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EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL

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Ano CLIII N

o-

87

Brasília - DF, segunda-feira, 9 de maio de 2016

EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL

Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.gov.br/autenticidade.html , Documento assinado digitalmente conforme MP no-2.200-2 de 24/08/2001, que institui a

Sumário

.

PÁGINA

Atos do Poder Judiciário ... 1

Atos do Poder Executivo... 1

Presidência da República ... 4

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento ... 13

Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação ... 17

Ministério da Cultura ... 17

Ministério da Defesa ... 20

Ministério da Educação ... 23

Ministério da Fazenda... 30

Ministério da Integração Nacional ... 59

Ministério da Justiça ... 60

Ministério da Saúde ... 71

Ministério das Cidades... 107

Ministério das Comunicações ... 118

Ministério das Relações Exteriores ... 120

Ministério de Minas e Energia... 121

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome... 129

Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior . 129 Ministério do Meio Ambiente ... 130

Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão... 131

Ministério do Trabalho e Previdência Social ... 135

Ministério dos Transportes ... 136

Ministério Público da União ... 138

Tribunal de Contas da União ... 138

Poder Judiciário... 141 Entidades de Fiscalização do Exercício das Profissões Liberais . 214

Atos do Poder Judiciário

.

SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

PLENÁRIO

DECISÕES

Ação Direta de Inconstitucionalidade e Ação Declaratória de Constitucionalidade

(Publicação determinada pela Lei nº 9.868, de 10.11.1999) J U L G A M E N TO S

AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE 2.418 (1)

ORIGEM : ADI - 19409 - SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL PROCED. : DISTRITO FEDERAL

R E L ATO R : MIN. TEORI ZAVASCKI

REQTE.(S) : CONSELHO FEDERAL DA ORDEM DOS AD-VOGADOS DO BRASIL

A D V. ( A / S ) : MARCUS VINICIUS FURTADO COELHO (18958/DF, 167075/MG, 2525/PI) E OUTRO(A/S) A D V. ( A / S ) : RAFAEL BARBOSA DE CASTILHO (19979/DF) INTDO.(A/S) : PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Decisão: Retirado de pauta ante a aposentadoria do Ministro

Cezar Peluso (Relator). Ausentes, nesta assentada, os Senhores Mi-nistros Celso de Mello e Joaquim Barbosa. Presidência do Senhor Ministro Ayres Britto. Plenário, 12.09.2012.

Decisão: O Tribunal, por maioria e nos termos do voto do

Relator, julgou improcedente o pedido formulado na ação direta, vencido o Ministro Marco Aurélio, que o julgava procedente em parte. Falaram, pelo requerente Conselho Federal da Ordem dos Ad-vogados do Brasil, o Dr. Oswaldo Pinheiro Ribeiro Junior, OAB/DF 16.275, e, pela Advocacia-Geral da União, a Dra. Grace Maria Fer-nandes Mendonça, Secretária-Geral do Contencioso. Ausente, neste julgamento, o Ministro Gilmar Mendes. Presidiu o julgamento o Mi-nistro Ricardo Lewandowski. Plenário, 04.05.2016.

Secretaria Judiciária

DENNYS ALBUQUERQUE RODRIGUES

Secretário

Atos do Poder Executivo

.

DECRETO No-8.748, DE 6 DE MAIO DE 2016 Promulga o Acordo de Serviços Aéreos en-tre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo da República do Chile, firmado em São Paulo, em 30 de julho de 2009.

A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição

que lhe confere o art. 84, caput, inciso IV, da Constituição, e Considerando que foi firmado o Acordo de Serviços Aéreos entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo da República do Chile, em São Paulo, em 30 de julho de 2009;

Considerando que o Congresso Nacional aprovou o Acordo por meio do Decreto Legislativo nº 5, de 4 de janeiro de 2011; e

Considerando que o Acordo entrou em vigor para a Re-pública Federativa do Brasil, no plano jurídico externo, em 2 de agosto de 2011, nos termos do seu Artigo 28;

D E C R E T A :

Art. 1º Fica promulgado o Acordo de Serviços Aéreos entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo da Re-pública do Chile, firmado em São Paulo, em 30 de julho de 2009, anexo a este Decreto.

Art. 2º São sujeitos à aprovação do Congresso Nacional quaisquer atos que possam resultar em revisão do Acordo e ajustes complementares que acarretem encargos ou compromissos gravosos ao patrimônio nacional, nos termos do inciso I do caput do art. 49 da Constituição.

Art. 3º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 6 de maio de 2016; 195º da Independência e 128º da República.

DILMA ROUSSEFF Mauro Luiz Iecker Vieira Carlos Eduardo Gabas

ACORDO DE SERVIÇOS AÉREOS ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O GOVERNO

DA REPÚBLICA DO CHILE

O Governo da República Federativa do Brasil e

O Governo da República do Chile (daqui por diante referidos como "Partes"),

Sendo Partes da Convenção sobre Aviação Civil Internacional, aberta para assinatura em Chicago no dia 7 de dezembro de 1944;

Desejando contribuir para o desenvolvimento da aviação ci-vil internacional;

Desejando concluir um acordo com o propósito de esta-belecer e explorar serviços aéreos entre e além seus respectivos ter-ritórios e além;

Acordam o que se segue:

ARTIGO 1 Definições

Para aplicação do presente Acordo, salvo disposições em contrário, o termo:

a) "autoridades aeronáuticas" significa, no caso da Repú-blica Federativa do Brasil, a autoridade de aviação civil, representada pela Agência Nacional de Aviação Civil e no caso da República do Chile, a Junta de Aeronáutica Civil, ou em ambos os casos, qualquer outra autoridade ou pessoa autorizada a executar as funções exercidas pelas autoridades acima mencionadas;

b) "Acordo" significa este Acordo, seu(s) Anexo(s) e quais-quer emendas decorrentes;

c) "capacidade" significa o total de serviços estabelecidos pelo Acordo, medida normalmente pelo número de vôos (freqüências) ou de assentos, ou toneladas de carga oferecidas em um mercado (par de cidades ou país a país) ou em uma rota, durante um determinado período, tal como diariamente, semanalmente, por temporada ou anualmente;

d) "Convenção" significa a Convenção sobre Aviação Civil Internacional, aberta para assinatura em Chicago no dia 7 de dezembro de 1944, e inclui qualquer Anexo adotado de acordo com o Artigo 90 daquela Convenção e qualquer emenda aos Anexos ou à Convenção, de acordo com os Artigos 90 e 94, na medida em que esses Anexos e emendas tenham entrado em vigor para ambas as Partes;

e) "empresa aérea designada" significa uma empresa aérea que tenha sido designada e autorizada em conformidade com o Artigo 3 (Designação e Autorização) deste Acordo;

f) "preço" significa os preços e encargos que deverão ser pagos pelo transporte aéreo de passageiros, bagagem e carga e as condições segundo as quais se aplicam estes preços, incluindo preços e condições para agentes e outros serviços auxiliares, mas excluindo a remuneração e condições para o transporte de mala postal;

g) "território", em relação a um Estado tem o significado a ele atribuído no Artigo 2 da Convenção;

h) "tarifa aeronáutica" significa o valor cobrado às empresas aéreas, pelas autoridades competentes, ou por estas autorizado a ser cobrado, pelo uso do aeroporto, ou de suas instalações e serviços, ou de instalações de navegação aérea, ou de instalações de segurança da aviação, incluindo as instalações e os serviços relacionados, por ae-ronaves, suas tripulações, passageiros e carga; e

i) "serviço aéreo", "serviço aéreo internacional", "empresa aérea" e "escala para fins não comerciais", têm os significados a eles atribuídos no Artigo 96 da Convenção.

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Nº 87, segunda-feira, 9 de maio de 2016

ISSN 1677-7042

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COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS

1

ARTIGO 2 Concessão de Direitos

1. Cada Parte concede à outra Parte os direitos especificados neste Acordo, com a finalidade de operar serviços aéreos interna-cionais nas rotas especificadas no Quadro de Rotas.

2. Sujeito às disposições deste Acordo, as empresas aéreas designadas por cada uma das Partes gozarão dos seguintes direitos:

a) o direito de sobrevoar o território da outra Parte sem pousar; b) o direito de fazer escalas no território da outra Parte, para fins não comerciais;

c) o direito de fazer escalas nos pontos das rotas espe-cificadas no Quadro de Rotas do presente Acordo para embarcar e desembarcar tráfego internacional de passageiros, bagagem, carga ou mala postal separadamente ou em combinação; e

d) os demais direitos especificados neste Acordo. 3. As empresas aéreas de cada Parte, outras que não as designadas com base no Artigo 3 (Designação e Autorização) deste Acordo também gozarão dos direitos especificados nas letras a) e b) do parágrafo 2 deste Artigo.

4. Nenhum dispositivo do parágrafo 2 será considerado co-mo concessão a uma empresa aérea designada de uma Parte do direito de embarcar, no território da outra Parte, passageiros, bagagem, carga e mala postal, mediante remuneração e destinados a outro ponto no território dessa outra Parte.

ARTIGO 3 Designação e Autorização

1. Cada Parte terá o direito de designar por escrito à outra Par-te, através dos canais diplomáticos, uma ou mais empresas aéreas para operar os serviços acordados e de revogar ou alterar tal designação.

2. Ao receber tal designação e o pedido de autorização de operação da empresa aérea designada, na forma e no modo prescritos, cada Parte concederá a autorização de operação apropriada com a mínima demora de trâmites, desde que:

a) a empresa aérea tenha sua sede principal de negócios no território da Parte que a designa;

b) o efetivo controle regulatório da empresa aérea designada seja exercido e mantido pela Parte que a designa;

c) a Parte que designa a empresa aérea cumpra as dispo-sições estabelecidas no Artigo 7 (Segurança Operacional) e no Artigo 8 (Segurança da Aviação); e

d) a empresa aérea designada esteja qualificada para sa-tisfazer outras condições determinadas segundo as leis e regulamentos normalmente aplicados à operação de serviços de transporte aéreo internacional pela Parte que recebe a designação.

3. Ao receber a autorização de operação constante do pará-grafo 2, uma empresa aérea designada pode, a qualquer tempo, começar a operar os serviços acordados para os quais tenha sido designada, desde que ela cumpra as disposições aplicáveis deste Acordo.

ARTIGO 4

Negação, Revogação e Limitação de Autorização

1. As autoridades aeronáuticas de cada Parte terão o direito de negar as autorizações mencionadas no Artigo 3 (Designação e Autorização) deste Acordo à empresa aérea designada pela outra Parte e de revogar, suspender ou impor condições a tais autorizações, temporária ou permanentemente nos casos em que:

a) considerem que a empresa aérea designada não tenha sua sede principal de negócios no território da Parte designante; ou

b) o efetivo controle regulatório da empresa aérea designada não seja exercido e mantido pela Parte que a designa; ou

c) a Parte que designa a empresa aérea não cumpra as dis-posições estabelecidas no Artigo 7 (Segurança Operacional) e no Artigo 8 (Segurança da Aviação); ou

d) a empresa aérea designada não esteja qualificada para atender outras condições determinadas segundo as leis e regulamentos normalmente aplicados à operação de serviços de transporte aéreo internacional pela Parte que recebe a designação.

2. A menos que a imediata revogação, suspensão ou impo-sição das condições previstas no parágrafo 1 do presente Artigo seja essencial para impedir novas infrações a leis e regulamentos, ou às disposições deste Acordo, esse direito somente será exercido após a realização de consultas com a outra Parte. Tais consultas deverão ocor-rer antes de expirar o prazo de trinta (30) dias a partir da data da solicitação por uma Parte, salvo entendimento diverso entre as Partes.

ARTIGO 5 Aplicação de Leis

1. As leis e regulamentos de uma Parte relativos à entrada ou saída de seu território de aeronave engajada em serviços aéreos internacionais, ou a operação e navegação de tal aeronave enquanto em seu território, serão aplicadas à aeronave das empresas aéreas da outra Parte.

2. As leis e regulamentos de uma Parte, relativos à entrada, permanência e saída de seu território, de passageiros, tripulantes e carga, incluindo mala postal, tais como os relativos à imigração, alfândega, moeda, saúde e quarentena serão aplicados aos passa-geiros, tripulantes, carga e mala postal transportados por aeronaves das empresas aéreas da outra Parte enquanto permanecerem no re-ferido território.

3. Nenhuma Parte dará preferência às suas próprias presas aéreas ou a qualquer outra empresa aérea em relação às em-presas aéreas da outra Parte engajadas em transporte aéreo inter-nacional similar, na aplicação de seus regulamentos de imigração, alfândega, quarentena e regulamentos similares.

4. Passageiros, bagagem, carga e mala postal em trânsito direto serão sujeitos apenas a um controle simplificado. Bagagem e carga em trânsito direto deverão ser isentas de taxas alfandegárias e outras taxas similares.

ARTIGO 6

Reconhecimento de Certificados e Licenças

1. Certificados de aeronavegabilidade, certificados de ha-bilitação e licenças, emitidos ou convalidados por uma Parte e ainda em vigor, serão reconhecidos como válidos pela outra Parte para o objetivo de operar os serviços acordados, desde que os requisitos sob os quais tais certificados e licenças foram emitidos ou convalidados sejam iguais ou superiores aos padrões mínimos estabelecidos se-gundo a Convenção.

2. Se os privilégios ou as condições das licenças ou cer-tificados mencionados no parágrafo 1 anterior, emitidos pelas au-toridades aeronáuticas de uma Parte para qualquer pessoa ou empresa aérea designada, ou relativos a uma aeronave utilizada na operação dos serviços acordados, permitirem uma diferença dos padrões mí-nimos estabelecidos pela Convenção, e que tal diferença tenha sido notificada à Organização de Aviação Civil Internacional (OACI), a outra Parte pode pedir que se realizem consultas entre as autoridades aeronáuticas a fim de esclarecer a prática em questão.

3. Cada Parte, todavia, reserva-se o direito de recusar-se a reconhecer, para o objetivo de sobrevôo ou pouso em seu próprio território, certificados de habilitação e licenças concedidas aos seus próprios nacionais pela outra Parte.

ARTIGO 7 Segurança Operacional

1. Cada Parte poderá solicitar a qualquer momento a rea-lização de consultas sobre as normas de segurança operacional apli-cadas pela outra Parte nos aspectos relacionados com as instalações aeronáuticas, tripulações de vôo, aeronaves e operações de aeronaves. Tais consultas serão realizadas dentro dos 30 (trinta) dias após a apresentação da referida solicitação.

2. Se, depois de realizadas tais consultas, uma Parte chega à conclusão de que a outra não mantém e administra de maneira efetiva os padrões de segurança, nos aspectos mencionados no parágrafo 1, que tratam das normas de segurança operacional, que satisfaçam as normas em vigor de conformidade com a Convenção, a outra Parte será informada de tais conclusões e das medidas que se considerem necessárias para cumprir as normas da OACI. A outra Parte deverá, então, tomar as medidas corretivas para o caso, dentro de um prazo acordado.

3. De acordo com o Artigo 16 da Convenção, fica também acordado que qualquer aeronave operada por ou em nome de uma empresa aérea de uma Parte, que preste serviço para ou do território da outra Parte poderá, quando se encontrar no território desta última, ser objeto de uma inspeção pelos representantes autorizados da outra Parte, desde que esta não cause demoras desnecessárias à operação da aeronave. Não obstante as obrigações mencionadas no Artigo 33 da Convenção, o objetivo desta inspeção é verificar a validade da do-cumentação pertinente da aeronave, as licenças de sua tripulação e se o equipamento da aeronave e a condição da mesma estão conformes com as normas em vigor estabelecidas com base na Convenção.

4. Quando uma ação urgente for essencial para assegurar a segurança da operação de uma empresa aérea, cada Parte reserva-se o direito de suspender ou modificar imediatamente a autorização de operação de uma ou mais empresas aéreas da outra Parte.

5. Qualquer medida tomada por uma Parte de acordo com o parágrafo 4 acima será suspensa assim que deixem de existir os motivos que levaram à adoção de tal medida.

6. Com referência ao parágrafo 2, se for constatado que uma Parte continua a não cumprir as normas da OACI, depois de trans-corrido o prazo acordado, o Secretário Geral da OACI será disto notificado. O mesmo também será notificado após a solução sa-tisfatória de tal situação.

ARTIGO 8 Segurança da Aviação

1. Em conformidade com seus direitos e obrigações segundo o Direito Internacional, as Partes reafirmam que sua obrigação mútua de proteger a aviação civil contra atos de interferência ilícita constitui parte integrante do presente Acordo. Sem limitar a validade geral de seus direitos e obrigações resultantes do Direito Internacional, as Partes atuarão, em particular, segundo as disposições da Convenção sobre Infrações e Certos Outros Atos Praticados a Bordo de Ae-ronaves, assinada em Tóquio em 14 de setembro de 1963, da Con-venção para a Repressão ao Apoderamento Ilícito de Aeronaves, assinada em Haia em 16 de dezembro de 1970 e da Convenção para a Repressão de Atos Ilícitos contra a Segurança da Aviação Civil, assinada em Montreal em 23 de setembro de 1971, e seu Protocolo Suplementar para Repressão de Atos Ilícitos de Violência em Ae-roportos Utilizados pela Aviação Civil Internacional, assinado em Montreal em 24 de fevereiro de 1988, da Convenção para a Marcação de Explosivos Plásticos para o Propósito de Detecção, assinada em Montreal em 1 de março de 1991, bem como qualquer outra con-venção ou protocolo sobre segurança da aviação civil, aos quais ambas as Partes venham a aderir.

2. As Partes fornecerão, mediante solicitação, toda a as-sistência mútua necessária para a prevenção contra atos de apode-ramento ilícito de aeronaves civis e outros atos ilícitos contra a segurança dessas aeronaves, seus passageiros e tripulações, aeroportos e instalações de navegação aérea, e qualquer outra ameaça à se-gurança da aviação civil.

3. As Partes agirão, em suas relações mútuas, segundo as disposições sobre segurança da aviação estabelecidas pela OACI e designadas como Anexos à Convenção; exigirão que operadores de aeronaves por elas registradas, ou operadores de aeronaves que es-tejam estabelecidos em seu território e os operadores de aeroportos situados em seu território ajam em conformidade com as referidas disposições sobre a segurança da aviação. Cada Parte notificará a outra Parte de toda diferença entre seus regulamentos e métodos nacionais e as normas de segurança da aviação dos Anexos. Qualquer das Partes poderá solicitar a qualquer momento a imediata realização de consultas com a outra Parte sobre tais diferenças.

4. Cada Parte concorda que a tais operadores de aeronaves pode ser exigido que observem as disposições sobre a segurança da aviação mencionadas no parágrafo 3 deste Artigo e exigidas pela outra Parte para a entrada, saída, ou permanência no território da outra Parte. Cada Parte assegurará que medidas adequadas sejam efetivamente aplicadas em seu território para proteger a aeronave e

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ISSN 1677-7042

EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL

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para inspecionar passageiros, tripulações, bagagens de mão, bagagens, carga e provisões de bordo, antes e durante o embarque ou car-regamento. Cada Parte, também, considerará de modo favorável toda solicitação da outra Parte, com vistas a adotar medidas especiais e razoáveis de segurança para combater uma ameaça específica.

5. Quando ocorrer um incidente, ou ameaça de incidente de apoderamento ilícito de aeronave civil, ou outros atos ilícitos contra a segurança de tal aeronave, de seus passageiros e tripulações, de ae-roportos ou instalações de navegação aérea, as Partes assistir-se-ão mutuamente, facilitando as comunicações e outras medidas apropria-das, destinadas a pôr termo, de forma rápida e segura, a tal incidente ou ameaça.

6. Cada Parte terá o direito, dentro dos 60 (sessenta) dias seguintes à notificação, de que suas autoridades aeronáuticas efetuem uma avaliação no território da outra Parte das medidas de segurança sendo aplicadas ou que planejam aplicar, pelos operadores de ae-ronaves, com respeito aos vôos que chegam procedentes do território da primeira Parte ou que sigam para o mesmo. Os entendimentos administrativos para a realização de tais avaliações serão feitos entre as autoridades aeronáuticas e implementados sem demora a fim de se assegurar que as avaliações se realizem de maneira expedita. Todas as avaliações estarão cobertas por um acordo confidencial específico.

7. Quando uma Parte tiver motivos razoáveis para acreditar que a outra Parte não cumpre as disposições deste Artigo, a primeira Parte poderá solicitar a realização de consultas. Tais consultas co-meçarão dentro dos 15 (quinze) dias seguintes ao recebimento de tal solicitação de qualquer das Partes. No caso de não se chegar a um acordo satisfatório dentro dos 15 (quinze) dias a partir do começo das consultas, isto constituirá motivo para negar, revogar, suspender ou impor condições sobre as autorizações da empresa aérea ou empresas aéreas designadas pela outra Parte. Quando justificada por uma emer-gência ou para impedir que continue o descumprimento das dis-posições deste Artigo, a primeira Parte poderá adotar medidas tem-porárias a qualquer momento.

ARTIGO 9 Tarifas Aeronáuticas

1. Nenhuma Parte cobrará ou permitirá que sejam cobradas das empresas aéreas designadas da outra Parte tarifas aeronáuticas superiores às cobradas às suas próprias empresas aéreas que operem serviços aéreos internacionais semelhantes.

2. Cada Parte encorajará a realização de consultas sobre tarifas aeronáuticas entre suas autoridades competentes e as empresas aéreas que utilizam as instalações e os serviços proporcionados, quan-do for factível por meio das organizações representativas de tais empresas aéreas. Propostas de modificação das tarifas aeronáuticas deverão ser comunicadas a tais usuários com razoável antecedência, a fim de permitir-lhes expressar seus pontos de vista antes que as alterações sejam feitas. Adicionalmente, cada Parte encorajará suas autoridades competentes e tais usuários a trocarem informações apro-priadas relativas às tarifas aeronáuticas.

ARTIGO 10 Direitos Alfandegários

1. Cada Parte, com base na reciprocidade, isentará uma em-presa aérea designada da outra Parte, no maior grau possível em conformidade com sua legislação nacional, de restrições sobre im-portações, direitos alfandegários, impostos indiretos, taxas de ins-peção e outras taxas e gravames nacionais que não se baseiem no custo dos serviços proporcionados na chegada, sobre aeronaves, com-bustíveis, lubrificantes, suprimentos técnicos de consumo, peças so-bressalentes incluindo motores, equipamento de uso normal dessas aeronaves, provisões de bordo e outros itens, tais como bilhetes, conhecimentos aéreos, material impresso com o símbolo da empresa aérea e material publicitário comum distribuído gratuitamente pela empresa aérea designada, destinados ou usados exclusivamente na operação ou manutenção das aeronaves da empresa aérea designada da Parte que esteja operando os serviços acordados.

2. As isenções previstas neste Artigo serão aplicadas aos produtos referidos no parágrafo 1:

a) introduzidos no território de uma Parte por ou sob a responsabilidade da empresa aérea designada pela outra Parte;

b) mantidos a bordo das aeronaves da empresa aérea de-signada de uma Parte, na chegada ou na saída do território da outra Parte; ou

c) embarcados nas aeronaves da empresa aérea designada de uma Parte no território da outra Parte e com o objetivo de serem usados na operação dos serviços acordados, sejam ou não tais pro-dutos utilizados ou consumidos totalmente dentro do território da Parte que outorga a isenção, sob a condição de que sua propriedade não seja transferida no território de tal Parte.

3. O equipamento de bordo de uso regular, bem como os materiais e suprimentos normalmente mantidos a bordo das aeronaves de uma empresa aérea designada de qualquer das Partes, somente poderão ser descarregados no território da outra Parte com a au-torização das autoridades alfandegárias de tal território. Nesse caso, tais itens poderão ser colocados sob a supervisão das mencionadas autoridades até que sejam reexportados ou se lhes dê outro destino, conforme os regulamentos alfandegários.

ARTIGO 11 Capacidade

Cada Parte permitirá que cada empresa aérea designada deter-mine a freqüência e a capacidade dos serviços de transporte aéreo in-ternacional que oferece nos termos e condições que acordem as Partes.

ARTIGO 12 P re ç o s

1. Os preços cobrados pelos serviços operados com base neste Acordo, entre países da América do Sul, poderão ser esta-belecidos livremente sem estar sujeitos a aprovação.

2. Não obstante a disposição do parágrafo 1 do presente Artigo, os preços cobrados pelas empresas aéreas designadas de am-bas as Partes, nos serviços de longo curso, em 5ª e 6ª liberdades, estarão sujeitos às regras do país que origina tal tráfego.

3. As empresas aéreas designadas de ambas as Partes de-verão notificar seus preços às autoridades aeronáuticas de ambas as Partes, segundo as condições de cada Parte.

ARTIGO 13 Concorrência

1. As Partes deverão informar-se mutuamente sobre suas leis, políticas e práticas sobre a concorrência e/ou modificações das mesmas, bem como quaisquer objetivos concretos a elas relacionados, que poderiam afetar a operação de serviços de transporte aéreo co-bertos por este Acordo e deverão identificar as autoridades respon-sáveis por sua aplicação.

2. As Partes deverão notificar-se mutuamente sempre que considerarem que pode haver incompatibilidade entre a aplicação de suas leis, políticas e práticas sobre a concorrência, e as matérias relacionadas à aplicação deste Acordo.

3. Não obstante quaisquer outras disposições em contrário, nada do disposto neste Acordo deverá (i) requerer ou favorecer a adoção de acordos entre empresas, decisões de associações de em-presas ou práticas combinadas que impeçam ou distorçam a con-corrência; (ii) reforçar os efeitos de tais acordos, decisões ou práticas combinadas; ou (iii) delegar a operadores econômicos privados a responsabilidade da tomada de medidas que impeçam, distorçam ou restrinjam a concorrência.

ARTIGO 14

Conversão de Divisas e Remessa de Receitas

1. Cada Parte permitirá às empresas aéreas designadas da outra Parte converter e remeter para o exterior, a pedido, todas as receitas locais provenientes da venda de serviços de transporte aéreo e de atividades conexas diretamente vinculadas ao transporte aéreo que excedam as somas localmente desembolsadas, permitindo-se sua rápida conversão e remessa sem restrições, discriminação nem co-brança de impostos sobre as mesmas, à taxa de câmbio do dia do pedido para a conversão e remessa.

2. A conversão e a remessa de tais receitas serão permitidas em conformidade com a legislação vigente, e não estarão sujeitas a quaisquer encargos administrativos ou cambiais, exceto aqueles nor-malmente cobrados pelos bancos para a sua execução.

3. O disposto neste Artigo não desobriga as empresas aéreas de ambas as Partes do pagamento dos impostos, taxas e contribuições a que estejam sujeitas.

4. Caso exista um acordo especial entre as Partes para evitar a dupla tributação, ou caso um acordo especial regule a transferência de fundos entre as Partes, tais acordos prevalecerão.

ARTIGO 15 Atividades Comerciais

1. Cada Parte concederá às empresas aéreas da outra Parte o direito de vender e comercializar em seu território, serviços de trans-porte aéreo internacional, diretamente ou por meio de agentes ou outros intermediários, à escolha da empresa aérea, incluindo o direito de estabelecer seus próprios escritórios, tanto como empresa ope-radora como não opeope-radora.

2. Cada empresa aérea terá o direito de vender serviços de transporte na moeda desse território ou, sujeito às leis e regulamentos nacionais, em moedas livremente conversíveis de outros países, e qualquer pessoa poderá adquirir tais serviços de transporte em moe-das aceitas por essa empresa aérea.

3. As empresas aéreas designadas de uma Parte poderão, com base em reciprocidade, trazer e manter no território da outra Parte seus representantes e o pessoal comercial, operacional e técnico necessário à operação dos serviços acordados.

4. Essas necessidades de pessoal podem, a critério das em-presas aéreas designadas de uma Parte, ser satisfeitas com pessoal próprio ou usando os serviços de qualquer outra organização, com-panhia ou empresa aérea que opere no território da outra Parte, autorizadas a prestar esses serviços para outras empresas aéreas.

5. Os representantes e os auxiliares estarão sujeitos às leis e regulamentos em vigor da outra Parte e de acordo com tais leis e regulamentos:

a) cada Parte concederá, com base na reciprocidade e com o mínimo de demora, as autorizações de emprego, os vistos de visitantes ou outros documentos similares necessários para os representantes e os auxiliares mencionados no parágrafo 3 deste Artigo; e

b) ambas as Partes facilitarão e acelerarão as autorizações de emprego necessárias ao pessoal que desempenhe certos serviços temporários que não excedam 90 (noventa) dias.

ARTIGO 16 Código Compartilhado

1. As empresas aéreas designadas de ambas as Partes po-derão operar ou oferecer serviços, utilizando as modalidades de có-digo compartilhado, bloqueio de espaço e outras formas de operação conjunta: i) com empresas aéreas de qualquer uma das Partes e ii) com empresas aéreas de um terceiro país, sempre e quando o referido terceiro país autorize ou permita a realização de acordos equivalentes entre as empresas aéreas da outra Parte e outras empresas aéreas nos serviços até e desde o referido terceiro país.

2. Todas as empresas aéreas que concluam tais acordos de-verão contar com direitos de tráfego correspondentes e cumprir os requisitos que normalmente se aplicam a tais acordos.

3. Para a realização de códigos compartilhados, deverão ser cumpridos os seguintes requisitos: (a) se envolverem uma empresa aérea da outra Parte, o código compartilhado poderá ser exercido até o total do número de freqüências de ambas as empresas aéreas de-signadas; (b) se envolverem uma empresa de um terceiro país, o código compartilhado estará limitado ao número de freqüências au-torizado à empresa aérea designada da Parte interessada; e (c) os bilhetes de passagem e/ou conhecimento aéreo estabeleçam clara-mente ao comprador ou usuário do respectivo serviço, qual é a em-presa aérea que efetivamente operará cada trecho do serviço e com qual empresa aérea terá uma relação comercial-contratual.

ARTIGO 17 Flexibilidade Operacional

As empresas aéreas de cada Parte poderão realizar o trans-porte aéreo de passageiros, carga e mala postal, utilizando suas pró-prias aeronaves ou aeronaves que sejam arrendadas de empresas aé-reas das Partes, como também de empresas aéaé-reas de terceiros países, desde que a aeronave ou aeronaves que se utilizem para tal fim e as respectivas tripulações cumpram com os requisitos e padrões de se-gurança operacional estabelecidos por cada Parte.

ARTIGO 18 Estatísticas

As autoridades aeronáuticas de cada Parte proporcionarão ou farão com que suas empresas aéreas designadas proporcionem às autoridades aeronáuticas da outra Parte, a pedido, as estatísticas pe-riódicas ou eventuais, que possam ser razoavelmente necessárias.

ARTIGO 19 Aprovação de Horários

1. As empresas aéreas designadas de cada Parte submeterão sua previsão de horários de vôos à aprovação das autoridades ae-ronáuticas da outra Parte, pelo menos 30 (trinta) dias antes de ope-ração dos serviços acordados. O mesmo procedimento será aplicado para qualquer modificação dos horários.

2. Para os vôos de reforço que a empresa aérea designada de uma Parte deseje operar nos serviços acordados, fora do quadro ho-rário aprovado, essa empresa aérea solicitará autorização prévia das autoridades aeronáuticas da outra Parte. Tais solicitações serão sub-metidas pelo menos 15 (quinze) dias antes da operação de tais vôos.

ARTIGO 20 Proteção do Meio Ambiente

As Partes concordam com a necessidade de proteger o meio ambiente fomentando o desenvolvimento sustentável da aviação. Com respeito às operações entre seus respectivos territórios, as Partes acor-dam cumprir as normas e práticas recomendadas pelo Anexo 16 da OACI (SARPs) e as políticas e orientações da OACI vigentes sobre proteção do meio ambiente.

ARTIGO 21 Consultas

1. Qualquer das Partes pode, a qualquer tempo, solicitar a realização de consultas sobre a interpretação, aplicação, implementação ou emenda deste Acordo ou o satisfatório cumprimento deste Acordo. 2. Tais consultas, que podem ser feitas mediante reuniões ou por correspondência, serão iniciadas dentro de um período de 60 (sessenta) dias a partir da data do recebimento da solicitação por escrito pela outra Parte, a menos que de outra forma acordado por ambas as Partes.

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Nº 87, segunda-feira, 9 de maio de 2016

ISSN 1677-7042

Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.gov.br/autenticidade.html , Documento assinado digitalmente conforme MP no-2.200-2 de 24/08/2001, que institui a

COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS

1

ARTIGO 22 Solução de Controvérsias

1. No caso de qualquer controvérsia que possa surgir entre as Partes, relativa à interpretação ou aplicação deste Acordo, com exceção das que possam surgir decorrentes dos Artigos 7 (Segurança Operacional) e 8 (Segurança da Aviação), as autoridades aeronáuticas das Partes buscarão, em primeiro lugar, resolvê-las por meio de con-sultas e negociações.

2. Caso as Partes não cheguem a um acordo por meio de negociação, a controvérsia será solucionada através dos canais di-plomáticos.

ARTIGO 23 Emendas

1. Qualquer emenda deste Acordo acertada entre as Partes, em conformidade com o Artigo 21 (Consultas), entrará em vigor na data a ser determinada por troca de notas diplomáticas, indicando que todos os procedimentos internos necessários foram completados pelas Partes.

2. Qualquer emenda ao Anexo a este Acordo poderá ser acertada por escrito entre as autoridades aeronáuticas das Partes e entrará em vigor quando confirmada por troca de notas diplomáticas.

ARTIGO 24 Acordos Multilaterais

Se um acordo multilateral relativo a transporte aéreo entrar em vigor em relação a ambas as Partes, o presente Acordo será emen-dado para conformar-se às disposições de tal acordo multilateral.

ARTIGO 25 Denúncia

Qualquer das Partes pode, a qualquer tempo, notificar a outra Parte por escrito, por via diplomática, sua decisão de denunciar este Acordo. Tal notificação será feita simultaneamente à OACI. Este Acordo expirará à meia noite, hora local da Parte notificada, ime-diatamente antes do primeiro aniversário da data de recebimento da notificação pela outra Parte, a menos que se retire tal notificação mediante acordo, antes de concluído tal prazo. Se a outra Parte não acusar recebimento, será considerado que a notificação foi recebida 14 (quatorze) dias depois de seu recebimento pela OACI.

ARTIGO 26 Registro na OACI

Este Acordo e qualquer emenda ao mesmo serão registrados, depois de assinados, na OACI pela Parte em cujo território haja sido assinado, ou conforme o acertado entre as Partes.

ARTIGO 27 Não Discriminação

As Partes entendem que o presente Acordo está baseado no princípio de não discriminação mútua, nos termos em que cada Parte outorgará à outra Parte um tratamento igualitário, equivalente e não discriminatório às empresas aéreas designadas por cada Parte, par-ticularmente com relação aos direitos e obrigações estabelecidos no presente Acordo.

ARTIGO 28 Entrada em Vigor

Este Acordo entrará em vigor em data a ser determinada em troca de Notas Diplomáticas indicando que todos os procedimentos internos necessários foram completados pelas Partes. Ao entrar em vigor, este Acordo revogará e substituirá o Acordo sobre Transportes Aéreos assinado no Rio de Janeiro, em 4 de julho de 1947.

Em testemunho do que os abaixo assinados, estando de-vidamente autorizados pelos seus respectivos Governos, assinaram o presente Acordo.

Feito em São Paulo, no dia 30 de julho de 2009, em por-tuguês e espanhol, sendo ambos os textos igualmente autênticos.

PELO GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL __________________________________________

Samuel Pinheiro Guimarães

Secretário-Geral das Relações Exteriores PELO GOVERNO DA REPÚBLICA DO CHILE ___________________________________________

Mariano Fernández Amunátegui

Ministro das Relações Exteriores

ANEXO QUADRO DE ROTAS Rotas Brasileiras

Rotas Regionais

Aquém: pontos na América do Sul Pontos no Brasil

Via: pontos na América do Sul Para: pontos no Chile

Além: pontos na América do Sul

Rotas de Longo Curso

Aquém: quaisquer pontos Pontos no Brasil Via: quaisquer pontos Para: pontos no Chile Além: quaisquer pontos

Rotas Chilenas Rotas Regionais

Aquém: pontos na América do Sul Pontos no Chile

Via: pontos na América do Sul Para: pontos no Brasil

Além: pontos na América do Sul

Rotas de Longo Curso

Aquém: quaisquer pontos Pontos no Chile Via: quaisquer pontos Para: pontos no Brasil Além: quaisquer pontos

N O TA :

As empresas aéreas designadas de cada Parte Contratante poderão, em qualquer ou em todos os vôos, omitir escalas em suas respectivas rotas especificadas, e poderão servir mais de um ponto na mesma rota e em qualquer ordem, desde que sirvam pelo menos um ponto no território da Parte que designa a empresa e que não caracterizem direitos de 7ª Liberdade. Adicionalmente, as empresas aéreas de-signadas por cada Parte poderão:

a) Efetuar vôos em qualquer direção ou em ambas. b) Combinar diferentes números de vôo na operação de uma só aeronave.

c) Transferir o tráfego de passageiros, carga e/ou mala pos-tal desde uma aeronave à outra distinta ou a várias aeronaves distintas daquela(s) utilizada(s) sobre a mesma rota antes dessa escala, seja(m) esta(s) aeronave(s) própria(s) ou operada(s) sob qualquer outra forma permitida por este Acordo.

d) Servir pontos anteriores a qualquer ponto em seu ter-ritório, com ou sem mudança de aeronave ou número de vôo, e poder oferecer e anunciar esses serviços ao público como serviços diretos.

DECRETO DE 6 DE MAIO DE 2016

Declara de utilidade pública obra essencial de infraestrutura portuária de interesse na-cional destinada ao serviço público de transporte marítimo.

A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição

que lhe confere o art. 84, caput, inciso IV, da Constituição, tendo em vista o disposto no art. 3º, caput, inciso VII, alínea "b", da Lei nº 11.428, de 22 de dezembro de 2006, e de acordo com o que consta do Processo da Secretaria de Portos da Presidência da República nº 00045.004147/2014-66,

D E C R E T A :

Art. 1º Fica declarada de utilidade pública, para fins do disposto no art. 3º caput, inciso VII, alínea "b", da Lei nº 11.428, de 22 de dezembro de 2006, a obra essencial de implantação do Porto Pontal do Paraná Importação e Exportação S.A., localizada no Mu-nicípio de Pontal do Paraná, Estado do Paraná, destinada ao serviço público de transporte marítimo.

Art. 2º A autorização de supressão de vegetação do Bioma Mata Atlântica observará o disposto na Lei nº 11.428, de 2006, e dependerá de procedimento administrativo próprio dos órgãos am-bientais competentes.

Parágrafo único. A declaração de utilidade pública não vin-cula a tomada de decisão dos órgãos e entidades ambientais com-petentes quanto à aprovação do empreendimento para fins de li-cenciamento ambiental.

Art. 3º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 6 de maio de 2016; 195º da Independência e 128º da República.

DILMA ROUSSEFF

Maurício Muniz Barretto de Carvalho DECRETO DE 6 DE MAIO DE 2016

Declara de utilidade pública obra essencial de infraestrutura portuária de interesse na-cional destinada ao serviço público de transporte marítimo.

A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição

que lhe confere o art. 84, caput, inciso IV, da Constituição, tendo em vista o disposto no art. 3º, caput, inciso VII, alínea "b", da Lei nº 11.428, de 22 de dezembro de 2006, e de acordo com o que consta do Processo da Secretaria de Portos da Presidência da República nº 00045.003157/2014-84,

D E C R E T A :

Art. 1º Fica declarada de utilidade pública, para fins do disposto no art. 3º, caput, inciso VII, alínea "b", da Lei nº 11.428, de 22 de dezembro de 2006, a obra essencial de expansão do terminal de uso privado Porto de Itapoá, localizada na Baía da Babitonga, com sede na Estrada da Figueira do Pontal, sem número, Município de Itapoá, Estado de Santa Catarina, destinada ao serviço público de transporte marítimo.

Art. 2º A autorização de supressão de vegetação do Bioma Mata Atlântica observará o disposto na Lei nº 11.428, de 2006, e dependerá de procedimento administrativo próprio dos órgãos am-bientais competentes.

Parágrafo único. A declaração de utilidade pública não vin-cula a tomada de decisão dos órgãos e entidades ambientais com-petentes quanto à aprovação do empreendimento para fins de li-cenciamento ambiental.

Art. 3º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 6 de maio de 2016; 195º da Independência e 128º da República.

DILMA ROUSSEFF

Maurício Muniz Barretto de Carvalho

Presidência da República

.

DESPACHOS DA PRESIDENTA DA REPÚBLICA

MENSAGEM

No-203, de 6 de maio de 2016. Encaminhamento ao Supremo Tri-bunal Federal de informações para instruir o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade nº 5488.

No-204, de 6 de maio de 2016. Encaminhamento ao Supremo Tri-bunal Federal de informações para instruir o julgamento do Mandado de Segurança nº 34.149.

No-205, de 6 de maio de 2016. Encaminhamento ao Congresso Na-cional do texto do Acordo sobre Serviços Aéreos entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo da República do Peru, assinado em Lima, em 11 de dezembro de 2009.

No-206, de 6 de maio de 2016. Encaminhamento ao Congresso Na-cional do texto do Acordo sobre Serviços Aéreos entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo da República da Índia, celebrado em Nova Delhi, no dia 8 de março de 2011.

No-207, de 6 de maio de 2016. Encaminhamento ao Congresso Na-cional do texto do Acordo sobre Serviços Aéreos entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo da República de Cuba, assinado em Havana, em 31 de janeiro de 2012.

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ISSN 1677-7042

EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL

Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.gov.br/autenticidade.html , Documento assinado digitalmente conforme MP no-2.200-2 de 24/08/2001, que institui a

1

No-208, de 6 de maio de 2016. Encaminhamento ao Congresso Na-cional do texto do Acordo de Serviços Aéreos entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo da Austrália, assinado em Brasília, em 21 de abril de 2010.

No-209, de 6 de maio de 2016. Encaminhamento ao Congresso Na-cional do texto do Acordo sobre Serviços Aéreos entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Gabinete de Ministros da Ucrânia, celebrado em Kiev, em 2 de dezembro de 2009.

No

-210, de 6 de maio de 2016. Encaminhamento ao Congresso Na-cional do texto do projeto de lei que "Autoriza a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa a criar uma subsidiária integral, de-nominada Embrapa Tecnologias Sociedade Anônima - EmbrapaTec".

CASA CIVIL

IMPRENSA NACIONAL

PORTARIA No-135, DE 6 DE MAIO DE 2016

O DIRETOR-GERAL DA IMPRENSA NACIONAL, no

uso das atribuições que lhe confere o art. 5°, inciso XXV, do Re-gimento Interno, aprovado pela Portaria nº 147, de 9 de março de 2006, alterado pela Portaria nº 446, de 26 de junho de 2008, da Ministra de Estado Chefe da Casa Civil da Presidência da República, resolve:

Art. 1º As assinaturas do Diário Oficial da União, nas ver-sões impressa e eletrônica, em formato pdf, serão comercializadas com periodicidade mensal, trimestral, semestral e anual.

Art. 2° Esta Portaria entra em vigor na data de sua pu-blicação, ficando revogada a Portaria nº 86, de 28 de março de 2014, publicada no DOU nº 61, Seção 1, de 31 de março de 2014.

JOSÉ VIVALDO SOUZA DE MENDONÇA FILHO

INSTITUTO NACIONAL DE TECNOLOGIA

DA INFORMAÇÃO

DESPACHO DO DIRETOR-PRESIDENTE Em 5 de maio de 2016

Entidade: AR CLIMACO, AR ABC CERTIFICADORA, AR DI-GICERT e AR ALIANÇA

Processos no: 00100.000208/2006-02

Acolhem-se as Notas nos 552/2016/FML/PFE-ITI/PGF/AGU, 554/2016/FML/PFE-ITI/PGF/AGU, 416/2016/DSB/PFE-ITI/PGF/AGU e 422/2016/DSB/PFE-ITI/PGF/AGU, que opinam pelo deferimento do pedido de credenciamento simplificado das ARs, vinculada à AC CER-TISIGN JUS, para as Políticas de Certificados credenciadas. Em vista disso, e consoante com o disposto no item 2.2.3.3.3, do DOC-ICP-03, defere-se o credenciamento.

Nome da AR ENDEREÇO

AR CLIMACO Rua Visconde de Itaboraí, n° 281, Sobrado, Centro, Niterói/RJ AR ABC CERTIFICADORA Rua Visconde de Inhaúma, n° 134,

Salas 1209 e 1210, Centro, Rio de Janeiro/RJ

AR DIGICERT Avenida Carlos Gomes, n° 700, Sala 503, Auxiliadora, Porto Alegre/RS AR ALIANÇA Rua Governador Portela, n° 671,

Lo-te 28, Centro, Nova Iguaçu/RJ PEDRO PAULO LEMOS MACHADO

Substituto

ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO

PROCURADORIA-GERAL FEDERAL

PORTARIA No-313, DE 3 DE MAIO DE 2016

Altera a Portaria nº 847, de 14 de outubro de 2014, que institui o Comitê de Gestão da Procuradoria-Geral Federal e disciplina o seu funcionamento.

O PROCURADOR-GERAL FEDERAL, no uso da

com-petência de que tratam os incisos I e VIII, § 2º, art. 11 da Lei nº 10.480, de 2 de julho de 2002, resolve alterar a Portaria nº 847, de 14 de outubro de 2014, publicada no Diário Oficial da União de 5 de novembro de 2014, Seção 1, página 1:

Art. 1º O art. 4º da Portaria nº 847, de 14 de outubro de 2014, passa a vigorar com a seguinte redação:

"Art. 4º... § 3º No processo de escolha previsto no § 1º, será con-siderada, em especial, a experiência acadêmica e profissional do interessado na área de gestão, podendo ainda, pelos mesmos critérios, haver formação de lista de cadastro de reserva para eventual substituição dos membros do CG/PGF nas hipóteses de afastamento previstas nesta Portaria.

...

§ 7º Inexistindo interessados a ocuparem as vagas descritas nos incisos VIII, IX e X, a vaga será preenchida mediante es-colha, pelo Procurador-Geral Federal, conforme estabelecido no § 1º, dentre os currículos apresentados pelos membros das demais representações, mantida a restrição do § 4º, ressalvado que não poderá ser selecionado mais de um Procurador Federal de uma mesma unidade da Procuradoria-Geral Federal.

§ 8° Se durante o período indicado no § 5º o membro não mais pertencer aos quadros da Procuradoria-Geral Federal, for cedido, passar a ocupar cargo comissionado ou exercer função gratificada, estará automaticamente dispensado do encargo, oca-sião em que deverá ser observada a lista do cadastro de reserva para ocupação da vaga.

§ 9º Não havendo cadastro de reserva, deverá ser publicado novo edital para preenchimento da vaga pelo prazo restante.

§ 10 O membro do CG/PGF excluído por deixar de com-parecer a mais de uma reunião para a qual tenha sido devi-damente convocado, sem apresentar justificativa para as ausên-cias, será substituído na forma prevista no § 7º." (NR)

Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua pu-blicação.

RENATO RODRIGUES VIEIRA

CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO

ORIENTAÇÃO NORMATIVA CONJUNTA No-1, DE 6 DE MAIO DE 2016

Dispõe sobre a participação de agentes pú-blicos federais em eventos e atividades cus-teados por terceiros.

O MINISTRO DE ESTADO CHEFE DA CONTROLA-DORIA-GERAL DA UNIÃO e o PRESIDENTE DA COMISSÃO DE ÉTICA PÚBLICA, no uso das atribuições que lhes conferem o

art. 8º da Lei nº 12.813, de 16 de maio de 2013, Resolvem: Art. 1º As despesas relacionadas à participação de agente público em eventos que guardem correlação com as atribuições de seu cargo, emprego ou função, promovidos por instituição privada, tais como seminários, congressos, visitas e reuniões técnicas, no Bra-sil ou no exterior, deverão ser custeadas, preferencialmente, pelo órgão ou entidade a que o agente se vincule.

§ 1º Excepcionalmente, observado o interesse público, a ins-tituição promotora do evento poderá custear, no todo ou em parte, as despesas relativas a transporte, alimentação, hospedagem e inscrição do agente público, vedado o recebimento de remuneração.

§ 2º O convite para a participação em eventos custeados por instituição privada deverá ser encaminhado à autoridade máxima do órgão ou entidade, ou a outra instância ou autoridade por ela de-signada, que indicará, em caso de aceitação, o representante adequado, tendo em vista a natureza e os assuntos a serem tratados no evento.

§ 3º Os órgãos e entidades devem dar publicidade, em seus sítios eletrônicos, ao custeio das despesas elencadas no § 1º, con-forme orientação a ser expedida pela Controladoria-Geral da União. Art. 2º Quando o assunto a ser tratado estiver relacionado com suas funções institucionais, o agente público poderá aceitar con-vites para jantares, almoços, cafés da manhã e atividades de natureza similar, custeados por terceiros, desde que as atividades não en-volvam itens considerados de luxo, como bebidas e alimentos ex-cessivamente caros.

Parágrafo único. O agente público deverá sempre informar ao seu superior hierárquico, diretamente ou por meio dos canais adequados no âmbito da instituição, sobre a participação em ati-vidades de que trata o caput.

Art. 3º É vedado ao agente público aceitar convites ou in-gressos para atividades de entretenimento, como shows, apresentações e atividades esportivas.

Parágrafo único. Excluem-se da vedação do caput: I - os casos em que o agente público se encontre no exercício de representação institucional, hipóteses em que fica vedada a trans-ferência dos convites ou ingressos a terceiros alheios à instituição;

II - os convites ou ingressos originários de promoções ou sorteios de acesso público, ou de relação consumerista privada, sem vinculação, em qualquer caso, com a condição de agente público do aceitante;

III - os convites ou ingressos ofertados em razão de laços de parentesco ou amizade, sem vinculação com a condição de agente público, e desde que o seu custo seja arcado pela própria pessoa física ofertante;

IV - os convites ou ingressos distribuídos por órgão ou en-tidade pública de qualquer esfera de poder, desde que observado limite de valor fixado pela Comissão de Ética Pública.

Art. 4º Os agentes públicos mencionados nos incisos I a IV do art. 2º da Lei nº 12.813, de 16 de maio de 2013, deverão divulgar em suas agendas as informações relativas à participação em eventos e atividades custeados por terceiros.

Art. 5º As regras desta orientação normativa aplicam-se: I - a todos os agentes públicos, inclusive durante o gozo de férias e de outras licenças e afastamentos remunerados; e

II - aos eventos e atividades organizados por associações e sin-dicatos, sempre que houver patrocínio de outras instituições privadas.

Art. 6º Esta Orientação Normativa entra em vigor na data de sua publicação.

LUIZ NAVARRO

Ministro de Estado Chefe da Controladoria-Geral da União

AURO DE AZEVEDO MENEZES

Presidente da Comissão de Ética Pública

SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

SECRETARIA EXECUTIVA

PORTARIA No-76, DE 6 DE MAIO DE 2016 Aprova o Manual de Procedimentos das Ações de Assessoria em Planejamento Es-tratégico de Comunicação, no Relaciona-mento com a Imprensa Internacional e em Relações Públicas no Exterior

O SECRETÁRIO-EXECUTIVO DA SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLI-CA, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 4º, inciso

III, da Estrutura Regimental da SECOM-PR, aprovada pelo Decreto nº 6.377, de 19 de fevereiro de 2008, resolve:

Art. 1º Fica aprovado o Manual de Procedimentos das Ações de Assessoria em Planejamento Estratégico de Comunicação, no Re-lacionamento com a Imprensa Internacional e em Relações Públicas no Exterior, que disciplina, no âmbito desta Secretaria, os processos de análise, desenvolvimento e execução de demandas de ações de publicidade e atos subsidiários a sua realização.

Art. 2º As disposições deste Manual deverão ser observadas por todos os servidores desta Secretaria na prática da prestação de serviços de planejamento, desenvolvimento e execução de assessoria em planejamento estratégico de comunicação, relacionamento com a imprensa internacional e relações públicas no exterior, prestado por empresa contratada por esta SECOM.

Art. 3º O Manual a que se refere o art. 1º desta Portaria está disponível no endereço https://www.secom.gov.br/acessoainforma-cao/institucional/legislacao/manuais

Art. 4º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

OLAVO NOLETO ALVES

MANUAL DE PROCEDIMENTOS DAS AÇÕES DE ASSESSORIA EM PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE COMUNICAÇÃO, NO RELACIONAMENTO COM A IMPRENSA INTERNACIONAL E

EM RELAÇÕES PÚBLICAS NO EXTERIOR 1. Objetivo

1.1. Este Manual estabelece, no âmbito da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (SECOM), regra-mento para a execução do contrato de prestação de serviços de co-municação, quanto aos procedimentos internos de planejamento, de-senvolvimento, autorização, execução, prestação de contas, liquidação e pagamento.

1.2. Constituem serviços de comunicação, objeto dessa con-tratação: a realização de assessoria em planejamento estratégico de comunicação no relacionamento com a imprensa internacional e em relações públicas no exterior, para fins deste Manual, os serviços integrantes do objeto do contrato firmado pela SECOM com a em-presa prestadora dos serviços.

2. Referências Normativas Básicas

Lei nº 4.320, de 17 de março de 1964, que institui Normas Gerais de Direito Financeiro para elaboração e controle dos orçamentos e ba-lanços da União, dos Estados, dos Municípios e do Distrito Fe-deral;

Lei 8.666/93, que institui normas para licitações e contratos da Ad-ministração Pública;

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Nº 87, segunda-feira, 9 de maio de 2016

ISSN 1677-7042

Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.gov.br/autenticidade.html , Documento assinado digitalmente conforme MP no-2.200-2 de 24/08/2001, que institui a

COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS

1

Lei nº 10.683, de 28 de maio de 2003, que dispõe sobre a organização

da Presidência da República e dos Ministérios;

Lei 12.846/2013, que versa sobre a responsabilização administrativa e civil de pessoas jurídicas pela prática de atos contra a Administração Pública, nacional ou estrangeira;

Lei 12.527/2011, que garante o acesso às informações;

Decreto nº 6.377, de 19 de fevereiro de 2008, que aprova a Estrutura Regimental da Secretaria de Comunicação Social da presidência da República;

Decreto nº 6.555, de 08 de agosto de 2008, que disciplina as ações de comunicação do Poder Executivo Federal;

Portaria Normativa nº 05, de 19 de dezembro de 2002, do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, que dispõe sobre procedi-mentos gerais para utilização dos serviços de protocolo;

Instrução Normativa RFB nº 1.234, de 11 de janeiro de 2012, que dispõe sobre a retenção de tributos e contribuições nos pagamentos efetuados a pessoas jurídicas pelo fornecimento de bens e serviços; Instrução Normativa STN nº 06, de 31 de outubro de 2007, que dispõe sobre a Conformidade de Registro e Gestão;

Lei Complementar nº 116, de 31 de julho de 2003, que dispõe sobre retenção de Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza; Instrução Normativa nº 02/2008-MPOG, que disciplina regras e di-retrizes para a contratação de serviços continuados, ou não. 3. Processos Físicos

3.1. Os procedimentos são iniciados com a abertura de pro-cessos específicos, um para execução e outro para pagamento, e conduzidos por áreas distintas.

3.1.1. Será aberto para cada Ordem de Serviço (OS) um processo de execução, que conterá toda a documentação referente à demanda.

3.2. Todos os processos devem ser devidamente protoco-lados, autuados mediante OS encaminhada à Coordenação-Geral de Administração e Documentação (CGAD), constando o mês de re-ferência e a finalidade.

3.3. Constarão da autuação as informações abaixo: a) Número Único de Processo (NUP);

b) Identificação do demandante;

c) Nome e número do primeiro documento do processo; e d) Data da autuação.

3.4. Os documentos comprobatórios dos atos processuais de-verão ser juntados aos autos dos processos, respeitando, na medida do possível, a ordem cronológica de sua elaboração.

3.5. As folhas dos autos deverão ser numeradas e rubricadas pelo responsável da condução e montagem dos processos ou juntada de documento.

3.6. Cada volume dos autos deverá conter, no máximo, 200 (du-zentas) folhas; ultrapassado esse limite, deverá ser iniciado outro volume, mantendo-se a numeração de controle com a indicação do volume.

3.7. A circulação dos processos via sistema de documen-tação dar-se-á quando o trâmite ocorrer entre as áreas específicas e singulares da SECOM.

3.8. Toda documentação referente à OS fará parte de pro-cesso denominado "Execução". Nesse propro-cesso deve constar todas as etapas das ordens de serviços, com respectivas autorizações e pres-tação de contas sobre os produtos/serviços demandados.

3.9. Os procedimentos/ações de autorização e execução se-rão conduzidos pela área técnica responsável pela assessoria em pla-nejamento estratégico de comunicação no relacionamento interna-cional e em relações públicas no exterior, que demandará os pro-dutos/serviços à contratada, na figura do Gestor Técnico.

3.9.1. O Gestor Técnico ou Gestor do Contrato é o respon-sável por acompanhar sistematicamente o desenvolvimento e o cum-primento do contrato. Goza de deveres e obrigações previstos em lei. 3.10. Toda a documentação referente ao pagamento fará par-te do processo denominado "Pagamento". Nesse processo será do-cumentado os atos do Ordenador de Despesas, bem como as demais informações sobre pagamento.

3.11. As ações e procedimentos de pagamento serão con-duzidos pelo Gestor Financeiro (GEFIN) do Departamento de Controle (DECON), da Secretaria de Gestão, Controle e Normas (SGCN).

3.12. Também serão documentadas, pelo GEFIN, todas as informações para o procedimento de pagamento do que se refere o Item 10 deste Manual.

3.12.1. O GEFIN é o responsável pelo acompanhamento da execução orçamentária, financeira e os procedimentos relativos à Conformidade de Registro de Gestão.

3.13. Os formulários necessários à execução dos procedi-mentos de ações de relacionamento com a imprensa internacional e de relações públicas no exterior constam dos anexos I a XIV e são estabelecidos pela SGCN.

3.13.1. Caberá à área técnica em articulação com a As-sessoria da SGCN, submeter os formulários e suas eventuais al-terações à aprovação do Secretário de Gestão, Controle e Normas.

3.13.2. A área técnica ou Assessoria Especial de Relações Públicas no Exterior (AERPEX) é a responsável pela execução do contrato de Prestação de Serviços de Comunicação para realização de Assessoria em Planejamento Estratégico de Comunicação, no Re-lacionamento com a Imprensa Internacional e em Relações Públicas no Exterior.

3.14. A documentação referente às avaliações de desem-penho, e outros documentos que se façam importantes no decorrer da execução contratual, farão parte do Processo do Contrato.

4. Dos Produtos

4.1. Produtos/serviços de execução continuada e sob demanda - são aqueles com custos estabelecidos previamente em contrato. Po-derão ser acionados em quantidades diferentes daquelas estimadas pre-viamente, desde que isso não altere o valor global previsto anualmente. 4.1.1. As quantidades anuais previstas representam apenas estimativas e serão executadas na medida da necessidade e con-veniência da Contratante, que poderá readequá-las, ocasionando uma distribuição diferente da previamente estabelecida, desde que jus-tificada a alteração e respeitado o limite estabelecido contratualmente, quanto ao valor de investimento para a contratação. A quantidade anual foi prevista de forma a ser executada e de forma não cu-mulativa, durante cada vigência contratual de 12 (doze) meses.

4.2. Produtos de Infraestrutura e Logística: são aqueles acio-nados para viabilizar a execução dos produtos/serviços precificados; 4.2.1. Guardam compatibilidade com o objeto contratual, demonstram-se necessários à execução dos produtos/serviços preci-ficados. Necessitam de avaliação dos custos propostos pela Con-tratada, realizada com base em pesquisa de mercado e consulta ao Sistema de Referências de Custos - SIREF e, serão executados via contratação de terceiros.

4.3. O Gestor do Contrato deverá apresentar justificativa, caso constate a necessidade de contratação de produtos/serviços que não constarem da Relação de Itens de Infraestrutura e Logística, previamente estabelecida em contrato.

4.4. O Gestor do Contrato deverá realizar o controle da demanda dos produtos de infraestrutura e logística, de forma a cal-cular um desembolso de no máximo 20% ao ano para este tipo de produto. O acompanhamento deve ser feito durante todo o período de execução do contrato, por meio eletrônico.

5 Ordens de Serviços (OS):

5.1 As ordens de serviço seguirão um padrão e os modelos consistirão em:

5.1.1 PRODUTOS/SERVIÇOS DE EXECUÇÃO CONTI-NUADA E/OU SOB DEMANDA:

 Ordem de Serviço Solicitação - Produtos/Serviços de

Execução Continuada e/ou Sob Demanda (Anexo I);

 Ordem de Serviço Orçamento e Autorização -

Produ-tos/Serviços de Execução Continuada e/ou Sob Demanda (Anexo II);

 Ordem de Serviço Prestação de Contas -

Produtos/Ser-viços de Execução Continuada e/ou Sob Demanda (Anexo III). 5.1.2 PRODUTOS/SERVIÇOS DE INFRAESTRUTURA E LOGÍSTICA:

 Ordem de Serviço Parte 1/3 - Solicitação -

Produtos/Ser-viços de Infraestrutura e Logística (Anexo IV):

 Ordem de Serviço Parte 2/3 - Orçamento -

Produtos/Ser-viços Infraestrutura e Logística (Anexo V);

 Ordem de Serviço Parte 3/3 - Autorização de Orçamento

- Produtos/Serviços Infraestrutura e Logística (Anexo VI);

 Ordem de Serviço - Prestação de Contas -

Produtos/Ser-viços Infraestrutura e Logística (Anexo VII);

 Ordem de Serviço - Passagens Aéreas e Hospedagem

(Anexo VIII)

 Ordem de Serviço - Prestação de Contas - Passagens

Aéreas e Hospedagem (Anexo IX).

5.2 Ao fim da execução, as OS serão acompanhadas pela Ordem de Serviço - Prestação de Contas (Anexo III) - para os Pro-dutos/Serviços de Execução Continuada e/ou Sob Demanda e (Anexo VII) para Produtos/Serviços de Infraestrutura e Logística, que con-terão todos os produtos/serviços realizados, bem como a compro-vação dos mesmos.

5.3 Quando a OS de infraestrutura e logística envolver des-pesas com passagens aéreas e hospedagem, deverá ser aberta uma Ordem de Serviço - Passagens Aéreas e Hospedagem (Anexo VIII) e, após a execução, uma Ordem de Serviço Prestação de Contas -Passagens Aéreas e Hospedagem (Anexo IX) deverá ser apresentada com todos os comprovantes das despesas realizadas.

5.4 Se após a abertura de uma OS, e durante sua execução, for verificada a necessidade de aumento do quantitativo ou de um novo produto/serviço, a área técnica deverá proceder à abertura de outra OS fazendo referência àquela em andamento.

5.5 Havendo OS cancelada, esta deverá ser encaminhada à CGAD para guarda, por meio de Despacho de Cancelamento (Anexo X) assinado pelo Gestor do Contrato.

6 Procedimentos para as Ordens de Serviços - Produtos/Serviços de Execução Continuada e/ou Sob Demanda:

 Solicitação (Anexo I);

 Orçamento e Autorização (Anexo II);

 Prestação de Contas - Produto/Serviços de Execução

Continuada e/ou Sob Demanda (Anexo III);

6.1 O assessor da área técnica preencherá a Ordem de Ser-viço Solicitação - Produto/SerSer-viços de Execução Continuada e/ou Sob Demanda (Anexo I), com a indicação do mês e ano de referência, bem como com a descrição da necessidade da demanda, cadastrará em planilha eletrônica de acompanhamento e encaminhará à Contratada. 6.1.1 O assessor técnico é o servidor da área técnica, AER-PEX, responsável por abrir, assinar e dar andamento às OS, realizar tratativas diretamente com a Contratada, analisar e conferir docu-mentação encaminhada pela Contratada, solicitar avaliação de custos, colher assinatura(s) do Gestor do Contrato e, outras atribuições que lhe forem demandadas.

6.2 A Contratada encaminhará a Ordem de Serviço Orça-mento e Autorização - Produto/Serviços de Execução Continuada e/ou Sob Demanda (Anexo II), com a descrição da solução proposta e quantitativos estimados para atender a demanda.

6.3 O assessor técnico verificará se a proposta encontra-se em conformidade com a demanda solicitada e com as disposições estabelecidas em contrato. Se a proposta estiver conforme o de-mandado, o assessor técnico assinará e encaminhará ao Gestor do Contrato para autorização.

6.3.1 Após autorização do Gestor do Contrato, o assessor técnico encaminhará cópia da OS à Contratada, para início da exe-cução da demanda.

6.4 Executados os produtos/serviços, a Contratada encami-nhará Ordem de Serviço - Prestação de Contas - Produtos/Serviços de Execução Continuada e/ou Sob Demanda (Anexo III), contendo a descrição, quantitativo e valores dos produtos/serviços executados, acompanhada da Nota Fiscal e/ou Nota de Débito e/ou Invoice e da comprovação dos serviços de forma impressa e digitalizada.

6.5 O assessor técnico verificará se os produtos/serviços fo-ram entregues conforme as especificações autorizadas.

6.5.1 Nos casos em que ocorrerem divergência entre o quan-titativo estimado e o quanquan-titativo autorizado na OS, a Contratada deverá apresentar justificativa ao Gestor do Contrato para homo-logação, todavia, em nenhuma hipótese se admitirá que o valor ul-trapasse o total autorizado na Ordem de Serviço Orçamento e Au-torização - Produto/Serviços de Execução Continuada e/ou Sob De-manda (Anexo II).

6.5.1.1 A justificativa apresentada pela Contratada deverá conter todos os esclarecimentos necessários para o entendimento da não execução do quantitativo autorizado.

6.5.2 Caso a Ordem de Serviço Prestação de Contas -Produto/Serviços de Execução Continuada e/ou Sob Demanda (Anexo III), não esteja de acordo com o estabelecido e/ou executado, o assessor técnico informará à Contratada, por meio eletrônico, da não conformidade e solicitará a sua correção.

6.5.3 A Contratada, quando houver divergência nos valores e quantitativos apresentados com os produtos/ serviços entregues/ executados, poderá optar pela emissão de nova Nota Fiscal e/ou Nota de Débito e/ou Invoice ou autorizar a glosa daquelas anteriormente apresentadas.

6.6 Todas as mensagens eletrônicas relacionadas às trata-tivas de ajustes e/ou correções, deverão compor de forma cronológica o processo de execução.

Referências

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