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#ConquistaNoEstudo Etapa1. Ensino Médio 2 ạ SÉRIE. Biologia

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Academic year: 2021

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Biologia

#ConquistaNoEstudo  Etapa1

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Neste Guia de Revisão, você vai estudar a diversidade dos vírus e os reinos Monera, Protoctista e Fungi.

Pág. 6 a 60 do Volume 3

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Caro(a) aluno(a),

Este Guia Conquista de Revisão tem o objetivo de dar o suporte necessário para que você ingresse no próximo ano letivo tendo, de fato, apreendido os conhecimentos do ano de 2020.

Aqui você irá relembrar os conteúdos mais importantes e, portanto, essenciais para a sua formação. Bom trabalho!

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Índice

Capítulo 1

Categorias taxonômicas...6 e 7 Filogenia: parentesco evolutivo...8 e 9 Reinos dos seres vivos: classificação da biodiversidade...9 a 11

Capítulo 2

Caraterísticas dos vírus...14

Doenças virais...16 a 18

Capítulo 3

Estrutura bacteriana...26

Fisiologia das bactérias...27 a 29

Capítulo 4

Protozoários...37 Algas...47

Capítulo 5

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Categorias taxonômicas: grupos de classificação

Grupo taxonômico de qualquer grau, criado de acordo com as regras de nomenclatura para a classificação dos seres vivos. As categorias taxonômicas integram um sistema hierárquico de classificação (hierarquia taxonômica), proposto por Lineu:

Este é um sistema de ordenação em que os seres vivos são agrupados em uma série ascendente.

Da espécie ao reino, aumenta o número de organismos agrupados em cada nível taxonômico, mas o grau de parentesco entre eles diminui.

(6)

Classificação biológica: taxonomia dos “botões”

OBJETIVOS

• Compreender o Sistema de Classificação proposto por Lineu;

• Diferenciar as categorias taxonômicas de maior e menor abrangência;

• Propor maneiras de se classificar os seres vivos por meio de modelos práticos;

• Analisar aspectos anatômicos na classificação dos seres vivos.

MATERIAIS

• Botões variados;

• Fotografias animais (segue na próxima página).

PROCEDIMENTOS

a) Separe botões variados.

b) Você escolherá a melhor maneira de separar os botões, analisando todas as características possíveis; c) Anotar os critérios escolhidos para a classificação dos botões.

d) De posse dos exemplares (fotografias), classifique-os de três formas diferentes, utilizando algum critério.

Módulo 3, capítulo 1, páginas 6 e 7

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RESULTADOS

a) Quais foram os critérios escolhidos para classificar os botões variados?

b) Que critérios foram utilizados para separar os diferentes exemplares de seres vivos?

DISCUSSÃO

1. Qual a importância biológica da classificação dos seres vivos?

2. Qual a categoria taxonômica mais abrangente de acordo com Lineu?

3. Como a classificação dos seres vivos colabora com os estudos de evolução das espécies?

LEMBRE-SE

SISTEMÁTICA: área da biologia que se preocupa em organizar,

compreender e classificar os seres vivos. Estuda principalmente a relação de parentesco, por exemplo, a espécie C é a mais

aparentada com a espécie D do que esta é com B, definidos como grupos irmãos.

TAXONOMIA: ciência que classifica os seres vivos, estabelecendo

critérios para classificá-los em grupos de acordo com as

características fisiológicas, evolutivas e anatômicas e ecológicas.

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Filogenia: parentesco evolutivo

• Considera relações de ancestralidade comum entre grupos,

representando uma hipótese baseada em estudos morfológicos, comportamentais, moleculares e afins.

Arvores filogenéticas

• São diagramas que representam as relações de ancestralidade e descendências, consistindo em linhas que se bifurcam

de acordo com a existência no passado de um evento que transformou uma espécie em duas novas espécies.

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Reinos dos seres vivos: classificação da biodiversidade

Sistema de cinco reinos: mais tradicional (Whittaker)

DICA: consulte a página 10 do livro com informações das principais caraterísticas de cada reino!

I Monera Bactérias

II Protista Algas e protozoários

III Fungi Fungos

IV Plantae (Metaphyta) Plantas V Animalia (Metazoa) Animais

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Sistema de três domínios e seis reinos (Woose)

Módulo 3, capítulo 1, página 11

I Bacteria Bactérias verdadeiras II Archaea Bactérias primitivas III Protista Algas e protozoários

IV Fungi Fungos

V Plantae (Metaphyta) Plantas VI Animalia (Metazoa) Animais

I Domínio bactéria Bactérias verdadeiras II Domínio Archaea Bactérias primitivas III Domínio Eukarya Seres Eucariontes

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Diversidade dos vírus

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Assista ao vídeo a seguir e compartilhe essa experiência simples com as crianças da sua família ou os amigos, demonstrando, de maneira prática, a importância de higienizar as mãos no combate a COVID-19.

• Indique qual é a função do detergente.

Experiência coronavírus

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Morfologia

• Todos Eucariontes.

• Núcleo com membrana nuclear ou carioteca.

• Citoplasma com todas as organelas celulares.

• Uni ou pluricelulares.

• Parede celular presente em alguns, que pode ser formada por: pectina, sílica ou celulose.

• Os protistas pluricelulares não formam tecidos verdadeiros. Habitat (maioria aquático, marinho e dulcícola):

Nutrição

• Heterótrofos (Ex: Paramecium sp.)

• Autótrofos (Ex: Algas verdes)

• Alguns são Mixotróficos, ou seja, alternam entre os dois modos de nutrição (Ex: Euglenas)

Reino Protoctista: protozoários e algas

Módulo 3, capítulo 4, página37

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Protozoários

• São representados por cerca de 60 mil espécies.

Todos são unicelulares.

• Todos heterotróficos.

• Habitam os mais variados ambientes (solos úmidos, água doce ou salgada, interior de outros seres vivos como simbiontes ou parasitas).

• Os protozoários parasitas têm grande importância médica e veterinária, pois são agentes causadores de várias doenças em homens e animais.

• Suas células realizam todas as funções vitais, como: locomoção, digestão, excreção, respiração e reprodução.

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Algas

• Protistas.

• Eucariontes.

• Autotróficos fotossintetizantes (90% da terra).

• Uni ou pluricelulares.

• Ambiente terrestre, úmido e aquático.

• Parede celular celulósica.

• Cloroplastos.

• Amido como carboidrato de reserva.

• Pluricelular, mas não apresenta tecidos.

• Avascular.

Módulo 3, capítulo 4, páginas 48 e 50

Algas unicelulares 1. Euglenas 2. Dinoflagelados 3. Diatomáceas 4. Algas douradas Algas pluricelulares 1. Algas verdes 2. Algas pardas ou marrons 3. Algas vermelhas

(20)

• Eucariontes.

• Uni ou pluricelulares.

• Têm parede celular constituída pelo polissacarídeo quitina.

• Os pluricelulares são formados por células alongadas, que formam estruturas filamentosas, chamadas de hifas.

• As hifas se entrelaçam, formando o micélio ou o corpo do fungo.

• Heterotróficos e aclorofilados.

• Têm o glicogênio como carboidrato de reserva.

• Maioria Saprófitas (alimentam-se de matéria orgânica morta em decomposição).

• Digestão extracorpórea e nutrem-se por absorção (eliminam enzimas digestivas extracelularmente e absorvem o material digerido).

• Para desenvolverem, é necessário haver umidade, pois a água é o veículo de transporte dos nutrientes digeridos para a célula fúngica.

• Muitos fungos são parasitas de plantas e de animais e podem causar doenças nos seres humanos.

• Reprodução: assexuada e sexuada.

• Habitat: ambientes terrestres úmidos, sombreados e também aquáticos.

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Classificação das hifas

Módulo 3, capítulo 5, páginas 56

1. Hifas cenocíticas ou asseptadas: filamento

longo e multinucleado, onde os vários núcleos

haploides (n) ficam dispersos no citoplasma comum.

2. Hifas Septadas: corresponde a um filamento

longo, que é subdivido em compartimentos

3. Dicarióticas: tem dois tipos de núcleos

haploides geneticamente diferentes dentro da mesma hifa.

4. Monocariótica: tem núcleos haploides

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Reprodução dos fungos

Módulo 3, capítulo 5, páginas 59

Assexuada

1. As hifas originam o esporângio.

2. Os esporos são produzidos no interior dos esporângios. 3. Os esporos são carregados pelo vento.

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Módulo 3, capítulo 5, páginas 60

Sexuada (basidiomycota)

1. Germinação dos esporos e fusão dos micélios monocarióticos haploides (n).

2. Formação de hifas dicarióticas, as quais formam o corpo de frutificação.

3. Algumas hifas dicarióticas no corpo de frutificação se desenvolvem em basídios, os quais fundem os núcleos, formando um zigoto (2n).

4. O zigoto (2n) sofre meiose, originando 4 basidiósporos ou esporos (n). Estes, quando amadurecem, são liberados no ambiente, reiniciando o ciclo.

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Módulo 3, capítulo 5, página 55

Doenças causadas por fungos

Parasitismo nos seres humanos (micoses) As principais micoses são

Candidíase (causada pela espécie Candida albicans): infecção vaginal que

causa corrimento espesso, tipo nata de leite, e geralmente é acompanhado de coceira ou irritação intensa.

Sapinho: surgimento de pontos brancos, escamosos, semelhantes a queijo,

que cobrem toda ou parte da língua e das gengivas, a parte interna das bochechas e, às vezes, os lábios.

Frieira ou Pé-de-atleta (causada pelos fungos do gênero Tricophyton):

aparecimento de bolhas, rachaduras, especialmente na pele entre os dedos dos pés, e muita coceira e ardor na região afetada.

Parasitismo em plantas

Ferrugem : lesões nas folhas causadas

pela invasão do fungo que provocam a morte dos tecidos foliares.

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Importância dos fungos

Antibióticos

Os antibióticos, substâncias que matam bactérias, foram obtidos a partir de ascomicetos do gênero Penicillium, em 1928. Desde então, os fungos têm sido utilizados constantemente na fabricação de medicamentos antimicrobianos.

Associações mutualísticas Micorrizas

Associação mutualística entre fungos e raízes de plantas.

Das raízes, os fungos obtêm açúcares e aminoácidos e, em troca, fornece sais minerais do solo, que são fundamentais para o crescimento da planta.

Líquens

São organismos resultantes da associação mutualística entre fungos e algas ou entre fungos e cianobactérias.

As algas ou cianobactérias realizam fotossíntese e fornecem ao fungo glicose e os fungos retribuem disponibilizando matéria inorgânica necessárias para a ocorrência da fotossíntese.

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Formado por fungos e leveduras, o bolor é o nome vulgar dado somente à textura esbranquiçada, esverdeada ou mesmo enegrecida que se desenvolve na superfície dos alimentos, quando são armazenados de maneira inadequada, ficam expostos ao ambiente ou até mesmo sob refrigeração. Essa substância até poderia ser considerada inócua, mas como em casa, nos restaurantes ou em outros locais de venda ou

conservação de alimentos não temos como saber quais as espécies de organismos que se desenvolvem nos alimentos, não se pode considerar esse bolor inofensivo. Além disso, quando um fungo se expõe na superfície do alimento é porque sua colônia já está bem desenvolvida no interior do mesmo e é lá que são produzidas as substâncias nocivas, chamadas de micotoxinas – que variam de acordo com a espécie do fungo. Torrar o pão pode matar o fungo, mas, na maioria das vezes, não inativa a toxina produzida por ele, pois esta é resistente ao calor. O consumidor deve confiar nas mensagens de repulsa de sua visão e de seu olfato, como recusar alimentos que não atendem aos requisitos de nossos sentidos e de sanidade, evitando ser acometido por doenças assim veiculadas pelos alimentos.

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Materiais

1 pão francês

5 ml de água da torneira 1 pires

Procedimento

1. Abra o pão com o miolo para cima e coloque sobre o pires; 2. Umedeça com água o miolo;

3. Coloque o pão molhado em um local úmido e escuro (o ideal é debaixo da geladeira ou do fogão);

4. Anote as mudanças diárias no aspecto e coloração do pão umedecido durante 7 dias.

Referências

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