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8ª TURMA ( )

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Academic year: 2021

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Autora: Ana Maria Menezes Caetano

Orientador: Prof. Gilliatt Hanois Falbo Neto Co-orientadora: Profª. Luciana Cavalcanti Lima Data de defesa: 16/02/2004

2EMHWLYRV comparar a anestesia peridural sacral com o bloqueio dos nervos

LOLRLQJXLQDOLOLRKLSRJiVWULFR H FRP D LQÀOWUDomR GD IHULGD RSHUDWyULD XWLOL]DQGR ropivacaína, em relação a analgesia e o bloqueio motor no período pós-operatório, DOpPGDVFRPSOLFDo}HVUHODFLRQDGDVjVWpFQLFDVMétodos: realizou-se um ensaio clínico randomizado, encoberto, envolvendo 87 crianças do sexo masculino, com idade entre DDQRVTXHIRUDPVXEPHWLGDVDKHUQLRUUDÀDVLQJXLQDLVHOHWLYDVXQLODWHUDLV)RUDP excluídas as crianças com alergia a alguma das drogas além daquelas que tinham patologias ou malformações que contra-indicassem a execução de quaisquer das técnicas. As crianças só foram incluídas no estudo após assinatura do consentimento livre e esclarecido pelo seu responsável. Foram pesquisados a necessidade de analgésicos no pós-operatório, o tempo necessário para a primeira dose de analgésico, a intensidade da dor, o bloqueio motor e as complicações trans e pós-operatórias UHODFLRQDGDV jV WpFQLFDV )RL UHDOL]DGD DQiOLVH ELYDULDGD SDUD FRPSDUDomR GRV WUrV grupos em relação ao tempo de analgesia, necessidade de doses complementares de DQDOJpVLFRVLQWHQVLGDGHGDGRUEORTXHLRPRWRUHFRPSOLFDo}HVUHODFLRQDGDVjVWpFQLFDV COMPARAÇÃO ENTRE ANESTESIA PERIDURAL SACRAL, BLOQUEIO DOS NERVOS ILIOINGUINAL / ILIOHIPOGÁSTRICO E INFILTRAÇÃO DA FERIDA OPERATÓRIA UTILIZANDO A ROPIVACAÍNA PARA ANALGESIA PÓS-OPERATÓRIA EM HERNIORRAFIAS INGUINAIS DE PACIENTES PEDIÁTRICOS: ENSAIO CLÍNICO RANDOMIZADO

GHHGHPDDJXGRGHSXOPmR 25 p HFOkPSVLD 25 p +(//3 síndrome (p  H QHFHVVLGDGH GH KHPRWUDQVIXVmR 25  p  $ UDTXH anestesia não aumentou o risco de óbito (p HTXDQWRPDLRUHVRVULVFRVGHyELWR materno mais desfavoráveis fôramos resultados perinatais. Conclusões: nas estratégias para a redução da mortalidade materna por pré-eclâmpsia uma melhor avaliação VREUHDTXDOLGDGHGRSUpQDWDOGHYHVHUUHDOL]DGD(VSHFLDODWHQomRGHYHVHUGDGDjV pacientes que se internarem com pressão diastólica muito elevada (>130 mmHg) e FRP VDQJUDPHQWR RX DOWHUDo}HV KHPDWROyJLFDV $ RFRUUrQFLD GH HFOkPSVLD HGHPD agudo de pulmão e HELLP síndrome devem ser evitadas. Uma melhor vigilância no SXHUSpULRLPHGLDWRpHVVHQFLDO$DVVLVWrQFLDDHVVDVJHVWDQWHVGHYHVHUHPKRVSLWDO WHUFLiULRHGHSUHIHUrQFLDTXHGLVSRQKDGH87,REVWpWULFDHSDUDR515HFRPHQGDVH que o preenchimento dos prontuários seja mais cuidadoso para melhorar a qualidade dos dados para análise em futuros estudos semelhantes.

Palavras-chave Eclâmpsia, Pré-eclâmpsia, Mortalidade materna

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Autora: Cinthia Rodrigues de Vasconcelos Câmara Orientador: Prof. José Eulálio Cabral Filho

Co-orientadora: Profª. Karla Mônica Ferraz Teixeira de Barros Data de defesa: 26/02/2004

2EMHWLYRVinvestigar o desenvolvimento neuropsicomotor (DNPM) de crianças

pré-termo e baixo peso, amamentadas ou não. Métodos: estudo transversal com crianças GHWUrVPHVHVGHLGDGHQR,QVWLWXWR0DWHUQR3URI)HUQDQGR)LJXHLUD,0,3HP5HFLIH Pernambuco. Foram estudadas 38 crianças amamentadas e 42 não amamentadas, de ambos os sexos. O DNPM foi avaliado conforme o Cartão do Desenvolvimento 1HXUROyJLFR /HIqYUHH%REDWK HXPHVFRUHGHDGHTXDomRjVHWDSDVHVSHUDGDVSDUDD idade. Características clínico-biológicas e socioeconômicas da amostra foram obtidas a partir da análise de prontuários. Os testes “t” e de Mann-Whitney e, a correlação de Pearson, foram utilizados para análises estatísticas. Resultados: o Grupo Amamentado DSUHVHQWRXGHVHPSHQKRQR'130VLJQLÀFDQWHPHQWHVXSHULRUDR1mR$PDPHQWDGR )RLYHULÀFDGDGLIHUHQoDHVWDWtVWLFDHPIDYRUGR*UXSR$PDPHQWDGRQDVPDQREUDV AMAMENTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO NEUROPSICOMOTOR EM LACTENTES PRÉ-TERMO E BAIXO PESO DO INSTITUTO MATERNO INFANTIL DE PERNAMBUCO

Associações entre variáveis categóricas foram avaliadas através dos testes estatísticos qui-quadrado ou exato de Fisher-Freeman-Halton. Comparações de medias entre variáveis quantitativas foram realizadas através do teste t de Student. Resultados: no JUXSRVXEPHWLGRjLQÀOWUDomRGHIHULGDRSHUDWyULDREVHUYRXVHPDLRUQHFHVVLGDGHGH analgésico na primeira e na segunda hora, além de dor de maior intensidade quando FRPSDUDGD j SHULGXUDO VDFUDO H DR EORTXHLR LOLRLQJXLQDOLOLRKLSRJiVWULFR $SyV D terceira hora de avaliação, não houve diferença entre os grupos. A partir da décima TXDUWDKRUDQHQKXPDFULDQoDGRHVWXGRDSUHVHQWRXGRU1DVWUrVSULPHLUDVKRUDVGH período pós-operatório apenas crianças submetidas a peridural sacral apresentaram bloqueio motor de grau leve. O tempo médio de requerimento da primeira dose de analgésico foi semelhante entre os grupos. Não houve diferença entre os grupos com UHODomR jV FRPSOLFDo}HV %UDGLFDUGLD WDTXLFDUGLD KLSy[LD H KLSHUWHQVmR IRUDP DV complicações observadas no período intra-operatório enquanto que na enfermaria evidenciou-se apenas náuseas e vômitos. Conclusões: o bloqueio dos nervos ilioinguinal/iliohipogástrico apresentou superioridade sobre a anestesia peridural VDFUDOHDLQÀOWUDomRGDIHULGDRSHUDWyULDHVSHFLDOPHQWHQDVSULPHLUDVGXDVKRUDVQD SURPRomRGDDQDOJHVLDSyVRSHUDWyULD7RGDYLDDVWUrVWpFQLFDVDQHVWpVLFDVSRGHPVHU XWLOL]DGDVQRFRQWUROHGDGRUSyVRSHUDWyULDGHFULDQoDVFRPXPDIUHTrQFLDDFHLWiYHO de complicações trans e pós-operatórias.

Palavras-chave Ensaio clínico randomizado, Analgesia pós-operatória, Crianças.

Ropivacaína. Peridural sacral, Bloqueio de nervos ilioinguinal/iliohipogástrico, ,QÀOWUDomRGDIHULGDRSHUDWyULD&RPSOLFDo}HVDQHVWpVLFDV

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Autora: Cláudia Viana Henriques

Orientador: Prof. Gilliatt Hanois Falbo Neto

Co-orientadora: Profª. Melania Maria Ramos de Amorim Data de defesa: 03/03/2004

2EMHWLYRV DGHWHUPLQDU R SHUÀO FOtQLFRHSLGHPLROyJLFR GDV PXOKHUHV YtWLPDV GH

YLROrQFLD DWHQGLGDV QR 6HUYLoR GH $SRLR j 0XOKHU 6$0  GH XP KRVSLWDO S~EOLFR

Métodos: realizou-se um estudo descritivo, do tipo corte transversal, incluindo

todas as mulheres atendidas no SAM, do Hospital Agamenon Magalhães, em Recife, Pernambuco, no período de junho de 2001 a dezembro de 2002. Foram avaliadas as FDUDFWHUtVWLFDVELROyJLFDVVyFLRGHPRJUiÀFDVRVWLSRVGHYLROrQFLDHOHV}HVVRIULGDV DH[LVWrQFLDGHJUDYLGH]QRPRPHQWRGDDJUHVVmRDVIRUPDVGHLQWLPLGDomRVRIULGDV HRSHUÀOGRVDJUHVVRUHV3DUDDFROHWDGRVGDGRVDGRWRXVHXPIRUPXOiULRSDGUmR FRGLÀFDGRSDUDHQWUDGDGRVGDGRVHPFRPSXWDGRU3DUDRSURFHVVDPHQWRHDQiOLVH GRV GDGRV DSyV D FROHWD RV GDGRV IRUDP GLJLWDGRV HP EDQFR GH GDGRV HVSHFtÀFR gerado no programa Epi-Info 2002, de domínio público, sendo submetidos a testes GHFRQVLVWrQFLDHYDOLGDomR3DUDDDQiOLVHGRVGDGRVIRLXWLOL]DGRRSURJUDPD(SL Info 2002. O trabalho foi aprovado pela Comissão de Ética em Pesquisa do Hospital Agamenon Magalhães. Resultados: a mediana da idade das pacientes foi de 30 anos, com um mínimo de 20 e um máximo de 88 anos. Parda foi a cor da pele predominante, HVWDQGR SUHVHQWH HP  GRV FDVRV 2 JUDX GH HVFRODULGDGH IRL QD PDLRULD GRV casos menor que oito anos de estudo. A renda familiar das usuárias foi de até 1salário PtQLPRHPGDVSDFLHQWHVHGHXPDGRLVVDOiULRVPtQLPRVHPGDVXVXiULDV 2SULQFLSDOWLSRGHDJUHVVmRVRIULGDIRLItVLFDHVWDQGRSUHVHQWHHPGRVFDVRV As principais áreas lesadas foram cabeça, face, membros superiores e região genital e os principais tipos de lesões encontrados foram as escoriações, equimoses/hematomas HDVOHV}HVGHSHOHHWHFLGRFHOXODUVXEFXWkQHR4XDUHQWDHTXDWUR  SDFLHQWHV PERFIL CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICO DAS MULHERES VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA ATENDIDAS NO SERVIÇO DE APOIO À MULHER, RECIFE-PE

do cachecol, de rechaço e de rotação da cabeça. ODNPM revelou ainda correlação positiva, no Grupo Amamentado, com Apgar no 5º minuto e, no não amamentado, com idade gestacional (IG), Apgar no 5º minuto e tempo de internação. No sexo feminino amamentado, houve correlação do desempenho motorcom IG e, no Não Amamentado, com IG, peso ao nascer e tempo de internação. Para o sexo masculino do Grupo Amamentado foram observadas correlações com Apgar no 5º minuto e, no Não Amamentado, com Apgar no 1º minuto e Apgar no 5º minuto. Conclusões: pode-se concluir que o aleitamento materno melhora o depode-sempenho do DNPM de crianças pré-termo e baixo peso.

Palavras-chave Desenvolvimento infantil, Aleitamento materno, Recém-nascidos de

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Autora: Conciana Duarte Monte

Orientador: Prof. José Eulálio Cabral Filho

Co-orientador: Prof. Murilo Carlos Amorim de Britto Data de defesa: 30/03/2004

2EMHWLYRV ainvestigar as alterações faciais, posturais e a capacidade vital forçada

e volume expiratório forçado em adolescentes com Síndrome da Respiração Bucal (SRB). Métodos: foi realizado um estudo descritivo do tipo série de casos com 31 adolescentes, na faixa etária de 13 a 18 anos, apresentando Síndrome da Respiração %XFDO )RUDP UHDOL]DGDV DYDOLDo}HV WHOHUUDGLRJUiÀFD VH HVSLURPpWULFD EHP FRPR a avaliação postural por computador. Resultados: dos 31 adolescentes iniciais, UHDOL]DUDPDDYDOLDomRWHOHUUDGLRJUiÀFDDDYDOLDomRHVSLURPpWULFDHDDYDOLDomR SRVWXUDO 1DWHOHUUDGLRJUDÀD 9LQWH H WUrV SDFLHQWHV H[LELUDP DOWHUDo}HV QD DOWXUD GD face ântero - inferior - AFAI (16apresentaram alteração da AFAI de grau acentuado, sete de grau leve/moderado). Vinte pacientes tinha m alteração postural (hipercifose, KLSHUORUGRVH HVFROLRVH H SURWXVmR DEGRPLQDO  $ PDLRU LQFLGrQFLD IRL GH SURWXVmR abdominal. Não foi observada diferença nos dados espirométricos, para capacidade vital forçada e volume expiratório forçado, entre os padrões de AFAI nem em relação j SRVWXUD Conclusões: os adolescentes com SRB apresentam alterações posturais, WLSR SURWXVmR DEGRPLQDO HVFROLRVH KLSHUFLIRVH H KLSHUORUGRVH HP JHUDO P~OWLSODV D IXQomR UHVSLUDWyULD QmR HVWi FRPSURPHWLGD QR UHVSLUDGRU EXFDO HP HVIRUoR OHYH não há relação entre alteração do padrão facial com a capacidade vital forçada ou FRPRYROXPHH[SLUDWyULRIRUoDGRHQmRKiUHODomRHQWUHDOWHUDo}HVSRVWXUDLVFRPD capacidade vital forçada ou com o volume expiratório forçado.

Palavras-chave Respiração bucal, Postura, Espirometria, Face, Adolescente

SÍNDROME DA RESPIRAÇÃO BUCAL EM ADOLESCENTES: ESTUDO SÉRIE DE CASOS.

encontravam-se grávidas no momento da agressão. A principal forma de intimidação XWLOL]DGDSHORVDJUHVVRUHVIRLDIRUoDItVLFDDSUHVHQWDQGRVHHPGRVFDVRV2V parceiros e ex-parceiros íntimos somados constituíram-se nos principais agressores descritos. A idade da maioria dos agressores era desconhecida, bem como a renda e a escolaridade dos mesmos. Encontrou-se uma forte associação entre o consumo GHiOFRROSHORDJUHVVRUHDYLROrQFLDConclusões: a maioria das pacientes avaliadas eram adultas jovens, solteiras, com renda familiar de até dois salários mínimos e escolaridade de menos de oito anos de estudo completos. Os agressores eram, na sua PDLRULDSDUFHLURVtQWLPRVGDVXVXiULDVHYHULÀFRXVHRXVRGHiOFRROSRUPXLWRVGRV agressores.

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Autor: Joaquim Carlos Vicente Dias Van-Dúnem Orientador: Prof. João Guilherme Bezerra Alves Data de defesa: 18/02/2004

2EMHWLYRV DGHWHUPLQDU D OHWDOLGDGH H LGHQWLÀFDU IDWRUHV SURJQyVWLFRV DVVRFLDGRV

ao óbito por anemia falciforme (AF) em crianças internadas no Hospital Pediátrico de Luanda, Angola. Métodos: estudo de coorte retrospectivo, descrevendo-se as FDUDFWHUtVWLFDV ELROyJLFDV GHPRJUiÀFDV FOtQLFDV H ODERUDWRULDLV GH  FULDQoDV 'HWHUPLQRXVHDOHWDOLGDGHHIRUDPLGHQWLÀFDGDVDVSULQFLSDLVFDXVDVGHyELWRGHVVDV crianças internadas com anemia falciforme no Hospital Pediátrico de Luanda, Angola, no período de janeiro de 1997 a dezembro de 2002. Na análise estatística, utilizaram-se RVSURJUDPDVHVWDWtVWLFRV(SL,QIREH6366SDUD:LQGRZVLGHQWLÀFDQGRVHRV fatores prognósticos associados ao óbito, calculando-se a razão de risco (com intervalo GH FRQÀDQoD GH   SDUD RV GLYHUVRV IDWRUHV SURJQyVWLFRV 5HDOL]RXVH D DQiOLVH multivariável para determinação do risco ajustado de óbito. Resultados: a letalidade JOREDO IRL GH  H DV SULQFLSDLV FDXVDV DVVRFLDGDV DR yELWR IRUDP DV LQIHFo}HV EDFWHULDQDV  DVDQHPLDV  HDVFULVHVYDVRRFOXVLYDV  $VYDULiYHLV TXHQDDQiOLVHPXOWLYDULDGDSHUVLVWLUDPDVVRFLDGDVDRyELWRIRUDPSURFHGrQFLDGR LQWHULRU 25  DXVrQFLDGHVHJXLPHQWRUHJXODUHPDPEXODWyULR 25  WHPSR GHHYROXomRGHGRHQoDVXSHULRUDWUrVGLDV 25  LQtFLRGRVVLQWRPDVDQWHVGRV oito meses (OR=2,19),nível de hemoglobina menor que 7g/dL (OR=4,17). Conclusões: DOHWDOLGDGHSRUDQHPLDIDOFLIRUPHUHYHORXVHHOHYDGD  $VSULQFLSDLVFDXVDV associadas ao óbito foram as infecções bacterianas, as anemias e as crises vaso-oclusivas. Crianças procedentes do interior, sem seguimento regular em ambulatório, FRPGRHQoDHYROXWLYDKiPDLVGHWUrVGLDVFRPVLQWRPDVLQDXJXUDLVDQWHVGRVRLWR meses de idade e com nível de hemoglobina menor que 7g/dL mostraram deforma mais consistente maior risco de evolução para óbito.

Palavras-chave Anemia falciforme, Mortalidade, Prognóstico, Fatores de risco,

Hospitais de ensino, Criança

FATORES PROGNÓSTICOS ASSOCIADOS AO ÓBITO POR ANEMIA FALCIFORME EM CRIANÇAS INTERNADAS NO HOSPITAL PEDIÁTRICO DE LUANDA - ANGOLA (1997-2002): UM ESTUDO DE COORTE

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Autora: Liliane de Jesus Bitencourt Orientador: Prof. Malaquias Batista Filho Data de defesa: 18/02/2004

2EMHWLYRVdescrever a situação do aleitamento materno no Estado de Pernambuco, no

DQRGHFRPrQIDVHQDDPDPHQWDomRH[FOXVLYDHLGHQWLÀFDUSRVVtYHLVGLIHUHQFLDo}HV HPWHUPRVJHRJUiÀFRVHVRFLRHFRQ{PLFRVMétodos: estudo do tipo caso/controle e um relato de casos, com base em dados da II Pesquisa Estadual de Saúde e Nutrição em Pernambuco, em 1997, Brasil. A amostra foi constituída de crianças com idade máxima de 18 meses. Para o estudo de caso/controle foram selecionadas as crianças alimentadas exclusivamente com leite materno por quatro meses de idade ou mais, comparando-as com as não amamentadas ou que foram desmamadas até os 60 dias de idade. Foram analisados como hipoteticamente associados ao aleitamento materno exclusivo fatores VRFLDLVPDWHUQRVKLVWyULDGHDVVLVWrQFLDSUpQDWDOGHDVVLVWrQFLDjVD~GHFRQGLo}HV do parto, condições habitacionais e sanitárias e acesso aos meios de comunicação. O UHODWRGHFDVRVIRLDSOLFDGRjVFULDQoDVFRPKLVWyULDGHDOHLWDPHQWRH[FOXVLYRLJXDORX superior a seis meses. Resultados:HQWUHDVFULDQoDVFRPPHQRVGHPHVHV   QXQFDKDYLDPPDPDGR  DWLQJLXRDOHLWDPHQWRPDWHUQRH[FOXVLYRDRVVHLVPHVHV GHLGDGHH  DRVTXDWURPHVHV$RVPHVHVGDVFULDQoDVMiQmRUHFHELDP leite materno. As variáveis associadas ao aleitamento exclusivo, após regressão ORJtVWLFDIRUDPGLVWkQFLDGRVHUYLoRGHVD~GH 25 ,& LQtFLR SUHFRFHGRSUpQDWDO 25 ,& HUHQGDIDPLOLDUper capita 25  ,& 2UHODWRGHFDVRVDSRQWDSDUDDLPSRUWkQFLDGDDVVLVWrQFLDSUpQDWDO na manutenção do aleitamento exclusivo. Conclusões:DSHVDUGDFUHVFHQWHRFRUUrQFLD GRDOHLWDPHQWRPDWHUQRHP3HUQDPEXFRDIUHTXrQFLDGHDOHLWDPHQWRH[FOXVLYRDLQGD é pequena, sendo a baixa renda per capita, o início tardio do pré-natal e a distância do serviço de saúde fatores de risco para a manutenção dessa prática.

Palavras-chave Aleitamento materno, Cuidado do lactente, Fatores de risco, Estudos

de casos

ALEITAMENTO MATERNO EXCLUSIVO NO ESTADO DE PERNAMBUCO, NO ANO DE 1997: UM ESTUDO DE CASO - CONTROLE E UM RELATO DE CASOS

(7)

Autora: Lúcia Maria Vieira de Oliveira Salerno Orientador: Prof. Luiz Cláudio Arraes de Alencar

Co-orientadora: Profª. Maria do Carmo Menezes Bezerra Duarte Data de defesa: 26/02/2004

2EMHWLYRVDGHVFUHYHUDVFDUDFWHUtVWLFDVFOtQLFDVGRVFDVRVFRPSDWtYHLVHFRQÀUPDGRV

GH6tQGURPHGH5XEpROD&RQJrQLWD 65& DWHQGLGDVQR,QVWLWXWR0DWHUQR,QIDQWLOGH 3HUQDPEXFR,0,3HQD)XQGDomR$OWLQR9HQWXUD'HWHUPLQDUDIUHTXrQFLDGDVDQR malias cardíacas, oculares, audiológicas e do crescimento e desenvolvimento destas crianças e suas associações. Métodos: trata-se de uma série de casos, de crianças atendidas em hospital público oftalmológico e em hospital pediátrico no estado de Pernambuco, na região Nordeste do Brasil. Estas crianças tinham o diagnóstico FRQÀUPDGRRXFRPSDWtYHOGH65&HIRUDPDYDOLDGDVHQWUHPDUoRGHHVHWHPEUR GH3DUDDGHÀQLomRGHFDVRFRQÀUPDGRRXVXVSHLWRIRLXWLOL]DGDDFODVVLÀFDomR DGRWDGDSHOR6LVWHPDÔQLFRGH6D~GH 686 &RQVLGHUDGRFDVRFRQÀUPDGRGH65& aquele com compatibilidade clínica e sorologia positiva para rubéola com níveis mais HOHYDGRVGH,J0RX,J*TXHDTXHOHVHVSHUDGRVSRUWUDQVIHUrQFLDSDVVLYDGHDQWLFRUSRV PDWHUQRV&DVR SURYiYHO IRL FRQVLGHUDGR DTXHOH VHP FRQÀUPDomR ODERUDWRULDO GH infecção por rubéola, mas com características clínicas de SRC, com duas complicações GD GRHQoDRX XPD FRPSOLFDomRDVVRFLDGDj LQIHFomRPDWHUQD FRQÀUPDGDSRU WHVWH laboratorial ou pelo estabelecimento de vínculo epidemiológico. Foram analisados os dados clínicos e realizadas as avaliações cardiológicas, audiológicas e oftalmológicas.

Resultados: GDVFULDQoDVHUDPGRJrQHURIHPLQLQR$LGDGHYDULRXGHD

PHVHV PpGLD “PHVHV 9HULÀFRXVHEDL[RSHVRDRQDVFHUHP GRVSDFLHQWHV2VFDVRVGH65&IRUDPFRQÀUPDGRVODERUDWRULDOPHQWHHPGDV FULDQoDV H FRPSDWtYHLV FOLQLFDPHQWH HP  %DL[RSHVR DR QDVFHU IRL REVHUYDGR HPGDVFULDQoDV$VDQRPDOLDVPDLVIUHTHQWHVIRUDPVXUGH]  OHV}HV RFXODUHV   DOWHUDo}HV QHXUROyJLFDV   H FDUGLRSDWLD FRQJrQLWD   )RL HQFRQWUDGD FDWDUDWD FRQJrQLWD HP UHWDUGR PHQWDO HP  UHWLQRSDWLD SLJPHQWDUHPPLFURFHIDOLDHPLFWHUtFLDHPKHSDWRHVSOHQRPHJDOLD HJODXFRPDHP,QIHFomRUXEHyOLFDQRSULPHLURWULPHVWUHGHJHVWDomRIRLUHIHULGD HPGRVFDVRV2WHPSRPpGLRSDUDRGLDJQyVWLFRGDVFRPSOLFDo}HVIRLGH dias. Conclusões:RVFDVRVGH65&HQFRQWUDGRVLQGLFDPXPDDOWDIUHTrQFLDGHVVD VtQGURPHQRHVWDGRGH3HUQDPEXFR&KDPDDWHQomRDEDL[DWD[DGHFDVRVFRQÀUPDGRV nesta série, indicando a necessidade de maior atenção para casos de SRC nos médicos TXHWUDWDPSRSXODo}HVGHULVFRSDUDUXEpROD2SHUÀOFOtQLFRGRVFDVRVFRPSDWtYHLVRX FRQÀUPDGRVGH65&pVLPLODUDRGHVFULWRHPRXWUDVVpULHV5HFRPHQGDVHTXHRVFDVRV VXVSHLWRV GH 65& VHMDP QRWLÀFDGRV LQYHVWLJDGRV H VH FRQÀUPDGRV HQFDPLQKDGRV para os especialistas, visando tratamento adequado.

PERFIL CLÍNICO DE CRIANÇAS PORTADORAS DE SÍNDROME DA RUBÉOLA CONGÊNITA EM USUÁRIOS DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE DE PERNAMBUCO, 2002 / 2003

(8)

Autor: Luiz André Marinho Lippo

Orientadora: Profª. Melania Maria Ramos de Amorim

Co-orientadora: Profª. Isabela Cristina Coutinho de A. Neiva Coelho Data de defesa: 27/02/2004

2EMHWLYRV comparar os efeitos da administração de nitroglicerina por via

trans-dérmica com a administração de nifedipina por via oral na inibição do trabalho de parto prematuro. Métodos: realizou-se um ensaio clínico randomizado no período de agosto de 2003 a janeiro de 2004, no Instituto Materno-Infantil de Pernambuco (IMIP) e no Instituto de Saúde Elpídio de Almeida (ISEA), em Campina Grande (Paraíba). Pacientes com gestação única, idade gestacional menor que 35 semanas e diagnóstico de trabalho de parto prematuro foram selecionadas randomicamente para receber terapia tocolítica com nifedipina oral (20mg) ou nitroglicerina trans-dérmica (patch contendo PJ $QDOLVDUDPVHRVVHJXLQWHVGHVIHFKRVHÀFiFLDGDWRFyOLVHWHPSRQHFHVViULR SDUDWRFyOLVHSDUkPHWURVKHPRGLQkPLFRVPDWHUQRVHIHWDLVIUHTXrQFLDGHUHFRUUrQFLDH progressão para parto prematuro, efeitos colaterais. Utilizou-se os testes qui-quadrado de associação e exato de Fisher, se necessário, para as variáveis categóricas, e o teste “t” de Student para comparação de médias das variáveis quantitativas, para um nível GHVLJQLÀFkQFLDGHResultados:$HÀFiFLDHVHJXUDQoDGDWRFyOLVHQDVSULPHLUDV KRUDVIRLVHPHOKDQWHHQWUHDVGXDVGURJDV SDUDQLWURJOLFHULQDHSDUD QLIHGLSLQD VHQGRDIUHTrQFLDGHFHIDOpLDVLJQLÀFDWLYDPHQWHPDLRUHQWUHDVSDFLHQWHV UHFHEHQGRQLWURJOLFHULQD versus Conclusões:DHÀFiFLDGDQLWURJOLFHULQDH da nifedipina para inibição do parto prematuro nas primeiras 48 horas foi comparável no presente estudo.

Palavras-chave Nitroglicerina, Nifedipina, Parto prematuro, Tocólise, Ensaio clínico

randomizado

USO DA NITROGLICERINA POR VIA TRANSDÉRMICA COMPARADO COM NIFEDIPINA ORAL NA INIBIÇÃO DO TRABALHO DE PARTO PREMATURO: ENSAIO CLÍNICO RANDOMIZADO

Palavras-chave 5XEpROD 6DUDPSR DOHPmR  6XUGH] &DUGLRSDWLDV FRQJrQLWDV

(9)

Autor: Márcio Sanctos Costa

Orientadora: Profª. Melania Maria Ramos de Amorim Co-orientação: Profª. Leila Katz

Data de defesa: 27/02/2004

2EMHWLYRVavaliar a evolução dos níveis tensionais no puerpério em mulheres com

pré-eclâmpsia grave e eclâmpsia atendidas no IMIP. Métodos: realizou-se um estudo de coorte prospectivo e retrospectivo no período de agosto de 2003 a janeiro de 2004. Incluíram-se mulheres com diagnóstico de pré-eclâmpsia grave e eclâmpsia internadas na UTI Obstétrica, com parto assistido no IMIP e que concordaram em participar do estudo. Excluíram-se os casos de hipertensão arterial crônica e condições clínicas impedindo a assinatura do termo de consentimento. Analisaram-se as seguintes variáveis: biológicas (idade e índice de massa corpórea), obstétricas (paridade, idade JHVWDFLRQDOQRSDUWRDVVLVWrQFLDSUpQDWDOSHVRDRQDVFHUFRQGLo}HVGHQDVFLPHQWR  e clínicas (níveis tensionais pré-parto uso de drogas hipotensoras pré-parto, níveis tensionais pós-parto, picos hipertensivos, uso de drogas hipotensoras pós-parto, complicações pós-parto, controle da pressão arterial e tempo necessário para controle da pressão arterial durante o internamento). Testou-se a associação entre o controle pressórico (variável dependente) e as variáveis biológicas, obstétricas e forma clínica da doença (independentes). A análise estatística foi efetuada no programa Epi-,QIR  XWLOL]DQGRVH PHGLGDV GH WHQGrQFLD FHQWUDO H GH GLVSHUVmR GLVWULEXLomR GH IUHTXrQFLD H R WHVWH TXLTXDGUDGR GH DVVRFLDomR FRQVLGHUDQGRVH R QtYHO GH VLJQLÀFkQFLD GH  &DOFXORXVH D UD]mR GH ULVFR 55  GR FRQWUROH SUHVVyULFR SDUD as variáveis independentes. Realizou-se análise de regressão logística múltipla para LGHQWLÀFDUDVYDULiYHLVPDLVIRUWHPHQWHDVVRFLDGDVDRFRQWUROHSUHVVyULFRResultados: a média dos níveis pressóricos nas 24 horas antecedendo a interrupção da gravidez foi de 154,4mmHg (pressão sistólica) e 103,2mmHg (pressão diastólica). Os níveis médios de pressão arterial sistólica e diastólica persistiram elevados nos primeiros cinco dias, observando-se as médias mais elevadas no quarto dia (pressão sistólica de 145,8mmHg HSUHVVmRGLDVWyOLFDGHPP+J 3LFRVSUHVVyULFRVIRUDPREVHUYDGRVHQWUH ²GDVPXOKHUHVQHVWHSHUtRGR2SHUFHQWXDOGHFRQWUROHGDSUHVVmRDUWHULDOÀFRX HPWRUQRGHQRVSULPHLURVTXDWURGLDV$SDUWLUGRVH[WRGLDSyVSDUWRYHULÀFDP se níveis progressivamente menores de pressão arterial sistólica e diastólica, com um declínio paulatino do percentual de picos pressóricos diários. Complicações pós-parto RFRUUHUDPHPGDVSDFLHQWHVVHQGRDFRPSOLFDomRPDLVIUHTHQWHDVtQGURPH +(//3 HP WRUQR GH   'URJDV KLSRWHQVRUDV IRUDP XWLOL]DGDV HP  GDV SDFLHQWHVGHSRLVGRSDUWR$GURJDPDLVXWLOL]DGDIRLRFDSWRSULO  VHJXLGDSRU ǂPHWLOGRSD  HSURSUDQRORO  2WHPSRPpGLRQHFHVViULRSDUDRFRQWUROH IRLGHGLDVYDULDQGRGHXPDGLDV1mRVHYHULÀFRXDVVRFLDomRVLJQLÀFDWLYD EVOLUÇÃO DOS NÍVEIS TENSIONAIS NO PUERPÉRIO EM MULHERES COM PRÉ-ECLÂMPSIA GRAVE ATENDIDAS EM UM HOSPITAL TERCIÁRIO: ESTUDO DE COORTE

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Autora: Bebiana Calisto Bernardes

Orientador: Prof. Felipe Rinald Barbosa Lorenzato

Co-orientadores: Prof. José Natal Figueiroa e Prof. Pedro Makumbundu Kitoko Data de defesa: 24/02/2005

2EMHWLYRVLGHQWLÀFDUDGLVIXQomRVH[XDOHPSDFLHQWHVTXHDSUHVHQWDUDPFkQFHUGRFROR

XWHULQRHTXHIRUDPVXEPHWLGDVjUDGLRWHUDSLDH[FOXVLYDXWLOL]DQGRDEUDTXLWHUDSLDGH alta taxa de dose. Métodos: foi realizado um estudo descritivo de tipo corte transversal envolvendo 71 pacientes do Hospital do Câncer de Pernambuco, em janeiro a junho de 2004. Os dados foram processados e analisados utilizando o programa estatístico Epi-Info 6.0 e descritos através de média, mediana, valores máximo e mínimo. Para análise bivariada foram realizados os testes de homogeneidade marginal e McNemar, FRQVLGHUDQGRXPQtYHOGHVLJQLÀFkQFLDGHResultados: das 71 pacientes estudadas    LQLFLDUDP D UDGLRWHUDSLD QR HVWiGLR ,,% H    QR HVWiGLR ,,,% $V FRPSOLFDo}HVDFWtQLFDVGHPDLRUGHVWDTXHIRUDPDÀEURVHHVWHQRVHHDWURÀDYDJLQDLV HP    H  SDFLHQWHVUHVSHFWLYDPHQWH$VGLVIXQo}HVVH[XDLV IRUDP UHSUHVHQWDGDV SHOD IULJLGH] IDOWD GH OXEULÀFDomR GH H[FLWDomR H GH RUJDVPR TXHRFRUUHUDPHPFDGDSHODIDOWDGHOLELGRHPHRYDJLQLVPRHP dos casos. Conclusões: as disfunções sexuais são frequentemente encontradas em pacientes com câncer do colo uterino tratadas com radioterapia exclusiva utilizando abraquiterapia de alta taxa de dose.

Palavras-chave Neoplasias de colo do útero, Radioterapia, Braquiterapia, Sexualidade

DISFUNÇÃO SEXUAL EM PACIENTES COM CÂNCER DO COLO UTERINO SUBMETIDAS À RADIOTERAPIA EXCLUSIVA

entre controle pressórico e as variáveis idade, índice de massa corpórea, paridade, DVVLVWrQFLDSUpQDWDOLGDGHJHVWDFLRQDOSHVRDRQDVFHUHHVFRUHVGH$SJDUQRSULPHLUR PLQXWR 7DPEpP QmR VH YHULÀFRX DVVRFLDomR VLJQLÀFDWLYD HQWUH FRQWUROH SUHVVyULFR HDSUHVHQoDGHFRPSOLFDo}HVQRSyVSDUWR2FRQWUROHSUHVVyULFRIRLPDLVIUHTHQWH HPSDFLHQWHVFRPQDWLPRUWRV 55 ,& ² HUHFpPQDVFLGRVFRP HVFRUHVGH$SJDUPHQRUHVTXHVHWHQRTXLQWRPLQXWR 55 ,& ²  H PHQRV IUHTHQWH HP PXOKHUHV TXH XWLOL]DUDP GURJDV KLSRWHQVRUDV QDV  KRUDV TXHDQWHFHGHUDPRSDUWR 55 ,& ²p=0,04). Conclusões: os níveis tensionais de pacientes com pré-eclâmpsia e eclâmpsia persistiram elevados no SyVSDUWRQRVSULPHLURVFLQFRGLDVYHULÀFDQGRVHDSDUWLUGDtSURJUHVVLYRGHFOtQLR REWHQGRVH FRQWUROH GD SUHVVmR HP  GDV SDFLHQWHV $ YDULiYHO SUHGLWRUD PDLV fortemente associada ao controle pressórico foi a presença de natimortos. O controle SUHVVyULFRQmRVHDVVRFLRXjUHGXomRGDVFRPSOLFDo}HVSyVSDUWR

Palavras-chave3UpHFOkPSVLD(YROXomR3UHVVmRDUWHULDO3XHUSpULR

Referências

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