 4 e 5; 10 tampas de garrafa pet de duas cores diferentes, sendo 5 para cada jogador.
Número de jogadores: 2
Modo de jogar: as fichas são embaralhadas e dispostas no centro da mesa viradas para baixo; cada jogador na sua vez retira uma ficha, realiza o cálculo e verifica se tem o
Fonte: Arquivo pessoal da professora (2019).
resultado no tabuleiro; caso tenha coloca uma das suas tampas em cima; se não tiver, passa a vez. As fichas retiradas não voltam para o monte, permanecem em poder do jogador. Vence quem conseguir formar primeiro uma linha com 3 tampas na horizontal, vertical ou nas diagonais. Se encerradas as fichas ninguém conseguir formar uma linha, o jogo empata.
Obs.: para os alunos com muitas dificuldades é possibilitada a utilização de material de consulta, como a tábua da multiplicação.
Exemplo de tabuleiro e cartas:
Figura 3 - Tabuleiro do Jogo da Velha (exemplo).
Com este exemplo, o jogador poderia preencher uma diagonal a partir do resultado das fichas retiradas.
CONCLUSÕES
A atividade lúdica nos anos iniciais do Ensino Fundamental, principalmente em sua etapa inicial, favorece a aprendizagem e desafia o aluno a, de forma prazerosa, desenvolver o consolidar conceitos, principalmente matemáticos. É sabido que nesta faixa etária a manipulação de materiais é fundamental, uma vez que as crianças ainda encontram-se em período de abstração.
Ao desenvolver este trabalho com a turma do 3º ano, foi possível consolidar a ideia inicial de favorecimento da aprendizagem a partir do uso dos jogos didáticos como recurso para a aprendizagem. Assim, percebe-se que
o jogo, nas suas diferentes formas, é uma excelente via de acesso a novos conhecimentos, porque além de tornar significativo o encontro com novos saberes, também cria um contexto em que se apoderar desses conhecimentos
8x3 5x5 10x3
Fonte: Arquivo pessoal da professora (2019).
tem uma razão mais próxima do ponto de vista infantil – ir bem no jogo – além da razão que a escola sempre lhe apresenta, que é preparar-se para a vida futura (CASTANHO, 2013).
A aprendizagem matemática não tem fim, pois vai criando novos contextos e aprofundando-se conforme os anos escolares transcorrem. Os jogos propostos cumpriram com sua função: desafiar os alunos no aprofundamento dos conceitos matemáticos relacionados ao campo multiplicativo. É certo, também, que estes são recursos que apoiam a aprendizagem, ao lado de tantas outras estratégias utilizadas.
REFERÊNCIAS
BRASIL, Secretaria de Educação Básica. Diretoria de Apoio à Gestão. Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa: Operações na resolução de problemas. Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, Diretoria de Apoio à Gestão Educacional.
Brasília, MEC, SEB, 2014. 88 p.
CASTANHO, Ana Flávia Alonso. O jogo e seu lugar na aprendizagem da Matemática. Revista Nova Escola Digital, 2013. Disponível em
<https://novaescola.org.br/conteudo/1784/o-jogo-e-seu-lugar-na-aprendizagem-da- matematica>. Acesso em: 04 ago. 2013.
GURGEL, Thaís. Multiplicação e divisão já nas séries iniciais. Revista Nova Escola Digital, 2009. Disponível em <https://novaescola.org.br/conteudo/2662/multiplicacao-e- divisao-ja-nas-series-iniciais> Acesso em: 02 ago. 2009
Trabalho desenvolvido com a turma do 3º ano do Ensino Fundamental, pelos alunos Kalebe Oliveira dos Santos e Pedro Henrique Griebeler de Medeiros, da Escola Municipal de Ensino Fundamental Pedro Speroni.
Dados para contato:
Expositor: Kalebe Oliveira dos Santos; e-mail: [email protected];
Expositor: Pedro Henrique Griebeler de Medeiros; e-mail: [email protected];
Professor Orientador: Ângela Denise Riske Müller; e-mail: [email protected].