XXXIV Congresso APAVT - Macau
Revista de Imprensa 10-12-2008
4 1 - RH Turismo.net, 08-12-2008, Galileo/Travelport lança em Janeiro "New desktop generation"
5 2 - turisver.com, 08-12-2008, Oitenta companhias aéreas suspenderam actividade este ano
6 3 - turisver.com, 08-12-2008, APAVT distinguiu personalidades do Turismo
7 4 - turisver.com, 08-12-2008, TAP sobe enquanto aeroporto de Lisboa regista quebras
8 5 - Diário dos Açores, 07-12-2008, Agências de viagens reclamam apoios
9 6 - RH Turismo.net, 07-12-2008, Avaliação do modelo de promoção turístico externo para breve
10 7 - RH Turismo.net, 07-12-2008, Congresso APAVT 08: Presidente criticou ausência do governo
11 8 - RH Turismo.net, 07-12-2008, APAVT lamenta fraca promoção nacional em Macau
12 9 - RH Turismo.net, 07-12-2008, Novo modelo de contratualização deve ser agilizado
13 10 - RH Turismo.net, 07-12-2008, Congresso APAVT 08: Companhias aéreas serão geridas ao dia
14 11 - Agência Financeira.com, 06-12-2008, TAP satisfeita com reservas final de ano mas sem euforias
15 12 - Agência Financeira.com, 06-12-2008, Macau quer mais portugueses pela comemoração da transferência
16 13 - Expresso, 06-12-2008, Um desejo chamado Macau
19 14 - Expresso, 06-12-2008, Em off - Pai ou padrasto?
20 15 - Jornal da Madeira.pt, 06-12-2008, Mais portugueses a visitar Macau
21 16 - RH Turismo.net, 06-12-2008, TAP aguarda por oportunidades de mercado para crescer no próximo ano
22 17 - RH Turismo.net, 06-12-2008, As questões de Luís Correia da Silva sobre transporte áereo em Portugal
23 18 - RH Turismo.net, 06-12-2008, APAVT acusa SET de falta de visão estratégica em discurso demolidor
24 19 - Sol, 06-12-2008, Vinho e cultura conquistam chineses
25 20 - 1000 Maiores Empresas (DE + SE), 05-12-2008, Abreu na frente
27 21 - 24 Horas, 05-12-2008, Portugal pouco promovido
28 22 - Alma de Viajante.com, 05-12-2008, Fecharam 80 companhias aéreas em 2008
29 23 - ambitur.pt, 05-12-2008, Volta à Imprensa: "Governo quer localizar portugueses nas férias"
30 24 - Destak, 05-12-2008, 80 companhias aéreas...
31 25 - Diário de Notícias, 05-12-2008, Crise reduz em 30% viagens de natal e fim de ano
35 26 - Diário de Notícias, 05-12-2008, Turismo - E que tal um bocadinho de ´media training´?
36 27 - Diário de Notícias, 05-12-2008, Governo quer localizar portugueses nas férias
37 28 - Diário de Notícias da Madeira.pt, 05-12-2008, Governo e Bernardo Trindade levam pancada dos agentes Conclusões e discurso censuram as novas opções políticas
39 29 - Diário Digital.pt, 05-12-2008, Jorge Sampaio questiona sobre "risco sistémico" do BPP
40 30 - Diário Digital.pt, 05-12-2008, Jorge Sampaio questiona sobre "risco sistémico" do BPP
41 31 - Diário Digital.pt, 05-12-2008, Turismo: APAVT lamenta «oportunidade perdida» em Macau
42 32 - Jornal da Madeira.pt, 05-12-2008, Congresso no Porto Santo aguarda mais maturidade
43 33 - Jornal da Madeira.pt, 05-12-2008, Crise é mais um estado de espírito
3
44 34 - Jornal da Madeira.pt, 05-12-2008, "Tsunami financeiro" tenderá para viagens mais curtas
46 35 Jornal de Negócios, 05122008, "Precisamos todos de saber por que é que o BPP tinha um risco sistémico" -entrevista a Jorge Sampaio
50 36 - Jornal de Negócios, 05-12-2008, Macau nunca dorme
52 37 - Jornal de Negócios.pt, 05-12-2008, "Precisamos todos de saber porque é que o BPP tinha um risco sistémico"
53 38 - Jornal de Notícias, 05-12-2008, Agências de viagens reclama apoio
54 39 - Jornal de Notícias.pt, 05-12-2008, Agências de viagens reclamam apoios
55 40 - OJE, 05-12-2008, Agências de viagens pedem linha de crédito para investimento
56 41 - OJE, 05-12-2008, Business travel mais afectado pela crise
58 42 - Record, 05-12-2008, Agências pedem linha de crédito
59 43 - Semanário, 05-12-2008, TAP atinge oito milhões de passageiros
60 44 - Tribuna da Madeira, 05-12-2008, Tap anuncia ligações para 2009
62 45 - Turismo na Web.com, 05-12-2008, Crise reduz em 30% viagens de Natal e fim de ano
63 46 - turisver.com, 05-12-2008, Congresso APAVT 08: Presidente criticou ausência do governo
64 47 - turisver.com, 05-12-2008, Congresso APAVT 08: Companhias aéreas serão geridas ao dia
65 48 - turisver.com, 05-12-2008, Congresso APAVT 08: António Menezes anuncia novas rotas da SATA
66 49 - turisver.com, 05-12-2008, Congresso APAVT 08: Conclusões e recomendações
RH Turismo.net , 08-12-2008
Galileo/Travelport lança em Janeiro "New desktop generation" 05-Dez-2008
Esta será uma aposta pioneira a nível mundial, que terá o seu período experimental em Portugal, mas o mais importante é que permitirá ao agente de viagens aceder ao conteúdo total das companhias aéreas, integrar todo o tipo de links e funcionalidades a partir de um único ponto de venda e dar aos fornecedores capacidades na área do merchandising, up-sell e cros-sell, por forma a poderem decompor os seus produtos em propostas de valor acrescentado ao cliente, manipuladas pelos agentes de viagens. De acordo com o responsável chegou a hora "do mercado ser mais activo, este produto permitirá às companhias aérea reduzirem os seus custos e aos agentes de viagens oferecerem um produto mais complexo aos seus clientes". O produto não se resume a esta possibilidade, mas apresentará outras componentes. Para António Loureiro "os agentes de viagens necessitam de software mais desenvolvido para o seu negócio. Por Pedro Chenrim, em Macau, a convite da APAVT, 08/12/2008 [Ambitur On line]
turisver.com , 08-12-2008
Oitenta companhias aéreas suspenderam actividade este ano
Michel de Blust, secretário-geral da Associação Europeia das Agências de Viagens e Operadores Turísticos - ECTAA, afirmou no decorrer do quarto painel do 34º Congresso da APAVT, que só este ano foram 80 as companhias aéreas que suspenderam os seus voos.
O secretário-geral da ECTAA classificou a actual situação financeira mundial de "tsunami" e referiu que a conjuntura que se vive "deverá ter algumas consequências no mundo das viagens", avançando a ideia de que os turistas irão optar por fazerem viagens para destinos mais próximos, que representem menos custos.
Quanto às companhias aéreas o orador adiantou que "só este ano, 80 companhias de aviação já suspenderam as operações", tendo em relação a esta situação defendido uma maior protecção para os consumidores referindo que "actualmente não há qualquer forma de reembolsar os passageiros pelo bilhete quando uma transportadora fecha portas".
Neste âmbito, a ECTAA tem vindo a defender a criação de um fundo de protecção ao passageiro, o que implicaria o pagamento adicional de um euro, proposta até agora rejeitada pelas companhias aéreas.
09/12/2008
turisver.com , 08-12-2008
APAVT distinguiu personalidades do Turismo
No seu XXXIV Congresso Nacional, a APAVT distinguiu com as medalhas comemorativas do evento várias personalidades portuguesas e chinesas, e entregou também as Medalhas de Mérito de Prata e de Ouro da Associação.
A João Pombo, que desempenhou vários cargos na Direcção da Associação, tendo mesmo sido seu presidente, foi atribuída a Medalha de Mérito Turístico da APAVT - Grau Ouro.
Quanto às medalhas de Mérito Turístico da APAVT, Grau Prata, foram entregues a Humberto do Carmo, ex-CEO da Avis Portugal e actual administrador delegado da Herdade do Meio, e a João Mendes Leal.
As medalhas comemorativas do Congresso foram entregues ao chefe do Executivo da RAEM, Edmund Ho, ao secretário para os Assuntos Sociais e Cultura da RAEM Chui Sai On e ao responsável pela Direcção dos Serviços de Turismo da RAEM, Costa Antunes, da parte chinesa.
Homenageados com as medalhas comemorativas do Congresso foram também o secretário de Estado do Turismo português, Bernardo Trindade, e o presidente da Confederação do Turismo de Portugal, José Carlos Pinto Coelho.
turisver.com , 08-12-2008
TAP sobe enquanto aeroporto de Lisboa regista quebras
Apesar das quebras registadas no aeroporto de Lisboa, a TAP obteve um crescimento de 13,9% no número de passageiros transportados até Setembro e de 4,1% no mês de Outubro, tendo chegado ao passageiro 8 milhões no dia 26 de Novembro. "Foi uma queda histórica no aeroporto de Lisboa, a primeira desde há muito tempo" começou por afirmar Luiz da Gama Mór aos jornalistas, num encontro que decorreu à margem do XXXIV Congresso da APAVT que se realizou em Macau na última semana, referindo-se à quebra de passageiros no aeroporto da Portela que, em Outubro, caiu 3,8 por cento, quando em Setembro já tinha tido uma descida de 1,7%.
Esta situação menos positiva não atingiu no entanto a companhia aérea nacional, que teve um crescimento de 13,9% em passageiros transportados entre Janeiro e o final de Setembro, e um crescimento de 4,1% no mês de Outubro em toda a rede de voos - com excepção do tráfego do Continente, onde registou um decréscimo de 3,5%.
O administrador executivo da TAP salientou ainda que no dia 26 de Novembro, a companhia atingiu os 8 milhões de passageiros transportados desde o início do ano, um novo recorde para a transportadora aérea de bandeira portuguesa. 09/12/2008
Diário dos Açores
Tiragem: 3630 País: Portugal Period.: Diária Âmbito: Regional Pág: 12 Cores: Cor Área: 16,24 x 25,27 cm² Corte: 1 de 1 ID: 23036801 07-12-2008 A ressentirem-se da crise económica e fi-nanceira - e especial-mente na quebra do consumo - as agências de viagens reclamam também um plano de apoio do Governo, à se-melhança do que acon-tece em outros secto-res. O presidente da Associação Portuguesa das Agências de Via-gens e Turismo (APA-VT) reclamou, em Ma-cau, o acesso a linhas de crédito a “custos razoáveis” para que as empresas se possam fi-nanciar num momento em que o a concessão de crédito está dificultada e o sector do turismo sofre os efeitos da crise financeira. João Passos não definiu qual o va-lor da linha de crédito que considera necessá-rio para as agências de viagens e turismo, mas precisou que o acesso a financiamento em con-dições mais vantajosas - à semelhança do que foi atribuído a outros sectores, nomeada-mente às unidades ho-teleiras, restauração e mais recentemente ao automóvel - deve tam-bém ser “estendido” a estas empresas. A for-mação profissional e a “webização” são, para João Passos, algumas das áreas onde as em-presas terão de investir e para onde essa linha de credito, caso venha a ser criada, poderá ser prioritariamente canalizada. O pedido para a concretização clica consta do conjunto de conclu-sões ontem a p r o v a d a s no final dos t r a b a l h o s do XXXIV c o n g r e s s o da APAVT que este ano d e c o r r e u em Macau. N a s e s s ã o de encer-r a m e n t o , João Passos teceu fortes criticas a“falta de visão estraté-gica” do Governo por “não ter aproveitado” a realização deste en-contro das agencias de viagens e turismo para promover Portugal no mercado Oriental. “Critico o desaprovei-tamento que o Governo fez de um congresso realizado num dos cha-mados países BRIC” acentuou o presidente da APAVT, salientan-do ainda a “descoorde-nação entre os diversos organismos públicos que estão envolvidos na promoção turísti-ca”. Os efeitos da crise financeira no sector do turismo marcaram presença na generali-dade das intervenções ouvidas ao longo des-tes quarto dias de con-gresso. Ainda que não partilhe do discurso mais pessimista de al-guns dos operadores presentes, João Passos admite que o turismo de ferias e lazer tem
acentuadas ao longo deste ultimo trimestre de 2008. Ainda assim o presidente da APA-VT afasta cenários de falência de empre-sas, mas sublinha que na actual conjuntura se ira assistir a uma maior concentração de agencias de viagens e a um redimensiona-mento das empresas. “Acredito que as em-presas de mais peque-na e media dimensões atravessarão tempos difíceis, mas não pre-vejo falências”, referiu. Entretanto, continua limitado ao papel um fundo que a Associação Europeia das Agencias de Viagens e Turismo (ECTAA) quer criar para indemnizar ou repatriar os clientes de companhias aéreas que entrem em falên-cia. Para dotar o fundo propõe a cobrança de um euro na emissão de cada bilhete.Incluir um euro adicional em
ção vendido permitira “angariar” e canalizar para aquele fundo cer-ca de 250 milhões de euros por ano - tendo em conta o numero de bilhetes vendidos em 2007, precisou o secre-tario-geral da ECTAA, Michel de Blust, a mar-gem do XXXIV Con-gresso da APAVT, que sexta-feira, terminou, em Macau. O fundo serviria para indem-nizar os clientes que adquiriram um bilhete e que não o chegam a utilizar porque a com-panhia aérea entre-tanto fechou portas ou ainda para repatriar os turistas que ficam retidos no destino, pela falência da empresa. A proposta não reúne, no entanto, o consenso entre as empresas de aviação, devendo ser conhecido até ao final deste ano um estudo da Comissão Europeia sobre as garantias dos consumidores nesta
Agências de viagens reclamam
apoios
RH Turismo.net , 07-12-2008
Avaliação do modelo de promoção turístico externo para breve 05-Dez-2008
Será em breve anunciada a segunda fase da campanha promocional turística do país, pelo Governo, num montante "substancialmente superior ao actual". De acordo com Luís Patrão, presidente do Turismo de Portugal, o que irá divergir da anterior campanha de publicidade "é a novidade, queremos trazer mais alguma novidade para dizer o mesmo", ou seja, a mensagem e os actores são os mesmos. Segundo o responsável, a campanha irá apresentar "mais investimento este ano, porque sentimos que a situação do mercado está mais difícil agora, é preciso gastar mais dinheiro, para atingir os mesmos objectivos, pois o mercado está também mais concorrencial". Relativamente à contratualização da promoção turística externa com as Agências Regionais de Promoção, no período de 2007/2009, Luís Patrão indica que em breve se irá proceder a uma avaliação dos dois últimos anos, para que se desenvolva o novo modelo pós 2009. "O futuro modelo de contratualização está dependente do processo de avaliação que será feito este ano, daí advirão as alterações de futuro para o próximo modelo. A única segurança que temos, é que continuará a existir um processo idêntico para a promoção externa, mas pode não ser exactamente com os mesmos moldes", avança o presidente do Turismo de Portugal, que acrescenta que em meados do próximo ano já haverá dados mais concretos. Por Pedro Chenrim, em Macau, a convite da APAVT 07/12/2008 [Ambitur On line]
RH Turismo.net , 07-12-2008
Congresso APAVT 08: Presidente criticou ausência do governo 05-Dez-2008
O presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagem e Turismo (APAVT) lamentou em Macau, no discurso com que encerrou o 34º congresso da Associação, que o governo português não tenha aproveitado o evento para uma grande promoção do país no território, tendo igualmente lastimado a ausência de representantes governamentais na cerimónia de encerramento. Salientando a presença assídua dos congressistas nas sessões de trabalhos como "claro sinal da importância da economia do Turismo e do nosso congresso como fórum privilegiado deste sector" e de que "em tempos de uma profunda crise económica, ganham relevo este tipo de iniciativas, e em particular o congresso da APAVT, onde públicos e privados se reúnem para trocar experiências, ganhar conhecimento e debater soluções", João Passos afirmou desde logo que, perante estes factos "mais incompreensível se torna a ausência do Governo".
O presidente da APAVT foi mais longe ao condenar "a falta de visão estratégica do Governo, ao não ter tirado partido da realização deste congresso como um evento que, pelo seu peso específico, constituiu uma verdadeira acção promocional de Portugal nestas longínquas paragens". Um facto, que, disse, espelha a dissociação entre os sectores privado e público no que à promoção se refere.
João Passos condenou também a "descoordenação" existente entre os diversos organismos públicos que estão envolvidos na promoção turística, levando a que se multipliquem as acções paralelas realizadas "com desconhecimento dos respectivos promotores". Mas foi ainda mais longe, ao afirmar: "pior ainda é quando o Governo, fazendo tábua rasa dos organismos da administração pública, é o próprio a desvirtuar a estratégia definida, tomando iniciativas que são contraditórias com esta". Razões que levaram o presidente da APAVT a considerar que "o actual modelo de promoção turística carece ser afinado", na definição do conceito de Portugal que se pretende promover, no envolvimento dos intervenientes públicos e privados e "na implementação de um sistema eficaz e efectivo de avaliação de resultados, de modo a aplaudir os sucessos e reconhecer e corrigir os insucessos".
A excessiva rigidez do PENT, a falta de números credíveis e isentos sobre a actividade do turismo, foram outras das críticas que João Passos lançou no seu discurso de encerramento, em que, uma vez mais, reiterou a ideia de que "as Agências de Viagens continuam a ser peça fundamental e incontornável na distribuição do transporte aéreo", sendo "o canal mais barato, mais eficiente, mais fidelizador do consumidor, e o que lhe é, inegavelmente, mais vantajoso".
Da aviação para os aeroportos, continuaram as críticas de João Passos que se referiu aos paradoxos de Portugal no que ao sistema aeroportuário se refere: "O Estado é dono da infra-estrutura aeroportuária; detém a 100% a entidade concessionária dessa infra-estrutura; é por definição o regulador e o fiscalizador da actividade da concessionária , embora não tenha criado ainda condições para a exercer; detém, directa e indirectamente, a esmagadora maioria do capital da maior operadora de handling dos aeroportos.
Finalmente, detém a totalidade do capital social das duas companhias nacionais que, em conjunto, são responsáveis pela grande maioria do tráfego e operação dos aeroportos nacionais", foram as situações que considerou paradoxais.
Mas terminaria com uma palavra de alento, referindo-se à actual crise como sendo um estado de espírito e considerando que ela "não é diferente de outras que já ultrapassámos, tem apenas contornos que lhe conferem maior profundidade, mas, também, é potenciadora de novos desafios e de novas oportunidades". [07-12-2008] [ Turisver (on-line) ]
RH Turismo.net , 07-12-2008
APAVT lamenta fraca promoção nacional em Macau 05-Dez-2008
João Passos lamentou em Macau, onde decorre o congresso da Associação Portuguesa das Agências de Viagem e Turismo (APAVT) não ter havido uma maior promoção de Portugal naquele território, considerando o facto da estada de todos os operadores nacionais, como uma "oportunidade perdida" por o Governo português não ter aproveitado melhor esta oportunidade.
Quanto ao futuro das agências de viagens, o presidente da APAVT acredita que se assistirá a algumas fusões e a um redimensionamento das agências de viagens. Pondo de lado a possibilidade de falência no sector, João Passos acredita que a maior dificuldade surgirá nas agências médias independentes.
Uma maior coordenação entre as iniciativas públicas e privadas é outro dos pontos que Passos defende criticando o monopólio do Estado no sector da aviação.
A APAVT pretende ainda que o Governo assegure condições para o acesso, a custos razoáveis, ao financiamento das agências de viagens.07/12/2008 [Opção Turismo]
RH Turismo.net , 07-12-2008
Novo modelo de contratualização deve ser agilizado 05-Dez-2008
O modelo de contratualização efectuado entre o Turismo de Portugal e as Associações Regionais de Promoção Turísticas termina no próximo ano.
Vítor Costa, director-geral do Turismo de Lisboa, indica que no próximo ano espera que o novo modelo seja consensualizado o mais rapidamente, para se dar seguimento às estratégias em curso.Relativamente ao novo modelo, o interlocutor acredita que este não tenha muitas alterações, "temos a concepção definida, entre entidades públicas e privadas a nível regional, temos um conjunto de agências regionais competentes e uma coordenação por parte do Turismo de Portugal". Para Vítor Costa o modelo não se deverá alterar, porque se mostrou melhor do que o anterior, no entanto "tem de se procurar aprofundar a coordenação, mas não numa perspectiva de controlo e rigidez, e procurarmos não sermos tão rigidos na aplicação prática do modelo".
Para o executivo do Turismo de Lisboa é necessário, também, mais profissionalização das Agências e que a nível territorial haja adaptações que correspondam a outros territórios definidos para outros efeitos. Vítor Costa chama ainda a atenção que "ainda não conhecemos as intenções do Governo, se não for este o modelo escolhido terão que ser apresentadas as novas linhas o mais rápido possível, para se trabalhar sobre estas, até porque os próximos anos serão difíceis".
RH Turismo.net , 07-12-2008
Congresso APAVT 08: Companhias aéreas serão geridas ao dia 05-Dez-2008
Crise económica e financeira e o seu impacto no transporte aéreo, necessidade de transparência dos apoios concedidos pelos aeroportos às companhias aéreas, bem como os estrangulamentos do aeroporto de Lisboa, foram os temas que dominaram o painel sobre "Transporte aéreo: realidades e desafios", no congresso da APAVT.
Todos os intervenientes do painel, o ex-secretário de Estado do Turismo, Luís Correia da Silva, o presidente da ANA Aeroportos, Guilhermino Rodrigues, o presidente da SATA, António Meneses, o vice-presidente da TAP, Luiz Mór e o director-geral da Galileo Portugal e Brasil, António Loureiro, foram unânimes em admitir que a situação internacional é imprevisível ao ponto de não se saber qual o seu impacto, e muito menos quando irá terminar.
Luís Correia da Silva, CEO da TTThinktur, que foi o "key note speaker" do painel, referiu que os principais desafios que se colocam às companhias aéreas serão os de terem que gerir a empresa ao dia, ser flexível e saber ajustar continuamente. Depois de ter traçado o panorama da aviação internacional, o ex-secretário de Estado do Turismo referiu que as companhias têm de saber prever e antecipar as mudanças em relação ao preço do combustível; maximizar a eficiência energética, e tornar mais eficientes a comercialização e a distribuição, e ainda aprofundar as parcerias com as agências de viagens e as empresas de GDS.
Para Luiz da Gama Mór, os custos vão merecer uma atenção especial da TAP neste período de incerteza da economia internacional. Segundo o vice-presidente da TAP, a transportadora aérea quer continuar a crescer, mas terá que gerir muito bem o factor custo se pretende continuar a ser competitiva, da mesma forma que terá que fazer um esforço maior na conquista de mais quota de mercado à concorrência.
Gama Mór considerou que o primeiro semestre de 2009 não deverá ser favorável, mas defendeu que neste momento de incerteza económica mundial, a parceria com as agencias de viagens e os GDS é ainda mais importante. [07-12-2008] [ Turisver (on-line) ]
Agência Financeira.com , 06-12-2008
TAP satisfeita com reservas final de ano mas sem euforias Lotação esgotada com meses de antecedência é coisa do passado 2008/12/06 11:45Monica Freilão / * Em Macau
Viagens para o Reveillon vendem-se ao nível do ano passadoA TAP está satisfeita com o actual número de reservas para os voos do final do ano, embora a crise não deixe, como há uns anos, falar em destinos esgotados ou capacidade lotada com meses de antecedência.
O vice-presidente da companhia aérea, Luiz Gama Mor, disse àAgência Financeira que as reservas este ano para as habituais férias ou mini-férias de passagem-de-ano correm ao nível do ano passado, embora a crise se faça sempre sentir.
Na verdade a companhia também fez vários ajustamentos na rede, aumentando a capacidade para uns destinos nesta altura e acabando com voos para outros, menos rentáveis, mas o saldo é de uma capacidade de lugares acima do ano passado, explicou Gama Mor.
Tradição ainda é o que era
Em termos de reservas, os destinos mais procurados para o Reveillon mantêm a tradição: por um lado os portugueses saem daqui para o Brasil, Madeira, República Dominicana, entre outros, e por outro lado há um maior número de viagens realizadas nesta altura para os países de maior emigração como a Suíça, Luxemburgo e França.
De referir ainda que esta é a visão da maior companhia a aérea a operar em Portugal, a de bandeira que lidera a venda de bilhetes de avião, mas depois a visão dos operadores e agentes de viagens é de uma maior retracção da procura, o que os tem levado a vender menos pacotes para o final do ano.
Para estes, a crise é cada vez mais evidente, afirmam, admitindo ainda que só para os destinos mais óbvios como o Funchal ou Serra da Estrela se pode falar férias esgotadas, depois de uma oferta que também foi ajustada à altura conturbada em que vivemos.
Agência Financeira.com , 06-12-2008
Macau quer mais portugueses pela comemoração da transferência Em 2009
2008/12/06 11:37Monica Freilão / * Em Macau
Vão ser feitas várias iniciativas para chamar turistasA Direcção dos Serviços de Turismo (DST) de Macau quer ver o número de turistas portugueses aumentar no seu território, no próximo ano, quando se comemoram 10 anos da transferência para a administração chinesa.
Segundo o responsável da DST, João Costa Antunes, a realização do congresso da APAVT (Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo) em Macau agora, já é parte da celebração do evento.
Gostaríamos de ver o maior número de portugueses cá em 2009 e vamos fazer mais iniciativas a apelar nesse sentido, sendo que este congresso é parte integrante delas, afirmou em Macau.
Para além da 34ª reunião magna dos agentes de viagens portugueses, nesta última semana, e que reuniu cerca de 500 pessoas entre empresários, todos os players do sector, imprensa, bem como autoridades chinesas e em que Macau foi um grande anfitrião, segundo o presidente da APAVT, a DST está já a preparar a sua presença na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL) em Janeiro de 2009.
Na BTL a nossa presença vai ser em larga escala. Vamos duplicar a nossa presença, disse Costa Antunes, confiante que estas iniciativas sejam já uma ajuda ao apelo a novos e mais turistas portugueses.
*A jornalista viajou para Macau a convite da APAVT
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Jornal da Madeira.pt , 06-12-2008 Mais portugueses a visitar Macau Jornal da MadeiraEconomia 2008-12-06
Costa Antunes, director dos serviços de Turismo do território, lança repto
João Manuel Costa Antunes, director dos serviços de Turismo de Macau deixou bem evidente durante o 34º Congresso Anual da APAVT, que terminou neste território, que quer mais turismo de Portugal. Lançou mesmo um repto para que os operadores estudem a possibilidade de concretizar viagens de avião entre a "Costa oeste da Europa" (para aproveitar a boleia da promoção nacional) e Macau. Um dos factores que apresenta para alavancar o incremento de fluxos é a celebração dos 10 anos da transferência da administração portuguesa para a China, que ocorreu em 1999.
Numa altura em que esta região com estatuto especial no seio da China se depara com alguns estrangulamentos por parte da restrição de vistos de Pequim para que cidadãos do país visitem o território do delta do rio das Pérolas, Costa Antunes aposta da diversificação de mercados para captar mais turistas. É evidente que Portugal é um caso especial, pelas razões históricas que o ligam a Macau, que administrou até a transferência da administração para a China, mas a verdade é que há o desejo evidente de incremento dos fluxos que já existem, embora pouco expressivos no meio dos milhões que visitam a região. Aliás, Chui Sai On, secretário para os Assuntos Sociais e Cultura, que tem a tutela do Turismo, disse claramente na sessão de encerramento do congresso que era seu desejo que os trabalhos desenvolvidos tenham contribuído para estreitar relações entre os sectores do Turismo de Macau e Portugal, e que, simultaneamente, potenciem a criação de novas bases de aproximação entre Portugal e a China.
O próprio responsável directo pelos serviços de Turismo teve oportunidade de confidenciar numa conversa que mantivemos à margem do Congresso da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo que Macau debate-se ainda com outro desafio que é fazer aumentar as médias um, dois dias de estadias para mais tempo, podendo com isso potenciar, por exemplo a realização de mais eventos culturais, realidade que tem alguma dificuldade em ampliar neste momento.
Macau promove mais destinos
Sublinhe-se que Macau tem insistido na promoção do território, mas de uma forma enquadrada com os destinos próximos como seja Hong Kong e Taiwan, com quem tem um acordo neste sentido, e também com a China continental. No fundo, a filosofia é a mesma que se espera de quem vá desde lado do mundo para a Europa. Ninguém vai apenas a um país tendo que fazer tantas horas de avião.
No sentido de Portugal para cá, sabe-se que os principais operadores nacionais já estiveram cá a estudar o mercado. Agora no sentido inverso, estamos em crer que neste mercado crescente da China, existe muito trabalho a fazer.
Madeira desconhecida para casal japonês
Pelo que podemos ver nas montras de algumas agências de viagens em Macau, só pelas imagens porque, apesar do português ser uma das línguas oficias no território, e estar, de facto expresso por todo o lado, como os nomes das lojas e de ruas, nos A4 só em mandarim, havia pouca Europa. Eram mais propostas para este lado da Ásia. Uma das poucas que vimos para o Velho mundo era evidente a aposta em circuitos, com uma mescla de imagens de destinos como Itália, França e Espanha. De Portugal nada vimos.
Um dia destes conversei com um casal japonês já bem vivido, na Torre de Macau, onde decorreu o Congresso e uma das novas atracções de Macau. Fiquei a saber que tinha estado em Portugal que, para ele, se resumiu a Lisboa. Nada mais sabia do país. Quando disse que era natural de uma ilha portuguesa chamada Madeira, que ficava a cerca de uma hora e meia de avião de Lisboa, parecia estar a dizer que vinha de um planeta Krypton, de um sistema solar bem longínquo
Fala-se pouco em português
Uma nota final para referir que em relação a Macau, comparativamente à vez anterior que cá tínhamos estado, em 1996, precisamente num congresso da APAVT, nota-se uma evolução no território. Além do incremento nas infra-estruturas, nomeadamente a hoteleira, notamos uma melhoria no domínio de outra língua que não o mandarim. Fala-se inglês em maior número, quer nos hotéis e em algumas lojas. Português só ouvimos na loja das Paulinas, junto ao Paço episcopal de Macau, bem perto das ruínas de São Paulo e do Largo do Senado. Ali quase que parecia ter regressado a Portugal. Tanto a irmã falava português como a senhora que estava com ela e uma outra que acabara de comprar um livro.
Curiosamente, mais em baixo, a caminho do Largo do Senado, uma outra loja segmentada para a literatura portuguesa, a senhora que lá estava não "pescava" uma de português.
De resto, pela cidade, ouvimos aqui e ali portugueses. Paulo Alexandre Camacho
RH Turismo.net , 06-12-2008
TAP aguarda por oportunidades de mercado para crescer no próximo ano 05-Dez-2008
Luís Mór, administrador da TAP Portugal, no painel "Transporte Aéreo: Realidades e Desafios", que decorreu no âmbito do XXXIV Congresso da APAVT, referiu que a companhia prevê crescer no próximo ano aproveitando as oportunidades de mercado que resultem da crise que se está a assistir. O responsável, durante o fórum dos agentes de viagens, referiu que "o efeito da crise na transportadora aérea é dificil de quantificar actualmente, pois não se sabe qual a sua dimensão e ´timming´". Luís Mór indica que "como empresa de nicho, temos de aproveitar as oportunidades que surjam no mercado", em especial no primeiro semestre do próximo ano. Quanto às novas rotas (Moscovo, Varsóvia e Helsinquia) o responsável indica que estas seguem uma estratégia "de equilibrar e diversificar a oferta da companhia". Luis Mór afirma que, no próximo ano, os voos intra-europeus vão ser a vertente mais afectada da companhia, em termos da crise que se acentua. Para o administrador da TAP "o mercado vai encolher como um todo, mas a companhia vai continuar a crescer, como? "Roubando" passageiros a outras companhias. A situação vai ser dura no primeiro semestre, mas estamos atentos ao facto de surgirem algumas oportunidades no mercado. Para além de uma maior agressividade na comercialização, redução de custos e melhoria do produto". Luis Mór indica também que um dos desafios da companhia para o próximo ano, "vai depender da resposta que vamos conseguir ao nível da redução de custos, com destaque para a mão-de-obra". Por Pedro Chenrim, em Macau, a convite da APAVT 06/12/2008 [Ambitur On line]
RH Turismo.net , 06-12-2008
As questões de Luís Correia da Silva sobre transporte áereo em Portugal 05-Dez-2008
A primeira temática que o responsável abordou, na sua intervenção como Key Note Speaker, no painel "Transporte Aéreo: Realidades e Desafios", no Congresso da APAVT, tem em conta as acessibilidades e alternativas de transporte aéreo que sirvam o desenvolvimento do turismo português. A permissa de partida do orador é que, com excepção das acessibilidades a Espanha, o país e os seus principais destinos turísticos regionais são altamente dependentes do transporte aéreo. Sendo assim, para o turismo nacional é importante, de acordo com Luís Correia da Silva, saber quais as possíveis repercussões e dimensão do impacto da actual crise económica na actividade e operação das companhias de transporte aéreo que servem o Turismo português, se a mesma se prolongar (1-2 anos) e que alternativas existem ou poderão ser desenvolvidas. Em outro patamar, relativamente às "low cost" e "low-fare", o responsável apela a um balanço do verdadeiro impacto destas operações no desenvolvimento turístico dos diversos destinos, e já agora, da relação custo/benefício dos investimentos realizados, visto que estas companhias começaram a operar os aeroportos dos principais destinos portugueses, desde há quatro/cinco anos (Lisboa, Faro, Porto e agora Funchal), com rotas a partir dos principais mercados emissores, tendo para isso diversos apoios directos e indirectos. Ainda nesta vertente, Luís Correia da Silva considera que as "low cost" e "low fare", em alguns destinos turísticos portugueses, substituiram com sucesso, companhias regulares e de operações "charter", no entanto refere que é desejável perceber se é pretendido e possível que todos os destinos turísticos portugueses venham a ser servidos prioritáriamente e preferencialmente por estas companhias. Ou seja, "qual o grau de dependência de operação destas companhias aconselhável para não deixar ultrapassar e evitar riscos de abuso de posição dominante?", questiona o responsável. Outro dos pontos levantados pelo responsável diz respeito à possibilidade (ou não) da criação de raíz, de uma alternativa de transporte aéreo regular ou "low cost", com capitais maioritariamente portuguesas, e origem em Portugal, que sirva prioritariamente, os principais aeroportos de destinos turísticos urbanos ou de "resort", a partir dos principais mercados emissores europeus ou vice-versa. TAP privatizadaLuís Correia da Silva passou depois para questões ligadas à TAP Portugal. O orador questiona então se independentemente do seu modelo de negócio, esta tem ou não um papel determinante na atracção e no transporte de turistas estrangeiros para Portugal, mantendo-se por isso um instrumento decisivo para o desenvolvimento do Turismo no país. Na segunda questão, colocada na hipótese de uma eventual privatização da TAP e a consequente possibilidade de uma integração da companhia num "Mega Consórcio Europeu", o responsável responde que acha necessário saber quais as possíveis repercussões de um tal cenário para o desenvolvimento do turismo português. Ainda sobre a TAP e na perspectiva da futura privatização da TAP Portugal, detida a 100% pelo Estado português, "qual o racional da ANA também detida a 100% pelo Estado, e outras entidades públicas (Turismo de Portugal, Entidades Regionais de Turismo, Consórcios Públicos e Privados, regionais ou de destino), subsidiarem directa ou indirectamente companhias aéreas estrangeiras "low cost", que competem "ferozmente" com a TAP nas mesmas rotas e mercados? As vantagens obtidas pelos e nos destinos turísticos compensam os prejuízos causados?", pergunta o interlocutor. Os apoios financeiros da ANARelativamente à ANA, o orador também levantou determinadas questões, na ocasião. A primeira incide se continuará a ANA (estatal ou privada) a concretizar uma política comercial e de marketing, de atracção de novas companhias aéreas e apoio a novas rotas para os diversos aeroportos nacionais, assumindo-se como instrumento proactivo de promoção do turismo português? E, qual o referencial e quais os limites desta intervenção?. Para Luís Correia da Silva também é importante saber se continuará a ANA (estatal ou privada) a suportar os investimentos de modernização, a sustentar os custos de ineficiência, e a subsidiar a operação dos aeroportos nacionais com reduzido número de frequências diárias "e, por isso, pouco competitivos, mesmo quando eles se revelem estratégicos para o desenvolvimento do turismo português?". Outra das perguntas do interlocutor, tem em conta se "estará a ANA disposta a aceitar que os seus clientes (companhias aéreas e passageiros/turistas) estejam defendidos nos seus interesses e compensados pelos serviços que pagam pela utilização das suas instalações, através de S.L.A s a celebrar com os operadores aeroportuários e a cumprir e a fazê-los cumprir rigorosamente?". Por último Luís Correia da Silva abordou o Novo Aeroporto de Lisboa (NAL) e, face aos atrasos verificados na decisão e na construção deste, o responsável pergunta se é admíssivel que os aeroportos espanhóis (Madrid, Barcelona) queiram assumir um papel mais activo como plataformas estratégicas na gestão do tráfego aéreo com origem, destino ou em conexão na Península Ibérica? "Quais as consequências de tal cenário para o turismo português?", inquire o responsável. Ainda sobre a mesma temática o intelocutor afirma ser necessário saber se "é possível ou justificável o NAL sem a operação prevista após a expansão da TAP Portugal, ou sem uma companhia aérea alternativa à TAP Portugal, utilizando o NAL como "hub" de operações de médio e longo curso?". Ficou então uma questão final de Luís Correia da Silva, para ser analisada no futuro: "Será que as políticas aeroportuárias (novo NAL), de transporte aéreo, de transporte terrestre e rodoviário (TGV), de logística e de construção de acessibilidades, obedecem a uma visão, a uma lógica, estão pensadas de forma coerente e articulada e como tal, dão garantias de que os grandes investimentos a realizar vão, de facto, gerar os estimados e previstos benefícios e vantagens para o país?". Para o responsável é necessário perceber-se se o turismo português vai efectivamente sair beneficiado destes investimentos, "se as políticas que os determinam raramente integram ou consideram as condicionantes e oportunidades para o seu desenvolvimento". Por Pedro Chenrim, em Macau, a convite da APAVT 06/12/2008 [Ambitur On line]
RH Turismo.net , 06-12-2008
APAVT acusa SET de falta de visão estratégica em discurso demolidor 05-Dez-2008
Perante mais de quatro centenas de congressistas, o presidente da APAVT, acusou o SET de "falta de visão estratégica, ao não ter tirado partido da realização deste congresso como um evento que, pelo seu peso específico, constitui uma verdadeira acção promocional de Portugal nestas longínquas paragens".
Segundo Passos, nem a missão empresarial levada a cabo uma semana antes pelo SET e TP a Pequim e Xangai poderá ser considerado um aproveitamento do congresso, uma vez que "a APAVT não foi informada oficialmente da realização dessa iniciativa".
Outro dos acontecimentos que parece ter caído mal no seio da direcção da APAVT deve-se ao facto de Bernardo Trindade ter mencionado, no seu discurso do primeiro dia, que estava presente em Macau a convite do chefe executivo da Região Administrativa Especial de Macau, Edmund Ho e não da própria associação organizadora do evento.
Em matéria de lamentos João Passos não se ficou por aqui, referindo que a apresentação do destino Portugal, levada a cabo pelo TP, "não correspondeu àquilo que se esperava".
E se dúvidas havia sobre o azedume entre a APAVT e o SET, João Passos, apesar de garantir boas relações com a tutela, afirmou ter esperado do discurso de Bernardo Trindade um enumerar "do que vai ser feito e não do que foi feito".
Ruben Obadia, 6 de Dezembro de 2008 [Publituris On line]
Tiragem: 74250 País: Portugal Period.: Semanal Âmbito: Informação Geral
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1000 Maiores Empresas (DE + SE)
Tiragem: 39777País: Portugal Period.: Anual
Âmbito: Economia, Negócios e. Pág: 38 Cores: Cor Área: 19,42 x 27,28 cm² Corte: 1 de 2 ID: 23017841 05-12-2008
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1000 Maiores Empresas (DE + SE)
Tiragem: 39777País: Portugal Period.: Anual
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Tiragem: 64388 País: Portugal Period.: Diária
Âmbito: Informação Geral
Pág: 10 Cores: Cor Área: 4,27 x 5,27 cm² Corte: 1 de 1 ID: 23014722 05-12-2008
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Alma de Viajante.com , 05-12-2008 Fecharam 80 companhias aéreas em 2008 05.DEZ.2008 - 18:52
O secretário-geral da Associação Europeia de Agências de Viagens disse ontem, no Congresso da APAVT, em Macau, que 80 companhias aéreas suspenderam operações este ano, referiu o jornal Público. A crise mundial e o preço do petróleo fizeram disparar a lista.
Só em Abril faliram nos EUA a Aloha, ATA, Skybus, Eos, Frontier. A italiana Alpi Eagles, a chinesa Oasis, a britânica XL, a espanhola LTE, a dinamarquesa Sterling também são citadas. Em compensação criou-se outras, muito menos, como a lusa FlyMI ou a brasileira Azul.
Michel de Blust pediu mais protecção ao cliente, pois não há forma de reembolso do bilhete se a empresa fechar. Defendeu a criação do fundo de protecção, o que exige ao utente pagar 1 euro extra no bilhete, mas tal foi recusado pelas transportadoras.
Por NP | Alma de Viajante ,
ambitur.pt , 05-12-2008
Volta à Imprensa: "Governo quer localizar portugueses nas férias" 10:21h - 05/12/2008
Guimarães tem, depois de Lisboa 1994 e Porto 2001, uma oportunidade única para alavancar o seu crescimento turístico a partir do evento Capital Europeia da Cultura, que deverá partilhar em 2012 com a cidade eslovena de Maribor. Esta é a principal elação a retirar das palavras de Kirsty Connell, responsável do projecto Liverpool 2008, presente na V Conferência Internacional de Turismo organizada pelo IPDT e ADETURN.
Foi lançado o projecto de enoturismo "Selected Wineries", que reúne 16 produtores nacionais e 21 adegas vinícolas, tendo por objectivo criar uma rede de excelência a nível nacional no que concerne ao turismo de vinhos.
A duriense Quinta do Portal vai inaugurar no início de 2009 a sua nova adega e armazém de envelhecimento de vinhos, projectado por Siza Vieira.
As estimativas da actividade turística na Madeira, relativas ao mês de Setembro de 2008, apontam para um acréscimo de 6,5 por cento nas dormidas em relação ao mês homólogo. Em termos absolutos, foram contabilizadas na região cerca de 589 mil dormidas no mê4s (13,9 por cento do total das dormidas ocorridas no território nacional). Os apartamento turísticos de três ou mais estrelas (mais 18,9 por cento) e as estalagens (mais 12,2 por cento) cresceram acima da média.
"Os dois próximos anos serão de estagnação para a maioria dos projectos" de turismo residencial. Segundo Sérgio Duarte, CEO do grupo Duarte, que promove actualmente o Eden Resort, "existem em Portugal, neste momento, projectos de grande qualidade que certamente terão o seu mercado nos próximos anos. É certo que demorarão mais tempo a escoar os produtos do que há alguns anos atrás".
O Governo acaba de anunciar a disponibilização de mais uma linha de crédito, no valor de 50 milhões de euros, para apoiar as empresas de restauração na promoção de projectos ligados ao investimento, qualificação e modernização.
Qualquer cidadão português que viaje para o estrangeiro já pode, desde ontem, registar-se no portal das Comunidades Portuguesas, deixando os seus contactos e contribuindo desta forma para a sua própria segurança. É este, pelo menos, o objectivo do Executivo ao criar o registo do cidadão viajante.
O projecto para transformar a antiga casa da família von Trapp, celebrizada no filme ´Música no Coração´, num hotel, foi bloqueado pela cidade austríaca de Salzburgo. Esta previsto o hotel ser inaugurado este ano. Os responsáveis pelo projecto de transformação da casa já anunciaram que vão recorrer aos tribunais.
Um navio de cruzeiro argentino com 122 pessoas a bordo está à, deriva na Antárctida e a meter água, mas não corre perigo de se afundar, segundo um oficial citado pela AP. Uma autoridade marítima adiantou que um outro navio vai prestar socorro ao cruzeiro argentino.
A Índia colocou os seus principais aeroportos, incluindo Nova Deli, Bangalore, Mumbai e Calcutá, em situação de alerta máximo depois de ter recebido avisos sobre possíveis ataques por aviões desviados das suas rotas aéreas.
(...) A Imoholding está presente em seis áreas de negócio, mas nem todas têm o mesmo peso na empresa. "Pretendemos vocacionar o grupo para o turismo residencial e para o sector hoteleiro. Estamos esperançosos com os programas deste Governo, como o Plano Estratégico Nacional do Turismo (PENT)", referiu Joel Santos, administrador do grupo, adiantando, no entanto, que o objectivo não é serem hoteleiros, mas sim associarem-se a cadeias de renome internacional.
A Air Berlin aumentou no terceiro trimestre os resultados de exploração em mais 57% face ao trimestre de 2007.
A crise parece ainda não ter chegado a Macau. Os sucessivos anúncios de recessão das maiores economias do mundo, nos últimos dias, parecem ter passado ao lado do território. Macau não dorme... e por isso não tem pesadelos.
A promoção turística é um dos assuntos mais debatidos no sector. No final de mais um congresso nacional das agências de viagens, que terminou ontem em Macau, a APAVT (Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo) critica a posição do Governo que "não tirou partido da realização deste congresso como um evento que, pelo seu peso específico, constituiu uma verdadeira acção promocional de Portugal", disse João Passos, presidente da APAVT.
O apoio do Estado ao fundo de financiamento para a hotelaria poderá atingir os 15 milhões de euros. Esta verba destina-se a remunerar a banca por conceder empréstimos a uma taxa de juro bonificado às empresas do sector. O pacote destinado à hotelaria ascende ao montante de 500 milhões de euros.
O Turismo de Portugal vai apoiar o Concurso internacional de Saltos do Porto, o maior evento equestre ´indoor´ realizado em Portugal que decorre entre 11 e 14 de Dezembro na Exponor, em Matosinhos.
Tiragem: 175000 País: Portugal Period.: Diária
Âmbito: Informação Geral
Pág: 6 Cores: Cor Área: 6,45 x 2,47 cm² Corte: 1 de 1 ID: 23016815 05-12-2008
COMPANHIAS
aéreas
fecharam as portas
na Europa este ano,
diz a Associação das
Agências de Viagens.
Tiragem: 60300 País: Portugal Period.: Semanal Âmbito: Informação Geral
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Tiragem: 60300 País: Portugal Period.: Semanal Âmbito: Informação Geral
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Pág: 5 Cores: Cor Área: 11,26 x 9,20 cm² Corte: 1 de 1 ID: 23014828 05-12-2008 | DN Bolsa
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Tiragem: 51037 País: Portugal Period.: Diária
Âmbito: Informação Geral
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Diário de Notícias da Madeira.pt , 05-12-2008
Governo e Bernardo Trindade levam pancada dos agentes Conclusões e discurso censuram as novas opções políticas Data: 05-12-2008
De pouco valeu a vinda de Bernardo Trindade a Macau. Nem por isso foi tido em melhor conta pela direcção da associação dos agentes de viagens portugueses, que ontem terminou o seu 34º congresso no antigo território português do Oriente. No texto das conclusões e no discurso de João Passos, presidente da APAVT, que encerrou o evento, foram notórias as referências de contestação à actuação do governo e à sua política para o sector.
João Passos acusou o Governo da República de "falta de visão estratégica, ao não ter tirado partido da realização deste congresso como um evento que, pelo seu peso específico, constituiu uma verdadeira acção promocional de Portugal nestas longínquas paragens".
Criticou em seguida, embora de forma indirecta, a missão de promoção que o secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, fez ao Oriente, antes da APAVT: "Esta descoordenação verifica-se também entre os diversos organismos públicos que estão envolvidos na promoção turística. Efectivamente, multiplicam-se os casos em que são levadas a cabo acções paralelas, com desconhecimento dos respectivos promotores." Mais tarde falando numa conferência de imprensa, que reuniu algumas dezenas de jornalistas portugueses e chineses, João Passos confessou que a visita de Trindade ao Oriente, que terminou com a presença na inauguração do congresso, em Macau, no dia 30 de Novembro, não foi coordenada com a APAVT, nem com o ´trade´. Isso "significa dispersão de esforços, o ignorar de contribuições importantes e, por isso, inconsequência das acções e respectivos resultados", disse João Passos que acrescentou: "Pior ainda é quando o Governo, fazendo tábua rasa dos organismos da administração pública, é o próprio a desvirtuar a estratégia definida, tomando iniciativas que são contraditórias com esta".
Na sessão de encerramento que contou com a participação do secretário para os Assuntos Culturais da Região Administrativa Especial de Macau (RAEM), Chui Sai On, foram lidas as conclusões que reclamam do governo audição dos agentes de viagens, na qualidade de parceiros no sector do Turismo.
João Passos protestou também contra o facto do Estado Português continuar a ser o dono da infra-estrutura aeroportuária. O presidente da APAVT observou ainda que o Estado "detém a 100% a entidade concessionária dessa infra-estrutura; é por definição o regulador e o fiscalizador da actividade da concessionária - embora não tenha criado ainda condições para a exercer; detém, directa e indirectamente , a esmagadora maioria do capital da maior operadora de ´handling´ dos aeroportos; e, finalmente, detém a totalidade do capital social das duas companhias nacionais que, em conjunto, são responsáveis pela grande maioria do tráfego e operação dos aeroportos nacionais".
Crise poderá não afectar turismo da Madeira: Justin Fleming (Classic Holidays) coloca a Região fora da ameaça da crise... O operador britânico Justin Fleming disse ontem ao DIÁRIO que a Madeira poderá não ser muito afectada pela actual crise económica-financeira que abala os mercados internacionais e que coloca constrangimentos ao nível das despesas menos necessárias, como são as férias e o lazer.
Director do operador britânico ´Classic Holidays´, Justin Fleming, foi antes director da ´Panorama Holidays´, outro operador que trabalha para Portugal. Esteve ontem em Macau, onde participou no último painel do congresso das agências de viagens portuguesas, intitulado ´Dinâmica de Mudança, Novas Competências´.
Foi um tema muito animado, mais ao gosto dos agentes de viagens, com intervenções diversas, todas elas viradas para a análise e constatação da evolução dos meios de distribuição e venda de serviços turísticos, sector que nos últimos anos, todos sabemos, sofreu grandes mudanças.
Justin Fleming representou a associação britânica das agências de viagens. Fez uma introdução sobre a actividade e considerou logo à partida a dificuldade que o sector terá no próximo ano, pois é mais que provável que as vendas irão baixar. Disse haver dois factores determinantes que, a seu ver, contribuem em paralelo para a desgraça dos operadores no Reino Unido: a falta de dinheiro para férias num sector importante e activo da população britânica e a atitude de retracção dos mais velhos que perante uma situação adversa optarão por cortar gastos supérfluos em 2009.
Um outro facto importante denunciado pelo operador britânico foi a falta de aviões ou companhias aéreas que possam responder às necessidades de transporte ´charter´ de turistas. Com a crise e a falência ou encerramento de algumas transportadoras de referência no mercado turístico, os operadores de menor dimensão sujeitam-se aos restos da capacidade dos grandes, nomeadamente da TUI e da Thomas Cook. A crise criou uma tendência para a concentração, o que será muito mau para os operadores e consumidores.
Recorde-se que a TUI anunciou no último Verão que está em curso uma operação de concentração com a Thomson Airways, empresa que resultou, em Setembro de 2007, da fusão da Thomsonfly (TUI UK) e da First Choice Airways. Está criada a terceira maior companhia aérea britânica, com 65 aviões, que voarão de 21 aeroportos para 80 destinos no mundo, transportando especialmente turistas em férias.
Há actualmente no Reino Unido operadores que indicam nos seus catálogos os seus preços apenas como meras referências. Quando os clientes fazem a consulta na agência de viagens, o sistema informático informará os preços da viagem e dos hotéis, de acordo com as campanhas ou preços garantidos nos canais de distribuição (GDS´s) ou nos sites das próprias empresas fornecedoras, abertos, aliás, ao consumidor final. Há um novo paradigma que interessa assimilar e conhecer, de
forma a que a prestação de serviço das agências de viagens se consolide perante o cliente que exige rapidez, preço e qualidade. O sucesso na resposta criará a fidelidade do consumidor.
EIRA: Destinos pequenos menos afectados
Justin Fleming, que falou ao DIÁRIO, à margem do congresso, em Macau, é da opinião que o turismo da Madeira poderá ser menos afectado pela retracção do poder de compra dos britânicos. Para este Inverno as vendas estão muito bem, e não tem notícia de haver qualquer baixa nas reservas para o arquipélago. São pessoas que reservam com muita antecedência e quando a crise rebentou no Verão já tinham as suas férias planeadas. Por outro lado, a Madeira está a três horas de voo e destinos como o nosso continuarão a ter sucesso, pois as pessoas não querem estar muito longe de casa, nem gastar muito dinheiro em viagens longas.
Quanto à promoção turística da região no Reino Unido, o director da ´Classic´ diz que se trata de uma questão pertinente, mas esclarece que no caso de um destino pequeno e com orçamentos limitados, concorda que os responsáveis pela promoção trabalhem mais de perto com os operadores e apoiem as suas campanhas.
A Madeira terá sempre procura, porque tem uma clientela fiel, que conhece os hotéis e adora a qualidade de serviço dos seus profissionais, além das conhecidas condições climatéricas de destino aconselhável e recomendado para todo o ano.
Hotelaria e serviço merecem um olhar:João Welsh destaca a qualidade das intervenções no congresso
João Welsh está satisfeito com a forma como decorreu o programa de trabalhos do 34º congresso nacional das agências de viagens portuguesas, que decorreu no antigo território português do Oriente, desde domingo passado.
"Tivemos excelentes oradores e a discussão foi também interessante e construtiva", disse o agente de viagens madeirense ao DIÁRIO no final dos painéis que integraram A entrada de fluxos turísticos, o sector da aviação comercial, a formação dos agentes e os custos da distribuição, entre diversos assuntos que integram a dinâmica do turismo e das viagens, sem esquecer as companhias de baixo custo, foram temas que constaram do programa. "Um conjunto de matérias que demonstram que cada vez mais é importante que no turismo tenhamos uma visão integrada de todos os aspectos que a ele dizem respeito e que estão constantemente a se alterar por via de uma dinâmica própria que se vive no sector", disse o delegado da APAVT na Madeira e antigo vice-presidente da associação.
João Welsh esclareceu que, tal como tem acontecido nos últimos anos, a Secretaria Regional do Turismo e Transportes e a Direcção Regional do Turismo foram convidadas para participar no congresso. Admite que por motivos profissionais Conceição Estudante não tenha podido se deslocar - como aconteceu no ano passado em Ilhéus, no Brasil - e que Raquel França, por ter assumido o lugar poucos dias antes, também não estivesse disponível para a viagem. Contudo, observa que é sempre bom estar nestes congressos, porque além da reflexão que os participantes são convidados a fazer nos diversos painéis e sobre temas que a todos dizem respeito, os contactos com outras pessoas, todas profissionais, é muito interessante, até numa perspectiva de reforço da imagem institucional da Madeira.
Nos próximos anos o congresso da APAVT pode voltar à Região Autónoma. Há na mesa uma proposta para o Porto Santo, que terá de ser negociada e bem pensada. Mas, enquanto não terminarem as obras do ´Colombo´s Resort´ isso não será possível. Por outro lado, há um inconveniente em relação à ilha dourada: o congresso faz-se em período de baixa da hotelaria e há a tendência dos principais hotéis estarem encerrados, como aliás, acontece este ano com o Porto Santo Pestana.
Sobre Macau, como destino turístico com base numa hotelaria de luxo, com grande suporte em casinos, João Welsh diz que se trata de um produto que é naturalmente diferente da Madeira, mas chama a atenção para um facto que o surpreendeu de forma positiva - e a nós também - que é a qualidade de serviço e o luxo dos hotéis. "O pessoal que trabalha é excelente, dá muita atenção aos pormenores e desempenha o seu serviço com grande rigor, além dos hotéis com grande qualidade. São as duas questões que interessam à Madeira e que podem ser motivo de uma observação mais atenta", considera João Welsh. De resto, "Macau será sempre um destino de jogo, um modelo que não poderá ser replicado para Portugal, tal como os ´resorts´ de todo-incluído não deverão ser levados para a Madeira, um destino que tem uma dinâmica própria", opina. O agente de viagens, conhecedor do mercado de exportação de férias, concorda que os portugueses poderão visitar mais Macau. Embora situado num segmento médio alto, o antigo território português, que desde 1999 está sob administração chinesa, tem interesse para os turistas nacionais. A informação em português disponível por todos os lados, os imensos registos que ainda existem na cidade, nomeadamente em bibliotecas, o facto da China ter adoptado a legislação portuguesa por mais 50 anos e o grande respeito dos chineses pela tradição, são factores que deverão cativar os nossos compatriotas para uma viagem até ao Delta do Rio das Pérolas.
Diário Digital.pt , 05-12-2008
Jorge Sampaio questiona sobre "risco sistémico" do BPP
O antigo Presidente da República, Jorge Sampaio, considera que ainda há muito por explicar no processo de resgate do Banco Privado Português (BPP), nomeadamente por que foi considerado pelo Estado que o banco tinha um risco sistémico. Citado esta sexta-feira pelo Jornal de Negócios, o antecessor de Cavaco Silva afirma: Precisamos todos perceber por que razão representava a situação deste banco um risco sistémico. Será que havia responsabilidades perante o exterior que poderiam contaminar outras responsabilidades? É algo de tão diferente e de tão novo, que gostava muito que me explicassem isto melhor, refere Jorge Sampaio em declarações prestadas ao jornal.
Jorge Sampaio esteve em Macau, no congresso realizado pela APAVT (associação de agências de viagem e turismo). Ainda, segundo o jornal, relativamente ao caso BPN (Banco Português de Negócios), Sampaio pede que se saibda, por via da Procuradoria-Geral da República e da Assembleia da República, o que deu azo a esta espiral de produtos fora de contabilidade.
No caso do BPP, cuja actividade é sobretudo dedicada à gestão de patrimónios, um consórcio de seis bancos nacionais acordou um balão de oxigénio de 450 milhões de euros - com o aval do Estado - para evitar o colapso da instituição.
Ora, o envolvimento do Estado no processo de resgate foi justificado precisamente com a figura de "risco sistémico". Ou seja, o eventual colapso do Banco Privado afectaria (a estabilidade e a confiança) de todo o sistema bancário nacional.
Diário Digital.pt , 05-12-2008
Jorge Sampaio questiona sobre "risco sistémico" do BPP
O antigo Presidente da República, Jorge Sampaio, considera que ainda há muito por explicar no processo de resgate do Banco Privado Português (BPP), nomeadamente por que foi considerado pelo Estado que o banco tinha um risco sistémico. Citado esta sexta-feira pelo Jornal de Negócios, o antecessor de Cavaco Silva afirma: Precisamos todos perceber por que razão representava a situação deste banco um risco sistémico. Será que havia responsabilidades perante o exterior que poderiam contaminar outras responsabilidades? É algo de tão diferente e de tão novo, que gostava muito que me explicassem isto melhor, refere Jorge Sampaio em declarações prestadas ao jornal.
Jorge Sampaio esteve em Macau, no congresso realizado pela APAVT (associação de agências de viagem e turismo). Ainda, segundo o jornal, relativamente ao caso BPN (Banco Português de Negócios), Sampaio pede que se saibda, por via da Procuradoria-Geral da República e da Assembleia da República, o que deu azo a esta espiral de produtos fora de contabilidade.
Diário Digital.pt , 05-12-2008
Turismo: APAVT lamenta «oportunidade perdida» em Macau
O presidente do congresso da Associação Portuguesa das Agências de Viagem e Turismo (APAVT) lamentou na quinta-feira em Macau que o governo português não tenha aproveitado o evento para uma grande promoção do país no território.
Em declarações aos jornalistas no final do congresso, e também no discurso de encerramento, João Passos disse que foi uma "oportunidade perdida" deixar de fazer uma grande promoção de Portugal em Macau e considerou ter sido um "erro de estratégia", já que estavam no território todos os operadores.
João Passos recordou a presença na sessão inaugural do congresso do secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, mas referiu tratar-se de uma situação pontual, sem continuidade, com um discurso que devia ter "abordado o que vai ser feito e não aquilo que se fez".
Sobre o futuro do sector das agências de viagens, João Passos disse prever "uma maior concentração e algumas fusões" como aconteceu recentemente entre duas grandes operadoras.
"Prevejo que haja um redimensionamento das agências de viagens e acredito que as agências médias independentes atravessarão um período muito mais conturbado do que aquelas de maior dimensão ou do que aquelas pequeninas que trabalham nichos", afirmou salientando também que não prevê qualquer "falência" no sector.
Pela importância económica do sector, João Passos defendeu "uma coordenação" na "promoção das diversas actividade exportadoras de modo a aproveitar sinergias e potenciar recursos com o máximo de eficácia".
A título de exemplo, referiu que numa feira de vinhos deve estar presente um técnico de turismo que venda o país.
"Entre iniciativas públicas e privadas não tem havido a suficiente coordenação, o que significa dispersão de esforços, o ignorar de contribuições importantes e, por isso, inconsequência das acções e respectivos resultados", afirmou.
Sustentou a necessidade de "afinação" do modelo de promoção turística e criticou o "monopólio" do Estado no sector da aviação, manifestando também o desejo de que a próxima regulamentação do sector "permita solucionar problemas que hoje existem".
João Passos salientou ainda que uma das recomendações do congresso é que Portugal deveria aproveitar Macau através da organização de "um ano do país" no território para se promover na China, tendo em conta a "dimensão e o potencial do mercado chinês" e, em 2009, a celebração do décimo aniversário da transferência da administração para a China.
Ainda nas recomendações, a APAVT pretende que o Governo "assegure condições para o acesso, a custos razoáveis, ao financiamento" das agências de viagens.
Diário Digital /Lusa
Jornal da Madeira.pt , 05-12-2008
Congresso no Porto Santo aguarda mais maturidade Jornal da MadeiraEconomia
2008-12-05
João Welsh no final de mais uma edição
João Welsh, delegado na Madeira da APAVT, acredita ser possível vir a realizar um próximo Congresso Anual da APAVT na região autónoma. No Porto Santo, como se ouve falar nos corredores.
Recordou que o último realizado no Funchal, em 2002, teve um enorme sucesso, pelo que admite existirem todas as condições para o voltar a fazer. No caso concreto do Porto Santo, diz ser importante ter alguma atenção porque ainda existe um hotel em obras, pelo que até ter o produto Porto Santo mais consolidado "há algum risco" até porque a data, que é sempre nesta altura do ano, não será a mais adequada.
Por isso, sublinha que só deve ser feito lobbie para levar o congresso para o Porto Santo quando "tivermos o produto mais consolidado, porque, caso contrário, pode ter o efeito inverso. Daí que recomendo que não se avance já".
Quanto ao 34º Congresso Anual da APAVT que ontem terminou em Macau, João Welsh disse estar muito satisfeito com a realização de mais esta edição. Considera ter sido muito bem organizado, desde a logística aos hotéis escolhidos. Além disso, acentuou que a componente científica do evento foi relevante. "Todos os painéis foram muito bons, com excelentes oradores, proporcionando um nível de discussão elevado nas diferentes áreas abordadas" as quais "mostram que é importante pensar o turismo com uma visão integrada de várias matérias complexas que compõem o turismo, que estão constantemente a se alterar, por via de uma dinâmica própria que existe neste sector".
Paulo Alexandre Camacho Artigo de Economia