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SIMULAÇÃO DE SISTEMAS AULA 9

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1

© UNESP 6 Agosto 2008

Autor: Anibal Tavares de Azevedo

Limeira, 03 de Outubro 2013

SIMULAÇÃO DE SISTEMAS

AULA 9

2

© UNESP 6 Agosto 2008

DADOS DE ENTRADA

Garbage in,Garbage out

Often abbreviated as GIGO, this is a famous computer axiom meaning that if invalid data is entered into a

system

, the resulting

output will also be invalid. Although originally applied to computer software, the axiom holds true for all systems, including,

(2)

3

© UNESP 6 Agosto 2008

4

© UNESP 6 Agosto 2008

(3)

5

© UNESP 6 Agosto 2008

Exemplo 1: Identificação Outlier

Q3

Q1

Max NO

Outlier

75%

25%

Mediana

50%

Eliminar

Min NO

COLETA E TRATAMENTO DE DADOS

6

© UNESP 6 Agosto 2008

Exemplo 2: Análise de correlação

O diagrama de dispersão (scatter plot)

permite a

visualização de que

não existe correlação

dos dados.

(4)

7

© UNESP 6 Agosto 2008

Exemplo 3: Inferência

Para determinar a função de distribuição associada aos

dados é necessário construir um histograma. Para tanto, é

necessário determinar o

número de classes. Uma forma é a

raiz quadrada do número de observações ou regra de

Sturges:

n

K

=

1

+

3

,

3

log

10

Número de classes

Número de dados

O tamanho

h

de cada classe é dado por:

K

h

=

amplitude

da

amostra

8

© UNESP 6 Agosto 2008

Para o caso particular existem 200 chegadas que geraram

199 intervalo de tempo. Desses 199 valores 1 foi considerado

outlier (valor 728) e eliminado, restando, portanto, 198

valores de intervalo de tempo. Assim:

9

6

,

8

30

,

2

*

3

,

3

1

198

log

3

,

3

1

+

10

=

+

=

=

K

Número de classes

Número de dados

O tamanho

h

de cada classe é dado por:

78

,

4

9

43

SO

amostra

amplitude

=

=

=

K

h

Maior valor

sem outlier

Exemplo 3: Inferência

(5)

9

© UNESP 6 Agosto 2008

=sum(H5:H204) 1

2 Total na classe 1

Exemplo 3: Inferência

COLETA E TRATAMENTO DE DADOS

10

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Intervalo de tempo [h] Número de Chegadas

[0,0 - 4,8) 96

[4,8 - 9,6) 55

[9,6 – 14,3) 25

[14,3 – 19,1) 13

[19,1 – 23,9) 4

[23,9 – 28,7) 5

[28,7 – 33,4) 0

[33,4 – 38,2) 0

>38,2 1

Média intervalo entre as chegadas sem considerar o outlier = 6,83

(6)

11

© UNESP 6 Agosto 2008

R2= 0,5935 R2= 0,7925

Polinômio de grau 2 Polinômio de grau 4

Exemplo 4: Ajuste de curvas

12

© UNESP 6 Agosto 2008

A medida R2 serve para indicar, em percentagem, o

quanto a estimativa realizada pelo modelo proposto ( ) consegue explicar os dados observados (yi).

Assim, um valor de R2 = 0,8576 indica que 85,76% da

variável dependente pode ser explicada pelo modelo.

R2= 0,5935 R2= 0,7925

Polinômio de grau 2 Polinômio de grau 4

i

y

ˆ

(7)

13

© UNESP 6 Agosto 2008

Sejam os valores estimados pelo modelo, yi os

valores observados que são associados a cada uma

das variáveis independentes xi. O valor corresponde à média da observações, isto é, de yi. Três somas dos quadrados das diferenças podem ser calculadas, tal como dado abaixo:

i

y

ˆ

2

1

)

(

y

y

S

n

i i tot

=

= i y

n

y

y

n i i

=

=

1 2 1

)

ˆ

(

y

y

S

n

i i esp

=

= 2 1

)

ˆ

(

i n i i

res

y

y

S

=

= Onde:

Quadrado da diferença entre observado e a média

Quadrado da diferença entre estimado e a média

Quadrado da diferença entre observado e o esperado

EXPLICAÇÃO SOBRE R

2

14

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ESTIMAÇÃO DE PARÂMETROS

DISTRIBUIÇÃO

PARÂMETROS

ESTIMADOR

SUGERIDO

POISSON

α

EXPONENCIAL

λ

NORMAL

µ

,

σ

2

X

=

α

ˆ

X

1

ˆ

=

λ

2 2 ˆ S X = =

σ

µ

) Existem estimadores para outras distribuições Lognormal, Weibull, Gamma e Beta.

(8)

15

© UNESP 6 Agosto 2008

0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0.9 1

0 0.5 1 1.5 2 2.5 3

t

f(t)

16

© UNESP 6 Agosto 2008

DADOS DE ENTRADA

Como verificar se os dados de entrada, isto é, os intervalos entre as chegadas e os tempo de serviço, são exponenciais, por exemplo?

Suponha que o intervalo entre as chegadas é dado por t1, t2, ..., tn. Pode ser mostrado que uma estimativa

razoável da taxa de chegada é dada por:

=

=

n

i i

t

n

1

(9)

17

© UNESP 6 Agosto 2008

DADOS DE ENTRADA

35

1

140

4

50

40

30

20

4

ˆ

1

=

=

+

+

+

=

=

= n i i

t

n

λ

Por exemplo, sejam t1 = 20, t2 = 30, t3 = 40 e t4 = 50,

então, existem 4 chegadas em um intervalo de 140 unidades de tempo e na média ocorre 1 chegada a cada 35 unidades de tempo. Isto é justificado através da fórmula que fornece a estimativa para a taxa de chegada λλλλ:

A partir da estimativa de λλλλ é possível verificar se é verdadeira ou não a hipótese de que o intervalo entre as chegadas t1, t2, ..., tn é governado pela função de

distribuição exponencial dada por:

t

e

t

f

(

)

=

λ

ˆ

−λˆ

18

© UNESP 6 Agosto 2008

DADOS DE ENTRADA

A forma mais simples de realizar tal verificação é empregar o teste de aderência chi-quadrado (existe também o teste de Komolgorov-Smirnov, que será discutido mais adiante).

Passo 1:Quebrar o conjunto das possíveis chegadas em k

categorias

.

Passo 2: Assumir que f(t) governa o fenômeno do

tempo entre as chegadas para estimar o número de ti´s

que devem estar em cada categoria i: oi.

Passo 3: Aplicar a fórmula a seguir para calcular a

estatística da chi-quadrado χχχχ2(obs) para os dados

observados:

= − = k i i i i e e o obs 1 2

2 ( )

) (

(10)

19

© UNESP 6 Agosto 2008

=

− = k

i i i i

e e o obs

1

2

2 ( )

) (

χ

O valor de χχχχ2(obs) segue uma distribuição chi-quadrado

com k-2 graus de liberdade. Se χχχχ2(obs) for pequeno,

então, é razoável assumir que os ti´s são amostras de uma variável aleatória com distribuição f(t). Por exemplo, se houver uma aderência perfeita, então, oi = ei para i = 1, 2,..., k, resultando em χχχχ2(obs)com valor

igual a zero. Se χχχχ2(obs) for muito grande, então,

pode ser assumido que os ti´s não representam os valores de uma variável aleatória com distribuição f(t). Mais formalmente é necessário realizar um teste de hipóteses como descrito a seguir.

20

© UNESP 6 Agosto 2008

DADOS DE ENTRADA

=

− = k

i i i i

e e o obs

1

2

2 ( )

) (

χ

H0: t1, t2, ..., tn é uma amostra aleatória da variável

aleatória com distribuição f(t).

Hαααα: t1, t2, ..., tn não é uma amostra aleatória da

variável aleatória com distribuição f(t).

A hipótese H0 será aceita se χχχχ2(obs) χχχχ2

k-r-1(αααα), caso

contrário, Hαααα será aceita. O valor αααα corresponde a área à direita de χχχχ2

k-r-1(αααα). O valor r é o número de

(11)

21

© UNESP 6 Agosto 2008

ANÁLISE ESTATÍSTICA

α αα

α% das observações

⇔ ⇔⇔ ⇔ α αα

α% da área sob a curva

χχχχ2 r(αααα)

χχχχ2 é função

de distrib. Chi-quadrado

y

χχχχ

2

22

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DADOS DE ENTRADA

Chegada Intervalo

1 0,01

2 0,07

3 0,03

4 0,08

5 0,04

6 0,10

7 0,05

8 0,10

9 0,11

10 1,17

Chegada Intervalo

11 1,50

12 0,93

13 0,54

14 0,19

15 0,22

16 0,36

17 0,27

18 0,46

19 0,51

20 0,11

Chegada Intervalo

21 0,56

22 0,72

23 0,29

24 0,04

25 0,73

Exemplo 4: Verificar se as observações são tais que

correspondem a função de distribuição

(12)

23

© UNESP 6 Agosto 2008

72

,

2

19

,

9

25

ˆ

1

=

=

=

=

n

i i

t

n

λ

Observar que:

A função de probabilidade exponencial será dada por:

t

e

t

f

(

)

=

2

,

72

−2,72

19

,

9

25

1

=

=

=

n

i i

t

Logo:

24

© UNESP 6 Agosto 2008

0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0.9 1

0 0.5 1 1.5 2 2.5 3

DADOS DE ENTRADA

Função de distribuição Exponencial 2,72e-2,72t

(13)

25

© UNESP 6 Agosto 2008

DADOS DE ENTRADA

Escolhendo 5 categorias tal que a probabilidade de que uma observação A esteja em uma das 5 categorias seja de 0,20. Assim: ei = 25*(0,20) = 5 observações para

cada categoria. Para obter os limites de cada categoria é preciso empregar a função de distribuição acumulada para A:

=

=

=

t s t

e

ds

e

t

A

P

t

F

0

72 , 2 72

, 2

1

72

,

2

)

(

)

(

26

© UNESP 6 Agosto 2008

0 0,08 0,19 0,34 0,59 1

0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0.9 1

DADOS DE ENTRADA

Função de distribuição acumulada da Exponencial f(t)

(14)

27

© UNESP 6 Agosto 2008

Os limites de cada categoria serão:

Categoria Intervalo

1 0 ≤ t < m1 minutos 2 m1 ≤ t < m2 minutos

3 m2 ≤ t < m3 minutos 4 m3 ≤ t < m4 minutos

5 m4 ≤ t minutos

Observar que:

F(m1) = 0,20

F(m2) = 0,40

F(m3) = 0,60

F(m4) = 0,80

28

© UNESP 6 Agosto 2008

DADOS DE ENTRADA

Seja F(t) = 1 – e-2,72t, então, para qualquer número p,

achar o valor t que satisfaz F(t) = p. O valor t pode ser encontrado com:

Aplicando logarítmo na base e dos dois lados de (1):

p

e

t

=

−2,72

1

t

e

p

2,72

1

=

(1)

72

,

2

)

1

ln(

=

p

(15)

29

© UNESP 6 Agosto 2008

DADOS DE ENTRADA

Aplicando (2) para encontrar m1, m2, m3 e m4:

08

,

0

72

,

2

)

2

,

0

1

ln(

1

=

=

m

19

,

0

72

,

2

)

4

,

0

1

ln(

2

=

=

m

34

,

0

72

,

2

)

6

,

0

1

ln(

3

=

=

m

59

,

0

72

,

2

)

8

,

0

1

ln(

4

=

=

m

Categoria Intervalo

1 0 ≤t< 0,08 minutos 2 0,08 ≤t< 0,19 minutos 3 0,19 ≤t< 0,34 minutos

4 0,34 ≤t< 0,59 minutos 5 0,59 ≤t minutos

30

© UNESP 6 Agosto 2008

0 0,08 0,19 0,34 0,59 1

0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0.9 1

DADOS DE ENTRADA

Função de distribuição acumulada da Exponencial F(t)

(16)

31

© UNESP 6 Agosto 2008

Após classificar os dados nas 5 categorias, encontra-se: o1 = 6, o2 = 5, o3 = 4, o4 = 5 e o5 = 5. O número de

valores esperados em cada categoria é dado por: e1 = e2

= e3 = e4 = e5 = 0,2*(25) = 5. Com isto. Calcula-se o

valor de χχχχ2(obs):

= − = k i i i i e e o obs 1 2

2 ( )

) ( χ 5 ) 5 5 ( 5 ) 5 5 ( 5 ) 5 4 ( 5 ) 5 5 ( 5 ) 5 6 ( ) ( 2 2 2 2 2

2 =++++

obs χ 40 , 0 0 0 2 , 0 0 2 , 0 ) (

2 = + + + + =

obs

χ

32

© UNESP 6 Agosto 2008

Lembrando que a hipótese H0 será aceita se χχχχ2(obs)

χχχχ2

k-r-1(αααα), caso contrário, Hαααα será aceita.

Seja αααα = 0,05 e usando a distribuição exponencial (i.e. r = 1), então:

χχχχ2

5-1-1(αααα) = χχχχ23(0,05) = 7,81.

Como χχχχ2(obs) = 0,40, então: χχχχ2(obs) χχχχ2

k-r-1(αααα) e a

hipótese de que o tempo entre as chegadas segue uma distribuição exponencial com chegada de taxa de média de chegada de λλλλ = 2,72 por minuto pode ser aceita.

No Excell o valor da chi-quadrado pode obtido com:

=CHINV(.05,3) = 7,81.

DADOS DE ENTRADA

H0: t1, t2, ..., tn é uma amostra aleatória da variável

(17)

33

© UNESP 6 Agosto 2008

DADOS DE ENTRADA

Existem duas questões importantes para a aplicação do teste Chi-quadrado:

(i) Número mínimo de valores para aplicar o teste. (ii)Número de classes.

A tabela dada a seguir foi extraída de:

34

© UNESP 6 Agosto 2008

DADOS DE ENTRADA

Tamanho da amostra(n)

Número de classes(k)

20

Não usar o teste

50

5 a 10

100

10 a 20

> 100

De n

1/2

até n/5

Recomendações de quando usar o teste χχχχ2 e acerca do

número de categorias (k) de acordo com o tamanho da amostra (n):

Outra recomendação é a de usar categorias com o mesmo número esperado de dados (ei) para distribuições contínuas. Neste caso, deve-se usar também que:

(18)

35

© UNESP 6 Agosto 2008

Observações adicionais sobre o teste Chi-quadrado:

(i) O teste Chi-quadrado exige que os dados sejam agrupados em k classes e no caso de distribuições contínuas estes agrupamentos são arbitrários.

(ii)A modificação no número de classes e no tamanho dos intervalos pode afetar o valor de χχχχ2(obs) de que para alguns agrupamentos a hipótese H0 pode ser

aceita e em outros rejeitada.

(iii)Uma alternativa é o teste de Kolmogorov-Smirnov

que é particularmente útil quando as amostras são pequenas (n pequeno) e quando nenhum parâmetro foi estimado acerca dos dados (no Exemplo 2, a taxa média de chegada λλλλ foi estimada em 2,72, p. ex.).

36

© UNESP 6 Agosto 2008

DADOS DE ENTRADA

Teste de Kolmogorov-Smirnov:

Este teste compara a função de distribuição acumulada (FDA) esperada F(x) com a FDA observada SN(x), onde N

é o número de observações da amostra.

Se a amostra fornece valores R1, R2, ..., RN, então, a

FDA empírica de SN(x) será dada por:

N

x

R

R

R

de

no

x

S

N

N

=

.

{

,

,...,

}

)

(

1 2

(19)

37

© UNESP 6 Agosto 2008

H0: R1, R2, ..., RN é uma amostra aleatória da variável aleatória com distribuição acumulada F(x).

Hαααα: R1, R2, ..., RN não é uma amostra aleatória da variável aleatória com distribuição acumulada F(x).

Observando que:

DADOS DE ENTRADA

O teste de Kolmogorov-Smirnov usa a maior desvio absoluto entre F(x) e SN(x) no intervalo da variável

aleatória e emprega a seguinte fórmula:

D = max |F(x) – SN(X)| (1)

A distribuição D é conhecida e tabelada como função de

N como dado a seguir.

38

© UNESP 6 Agosto 2008

DADOS DE ENTRADA

(20)

39

© UNESP 6 Agosto 2008

Passos do Teste de Kolmogorov-Smirnov:

Passo 1: Ordenar os dados do menor para o maior. Se

R(i) corresponder ao i-ésimo menor dado, então:

R(1) R(2)≤...≤ R(N)

Passo 2: Calcular: e

Passo 3: Calcular: D = max(D+, D-).

Passo 4: Encontrar o ponto crítico Dαααα nas tabelas

anteriores para o nível de significância αααα e o tamanho

N.

Passo 5: Se D Dαααα, então, a hipótese H0 é aceita, caso contrário é rejeitada.

=

+

) ( 1

max

i N

i

N

R

i

D

=

N

i

R

D

i

N i

1

max

() 1

40

© UNESP 6 Agosto 2008

Exemplo 5: Suponha que cinco números foram

gerados: 0,44, 0,81, 0,14, 0,05 e 0,93. Aplicar

o teste de Kolmogorov-Smirnov com nível de

significância

αααα

= 0,05 para verificar se os valores

seguem uma função de distribuição de

probabilidade uniforme.

Os passos 1 e 2 são dados pela seguinte tabela:

R(i) 0,05 0,14 0,44 0,81 0,93

i/N 0,20 0,40 0,60 0,80 1,00

i/N – R(i) 0,15 0,26 0,16 - 0,07

R(i)-(i-1)/N 0,05 - 0,04 0,21 0,13

(21)

41

© UNESP 6 Agosto 2008

Passo 3: Calcular: D = max(D+, D-) = max(0,26, 0,21) = 0,26

DADOS DE ENTRADA

Passo 4: Encontrar o ponto crítico Dαααα nas tabelas anteriores

para o nível de significância αααα = 0,05 e o tamanho N = 5:

D

αααα

= 0,563

42

© UNESP 6 Agosto 2008

DADOS DE ENTRADA

Passo 5: Se D ≤ Dαααα, então, a hipótese H0 é aceita, caso contrário

é rejeitada. Como D = 0,26 ≤ Dαααα = 0,563. Lembrando que:

H0: R1, R2, ..., RN é uma amostra aleatória da variável

aleatória com distribuição acumulada F(x).

Hαααα: R1, R2, ..., RN não é uma amostra aleatória da variável aleatória com distribuição acumulada F(x).

(22)

43

© UNESP 6 Agosto 2008

Chegada Intervalo

1 0,01

2 0,07

3 0,03

4 0,08

5 0,04

6 0,10

7 0,05

8 0,10

9 0,11

10 1,17

Chegada Intervalo

11 1,50

12 0,93

13 0,54

14 0,19

15 0,22

16 0,36

17 0,27

18 0,46

19 0,51

20 0,11

Chegada Intervalo

21 0,56

22 0,72

23 0,29

24 0,04

25 0,73

Exemplo 6: Verificar se as 25 observações em

T min realizadas e são tais que correspondem

aos dados fornecidos nas tabelas a seguir. Verificar

se correspondem a uma f.d. exponencial.

44

© UNESP 6 Agosto 2008

ANÁLISE ESTATÍSTICA

Para aplicar o teste de Kolmogorov-Smirnov,

observa-se que os tempos T1, T2, ... se são

exponenciais, então, pode ser provado que os

tempos das chegadas

estão uniformemente

distribuídos em [0,T ] com T =

ΣΣΣΣ

Ti = 9,19.

Os tempos das chegadas são obtidos com:

T1, T1+T2, T1+T2+T3, ..., T1+...+T25.

(23)

45

© UNESP 6 Agosto 2008

GERAÇÃO ALEATÓRIA DA EXPONENCIAL

46

© UNESP 6 Agosto 2008

COMO GERAR F.D. EXPONENCIAL?

<

=

0

,

0

0

,

)

(

t

t

e

t

f

t λ

λ

A função de distribuição de probabilidade da

exponencial é dada por:

A função de distribuição de probabilidade acumulada

(FDA) da exponencial é dada por:

∞ − − − ∞ −      < ≥ − = = = ≤

= t t t

t t t e dt e dt t f t A P t F 0 , 0 0 , 1 ) ( ) ( ) ( λ λ

λ

(24)

47

© UNESP 6 Agosto 2008

PASSO 1: Obter a FDA da variável aleatória X. No caso da exponencial:

<

=

0

,

0

0

,

1

)

(

t

t

e

t

F

t λ

PASSO 2: Seja F(X) = R e como F(X) é FDA, então, F(X) ∈∈∈∈ [0, 1]. Para a exponencial: 1 - e-λλλλt = R desde

que X ≥≥≥≥ 0. Como X é uma variável aleatória, então, 1 - e-λλλλt (isto é R) também o é e [0, 1].

PASSO 3: Resolver F(X) = R em termos de R.

)

1

ln(

1

R

X

=

λ

ln(

)

1

R

X

λ

=

(1-R)∈∈∈∈[0,1],

R∈∈∈∈[0,1]

48

© UNESP 6 Agosto 2008

(25)

49

© UNESP 6 Agosto 2008

SIMULAÇÃO DE SISTEMAS

Tempo entre as chegadas

...

Máquina I

Fila

CENÁRIO 1

Tempo entre as chegadas

...

Máquina I

Fila

CENÁRIO 10

50

© UNESP 6 Agosto 2008

Suponha que são realizadas n replicações independentes que empregam a simulação terminal. Se as n simulações começam com a mesma condição inicial e usam diferentes sequências de valores aleatórios, então, cada simulação pode ser tratada com uma replicação independente. Por simplicidade suponha que exista uma medida de

performance representada pela variável X. Então, Xj é o estimador da medida de performance da j-ésima

replicação, tal que a sequência X1, X2, ..., Xn será de variáveis aleatórias i.i.d. Para estas variáveis a análise estatística clássica pode ser aplicada para construir um intervalo de confiança de 100*(1-αααα)% para

θ = E(x) usando:

ANÁLISE ESTATÍSTICA

( )

n

S

t

X

n

2

1 , 2

/ −

(26)

51

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α αα

α/2% das observações

⇔ ⇔⇔ ⇔ α

αα

α/2% da área sob a curva

zαααα/2 = 1,6;

p.ex.

Z é função de distrib.

normal

y

x

IC de 100*(1-

αααα

)%

52

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0 200 400 600 800 1000 1200

-150 -100 -50 0 50 100 150

Número passos = 1000

1 simulação

Valores médios de todas as simulações

1000 simulações

Parâmetros: z = 0.5, w = 0,

y = 1000 e x = 1000.

(27)

53

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ANÁLISE ESTATÍSTICA

Faixas

F

re

qu

ên

ci

a

Histograma associado

Média:

ΣΣΣΣ

x

i

/n

Moda: + freq.

Mediana: até 50%

54

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ANÁLISE ESTATÍSTICA

( )

n

S

t

X

n

2

1 , 2

/ −

±

α

=

=

n

i i

n

X

X

1

(

)

=

=

n

i i

n

X

X

S

1

2 2

Média Variância amostral

Valor da distribuição t-Student com n – 1 graus de liberdade tal que: P(tn-1 ≥≥≥≥ t(αααα,n-1)) = αααα. Esse

valor pode ser encontrado com o Excel usando: =TINV(2*alpha, graus_de_liberdade).

(28)

55

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Simulação Xj

1 9,252

2 9,273

3 9,413

4 9,198

5 9,532

6 9,355

7 9,155

8 9,558

9 9,310

10 9,269

Exemplo 7: Sejam os dados do número de terminais em operação obtidos de 10 simulações, de mesmo tamanho

de tempo, como dado na Tabela a seguir.

O número médio de terminais em operação é de 9,331, a variância S2 = 0,018 e se

t(0,25 , 9 ) = 2,26, então:

10

0180

,

0

26

,

2

331

,

9

±

096

,

0

331

,

9

±

E para a amostra de dados é este o intervalo com confiança de 95%

αααα

/2 n-1

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(29)

57

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ANÁLISE ESTATÍSTICA -PROMODEL

58

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ANÁLISE ESTATÍSTICA

OBSERVAÇÃO: O tamanho do intervalo de confiança irá

depender da qualidade da nossa amostra. Se o intervalo de confiança for inaceitável, então, para reduzir o seu tamanho é necessário aumentar o número de amostras

ou o tempo de cada simulação. Por exemplo, se o número de amostras aumentar de 10 para 20 ocorrem

duas melhorias:

(1)A média da amostra (passa para 9,359) se

aproxima daquela fornecida pelo estado estacionário (que é 9,362).

(30)

59

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( )

n

S

t

X

n

2

1 , 2

/ −

±

α

=

=

n

i i

n

X

X

1

(

)

=

=

n

i i

n

X

X

S

1

2 2

Média Variância amostral

Valor da distribuição t-Student com n – 1 graus de liberdade pode ser substituída por: Zαααα/2 Pois t(αααα/2, n-1) ≅≅≅≅ Zαααα/2 para n suficientemente grande.

A vantagem é que Zαααα/2 o valor de não depende de n.

Zαααα/2 que é o ponto da distribuição normal tal que 100*(1-αααα/2)% abarca dos valores da distribuição.

60

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ANÁLISE ESTATÍSTICA

α αα

α/2% das observações

⇔ ⇔⇔ ⇔ α

αα

α/2% da área sob a curva

zαααα/2 = 1,6; p.ex.

Z é função de distrib.

normal

y

(31)

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ANÁLISE ESTATÍSTICA

(5/2)% das observações ⇔ ⇔⇔ ⇔

2,5% da área sob a curva

z0,025 = 1,96

y

x

Para IC = 95%, então,

α αα

α = 5% = 0,05 !

62

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ANÁLISE ESTATÍSTICA

Matematicamente, seja εεεε o tamanho desejado do

intervalo:

(α )

ε

n

S

z

2 2 /

( )

S

z

n

/2

1

α

ε

( ) 2 2 /

1

S

z

n

α

ε

( /2) 2





ε

α

S

z

n

(

)

(32)

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Exemplo 8: Calcular o número de amostras n

(número de simulações) necessárias para que

o intervalo de confiança (IC) de 95% seja tal que:

ε

= 0,02. Uso os dados da tabela abaixo e as eqs.:

( /2) 2





ε

α

S

z

n

(

)

=

=

n

i i

n

X

X

S

1

2 2

18

,

0

=

X

z0,025 = 1,96

64

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ANÁLISE ESTATÍSTICA -PROMODEL

1

3

(33)

65

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ANÁLISE ESTATÍSTICA -PROMODEL

[

0

,

06

0

,

03

0

,

09

0

,

02

0

,

1

0

,

03

0

,

01

0

,

09

0

0

,

04

]

=

X

X

i

18

,

0

=

X

(

)

=

=

n i i

n

X

X

S

1 2 2

(

)

0

,

0176

10 1 2

=

= i i

X

X

(

)

0

,

00176

10

10 1

2

2

=

=

=

i

i

X

X

S

( /2) 2





ε

α

S

z

n

Se z0,025 = 1,96 e εεεε = 0,02:

17

94

,

16

)

02

,

0

(

)

00176

,

0

(

)

96

,

1

(

2 2

=





n

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PROMODEL

Opções de Simulação

(34)

67

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Opções de Simulação

Opções

68

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(35)

69

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ANÁLISE ESTATÍSTICA -PROMODEL

20

,

0

=

X

(

)

=

=

n i i

n

X

X

S

1 2 2

(

)

0

,

0775

20 1 2

=

= i i

X

X

(

)

0

,

0039

20

20 1

2

2

=

=

=

i

i

X

X

S

( /2) 2





ε

α

S

z

n

Se z0,025 = 1,96 e εεεε = 0,02:

38

22

,

37

)

02

,

0

(

)

0039

,

0

(

)

96

,

1

(

2 2

=





n

18

,

0

=

X

Para n = 10:

Iguais aos valores de n = 10 !

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PROMODEL

Opções de Simulação

(36)

71

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Opções de Simulação

Opções

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(37)

73

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OBRIGADO !!!

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