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Marli Koefender.pdf - Univali

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Academic year: 2023

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Dissertação apresentada como requisito parcial para obtenção do título de Mestre no Programa de Mestrado Profissional em Saúde e Gestão do Trabalho da Universidade do Vale do Itajaí, Centro de Ciências da Saúde de Itajaí. Este trabalho surgiu de reflexões críticas sobre o Mestrado Profissional em Saúde e Gestão do Trabalho da UNIVALI (MPSGT da UNIVALI) e trata de questões de Educação e Saúde em meio à chamada “pós-modernidade”, buscando posicionar-se em sobre as possibilidades de construção de uma Educação em Saúde humanizada.

O Mestrado Profissional em Saúde no Brasil – MPSGT UNIVALI

O ano de 2004 coroa essa meta com a Portaria 198/GM/MS do Ministério da Saúde, que institui uma política nacional de educação continuada em saúde como estratégia para um sistema único de saúde. Segundo Dittrich e Silva (2012), ambas as Portarias aparecem com um único objectivo, ou seja, a formação e educação de recursos humanos em saúde como estratégia para transformar a formação, os cuidados, a liderança, a elaboração de políticas, a participação pública e as práticas de supervisão no sector da saúde.

A Concepção de Ser Humano

O meio ambiente faz parte da realidade, que se expressa na ideia de realidade e de vida na percepção humana. Este é o processo de capacitar as pessoas para que se sintam capazes de criar novas situações diante das adversidades da vida.

O Empoderamento Profissional em Saúde

Na formação de profissionais de saúde é cada vez mais necessário, com vistas à capacitação profissional, compreender a complexidade do ser humano dentro de uma visão integrada de saúde. Na formação de profissionais de saúde, torna-se cada vez mais necessário compreender a complexidade do ser humano dentro de uma visão integrada de saúde.

Procedimentos Metodológicos

Instrumento de Coleta de Dados

A escolha de um questionário com perguntas abertas deve-se ao fato de oferecer a possibilidade de comunicação mais ampla e obtenção de maior quantidade de informações. As perguntas abertas caracterizam-se por exigirem do pesquisador respostas em forma de sentenças ou sentenças, ou seja, permitiram que o informante respondesse livremente em sua própria língua (LAKATOS e MARCONI, 1991), o que permite uma compreensão mais profunda e precisa. pesquisa do pesquisador.

Aplicação do instrumento de coleta de dados

Nesta pesquisa, foi utilizado para a coleta de dados o instrumento questionário aberto, que foi entregue em horário agendado com os egressos, no local de trabalho com feedback pessoal ou via e-mail, e posteriormente transcrito na íntegra.

Sujeitos da Pesquisa

Compreensões dos Dados da Pesquisa

Isto não ficou claro, dado que o empoderamento profissional implica a percepção da pessoa sobre quatro movimentos na sua acção social: o Em si, quando o profissional cria objectivamente estratégias para aplicar a acção; o Para você mesmo quando você começa a pensar crítica e reflexivamente sobre uma ação; o Fora de si, quando aplica a sua estratégia para transformar a realidade e o Para si, quando se realiza à luz dos resultados alcançados e que é referência para novas criações no contexto da ação. E indica que ele vivencia um processo de capacitação profissional e sua importância em sua existência. Essa avaliação é confirmada quando ele também afirma que “socialmente ele sente.

A Compreensão Sobre Identidade Profissional

Como já mencionado por Dittrich e Koefender (2011), a identidade profissional está profundamente enraizada nas características do pensamento e das ações do profissional. Portanto, possui uma identidade profissional na área em que atua, pois demonstrou que desde a sua formação até agora ainda se sente motivado para progredir nos estudos. Por outro lado, o egresso B afirma que a identidade profissional é “uma construção em constante formação e com possibilidades de satisfação das necessidades do trabalho”.

No geral, o perfil dos entrevistados indica uma consciência do que significa identidade profissional.

A Compreensão Sobre Autonomia Profissional

Assim, por um lado, o egresso demonstra ter consciência de sua autonomia para trabalhar com outros profissionais e; por outro lado, afirma que não precisa depender do consentimento de terceiros para agir. Ele disse: “autonomia profissional: você tem uma base psicológica, teórica e prática; operar com segurança; contar com o apoio da instituição; eles sempre buscam inovação. Sua afirmação é marcante: “Tenho autonomia de atuação em todos os parâmetros, pois a instituição demonstra satisfação com meu trabalho, e também tenho equilíbrio emocional para enfrentar as adversidades”.

Se por um lado isso indica satisfação profissional; por outro lado, mostra a consciência de um profissional que pensa que pode fazer tudo, pois em uma instituição é difícil uma pessoa ter total abertura para atuar em todos os parâmetros, bem como compreender, tomando como medida a percepção que seu trabalho esteja totalmente satisfeito.

A Compreensão Sobre Atuação no Mercado de Trabalho

Esse registro demonstra que esse egresso se sente social e profissionalmente desreconhecido em sua atuação no mercado de trabalho. Ou talvez o caminho que este egresso percorreu no mestrado profissional Gestão em Saúde e Trabalho não lhe tenha dado a oportunidade de olhar novamente para o mercado de trabalho. Essa fala mostra que esse egresso vê o mercado de trabalho como uma oportunidade para exercer seu trabalho com qualificação técnico-científica.

Essa ideia, de certa forma, está demonstrando satisfação no mercado de trabalho em que atua.

ARTIGOS CIENTÍFICOS

Refletindo sobre o contexto de vida atual

A difusão destes cultos é surpreendente, pois o seu sucesso é alcançado atendendo indiscriminadamente às necessidades dos seres humanos. A mensagem do culto, com todo um ritual evocativo, trabalha os sentimentos e emoções do ser humano. Esta reflexão sobre a corrida aos cultos religiosos em busca da cura para as dores psicoespirituais remete a outra reflexão sobre a negação da transcendência do ser humano na sua relação com Deus.

É preciso romper com os vícios da racionalidade estrita, que está presente na divisão do homem em espírito (logos) e matéria (hyle), infinito e finito, profano e sagrado.

Criatividade e espiritualidade na arteterapia

É o processo de capacitar as pessoas nas suas inter-relações consigo mesmas, com os outros, com o mundo natural e cultural e com a sua espiritualidade, a base última do seu ser. O ser humano tem em sua estrutura biopsicosespiritual e social a emergência da necessidade de descobrir sentido para sua vida. Esse processo de empoderamento impulsiona as pessoas a vivenciarem experiências diversas, inclusive adversidades que as colocam em situações extremas, o que provoca a necessidade de retorno ao seu ser mais profundo, o que possibilita a descoberta de um novo.

É um fenômeno de criatividade inerente ao ser humano e que se relaciona à sua espiritualidade como prática de fortalecimento do seu ser no mundo.

Arteterapia como processo terapêutico de empoderamento

O próprio homem, quando cria, dá origem à sua criatividade dentro de si, e este é um processo terapêutico de empoderamento para aprender sobre si mesmo no mundo. O ser humano, pela sua complexidade, torna-se capaz de ser ele mesmo, de dar sentido à sua criação e à sua vida. O tema em análise é muito complexo, pois envolve a compreensão do homem como um todo complexo, um corpo-criador interativo, nas dimensões biopsicoespiritual e sociocultural.

A saúde e a educação podem ser vivenciadas plenamente sem considerar o homem como um ser de criatividade e espiritualidade ou vice-versa.

Pluralidade e sobreposição: os setores de assistência à saúde na atualidade e o lugar ocupado pela arteterapia

No sector popular, que é especialmente importante nas sociedades não industrializadas, segundo Helman (op. cit., 2003, p. 75) “certos indivíduos especializam-se em formas de cura sagradas ou seculares, ou numa combinação de ambas. Segundo Helman (op. cit.), os curandeiros populares formam um grupo heterogéneo em termos de estilo e de visão sobre o seu funcionamento e as terapias a utilizar. Contudo, segundo o autor, isso não impede a coexistência de diferentes sistemas, ou um pluralismo de cuidados de saúde, especialmente nas sociedades urbanizadas modernas (HELMAN, 2003).

Tal como sublinhado por Helman (op. cit.), uma forma especial de cuidados de saúde na maioria dos países ocidentais sobrepõe-se tanto aos sectores populares tradicionais como aos sectores profissionais.

Tudo acontece rapidamente e as pessoas sentem que perderam o controle do ritmo da realidade em que vivem, pois o conhecimento e as relações muitas vezes são apenas superficiais e provisórios. As pessoas vivem uma crise tal que querem encontrar um salvador para a sua ansiedade, os seus medos, os seus sentimentos de culpa, o seu vazio interior, a sua pobreza material e psicoespiritual. Esta reflexão sobre a corrida aos cultos religiosos em busca da cura para as dores psicoespirituais remete a outra reflexão a respeito da negação da transcendência das pessoas na relação com sua espiritualidade.

No desejo de sempre querer e saber cada vez mais e não ser questionado, o homem construiu caminhos de realização, mas também de autodestruição.

Criatividade e espiritualidade na arteterapia

Ao ler o cotidiano na educação, na saúde, no trabalho ou em outras relações, fica claro como as pessoas estão em crise, em sentido amplo. Este desafio implica o desejo de descobrir o sentido que se relaciona com o processo de saúde integral como gênese permanente da auto-organização do ser humano nas dimensões biofísica-psico-espiritual. Quanto mais o ser humano cria, mais se abre aos outros e expande o seu ser no mundo; portanto, estende sua vitalidade aos significados presentes dentro e fora de si.

Esse processo de empoderamento impulsiona as pessoas a vivenciarem experiências diversas, inclusive adversidades que as colocam em situações extremas, provocando a necessidade de retorno ao seu ser mais profundo, possibilitando a descoberta de um novo modo de vida.

Arteterapia como processo terapêutico de empoderamento

As imagens revelam símbolos e estes vivem nas profundezas do ser humano criativo e fornecem referências para pensar soluções para a sua saúde. O próprio homem, quando cria, cria a partir de dentro a sua criatividade, e este é um processo terapêutico de empoderamento para o autoconhecimento no mundo. A arteterapia, como processo terapêutico de empoderamento para o enfrentamento das adversidades, é uma prática educativa e saudável, pois trabalha a subjetividade e a objetividade da criação humana quando possibilita ao ser humano expressar seus conceitos sobre si mesmo, que se referem às suas competências. ser e compreender a si mesmo e ao mundo42.

Bergson afirma (op.cit., p. 47): “a experiência nos mostra que a vida da alma, ou se preferir a vida da consciência, unida à vida do corpo e havendo solidariedade entre os dois, não é nada mais." o empoderamento por meio da arteterapia, no sentido quântico, entrelaça a criatividade e a espiritualidade, e é justamente na dança das partículas e das ondas que se situa toda a organização vital-cognitiva do corpo criativo humano.

Trabalhar na formação de profissionais dentro de uma visão de saúde integral - como preconiza o Sistema Único de Saúde (SUS) (BRASIL, 1990), em seus princípios de integridade, universalidade e igualdade - significa compreender um conceito de ser humano e de saúde dentro uma visão integral (BRASIL, 1988). O Mestrado Profissional em Gestão da Saúde e do Trabalho alcança importância acadêmica e político-social na formação dos egressos entrevistados. O presente projeto tem como objetivo investigar a percepção de Empoderamento dos egressos do Mestrado Profissional em Saúde e Gestão do Trabalho UNIVALI, levando em consideração a concepção de empoderamento dos egressos e a autonomia que ele traz, promovendo mudanças na vida pessoal e profissional.

A experiência de formar profissionais dentro da visão da saúde integral, preconizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) (BRASIL, 1990) em seus princípios de integridade, universalidade e justiça, significa compreender o conceito de homem e saúde dentro de uma visão integral. (BRASIL, 1988). Cursando o mestrado profissional em saúde e gestão do trabalho da UNIVALI (MPSGT UNIVALI), esse processo de formação trouxe à pesquisadora uma abertura em sua consciência como trabalhadora da saúde na relação consigo mesma e com os outros em nível pessoal e profissional. Os sujeitos da pesquisa são egressos do Mestrado Profissional em Gestão em Saúde e Trabalho da UNIVALI (MPSGT UNIVALI) que residem ou trabalham na região do Vale do Itajaí de Santa Catarina.

Referências

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