• Nenhum resultado encontrado

Quest˜ ao 1. Para cada fun¸c˜ao F (s) abaixo, calcular sua transformada de Laplace inversa f(t): 1.a. F (s) = 3e

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Quest˜ ao 1. Para cada fun¸c˜ao F (s) abaixo, calcular sua transformada de Laplace inversa f(t): 1.a. F (s) = 3e"

Copied!
12
0
0

Texto

(1)

UFPE – ´ AREA II – Prof. Fernando J. O. Souza MA129 (c´ alculo 4) – 2015.2 – turmas Q2 e Q6

SIMULADO DA 3

a

UNIDADE v. 1.0

Orienta¸c˜ao:

Resolver as quest˜ oes em cinco sess˜oes de 120 minutos cada, sem interrup¸c˜ ao nem distra¸c˜ ao, combinando t´ opicos diferentes em cada sess˜ao. Dar solu¸c˜ oes leg´ıveis e justificadas, escrevendo os passos, detalhes e propriedades rele- vantes. Ler as respostas ou solu¸c˜ oes de uma sess˜ao s´o depois dela. Pode ser usada a tabela de transformadas de Laplace da p´ ag. 5, mencionando-se cada regra e, se for o caso, os valores de seus parˆ ametros em cada passo que a regra ´e usada.

Quest˜ ao 1. Para cada fun¸c˜ao F (s) abaixo, calcular sua transformada de Laplace inversa f(t): 1.a. F (s) = 3e

2s

s

2

− 4 1.b. F (s) = e

3s

s + 4

(s − 2)

3

Quest˜ ao 2. Utilizando transformadas de Laplace, encontrar e simplificar a solu¸c˜ao expl´ıcita y(t) do PVI abaixo:

2.a. y

′′

(t) − y(t) =

2t , se t < 3;

0 , se t ≥ 3; y(0) = 0; y

(0) = 2.

2.b. d

2

y

dt

2

− y(t) =

4 t , se t < 2;

4 t + 3 , se t ≥ 2; y(0) = 0; y

(0) = 2.

Quest˜ ao 3. Calcular as transformadas de Laplace das fun¸c˜oes peri´odicas abaixo:

3.a. f tem per´ıodo 1 e ´e determinada por:

f (t) = e

t

, se 0 < t < 1;

f n˜ao est´a definida em 1;

3.b–c. g e h tˆem per´ıodo 4 e s˜ao determinadas por:

g(t) =

− 1, se − 2 < t < − 1;

2, se − 1 < t < 1;

− 1, se 1 < t < 2;

h(t) =

9, se − 2 < t < − 1;

6 − 3t, se − 1 ≤ t ≤ 1;

3, se 1 < t < 2;

g n˜ao est´a definida em ± 1 e ± 2, enquanto h n˜ao est´a definida em ± 2.

(2)

Quest˜ ao 4. Utilizando transformadas de Laplace, calcular e simplificar a solu¸c˜ao expl´ıcita dos problemas abaixo

1

para y(t):

4.a. y

′′

(t) + y(t) = 2 u

π/2

(t) − 5δ

t − 3 π 2

; y(0) = 0, y

(0) = 0;

4.b. t y

′′

(t) − t y

(t) + y(t) = 2; y(0) = 2, y

(0) = − 1;

4.c. y

′′

(t) + t y

(t) − y(t) = 0; y(0) = 0, y

(0) = 3;

4.d. y

′′

(t) + 4 y(t) = 7 δ t − π

4

− 4 u

3π/2

(t); y(0) = 0, y

(0) = 0;

4.e. y

′′

(t) + 4 y(t) = 12 δ(t − 4π) − 8 u

(t); y(0) = 0, y

(0) = 2;

4.f. y(t) + 2 Z

t

0

cos (t − v)y(v) dv = e

t

; 4.g. y

(t) − 2

Z

t 0

e

(tv)

y(v) dv = t; y(0) = 2;

4.h. y

(t) + y(t) − Z

t

0

sen (t − v ) y(v) dv = − sen (t) ; y(0) = 1.

Quest˜ ao 5. Sejam as fun¸c˜oes f e g definidas em [0, 2] por:

f (x) =

x, se 0 ≤ x ≤ 1;

1, se 1 < x ≤ 2. g (x) =

x

2

, se 0 ≤ x ≤ 1;

0, se 1 < x ≤ 2.

5.a. Calcular a s´erie de Fourier associada a f

i

, extens˜ao ´ımpar de f, ao intervalo [ − 2, 2]. Simplificar a resposta;

5.b. Repetir o Item 5.a para f

p

, a extens˜ao par de f ao mesmo intervalo;

5.c. Repetir o Item 5.a para g

i

, a extens˜ao ´ımpar de g ao mesmo intervalo.

A s´erie converge em x = 1 ? Em caso afirmativo, para qual valor ? 5.d. Seja a fun¸c˜ao peri´odica h de per´ıodo 4 determinada em [ − 2, 2] por:

h(x) =

− 1, se − 2 < x < − 1;

2, se − 1 < x < 1;

− 1, se 1 < x < 2. h n˜ao est´a definida em ± 1 e ± 2.

Calcular a s´erie de Fourier associada a h. A s´erie converge em x = 1 ? E em x = 2 ? Para quais valores ?

1uc(t) =u0(t−c), ondec∈R, eu0´e a fun¸c˜ao-degrau de Heaviside, tamb´em denotada porH e poru.

(3)

5.e. Calcular a s´erie de Fourier para a fun¸c˜ao peri´odica k de per´ıodo 2L determinada por: k(x) = | x | se − L ≤ x ≤ L.

Para os pr´oximos trˆes itens, seja ℓ a fun¸c˜ao de per´ıodo 2 determinada por:

ℓ(x) = 1 − 5x, se − 1 < x < 1; ℓ n˜ao est´a definida em x = ± 1.

5.f. Calcular a s´erie de Fourier associada a ℓ;

5.g. Esta s´erie converge em x = 1 ? Em caso afirmativo, para quanto ? 5.h. Usando a identidade de Parseval e os b

n

’s desta s´erie, calcular

X

n=1

b

2n

. Quest˜ ao 6. Resolver os seguinte problemas de contorno:

6.a. y

′′

(x) − y(x) = 1 − 2x, 0 < x < 1; y(0) = 0, y(1) = 1 + e;

6.b. y

′′

(x) + y(x) = 0, y(0) = 1 = y(2π);

6.c. y

′′

(x) − 3y

(x) = 0, y(0) = 1, y

(1) = 9e

3

; 6.d. Para cada n´ umero real λ,

y

′′

(x) + λ y(x) = 0, 0 < x < π; y

(0) = 0, y(π) = 0.

Dicas sobre problemas de contorno para EDPs. Seguem-se bases para as autofun¸c˜oes de Z

′′

(z) = − λ Z (z) com 0 ≤ z ≤ L (logo, o autovalor ´e − λ) submetidas `as respectivas condi¸c˜oes de contorno (abaixo, n ´e inteiro).

Caso Z

(0) = 0 = Z

(L): Z

n

(z) = cos n π z L

, λ

n

= n π L

2

para n > 0; e Z

0

(z) = 1, λ

0

= 0 (para n = 0);

Caso Z (0) = 0 = Z(L): Z

n

(z) = sen n π z L

, λ

n

= n π L

2

para n > 0.

Quest˜ ao 7. Considere-se a EDP do calor com as condi¸c˜oes dadas abaixo:

u

t

= u

xx

para 0 < x < 1 e t > 0,

u(0, t) = 10 e u(1, t) = − 8 para t > 0, u(x, 0) = 0 para 0 ≤ x ≤ 1.

7.a. Escrever o problema que descreve a fun¸c˜ao estado estacion´ario v(x), e calcul´a-la;

Pelo m´etodo da separa¸c˜ao de vari´aveis para EDPs, calcular a fun¸c˜ao transi- ente w(x, t) e a solu¸c˜ao u(x, t) = v(x) + w(x, t). Para tanto:

7.b. Escrever o problema que descreve w(x, t) e, ent˜ao, reescrever a EDP e

as condi¸c˜oes homogˆeneas para w(x, t) como dois problemas com EDOs (uma,

em x, e a outra, em t);

(4)

7.c. Calcular a solu¸c˜ao w(x, t) da EDP submetida `as condi¸c˜oes homogˆeneas, expressando-a como uma s´erie formal (as dicas podem ser usadas);

7.d. Assumindo a convergˆencia da s´erie, calcular seus coeficientes.

Quest˜ ao 8. Considere-se a EDP do calor com as condi¸c˜oes dadas abaixo:

u

t

(x, t) = u

xx

(x, t) para 0 < x < 3 e t > 0, u

x

(0, t) = 0 = u

x

(3, t) para t > 0,

u(x, 0) = cos(π x) − 4cos(5 π x) para 0 ≤ x ≤ 3.

8.a. Expressar a solu¸c˜ao u(x, t) da EDP submetida `as condi¸c˜oes homogˆeneas como uma s´erie formal (as dicas podem ser usadas);

8.b. Assumindo a convergˆencia da s´erie, calcular seus coeficientes.

Quest˜ ao 9. Repetir a quest˜ao anterior com os dados abaixo:

u

t

= u

xx

para 0 < x < 1 e t > 0, u

x

(0, t) = 0 = u

x

(1, t) para t > 0, u(x, 0) = sen(2 π x) para 0 ≤ x ≤ 1.

Quest˜ ao 10. Considere-se a EDP abaixo submetida `as condi¸c˜oes dadas:

u

tt

(x, t) = 4 u

xx

(x, t) para 0 < x < 1 e t > 0, u(0, t) = 0 = u(1, t) para t > 0,

u(x, 0) = 32 sen(5 π x) − 4 sen(2 π x), u

t

(x, 0) = 12 sen(3 π x), 0 ≤ x ≤ 1.

10.a. Pelo m´etodo da separa¸c˜ao de vari´aveis, reescrever a EDP e as con- di¸c˜oes homogˆeneas como dois problemas com EDOs, um em x e um t;

10.b. Calcular a solu¸c˜ao formal da EDP com as condi¸c˜oes homogˆeneas, expressando-a como uma s´erie formal (as dicas podem ser usadas);

10.c. Assumindo a convergˆencia da s´erie, calcular os coeficientes de u(x, t) submetida a todas as condi¸c˜oes do problema dado.

Quest˜ ao 11. Repetir a quest˜ao anterior para a EDP da onda modificada abaixo submetida `as condi¸c˜oes dadas:

u

tt

(x, t) + 4 u(x, t) = u

xx

(x, t) para 0 < x < 1 e t > 0, u(0, t) = 0 = u(1, t) para t > 0,

u

t

(x, 0) = 0 e u(x, 0) = 12 sen(3 π x) − 8 sen(4 π x) para 0 < x < 1.

(5)

Regra f (t) = L

1

{ F (s) } (t) Const. s ∈ F (s) = L{ f(t) } (s)

01 e

at

a ∈ R (a, + ∞ ) 1/(s − a)

02 cos (ωt) ω ∈ R (0, + ∞ ) s/(s

2

+ ω

2

)

03 sen(ωt) ω ∈ R (0, + ∞ ) ω/(s

2

+ ω

2

)

04 cosh (ωt) ω ∈ R ( | ω | , + ∞ ) s/(s

2

− ω

2

) 05 senh(ωt) ω ∈ R ( | ω | , + ∞ ) ω/(s

2

− ω

2

)

06 t

n

n ∈ N (0, + ∞ ) n! / s

n+1

07 t

r

r ∈ ( − 1, + ∞ ) (0, + ∞ ) Γ(r + 1) / s

r+1

08 δ(t − c) c ∈ [0, + ∞ ) R e

cs

Regra f(t) = L

1

{ F (s) } (t) Const. F (s) = L{ f (t) } (s) 09 a f (t) + b g(t) a, b ∈ R a F (s) + b G(s)

10 f (a t) a ∈ (0, + ∞ ) F (s/a) / a

11 e

at

f (t) a ∈ R F (s − a)

12 t

n

f (t) n ∈ N ( − 1)

n

F

(n)

(s)

13 f (t)

t se h´a lim

t0+

f (t) t

Z

+ s

F (v) dv

14 f

(k)

(t) k ∈ N s

k

F (s) −

k1

X

=0

f

()

(0) s

k1

15

Z

t 0

f(u) du F (s)

s

16 u

c

(t) f (t) c ∈ (0, + ∞ ) e

cs

L{ f(t + c) } (s) 17 u

c

(t) f (t − c) c ∈ [0, + ∞ ) e

cs

F (s) 18 Se f (t + P ) = f (t) P ∈ (0, + ∞ ) 1

1 − e

sP

Z

P

0

e

st

f (t) dt

19 (f ∗ g )(t) F (s) G(s)

Regra 20 lim

s+

F (s) = 0

21 lim

s+

s F (s) = lim

t0+

f(t)

22 lim

s0+

s F (s) = lim

t+

f(t)

(6)

SOLU ¸ C ˜ OES

1.a: F (s) = e

2s

· 3

s

2

− 2

2

Da transla¸c˜ao em t, f (t) = u

2

(t) L

1

3

2 · 2 s

2

− 2

2

(t − 2)

= f(t) = 3

2 u

2

(t) · senh(2(t − 2)) ∴ f(t) = 3

2 u

2

(t) · senh(2t − 4).

Obs. f (t) =

0 , se t < 2;

3

2

senh(2t − 4) , se t ≥ 2.

1.b: F (s) = e

3s

s + 4

(s − 2)

3

Da linearidade de L

1

e da transla¸c˜ao em t na primeira parcela e em s na segunda: f (t) = u

3

(t) L

1

1 s

(t − 3) + e

2t

L

1

2 · 2 ! s

(2+1)

∴ f (t) = u

3

(t) + 2e

2t

t

2

=

2e

2t

t

2

, se t < 3;

2e

2t

t

2

+ 1 , se t ≥ 3.

2.a. Vide a resolu¸c˜ao da Quest˜ao 2 do arquivo “simulado 02-pt3-v1 0.pdf”

de 2014.1 com o seguinte erratum: onde se lˆe

“Os termos com C e D podem ser combinados como um termo 2

s

2

(s

2

− 1) ”, leia-se

“Os termos com C e D podem ser combinados como um termo 2 (s

2

− 1) ”.

2.b. Manuscrito: Item 3.b no arquivo “simulado 02-pt2-v1 0.pdf”de 2014.1.

3.a. (Exerc´ıcio 22 da Se¸c. 7.6 de [Nagle/Saff/Snider]) (1 − e

1s

)F (s) =

Z

1 0

e

st

f (t)dt = Z

1

0

e

st

e

t

dt = Z

1

0

e

(1s)t

dt = 1

1 − s e

(1s)t

1 t=0

= e

(1s)

− 1

1 − s ∴ F (s) = e

(1s)

− 1 (1 − s)(1 − e

s

)

3.b. (1 − e

4s

)G(s) = Z

4

0

e

st

g(t)dt = Z

1

0

2 e

st

dt+

Z

3 1

( − 1)e

st

dt+

Z

4 3

2 e

st

dt

= 1

− s

h 2 e

st

1

t=0

− e

st

3

t=1

+ 2 e

st

4 t=3

i

(7)

= − 1 s

2 e

s

− 2 − e

3s

+ e

s

+ 2 e

4s

− 2 e

3s

= 1 s

2 − 3 e

s

+ 3 e

3s

− 2 e

4s

G(s) = 2 − 3 e

s

+ 3 e

3s

− 2 e

4s

s(1 − e

4s

) .

Obs. Denotando por, digamos, z o termo e

s

, e manipulando a fun¸c˜ao racional em z dada por s G(s), podemos reescrever G(S). Essencialmente, cancelamos o fator 1 − z

2

= 1 − e

2s

do numerador e do denominador. Assim:

G(s) = 2 e

2s

− 3 e

s

+ 2 s(e

2s

+ 1)

3.c. Manuscrito: Item 5.c no arquivo “simulado 02-pt2-v1 0.pdf” de 2014.1.

4.a: s

2

Y (s) − s y(0) − y

(0)

+ Y (s) = 2 e

(πs/2)

s − 5 e

(3πs/2)

, onde aplica- mos as regras 9 (a = 2 e b = − 5), 14 (k = 2), 16 (c = π/2) e 8 (c = 3π/2).

Logo: Y (s) = 2 e

(πs/2)

s(s

2

+ 1) − 5 e

(3πs/2)

s

2

+ 1. Denotemos por g(t) uma fun¸c˜ao tal que G(s) = 1

s(s

2

+ 1) = 1 + s

2

− s

2

s(s

2

+ 1) = 1 + s

2

s(s

2

+ 1) − s

2

s(s

2

+ 1) = 1

s − s

s

2

+ 1 , expans˜ao em fra¸c˜oes parciais que tamb´em podemos obter resolvendo um sis- tema de equa¸c˜oes lineares para os coeficientes do formato gen´erico da expan- s˜ao para este caso, a saber, A

s + Bs + C

s

2

+ 1 . Das regras 9 (a = 1 e b = − 1), 1 (a=0) e 2 (ω = 1), temos que g(t) = 1 − cos (t). Das regras 3 (ω = 1) e 17 (c = π/2 e c = 3π/2, respectivamente), obtemos que:

y(t) = 2 u

π/2

(t) ·

1 − cos t − π

2

− 5 u

3π/2

(t) · sen

t − 3π 2

y(t) = 2 u

π/2

(t) · (1 − sen (t)) − 5 u

3π/2

(t) · cos (t).

Resolu¸ c˜ ao alternativa por convolu¸ c˜ ao: Denotemos por h(t) uma fun¸c˜ao tal que H(s) = e

(πs/2)

s(s

2

+ 1) = e

(πs/2)

s · 1

s

2

+ 1 Pelo teorema da convolu¸c˜ao (Regra 19) e as regras 17 (c = π/2), 1 (a=0) e 3 (ω = 1), conclu´ımos que h(t) = u

π/2

∗ sen

(t) = Z

t

0

sen (t − v ) u

π/2

(v ) dv.

Para 0 ≤ t ≤ π/2: u

π/2

(v) = 0 para todo v em [0, t), donde h(t) = 0;

(8)

Para t > π/2: h(t) = Z

t

0

sen (t − v) u

π/2

(v) dv = Z

π/2

0

sen (t − v)

✘✘

u

π/2✘✘

(v) dv+

Z

t π/2

sen (t − v) u

π/2

(v) dv = Z

t

π/2

sen (t − v) dv = Z

tt

tπ

2

− sen (w) dw = Z

tπ

2

0

sen (w) dw = − cos (w)

tπ

2

w=0

= cos (0) − cos (t − π

2 ) = 1 − sen (t).

Combinando os resultados, temos que h(t) = u

π/2

(t) · (1 − sen (t)).

4.b. [Nagle et al.] Se¸c˜ao 7.5, Exerc´ıcio 36. Manuscrito: Item 2.b no arquivo

“simulado 3-ps1-v1 0.pdf” de 2012.2.

4.c. [Nagle et al.] Se¸c˜ao 7.5, Exerc´ıcio 38. Manuscrito: Item 2.c no arquivo

“simulado 3-ps1-v1 0.pdf” de 2012.2.

4.d. Semelhante ao Item 4.a.

4.e. Manuscrito: Item 1.a no arquivo “ee3-gabarito-v1 0.pdf” de 2012.2.

4.f: Pelo teorema da convolu¸c˜ao (Regra 19) e as regras 2 (ω = 1) e 1 (a =

− 1), conclu´ımos que:

Y (s) + 2 s

s

2

+ 1 Y (s) = 1

s − ( − 1) ∴ s

2

+ 1 + 2s

s

2

+ 1 Y (s) = 1 s + 1 ∴ Y (s) = s

2

+ 1

(s + 1)

3

= A

s + 1 + B

(s + 1)

2

+ C (s + 1)

3

s

2

+ 1 = A(s + 1)

2

+ B(s + 1) + C = As

2

+ (2A + B)s + (A + B + C) ∴ A = 1, B = − 2, C = 2 ∴ Y (s) = 1

s + 1 − 2 1

(s + 1)

2

+ 2 (s + 1)

3

∴ Pela Regra 11 (a = − 1), y(t) = e

t

L

1

1

s

(0+1)

− 2 1

s

(1+1)

+ 2 s

(2+1)

(t).

Pelas regras 9 (escalares 1 − 2 e 1) e 6 (n = 0, n = 1 e 2 respectivamente):

y(t) = e

t

(1 − 2t + t

2

) ∴ y(t) = e

t

(t − 1)

2

.

4.g: [Nagle et al.] Se¸c˜ao 7.7, Exerc´ıcio 22. Manuscrito: Item 2.g no arquivo

“simulado 3-ps1-v1 0.pdf” de 2012.2.

4.h: [Nagle et al.] Se¸c˜ao 7.7, Exerc´ıcio 21. Manuscrito: Item 1.a no arquivo

“ee3-gabarito-v1 0.pdf” de 2012.2.

(9)

5.a. O fato de f

i

ser fun¸c˜ao ´ımpar j´a nos diz que f

i

s´o possui termos em sen nπx

2

, ou seja

X

n=1

b

n

sen nπx 2

, onde b

n

= 1 2

Z

2

2

f

i

(x) sen nπx 2

dx.

Sendo o produto de fun¸c˜oes ´ımpares uma fun¸c˜ao par, obtemos a primeira igualdade abaixo. Sendo f

i

uma extens˜ao de f , que est´a definida em [0, 2], obtemos a segunda:

b

n

= 6 2 6 2

Z

2 0

f

i

(x) sen nπx 2

dx =

Z

2 0

f(x) sen nπx 2

dx = Z

1

0

x sen nπx 2

dx + Z

2

1

sen nπx 2

dx =

− 2

nπ x cos nπx 2

1 x=0

− Z

1

0

− 2

nπ cos nπx 2

dx + − 2

nπ cos nπx 2

2 x=1

=

− 2 nπ

✟✟✟✟✟✟

cos nπ 2

− 0

+ 4

n

2

π

2

sen nπx 2

1 x=0

+ − 2 nπ

cos

nπ 6 2 6 2

✟✟✟✟✟✟

cos nπ 2

= 4

n

2

π

2

h

sen nπ 2

❳❳

sen (0)

❳❳

i + − 2

nπ ( − 1)

n

∴ b

n

= 4

n

2

π

2

sen nπ 2

+ ( − 1)

n+1

2 nπ onde a primeira parcela se reescreve de v´arios modos, contribuindo apenas quando n ´e ´ımpar: sen nπ

2 =

0, se n ´e par;

1, se n − 1 ´e m´ ultiplo de 4;

− 1, sen˜ao (n − 3 ´e m´ ultiplo de 4).

Para efeito deste exame, esta resposta seria satisfat´oria devido `a comple- xidade dela para a experiˆencia esperada dos estudantes. Em todo caso, um exemplo b´asico de reescritura, constru´ıdo caso a caso, ´e: particionamos os

´ımpares positivos em 4k − 3 e 4k − 1, onde k ´e inteiro positivo (eles corres- pondem aos casos que d˜ao 1 e − 1 acima). J´a os pares positivos s˜ao da forma 2k. Simplificando as express˜oes, obtemos a s´erie abaixo, onde a ´ ultima das trˆes parcelas do termo geral ´e a contribui¸c˜ao dos pares positivos:

X

k=1

2(4k − 3)π + 4 (4k − 3)

2

π

2

sen

(4k − 3)πx 2

+ 2(4k − 1)π − 4 (4k − 1)

2

π

2

sen

(4k − 1)πx 2

− 1

kπ sen (kπx)

(10)

5.b. O fato de f

p

ser fun¸c˜ao par j´a nos diz que f

p

s´o possui termos em cos nπx

2

e constante, ou seja a

0

2 +

X

n=1

a

n

cos nπx 2

, onde

a

0

= 1 2

Z

2

2

f

p

(x) dx e, para n > 0, a

n

= 1 2

Z

2

2

f

p

(x) cos nπx 2

dx. Sendo o produto de fun¸c˜oes ´ımpares uma fun¸c˜ao par, obtemos a primeira igualdade abaixo. Sendo f

p

uma extens˜ao de f, que est´a definida em [0, 2], obtemos a segunda:

a

0

= 6 2 6 2

Z

2 0

f

p

(x) dx = Z

2

0

f(x) dx = Z

1

0

x dx+

Z

2 1

1 dx = x

2

2

1 x=0

+ x

2 x=1

= 1

2 − 0 + 2 − 1 = 3

2 ∴ a

0

= 3

2 e, analogamente para n > 0, a

n

= 6 2

6 2 Z

2

0

f

p

(x) cos nπx 2

dx = Z

2

0

f(x) cos nπx 2

dx = Z

1

0

x cos nπx 2

dx +

Z

2 1

cos nπx 2

dx = 2

nπ x sen nπx 2

1 x=0

− Z

1

0

2

nπ sen nπx 2

dx + 2

nπ sen nπx 2

2 x=1

= 2

✟✟✟✟✟✟

sen nπ 2

− 0

+ 4

n

2

π

2

cos nπx 2

1 x=0

+ 2 nπ

"

❍❍

❍❍

sen

nπ 6 2 6 2

✟✟✟✟✟✟

sen nπ 2

#

= 4

n

2

π

2

h cos nπ 2

− cos (0) i

∴ a

n

= 4 n

2

π

2

h cos nπ 2

− 1 i

, se n > 0. Mas:

cos nπ 2

=

0, se n ´e ´ımpar;

1, se n ´e m´ ultiplo de 4;

− 1, sen˜ao (ou seja, se n − 2 ´e m´ ultiplo de 4). ∴ cos nπ

2

− 1 =

− 1, se n ´e ´ımpar;

0, se n ´e m´ ultiplo de 4;

− 2, sen˜ao. Um modo de se escrever esta s´erie ´e:

3 4 +

X

k=1

4( − 1)

(2k − 1)

2

π

2

cos

(2k − 1)πx 2

+

X

k=1

4( − 2)

(4k − 2)

2

π

2

cos

(4k − 2)πx 2

= 3

4 +

X

k=1

4( − 1)

(2k − 1)

2

π

2

cos

(2k − 1)πx 2

+

X

k=1

4( − 2)

4(2k − 1)

2

π

2

cos ((2k − 1)πx) ∴ f

p

(x) ∼ 3

4 − 1 π

2

X

k=1

1 (2k − 1)

2

4 cos

(2k − 1)πx 2

+ 2 cos ((2k − 1)πx)

(11)

5.c. O c´alculo da s´erie ´e semelhante ao do Item 5.a. Pelo teorema de Diri- chlet, a s´erie converge, em x = 1, para a m´edia dos seguintes limites laterais:

x

lim

1

g

i

(x) = lim

x1

g(x) = lim

x1

x

2

= 1

2

= 1 e

x

lim

1+

g

i

(x) = lim

x1+

g(x) = lim

x1+

0 = 0, ou seja, ela converge para 1/2 em x = 1.

5.d. Manuscrito: Itens 2.a–b no arquivo “ee3-gabarito-v1 0.pdf” de 2012.2.

5.e. Manuscrito: Item 4.b no arquivo “simulado 3-ps1-v1 0.pdf” de 2012.2, onde k est´a denotada por f.

5.f–h. Manuscrito: Quest˜ao 2 no arquivo “ee3–v1 0-gabarito-v1 0.pdf” de 2014.1, onde ℓ est´a denotada por h.

6.a. [Nagle et al.] Se¸c˜ao 10.2, Exerc´ıcio 5. Manuscrito: Item 5.a no arquivo

“simulado 3-ps1-v1 0.pdf” de 2012.2.

6.b. Manuscrito: Item 1.c no arquivo “ee3–v2 0-gabarito-v1 0.pdf”de 2013.1.

6.c. Manuscrito: Item 1.b no arquivo “ee3–v1 0-gabarito-v1 0.pdf”de 2014.1.

6.d. [Nagle et al.] Se¸c˜ao 10.2, Exerc´ıcio 10. Manuscrito: Item 5.b no arquivo

“simulado 3-ps1-v1 0.pdf” de 2012.2.

7. Manuscrito: Quest˜ao 6 no arquivo “simulado 3-ps1-v1 0.pdf” de 2012.2.

8. Manuscrito: Quest˜ao 4 no arquivo “ee3–v1 0-gabarito-v1 0.pdf”de 2014.1.

9. Manuscrito: Quest˜ao 5 no arquivo “simulado-03-v1 0-complemento.pdf”

de 2013.1.

10. [Nagle et al.] Se¸c˜ao 10.6, Exerc´ıcio 17. Manuscrito: Quest˜ao 3 no ar- quivo “ee3-gabarito-v1 0.pdf” de 2012.2.

11.

u

tt

+ 4 u = u

xx

para 0 < x < 1 e t > 0, u(0, t) = 0 = u(1, t) para t > 0,

u

t

(x, 0) = 0 e u(x, 0) = 12 sen(3 π x) − 8 sen(4 π x) para 0 < x < 1.

11.a. Devido `a linearidade da EDP, buscamos solu¸c˜oes n˜ao-triviais dela no formato u(x, t) = X(x)T (t) que satisfa¸cam as condi¸c˜oes homogˆeneas. As- sim, X(x)T

′′

(t) + 4X(x)T (t) = X

′′

(x)T (t) ∴ X

′′

(x)

X(x) = T

′′

(t) + 4T (t) T (t) nos pontos (x, t) tais que X(x) 6 = 0 e T (t) 6 = 0. Assim, uma fun¸c˜ao de x e uma fun¸c˜ao de t s˜ao iguais, donde se conclui que elas s˜ao iguais a uma constante

− λ (dita constante de separa¸ c˜ ao). Portanto:

(12)

X

′′

(x) + λ X (x) = 0 para 0 < x < 1, (1) T

′′

(x) + (4 + λ) T (t) = 0 para t > 0. (2) Como n˜ao desejamos T ≡ 0, as condi¸c˜oes de contorno X(0)T (t) = u(0, t) = 0 e X(1)T (t) = u(1, t) = 0 traduzem-se por:

X(0) = 0 = X(1). (3)

Como n˜ao desejamos X ≡ 0, a condi¸c˜ao inicial X(x)T

(0) = u

t

(x, 0) = 0 traduz-se por:

T

(0) = 0. (4)

Com isto, (1) e (3) definem um problema de contorno em X(x), enquanto (2) e (4) definem um problema em T (t).

11.b. Das dicas fornecidas, o problema descrito por (1) e (3) tem so- lu¸c˜oes n˜ao-nulas dadas pelos m´ ultiplos n˜ao-nulos de X

n

(x) = sen (µ

n

x), autofun¸c˜oes do autovalor − λ

n

= − µ

2n

, onde µ

n

= nπ para n inteiro positivo. Aplicando, a (2), os valores λ

n

encontrados para λ acima, ob- temos a equa¸c˜ao caracter´ıstica r

2

+ 4 + λ

n

= 0 ∴ r

2

= − (4 + λ

n

) =

− (4 + µ

2n

) < 0 ∴ r = ± i p

4 + µ

2n

= ± i ν

n

, denotando por ν

n

= p

4 + µ

2n

>

0 ∴ T (t) = A cos (ν

n

t) + B sen (ν

n

t) ∴ T

(t) = − ν

n

A sen (ν

n

t) + ν

n

B cos (ν

n

t).

Da condi¸c˜ao (4), temos que 0 = T

(0) = ν

n

[ − A · 0 + B · 1] = ν

n

B. Mas ν

n

> 0 ∴ B = 0 ∴ T (t) = A cos (ν

n

t), e h´a solu¸c˜oes n˜ao-triviais, m´ ulti- plas n˜ao-nulas de T

n

(x) = cos (ν

n

t). Combinando linearmente as solu¸c˜oes u

n

(x, t) = X

n

(x)T

n

(t) para formarmos uma s´erie formal como limite de tais somas parciais, e assumindo a convergˆencia da s´erie, temos a solu¸c˜ao formal:

u(x, t) =

X

n=1

c

n

u

n

(x, t) =

X

n=1

c

n

sen (nπ x) cos √

4 + n

2

π

2

t .

11.c.

X

n=1

c

n

sen (nπ x) · 1 = u(x, 0) = sen(3 π x) − 8 sen(4 π x) ∴ c

n

= 0 para todo n > 0 exceto c

3

= 1 e c

4

= − 8. Logo:

u(x, t) = sen (3π x) cos √

4 + 9π

2

t

− 8 sen (4π x) cos 2 √

1 + 4π

2

t

.

Referências

Documentos relacionados

Pelo m´etodo da separa¸c˜ ao de vari´ aveis, reescrever a EDP e as condi¸c˜oes homogˆeneas como dois problemas (um em x e um t) e, a partir deles, calcular a s´erie formal que

Pelo m´etodo da separa¸c˜ao de vari´aveis, calcular a solu¸c˜ao u(x, t) da EDP abaixo submetida `as condi¸c˜oes homogˆeneas, expressando-a como uma s´erie formal (as dicas podem

A partir disto, obter a solu¸c˜ao u(x, t) como uma s´erie formal da EDP ainda submetida apenas `as condi¸c˜oes homo- gˆeneas (Ver as dicas no verso)... Dicas sobre problemas de

Pelo m´etodo da separa¸c˜ ao de vari´ aveis, reescrever a EDP e as condi¸c˜oes homogˆeneas como dois problemas (um em x e um t) e, a partir deles, calcular a s´erie formal que

Pelo m´etodo da separa¸c˜ao de vari´aveis, calcular a solu¸c˜ao u(x, t) da EDP abaixo submetida `as condi¸c˜oes homogˆeneas, expressando-a como uma s´erie formal (as dicas podem

Reescrever a EDP e as condi¸c˜oes homogˆeneas como dois proble- mas, um em x e um t e, ent˜ao, calcular a solu¸c˜ao formal da EDP submetida.. `as condi¸c˜oes

Calcular a solu¸c˜ao w(x, t) da EDP submetida `as condi¸c˜oes homogˆe- neas, expressando-a como uma s´erie formal (as dicas podem ser

parece-nos possível concluir que os jp estiveram sujeitos a um maior volume de treino semanal do que os jA, os jp iniciaram mais cedo a prática do futebol do que os já,