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Análise de Variância

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15/09/2016 13:11 ESTATÍSTICA APLICADA I - Teoria das Probabilidades

Estatística Aplicada

I

Prof. Dr. Jorge Teófilo de Barros Lopes

Campus de Belém Curso de Engenharia Mecânica

15/09/2016 13:11 ESTATÍSTICA APLICADA I - Teste de Hipóteses

Capítulo VIII

Universidade Federal do Pará

Instituto de Tecnologia

Análise de Variância

Campus de Belém Curso de Engenharia Mecânica

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15/09/2016 13:11 ESTATÍSTICA APLICADA I - Teste de Hipóteses

Introdução

Planejamento aleatorizado por níveis

Introdução

Planejamento aleatorizado por níveis

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15/09/2016 13:11 ESTATÍSTICA APLICADA I - Teste de Hipóteses

• Análise de Variância (ANOVA) é um método estatístico, desenvolvido por Fisher, que por meio de testes de igualdade de médias, verifica se fatores propostos produzem mudanças sistemáticas em alguma variável de interesse (varável dependente).

• Os fatores considerados podem ser variáveis quantitativas ou qualitativas; entretanto, a variável dependente deve ser quantitativa (intervalar) e é observada dentro das classes dos fatores, denominados tratamentos.

15/09/2016 13:11 ESTATÍSTICA APLICADA I - Teste de Hipóteses

8.1 Introdução

• EXEMPLO: No caso de consumo de combustível dos veículos, pode-se admitir como fatores de influência a marca, a idade e a potência. A análise de variância permite verificar se tais fatores, ou uma combinação deles, produzem efeitos apreciáveis sobre o consumo, ou se concluir que não têm influência alguma.

• Se for considerado somente a marca do veículo, com interesse em apenas duas delas, esse experimento poderia ser planejado e analisado usando os testes t de hipóteses para duas amostras. Nesse caso, tem-se um

único fator de interesse – marca do veículo – e há

somente dois níveis do fator – duas marcas.

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15/09/2016 13:11 ESTATÍSTICA APLICADA I - Teste de Hipóteses • Muitos experimentos com um único fator, no entanto,

requerem que mais de dois níveis do fator sejam considerados.

• Neste caso, a análise de variância poderá ser usada para comparar médias, quando houver mais de dois níveis de um único fator.

• As diversas técnicas de planejamento e análise de experimentos com vários fatores deverão ser estudadas em cursos de pós-graduação.

 Considerações iniciais

• Um experimento completamente aleatorizado com um único fator e quatro níveis (níveis = tratamentos), e cada tratamento com seis observações (ou réplicas) vão gerar 24 corridas.

• Fazendo a aleatoriedade da ordem das 24 corridas, o efeito de qualquer variável perturbadora, que possa influenciar a variável de estudo (variável dependente), é aproximadamente balanceado.

 Aleatoriedade das corridas experimentais

8.1 Introdução

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15/09/2016 13:11 ESTATÍSTICA APLICADA I - Teste de Hipóteses

• EXEMPLO: Se deseja verificar a influência de uma certa condição em uma propriedade do material. Supondo que o aquecimento da máquina de teste possa influenciar nos resultados, quanto mais tempo a máquina ficar ligada, maior será a sua temperatura. Dessa forma, se os testes foram realizadas por níveis do fator, a temperatura da máquina irá aumentar do primeiro ao último nível do fator, e as diferenças observadas nos resultados para cada nível poderão ser também devidas ao efeito de aquecimento.

15/09/2016 13:11 ESTATÍSTICA APLICADA I - Teste de Hipóteses

 Análise gráfica dos dados de um experimento planejado • Os diagramas de

caixa, por exemplo, permitirão visualizar a variabilidade das observações dentro (within) de um tratamento (nível do fator) e a variabilidade entre (between) os tratamentos.

8.1 Introdução

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15/09/2016 13:11

 Seja um procedimento experimental onde se realizou ensaios com a diferentes níveis (ou tratamentos) de uma única variável de influência (fator simples), com n réplicas para cada nível, como mostrado a seguir:

Nível

(Tratamento) Observações Totais Médias

1 2 . . . a y11 y12 ... y1n y21 y22 ... y2n . . . . . . . . . ya1 ya2 ... yan y1. y2. . . . ya. . . . Σ y.. . 1 y . 2 y . a y .. y

8.2 Planejamento aleatorizado por níveis

Onde yij é o j-ésimo elemento obtido no tratamento (nível)

i. Esses elementos podem ser definidos pelo modelo

estatístico linear aleatórios erros a devido componente tratamento cada de efeito o define que parâmetro geral média onde n ,..., 2 , 1 j a ..., 2 , 1 i y ij i ij i ij                 

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15/09/2016 13:11

tratamentos e estimá-los através do teste de hipóteses adequado.

 Para esse teste, assume-se que os erros do modelo são normalmente e independentemente distribuídos com média zero e variância σ².

Esse modelo é denominado análise de variância de um fator único e, para que a análise seja objetiva é necessário que o procedimento experimental seja completamente aleatorizado.

15/09/2016 13:11

8.2 Planejamento aleatorizado por níveis

 Análise dos efeitos dos tratamentos pode ser feita de duas maneiras:

• Análise de um modelo de efeitos fixos - Os tratamentos são escolhidos de forma específica e, desta forma, o teste de hipóteses refere-se às médias dos tratamentos, e as conclusões extraídas são aplicáveis somente aos níveis considerados na análise, não podendo ser estendidos a outros níveis não analisados.

• Análise de um modelo de efeitos aleatórios - Os tratamentos analisados representam uma amostra aleatória de uma população de tratamentos, e as conclusões feitas para essa amostra podem se estender para todos os outros tratamentos da população.

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Análise de um modelo de efeitos fixos

Efeitos dos tratamentos τ

i

são definidos como

desvios a partir da média geral, de modo que:

0 a 1 i i

 

8.2 Planejamento aleatorizado por níveis

Análise de um modelo de efeitos fixos

• Da tabela anterior, tem-se que

s observaçõe as todas de geral média y s observaçõe de total número n a N onde N y y y y n y y y y .. a 1 i .. .. n 1 j ij .. . i i n 1 j ij . i        



  

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Análise de um modelo de efeitos fixos

• A média estimada do i-ésimo tratamento é dada por

) tratamento do efeito do acrescida geral média ( a ,..., 2 , 1 i , ) y ( E 1 i i ij        

• Faz-se o teste de hipóteses para verificar se as médias dos tratamentos são iguais

) ij par um para menos pelo ( : H ... : H j i 1 a 2 1 o          15/09/2016 13:11

8.2 Planejamento aleatorizado por níveis

Análise de um modelo de efeitos fixos

Se Ho for verdadeira (todos os tratamentos tem média igual a

μ), a mudança nos níveis do fator não tem efeito na resposta

média.

•Para essa verificação, a análise de variância é a que melhor se aplica.

•O termo análise de variância deriva da divisão da variabilidade total em seus componentes.

) i um para menos pelo ( 0 : H 0 ... : H i 1 a 2 1 o          ou

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Análise de um modelo de efeitos fixos

• A variabilidade total dos resultados é representada pela soma corrigida dos quadrados SQT (ou soma quadrática total), mostrada abaixo:



    a 1 i n 1 j 2 .. ij T (y y ) SQ

que pode ser reescrita como





          a 1 i n 1 j 2 . i ij .. . i a 1 i n 1 j 2 .. ij T (y y ) [( y y ) (y y )] SQ

8.2 Planejamento aleatorizado por níveis

Análise de um modelo de efeitos fixos

ou







                a 1 i n 1 j . i ij .. . i a 1 i n 1 j 2 . i ij 2 .. a 1 i . i a 1 i n 1 j 2 .. ij T ) y y )( y y ( 2 ) y y ( ) y y ( n ) y y ( SQ

• O último termo da expressão é nulo, pois

0 ) n y ( n y y n y ) y y ( i. i. i. i. n 1 j . i ij     

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Análise de um modelo de efeitos fixos

E s Tratamento T a 1 i n 1 j 2 . i ij 2 .. a 1 i . i a 1 i n 1 j 2 .. ij T SQ SQ SQ ou ) y y ( ) y y ( n ) y y ( SQ        





    

• Como se observa, a soma corrigida dos quadrados (que representa a variabilidade dos dados) é representada pela somatória dos quadrados das diferenças entre as médias dos tratamentos e a média geral de todos os elementos, adicionada à somatória dos quadrados das diferenças entre as observações e as médias dos tratamentos.

• Assim,

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8.2 Planejamento aleatorizado por níveis

Análise de um modelo de efeitos fixos

onde SQTratamentos denomina-se soma dos quadrados devidos

aos tratamentos (entre tratamentos) e SQE é denominada

soma dos quadrados devidos ao erro (dentro dos tratamentos).

SQT apresenta N-1 graus de liberdade, SQTratamentos apresenta

a-1, e SQE, N-a graus de liberdade.

A razão MQTratamentos = SQTratamentos/a–1, chamada de média

quadrática dos tratamentos, é uma estimativa da variância entre os tratamentos, e a razão MQE = SQE/N–a, denominada

média quadrática do erro, é uma estimativa da variância dentro de cada um dos tratamentos.

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Análise de um modelo de efeitos fixos

2 Den 2 Num E s Tratamento E s Tratamento o ) a N /( SQ ) 1 a /( SQ MQ MQ F       

Considere agora que cada uma da a populações possa ser modelada como uma distribuição normal.

• Usando essa suposição, pode-se mostrar que se a hipótese nula for verdadeira, isto é, não há diferença entre as médias dos tratamentos, a razão

terá uma distribuição F com a–1 e N–a graus de liberdade.

8.2 Planejamento aleatorizado por níveis

Análise de um modelo de efeitos fixos

• No caso da hipótese nula ser verdadeira, tanto o numerador quanto o denominador da expressão são estimadores confiáveis de σ². No entanto, se a hipótese for falsa, então o valor esperado do numerador será maior do que σ².

• Por conseguinte, se o valor esperado para o numerador é maior que o valor esperado para o denominador, deve-se rejeitar Ho para valores do teste de hipóteses que sejam

muito grandes, ou seja, a hipótese nula será rejeitada se

a N , 1 a , o F F

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15/09/2016 13:11

Análise de um modelo de efeitos fixos

• A análise da variância pode ser feita construindo-se a tabela a seguir:

Fonte de

variação quadradosSoma dos liberdade Graus de quadrados Média dos Fo

Entre

tratamentos SQTratamentos a – 1 MQTratamentos

Erro (dentro dos tratamentos) SQE N – a MQE Total SQT N – 1 E s Tratamento MQ MQ 15/09/2016 13:11

8.2 Planejamento aleatorizado por níveis

Análise de um modelo de efeitos fixos

• Quando o número de observações não pode ser mantido constante em todos os tratamentos, tem-se nessa situação

  a 1 i i n N

onde ni é o tamanho da amostra para cada tratamento i, e as expressões das somas ficam:

N y n y SQ e N y y SQ 2 .. a 1 i i 2 . i s Tratamento 2 .. a 1 i n 1 j 2 ij T               



  

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Análise de um modelo de efeitos fixos

• Deve-se preferir o uso de tratamentos com amostras do mesmo tamanho, pois a hipótese de que as variâncias sejam iguais para todos os tratamentos é mais facilmente verificada quando ni = n e também porque a capacidade

do teste é maximizada nessa situação.

COMPARAÇÃO DAS MÉDIAS INDIVIDUAIS DOS TRATAMENTOS:

• O método anterior permite verificar se as médias de diversos tratamentos são diferentes ou não, mas não possibilita dizer quais delas divergem.

8.2 Planejamento aleatorizado por níveis

Análise de um modelo de efeitos fixos

• Para tanto, há necessidade de se comparar as somatórias das observações de cada tratamento (yi.) ou de suas médias ( ).

• Essas comparações são feitas através dos denominados métodos de comparação múltipla.

Muitos desses métodos usam o conceito de contraste. Que são comparações de médias de tratamentos ou das somatórias das observações de cada tratamento por G.L. individuais na análise de variância.

. i

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Análise de um modelo de efeitos fixos

• Contraste é comparação, enquanto ortogonal, neste caso, quer dizer independente. Assim, o contraste ortogonal é uma forma de estudar os tratamentos em uma série de comparações.

• A ortogonalidade indica que a variação de um contraste é inteiramente independente da variação de outro qualquer que lhe seja ortogonal.

15/09/2016 13:11

8.2 Planejamento aleatorizado por níveis

Análise de um modelo de efeitos fixos

• O ponto chave dos contrastes é que se consegue “juntar” todos os tratamentos em apenas dois grupos, e com isto o teste de F já é completamente satisfatório.

• Pode-se fazer tantas comparações quanto se desejar, até o limite de graus de liberdade dos tratamentos, já que este é o máximo de informação que existe sobre os tratamentos.

• A soma dos vetores deve ser nula para ser um contraste. No entanto, para ser ortogonal, deve-se multiplicar um pelo outro e sua soma deve ser zero.

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Análise de um modelo de efeitos fixos

Contraste C ou comparação é uma função linear dos totais de tratamentos yi. (ou de suas médias) do tipo:

se . a a . 2 2 . 1 1 a 1 i . i i

y

c

y

c

y

...

c

y

c

C

diferentes n com s tratamento para 0 c n iguais n com s tratamento para 0 c a 1 i i i a 1 i i  

 

8.2 Planejamento aleatorizado por níveis

Análise de um modelo de efeitos fixos

• Os contrastes

são ortogonais (independentes entre si) se

 

a 1 i . i i a 1 i . i i

y

e

B

b

y

c

C

diferentes n com s tratamento para 0 c b n iguais n com s tratamento para 0 c b a 1 i i i i a 1 i i i  

 

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15/09/2016 13:11

Análise de um modelo de efeitos fixos

• EXEMPLOS: . 3 . 2 . 1 4 . 3 . 2 . 1 . 3 . 2 . 1 3 . 3 . 1 2 . 2 . 1 1

y

y

y

C

contraste

é

Não

y

2

y

y

y

2

y

y

C

y

y

C

y

y

C

contrastes

São

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8.2 Planejamento aleatorizado por níveis

Análise de um modelo de efeitos fixos

• EXEMPLOS:

0

3

)

2

)(

1

(

)

1

)(

0

(

)

1

)(

1

(

pois

,

C

e

C

0

1

)

1

)(

0

(

)

0

)(

1

(

)

1

)(

1

(

pois

,

C

e

C

:

ortogonais

são

Não

0

)

2

)(

1

(

)

1

)(

0

(

)

1

)(

1

(

pois

,

C

e

C

:

ortogonais

São

3 2 2 1 3 1

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Análise de um modelo de efeitos fixos

a soma dos quadrados para qualquer contraste é dada por

diferentes n com s tratamento para c n y c SQ iguais n com s tratamento para c n y c SQ a 1 i 2 i i 2 a 1 i . i i C a 1 i 2 i 2 a 1 i . i i C

                 

8.2 Planejamento aleatorizado por níveis

Análise de um modelo de efeitos fixos

Um contraste é testado comparando-se SQC/1 com SQE/(N–a), que deve ser distribuído como Fα,1,N-a caso a hipótese nula seja verdadeira, ou seja, com

) a N /( SQ 1 / SQ F E C o Ho será rejeitada se a N , 1 , o F F

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Análise de um modelo de efeitos fixos

• Exemplo 01: Um engenheiro está interessado em maximizar a resistência à tração de uma nova fibra sintética que será usada na confecção de roupas. Ele conhece de situações anteriores que a resistência à tração é afetada pela porcentagem de algodão na fibra. Além disso, ele suspeita que o aumento do conteúdo de algodão eleva a resistência. Ele também sabe que o conteúdo de algodão deve estar entre 10% e 40% para que as roupas tenham no final uma qualidade desejável. O engenheiro decide testar fibras com cinco níveis de porcentagem de algodão: 15, 20, 25, 30 e 35%. Ele também decide testar cinco corpos de prova para cada nível de conteúdo de algodão.

15/09/2016 13:11

8.2 Planejamento aleatorizado por níveis

Análise de um modelo de efeitos fixos

• Solução: Este é um exemplo de um planejamento de um único fator com a = 5 níveis e n = 5 réplicas. Os 25 ensaios devem ser feitos em ordem aleatória, como por exemplo:

Porcentagem

de algodão Número de ensaios

15 20 25 30 35 1 6 11 16 21 2 7 12 17 22 3 8 13 18 23 4 9 14 19 24 5 10 15 20 25

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Análise de um modelo de efeitos fixos

Sequência

do ensaio ensaioNº do algodão% Sequência do ensaio ensaioNº do

% algodão 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 8 18 10 23 17 5 14 6 15 20 9 4 12 20 30 20 35 30 15 25 20 25 30 20 15 25 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 - 7 1 24 21 11 2 13 22 16 25 19 3 - 20 15 35 35 25 15 25 35 30 35 30 15 -

8.2 Planejamento aleatorizado por níveis

Análise de um modelo de efeitos fixos

% de algodão

Tensões de escoamento observadas

(lb/pol²) Totais yi. Médias yi 1 2 3 4 5 15 20 25 30 35 7 12 14 19 7 7 17 18 25 10 15 12 18 22 11 11 18 19 19 15 9 18 19 23 11 49 77 88 108 54 9,8 15,4 17,6 21,6 10,8 y.. = 376 . i y 04 , 15 y..

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Análise de um modelo de efeitos fixos

% de algodão

Tensões de escoamento observadas

(lb/pol²) Totais yi. Médias yi. 1 2 3 4 5 15 20 25 30 35 -8 -3 -1 4 -8 -8 2 3 10 -5 0 -3 3 7 -4 -4 3 4 4 0 -6 3 4 8 -4 -26 2 13 33 -21 -5,2 0,4 2,6 6,6 -4,2 y.. = 1 . i y 04 , 0 y.. 15/09/2016 13:11

8.2 Planejamento aleatorizado por níveis

Análise de um modelo de efeitos fixos

20 , 161 76 , 475 96 , 636 SQ SQ SQ 76 , 475 25 ) 376 ( 5 ) 54 ( ... ) 49 ( 25 ) 376 ( 5 y N y n y SQ 96 , 636 25 ) 376 ( ) 11 ( ... ) 7 ( ) 7 ( 25 ) 376 ( y N y y SQ s Tratamento T E 2 2 2 2 5 1 i 2 . i 2 .. a 1 i 2 . i s Tratamento 2 2 2 2 2 5 1 i 5 1 j 2 ij 2 .. a 1 i n 1 j 2 ij T                                                  





     

(22)

15/09/2016 13:11

Análise de um modelo de efeitos fixos

Fonte da variação Soma dos quadrados Graus de liberdade Média dos quadrados Fo % de algodão Erro Total 475,76 161,20 636,96 4 20 24 118,94 8,06 14,76* * Significativo ao nível de 1% (F0.01,4,20 = 4,43) a N , 1 a , o F F

Uma vez que Fo > F0,01;4;20, rejeita-se Ho, concluindo-se que ao nível de 1% a porcentagem de algodão na fibra afeta significativamente a sua resistência à tração.

8.2 Planejamento aleatorizado por níveis

Análise de um modelo de efeitos fixos

5 4 3 2 1 4 5 4 3 1 2 o 5 4 3 2 1 3 3 1 o 5 4 3 2 1 2 5 4 3 1 o 5 4 3 2 1 1 5 4 o y 1 y 1 y 1 y 4 y 1 C 4 : H y 0 y 0 y 1 y 0 y 1 C : H y 1 y 1 y 1 y 0 y 1 C : H y 1 y 1 y 0 y 0 y 0 C : H Contrastes Hipóteses                                           

• Pode-se verificar, pela condição abaixo, que todos os pares de contrastes são ortogonais.

  5 i ic 0 b

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15/09/2016 13:11

Análise de um modelo de efeitos fixos

81 , 0 ) 20 ( 5 ) 9 ( SQ 9 ) 54 ( 1 ) 108 ( 1 ) 88 ( 1 ) 77 ( 4 ) 49 ( 1 C 10 , 152 ) 2 ( 5 ) 39 ( SQ 39 ) 54 ( 0 ) 108 ( 0 ) 88 ( 1 ) 77 ( 0 ) 49 ( 1 C 25 , 31 ) 4 ( 5 ) 25 ( SQ 25 ) 54 ( 1 ) 108 ( 1 ) 88 ( 1 ) 77 ( 0 ) 49 ( 1 C 60 , 291 ) 2 ( 5 ) 54 ( SQ 54 ) 54 ( 1 ) 108 ( 1 ) 88 ( 0 ) 77 ( 0 ) 49 ( 0 C 2 4 C 4 2 C 3 2 C 2 2 C 1 3 2 1                                          15/09/2016 13:11

8.2 Planejamento aleatorizado por níveis

Análise de um modelo de efeitos fixos

Fonte da variação Soma dos

quadrados Graus de liberdade Média dos quadrados Fo % de algodão Contrastes ortogonais C1 :μ4 = μ5 C2 :μ1 + μ3 = μ4 + μ5 C3 :μ1 = μ3 C4 :4μ2 = μ1 + μ3 + μ4 + μ5 Erro Total 475,76 (291,60) (31,25) (152,10) (0,81) 161,20 636,96 4 1 1 1 1 20 24 118,94 291,60 31,25 152,10 0,81 8,06 Fo =14,76 36,18* 3,88 18,87* 0,10 * Significativo ao nível de 1% (F0.01,4,20 = 4,43)

•Conclusão: Há uma significante diferença entre as porcentagens de algodão 4 e 5 e 1 e 3, mas as médias de 1 e 3 não diferem das médias de 4 e 5, e 2 não difere das médias das outras quatro porcentagens.

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Análise de um modelo de efeitos fixos

• Exemplo 02: Deseja-se verificar se a modificação das condições de tratamento térmico influem na tensão limite de escoamento de uma liga metálica. Foram ensaiadas quatro condições distintas, obtendo-se os resultados mostrados na tabela a seguir:

Condição de

tratamento Tensão limite de escoamento (MPa)

1 2 3 4 312,9 300,0 286,5 289,0 320,0 330,0 297,5 315,0 280,0 290,0 298,5 305,0 260,0 270,0 260,0 276,5

A modificação das condições de tratamento afeta a propriedade mecânica da liga metálica? (use α = 0,05)

8.2 Planejamento aleatorizado por níveis

Análise de um modelo de efeitos fixos

• Quadro de análise de variâncias

Tratamentos TLE (MPa) Totais Médias 1 2 3 4 312,9 300,0 286,5 289,0 320,0 330,0 297,5 315,0 280,0 290,0 298,5 305,0 260,0 270,0 260,0 276,5 1188,4 1262,5 1173,5 1066,5 297,1 315,6 293,3 266,6 4690,6 293,2 N = n.a = 16 SQT = 6436,5 SQTrat /(a-1) = 1632,5 SQTrat = 4897,4 SQE /(N-a) = 128,3 SQE =1539,1 Fo = 12,7 F0,05;3;12 = 3,49

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Análise de um modelo de efeitos fixos

Como Fo > F0,05;3;12 tem-se que a hipótese nula é rejeitada, ou

seja, ao nível de 5% os tratamentos afetam a tensão limite de escoamento da liga metálica

• Para comparar as médias dos diversos tratamentos serão verificadas as seguintes hipóteses nulas:

4 3 2 1 5 3 1 2 o 4 3 2 1 4 4 2 3 1 o 4 3 2 1 3 4 2 o 4 3 2 1 2 3 1 o 4 3 2 1 1 2 1 o y 0 y 1 y 2 y 1 C 2 : H ) 5 y 1 y 1 y 1 y 1 C : H ) 4 y 1 y 0 y 1 y 0 C : H ) 3 y 0 y 1 y 0 y 1 C : H ) 2 y 0 y 0 y 1 y 1 C : H ) 1                                           15/09/2016 13:11

8.2 Planejamento aleatorizado por níveis

Análise de um modelo de efeitos fixos

• Verifica-se se a condição abaixo é satisfeita para todos os contrastes

  a 1 i i 0 c 0 0 1 2 1 : C 0 1 1 1 1 : C 0 1 0 1 0 : C 0 0 1 0 1 : C 0 0 0 1 1 : C 5 4 3 2 1                     

Portanto, todos os contrastes propostos satisfazem o critério.

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Análise de um modelo de efeitos fixos

• Dos cinco contrastes propostos, quatro pares são ortogonais, ou seja, independentes entre si.

Analisando-se a primeira hipótese Ho:μ1 = μ2 , tem-se:

4 3 5 2 4 2 3 2.C ,C .C ,C .C ,C .C C 35 , 686 ) 2 ( 4 ) 1 , 74 ( SQ 1 , 74 ) 5 , 1066 ( 0 ) 5 , 1173 ( 0 ) 5 , 1262 ( 1 ) 4 , 1188 ( 1 C 2 C 1 1         

8.2 Planejamento aleatorizado por níveis

Análise de um modelo de efeitos fixos

Portanto, como SQC1 = 686,35 e SQE /(N–a) = 128,3.:

Como F0,05;1; 12 = 4,75, tem-se que Fo > F0,05; 1; 12 ,

assim, pode-se concluir que, ao nível de 5%, existe diferença significativa entre as médias dos tratamentos 1 e 2. 35 , 5 3 , 128 1 / 35 , 686 ) a N /( SQ 1 / SQ F E C o  

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Análise de um modelo de efeitos fixos

• Exemplo 03: Um fabricante de televisores está interessado no efeito de quatro diferentes tipos de recobrimentos para tubos catódicos sobre a condutividade desses tubos. Após o planejamento experimental, obtiveram-se os seguintes resultados: Tipo de recobrimento Condutividade 1 2 3 4 143 152 134 129 141 149 136 127 150 137 132 132 146 143 127 129 15/09/2016 13:11

8.2 Planejamento aleatorizado por níveis

Análise de um modelo de efeitos fixos

• a) O tipo de recobrimentos dos tubos afeta a condutividade nos mesmos?

b) Estime a média geral e os efeitos dos tratamentos. c) Determine o intervalo de confiança de 95% ao estimar a média do tipo de recobrimento 4.

d) Assumindo que o tipo 4 está atualmente em uso, quais suas recomendações para o fabricante que deseja reduzir a condutividade?

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Análise de um modelo de efeitos fixos

Solução: Trata-se de um planejamento

aleatorizado por níveis, que apresenta níveis

completos (balanceados), modelo de efeitos

fixos. A variável de influência é o tipo de

recobrimento para tubos catódicos, e a variável

de resposta é a condutividade, não existindo

fontes de variabilidade.

8.2 Planejamento aleatorizado por níveis

Análise de um modelo de efeitos fixos

Tipo de recobrimento Condutividade y. ȳ. 1 2 3 4 143 152 134 129 141 149 136 127 150 137 132 132 146 143 127 129 580 581 529 517 145,00 145,25 132,25 129,25 y.. = 2207,00 ȳ.. = 137,94

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Análise de um modelo de efeitos fixos

Tipo de recobrimento Condutividade y. ȳ. 1 2 3 4 3 12 -6 -11 1 9 -4 -13 10 -3 -8 -8 6 3 -13 -11 20 21 -31 -43 5,00 5,25 -7,75 -10,75 y.. = -33 ȳ.. = -2,06 15/09/2016 13:11

8.2 Planejamento aleatorizado por níveis

Análise de um modelo de efeitos fixos

25 , 236 69 , 844 94 , 1080 SQ SQ SQ 69 , 844 16 ) 33 ( 4 ) 43 ( ... ) 20 ( N y n y SQ 94 , 1080 16 ) 33 ( ) 11 ( ... ) 1 ( ) 3 ( N y y SQ s Tratamento T E 2 2 2 2 .. a 1 i 2 . i s Tratamento 2 2 2 2 2 .. a 1 i n 1 j 2 ij T                                    



  

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Análise de um modelo de efeitos fixos

49 , 3 F F 3 , 14 12 / 25 , 236 3 / 69 , 844 ) a N ( SQ ) 1 a ( SQ F 12 ; 3 ; 05 , 0 a N ; 1 a ; E Trat o          

a) Como Fo > F0,05;3;12 , rejeita-se Ho para o nível de

significância de 5%, concluindo-se que o tipo de recobrimento dos tubos afeta a condutividade nos mesmos.

b) ȳ.. = 137,94 SQTratamentos = 844,69

8.2 Planejamento aleatorizado por níveis

Análise de um modelo de efeitos fixos

c) 182 , 3 t n s y t 3 1 4 1 n 062 , 2 s 25 , 129 y 3 ; 025 , 0             95% 2,5% 2,5% ? ? φ = 3 129,25 t 95% 2,5% 2,5% -3,182 t α/2;φ = 3,182 t

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Análise de um modelo de efeitos fixos

% 95 ) 8 , 132 2 , 126 ( P % 95 182 , 3 4 062 , 2 25 , 129 182 , 3 4 062 , 2 25 , 129 P             

Ou seja, o intervalo [126,2; 132,8] contém a verdadeira média do recobrimento 4, com 95% de confiança.

          t 1 n S y t n S y P 1 n ; 2 1 n ; 2 15/09/2016 13:11

8.2 Planejamento aleatorizado por níveis

Análise de um modelo de efeitos fixos

d) Ho:1 4 C11y10y20y31y4 125 , 496 ] ) 1 ( ) 1 [( 4 )] 43 .( 1 20 . 1 [ c n y c SQ 2 2 2 a 1 i 2 i 2 a 1 i . i i C           

  75 , 4 F F 20 , 25 12 / 25 , 236 1 / 12 , 496 ) a N ( SQ 1 SQ F 12 ; 1 ; 05 , 0 a N ; 1 a ; E C o         

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Análise de um modelo de efeitos fixos

Conclusão: Como Fo > F0,05;1;12 , rejeita-se Ho para o

nível de significância de 5%, concluindo-se que que existe diferença significativa entre as médias dos tratamentos 1 e 4.

FIM

Referências

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