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PROCESSO PENAL BRASILEIRO

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Academic year: 2022

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JOSÉ CARLOS G. XAVIER DE AQUINO

Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo Ex-Professor de Processo Penal da Faculdade de Direito de Osasco

Ex-Professor de Direito Penal e Processo Penal da Faculdade de Direito da Universidade Mackenzie Ex-Coordenador da Assessoria Técnico-Policial da Secretaria de

Segurança Pública de São Paulo (1985/1988)

Ex-Conselheiro Estadual de Política Criminal e Penitenciária (1986/1988) Ex-Conselheiro da Revistajustitia (1990/1993)

Ex-Professor de Direito Processual Penal da Faculdade de Direito da UNIP Ex-Professor de Processo Penal da Faculdade de Direito da FAAP

A PROVA TESTEMUNHAL

NO

PROCESSO PENAL BRASILEIRO

Colaboradora:

Aparecida Tatiana Gomes Barbosa Consalter

6a edição, revista e atualizada São Paulo-SP

2016

fTrLETR" AS

~Jurídicas

(2)

© José Carlos G. Xavier de Aquino

© Letras Jurídicas Editora Ltda. - EPP

Capa Cícero J. Silva Claudio P. Freire

Montagem da Capa Cícero J. Silva

Diagramação

Dálet -Diagramações e Edições Ltda-Me

Revisão

José Carlos G. Xavier de Aquino

Editor Cláudio P. Freire

6' EDlÇAo - 2016 - São Paulo - SP

Reservados a propriedade literária desta publicação e todos os direitos para Língua Portuguesa pela LETRAS JURÍDICAS EDITORA LTDA. - EPP

Tradução e reprodução proibidas, total ou parcialmente, conforme a Lei n° 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.

Largo São Francisco, 181 - 6° And, -Conj. 8/ 12 - Centro CEP 01005-010 - São Paulo-SI'

rJl LETRA,S

TeL / Fax (11) 3\07-6501 -Celular (11) 99352-5354 SiI.: www.letrasjuridicas.com.br

~Jurídicas

E·mail· [email protected]

Impressão no Brasil

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(3)

SUMÁRIO

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Capitulo I - INTRODU AO ... 17

1. Retrospectiva Histórica... 17

2. Teoria Geral da Prova... 21

3. A Prova... 22

4. Elementos da Prova... 27

5. Onus Probandi ... 30

6. Classificação dos Meios Probatórios... 32

7. A Dinâmica da Prova ... 33

8. OFulcro do Estudo ... 35

9. Conceito Etimológico... 36

10. Conceito Jurídico... 36

11. Fundamento do Testemunho... 39

12. Testis Unus, Testis Nullus ... 46

Capítulo 11 - OFATO... 49

Capítulo 111- AS FASES DA FORMAÇÃO DO TESTEMUNHO... 53

1. OConhecimento... 54

1.1. A atenção e a compreensão como elementos integradores do conhecimento ... 63

1.2. Os limites da atenção ... 65

1.3. Compreensão dos fatos... 66

1.4. Oestado de espírito como fator preponderante para a perfeita percepção de um fato ... 67

(4)

14 SUMÁRIO

2. Conservação do Conhecimento... 68

2.1. Sobre a declaração testemunhal sob o aspecto da intersubjetividade ... 73

3. A Declaração do Conhecimento ... 76

3.1. A declaração testemunhal como meio de comunicação ... 79

Capítulo IV - A LINGUAGEM ... 81

1. Elementos da Declaração Testemunhal... 82

2. A Declaração Testemunhal sob o Aspecto da Veracidade ... 83

3. Contradita... 84

4. OTestemunho como Declaração Mentirosa Involuntária... 85

5. A Declaração Testemunhal sob oAspecto da Intersubjetividade.... 88

Capítulo V - ATESTEMUNHA COMO ELO ENTRE OJUIZ E O THEMA PROBANDUM... ... 91

Capítulo VI- A ORALIDADE DO TESTEMUNHO... 97

Oitiva das Testemunhas em Separado...l0l Capítulo VII- A FALHA DA PROVA TESTEMUNHAL EANTIGOS CRITÉRIOS PARA A OBTENÇÃO DA VERDADE OBJETiVA ...103

Capítulo VIII - CAPACIDADE PARA SER TESTEMUNHA...107

1. Os Doentes e Deficientes Mentais ...110

2. Os Menores de 14 Anos ...111

3. A Senectude...114

4. Apresentação da Testemunha...115

5. A Convocação da Testemunha Militar e do Funcionário Público...116

6. OMomento em que o sujeito adquire a qualidade de testemunha...116

Capítulo IX - OFUNDAMENTO DO DEVER DE TESTEMUNHAR ...119

1. Deveres da Testemunha ...120

2. Veracidade do Depoimento ...124

CapítulO X - EXCEÇÕES AO DEVER DE DEPOR ...129

1. Fundamento da Exceção de Depor em Razão do Parentesco ...129

(5)

2. Elenco dos Parentes que podem Gozar dessa Isenção ...132

3. OMomento em que o sujeito adquire, para o Processo Penal, a Qualidade de Parente ...132

4. Imunidade dos Congressistas para servir de Testemunha ...134

5. Imunidade dos Agentes Diplomáticos e Consulares ...135

Capítulo XI - PROIBiÇÃO EM RAZÃO DO SEGREDO PROFISSIONAL...137

1. Definição de Segredo ...138

2. Fundamento do Segredo Profissional ...138

3. Faculdade de Depor ...139

4. Quais os sujeitos que podem invocar tal prerrogativa ...141

5. Abstenção de depor em razão do Segredo Confessional ­ Fundamento ...142

6. OPromotor de Justiça está proibido de depor como testemunha, caso tenha funcionado no processo, ainda que como fiscal da lei...145

7. Juiz de Direito que presenciou os fatos investigados ...146

8. Testemunhas de "Beatificação" ...146

9. A Palavra da Vítilna ...147

10. A Palavra do Corréu ...148

11. Informações de Delinquentes ...148

Capítulo XII - DA ACAREAÇÃO...149

OComportamento e as Reações Humanas ...152

Capítulo XIII - SOLUÇÕES UTÓPICAS PARA A DESCOBERTA DA VERDADE ...155

Capítulo XIV - OTESTEMUNHO COMO MEIO DEMONSTRATIVO DA EXISTÊNCIA MATERIAL DO IlÍCITO PENAL...157

Capítulo XV - FALSO TESTEMUNHO NATUREZA JURíDICA DO FALSO TESTEMUNHO ...159

Capítulo XVI - LEI DE PROTEÇÃO ÀS VíTIMAS, TESTEMUNHAS E ACUSADOS COLABORADORES...165

(6)

16 SUMÁRIO

1. Sistemas Penais ...163

2. Teoria da Pena ...167

3. Reflexões sobre o Cárcere ...173

4. Histórico ...185

5. Histórico da Delação Premiada no Brasil...193

6. Legislação acerca da Delação Premiada...196

7. OInstituto da Delação Premiada no Brasil ...197

8. Questionamentos trazidos à Luz do Instituto em questão...206

9. Regras e Princípios Orientadores para a Formalização do Acordo ...223

10. A Delação Premiada nos Crimes Praticados por Organização Criminosa ...234

Capítulo XVII - CONCLUSÃO ...243

BIBLIOGRAFIA ...255

QUEM SOMOS LETRAS JURíDICAS...261

Referências

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