PROSPECTO DE EMISSÃO
________________________________________________ ComStage ETF
Sociedade de Investimento ao abrigo do Direito do Luxemburgo ________________________________________________
Índice
1. Introdução... 6
1.1 Considerações Gerais ... 6
1.2 Cotação em bolsa ... 6
1.3 Restrições à Venda e Transferência ... 6
1.4 Normas de distribuição ... 7
1.5 Responsabilidade relativa ao Prospecto ... 8
1.6 Designação da Moeda ... 8
1.7 Fuso horário pertinente... 9
1.8 Data ... 9
2. Administração e Gestão... 10
2.1 Endereços e Resumo ... 10
2.2 Conselho de Administração da Sociedade ... 11
2.3 Sociedade Gestora... 12
2.4 Agente Administrativo dos Subfundos ... 12
2.5 Banco Depositário e Agente Pagador... 13
2.6 Entidade de Registo e Transferência da Sociedade ... 13
2.7 Agente Gestor ... 14
2.8 Agente Distribuidor ... 14
3. A Sociedade... 15
3.1 Estrutura... 15
3.2 Aspectos Legais ... 15
4. Objectivos de Investimento da Sociedade e Politica de Investimento de cada Subfundo ... 17
4.1 Objectivos de Investimento da Sociedade... 17
4.2 Política de Investimento de cada Subfundo... 17 4.2.1 Política Geral de Investimento de cada Subfundo 17 4.2.2 Panorama geral sobre a política de investimento de cada
5. Restrições ao Investimento... 20
6. Técnicas e Instrumentos especiais que fazem parte dos valores mobiliários e dos instrumentos do mercado monetário ... 28
7. Determinação do Risco Global... 29
8. Factores de Risco... 29
8.1 Introdução ... 29
8.2 Os seguintes factores de risco são válidos para todos os Subfundos ... 30
8.2.1 Riscos gerais 30 8.2.2 Riscos relacionados com os componentes do Índice 35 8.2.3 Riscos relacionados com o Índice 39 8.2.4 Outros riscos 39 9. Tipologia do Perfil de Risco... 41
10. Forma das participações ... 42
11. Emissão de participações e subscrições de participações... 43
11.1 Subscrições de participações por participantes autorizados ... 43
11.2 Compra de participações por participantes não autorizados ... 44
12. Resgate de participações... 44
12.1 Devolução à Sociedade de participações de participantes autorizados ... 44
12.2 Devolução à Sociedade de participações de participantes não autorizados ... 45
12.3 Venda de participações por participantes não autorizados à Sociedade de Aquisição ... 46
12.4 Procedimento para resgates que perfazem 10% de um Subfundo... 46
12.5 Resgates Forçados... 47
12.6 Conversão de participações... 47
13. Mercado secundário... 48
14. Proibição de Late Trading e Market Timing ... 48
15. Valor Líquido Global indicativo por participação... 48
16. Valor Líquido Global, preço de subscrição e resgate... 49
16.1 Determinação do Valor Líquido Global ... 49
16.2 Suspensão do cálculo do Valor Líquido Global e suspensão da subscrição e resgate de participações ... 52
17. Distribuição dos rendimentos ... 53
18. Impostos e custos... 54
18.1 Estatuto fiscal ... 54
18.1.1 Tributação da Sociedade no Luxemburgo 54 18.1.2 Tributação dos participantes no Luxemburgo 54 18.2 Custos suportados pela Sociedade... 55
18.2.1 Taxa global 55 18.2.2 Outros custos e despesas não incluídos na taxa global 56 18.2.3 Pagamentos da taxa global 57 18.2.4 Reembolsos, Soft Commissions 57 18.2.5 Rácio de despesas totais (“Total Expense Ratio”) 57 19. Informações para os participantes ... 57
19.1 Relatórios e publicações periódicos... 57
19.2 Documentos disponíveis para consulta ... 58
20. Dissolução da Sociedade, respectivos Subfundos ou classes de participações, fusão de Subfundos ou classes de participações ... 58
20.1 Dissolução da Sociedade, respectivos Subfundos ou classes de participações ... 58
20.2 Fusão de Subfundos ou classes de participações... 59
21. Assembleias gerais ... 60
22. Lei aplicável, foro competente e língua vinculativa... 60
24. Anexos: Os Subfundos ... 67 Anexo 55: ComStage ETF PSI 20® ... 67 Anexo 56: ComStage ETF PSI 20® Leverage ... 71
1. INTRODUÇÃO 1.1 Considerações Gerais
Introdução ComStage ETF ("Sociedade") encontra-se registada como organismo de investimento colectivo no Grão-Ducado do Luxemburgo, ao abrigo da Parte I da Lei de 17 de Dezembro de 2010 relativa aos organismos de investimento colectivo ("Lei"), na sua versão em vigor. A Sociedade cumpre os requisitos de um organismo de investimento colectivo em valores mobiliários ("OICVM"), nos termos do artigo 1.º (2) da Directiva 2009/65/CE Parlamento Europeu e do Conselho, de 13 de Julho de 2009, relativa à coordenação das disposições legislativas, regulamentares e administrativas respeitantes a alguns organismos de investimento colectivo em valores mobiliários ("OICVM") na respectiva versão em vigor (a "Directiva OICVM"), podendo assim ser colocados à venda em qualquer Estado-membro da União Europeia ("Estado-membro da UE"), desde que nele se encontre registada. Actualmente, a Sociedade é constituída como um agrupamento de fundos, de modo a oferecer a possibilidade, tanto a investidores privados como institucionais, de escolher entre vários Subfundos ("Subfundos" ou, no singular, "Subfundo"), cuja valorização pode estar indexada total ou parcialmente à valorização do índice que lhe serve de base ("Índice"), ou de uma carteira de activos ("carteira"). O registo da Sociedade não representa qualquer garantia por parte de uma autoridade de supervisão no que respeita à valorização ou à qualidade das participações ("participações") emitidas pela Sociedade. Quaisquer afirmações em contrário serão consideradas falsas e ilegítimas.
1.2 Cotação em bolsa
Tenciona-se admitir as participações dos Subfundos à negociação numa ou mais bolsas. Esta admissão à negociação prevê a obrigação de um ou mais membros da respectiva bolsa de agir como Market Maker e apresentar cotações, às quais as participações serão adquiridas ou vendidas pelos investidores. A margem entre as cotações de compra e de venda poderá ser supervisionada e regulada pelo supervisor da respectiva bolsa. Tenciona-se pedir a admissão de determinadas classes de participações à cotação (i) na Bolsa do Luxemburgo e/ou (ii) na Bolsa de Valores de Frankfurt e/ou (iii) numa das seguintes bolsas: Baden-Württembergische Wertpapierbörse, Euronext Paris, Euronext Amsterdam, Euronext Brüssel, Euronext Lisboa, Bolsas y Mercados Españoles, OMX Nordic Exchange Stockholm, Nordic Derivatives Exchange, OMX Nordic Exchange Finland, Oslo Børs, OMX Nordic Exchange Copenhagen, Chi-X Europe Ltd., SIX Swiss Exchange. Não é de excluir que as participações sejam negociadas noutros Mercados.
A aprovação da documentação necessária para a cotação, nos termos das normas de cotação da bolsa de valores em questão, não constitui qualquer garantia por parte dessa bolsa quanto à competência dos prestadores de serviços, à adequação das informações contidas nos prospectos de bolsa, ou à adequação das participações para investimento ou qualquer outro fim.
1.3 Restrições à Venda e Transferência
As participações não foram nem serão registadas nos termos do United States Securities Act do ano 1933, na sua versão em vigor ("Lei de 1933"), nem das leis relativas aos valores mobiliários de algum estado ou de qualquer autoridade dos
Estados Unidos da América, nem dos seus territórios, propriedades ou quaisquer outras áreas sujeitas à sua jurisdição, incluindo a Commonwealth de Puerto Rico ("Estados Unidos"). As participações não podem ser oferecidas, vendidas ou transferidas de qualquer outra forma nos Estados Unidos. As participações são oferecidas e vendidas com base numa isenção das normas de registo da Lei de 1933, nos termos do Regulamento S da mesma lei. A Sociedade não foi nem será registada de acordo com o United States Investment Company Act do ano 1940, na sua versão válida, nem de quaisquer outras leis federais dos EUA. Neste sentido, as participações não serão oferecidas ou vendidas nos Estados Unidos, nem a pessoas ou por conta de pessoas que sejam fiscalmente tributáveis nos EUA, nem a pessoas dos EUA ou por conta destas (nos termos das definições das leis federais dos EUA sobre valores mobiliários, mercadorias e impostos, incluindo o Regulamento S da Lei de 1933) (conjuntamente "Pessoas dos EUA"). Quaisquer transferências posteriores de participações nos Estados Unidos ou a pessoas dos EUA serão proibidas (chamamos a atenção para as estipulações sobre resgates forçados no capítulo "Resgates forçados").
As participações não foram admitidas nem recusadas pela autoridade reguladora do mercado de valores mobiliários dos EUA ("SEC"), nem por qualquer outra autoridade reguladora dos Estados Unidos. Além disso, nem a SEC nem qualquer outra autoridade reguladora dos EUA tomou qualquer decisão sobre a exactidão ou adequação deste documento ("Prospecto de emissão") ou as vantagens das participações. Quaisquer afirmações em contrário serão punidas por lei.
A United States Commodity Futures Trading Commission (autoridade reguladora das transacções no mercado de futuros de mercadorias dos EUA) não examinou nem aprovou este documento nem quaisquer outros documentos de venda da Sociedade. Este Prospecto não pode ser distribuído nos Estados Unidos. A distribuição do presente Prospecto e a oferta das participações podem também estar sujeitas a restrições noutros sistemas jurídicos.
Ninguém está autorizado a prestar declarações ou garantias para além das indicadas no Prospecto ou nos documentos referidos no Prospecto. Tais documentos estão disponíveis ao público na sede da Sociedade, na 25, rue Edward Steichen, L-2540 Luxemburgo.
No âmbito do Acordo Global de Vendas, a sociedade gestora nomeará um agente distribuidor que terá a responsabilidade global pela venda das participações ("Agente Distribuidor"). Nos termos do Acordo Global de Vendas, o agente distribuidor poderá nomear outros agentes distribuidores ou vendedores para a venda de participações em determinadas jurisdições ("subagente distribuidor"), e decidir sobre o pagamento das comissões sobre vendas ou resgates ao agente distribuidor ou ao(s) subagente(s) distribuidor(es). Para mais informações sobre os subagentes distribuidores, consulte o material de distribuição, onde vêm listadas as participações que podem ser subscritas.
1.4 Normas de distribuição
Os pedidos de subscrição só serão aceites em conformidade com o disposto na versão em vigor do presente Prospecto. O Prospecto só será válido quando acompanhado de uma cópia do actual Relatório de Contas Anual da Sociedade ("Relatório de Contas Anual") com as contas anuais auditadas, ou de uma cópia
do Relatório de Contas Semestral ("Relatório de Contas Semestral") e (sempre que exigido por lei ou pelas normas de cotação de uma bolsa) do Relatório de Contas Trimestral ("Relatório de Contas Trimestral"), desde que sejam ou tenham sido publicados após o último Relatório de Contas Anual. Tanto o Relatório de Contas Anual como o Relatório de Contas Semestral fazem parte integrante do presente Prospecto.
Os potenciais investidores devem ler o presente Prospecto cuidadosamente e na sua íntegra e consultar o seu consultor jurídico, fiscal e financeiro, relativamente a:
(i) normas legais e regras prudenciais de subscrição, compra, posse, resgate ou alienação de participações, aplicáveis nos países de residência ou de nacionalidade,
(ii) restrições em matéria de divisas às quais estão sujeitos no seu país, no que respeita a subscrição, compra, posse, resgate ou alienação de participações,
(iii) questões legais, fiscais, financeiras ou de outra natureza ligadas à subscrição, compra, posse, resgate ou alienação de participações, bem como
(iv) outras questões derivadas destas negociações. Os investidores que tenham qualquer dúvida sobre o conteúdo de algum dos pontos deste Prospecto, devem consultar o seu corretor de bolsa, consultor bancário, advogado, revisor oficial de contas, consultor fiscal ou qualquer outro consultor.
Ninguém está autorizado a fornecer informações, prestar declarações ou garantias relacionadas com a oferta de participações que não venham expressas no Prospecto e nos relatórios mencionados mais acima. Caso sejam fornecidas informações, prestadas declarações ou garantias, nada indica que estas tenham sido autorizadas pela Sociedade. O presente Prospecto pode ser periodicamente actualizado, de modo a reflectir eventuais alterações essenciais, e os investidores deverão informar-se sobre a versão mais actual do Prospecto.
1.5 Responsabilidade relativa ao Prospecto
O Conselho de Administração tomou todos os cuidados razoáveis para assegurar que à data da publicação deste Prospecto as informações nele contidas estão correctas e completas em todos os seus pontos essenciais. O Conselho de Administração assume todas as responsabilidades a este respeito.
A Sociedade não se responsabiliza pelo conteúdo dos Websites de terceiros que possam ser indicados no presente Prospecto. No momento da indicação dos referidos Websites no presente Prospecto, não foram encontrados quaisquer conteúdos ilegais nos mesmos. A Sociedade não tem qualquer influência sobre os conteúdos actuais e futuros de tais Websites e distancia-se assim, expressamente, de todos os conteúdos que tenham sido alterados após a elaboração deste Prospecto. Todas as opiniões ou dados de facto publicados nos referidos Websites não são da responsabilidade nem da autoria da Sociedade em resultado da referência neste Prospecto, salvo indicação em contrário no presente Prospecto. 1.6 Designação da Moeda
Quaisquer indicações feitas a "USD" no Prospecto dizem respeito à moeda dos Estados Unidos da América; indicações de "Euro" ou "EUR" dizem respeito à
moeda única de vários Estados-membros da União Europeia; indicações de "JPY" e "Yen" referem-se à moeda japonesa; indicações de "GBP" referem-se à moeda da Grã-Bretanha; indicações de "CHF" referem-se à moeda da Suíça e/ou demais indicações a uma outra moeda pontualmente definida no respectivo anexo.
1.7 Fuso horário pertinente
Todas as alusões efectuadas às horas referem-se à hora local luxemburguesa. 1.8 Data
2. ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO 2.1 Endereços e Resumo
Sede da Sociedade 25, rue Edward Steichen, L-2540 Luxemburgo
Conselho de Administração da Sociedade
Mathias Turra, Presidente do Conselho de Administração
Commerz Funds Solutions S.A., 25, rue Edward Steichen, L-2540 Luxemburgo Hermann Berger
Commerzbank AG, Mainzer Landstraße 153, D-60327 Frankfurt am Main André Kolb
Commerzbank AG Filiale Luxemburg, 25, rue Edward Steichen, L-2540 Luxemburgo
Thomas Meyer zu Drewer
Commerzbank AG, Mainzer Landstraße 153, D-60327 Frankfurt am Main Sociedade Gestora
Commerz Funds Solutions S.A. 25, rue Edward Steichen L-2540 Luxemburgo
Conselho de Administração da Sociedade Gestora
Thomas Timmermann, Presidente do Conselho de Administração Commerzbank AG, Mainzer Landstraße 153, D-60327 Frankfurt am Main Hermann Berger
Commerzbank AG, Mainzer Landstraße 153, D-60327 Frankfurt am Main André Kolb
Commerzbank AG Filiale Luxemburg, 25, rue Edward Steichen, L-2540 Luxemburgo
Thomas Meyer zu Drewer
Michael Seifried
Commerzbank AG, Mainzer Landstraße 153, D-60327 Frankfurt am Main Mathias Turra
Commerz Funds Solutions S.A., 25, rue Edward Steichen, L-2540 Luxemburgo Roberto Vila
Commerzbank AG, 30 Gresham Street, Londres EC2P 2XY, Reino Unido Agente Administrativo dos Subfundos
O(s) Agente(s) Administrativo(s) de um Subfundo vem(vêm) indicado(s) no respectivo anexo do Subfundo.
Banco Depositário e Agente Pagador
BNP Paribas Securities Services, Sucursal Luxemburgo 33, rue de Gasperich
L-5826 Hesperange, Luxemburgo
Entidade de Registo e Transferência da Sociedade BNP Paribas Securities Services, Sucursal Luxemburgo 33, rue de Gasperich
L-5826 Hesperange, Luxemburgo Agente Gestor
BNP Paribas Securities Services, Sucursal Luxemburgo 33, rue de Gasperich
L-5826 Hesperange, Luxemburgo Revisor de Contas da Sociedade
PricewaterhouseCoopers, Société coopérative 400, route d'Esch
L-1014 Luxemburgo
Market Maker, Agente Distribuidor e Sociedade de Resgate Commerzbank Aktiengesellschaft
Kaiserplatz
D-60311 Frankfurt am Main Alemanha
2.2 Conselho de Administração da Sociedade
Nos termos dos estatutos da Sociedade, o Conselho de Administração tem plenos poderes para, no interesse da Sociedade, praticar todos os actos relacionados com a administração e direcção da mesma. Todos os poderes que legalmente não sejam
expressamente reservados à Assembleia Geral de Accionistas, encontram-se na alçada do Conselho de Administração.
O Conselho de Administração, cuja constituição foi descrita mais acima, é responsável pela política geral de investimento, pelos objectivos de investimento, pela gestão, direcção e administração da Sociedade. O Conselho de Administração é essencialmente responsável pelas transacções diárias dos investimentos dos Subfundos, salvo disposições em contrário no respectivo anexo do Subfundo. 2.3 Sociedade Gestora
A Sociedade Gestora foi nomeada como Sociedade Gestora da Sociedade, nos termos do contrato de sociedade gestora. As suas funções incluem serviços de administração de investimentos, administração, comercialização e marketing para os respectivos Subfundos, desde que nada em contrário venha estipulado no respectivo anexo do Subfundo. A Sociedade Gestora foi constituída como "société de gestion" (Sociedade Gestora) do Luxemburgo, a 5 de Junho de 2008, em harmonia com o capítulo 15 da Lei vigente. Os estatutos da Sociedade Gestora foram depositados no Registo Comercial e das Pessoas Colectivas do Luxemburgo e foram publicados no Mémorial a 30 de Junho de 2008. A Sociedade encontra-se matriculada no Registo Comercial e das Pessoas Colectivas do Luxemburgo sob o número B-139.351. O capital social subscrito e realizado é de EUR 5.000.000,00. A Sociedade Gestora pode oferecer serviços de administração a OICVM e a outras OIC. A Sociedade Gestora pode delegar total ou parcialmente as suas funções num ou mais terceiros. A Sociedade Gestora é uma filial a cem por cento do Commerzbank AG.
O contrato de sociedade gestora contém disposições que exoneram a Sociedade Gestora de quaisquer responsabilidades, desde que os seus actos não sejam praticados de forma negligente, má-fé, fraudulenta ou intencional.
O contrato de sociedade gestora entre a Sociedade e a Sociedade Gestora é por tempo indeterminado e pode ser rescindido por ambas as partes a qualquer momento, desde que respeitando um aviso prévio de 120 dias. Pode, no entanto, ser rescindido pela Sociedade, com efeitos imediatos, sempre que exista um motivo forte que o justifique, como a existência de negligência ou de falta intencional, fraude ou má-fé por parte da Sociedade Gestora.
Além da sociedade, a sociedade gestora também presta actualmente serviços de gestão de fundos Commerzbank Aktientrend Deutschland, Commerzbank Rohstoff Strategie, CBK € 12,5 Corporate Bond Fund, C-Quadrat iQ European Equity ETF e GET Capital Quant Global Equity Fonds, bem como de todos os Subfundos do CBK SICAV.
2.4 Agente Administrativo dos Subfundos
Mediante autorização da Sociedade, a Sociedade Gestora pode subcontratar, a custos próprios e sob sua supervisão, controlo e responsabilidade, um ou mais agentes administrativos para a implementação diária, total ou parcial, da política de investimento dos Subfundos. O(s) agente(s) administrativo(s) têm de possuir autorização das autoridades reguladoras competentes e a sua interveniência deverá ser autorizada pela Sociedade. O nome do agente administrativo nomeado para um
Subfundo vem indicado no respectivo anexo do Subfundo. Sempre que o Commerzbank AG for indicado como agente administrativo de Subfundos, essa indicação será dada sem tempo limite e com base num contrato de agente administrativo entre a Sociedade Gestora e o Commerzbank AG. O contrato pode ser rescindido, total ou apenas relativamente a um ou mais Subfundos, por ambas as partes, respeitando um prazo de 120 dias. Além disso, o contrato pode ser rescindido unilateralmente pela Sociedade Gestora, com efeitos imediatos, sempre que a defesa dos interesses do respectivo Subfundo, do fundo ou dos respectivos participantes o justifique.
O agente administrativo está encarregue de colocar em prática diariamente a política de investimento de cada um dos Subfundos, bem como de todos os outros serviços a eles ligados, sob supervisão, controlo e responsabilidade da Sociedade Gestora. Tais serviços obedecem a determinadas restrições legais, bem como às regras, objectivos e política de investimentos descritas no Prospecto e concretizadas pela Sociedade e pela Sociedade Gestora, tendo em conta as restrições de investimento. Sob o controlo e comando da Sociedade Gestora, o agente administrativo está autorizado a investir activos do respectivo Subfundo e/ou a alienar ou liquidar investimentos existentes.
2.5 Banco Depositário e Agente Pagador
O BNP Paribas Securities Services, sucursal do Luxemburgo, com sede em 33, rue de Gasperich, L-5826 Hesperange foi designado a 1 de Agosto de 2008 como Banco Depositário e Agente Pagador.
O BNP Paribas Securities Services, sucursal do Luxemburgo, é uma Sociedade de Responsabilidade Limitada regida pelo direito francês e com sede em Paris. O capital social a 31 de Dezembro de 2008 era de EUR 165.279.835,00.
Nos termos do contrato de banco depositário existente entre a Sociedade e o Banco Depositário, este guarda valores imobiliários e dinheiro dos participantes, que pertencem ao património da Sociedade, seja directamente ou sob sua indicação, através de instituições de crédito correspondentes, mandatários, representantes ou delegados do Banco Depositário.
O BNP Paribas Securities Services, sucursal do Luxemburgo, é responsável, enquanto Banco Depositário, pelo depósito de dinheiro e de todos os valores mobiliários e outros activos do fundo e assume as tarefas e obrigações descritas na Lei de 17 de Dezembro de 2010 relativa a organismos de investimento colectivo. 2.6 Entidade de Registo e Transferência da Sociedade
O BNP Paribas Securities Services, sucursal do Luxemburgo, com sede em 33, rue de Gasperich, L-5826 Hesperange foi designado a 1 de Agosto de 2008 como Entidade de Registo e Transferência.
A Entidade de Registo e Transferência da Sociedade está encarregue de todos os serviços administrativos da Sociedade que possam resultar no contexto da administração da Sociedade, em conformidade com o Direito do Luxemburgo.
2.7 Agente Gestor
O BNP Paribas Securities Services, sucursal do Luxemburgo, com sede em 33, rue de Gasperich, L-5826 Hesperange foi designado a 1 de Agosto de 2008 como Agente Gestor.
O Agente Gestor da Sociedade tem como funções o cálculo do Valor Líquido Global por participação, a gestão da contabilidade e a elaboração dos balanços da Sociedade. Compete ainda ao Agente Gestor da Sociedade a emissão e o resgate das participações na Sociedade e todas as actividades operacionais a ela ligadas, bem como a preparação de todas as subscrições, resgates e conversões de participantes autorizados.
2.8 Agente Distribuidor
O Commerzbank AG, com sede em Kaiserplatz, D-60311 Frankfurt am Main, foi nomeado como Agente Distribuidor.
Compete ao Agente Distribuidor apoiar a Sociedade na venda das participações e na constituição e funcionamento de um mercado secundário de participações, bem como nas demais actividades gerais de marketing, por conta da Sociedade.
3. A SOCIEDADE 3.1 Estrutura
A ComStage ETF ("Sociedade") coloca à disposição do investidor várias carteiras de investimento ("Subfundos"). Os Subfundos descritos no presente Prospecto diferenciam-se entre si pelos seus objectivos de investimento, as suas políticas de investimento e as suas moedas de referência, ou ainda pelas características especiais de cada um, que vêm descritas no anexo do respectivo Subfundo. Cada Subfundo contém uma determinada quantidade de activos que será investida de acordo com o objectivo e a política de investimento do respectivo Subfundo. 3.2 Aspectos Legais
A Sociedade foi constituída a 17 de Julho de 2008 no Grão-Ducado do Luxemburgo como Sociedade de Investimento de Capital Variável ("société d'investissement à capital variable"), por tempo indeterminado. A Sociedade rege-se pela Lei do Luxemburgo sobre as Sociedades Comerciais na sua versão alterada, de 10 de Agosto de 1915, e pela Parte I da mesma Lei. A Sociedade tem a sua sede em 25, rue Edward Steichen, L-2540 Luxemburgo.
A versão original dos estatutos da Sociedade foi publicada a 20 de Agosto de 2008 no Mémorial, Recueil des Sociétés et Associations ("Mémorial"). Em 15 de dezembro de 2011 foi publicada no Memorial uma alteração dos estatutos, principalmente naquilo que diz respeito à adaptação da lei.
A Sociedade encontra-se matriculada no Registo Comercial e das Pessoas Colectivas do Luxemburgo sob o número B 140.772.
Quaisquer alterações aos estatutos serão publicadas no Mémorial e, sempre que exigido, nos jornais diários e nos jornais oficiais previstos para publicações nos países onde as participações são transaccionadas. As alterações aos estatutos são obrigatórias para todos os accionistas, depois de serem aprovadas pela Assembleia Geral de Accionistas.
A Sociedade forma uma unidade jurídica. O Conselho de Administração gere uma carteira de activos para cada Subfundo. Para os participantes, o único objectivo da constituição de uma carteira de activos é o de possibilitar um investimento dos activos de acordo com o objectivo do investimento do respectivo Subfundo. Em relações externas para com terceiros, principalmente credores da Sociedade, cada Subfundo surge como pessoa colectiva única. Cada um dos Subfundos é apenas responsável pelas suas obrigações.
O Conselho de Administração da Sociedade pode decidir a emissão de várias classes de participações de um Subfundo. Os activos das classes de participações de um Subfundo serão agrupados em harmonia com o objectivo e a política de investimento do Subfundo em causa. Contudo, tendo em conta a sua estrutura de comissões, as normas relativas ao valor mínimo da primeira subscrição e das subscrições seguintes, o montante mínimo obrigatório, as normas relativas ao valor mínimo de resgate, a política de distribuição de dividendos, as condições básicas exigidas aos investidores ou outras características especiais, podem ser diferentes, conforme exigido pelo Conselho de Administração. Sem prejuízo de disposições em contrário expressas no respectivo anexo, cada Subfundo será constituído
apenas por participações de capitalização. O Valor Líquido Global por participação é calculado individualmente para cada uma das classes de participações de cada Subfundo. As diferentes características das várias classes de participações por Subfundo são descritas no anexo relativo ao respectivo Subfundo.
A Sociedade reserva-se o direito de oferecer aos investidores de determinados sistemas jurídicos uma ou apenas determinadas classes de participações, que correspondam às normas legais, usos e práticas negociais em vigor no respectivo sistema jurídico. A Sociedade reserva-se o direito de estipular princípios válidos para determinadas categorias de investidores ou transacções, no que respeita à aquisição de determinadas classes de participações.
De momento, a Sociedade apenas tem ao dispor participações da Classe I. Porém, tenciona-se colocar outras classes de participações à disposição para determinados Subfundos. Informações mais detalhadas sobre as classes de participações podem ser consultadas no anexo relativo ao Subfundo em questão. Em cada classe de participações podem ser emitidos diferentes tipos de subclasses que se podem distinguir pela sua estrutura de distribuições, pelas datas de distribuição e pela estrutura de comissões, sendo os mesmos identificados e explicados no respectivo anexo do produto. As participações de distribuição são identificadas pelo acréscimo “D”.
Após a sua emissão e dependendo da respectiva classe, as participações conferem o direito à participação igual nos lucros e distribuições do Subfundo a atribuir à classe de participações na qual as mesmas foram emitidas. O mesmo é válido para os proveitos de liquidação do Subfundo em questão. Para as classes de participações identificadas com o acréscimo “D”, a Sociedade tenciona efectuar distribuições.
O pagamento de distribuições efectua-se geralmente no prazo de algumas semanas após a data de apuramento. Caso sejam efectuadas distribuições para um ou mais Subfundos, o respectivo montante será pago pelo agente pagador da Sociedade à entidade depositária do título global (câmara de compensação) para efeitos de reencaminhamento e crédito nas contas das entidades depositárias dos investidores. Todos os pagamentos estão sujeitos às leis, regulamentos e directivas fiscais e de qualquer outra natureza aplicáveis.
O capital social mínimo da Sociedade, que corresponde sempre aos valores dos seus activos, equivale a 1.250.000,00 Euro. Nos termos do Direito do Luxemburgo, a Sociedade tem o direito de emitir um número ilimitado de participações. Porém, os membros do Conselho de Administração acordaram que a Sociedade não pode emitir mais de 500 biliões de participações por Subfundo. Depois de emitidas, as participações conferem o direito de participação igual nos bens, nos lucros e nos dividendos do Subfundo que possam ser atribuídos à classe de participações na qual foram emitidos, bem como nos proveitos de liquidação do respectivo Subfundo e classe de participações.
As participações da Sociedade não conferem quaisquer direitos de preferência ou de preempção, e cada uma das participações tem direito a um voto em todas as Assembleias Gerais de Accionistas, independentemente da classe de participações
a que pertence e do respectivo Valor Líquido Global por participação. As participações de um determinado Subfundo ou de uma determinada classe de participações dão o direito de um voto por participação, em assembleias que digam respeito ao dito Subfundo ou classe de participações. As participações serão emitidas sem valor nominal e devem ser realizadas na totalidade.
A sociedade gestora alerta os investidores para o facto de qualquer investidor apenas poder reivindicar os seus direitos de investidor imediatamente na sua totalidade face ao OICVM, se o próprio investidor estiver inscrito em seu próprio nome no registo de accionistas do OICVM. Nos casos em que um investidor tenha investido num OICVM através de um intermediário, o qual efetue o investimento em seu nome mas a mando (por ordem) do investidor, nem todos os direitos de investidor poderão ser imediatamente reivindicados pelo investidor perante o OICVM. É aconselhado aos investidores que eles se informem acerca dos seus direitos.
O exercício da Sociedade tem início a 1 de Julho de cada ano e termina a 30 de Junho do ano seguinte.
4. OBJECTIVOS DE INVESTIMENTO DA SOCIEDADE E POLITICA DE INVESTIMENTO DE CADA SUBFUNDO
4.1 Objectivos de Investimento da Sociedade
A Sociedade foi fundada com o objectivo de dar a possibilidade aos investidores de adquirir participações dos Subfundos, cujo objectivo de investimento é a reprodução da valorização de um determinado índice, de uma carteira de valores mobiliários e/ou de outros activos e/ou de um produto estruturado. Os investidores têm assim a oportunidade de construir uma posição de mercado que lhes possibilita participar na valorização do índice em questão, da carteira e/ou do produto estruturado. Com este objectivo, a Sociedade emite participações que podem ser negociadas numa ou mais bolsas.
4.2 Política de Investimento de cada Subfundo
4.2.1 Política Geral de Investimento de cada Subfundo
O objectivo dos Subfundos é de disponibilizar ao investidor o retorno das receitas ligadas à valorização do respectivo Índice Subjacente, da carteira e/ou de um produto estruturado, conforme descrito no anexo correspondente. Não é possível garantir que o objectivo do Subfundo seja realmente atingido.
Para poder atingir o objectivo de investimento, os Subfundos utilizam várias técnicas de investimento.
Os Subfundos podem investir nos componentes do índice, de acordo com a sua ponderação dentro do índice, e têm normalmente como objectivo investir uma parte considerável do seu património total nos componentes do próprio índice, tendo em consideração os limites de ponderação indicados a seguir. Cada Subfundo pode ainda investir total ou parcialmente em valores mobiliários, que reproduzem a valorização do respectivo índice em consonância com as restrições ao investimento.
Devido (i) às comissões e despesas associadas ao Subfundo, (ii) aos limites de ponderação descritos nas restrições ao investimento, (iii) às demais restrições legais ou regulamentares e (iv) em determinados casos, devido à liquidez limitada de alguns valores mobiliários, pode não ser possível ou praticável adquirir todos os componentes do índice - especialmente no que diz respeito à sua ponderação. Para além do exposto, a Sociedade Gestora pode decidir, tendo em conta os objectivos e as restrições ao investimento, adquirir valores mobiliários para o Subfundo que não façam parte do índice respectivo.
Mais ainda, a reprodução do índice pode dar-se através da introdução pontual de derivados, que serão utilizados de modo a indexar os ganhos líquidos da emissão de participações ao índice, carteira ou produto estruturado correspondentes. Por exemplo, obter transacções Swap OTC através de um contraente swap em condições normais de mercado. Assim, a Sociedade Gestora pode a qualquer momento e por conta dos Subfundos decidir-se por uma ou mais transacções Swap OTC. Do ponto de vista económico, a Sociedade Gestora (do Subfundo) e o respectivo contraente Swap acordam uma troca da valorização, após dedução de todas as despesas, gerada a partir dos valores mobiliários detidos pela Sociedade, pela valorização do respectivo índice, carteira e/ou produto estruturado. Todas as transacções Swap serão levadas a cabo nas condições normais de mercado e exclusivamente no interesse da Sociedade. A avaliação dos contratos OTC tem lugar em intervalos regulares e de forma compreensível.
Além disso, o respectivo Subfundo pode ainda aplicar outros instrumentos financeiros derivados (por exemplo, futuros, opções, warrants e operações cambiais a prazo), de modo a atingir o objectivo de investimento do Subfundo. O lucro do investimento num Subfundo orienta-se, para o investidor, pela valorização do respectivo investimento do Subfundo, incluindo a valorização dos componentes derivados introduzidos, de modo a indexar a sua valorização à do respectivo índice, da carteira ou do produto estruturado.
Os índices tidos em consideração nos objectivos de investimento de um Subfundo são compostos e calculados por um patrocinador de índice. O patrocinador de um índice vem indicado no anexo do respectivo Subfundo.
Nenhum dos Subfundos obedece a uma gestão de investimento activa. Muito pelo contrário, o objectivo de investimento da reprodução do índice de um Subfundo implica uma abordagem passiva no que respeita à gestão do investimento.
Gestão eficiente de carteira
Relativamente à gestão de investimentos e tendo em conta as restrições ao investimento em vigor, a Sociedade pode accionar instrumentos financeiros como futuros, swaps, opções, warrants e operações cambiais a prazo, bem como contratos de empréstimo de valores mobiliários e acordos de venda com acordo de recompra. Estes instrumentos financeiros têm como objectivo uma gestão eficiente da carteira e/ou uma segurança contra riscos cambiais. Os instrumentos financeiros aplicados são mencionados nas restrições ao investimento. A aplicação de instrumentos financeiros é realizada nos termos das normas e regulamentações descritas no capítulo 6 do presente Prospecto e na circular CSSF
08/356. A sua aplicação tem de estar de acordo com os objectivos do respectivo Subfundo.
Alterações dos componentes de um índice
Devido ao objectivo de investimento de cada um dos Subfundos, pode ser necessário, em caso de alterações na composição e/ou reponderação de um índice, que o Subfundo efectue rectificações ou reponderação nos seus investimentos. Com base nas informações disponibilizadas pelo Sponsor do índice, a Sociedade Gestora supervisiona tais alterações à composição do índice e/ou à ponderação do índice e efectua igualmente as adaptações necessárias à gestão de investimento do respectivo Subfundo.
Confiança nos Patrocinadores do Índice
A Sociedade Gestora e/ou a Sociedade confiam exclusivamente nas informações dadas pelo respectivo Sponsor do índice, no que respeita à composição e/ou ponderação dos componentes do índice, e não assume quaisquer responsabilidades relativamente à composição e/ou uma eventual reponderação. No caso destas informações não se encontrarem disponíveis num dia de avaliação, a Sociedade Gestora e/ou a Sociedade podem, à sua discrição, tomar decisões relativamente à composição dos investimentos do Subfundo, com base na última composição e/ou ponderação do índice publicada.
A Sociedade publicará a composição do índice baseada numa data de referência na página web www.comstage-etf.com.
Alteração do índice
O Conselho de Administração reserva-se o direito de substituir o índice de um Subfundo por um outro índice, sempre que o interesse da Sociedade ou de um Subfundo o justifique, nomeadamente nas seguintes situações:
• quando a ponderação dos componentes do índice contribuam para que o Subfundo (no caso de intimamente ligado ao índice) viole as restrições de investimento e/ou resultem consequências consideráveis para a tributação ou tratamento fiscal da Sociedade ou de um dos seus participantes;
• se o respectivo índice ou família de índice já não existir ou se o método de cálculo/a composição do índice sofrer uma alteração essencial;
• se um novo índice substituir o índice actual;
• se um outro índice for mais diversificado através de outros sectores e componentes do que o índice actual e oferecer um perfil de risco ou de rendimento mais atractivo;
• se o Sponsor do índice for substituído e o patrocinador seguinte não for considerado adequado pelo Conselho de Administração;
• se existir um novo índice à disposição, considerado pelos investidores como standard de mercado para o respectivo mercado e considerado mais vantajoso do que o índice actual;
• se o investimento nos componentes do índice se tornar difícil ou se uma parte dos componentes do índice apresentar apenas uma liquidez limitada;
• se o Sponsor do índice aumentar as taxas de licença a um nível que os membros do Conselho de Administração considerem demasiado alto;
• se a qualidade (inclusive a exactidão e disponibilidade de dados) de um determinado índice baixar, na opinião dos membros do Conselho de Administração;
• se o índice em questão já não corresponder aos critérios legais e regulamentares aplicáveis, associados a um índice;
• se as transacções Swap ou outros instrumentos financeiros derivados, com os quais o Subfundo reproduza o índice, já não estiverem à disposição ou, na opinião do Conselho de Administração, só estiverem à disposição sob condições inaceitáveis; ou
• se a parte contratual dos acordos Swap ou de outros derivados da Sociedade informar que alguns dos componentes do índice apenas apresentam liquidez limitada ou se apresentar razões práticas contra um investimento nestes componentes de índice.
Para não restar qualquer dúvida: a lista acima exposta não é definitiva e o Conselho de Administração pode, a qualquer momento, e por outros motivos, decidir uma troca de índice no interesse dos participantes.
Os membros do Conselho de Administração podem alterar o nome do Subfundo. Isto é válido principalmente se o índice for alterado. A troca de um índice e a alteração de nome de um Subfundo, bem como as alterações necessárias ao presente Prospecto têm de ser aprovadas antecipadamente, nos termos da Lei do Luxemburgo. Além disso, pode ainda ser necessária a aprovação das bolsas, nas quais os Subfundos estejam cotados. As alterações descritas mais acima serão publicadas a homepage www.comstage-etf.com e, caso necessário, num jornal diário definido pelo Conselho de Administração. Se o novo índice apresentar características muito diferentes das do anterior, a troca pelo novo índice apenas entrará em vigor decorrido o prazo previsto pelos regulamentos do Direito do Luxemburgo, a contar da data de publicação. Durante este prazo, não serão aplicadas Taxa de resgate nem de alienação.
4.2.2 Panorama geral sobre a política de investimento de cada Subfundo
As directivas de investimento específicas de cada Subfundo vêm descritas no respectivo anexo.
5. RESTRIÇÕES AO INVESTIMENTO
De acordo com o Direito do Luxemburgo, as seguintes restrições ao investimento são válidas para todos os investimentos da Sociedade e de todos os seus Subfundos. No respectivo anexo, podem ainda ser introduzidas outras restrições ao investimento para um ou mais Subfundos. O Conselho de Administração decidiu a utilização das seguintes restrições e autorizações de investimento:
(1) Os investimentos só podem ser formados por:
a) valores mobiliários e instrumentos do mercado monetário, cotados ou negociados num mercado regulamentado;
b) valores mobiliários e instrumentos do mercado monetário transaccionados noutro mercado regulamentado reconhecido, aberto ao público e com funcionamento devidamente regulamentado, de um Estado-membro da União Europeia (doravante designado por "Estado-membro da UE”);
c) valores mobiliários e instrumentos do mercado monetário, cotados oficialmente numa bolsa de valores de um país terceiro, ou noutro mercado regulamentado de um país da Europa, América, Ásia ou da Oceânia, reconhecido, aberto ao público e com um funcionamento devidamente regulamentado;
d) valores mobiliários e instrumentos do mercado mobiliário de novas emissões, com a condição de ter sido submetido um pedido de admissão à cotação ou negociação oficial numa das bolsas de valores indicadas de (a) a (c), ou num dos mercados regulamentados enunciados de (a) a (c), e a autorização deste pedido tenha seja assegurada no prazo de um ano após a data de emissão; e) participações de OICVM autorizados em conformidade com a Directiva OICVM e/ou outros OIC, na acepção do artigo 1, parágrafo 2, alínea a) e b), com sede num Estado-membro da UE ou num país terceiro, desde que:
- esses outros OIC tenham sido autorizados nos termos de uma legislação que preveja a sua sujeição a uma supervisão que, no entendimento da CSSF, seja equivalente à supervisão estipulada no direito comunitário e que esteja devidamente assegurada a cooperação entre autoridades;
- o nível de protecção dos investidores nesses outros OIC seja equivalente ao nível de protecção proporcionado aos investidores num OICVM, devendo nomeadamente as regras respeitantes à segregação dos activos, contracção ou concessão de empréstimos, bem como à venda a descoberto de valores mobiliários e instrumentos de mercado monetário, ser equivalentes aos requisitos da directiva OICVM;
- esses outros OIC elaborem relatórios semestrais e anuais relativamente à sua actividade, que permitam uma avaliação do seu activo e passivo, rendimentos e transacções, ao longo do período em análise;
- tanto o OICVM como o outro OIC, cujas participações são objecto de aquisição, não possam de acordo com os seus documentos constitutivos, aplicar, no total, mais de 10% dos seus activos em participações de outros OICVM ou OIC;
- um Subfundo não possa investir mais de 10% dos seus activos em participações de outros OICVM ou OIC, salvo disposições em contrário na política de investimento dos respectivos Subfundos, no respectivo anexo; f) depósitos junto de instituições de crédito pagáveis à vista ou susceptíveis de serem mobilizados, e com um prazo de vencimento igual ou inferior a 12
meses, na condição de a instituição de crédito ter a sua sede estatutária num Estado-membro da UE ou, caso tenha a sua sede num Estado terceiro, estar sujeita a normas prudenciais que a CSSF considere equivalentes às previstas na legislação comunitária;
g) instrumentos financeiros derivados ("derivados"), incluindo instrumentos equivalentes liquidados em numerário, que sejam negociados num dos mercados regulamentados indicados nas alíneas (a), (b) e (c) e/ou instrumentos financeiros derivados não transaccionados em bolsa ("instrumentos derivados do mercado de balcão"), desde que:
- os índices consistam em instrumentos abrangidos pela alíneas (a) a (h) ou em índices financeiros, taxas de juro, taxas de câmbio ou divisas nas quais a Sociedade pode investir, de acordo com os objectivos de investimento dos seus estatutos;
- as contrapartes nas transacções com instrumentos derivados do mercado de balcão sejam instituições sujeitas a supervisão e pertencentes a categorias aprovadas pela CSSF;
- os instrumentos derivados do mercado de balcão estejam submetidos a uma avaliação diária fiável e verificável e possam, em qualquer momento, ser vendidos, liquidados ou encerrados pelo seu justo valor através de uma transacção compensatória por iniciativa da Sociedade;
h) instrumentos do mercado monetário, na acepção do artigo 1º da Lei, para além dos negociados num mercado regulamentado, salvo se a emissão ou o emitente de tais instrumentos for objecto de regulamentação para efeitos da protecção dos investidores e da poupança, e desde que:
- sejam emitidos ou garantidos por um órgão da administração central, regional ou local, ou pelo banco central de um Estado-membro da UE, pelo Banco Central Europeu, pela União Europeia ou pelo Banco Europeu de Investimento, por um Estado terceiro ou, no caso de um Estado federal, por um dos membros que compõem a federação ou ainda por um organismo público internacional a que pertençam um ou mais Estados-membros da UE, ou
- sejam emitidos por uma sociedade, cujos valores mobiliários sejam transaccionados nos mercados regulamentados indicados nas alíneas (a), (b) e (c), ou
- sejam emitidos ou garantidos por uma instituição objecto de supervisão prudencial, de acordo com critérios definidos pelo direito comunitário, ou por uma instituição que seja objecto e que respeite regras prudenciais consideradas pela CSSF como sendo, pelo menos, tão rigorosas como as previstas pelo direito comunitário, ou
- sejam emitidos por outros emitentes, pertencentes a uma categoria autorizada pela CSSF, desde que os investimentos nesses instrumentos confiram uma protecção dos investidores equivalente à prevista no primeiro, segundo ou terceiro travessão, e desde que o emitente seja uma sociedade cujos capital e
reservas ascendam a um montante mínimo de 10 milhões de euros e apresente e publique as suas contas anuais em conformidade com a Quarta Directiva 78/660/CEE, ou seja uma entidade que, dentro de um grupo de sociedades que inclua diversas sociedades cotadas, se especialize no financiamento do grupo, ou seja uma entidade especializada no financiamento de veículos de titularização que beneficiam de uma linha de liquidez bancária.
(2) Cada Subfundo:
- não pode investir mais de 10% do seu activo em valores mobiliários e instrumentos do mercado monetário diferentes dos enunciados na secção 1; - pode adquirir bens móveis e imóveis indispensáveis ao exercício imediato da
sua actividade;
- não pode adquirir metais preciosos nem certificados correspondentes;
- pode ainda deter activos líquidos. Os instrumentos do mercado monetário com um vencimento residual igual ou inferior a 12 meses e que sejam negociados com regularidade, são para este efeito considerados como activos líquidos. (3) Em conformidade com o princípio da diversificação do risco, cada Subfundo não
pode investir mais de 10% do seu Valor Líquido Global em valores mobiliários ou instrumentos do mercado monetário no mesmo agente. Cada Subfundo não pode investir mais de 20% dos seus activos em depósitos no mesmo agente.
(4) O valor total de todos os valores mobiliários e instrumentos do mercado monetário dos emitentes, nos quais estão investidos mais de 5% dos activos de um Subfundo, não pode exceder os 40% dos activos do respectivo Subfundo. Este limite não é aplicável no caso de investimentos e operações com instrumentos derivados do mercado de balcão, efectuadas com instituições financeiras sujeitas a supervisão. (5) O risco de incumprimento em transacções de um Subfundo com instrumentos
derivados do mercado de balcão não pode ultrapassar 10% dos activos do Subfundo, caso a contraparte seja uma instituição de crédito, na acepção do número (1), alínea (f); caso contrário, o limite será de 5% dos activos do Subfundo.
(6) Sem prejuízo dos limites máximos definidos mais acima, cada Subfundo não pode investir mais de 20% do seu Valor Líquido Global num mesmo agente, numa combinação de:
- valores mobiliários e instrumentos do mercado monetário emitidos por esse agente,
- investimentos nesse agente e/ou
- riscos relacionados com os instrumentos derivados do mercado de balcão adquiridos por tal agente.
(7) Em derrogação das regras acima mencionadas, aplica-se o seguinte:
(a) O limite de 10% descrito no ponto (3) pode ser elevado no máximo até 25%, desde que se trate de obrigações qualificadas, emitidas por uma instituição de crédito com sede num Estado-membro da UE e que, de acordo com a legislação aplicável, esteja sujeita a uma supervisão pública especial que assegure a protecção dos portadores destas obrigações. Em especial, o rendimento resultante da emissão dessas obrigações deve ser investido, nos termos da lei, em activos que cubram de forma adequada os passivos daí resultantes durante todo o prazo de duração das obrigações, estando prioritariamente destinado ao reembolso do capital e dos juros devidos em caso de incumprimento do emitente. Caso um Subfundo invista mais de 5% dos seus activos em obrigações emitidas por um tal emitente, o valor total desse investimento não pode ultrapassar 80% dos activos do respectivo Subfundo. (b) O limite de 10% indicado no ponto (3) pode ser elevado no máximo até 35%, desde que se trate de valores mobiliários ou os instrumentos de mercado monetário que sejam emitidos ou garantidos por um Estado-membro da UE ou pelas suas entidades territoriais, por um Estado terceiro ou por organismos internacionais de direito público, a que pertençam um ou mais Estados-membros da UE.
(c) Os valores mobiliários abrangidos pelos dois primeiros pontos não são tidos em conta na determinação do limite máximo de 40% referido em relação ao princípio da diversificação do risco.
(d) Os limites indicados nos pontos (3) a (6) e (7) (a) e (b) não podem ser acumulados. Por conseguinte, os investimentos em valores mobiliários e instrumentos de mercado monetário, emitidos pelo mesmo agente ou em depósitos ou instrumentos derivados constituídos junto deste, não podem de forma alguma ultrapassar 35% do Valor Líquido Global de um Subfundo. (e) As sociedades incluídas no mesmo grupo para efeitos de consolidação de contas, na acepção da Directiva 83/349/CEE, ou em conformidade com as regras contabilísticas internacionalmente reconhecidas, são consideradas como um único emitente para efeitos de cálculo dos limites ao investimento previstos nos pontos (3) e (7).
(f) Os investimentos de um Subfundo em valores mobiliários e instrumentos do mercado monetário do mesmo grupo podem atingir um total de 20% dos activos do respectivo Subfundo.
(8) Em conformidade com o princípio da diversificação do risco, um Subfundo pode investir até 100% do seu Valor Líquido Global em valores mobiliários e instrumentos do mercado monetário de várias emissões, emitidas ou garantidas por um Estado-membro da UE ou suas entidades territoriais, por um outro Estado autorizado, caso ele seja reconhecido pelas autoridades de fiscalização luxemburguesas e se tal for divulgado nos documentos de venda da sociedade (por exemplo, sem restrição, Estados-membros der OCDE, Singapura e Brasil),, ou por um organismo internacional de direito público ao qual pertençam um ou mais Estados-Membros da UE. Estes valores mobiliários ou instrumentos do mercado monetário devem ser compostos, no mínimo, por seis emissões diferentes, não
podendo os valores mobiliários e instrumentos do mercado monetário da mesma emissão ultrapassar 30% do Valor Líquido Global total do respectivo Subfundo. (9) Cada Subfundo tem de cumprir os critérios explícitos nos pontos (3) a (8) bem
como (10) e (14), no prazo de seis meses a contar da data da sua admissão.
(10) (a) A Sociedade pode investir no máximo 20% dos activos de um Subfundo num mesmo OICVM e/ou num outro OIC, de acordo com o ponto (1) (e).
Nos termos do artigo 181º da Lei e para efeitos de aplicação deste limite de investimento, cada Subfundo de um OIC com vários Subfundos será considerado como um emitente individual, desde que seja garantida a separação da responsabilidade dos Subfundos em relação a terceiros.
Os investimentos em participações de outros OIC enquanto OICVM não podem ultrapassar no total 30% dos activos do Subfundo, desde que previsto no respectivo anexo.
Caso um Subfundo tenha adquirido participações de um OICVM e/ou de outros OIC, os valores de investimento do respectivo OICVM ou do OIC não serão considerados para os limites máximos referidos no ponto (3) a (7).
Em princípio, um Subfundo pode investir no máximo até 10% dos seus activos em participações de outros OICVM ou OIC, salvo disposição em contrário na política de investimento de cada um dos Subfundos, no respectivo anexo.
(b) Caso um Subfundo adquira participações de outros OICVM e/ou de outros OIC, que sejam geridos directa ou indirectamente pela mesma sociedade gestora ou por outra sociedade a que a Sociedade Gestora esteja ligada no âmbito de uma comunidade de gestão ou de controlo ou por uma importante participação directa ou indirecta de mais de 10% do capital ou dos votos, a Sociedade Gestora ou a outra sociedade não podem cobrar quaisquer despesas administrativas ou comissões pela subscrição ou pelo resgate de participações desses OICVM e/ou OIC através do Subfundo.
(c) Cada Subfundo pode, em conformidade com as condições seguintes, subscrever ou adquirir participações, que tenham sido ou venham a ser emitidas por um ou vários outros Subfundos da Sociedade ("Subfundos de destino").
Isto só é válido mediante as condições de que:
- um Subfundo invista no máximo 20% dos seus activos num e no mesmo Subfundo de destino; e
- o Subfundo de destino não invista ele próprio no Subfundo que investiu no Subfundo de destino; e
- a política de investimento do Subfundo de destino não lhe permitir investir mais de 10% dos seus activos em outros Subfundos de destino; e
- o direito de voto, que está associado às participações detidas do Subfundo de destino, seja suspenso pelo tempo que as participações estiverem detidas pelo
respectivo Subfundo, sem prejuízo da realização adequada da contabilidade e dos relatórios periódicos; e
- ao se efetuar o cálculo do activo líquido da sociedade para verificação do seu capital mínimo, não seja considerado o valor das participações detidas pelo Subfundo em Subfundos de destino, enquanto elas forem detidas pelos Subfundos; e
- não se verifique nenhuma duplicação das taxas administrativas, de subscrição ou de resgate ao nível do Subfundo que investe no Subfundo de destino, e ao nível deste Subfundo de destino.
(11) A Sociedade não pode adquirir participações com direito a voto que lhe permitam exercer uma influência significativa na gestão de um emitente.
(12) A Sociedade também não pode adquirir mais de:
- 10% das acções sem direito de voto de um mesmo emitente, - 10% das obrigações de um mesmo emitente,
- 25% das participações de um mesmo OICVM e/ou OIC
- 10% dos instrumentos do mercado monetário de um mesmo emitente.
Nos últimos três casos, os limites à aquisição podem não ser respeitados, se o montante bruto das obrigações ou dos instrumentos do mercado monetário ou o montante líquido das participações emitidas não puder ser calculado no momento da aquisição.
(13) Os limites mencionados nos pontos (11) e (12) não são aplicáveis a: - valores mobiliários e instrumentos do mercado monetário emitidos ou
garantidos por um Estado-membro da UE ou suas entidades públicas;
- valores mobiliários ou instrumentos do mercado emitidos ou garantidos por um Estado terceiro;
- valores mobiliários ou instrumentos do mercado monetário emitidos por organismos internacionais de direito público, aos quais pertençam um ou mais Estados-membros da UE;
- participações que um Subfundo possua no capital de uma sociedade de um Estado terceiro, cujo activo esteja investido essencialmente em valores mobiliários de emitentes sediados no referido Estado, sempre que, devido às normas legais desse Estado, uma tal participação seja a única possibilidade para o Subfundo investir em valores mobiliários de emitentes do referido Estado. No entanto, esta derrogação só é aplicável desde que a sociedade do Estado terceiro não ultrapasse na sua política de investimento os limites indicados nos pontos (3) a (7) e (10) a (12). Caso sejam ultrapassados os limites indicados nos pontos (3) a (7) e (10), serão aplicáveis mutatis mutandis as disposições previstas nos pontos (9) e (20);
- participações detidas por um Subfundo no capital de filiais que exerçam no Estado de estabelecimento da filial, apenas e exclusivamente actividades de gestão, consultoria ou de comercialização com vista ao resgate de participações a pedido dos investidores.
(14) A Sociedade pode aplicar para um ou mais Subfundos a sua política de investimento de reproduzir a composição de um índice reconhecido pela CSSF, desde que:
- a composição do índice seja suficientemente diversificada;
- o índice represente um benchmark adequado para o respectivo mercado; - a sua publicação seja efectuada de forma adequada.
Salvo limites diferentes aplicáveis, a Sociedade pode investir até 20% dos seus activos dos respectivos Subfundos em participações e/ou títulos de dívida de um mesmo emitente. O referido limite situa-se em 35%, sempre que condições especiais de mercado o justifiquem. Isto é válido, principalmente, em mercados regulamentados, nos quais sejam transaccionados essencialmente valores mobiliários e instrumentos do mercado monetário transmissíveis. Um investimento até ao limite máximo de 35% apenas é permitido para um único emitente.
Os Subfundos que têm como objectivo de investimento a reprodução de um índice, podem investir em componentes do índice investindo directamente em participações ou indirectamente utilizando instrumentos financeiros derivados. Cada Subfundo pode contrair empréstimos até ao limite de 10% do seu Valor Líquido Global, desde que esses empréstimos sejam temporários. Cada Subfundos pode, no entanto, adquirir moeda estrangeira através de um empréstimo "back-to-back".
(15) A Sociedade não pode conceder empréstimos nem ser fiadora de terceiros. Esta restrição não impede a aquisição de valores mobiliários não inteiramente realizados, nem as operações de empréstimo de valores mobiliários descritas no capítulo 6. As referidas restrições não são válidas para pagamentos de margens iniciais em transacções de opções e outras transacções similares que sejam efectuadas de acordo com as práticas de mercado correspondentes.
(16) Nenhum Subfundo poderá comprar valores mobiliários com base em empréstimos (a não ser que o Subfundo adquira um empréstimo a curto-prazo para a compra ou venda de valores mobiliários), efectuar vendas a descoberto de valores mobiliários ou apoiar uma posição de venda a descoberto. Nos limites acima descritos são permitidos depósitos noutras contas relativamente a contratos de opções, contratos a prazo e futuros.
(17) No interesse dos investidores, a Sociedade pode em qualquer altura aplicar outras restrições ao investimento, sempre que sejam necessárias, de modo cumprir as leis e normas dos países nos quais são oferecidas e vendidas participações da Sociedade. Neste caso, o Prospecto será devidamente adaptado.
(18) A Sociedade pode adquirir warrants e valores mobiliários para cada um dos Subfundos.
(19) A Sociedade não pode efectuar vendas a descoberto de valores mobiliários.
(20) Se os limites acima mencionados forem ultrapassados por motivos alheios à influência da Sociedade e/ou de um Subfundo, ou devido ao exercício de direitos de subscrição inerentes a valores mobiliários ou instrumentos do mercado monetário, a Sociedade e/ou o Subfundo devem proceder prioritariamente a transacções de venda por forma a corrigir essa situação, levando em devida consideração os interesses dos investidores.
(21) A Sociedade não pode negligenciar os seguintes riscos/condições associados ao investimento em participações de outros OIC do tipo aberto ou fechado:
Caso o investimento seja efectuado num outro OIC do tipo aberto ou fechado, que não esteja sujeito a um controlo permanente, imposto por lei e efectuado por uma autoridade supervisora no seu país de origem, com vista à protecção dos investidores, a protecção contra eventuais perdas será menor. Em consequência de possíveis restrições legais, contratuais ou judiciais, é possível que os investimentos noutros OIC do tipo aberto ou fechado sejam difíceis de vender.
(22) Nenhum dos Subfundos investe mais de 15% dos seus activos em títulos de dívida, em conformidade com a Directiva 2003/48/CE adoptada pela União Europeia no que respeita à tributação dos rendimentos da poupança sob a forma de juros. (23) A Sociedade assegura que a performance total de cada Subfundo não ultrapassa os
210% do respectivo Valor Líquido Global total.
A Sociedade utilizará um processo de gestão de risco adequado que lhe permita controlar e avaliar, em qualquer altura, o risco das posições na respectiva carteira dos Subfundos, bem como a sua contribuição para o perfil de risco global da carteira. A Sociedade utilizará um método de avaliação exacta e independente do valor dos instrumentos derivados do mercado de balcão. A Sociedade assegura que a performance total dos Subfundos em derivados não ultrapassa o valor líquido total da sua carteira. Mesmo em condições de mercado excepcionais, a utilização de tais derivados não pode alterar os objectivos ou o perfil de investimento da Sociedade ou do Subfundo, nem conduzir a um efeito de alavanca sobre um Subfundo ou dar origem a uma venda a descoberto.
6. TÉCNICAS E INSTRUMENTOS ESPECIAIS QUE FAZEM PARTE DOS VALORES MOBILIÁRIOS E DOS INSTRUMENTOS DO MERCADO MONETÁRIO
Nos termos do Direito do Luxemburgo e, principalmente da Circular 08/356 da CSSF, a Sociedade pode utilizar, nos Subfundos, técnicas e instrumentos especiais que fazem parte dos valores mobiliários e dos instrumentos do mercado monetário. A Sociedade pode celebrar contratos de empréstimo de valores mobiliários, acordos de venda com acordo de recompra e transacções de resgate com vista a uma gestão eficiente da carteira e/ou com o objectivo de obter garantias.
As garantias em numerário recebidas pela Sociedade podem voltar a ser investidas, nos termos da política de investimentos do Subfundo em questão.