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Jornal99Julho2012

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A palavra do presidente

Excelentíssimos senhores Delegados, junho foi um impor-tante mês para a Classe, porque, a partir deste marco a Carreira de Delegados foi reformulada, passando a ter outra formatação, considerando uma sistematização progressi-va e horizontal.

Em breve retrospectiva: até 2009 a carreira de Delegados era composta por quatro classes em encadeamento verti-cal e independentes entre si. Ou seja, cada classe pos-suía quantitativo de vagas criadas por Lei, as quais só poderiam ser ocupadas quando o Governador decidia re-alizar promoções, estas por critérios de antiguidade ou de mérito, mas ambos limitados ao número de vagas existen-tes em cada classe.

A partir de 2009, a carreira sofreu alterações significati-vas com a criação de mais duas classes, QAP-IV e QAP-V, que, segundo estudos da gestão à época, deixaria a car-reira dos Delegados de Polícia mais elástica e isto, pode-ria cpode-riar um ambiente mais favorável á futuros avanços remuneratórios.

Com efeito, após verificar alguns problemas de ordem es-tratégica com o acréscimo das aludidas classes, esta ges-tão criou e apresentou um novo modelo de carreira estruturada de forma horizontal e com encadeamento pro-gressivo e indexado, trazendo, dentre outros, os seguintes avanços:

1. Criação de Plano de Cargos Carreira e Salários para os Delegados, os quais haviam ficado fora do PCCV geral da Polícia Civil;

2. Manutenção da estratégia de elasticidade da classe, sem contudo, atrelá-la a outras carreiras, já que passou a ter formatação inovadora, e diversa de outras carreiras policiais no Brasil;

3. Desnecessidade de vagas para progressões. Agora os Delegados progredirão anualmente independentemente da existência de vagas no próximo nível, o que possibilita a certeza de chegar ao final da carreira quando à época da aposentadoria;

4. Reenquadramento por critérios de remuneração e por tempo de serviço, incluindo aí todos os aposentados, que puderam finalmente resgatar a dignidade, corrigindo in-justiças pretéritas;

5. Vinculação entre as faixas remuneratórias, mantendo assim, equidistância entre os níveis vencimentais. Ou seja, a partir de agora, todos os Delegados manter-se-ão unidos em busca de melhor remuneração para o início da

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Fundado em 09/06/87 Fundado em 09/06/87 Fundado em 09/06/87 Fundado em 09/06/87 Fundado em 09/06/87

Conselho Editorial: Presidente Flaubert Queiroz Flaubert Queiroz Flaubert Queiroz Flaubert Queiroz Flaubert Queiroz 1º vice Gileno SiqueiraGileno SiqueiraGileno SiqueiraGileno Siqueira 2º vice Francisco RodriguesGileno Siqueira Francisco RodriguesFrancisco RodriguesFrancisco RodriguesFrancisco Rodrigues

Edição e Redação Natalia FalcãoNatalia FalcãoNatalia Falcão DRT 3700Natalia FalcãoNatalia FalcãoDRT 3700DRT 3700DRT 3700 Diagramação Vilma Albuquerque-DRT 2453 DRT 3700 Vilma Albuquerque-DRT 2453 Vilma Albuquerque-DRT 2453 Vilma Albuquerque-DRT 2453 Vilma Albuquerque-DRT 2453 Tiragem 2.000 exemplares2.000 exemplares2.000 exemplares2.000 exemplares2.000 exemplares O Jornal Adeppe é de propriedade e orientação da Associação dos Delegados de Polícia de Pernambuco. Os artigos assinados são de responsabilidade dos autores e não representam necessariamente o pensamento da ADEPPE. Todos os direitos reservados.

Direção e Redação: rua da Aurora, 387, Boa Vista, Recife, PE. Fones 3221.2925 - 3423.4319. Home Page: www.adeppe.com.br E-mail: [email protected]

O Jornal Adeppe segue na campanha pela aprovação da Lei Orgânica da O Jornal Adeppe segue na campanha pela aprovação da Lei Orgânica da O Jornal Adeppe segue na campanha pela aprovação da Lei Orgânica da O Jornal Adeppe segue na campanha pela aprovação da Lei Orgânica da O Jornal Adeppe segue na campanha pela aprovação da Lei Orgânica da Polí-cia Civil. A ideia é chamar a atenção e buscar o engajamento de diversos setores cia Civil. A ideia é chamar a atenção e buscar o engajamento de diversos setores cia Civil. A ideia é chamar a atenção e buscar o engajamento de diversos setores cia Civil. A ideia é chamar a atenção e buscar o engajamento de diversos setores cia Civil. A ideia é chamar a atenção e buscar o engajamento de diversos setores da sociedade sobre o tema. Além de manter o apelo constante para a aprovação da sociedade sobre o tema. Além de manter o apelo constante para a aprovação da sociedade sobre o tema. Além de manter o apelo constante para a aprovação da sociedade sobre o tema. Além de manter o apelo constante para a aprovação da sociedade sobre o tema. Além de manter o apelo constante para a aprovação da matéria. O selo no JA é permanente: em defesa desse direito da categoria. da matéria. O selo no JA é permanente: em defesa desse direito da categoria. da matéria. O selo no JA é permanente: em defesa desse direito da categoria. da matéria. O selo no JA é permanente: em defesa desse direito da categoria. da matéria. O selo no JA é permanente: em defesa desse direito da categoria.

carreira, o que causará inevitavelmen-te, efeito em toda a classe, possibili-tando valores mais atraentes ao seu final;

6. Tratamento remuneratório isonômico entre ativos e apo-sentados, mantendo a paridade e integralidade;

7. Possibilidade de negociação de progressões extraordi-nárias para toda a Classe, em épocas que a situação eco-nômica for desfavorável e o percentual oferecido pelo Go-verno for pouco atraente.

Temos ciência de que o Plano de Cargos supramencionado ainda necessita de ajustes a fim de adequar-se àquilo que foi proposto inicialmente pela ADEPPE. Por exemplo: 1.Incentivo ao aper feiçoamento profissional, com percentuais diferenciados para aqueles que possuam pós-graduação ou cursos específicos na área de segurança pública;

2. Fusão das classes QAP e QAP-E em uma classe única, para que as progressões ocorram sem obstruções; 3. Além das progressões por avaliação de desempenho, a criação de outros critérios exclusivamente de mérito para progredir extemporaneamente os Delegados que se des-tacarem na atividade, possibilitando assim, que se possa atingir o final da carreira mais cedo e valorizar o princípio da meritocracia.

Por fim, a despeito de críticas, ressaltamos que em ne-nhum momento a ADEPPE militou pela quebra da hierar-quia e da disciplina na Polícia Civil, uma vez que tal con-ceito é principio lógico e inerente às organizações polici-ais, não se desfazendo com a simples mudança na forma como a classe é rearranjada. Em uma instituição onde há imperativos de segurança e pessoas que trabalham ar-madas, não pode e nem deve haver afronta a tais princí-pios, sob pena de ferir de morte a essência organizacional da policia. Contudo, devemos lembrar que entre Magis-trados, Promotores e Delegados, todos ocupantes das car-reiras jurídicas típicas de Estado, sempre prevalecerá um princípio mais amplo, o do livre convencimento e, desta forma, devemos entender hierarquia entre tais membros de forma mitigada, ou seja, meramente administrativa. Esta é uma ADEPPE realmente para TODOS e de TODOS.

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diretoria da Adeppe decidiu inovar. A Associação lançou a campanha “Delegado Cidadão. A Justiça começa na Delegacia”. O

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objetivo é conscientizar a população e a classe sobre a importância do trabalho do Delegado de Polícia em Pernambu-co. É a primeira vez que uma campanha como esta será feita no Estado.

“É uma ação endereçada à popula-ção. Queremos que as pessoas enten-dam a importância do nosso trabalho e que na prática a Justiça Criminal come-ça na Delegacia”, disse o segundo vice-presidente da Adeppe, Francisco Rodrigues.

A Adeppe vai distribuir banners com a marca que será exposta em todas as

delegacias do Estado. A campanha terá amplo alcance po-pular. Outros instrumentos de divulgação estão sendo es-tudados pela diretoria da entidade.

“É importante que todos tenham a consciência de que não adianta ter um Judiciário bem equipado e bem re-munerado e um bom Ministério Público, se a Polícia Civil também não estiver bem”, afirmou Francisco.

Além de conscientizar as pessoas, a ideia é que o ma-terial também possa ajudar na autoestima dos delegados. “O delegado de Polícia precisa aprender a valorizar a sua função na sociedade e saber que ela é fundamental para a Justiça”, declarou.

A Adeppe ainda pretende visitar as de-legacias para expor a campanha e con-versar com os delegados sobre os proble-mas da classe. “Temos que criar entre os delegados uma consciência de classe ain-da maior”, afirmou Francisco.

Segundo o ex-presidente da Adeppe, Tancrêdo Loyo, o apoio da sociedade é importante para a categoria e a valoriza-ção do trabalho dos delegados. “Questões como a Lei Orgânica precisam da mobilização da categoria. Ela garante avanços como a regulamentação das fun-ções do delegado, a padronização do tra-balho e assegura cada delegado como operador do direito, fundamental na de-mocracia”.

CARREIRA JURÍDICA - O presidente Flaubert Queiroz mantém a luta pelo reconhecimento da carreira de delegado como integrante das carreiras jurídi-cas típijurídi-cas de Estado. O secretário da SDS, Wilson Damázio, recebeu em audiência o presidente da Adeppe e afirmou ver com simpatia assegurar essa prerrogativa à categoria, com a implementação de uma emenda à Constituição Es-tadual, até o final deste ano. Na ocasião, Flaubert sugeriu ao secretário que no edital do próximo concurso para de-legado sejam observados os requisitos de investidura, bem como, as matérias a serem cobradas no certame, sejam de natureza estritamente jurídica, a exemplo do que ocor-reu no recente edital da Polícia Federal.

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O “Movimento ADEPPE para todos” desfraldou a bandeira da unidade da classe. O grupo se comprometeu a defender indistintamente os direitos dos delegados ativos e aposentados. Novos, seminovos ou antigos. Em re-sumo, a partir de então a ADEPPE só defenderia algum projeto benefician-do toda a classe e respeitanbenefician-do vanta-gens individuais conquistadas pelos associados.

Na época, ressabiada pelo recente confisco dos qüinqüênios – direito pessoal adquirido com o suor do la-bor de anos – a categoria, em especi-al o conjunto dos aposentados, viu a proposta do “Movimento ADEPPE para todos” com justificada desconfiança. Não era para menos. O golpe sofrido tinha sido muito forte. Todos os asso-ciados conhecem a história. Não dava para esquecer. E a gente não pode

deixar de registrar.

Nas tratativas e negociações do úl-timo pleito na ADEPPE, o ex-presiden-te Gileno Siqueira – sobre quem re-cai a confiança de significativo con-tingente de colegas aposentados – juntou-se aos companheiros Flaubert Queiroz, Francisco Rodrigues e outros idealistas delegados. Foi firmado um pacto em cima de propostas e com-promissos. Da escuridão surgiu o cla-rão de uma fulgurante manhã. E os companheiros aposentados, muitos desapadrinhados na honrada vida policial, viram chegar a hora do reco-nhecimento. Gileno, Francisco e Flaubert, por ordem de antiguidade. Três gerações. Em comum, a coragem para lutar, a independência que liber-ta e a fidelidade à palavra empenha-da.

por Tancrêdo Loyo

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O Caxangá Ágape homenageou os delegados Osvaldo Moraes, en-tão diretor de Operações, Luiz Andrey, gestor do Denarc e Helga Queiroz, assessora do DGOPJ.

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Reza o Código de Processo Penal que toda pessoa poderá ser testemu-nha. Logo podem ser testemunhas o Delegado, o Promotor, o Juiz, bem como qualquer pessoa que tenha al-guma percepção sensorial acerca do fato investigado e que tal percepção possa ser utilizada para esclarecer fato relevante nos autos.

Assim, caso um Delegado de Polí-cia, um Promotor, um Juiz ou qual-quer outra pessoa, caminhando pela rua, em um dia normal, presencie um assassinato, evidentemente que o fato de ser Delegado, Promotor ou Juiz não o isentaria de ser arrolado como testemunha do fato, já que, neste caso, o intimado seria realmente tes-temunha de um ilícito ocorrido.

Raciocínio diferente ocorre quando o Delegado de Polícia cumpre mera-mente seu papel institucional de in-vestigar um crime. Em seu mister investigativo o Delegado de Polícia jamais poderá ser testemunha.

É que quando está imbuído de sua função o Delegado, por expressa de-terminação legal, deve seguir os man-damentos constantes no art. 6º e se-guintes do Código de Processo Penal, apurando os fatos, requisitando exa-mes probatórios, compromissando e ouvindo testemunhas.

O que for apurado pelo Delegado deve constar em um minucioso rela-tório que seguirá juntamente com o Inquérito ou APFD para a Justiça, constando inclusive a opinião da

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materialidade e da autoria delitiva. Ora, o Delegado, nesta situação, não é testemunha, pois tudo o que chegou ao seu conhecimento foi à partir de investigações colhidas, perí-cias realizadas e do depoimento de testemunhas sendo que todo este material probatório já foi materializa-do nos autos.

As testemunhas inclusive presta-ram depoimento após prestarem com-promisso perante a Autoridade Polici-al, no sentido de falar a mais absolu-ta verdade acerca dos fatos que pre-senciaram ou souberam.

Observe-se que, por sua atribuição, o Delegado de Polícia é o instrumen-to pelo qual se materializa instrumen-todo o con-junto probatório nos autos do Inqué-rito Policial. É o Delegado de Polícia quem determina a juntada de provas, a oitiva de testemunhas e outros tan-tos procedimentan-tos que, ao final, for-marão a opinião da Autoridade Polici-al acerca do fato delituoso e sua au-toria.

O conjunto de tudo o que foi apu-rado, repita-se, é materializado sob a forma de Relatório Final e segue para a Justiça, juntamente com o

Inquéri-to ou APFD.

Assim, entendemos que o Delega-do de Polícia não pode ser intimaDelega-do para depor em processo que surgiu à partir de Inquérito Policial ou APFD por ele presidido.

Entendemos ainda que tais intimações, além de ilegais, em nada auxiliam no combate à criminalidade. Pelo contrario, criam mais um obstá-culo para a persecução criminal.

É que o Delegado de Polícia é peça fundamental em uma delegacia de polícia. Assim como o Juiz de Direito deve estar presente em todas as ou-vidas que ocorrerem em sua jurisdi-ção, da mesma forma o Delegado de Polícia deve estar presente em todas as ouvidas ocorridas em sua circuns-crição, sob pena de nulidade das pro-vas.

Assim quando um Delegado passa uma tarde inteira em um fórum por-que foi arrolado como testemunha de algo que não viu, todo o trabalho cartorário na delegacia se estanca, já que a presença do delegado é condi-ção imprescindível para a oitiva das testemunhas na delegacia.

A ouvida do Delegado em juízo, embora possa parecer algo de produ-tivo e inovador aos olhos do leigo, quando analisado de forma lógica, mostra-se como mais um entrave à persecução criminal.

E esses entraves e mais entraves , a sociedade já não quer mais.

Flávio Tau é delegado de Polícia

Em seu mister

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O projeto “Quem colabora ganha prêmio” promete este ano. Vamos sortear entre os adeppeanos que colabora-rem com o jornal uma TV LED de última geração durante a confraternização de fim de ano, em dezembro. O projeto “Quem Colabora Ganha Prêmio” foi criado com o objetivo de estimular a categoria a contribuir com este espaço de-mocrático que é o JA.

E para a edição de 2012 já estão concorrendo: Verônica

Azevedo, Tancrêdo Loyo, Adalberto Freire, Helga de Quei-roz, Casimiro Ulisses, Carlos Afonso Ferreira, Lenise Valentim, Roldão Joaquim dos Santos, Francisco Rodrigues, Flávio Tau e Rita de Cássia Valença. E você vai perder? Então se prepare para o sorteio. Mande já a sua colabo-ração para o e-mail do Jornal: [email protected]. A ordem de publicação do material obedecerá critérios como a data de envio do artigo.

Quem colabora ganha prêmio. Não perca essa chance

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Quem colabora ganha prêmio. Não perca essa chance

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Em 1998, em processo de concur-so público para o cargo de Autorida-de Policial, ingressaram muitas mu-lheres na instituição Policia Civil de Pernambuco, passando a ser cerca de 135 mulheres na função de delega-da de polícia, delega-dando início a uma mudança histórica no quadro funcio-nal da categoria.

Atualmente, conta-se com mais de 100 delegadas de policia na ativa, que vem desempenhando, tanto quanto seus colegas, a função polici-al, com capacidade e coragem, com excelência do uso e domínio de seu tirocínio, amadurecido pelos atributos inerentes à condição do feminino.

Diferentemente ao que acontecia há alguns anos atrás quando, ao se falar em carreira de delegado de poli-cia, vislumbrava-se sempre a imagem de alguém do sexo masculino à fren-te dos trabalhos de investigação, no cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão, além de par-ticipações em operações policiais, den-tre outras ações.

Entretanto, apesar desse acréscimo de profissional feminino ao quadro, a estrutura institucional da policia ci-vil ainda não está preparada para ceber profissionais mulheres. As re-gras que estabelecem banheiros fe-mininos e alojamentos separados não existem praticamente em nossa insti-tuição. Aliás, não existem mesmo.

As delegadas ao assumirem seus locais de trabalho com esforços pró-prios tentam adequar as instalações às necessidades e privacidades (im-prescindíveis) da condição feminina. Acompanhando, por exemplo, no-tícias da ASIMUSEP, vislumbramos que os problemas que afligem nós delegadas de policia de Pernambuco vem sendo os mesmos das demais profissionais de outros Estados. En-tretanto, em alguns Estados da fede-ração as discussões referentes aos nossos direitos já vêm acontecendo, como por exemplo, pleitos referentes a alteração das legislações que regem as atividades de segurança, para que a aposentadoria especial para as mu-lheres do segmento de segurança seja normatizada em todo o país de

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re-dução de 5 anos no tempo de servi-ço, como rege o Art. 40 da CF/88, e como já ocorre em alguns locais, como por exemplo, em Santa Catarina. Outro assunto muito discutido e reivindicado por nossas colegas em outros Estados através da ASIMUSEP é o da escala de serviço cumprida por gestantes que, de regra, torna-se incompatível com o período de gestação.

Quanto a inamovibilidade da mãe com o lactente menor de 2 anos, tal situação já chegou até a ser solucio-nado em alguns Estados com a trans-ferência de lotação para uma servidora

de forma que ela ficasse mais próxi-ma da capital. Não queremos aqui afirmar que outras polícias (secretari-as) sejam mais estruturadas e organi-zadas do que a Polícia Civil pernambucana. Contudo impõe-se re-conhecermos que a conscientização em outras locais vem sendo muito mais presente com discussões e rei-vindicações voltadas para a existência de uma normatização administrativa específica e interna nas instituições ou corporações.

E, por fim, não podemos esquecer-nos da necessidade prática de aqui-sição de equipamentos de proteção individual, basicamente armamentos e coletes específicos à policiais femi-ninas. A propósito deste assunto, re-latou certa vez uma policial na entre-vista a uma representante da ASIMUSEP que “passou por uma difi-culdade enorme ao precisar numa operação utilizar um colete masculi-no, que pelo seu formato atrapalhou mais do que a protegeu”.

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ASIMUSEP é uma associação integra-da de mulheres de segurança públi-ca, e logo ao acessar este site encon-tramos a seguinte frase “Temos o di-reito a sermos iguais quando a dife-rença nos inferioriza e temos o direito a sermos diferente quando a igualda-de nos igualda-descaracteriza” (Boaventura de Souza Santos).

E é bem verdade que no dia-a-dia de nossas funções policiais, sentimos na pele cada dificuldade trazida pelo não amadurecimento institucional frente à realidade que enfrentamos para sermos reconhecidas como pro-fissionais competentes na área que escolhemos, como sendo nossa reali-zação profissional.

Estamos ainda à mercê de uma estrutura arcaica que, por anos, se fir-mou em razão de um pensamento retrógrado, enquanto que em alguns outros Estados do país essa “conscientização” já saiu do âmbito do pensamento para a prática, ao menos através de reivindicações das classes policiais no sentido dos direitos das policiais femininas.

Nossa polícia deve buscar cami-nhos em uma dimensão que venha respeitar os direitos das mulheres policiais em sua plena dignidade não somente como ser humano, mas par-ticularmente, como pessoas do sexo feminino, com necessidades específi-cas e anseios próprios da categoria, pois antes de sermos delegadas, te-mos orgulho em serte-mos mulheres e femininas.

Espero sinceramente que estas bre-ves considerações lançadas aqui, ve-nham, finalmente, abrir uma nova perspectiva de pensamento e conscientização sobre a falta de con-dição estrutural das instituições que não disponibilizam às delegadas de policia (e policiais mulheres no geral) como parte integrante da instituição policial em sua condição peculiar de ser mulher, comprometendo-se cada dirigente em reconhecer e focar as transformações que se impõe dada a nossa participação ativa dentro do sis-tema de Segurança Pública.

Rita de Cássia Valença Ferreira Castro é Dele-gada Titular da Delegacia de Riacho das Almas

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JORNAL ADEPPE - Queria que o senhor contasse um pouco da sua história. JOSÉ NETO - Eu sou de origem humilde. Nasci num distrito de Sertânia, Sertão. Vivíamos de agricultura, mas com mui-ta dificuldade por conmui-ta das estiagens, da seca. Em 1948, faleceu minha mãe, naquela época era tudo difícil, inclusive ela morreu num parto. Em 49, eu vim pra Recife sozinho.

JA - Por que?

JN - Não tinha espaço pra viver lá. Meu pai se casou com uma senhora e a gen-te ficou sem espaço. Aqui em Recife eu não tinha ninguém. Consegui um traba-lho através de uma pessoa que me le-vou a um hospital e me apresentou a um amigo dele, eu tinha 16 anos. Um ano depois fui pra Paulo Afonso, e lá consegui um emprego no Hospital Nair Alves de Souza. De lá, fui para o exérci-to, servi entre 51 e 52. Exerci a função de padioleiro, o enfermeiro da tropa. Tempo depois, eu consegui emprego na Pilar. Depois saí e fui trabalhar na Poti. Mas eu pensava em ter um emprego que pudesse conciliar com os estudos. Então vim pra Recife e comecei a tra-balhar numa corporação chamada de Guarda Noturna de Recife e Olinda, que era como se fosse uma instituição agre-gada à Secretaria de Segurança Públi-ca, mantida pelo comércio, pela Prefei-tura e o Estado. Mas como eu precisa-va estudar, tentei falar com o coronel Bráulio Rodrigues Guimarães, que era Secretário de Segurança. Falei numa segunda à noite, na quarta fui nomea-do. Então foi aí que comecei de verda-de a minha vida, que comecei a estu-dar. Consegui uma casinha pra morar e fui trazendo meus irmãos, que eram adultos, mas desamparados e fui os bo-tando pra trabalhar e estudar. No dia 29 de março de 61, o governador

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JOSÉ NETO JOSÉ NETO JOSÉ NETO JOSÉ NETO JOSÉ NETO ENTREVISTA

Comemorando os seus 80 anos, o delegado José Neto conta a sua Comemorando os seus 80 anos, o delegado José Neto conta a suaComemorando os seus 80 anos, o delegado José Neto conta a sua Comemorando os seus 80 anos, o delegado José Neto conta a sua Comemorando os seus 80 anos, o delegado José Neto conta a sua história nesta entrevista ao Jornal Adeppe. O delegado que chegou história nesta entrevista ao Jornal Adeppe. O delegado que chegou história nesta entrevista ao Jornal Adeppe. O delegado que chegou história nesta entrevista ao Jornal Adeppe. O delegado que chegou história nesta entrevista ao Jornal Adeppe. O delegado que chegou ao Recife ainda adolescente, de mala e cuia, apostou nos estudos ao Recife ainda adolescente, de mala e cuia, apostou nos estudos ao Recife ainda adolescente, de mala e cuia, apostou nos estudos ao Recife ainda adolescente, de mala e cuia, apostou nos estudos ao Recife ainda adolescente, de mala e cuia, apostou nos estudos

e cresceu dentro da Polícia, onde construiu boa parte da sua e cresceu dentro da Polícia, onde construiu boa parte da suae cresceu dentro da Polícia, onde construiu boa parte da sua e cresceu dentro da Polícia, onde construiu boa parte da sua e cresceu dentro da Polícia, onde construiu boa parte da sua trajetória profissional. “Nasci num distrito de Sertânia, Sertão. trajetória profissional. “Nasci num distrito de Sertânia, Sertão.trajetória profissional. “Nasci num distrito de Sertânia, Sertão. trajetória profissional. “Nasci num distrito de Sertânia, Sertão. trajetória profissional. “Nasci num distrito de Sertânia, Sertão. Vivíamos de agricultura, mas com muita dificuldade por conta das Vivíamos de agricultura, mas com muita dificuldade por conta das Vivíamos de agricultura, mas com muita dificuldade por conta das Vivíamos de agricultura, mas com muita dificuldade por conta das Vivíamos de agricultura, mas com muita dificuldade por conta das estiagens, da seca”. Em 1948, faleceu minha mãe, naquela época estiagens, da seca”. Em 1948, faleceu minha mãe, naquela época estiagens, da seca”. Em 1948, faleceu minha mãe, naquela época estiagens, da seca”. Em 1948, faleceu minha mãe, naquela época estiagens, da seca”. Em 1948, faleceu minha mãe, naquela época era tudo difícil, inclusive ela morreu num parto. Em 49, eu vim pra era tudo difícil, inclusive ela morreu num parto. Em 49, eu vim praera tudo difícil, inclusive ela morreu num parto. Em 49, eu vim pra era tudo difícil, inclusive ela morreu num parto. Em 49, eu vim pra era tudo difícil, inclusive ela morreu num parto. Em 49, eu vim pra Recife sozinho”, afirmou. José Neto ainda fez elogios aos que estão Recife sozinho”, afirmou. José Neto ainda fez elogios aos que estãoRecife sozinho”, afirmou. José Neto ainda fez elogios aos que estão Recife sozinho”, afirmou. José Neto ainda fez elogios aos que estão Recife sozinho”, afirmou. José Neto ainda fez elogios aos que estão

na atividade hoje. “ na atividade hoje. “ na atividade hoje. “ na atividade hoje. “

na atividade hoje. “A polícia tA polícia tA polícia tA polícia tem uma esA polícia tem uma esem uma esem uma esem uma estruturtruturtrutura muittruturtrutura muita muita muita muito maioro maioro maioro maior, como maior, com, com, com, com corregedoria, centro de inteligência, que soluciona crimes que na corregedoria, centro de inteligência, que soluciona crimes que na corregedoria, centro de inteligência, que soluciona crimes que na corregedoria, centro de inteligência, que soluciona crimes que na corregedoria, centro de inteligência, que soluciona crimes que na

minha época seriam muit minha época seriam muitminha época seriam muit minha época seriam muit

minha época seriam muito difíceis de esclarecero difíceis de esclarecero difíceis de esclarecero difíceis de esclarecero difíceis de esclarecer. Não es. Não es. Não es. Não es. Não estttttououououou criticando a minha época, pois ela não tinha os mesmos recursos. criticando a minha época, pois ela não tinha os mesmos recursos.criticando a minha época, pois ela não tinha os mesmos recursos. criticando a minha época, pois ela não tinha os mesmos recursos. criticando a minha época, pois ela não tinha os mesmos recursos.

Mas temos hoje uma tropa de elite”, afirmou. Mas temos hoje uma tropa de elite”, afirmou.Mas temos hoje uma tropa de elite”, afirmou. Mas temos hoje uma tropa de elite”, afirmou.Mas temos hoje uma tropa de elite”, afirmou.

Foto: Natália Falcão

nou um ato e me nomeou para a polí-cia marítima, onde passei dez anos e sete meses. De lá, já sai bacharel em direito e quando foi criada a Polícia de Carreira fiz o curso pra delegado. A po-lícia marítima foi extinta e os funcioná-rios foram aproveitados como agentes de polícia e eu fui comissário. Quando se criaram os cargos de carreira, 25% das vagas eram destinadas para os fun-cionários da casa. Minha primeira dele-gacia foi Petrolina, depois vim pra Vitó-ria de Santo Antão.

JA - Como foi a experiência de ser dele-gado?

JN - Como eu era policial, eu não igno-rava certas tarefas. A delegacia judiciá-ria era mais técnica. Fui professor da Academia de Polícia conciliando com a função de delegado. Depois fui delega-do de Roubos e Furtos, de Polícia Políti-ca e Social, fui delegado distrital, chefe de recursos humanos, voltei pra dele-gacia distrital e me aposentei com 44 anos de carreira.

JA - E sua atuação na diretoria da Adeppe?

JN - Já fui tesoureiro, primeiro secretá-rio, diretor administrativo, de patrimônio. Sempre tenho uma função aqui. Não gosto de ficar parado. Pra advogar fica-va difícil porque não tinha a vivência do dia a dia. Sempre vivi com meus pro-ventos, nunca fui homem de dar pas-sada maior que minhas pernas. Ajudei meus irmãos no que pude. Trouxe um irmão que hoje é major do exército. Te-nho uma irmã que foi delegada e já se aposentou. Um outro foi pra iniciativa privada, hoje é advogado em São Pau-lo.

JA - Como é que o senhor vê a catego-ria hoje?

JN - Hoje existe uma gama muito mai-or, crimes incomuns, você vê pessoas

da mesma família se matando. Mas o pessoal atual tem demonstrado muita capacidade de apurar e esclarecer de-terminados crimes que outrora talvez não chegassem a apurar. Eu não tenho o que dizer contra procedimentos da polícia atual. A polícia tem uma estrutu-ra muito maior, com corregedoria, cen-tro de inteligência, que soluciona crimes que na minha época seriam muito difí-ceis de esclarecer. Não estou critican-do a minha época, pois ela não tinha os mesmos recursos. Mas temos hoje uma tropa de elite. Claro que tem fa-lhas, mas elas são apuradas, não ficam abafadas e isso é bom, ajuda a polícia. Não tenho restrição a fazer aos profis-sionais de hoje, eles têm capacidade. JA - Soube que um dos seus hobbies é ir em um restaurante português. JN - Ah, conheço o pessoal desde 82, por uma razão de serviço. Houve um assalto, eu era conhecido do dono. Fi-camos amigos e quando posso vou para o Restaurante Recanto Luzitano, é meu lazer. Eu o ajudava esporadicamente em situações de necessidade, mas não era uma obrigação. Vou lá quase todos os dias. Tenho uma relação pessoal com os donos do restaurante, hoje os meni-nos casaram, sou padrinho de um de-les.

JA - E como é a sua família?

JN - Fiquei viúvo em 2002. Tenho três filhos. Todos moram comigo. Tenho uma neta, meu filho cuida de uma galeria que nós temos. Eu vivo com uma compa-nheira que mora no mesmo prédio, mas em apartamentos diferentes. Ela e meus filhos têm boa relação.

JA - Como você definiria a Polícia Civil em uma frase?

JN - Como um órgão que serve bem à nossa sociedade.

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ANIVERSARIANTES

ANIVERSARIANTES

ANIVERSARIANTES

ANIVERSARIANTES

ANIVERSARIANTES

Julho

Agosto

Pioneiro rejuvenescido

Pioneiro rejuvenescido

Pioneiro rejuvenescido

Pioneiro rejuvenescido

Pioneiro rejuvenescido

O Petur primeiro hotel de Gravatá -ganhou bonita roupagem. Quem o conhe-ceu décadas atrás, fica feliz em ver o esta-belecimento hoteleiro de cara nova. Nos festejos de São João, as delegadas Andréa Boregas e Natalia Medeiros e os delega-dos Paulo André Furtado, Izaias Novaes e Tancrêdo Loyo curtiram o forró e o frio da serra, hospedados no Petur.

Dia 02

Claudemir da Fonseca Gomes Dia 03

Álvaro Cristiano Porpino Muniz Dia 05

Ligia Cardoso Correia Dia 06

Moises Rômulo Angelim Lima Rivaldo Jose Bezerra de Paiva Dia 07

Alba Neide Coutinho de Sena Joaquim Donato Filho Maria de Lourdes C. de Brito Dia 08

Gilvan Coriolano da Silva Paollus Edwardo L. Santos Severino Almeida Filho Severino Farias de Melo Dia 10

Helga de Queiroz Carlos Alberto de Carvalho Dia 12

Odívio Pessoa de Vasconcelos Wilson Nogueira da Silva Dia 13

Jorge Cordeiro da Silva Roberto Wanderley de Miranda Dia 14

Adyr Martens de Almeida Nehemias Falcão de O. Sobrinho Dia 16

Eronildo Rodolfo de Farias Jose de Souza Neto Paulo Andre Furtado da Silva Dia 17

Arlindo Severino Teixeira de Oliveira Nely Queiroz Lucas

Dia 19

Alberes Felix de Souza Dia 20

Edenizio Lourenço da Silva Dia 22

João da Silva Dantas Filho Manoel Pereira da Costa Dia 23

Alysson Elys Oliveira Câmara Breno Varejão

Natalia Barbosa de Medeiros Dia 24

Evaristo Ferreira Neto Genivaldo Nascimento de Melo Dia 27

Daniel Moreira Souza Diogo Martins Fernando Moraes Dia 28

Claudio Jose Pereira de Castro Dia 29

Marta Suelene da Silva Roberval de Oliveira Salles Vilaneida Aguiar Bezerra Dia 30

Jose Custodio da Silva Jurandir Ferreira da Silva Dia 31

Maria de Fátima Câmara da Silva

Dia 02 Dia 02 Dia 02 Dia 02 Dia 02

Nilton Paes de Lira Nilton Paes de Lira Nilton Paes de Lira Nilton Paes de Lira Nilton Paes de Lira Tadeu de Jesus de Cavalcanti Dia 05

Dia 05 Dia 05 Dia 05 Dia 05

Ocidir Potes Vale Ocidir Potes Vale Ocidir Potes Vale Ocidir Potes Vale Ocidir Potes Vale Dia 06

Dia 06 Dia 06 Dia 06 Dia 06

Ana Eliza Fernandes Sobreira Ana Eliza Fernandes Sobreira Ana Eliza Fernandes Sobreira Ana Eliza Fernandes Sobreira Ana Eliza Fernandes Sobreira Edmilson Paes da Silva

Dia 08 Dia 08 Dia 08 Dia 08 Dia 08 T T T T

Telma Mariza Bezerra Velma Mariza Bezerra Velma Mariza Bezerra Velma Mariza Bezerra Velma Mariza Bezerra Veraseraseraseraseras Dia 10

Dia 10 Dia 10 Dia 10 Dia 10

Ana Patrícia C. G. Alcoforado Ana Patrícia C. G. Alcoforado Ana Patrícia C. G. Alcoforado Ana Patrícia C. G. Alcoforado Ana Patrícia C. G. Alcoforado Dia 11

Dia 11 Dia 11 Dia 11 Dia 11

Carlos Frederico de Oliveira Carlos Frederico de Oliveira Carlos Frederico de Oliveira Carlos Frederico de Oliveira Carlos Frederico de Oliveira Filipe Regueira de Oliveira Lima Filipe Regueira de Oliveira Lima Filipe Regueira de Oliveira Lima Filipe Regueira de Oliveira Lima Filipe Regueira de Oliveira Lima Dia 12

Dia 12 Dia 12 Dia 12 Dia 12

Marcos Antonio O. Farias Júnior Marcos Antonio O. Farias Júnior Marcos Antonio O. Farias Júnior Marcos Antonio O. Farias Júnior Marcos Antonio O. Farias Júnior Graham Stephan B. Campelo Graham Stephan B. Campelo Graham Stephan B. Campelo Graham Stephan B. Campelo Graham Stephan B. Campelo Dia 13

Dia 13 Dia 13 Dia 13 Dia 13

Lucia Maria Custodio de Melo Lucia Maria Custodio de Melo Lucia Maria Custodio de Melo Lucia Maria Custodio de Melo Lucia Maria Custodio de Melo Yvaneide Gomes de Melo Yvaneide Gomes de Melo Yvaneide Gomes de Melo Yvaneide Gomes de Melo Yvaneide Gomes de Melo Wedja Andrade e Silva Wedja Andrade e Silva Wedja Andrade e Silva Wedja Andrade e Silva Wedja Andrade e Silva Dia 14

Dia 14 Dia 14 Dia 14 Dia 14

João Leôncio de Oliveira João Leôncio de Oliveira João Leôncio de Oliveira João Leôncio de Oliveira João Leôncio de Oliveira Noely Sales de Souza Noely Sales de Souza Noely Sales de Souza Noely Sales de Souza Noely Sales de Souza Rossine B.Santos Cordeiro Rossine B.Santos Cordeiro Rossine B.Santos Cordeiro Rossine B.Santos Cordeiro Rossine B.Santos Cordeiro Dia 15

Dia 15 Dia 15 Dia 15 Dia 15

Anete Coutinho de Sena Marques Anete Coutinho de Sena Marques Anete Coutinho de Sena Marques Anete Coutinho de Sena Marques Anete Coutinho de Sena Marques José Hélio Barros da Silva José Hélio Barros da Silva José Hélio Barros da Silva José Hélio Barros da Silva José Hélio Barros da Silva Diego Pinheiro de Souza Dia 1

Dia 1 Dia 1 Dia 1 Dia 177777

Antonio Celso da C. Cavalcanti Antonio Celso da C. Cavalcanti Antonio Celso da C. Cavalcanti Antonio Celso da C. Cavalcanti Antonio Celso da C. Cavalcanti Diogo Melo Victor

Diogo Melo Victor Diogo Melo Victor Diogo Melo Victor Diogo Melo Victor Fernando Antonio L.Costa Fernando Antonio L.Costa Fernando Antonio L.Costa Fernando Antonio L.Costa Fernando Antonio L.Costa Victor Hugo J. Rondon Victor Hugo J. Rondon Victor Hugo J. Rondon Victor Hugo J. Rondon Victor Hugo J. Rondon Dia 18

Dia 18 Dia 18 Dia 18 Dia 18

Bruno Marcio de A. Magalhães Bruno Marcio de A. Magalhães Bruno Marcio de A. Magalhães Bruno Marcio de A. Magalhães Bruno Marcio de A. Magalhães Glaukus Alessandro L. Penna Menck Glaukus Alessandro L. Penna Menck Glaukus Alessandro L. Penna Menck Glaukus Alessandro L. Penna Menck Glaukus Alessandro L. Penna Menck Y

Y Y Y

Yan Caman Caman Caman Caman Campos Moreirapos Moreirapos Moreirapos Moreirapos Moreira Marcelo Ferraz Pimentel Dia 20

Dia 20 Dia 20 Dia 20 Dia 20

Antonio José da Silva Antonio José da Silva Antonio José da Silva Antonio José da Silva Antonio José da Silva Nelson Edson da Conceição Nelson Edson da Conceição Nelson Edson da Conceição Nelson Edson da Conceição Nelson Edson da Conceição Dia 21

Dia 21 Dia 21 Dia 21 Dia 21

Ana Amélia de Carvalho Coelho Ana Amélia de Carvalho Coelho Ana Amélia de Carvalho Coelho Ana Amélia de Carvalho Coelho Ana Amélia de Carvalho Coelho Romildo Alves Monteiro Romildo Alves Monteiro Romildo Alves Monteiro Romildo Alves Monteiro Romildo Alves Monteiro Dia 22

Dia 22 Dia 22 Dia 22 Dia 22

Paulo José Vieira Gemir Paulo José Vieira Gemir Paulo José Vieira Gemir Paulo José Vieira Gemir Paulo José Vieira Gemir Júlio Cesar da Cruz Porto Júlio Cesar da Cruz Porto Júlio Cesar da Cruz Porto Júlio Cesar da Cruz Porto Júlio Cesar da Cruz Porto Jaime Correia de Souza Jaime Correia de Souza Jaime Correia de Souza Jaime Correia de Souza Jaime Correia de Souza Dia 23

Dia 23 Dia 23 Dia 23 Dia 23

José Marcelino Barbosa Dia 26 Dia 26 Dia 26 Dia 26 Dia 26 João T João T João T João T

João Tenório Venório Venório Venório Venório Vaz Caaz Caaz Caaz Caaz Cavvvvvalcantialcantialcantialcantialcanti Arapoan T

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Dia 2 Dia 2 Dia 2 Dia 277777

Almir Antonio Cesário Mota Almir Antonio Cesário Mota Almir Antonio Cesário Mota Almir Antonio Cesário Mota Almir Antonio Cesário Mota Dia 28

Dia 28 Dia 28 Dia 28 Dia 28

Carlos Borromeu de Holanda Carlos Borromeu de Holanda Carlos Borromeu de Holanda Carlos Borromeu de Holanda Carlos Borromeu de Holanda Josedite Ferreira de Lima Josedite Ferreira de Lima Josedite Ferreira de Lima Josedite Ferreira de Lima Josedite Ferreira de Lima Dia 29

Dia 29 Dia 29 Dia 29 Dia 29

Karoline Lira P. Siqueira Dia 3

Dia 3 Dia 3 Dia 3 Dia 311111

João Felipe de L. Furtado João Felipe de L. Furtado João Felipe de L. Furtado João Felipe de L. Furtado João Felipe de L. Furtado

Sinto-me feliz e orgulhoso por ser eleito para a Academia Recifense de Letras-ARL, juntando-me a preciosas jóias da literatura nossa como Arthur Carvalho, Fátima Quintas, Olímpio Bonald, Rostand Paraíso, Lúcio Ferreira, Arlego, grande Arlego, principal fun-dador desta Academia e outros tantos da verve literária (outros não, sou sincero) tais os Clóivis, um sem e outro com “i”: Campelo e Marques. Vejam como somos ricos!.... Cada um com seu sobrenome nobre.

Fui eleito para a cadeira nº 14, que per-tencia a Djalma Costa Vianna, e, com muito orgulho, transmito para todos os amigos da minha classe - comissários, agentes, escrivães, a minha posição de Delegado de Polícia Civil (não sei, mas acho que fui o pri-meiro delegado da Polícia Civil a ser eleito para uma Academia de Letras - do RECIFE (Imortal é balela). No entanto fica o registro para todos os meus colegas (um abraço a Tancredo Borba) da minha satisfação em, através do nosso órgão OFICIAL, que me prestigiem (inclusive a direção da minha ADEPPE). Tudo que relatei... Tem alegria e muita emoção por conseguir isso, já aposen-tado “véio”, graças a Deus!. Fica no meu co-ração e divido com todos os delegados da Polícia Civil de PE toda minha satisfação.

Rivaldo Paiva é escritor, jornalista e delegado de Polícia

Mensagem de

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um acadêmico

um acadêmico

um acadêmico

um acadêmico

um acadêmico

Filho de Olinda

Filho de Olinda

Filho de Olinda

Filho de Olinda

Filho de Olinda

O delegado Marcos Mattos(D) já chefiou a delegacia de Rio Doce. Morou em Olinda boa parte da vida. Apaixonou-se pela cida-de Patrimônio da Humanidacida-de. Na Câmara Municipal recebeu o títu-lo de Cidadão de Olinda.

Foto: Mariana Persivo

Lembrando Guaracy

Lembrando Guaracy

Lembrando Guaracy

Lembrando Guaracy

Lembrando Guaracy

Na Assembleia Legislativa de Pernam-buco, o delegado-deputado Antônio Moraes fez aprovar um voto de pesar pelo falecimento do associado Guaracy de Brito Sobrinho, ocorrido no dia 13 de maio últi-mo. Moraes ressaltou que Guaracy “era um profundo conhecedor do homem e da vida e enfrentou com galhardia todas as difi-culdades que se lhe apresentaram”.

Referências

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