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Eixo Temático – A Formação e os Desafios do Profissional da Educação sala nº 13

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Academic year: 2021

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XV ERIC – (ISSN 2526-4230)

Eixo Temático – A Formação e os Desafios do Profissional da Educação sala nº 13 (ARTIGO)

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XV ERIC – (ISSN 2526-4230) OS DESAFIOS E A ADAPTAÇÃO CURRICULAR DE ALUNOS SUPERDOTADOS E COM ALTAS HABILIDADES NO ENSINO FUNDAMENTAL- 2 NO MUNICÍPIO DE MANDAGUARI-PR

PINTO, Valéria Piola Resumo

A presente pesquisa tem como tema a Superdotação e Altas habilidades no ensino fundamental II no município de Mandaguari-PR. Meu problema de pesquisa é quais os desafios e como ocorre o processo de adaptação curricular de alunos Superdotados e com Altas Habilidades. Como objetivo geral: compreender quais os desafios e como ocorre o processo de adaptação curricular para alunos com Superdotação e Altas Habilidades.

A justificativa dessa pesquisa, é apresentar os grandes para equipe pedagógica dentro da escola, e como ocorre adaptação do currículo para esses alunos com Superdotação e Altas Habilidades. A metodologia será qualitativa baseada em pesquisa de campo, em livros, artigos, teses. Será feito observação na sala de aula para vermos como é realizado o trabalho pedagógico com esses alunos, quais os desafios mais encontrados.

Palavras – chave: Superdotação. Educação. Professor. Currículo. Desafios.

1. Introdução

Este projeto de pesquisa tem como tema Educação Especial e seu recorte temático é Superdotação e Altas Habilidades no ensino fundamental-2 de Mandaguari.

O problema de pesquisa é: quais os desafios e como ocorre o processo de adaptação curricular de alunos Superdotados e com Altas Habilidades no ensino fundamental-2 de Mandaguari?

Temos por hipótese: que na atualidade em que estamos o foco está mais voltado para a falta de aprendizagem dos alunos e acabamos esquecendo daqueles alunos que é um pouco acima da média.

O aluno precisa de necessidades especiais dentro da sala de aula regular e que ele necessita de compreensão e apoio em situações de aprendizagem.

A identificação deve ser efeituada com cautela e muitos critérios, então a falta de estrutura dentro da sala de aula para trabalhar com este aluno, para que esse professor trabalhe com qualidade é preciso que ele conheça a individualidade de cada aluno nesta sala de aula.

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A partir dessa temática, o objetivo geral é: Compreender quais os desafios e como ocorre o processo de adaptação curricular para alunos com Superdotação e Altas Habilidades.

Objetivo especifico: Compreender o que é Superdotação e Altas Habilidades.

Analisar a adaptação curricular no Ensino Fundamental-II.

Identificar quais os desafios dentro da sala de aula do Ensino Fundamental-II alunos com Superdotação e Altas Habilidades.

Esta pesquisa se justifica pelo fato de a criança superdotada e com altas habilidades apresenta grandes desafios para a equipe pedagógica dentro da escola, e para seus familiares, porque para essa criança se apresenta um conteúdo para ela em uma semana na outra não será mais novidade, e isso acaba gerando irritação nesse aluno.

A relevância dessa pesquisa está na necessidade de qualificação dos profissionais, é de suma importância compreender a superdotação e altas habilidades como um todo que esses alunos dentro de sala de aula precisa de atenção de uma forma diferenciada, é necessário que entendam que esse alunos são portadores de uma necessidade especial.

É preciso que tenha uma inclusão verdadeira para esse aluno na sala de aula regular, buscar estratégias, alternativas para que o aluno não fique dentro da escola sem tratamento adequada, que consiga usar essa inteligência elevada de forma que não vire um “fracasso”.

A metodologia deste trabalho será quantitativa, será realizado em Mandaguari na Escola Estadual São Vicenti Pallotti no Ensino Fundamental-II, será observado por meio de entrevista como ocorre o processo de adaptação curricular, e quais desafios na sala de aula regular alunos com Superdotação e Altas Habilidades.

Será feito observações na sala de aula para sabermos como realizado o trabalho pedagógico, se é realizado atividades diferenciadas com esses alunos, quais os desafios que o professor mais encontra para trabalhar com esses alunos Superdotados e com Altas Habilidades.

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Utilizaremos estudos bibliográficos para melhorar o entendimento desta síndrome, tendo em foco os desafios, trabalho curricular, e a relação professor e aluno, para que os alunos tenham atendimento adequados.

É preciso um entendimento que o aluno Superdotado e com Altas Habilidades não é um gênio mas, tem apenas um QI mais elevado em algumas áreas.

Uma educação democrática como se pretende a brasileira deve levar em consideração as diversidades e deve entender que cada aluno tem suas individualidades, e a escola deve oferecer experiências de aprendizagem conforme a habilidade e a potencialidade de cada aluno.

Alunos superdotados e com altas habilidades merecem ter acesso a prática educacionais que atendam suas necessidades para que tenham um melhor desenvolvimento em suas habilidades. É necessário que a coordenação pedagógica entenda que esses alunos necessitam de um atendimento especial como alunos que sofrem de outras síndromes exemplo TDAH, entre outras.

2. JUSTIFICATIVA

A criança superdotada e com altas habilidades apresenta grandes desafios para a equipe pedagógica dentro da escola, e para seus familiares, porque ela lhe da um conteúdo para ela em uma semana na semana posterior não será mais novidade, e isso acaba gerando irritação nesse aluno.

A relevância dessa pesquisa está na necessidade de qualificação dos profissionais, pois é de suma importância compreender a superdotação e altas habilidades como um todo que esses alunos dentro de sala de aula precisa de atenção de uma forma diferenciada de atuação pedagógica, é necessário que os professores entendam que esse alunos são portadores de uma necessidade especial.

É preciso que tenha uma inclusão verdadeira para esse aluno na sala de aula regular, buscar estratégias, alternativas para que o aluno não fique dentro da escola sem tratamento adequado, que consiga usar essa inteligência elevada de forma que não vire um “fracasso”.

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3. OBJETIVO GERAL

Compreender quais os desafios e como ocorre o processo de adaptação curricular para alunos com Superdotação e Altas Habilidades.

OBJETIVO ESPECIFICO

• Compreender o que é Superdotação e Altas Habilidades. • Analisar a adaptação curricular no Ensino Fundamental-II. • Identificar quais os desafios dentro da sala de aula do

Ensino Fundamental-II alunos com Superdotação e Altas Habilidades.

4. METODOLOGIA

A metodologia deste trabalho será quantitativa, será realizado no município Mandaguari na Escola Estadual São Vicenti Pallotti no ensino fundamental-II.

Será feito observações na sala de aula para vermos como é realizado o trabalho pedagógico, se é realizado atividades diferenciadas com esses alunos, quais os desafios que o professor mais encontra para trabalhar com o aluno.

Utilizaremos estudos bibliográficos para melhorar o entendimento desta síndrome, tendo em foco os desafios, trabalho curricular, e a relação professor e aluno, para que os alunos tenham atendimento adequados.

5. REFERENCIAL TEORICO

Todos os estados do Brasil possuem um Núcleo de Atividades de Altas Habilidades e Superdotação (NAAHS) que atuam com alunos matriculados na rede regular de ensino que tenham indicativo de Altas Habilidades, Superdotação.

A ação do NAAHS é estruturado em três vias: atendimento ao professor, ao aluno e á família, o Núcleo de Atividades de Altas Habilidades e Superdotação (NAAHS) do Paraná fica localizado na cidade de Londrina.

O Paraná foi um dos pioneiros, um dos primeiros estados do país a trabalhar com sala de recursos multifuncionais para o atendimento especializado aos alunos. A primeira sala de recursos foi criada em 2000 no Instituto de Educação do Paraná era piloto em Curitiba e atendia cerca de 15 estudantes ao dia.

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Segundo Olzenir Ribeiro o que é mais sério e instigante e que vem causando maiores problemas na educação escolar, é a identificação pelo professor do perfil desse aluno, pela capacidade rápida de aprendizagem.

Na atualidade o enfoque esta mais voltado para a falta de aprendizagem dos alunos e acabam esquecendo daquele aluno que tem um QI mais acima da média, e ele acaba sendo visto dentro da sala de aula como o que quer se achar perto da professora. Porem, é importante perceber que o aluno que possui Altas Habilidades Superdotação ele precisa de cuidados especiais igual os que tem falta de aprendizagem.

Para Renzuli o professor deverá ter o domínio do conteúdo de sua disciplina, estratégias pedagógica, dinâmica desafiadoras e romance com a disciplina.

“O resultado das investigações tem comprovado que os indivíduos muito inteligentes e os superdotados são biologicamente diferentes, sua estrutura cerebral dispões de maior números de células gliais e conexões simápticas, resultado da integração favorável entre padrões genéticos e oportunidades proporcionada pelo meio.” (SABATELLA, 2005, p.27)

As vezes as pessoas não se dão conta de que suas preferência para estudar ou facilidades para aprender estão ligadas á maneira como acessam seu cérebro.

“Superdotação é sinônimo de genialidade esse é um dos mitos dominantes, quando se fala em superdotado, sempre a primeira imagem é a de gênio daquele que é sucesso em tudo que faz.” (SABATELLA, 2005, p.64)

Entendesse que nem todo Superdotado é um gênio mas todo gênio é Superdotado. “A diversidade de características encontradas nos superdotados implica a consciência da responsabilidade de utilizar os mais diversos recursos para a identificação e atendimento das suas necessidades educacionais, educadores não pode correr o risco de não saber como atender um aluno que não se adapta na classe regular, por desconhecerem ou por está fixado em modelo pré determinado de superdotado”. (SABATELLA,2005, p.74)

A inclusão só é feita através da integração, então é necessário que não haja rotulação com o aluno.

“Alguns aspectos da Superdotação representam um desafio real para os profissionais mas devemos ter em mente que superdotados são

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indivíduos normais embora não sejam comuns, não são superiores apenas diferentes, essa diferença precisa ser reconhecida ,valorizada e adequadamente atendida”. (SABATELLA, 2005, p.82)

“Na identificação do potencial, infelizmente não existe uma linha mágica que possa delimitar onde começa a superdotação nem demarcar os vários níveis da inteligência humana”. (SABATELLA, 2005,p.84)

Segundo Sabatella é preciso que haja uma identificação eficaz, e preciso que as atividades educativas, as ações tem que atender o superdotado satisfatoriamente. É preciso que tenha profissionais aptos especializados a realizar processo de triagem avaliação e encaminhamento adequados.

“Conforme está previsto na legislação, os superdotados devem receber atendimento que valorize e respeite suas necessidades educacionais diferenciadas quanto aos seus talentos, aptidões e habilidades”. (SABATELLA,2005, p.116)

“ Planejar alternativas de atendimento ao superdotado, que venham atingir as reais necessidades dos alunos, as expectativas dos pais, bem como correspondam á filosofia educacional das escolas, sem entrar em conflito com o ensino regular é um trabalho que deve ser executado com habilidade e critério”.(SABATELLA,2005, p.117) Então esse aluno tem que ter um tratamento diferenciado, adaptado as condições pessoais do estudante que garanta sua igualdade de oportunidades, que os alunos desenvolva plenamente seus dons pessoais.

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6. CRONOGRAMA Març o Abri l Mai o Junh o Julh o Agost o Setembr o Outubr o Novembr o Leitura e fichamento X Elaboraçã o de pré- projeto X X Escrita X X X X Revisão X Entrega de pré-banca X X Banca X Entrega final X 7. REFERÊNCIAS

Ministério da Educação Secretaria de Educação Especial (MEC)- Programa de Capacitação de Recursos Humanos do Ensino Fundamental: Superdotação e Talento-Volume 1

Acesso em 23/03/2019http://portal.mec.gov.br/component/tags/tag/32300?refresh.

SABATELLA, Maria Lucia Prado. Talento e Superdotação: Problema ou Solução. Curitiba 2005.

Acesso em 24/03/2019

Referências

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