Copom sinaliza fim do ciclo de aperto monetário
Em reunião realizada nesta semana, o Copom elevou novamente a taxa Selic em 50
pontos-base, em linha com as expectativas do mercado, para 10,00% ao ano. Contudo,
alterações no comunicado divulgado após a reunião sugerem que o Comitê deve
encerrar o ciclo de aperto monetário em sua primeira reunião de 2014. Embora a ata
desta reunião do Copom, a ser divulgada na semana que vem, deva trazer mais
informações sobre o cenário esperado para a inflação pelo Banco Central, mantemos
nossa expectativa de que, em janeiro de 2014, a taxa Selic será elevada em 25
pontos-base, encerrando-se o ciclo de ajuste da política monetária.
IGP-M apresenta desaceleração em relação a outubro:
o IGP-M apresentou variação
positiva de 0,29% em novembro, arrefecendo em relação ao mês anterior, quando o
indicador obteve variação de 0,86%.
Confiança da Indústria apresenta alta em novembro, com viés positivo para o final de
ano:
o ICI apresentou alta expressiva, ao reverter a queda de 0,2% em outubro para alta
de 1,2% em novembro, encerrando, assim, 5 quedas consecutivas e alcançando 99,0
pontos, ante 97,8 registrados em outubro.
Confiança do consumidor registra alta, mas não reverte queda de outubro:
após queda
expressiva de 2,2% apresentada em outubro, o ICC, da Fundação Getúlio Vargas, registrou
alta de 1,0% em novembro, passando de 111,7 para 112,8 pontos.
Operações de crédito do Sistema Financeiro Nacional (SFN) em outubro de 2013:
segundo reportado pelo Banco Central do Brasil, o estoque total de crédito do sistema
financeiro atingiu R$ 2.610 bilhões em out/13, com crescimento 14,7% em 12 meses e de
0,5% em base mensal. Com isso a relação crédito/PIB alcançou 55,4% em outubro,
comparativamente a 55,5% em set/13 e a 52,4% em out/12.
Taxa de desemprego na zona do euro recua na margem, mas permanece acima de 2012:
a taxa de desemprego na zona do euro atingiu 12,1% em outubro, recuando ligeiramente
na comparação com o mês anterior, quanto estava em 12,2%, enquanto as expectativas
do mercado eram de estabilidade no mês.
Estimativas de mercado para os principais indicadores da economia brasileira:
2010 2011 2012 2013e 2014e
IPCA (%) 5,91% 6,50% 5,84% 5,84% 5,92%
IGP-DI (%) 11,31% 5,01% 8,11% 5,45% 6,00%
IGP-M (%) 11,32% 5,10% 7,82% 5,55% 6,00%
Taxa de câmbio - fim de período (R$/US$) 1,66 1,87 2,04 2,30 2,40
Taxa de câmbio - média de período (R$/US$) 1,76 1,67 1,95 2,17 2,35
Meta Taxa Selic - fim de período (a/a) 10,75% 11,00% 7,25% 10,00% 10,50%
Meta Taxa Selic - média de período (a/a) 9,81% 11,66% 8,52% 8,38% 10,28%
PIB (% de crescimento) 7,53% 2,73% 0,87% 2,50% 2,10%
Fonte: IBGE, FGV e BCB. Expectativas Focus-BCB.
Gustavo Pereira Serra
Economista [email protected] +55 11 2172-2564
Cristiano de Barros Caris
[email protected] +55 11 2172-2566
Cenário Interno
Copom sinaliza fim do ciclo de aperto monetário
Em reunião realizada nesta semana, o Copom elevou novamente a taxa Selic em 50 pontos-base, em linha com as expectativas do mercado, para 10,00% ao ano. Contudo, alterações no comunicado divulgado após a reunião sugerem que o Comitê deve encerrar o ciclo de aperto monetário em sua primeira reunião de 2014. Embora a ata desta reunião do Copom, a ser divulgada na semana que vem, deva trazer mais informações sobre o cenário esperado para a inflação pelo Banco Central, mantemos nossa expectativa de que, em janeiro de 2014, a taxa Selic será elevada em 25 pontos-base, encerrando-se o ciclo de ajuste da política monetária.
Da mesma forma como foi realizado nas reuniões anteriores, o comunicado da decisão manteve o trecho “dando prosseguimento ao processo de ajuste da taxa básica de juros”, indicando que a alta realizada nesta semana não encerrou o ciclo de ajuste da política monetária. No entanto, além de omitir a frase “O Comitê avalia que essa decisão contribuirá para colocar a inflação em declínio e assegurar que essa tendência persista no próximo ano”, no comunicado desta reunião foi incluída a informação de que o aperto monetário foi “iniciado na reunião de abril de 2013”.
Consideramos que a mudança no comunicado, que se manteve inalterado entre maio e outubro, além da informação que menciona o longo período no qual o aperto monetário vem sendo realizado, sinalizam para um fim iminente do ciclo de elevação da taxa de juros. Dessa forma, acreditamos que a última elevação da taxa Selic do atual ciclo de aperto monetário deva ocorrer na reunião dos dias 14 e 15 de janeiro de 2014, e que a ata da reunião desta semana, a ser divulgada na próxima quinta-feira, deva trazer mais informações sobre qual a magnitude da elevação a ser realizada no primeiro mês do próximo ano.
Vale ressaltar que, no momento em que o Copom optou por iniciar o aperto monetário, o IPCA acumulava em 12 meses variação de 6,59%, acima do teto da meta de inflação, de 6,50%. Passados sete meses, a inflação ao consumidor é de 5,84%, tendo-se reduzido também as expectativas de crescimento do PIB para este ano e para 2014. Assim, visto a defasagem entre a implementação da política monetária e seu impacto sobre o nível de preços, além dos recentes indicadores de atividade e de confiança, o Copom pode ter avaliado perspectivas mais fracas para o nível de atividade em 2014, levando-o a considerar que o atual patamar da taxa básica de juros seja suficiente para confirmar a tendência de desaceleração da inflação.
IPCA - Variação acumulada em 12 meses dos grupos componentes do índice
Grupo mar/13 out/13
Índice geral 6,59% 5,84% Alimentação e bebidas 13,49% 8,88% Habitação 2,93% 3,47% Artigos de residência 2,85% 6,55% Vestuário 6,80% 5,71% Transportes 1,42% 2,51%
Saúde e cuidados pessoais 6,28% 6,84%
IGP-M apresenta desaceleração em relação a outubro
O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) apresentou variação positiva de 0,29% em novembro, arrefecendo em relação ao mês anterior, quando o indicador obteve variação de 0,86%. Desta forma, a inflação acumulada em 12 meses variou 5,60%. O resultado no mês esteve abaixo da média das expectativas do mercado, de 0,32%. No ano, o IGP-M acumula variação de 4,88%, até novembro.
A maior contribuição para a desaceleração do IGP-M no mês partiu do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) registrando variação de 0,17% em novembro. No mês anterior o índice registrou alta de 1,09%. Destacou-se o comportamento dos produtos agropecuários (de +0,48% para -0,06%), repercutindo a queda observada para trigo (em grão) (de +0,70% para -9,06%) e aves (de +3,27% para -6,16%), principalmente.
Cabe destacar que uma possível correção nos preços dos derivados de petróleo, como vem sendo especulada, pode contribuir para uma alta do IPA de dezembro, uma vez que a gasolina e o óleo diesel têm participação importante no índice.
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), no sentido contrário do IGP-M, avançou de 0,43% para 0,65% em novembro, acumulando em 12 meses variação de 5,55%. O resultado veio pressionado pelo grupo Alimentação (+0,63% para +0,93%), repercutindo altas anteriores, sendo que nesta classe, cabe destacar o comportamento dos itens hortaliças e legumes (-5,46% para +3,79%) e frutas (+0,98% para +2,16%).
O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou variação de 0,27% em novembro. No mês anterior, o indicador apresentou alta de 0,33%. Em 12 meses o INCC apresenta alta de 8,12%. O grupo materiais, equipamentos e serviços foi quem contribuiu para a desaceleração do índice, apresentando arrefecimento de 0,33% para 0,27% em novembro.
5,60% 2,00% 3,00% 4,00% 5,00% 6,00% 7,00% 8,00% 9,00%
Fonte: FGV *Expectativas Focus - BCB
IGP-M acumulado em 12 meses
Confiança da Indústria apresenta alta em novembro, com viés positivo para o final de ano O Índice de Confiança da Indústria (ICI), calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), apresentou alta expressiva, ao reverter a queda de 0,2% em outubro para alta de 1,2% em novembro, encerrando assim, 5 quedas consecutivas e alcançando 99,0 pontos, ante 97,8 registrados em outubro. Contudo, o indicador ainda se apresenta abaixo da média histórica recente de 103,6. A prévia do indicador sinalizava avanço 0,7%.
O Índice da Situação Atual (ISA), revertendo à queda de outubro (-0,8%) e mais 4 quedas anteriores, avançou 1,8% neste mês, contribuindo de forma mais expressiva para o avanço da confiança industrial. Sendo assim, o ISA passou de 98,1 para 99,9 pontos. No entanto, o indicador apresenta-se abaixo de sua média histórica recente de 104,5 pontos.
Já o Índice de Expectativas (IE), vindo de uma alta de 0,4% em outubro, apresentou o segundo avanço (0,6%) consecutivo ao neste mês, aos 98,1 pontos, apresentando-se, também, abaixo da média histórica recente.
O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) também apresentou avanço em novembro, ao passar de 84,1% para 84,3%, registrando crescimento de 0,2 ponto percentual, sendo este o maior nível registrado desde julho e encontrando-se em 0,1 ponto percentual abaixo de sua média histórica.
Desta forma, o resultado geral da confiança da industrial reverte uma sequência negativa de resultados indicando uma possível recuperação em seus indicadores para o final do ano.
99,0 60 70 80 90 100 110 120 130
FGV - Índice de Confiança da Indústria
ICI - com ajuste sazonal
Fonte: FGV
Média Histórica rescente = 103,6
Confiança do consumidor registra alta, mas não reverte queda de outubro
Dos dois subíndices componentes no ICC, o Índice de Expectativas (IE) foi quem contribuiu de forma positiva para com a confiança do consumidor, obtendo avanço de 1,4% entre outubro e novembro, revertendo assim a forte queda de 3,0% registrada naquele mês e passando de 107,5 para 109,0 pontos, superando, desta forma, sua média histórica de 108,5 pontos, com ajuste sazonal. O destaque partiu do otimismo em relação às finanças pessoais.
No entanto, com piora da percepção dos consumidores quanto à situação atual da economia, o Índice da Situação Atual (ISA) contribuiu negativamente para o ICC, ao registrar a segunda queda consecutiva, passando de -0,6% em outubro para uma queda de 0,2% em novembro, atingindo desta forma 120,8 pontos, patamar inferior à sua média histórica de 5 anos, na série com ajuste sazonal. 99,0 112,8 90,0 95,0 100,0 105,0 110,0 115,0 120,0 125,0 130,0 Fonte: FGV
Índices de Confiança do Consumidor e da Indústria (com ajuste sazonal)
Índice de Confiança da Indústria
Índice de Confiança do Consumidor
Operações de crédito do Sistema Financeiro Nacional (SFN) em outubro de 2013
Segundo reportado pelo Banco Central do Brasil, o estoque total de crédito do sistema financeiro, incluindo recursos livres e direcionados, atingiu R$ 2.610 bilhões em out/13, com crescimento 14,7% em 12 meses e de 0,5% em base mensal (sendo +1,2% na carteira de pessoas físicas e decréscimo de 0,1% no segmento de pessoas jurídicas). Com isso a relação crédito/PIB alcançou 55,4% em outubro, comparativamente a 55,5% em set/13 e a 52,4% em out/12.
O baixo crescimento mensal de 0,5% refletiu, em parte, a recuperação do impacto causado pela greve bancária iniciada na 2ª quinzena de setembro, sensibilizado, principalmente, pelo aumento nas concessões de financiamentos para pessoas físicas, em ambiente de gradual recuperação do ritmo da atividade econômica. Em linha com a tendência observada ao longo do ano, a expansão mensal foi mais acentuada no crédito direcionado (+0,9%), sobretudo na carteira de pessoas físicas (+2,1%), do que nas operações com recursos livres (+0,2%). Destaque para a leve redução da inadimplência num cenário de aumento dos juros e dos spreads.
Operações de Crédito do SFN - Out/13 out/12 dez/12 set/13 out/13 AV R$ bilhões
Total Oper Crédito (Livres + Direcionados) 2.276 2.368 2.597 2.610 100%
PF 1.041 1.076 1.201 1.215 47% PJ 1.235 1.293 1.396 1.395 53% Recursos Livres 1.358 1.399 1.464 1.467 56% PF 680 693 731 735 28% PJ 679 707 734 732 28% Recursos Direcionados 918 969 1.133 1.143 44% PF 361 383 470 480 18% PJ 556 586 663 663 25%
Rec. Direcionados por segmento 918 969 1.133 1.143 44% Fi na nc. Imobi l i á ri o 284 298 371 378 14%
Rura l 131 139 166 169 6%
BNDES 451 476 525 522 20%
Outros 51 56 71 74 3%
Crédito/PIB 52,4% 53,8% 55,5% 55,4% -0,1 pp 1,6 pp 3,0 pp
Inadimplência >90d (Rec. Livres) 5,8% 5,6% 5,1% 5,0% -0,1 pp -0,7 pp -0,8 pp
PF 8,1% 8,0% 7,0% 6,8% -0,2 pp -1,2 pp -1,3 pp
PJ 3,8% 3,7% 3,4% 3,4% 0,0 pp -0,3 pp -0,4 pp
Taxas de aplicação (Rec. Livres) 26,2% 25,3% 28,4% 29,0% 0,6 pp 3,6 pp 2,8 pp
PF 34,9% 33,9% 37,2% 38,3% 1,1 pp 4,5 pp 3,4 pp
PJ 18,4% 18,0% 20,7% 20,8% 0,2 pp 2,9 pp 2,4 pp
Spreads (Rec. Livres) 18,3% 17,6% 17,8% 18,3% 0,5 pp 0,7 pp 0,1 pp
PF 26,5% 25,6% 25,8% 27,0% 1,2 pp 1,4 pp 0,5 pp PJ 11,0% 10,7% 10,8% 10,8% -0,1 pp 0,1 pp -0,3 pp 26,9% 21,2% 9,7% 6,1% 3,6% 18,0% 25,3% -0,3% var 1,2% 16,7% -0,1% 13,0% var 10,2% 12,9% 7,9% 4,8% 0,9% 2,1% 1,5% -0,4% var 14,7% 8,0% 8,1% 7,8% 0,5% 0,2% 0,6% 1m 10m 12m
Fonte: Banco Central do Brasil/Planner Corretora.
3,6% 24,6% 33,2% 28,6% 15,7% 44,4% 0,1% 19,2% 0,9% 24,6% 13,2% 18,0% 2,1% 32,8% 32,6%
O crescimento mensal de 0,5% foi liderado pelos bancos públicos que ganharam mercado em detrimento aos bancos privados nacionais e estrangeiros. Ao final de outubro a participação dos públicos estava em 50,7% do total (+0,1pp). Nos bancos privados a participação mensal recuou de 33,8% em set/13 para 33,7% em out/13. Já a participação dos bancos privados estrangeiros, manteve-se em 15,6%. O estoque de crédito do SFN segue com tendência de expansão moderada, caracterizada em toda a trajetória do ano.
Crédito com recursos livres. O total de crédito livre alcançou R$ 1.467 bilhões, após expansões de
0,2% no mês e 8% em 12 meses, refletindo crescimento de 0,6% nas carteiras de pessoas físicas, com destaque para os acréscimos em crédito pessoal e cartão de crédito à vista, enquanto o saldo de pessoas jurídicas recuou 0,3%.
Crédito com recursos direcionados. O saldo de operações de crédito direcionado alcançou R$
1.143 bilhões em outubro, com crescimento de 0,9% no mês e 24,6% em 12 meses, sustentado, basicamente, pela expansão mensal de 2,1% nos financiamentos a pessoas físicas, comparativamente ao incremento de 0,1% nos financiamentos relativos a pessoas jurídicas. Nos direcionados mais uma vez o destaque ficou com o crescimento nos segmentos de financiamento imobiliário (+2,1%) em base mensal e +33,2% em 12 meses, e no segmento de crédito rural, com expansão de 1,5% no mês e 28,6% em 12 meses. Já as carteiras de financiamentos com recursos do
As concessões de crédito com recursos livres e direcionados apresentaram elevação de 4,7% no
mês, totalizando R$ 313 bilhões em outubro. O fluxo de empréstimos às famílias mostrou
desempenho mais significativo, com alta de 5,7% frente retração de 3% em setembro. Destacaram-se os incrementos em crédito pessoal (+5,6%), cartão de crédito à vista (+5,8%), aquisição de veículos (+14,2%), financiamentos imobiliários (+5,6%) e crédito rural (+4,5%). Os desembolsos a pessoas jurídicas somaram R$ 157 bilhões, com crescimento de 3,8% em outubro (1,5% em setembro), ressaltando-se a maior demanda por capital de giro (+18,5%), e conta garantida (+13,5%).
Taxas de juros e inadimplência. A taxa de inadimplência, olhando os recursos livres registraram
decréscimo marginal de 0,1pp em base mensal, de 5,1% em setembro para 5% em outubro, sensibilizado pela queda de 0,2pp no segmento de pessoas físicas, que passou de 7% em setembro para 6,8% em outubro. Já a inadimplência no segmento de pessoa jurídica manteve-se estável em 3,4%. Os spreads com recursos livres subiram 0,5pp para 18,3% (em base mensal), notadamente em PF (crédito pessoal não consignado e cheque especial), repercutindo a elevação nas taxas de aplicação sensibilizadas pela elevação da Selic.
Cenário Externo
Taxa de desemprego na zona do euro recua na margem, mas permanece acima de 2012
A taxa de desemprego na zona do euro atingiu 12,1% em outubro, recuando ligeiramente na comparação com o mês anterior, quanto estava em 12,2%, enquanto as expectativas do mercado eram de estabilidade no mês. Contudo, o nível de desocupação permanece 0,4 p.p. acima do registrado em mesmo período de 2012, como reflexo de um aumento de 615 mil no número de pessoas desempregadas, que totalizaram 19,3 milhões ao final de outubro.
A abertura do resultado, na comparação anual, indicou alguns países com desempenho positivo, com recuo da taxa de desocupação na Alemanha (de 5,4% para 5,2%), Irlanda (de 14,5% para 12,6%) e Portugal (de 16,9% para 15,7%), citando os principais. No entanto, a situação do mercado de trabalho permaneceu preocupante em outros países, com avanço do nível de desemprego na Espanha (de 26,0% para 26,7%), Itália (de 11,3% para 12,5%) e na França (de 10,5% para 10,9%), por exemplo. 4,0% 9,0% 14,0% 19,0% 24,0% 29,0%
Zona Euro Grécia Espanha Portugal Alemanha
Fonte: Bloomberg
Cristiano de Barros Caris [email protected] Mario Roberto Mariante, CNPI
[email protected] Luiz Francisco Caetano, CNPI
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EQUIPE
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