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INTRODUÇÃO À TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO

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Academic year: 2021

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INTRODUÇÃO À TEORIA GERAL DA

ADMINISTRAÇÃO

Editora Campus/Elsevier

www.elsevier.com.br

(2)

PARTE 1: INTRODUÇÃO À TGA

PARTE 2: OS PRIMÓRDIOS DA ADMINISTRAÇÃO

PARTE 3: ABORDAGEM CLÁSSICA DA ADMINISTRAÇÃO

PARTE 4: ABORDAGEM HUMANÍSTICA DA ADMINISTRAÇÃO

SUMÁRIO RESUMIDO

PARTE 5: ABORDAGEM NEOCLÁSSICA DA ADMINISTRAÇÃO

PARTE 6: ABORDAGEM ESTRUTURALISTA DA ADMINISTRAÇÃO PARTE 7: ABORDAGEM COMPORTAMENTAL DA ADMINISTRAÇÃO PARTE 8: ABORDAGEM SISTÊMICA DA ADMINISTRAÇÃO

PARTE 9: ABORDAGEM CONTINGENCIAL DA ADMINISTRAÇÃO PARTE 10: NOVAS ABORDAGENS EM ADMINISTRAÇÃO

(3)

PARTE SEIS

ABORDAGEM ESTRUTURALISTA

ABORDAGEM ESTRUTURALISTA

DA

(4)

Figura VI.1. Os desdobramentos da Abordagem

Estruturalista

Teoria da

Burocracia Ênfase na Estrutura

Teoria Estruturalista Abordagem Estruturalista Ênfase na Estrutura, nas Pessoas e no Ambiente

(5)

Capítulo 11

Modelo Burocrático de Organização

(Em Busca da Organização Ideal)

• As Origens da Teoria da Burocracia.

• As Origens da Teoria da Burocracia.

• Os Tipos de Autoridade.

• As Características da Burocracia segundo Weber.

• As Vantagens da Burocracia.

• As Disfunções da Burocracia.

• O Modelo Burocrático de Merton.

• A Interação da Burocracia com o Ambiente.

• Os Graus de Burocratização.

• As Dimensões da Burocracia.

(6)

Pedro de Almeida é um funcionário público federal há 22 anos. Em sua longa experiência em repartições públicas, Pedro conseguiu

quatro promoções sucessivas e hoje é chefe de gabinete em um ministério ligado ao poder executivo.

Em seu cargo de confiança, Pedro chefia uma divisão composta de 4

Caso Introdutório:

Abrindo a divisão de Pedro

Pág: 257

Pág: 257

Em seu cargo de confiança, Pedro chefia uma divisão composta de 4 departamentos hermeticamente fechados entre si. São 4 feudos

inacessíveis a qualquer tentativa externa de acesso. Pedro tem três dificuldades a transpor:

1. Como integrar os 4 departamentos que funcionam com total ignorância a respeito dos demais.

2. Como melhorar o desempenho dos funcionários. 3. Como mudar e inovar.

(7)

Tipos de Características Exemplos Tipos de Características Legitimação Aparato Sociedade Autoridade Administrativo

Patriarcal e Clã, tribo, Não é racional. Tradição, Forma feudal Tradicional patrimonialista. família, Tradicional Poder herdado hábitos, e patrimonial

Conservantismo sociedade ou delegado. usos e medieval Baseada no costumes

“senhor”.

Tabela 11.1. Tipologia de sociedades segundo Weber

Personalista, Grupos Não é racional, Traços Inconstante Carismática mística e revolucionários, nem herdada, pessoais e instável.

arbitrária. partidos políticos, Carismática nem delegável. (heroísmo, Escolhido pela Revolucionária nações em Baseada no magia, lealdade e

revolução carisma poder mental) devoção ao do líder. líder e não por

qualificações. Legal, Racionalidade Estados modernos Legal, Legal, racional, Justiça, lei.

Racional e dos objetivos empresas, Racional ou formal e Promulgação Burocracia. Burocrática e dos meios. e exércitos Burocrática impessoal. Regulamentação

(8)

Exercício:

A Proteus

Pág: 262

Pág: 262

Alexandre é o proprietário da Proteus, uma conhecida empresa do ramo imobiliário. Depois de décadas de atividade, a Proteus precisa deslanchar para abrir novos mercados. Durante todo esse tempo, Alexandre havia assumido uma autoridade

esse tempo, Alexandre havia assumido uma autoridade

tipicamente carismática e que agora precisa ser modificada para permitir o crescimento da empresa.

(9)

Características da Burocracia segundo Weber

1. Caráter legal das normas e regulamentos. 2. Caráter formal das comunicações.

3. Caráter racional e divisão do trabalho. 4. Impessoalidade nas relações.

5. Hierarquia de autoridade. 5. Hierarquia de autoridade.

6. Rotinas e procedimentos padronizados. 7. Competência técnica e meritocracia. 8. Especialização da Administração. 9. Profissionalização dos participantes.

(10)

Exercício:

A Organização da Movibrás

Pág: 266

Pág: 266

Após rigoroso e exaustivo processo seletivo, Jorge conseguiu um emprego na Movibrás, uma grande empresa produtora de artigos de consumo, como supervisor de tesouraria. Nos seus primeiros dias na empresa Jorge passou por um programa de integração para melhor empresa Jorge passou por um programa de integração para melhor conhecer as características da organização. Recebeu vários manuais contendo regras, regulamentos, rotinas, descrição do seu cargo, deveres e responsabilidades como funcionário.

Ficou impressionado com o alto grau de organização e de padronização existente na empresa. Mas, isso seria realmente uma característica

positiva da organização?

(11)

Vantagens da Burocracia

Racionalidade.

• Precisão na definição do cargo e da operação.

• Rapidez nas decisões.

• Univocidade de interpretação.

• Uniformidade de rotinas e procedimentos.

• Continuidade da organização.

• Redução do atrito entre as pessoas.

• Constância.

• Confiabilidade.

(12)

Exercício:

Como imprimir racionalidade

à @lert?

Pág: 268

Pág: 268

Feliciano Alpert fundara a @lert há alguns anos e imprimira nela todo o seu carisma pessoal. Agora que acabou o impulso inicial e a empresa crescera o suficiente, Feliciano pretende organizar e burocratizar sua crescera o suficiente, Feliciano pretende organizar e burocratizar sua empresa para imprimir racionalidade no sentido de evitar perdas e desperdícios decorrentes da improvisação e da falta de planejamento.

Mas, como tornar a sua empresa um verdadeiro modelo burocrático?

(13)

Figura 11.2. Características e Disfunções da Burocracia

Características da Burocracia Disfunções da Burocracia

1. Caráter legal das normas

2. Caráter formal das comunicações 3. Divisão do trabalho

4. Impessoalidade no relacionamento

1. Internalização das normas

2. Excesso de formalismo e papelório 3. Resistência às mudanças

4. Impessoalidade no relacionamento 5. Hierarquização da autoridade

6. Rotinas e procedimentos

7. Competência técnica e mérito 8. Especialização da Administração 9. Profissionalização

4. Despersonalização do relacionamento 5. Categorização do relacionamento

6. Superconformidade

7. Exibição de sinais de autoridade 8. Dificuldades com os clientes

(14)

Figura 11.3. O modelo

burocrático de Weber

Sistema Social Racional Burocracia Exigência de Controle Conseqüências Previstas Previsibilidade do Comportamento Conseqüências Imprevistas Disfunções da Burocracia

(15)

Exercício:

As disfunções da Excelsa

Pág: 271

Pág: 271

A Excelsa é uma empresa que tem tudo para dar certo. Mas tudo sai errado. Ela adotou um caráter legal e formal, definiu cargos e posições hierárquicas, elaborou rotinas e procedimentos e profissionalizou a

diretoria e os participantes. Nada mais correto.

Contudo, o resultado está decepcionando: as pessoas apenas

seguem as normas e procedimentos, o formalismo é total e o papelório é uma loucura, as pessoas resistem às mudanças, o relacionamento entre os funcionários é precário e superficial, os chefes abusam das suas

mordomias e se afastam dos subordinados e os clientes vivem reclamando da falta de atenção aos seus problemas.

(16)

Caso Introdutório:

Abrindo a divisão de Pedro

Pág: 272

Pág: 272

Pedro de Almeida pretende criar grupos de trabalho interdependentes compostos de funcionários provindos dos quatro departamentos para compostos de funcionários provindos dos quatro departamentos para que conheçam melhor o que ocorre dentro de cada um deles.

(17)

Figura 11.8 Graus de burocratização

Escassez de burocratização: Excesso de Burocratização: Falta de especialização, bagunça, confusão Falta de autoridade Superespecialização, hiper-responsabilidade Excesso de autoridade. Autocracia e imposição Divisão do trabalho Hierarquia Liberdade excessiva Ausência de documentos, informalidade Ênfase nas pessoas

Apadrinhamento

Ordem e disciplina Excesso de papelório.

Formalismo Ênfase nos cargos Excesso de exigências Regras e Regulamentos Formalização das Comunicações Impesoalidade Seleção e Promoção do Pessoal

(18)

Exercício:

As alternativas da Excelsa

Pág: 276

Mario Aguiar, gerente de departamento da Excelsa, tem suas opiniões próprias a respeito da estrutura organizacional da empresa. Ele sabe que o rígido modelo burocrático adotado pela empresa tem várias

dimensões, cada qual podendo ser aumentada ou diminuída conforme dimensões, cada qual podendo ser aumentada ou diminuída conforme as necessidades.

Mario gostaria de conversar com a diretoria da empresa para expressar suas idéias a respeito de uma estrutura organizacional melhor.

(19)

Apreciação Crítica da Teoria da Burocracia

1. Excesso de formalismo da burocracia.

2. Mecanicismo e as limitações da “teoria da máquina”.

3. Conservantismo da burocracia. 3. Conservantismo da burocracia.

4. Abordagem de sistema fechado.

5. Abordagem descritiva e explicativa.

6. Críticas multivariadas à burocracia.

(20)

Capítulo 12

Teoria Estruturalista da Administração

(Ampliando os Horizontes da Empresa)

• As Origens da Teoria Estruturalista.

• As Origens da Teoria Estruturalista.

• A Sociedade de Organizações.

• A Análise das Organizações.

• A Tipologia das Organizações.

• Os Objetivos Organizacionais.

• O Ambiente Organizacional.

• A Estratégia Organizacional.

• Os Conflitos Organizacionais.

• As Sátiras à Organização.

(21)

Caso Introdutório:

A Peace World

Pág: 287

Pág: 287

A Peace World (PW) é uma organização não-governamental (ONG) que atua em vários países para reduzir a pobreza e melhorar a qualidade de vida das pessoas. Sua presidente regional é Elisa Bueno, incumbida de ampliar as operações da entidade na América do sul e aumentar sua eficiência e eficácia. Elisa sabe que não poderá fazer tudo sozinha. sua eficiência e eficácia. Elisa sabe que não poderá fazer tudo sozinha.

Ela precisa de colaboradores voluntários que nada receberão em troca de seu trabalho. Sabe também que, por maiores que sejam as

contribuições recebidas como donativos, a PW não terá recursos suficientes para se expandir na velocidade e intensidade desejadas.

(22)

Origens da Teoria Estruturalista

1. A oposição surgida entre a Teoria Clássica e a de Relações Humanas.

2. A necessidade de visualizar a organização como uma unidade social

3. A influência do estruturalismo nas ciências sociais.

4. O novo conceito de estrutura. 4. O novo conceito de estrutura.

1. As Organizações.

2. O homem organizacional.

(23)

Análise das Organizações

1. Abordagem múltipla: organização formal e informal.

2. Abordagem múltipla: recompensas materiais e sociais.

3. Abordagem múltipla: os diferentes enfoques da organização. 3. Abordagem múltipla: os diferentes enfoques da organização.

4. Abordagem múltipla: os níveis da organização.

5. Abordagem múltipla: a diversidade de organizações.

(24)

Caso Introdutório:

A Peace World

Pág: 297 Pág: 297

Elisa Bueno precisa adotar dois focos na condução da PW: o interno e o externo. Do lado interno, ela precisa incrementar as operações da

entidade, extrair o máximo possível dos recursos disponíveis, aumentar a motivação dos voluntários distantes que se dedicam espontaneamente à causa do combate à pobreza e estar presente em toda a extensão

à causa do combate à pobreza e estar presente em toda a extensão geográfica coberta pela entidade.

Do lado externo, precisa criar novas parcerias com outras organizações, incrementar as parcerias já existentes e alcançar os objetivos propostos pela organização.

(25)

Tipologia de Etzioni

Tipos de Tipos de Poder Controle Ingresso e Envolvimento Exemplos Organizações Utilizado Permanência Pessoal dos

dos Membros Membros

Organizações Coercitivo Prêmios e Coação, imposição, Alienativo, com Prisões e Coercitivas punições força, ameaça, base no temor penitenciárias Coercitivas punições força, ameaça, base no temor penitenciárias

medo

Organizações Normativo Moral e Convicção, fé, Moral e Igrejas, Normativas ético crença, ideologia motivacional hospitais,

autoexpressão universidades Organizações Remunerativo Incentivos Interesse, Calculativo. Empresas

Utilitárias econômicos vantagem Busca de em geral percebida vantagens

(26)

Tipologia de Blau e Scott

Beneficiário Principal Tipo de Organização Exemplos

Os próprios membros Associação de beneficiários Associações profissionais, da organização mútuos cooperativas, sindicatos,

fundos mútuos, consórcios.

Os proprietários ou acionistas Organizações de interesses Sociedades anônimas ou da organização comerciais empresas familiares

Os clientes Organizações de serviços Hospitais, universidades, organizações religiosas e filantrópicas, agências sociais O público em geral Organizações de Estado Organização militar, correios e

telégrafos, segurança pública, saneamento básico, organização jurídica e penal

(27)

Exercício:

Como focalizar mais

amplamente as empresas

Pág: 301

Pág: 301

Paulo Natan saiu da faculdade há 30 anos. Sempre trabalhou dentro dos padrões que aprendera da Teoria Clássica, Neoclássica, Relações Humanas e Burocracia.

Agora, sua experiência profissional frente aos problemas atuais

lhe indica que se torna necessária uma nova abordagem da empresa que dirige.

Como você poderia mostra a Paulo as diferentes abordagens múltiplas dos estruturalistas?

(28)

Objetivos Organizacionais

1. Apresentação de uma situação futura.

2. Constituem uma fonte de legitimidade que justifica ações.

3. Servem como padrões para avaliar o desempenho. 3. Servem como padrões para avaliar o desempenho.

4. Servem como unidade de medida para a produtividade.

1. Modelos de sobrevivência.

(29)

Ambiente Organizacional

1. Interdependência das organizações com a sociedade.

2. Conjunto organizacional.

Estratégia Organizacional Estratégia Organizacional

(segundo a abordagem estruturalista)

1. Competição.

2. Ajuste ou negociação.

3. Cooptação ou coopção.

(30)

A Peace World

Pág: 303

A PW não tem limites de atuação e nem barreiras. Ela é uma

organização descentralizada e que tem poucas agências e escritórios. O grosso do trabalho é realizado no campo, ou seja, nas comunidades carentes com a ajuda de voluntários que se dedicam à solidariedade humana.

humana.

Uma das atividades da PW tem sido o contato com empresas privadas no sentido de intensificar o voluntariado corporativo: fazer com que empresas e seus funcionários dediquem algum tempo à prestação de serviços comunitários como forma de aumentar a responsabilidade social e ao atendimento de comunidades carentes.

(31)

• Conflito entre a autoridade do especialista (conhecimento) e a autoridade administrativa (hierarquia)

1. Organizações especializadas.

2. Organizações não-especializadas. 3. Organizações de serviços.

2. Dilemas da organização.

1. Dilema entre coordenação e comunicação livre.

2. Dilema entre disciplina burocrática e especialização profissional. 3. Dilema entre necessidade de planejamento centralizado e

necessidade de iniciativa individual

(32)

O conflito de gerações

Pág: 309

Pág: 309

Durante décadas a fio, Ivan Meneses dirigiu a sua empresa com mãos de ferro. Agora, já idoso e com problemas de saúde, pretende preparar

seus dois filhos como futuros sucessores na direção do negócio.

Sabe que terá problemas pela frente. Seus filhos têm outra mentalidade sobre como tocar a empresa em sua maneira liberal de pensar e agir. Enquanto Ivan é autocrático e impositivo, os seus filhos são

extremamente democráticos e liberais.

Se você fosse o consultor da empresa, o que faria nessa situação?

(33)

1. Lei de Parkinson.

2. Princípio de Peter.

3. Dramaturgia Administrativa de Thompson.

4. Maquiavelismo nas organizações.

(34)

A explicação de Albuquerque

Pág: 313

Pág: 313

Alencar Albuquerque é um renomado consultor de empresas e profundo observador das organizações. Em uma empresa–cliente notou a

preocupação dos gerentes em ter mais subordinados para aumentar preocupação dos gerentes em ter mais subordinados para aumentar seu poder, a presença de diretores incompetentes, uma dramaturgia para fortalecer a hierarquia e a luta cerrada entre linha e staff. Tudo isso reduzia a competitividade organizacional, além provocar forte pessimismo na organização.

Como explicar tudo isso de maneira inteligível à direção da empresa?

(35)

1. Convergência de várias abordagens divergentes.

2. Ampliação da abordagem.

3. Dupla tendência teórica.

4. Análise organizacional mais ampla.

5. Inadequação das tipologias organizacionais.

6. Teoria de crise.

(36)

Idalberto Chiavenato

INTRODUÇÃO À TEORIA GERAL DA

ADMINISTRAÇÃO

Editora Campus/Elsevier

www.elsevier.com.br

Referências

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