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pt 0021 7557 jped 93 s1 0060

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Academic year: 2018

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www.jped.com.br

ARTIGO

DE

REVISÃO

Is

this

child

sick?

Usefulness

of

the

Pediatric

Assessment

Triangle

in

emergency

settings

Ana

Fernandez

,

Javier

Benito

e

Santiago

Mintegi

HospitalUniversitarioCruces,ServiciodeUrgenciasdePediatría,Barakaldo,Espanha

Recebidoem25demaiode2017;aceitoem5dejulhode2017

KEYWORDS

PediatricAssessment Triangle;

Pediatricassessment; Pediatricemergency department

Abstract

Objective: ThePediatricAssessmentTriangleisarapidassessmenttoolthatusesonlyvisual andauditoryclues,requiresnoequipment,andtakes30---60stoperform.It’sbeingused inter-nationallyindifferentemergencysettings,butfewstudieshaveassesseditsperformance.The aimofthisnarrativebiomedicalreviewistosummarizetheliteratureavailableregardingthe usefulnessofthePediatricAssessmentTriangleinclinicalpractice.

Sources: The authors carried out a non-systematic review inthe PubMed®

, MEDLINE®

,and EMBASE® databases,searchingfor articlespublishedbetween1999---2016usingthekeywords ‘‘pediatric assessment triangle,’’ ‘‘pediatric triage,’’ ‘‘pediatric assessment tools,’’ and ‘‘pediatricemergencydepartment.’’

Summaryofthefindings: ThePediatricAssessmentTrianglehasdemonstrateditselftobe use-fultoassesssickchildrenintheprehospitalsettingandmaketransportdecisions.Ithasbeen incorporated,asanessentialinstrumentforassessingsickchildren,intodifferentlifesupport courses,althoughlittlehasbeenwrittenabouttheeffectivenessofteachingit.Littlehasbeen publishedabouttheperformanceofthistoolintheinitialevaluationintheemergency depart-ment.Intheemergencydepartment,thePediatricAssessmentTriangleisusefultoidentifythe childrenattriagewhorequiremoreurgentcare.Recentstudieshaveassessedandprovedits efficacytoalsoidentifythosepatientshavingmoreserioushealthconditionswhoareeventually admittedtothehospital.

Conclusions: ThePediatricAssessmentTriangleisquicklyspreadinginternationallyandits cli-nical applicability isvery promising.Nevertheless,itisimperativeto promoteresearch for clinicalvalidation,especiallyforclinicalusebyemergencypediatriciansandphysicians. ©2017SociedadeBrasileiradePediatria.PublishedbyElsevierEditoraLtda.Thisisanopen accessarticleundertheCCBY-NC-NDlicense(http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/ 4.0/).

DOIserefereaoartigo:

http://dx.doi.org/10.1016/j.jped.2017.07.002

Comocitaresteartigo:FernandezA,BenitoJ,MintegiS.Isthischildsick?UsefulnessofthePediatricAssessmentTriangleinemergency

settings.JPediatr(RioJ).2017;93:60---7. ∗Autorparacorrespondência.

E-mail:[email protected](A.Fernandez).

(2)

PALAVRAS-CHAVE

Triângulode

Avaliac¸ãoPediátrica; Avaliac¸ãopediátrica;

Departamentode

emergência pediátrica

Estacrianc¸aestádoente?UtilidadedoTriângulodeAvaliac¸ãoPediátrica nasconfigurac¸õesdeemergência

Resumo

Objetivo: OTriângulodeAvaliac¸ãoPediátricaéumaferramentadeavaliac¸ãorápidaqueusa apenas pistasvisuaiseauditivas,não necessitadeequipamentoselevade30-60segundos. Temsidousadointernacionalmenteemdiferentesconfigurac¸õesdeemergência,porémpoucos estudosavaliaramseudesempenho.Oobjetivodestaanálisebiomédicanarrativaéresumira literaturadisponívelcomrelac¸ãoàutilidadedoTriângulodeAvaliac¸ãoPediátrica naprática clínica.

Fontes: Fizemosuma análise não sistemática nasbases de dadosdo PubMed®,Medline® e

Embase® embusca deartigospublicados entre1999-2016comaspalavras-chave‘‘triângulo

deavaliac¸ãopediátrica’’,‘‘triângulopediátrico’’, ‘‘ferramentasde avaliac¸ãopediátrica’’e ‘‘departamentodeemergênciapediátrica’’.

Resumodosachados: OTriângulodeAvaliac¸ãoPediátricademonstrouserútilnaavaliac¸ãode crianc¸asdoentesnaconfigurac¸ãopré-hospitalar enatomadadedecisõesdetransporte.Ele foi incorporado,como uminstrumentoessencial naavaliac¸ãodecrianc¸asdoentes,em dife-rentes cursosdeapoio devida,apesar depoucoter sidoescritosobreaeficáciadeensino doTriângulodeAvaliac¸ãoPediátrica.PoucofoipublicadosobreodesempenhodoTriângulode Avaliac¸ãoPediátricanaavaliac¸ãoinicialnodepartamentodeemergência(DE).NoDE,o Triân-gulodeAvaliac¸ãoPediátricaéútilparaidentificar,natriagem,crianc¸asqueexigemcuidadomais urgente.EstudosrecentesavaliarameprovaramaeficáciadoTriângulodeAvaliac¸ãoPediátrica tambémnaidentificac¸ãodospacientescomdoenc¸asdesaúdemaisgravese,eventualmente, sãointernadosnohospital.

Conclusões: OTriângulodeAvaliac¸ãoPediátricasedifunderapidamentedeformainternacional esuaaplicabilidadeclínicaémuitopromissora.Contudo,éessencialpromoverpesquisapara validac¸ãoclínica,principalmenteparaousoclínicoporpediatrasemédicosdeemergência. ©2017SociedadeBrasileiradePediatria.PublicadoporElsevierEditoraLtda.Este ´eumartigo OpenAccesssobumalicenc¸aCCBY-NC-ND(http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4. 0/).

Introduc

¸ão

Estacrianc¸aestádoente?Deveiniciarqualquerintervenc¸ão deemergência?Qualquerprofissionaldaáreadesaúdedeve conseguir responder aessas perguntas ao sedeparar com umacrianc¸aqueprecisadeatendimentomédicourgente(na configurac¸ão pré-hospitalarounodepartamentode emer-gência[DE]).

Todososdias,milharesdecrianc¸assãotrazidaspara dife-rentesconfigurac¸õesde emergênciaem todoomundo. As crianc¸asrepresentamcercadeumquartodasvisitasaosDEs hospitalaresecercade30milhõesdecrianc¸assãoavaliadas porclínicosgeraisoupediatras anualmente.1 Osneonatos

commenosde12mesessãoafaixaetáriacomamaiortaxa percapitadevisitasaoDE(91,3por100neonatosem2005). Naconfigurac¸ãopré-hospitalar,10a13%dostransportesde ambulânciasãoparacrianc¸as.2NaEuropa,noReinoUnido,

25-30%detodososatendimentosdeacidenteseemergência sãoemcrianc¸as.3

Em medicinadeemergência pediátrica,aestabilizac¸ão dopaciente deveser feitaantesdeestabelecerum diag-nóstico, é necessária uma abordagem de resoluc¸ão de problemas. Portanto,é essencial ter umaferramentaque possibiliteumarápidaavaliac¸ãoinicialeidentifiqueo pro-blemaaser resolvido.Infelizmente,aavaliac¸ãoinicialde umacrianc¸agravemente doenteouferidanormalmente é difícil,mesmoparamédicosexperientes.Oexamefísicoe aavaliac¸ãodossinais vitais,apedraangulardaavaliac¸ão

emadultos,podemsercomprometidoscomumaavaliac¸ão prática.Aavaliac¸ãoinicialdacrianc¸ana emergênciadeve ser,idealmente,pormeiodeumaavaliac¸ão‘‘geral’’.4

O

Triângulo

de

Avaliac

¸ão

Pediátrica

(TAP):

definic

¸ão

Em2000,aAcademiaAmericanadePediatria(AAP) publi-cou o primeiro programa educacional pediátrico nacional paraprestadoresdeservic¸osmédicospré-hospitalares,que introduziuumanova ferramentadeavaliac¸ãorápida, cha-madadeTriângulode Avaliac¸ão Pediátrica(TAP).OTAP é umaferramentadediagnóstico,foidestinadaapossibilitar queoprestadordeservic¸osmédicosarticuleformalmente umaimpressãogeraldacrianc¸a,estabelec¸aagravidadeda apresentac¸ãoeacategoriadafisiopatologiaedetermineo tipoe urgência daintervenc¸ão.5 O TAP de alguma forma

resumeosachados‘‘instintivos’’epromoveacomunicac¸ão consistenteentreosprofissionaisdesaúdecomrelac¸ãoao estadofisiológicodacrianc¸a.

(3)

Aparência Trabalho de Respiração

Circulação da Pele

Figura1 TriângulodeAvaliac¸ãoPediátrica.

um achado anormal, o componente correspondente é,

por definic¸ão, anormal. Juntos, os três componentes do TAP refletem o estado fisiológico geral da crianc¸a ou o estadogeral deoxigenac¸ão,ventilac¸ão,perfusãoe func¸ão cerebral.2

Aaparênciaéocomponentemaisimportanteao deter-minar quão grave é a doenc¸a ou lesão, a necessidade de tratamento e a resposta à terapia. Ela reflete a adequac¸ão da ventilac¸ão, oxigenac¸ão, perfusão cerebral, homeostasecorporalefunc¸ão dosistemanervosocentral. Essa característica do TAP é delimitada pelo mnemônico ‘‘TICLS’’:Tônus,Interatividade,Consolabilidade,Olharou Contemplac¸ão e Faortantes, como o tônus, a consolabili-dade,ainterac¸ãocomcuidadoreseoutroseaforc¸adochoro dacrianc¸apodeminformaraaparêncianormalouanormal da crianc¸a ao profissional (para a idade e o desenvolvi-mento). Ainterac¸ão com o ambientee ocomportamento normalesperadovariamdeacordocomaidadedopaciente. Conhecerodesenvolvimentonormalnainfânciaéessencial naavaliac¸ãodaaparência.

OsoutroselementosdaTAPfornecemmaisinformac¸ões específicassobreotipodedistúrbiofisiológico.

Otrabalhodarespirac¸ãodescreveoestadorespiratório dacrianc¸a,principalmente o grau noquala crianc¸a deve trabalharparaoxigenac¸ão eventilac¸ão.Avaliaro trabalho darespirac¸ãoexigeescutarcuidadosamenteparaouvirsons anormais audíveis das vias aéreas (por exemplo, estridor, grunhidosepieira)ebuscarsinaisdeaumentonoesforc¸ode respirac¸ão (posicionamentoanormal, retrac¸õesouqueima dasnarinasnainspirac¸ão).Otipoderuídoanormalnasvias aéreas fornece informac¸ões sobre o local da doenc¸a, ao passoqueonúmeroeolocaldasretrac¸õeseaposic¸ãodo pacienterelatamaintensidadedotrabalhoderespirac¸ão.

Acirculac¸ãodapelerefleteaperfusãogeraldosangue em todoo corpo. Oprofissional observa acor e o padrão de cor da pele e das mucosas. No contexto de perdade sangue/perda de fluidos ou alterac¸ões no tônus venoso, osmecanismos compensatórios desviamsangue dapele e regiões periféricas do corpo para órgãos vitais, como o corac¸ãoeocérebro.Aonotarmudanc¸asnacordapeleena perfusãodapele(comopalidez, cianoseoumoteamento), oprofissionalpodereconhecersinaisprecocesdechoque.

Umaanormalidadeobservadaemquaisquerdas caracte-rísticasdo TAP denota umacrianc¸a não estável, ou seja, uma crianc¸a que necessitará alguma intervenc¸ão clínica imediata. O padrão de características afetadas no TAP ainda classifica a crianc¸a em uma de cinco categorias: dificuldaderespiratória,insuficiênciarespiratória,choque,

sistemanervosocentraloudistúrbiometabólicoe insufici-ência cardiopulmonar. A categoria específicaentão dita o tipoeaurgênciadaintervec¸ão.2,6

Em2005,umaforc¸a-tarefadoprogramaServic¸osMédicos deEmergênciaparaCrianc¸as(EMSC)foichamadapara revi-sarasdefinic¸õese avaliarasabordagens dosprogramase cursosnacionaisdeapoioàvidapediátrica.Os representan-tesdaAAP,doAmericanCollegeofEmergency Physicians, daAmericanHeartAssociation,daEmergencyNurses Asso-ciation, da National Association of EMTs, do Children’s National MedicalCentere doNewYork Centerfor Pedia-tricEmergencyMedicinesereuniramparaadotardefinic¸ões eabordagensdeconsensonoscuidadospediátricosde emer-gência. O grupo concluiu que um algoritmo padrão para avaliac¸ão pediátrica de emergência deve iniciar com o TAP.5

Desde sua criac¸ão, como uma ferramenta de rápida avaliac¸ão,o TAP foiensinado e temsido usado internaci-onalmentepor profissionaisdasaúdeem váriasdiferentes configurac¸ões, apesardeterhavidomuitopoucos estudos devalidac¸ão.

Essaanálisenãosistemáticavisaaatualizaros profissio-naisenvolvidosnocuidadodascrianc¸asnosDEscomrelac¸ão à literatura disponível sobreo uso clínicodo TAP. Ela foi feitacomaspalavras-chave‘‘triângulodeavaliac¸ão pediá-trica’’,‘‘triângulopediátrico’’,‘‘ferramentasdeavaliac¸ão pediátrica’’ e ‘‘departamento de emergência pediátrica’’ nas bases de dadosdo PubMed®, Medline® e Embase® na

buscaporartigospublicadosentre1999-2016(tabela1).

TAP

como

uma

ferramenta

de

ensino

Aferramentafoiincorporada,comouminstrumento essen-cialnaavaliac¸ãodecrianc¸asdoentes,emdiferentescursos de apoio de vida, incluindo o Suporte Avanc¸ado de Vida

Pediátrico (APLS), Curso de Enfermagem em

Emergên-cias Pediátricas, Suporte Avanc¸ado de Vida em Pediatria (PALS),ProgramadeEmergênciasPediátricaspara Profissi-onaisPré-Hospitalares(PEPP),AtendimentoeTreinamento Pré-HospitalardeCrianc¸asEspeciaiseRecursoDidáticopara InstrutoresemPediatriaPré-hospitalar.5

O curso de APLS visa a melhorar o manejo inicial de crianc¸as gravemente doentes e feridas por meio de trei-namentoeeducac¸ãodeprofissionaisdesaúde.Trata-sede umafontevaliosapararesidentespediátricosefazpartedo programadeeducac¸ãocontínuadepediatrasemédicosde emergêncianosEstadosUnidos.7

O primeiro curso de APLSfoi implantado em 1984 nos Estados Unidos.A primeiraedic¸ãodomanual doalunodo cursodeAPLSfoipublicadapelaAAP epeloColégio Ame-ricano deMédicos de Emergência (ACEP) em 1989. Todas asedic¸õesforamorientadaspelaForc¸a-TarefaConjuntade APLSetudofoiconstruídosobreasbasesestabelecidaspelo Dr.Brushore-Falliseseuscolegas.8

(4)

Tabela1 Ferramentasdeavaliac¸ãopediátrica

Autore ano

Ferramentade avaliac¸ão ---Configurac¸ão

Objetivo n Modelodoestudo Resultados---Conclusões

Horeczko etal.6

2013 TAP

TriagemnoDE

Determinar

quantitativamentea precisão,confiabilidadee validadedoTAP

conformeaplicadopor enfermeirosnatriagem

528 Prospectivo, observacional

OTAPidentificaprontamenteedeforma confiávelpacientespediátricoscomalta acuidadeesuacategoriade

fisiopatologia

Mierek etal.10

2010 TAP

Configurac¸ão pré-hospitalar

Determinarse

prestadoresdeservic¸os médicosexperientes podemusaressas informac¸õescoletadasda ‘‘primeiraimpressão’’ paratomardecisõesde transportecomrelac¸ãoa pacientespediátricose seessasinformac¸õesse adequamaoTAP.

18casos emvídeo de paci-entes pediátri-cos

Estratégiasde análiseetnográfica paradesenvolver temas.Processos detomadade decisão registradosem comparac¸ãoaos critériosde triagempadrão.

Osprestadoresdeservic¸osmédicos extraeminformac¸õesdeumlocal remotosobreospacientespediátricos quepodemserorganizadosemuma ferramentasemelhanteaoTAPeque contribuíramdiretamenteparaas decisõesdetransportedeforma oportuna

Gausche--Hill etal.12

2014 TAP

Configurac¸ão pré-hospitalar

Fornecerumaavaliac¸ão doTAPcomouma ferramentadeavaliac¸ão parausoporparamédicos nocuidadopré-hospitalar depacientespediátricos

1168 Prospectivo, observacional

Concordânciasubstancialentrea ImpressãodoTAPporParamédicosea revisãodeprontuáriosretrospectivados investigadores.

OTAPmostrousensibilidadede77,4%e especificidadede90%parainstabilidade OTAPéumaferramentadeavaliac¸ão rápidaquepodeserutilizada

prontamenteedeformaconfiávelpor paramédicosnaconfigurac¸ão

pré-hospitalar

Fernandez etal.22

2017 TAP

TriagemnoDE

Avaliaraassociac¸ãoentre osachadosdoTAP duranteatriageme marcadoresdegravidade emumdepartamentode emergênciapediátrica

302103 Estudodecoorte retrospectivo

OsachadosdoTAPforamumfatorde riscoindependenteparainternac¸ão(RC, 2,21;ICde95%,2,13-2,29);para internac¸ãonaunidadedeterapia intensiva(RC,4,44;ICde95%,

3,77-5,24)emaiortempodeinternac¸ão noDEP(IC,1,78;ICde95%,1,72-1,84).

OTAPpareceserumaferramentaválida paraidentificarospacientesmaisgraves comoumaprimeiraetapanoprocesso detriagem.

Paniagua etal.23

2017 TAP

TriagemnoDE

Avaliarodesempenhodo TAP,oníveldetriagem,o EscorePulmonarea saturac¸ãodeO2inicial,

naprevisãodeinternac¸ão emexacerbac¸õesde asmaagudaemcrianc¸as

14953 Estudodecoorte retrospectivo

OTAPfoiumfatorderisco

independenteparainternac¸ão(RC:1,6, ICde95%:1,4-1,8)eparamaiortempo deinternac¸ão(RC:1,5,ICde95%: 1,3-1,7).EntreoscomponentesdoTAP, circulac¸ãoanormaldapelefoiamelhor variávelpreditoradeinternac¸ão(RC: 1.8,ICde95%:1,2-2,9)

Bradman etal.26

2008

PEWS TriagemnoDE

AvaliarseoPEWSpode detectar,natriagem, crianc¸asqueprecisamser internadas

424 Prospectivo, observacional

(5)

Tabela1 (Continuac¸˜ao)

Autore ano

Ferramentade avaliac¸ão ---Configurac¸ão

Objetivo n Modelodoestudo Resultados---Conclusões

Seiger etal.27

2013

PEWS

TriagemnoDE

Compararodesempenho dediferentesPEWSna previsãodeinternac¸ãoda UTIouinternac¸ãode crianc¸asquevêmaoDE.

17943 Estudodecoorte Prospectivo

AcapacidadediscriminativadoPEWS (áreanacurvaROC)foimoderadaaboa parainternac¸ãonaUTI(intervalo: 0,602-0,82)eruimamoderadopara internac¸ão(intervalo:0,562-0,68). Atualmente,nãohácomprovac¸ãodeque oPEWSsejamelhorqueossistemasde triagemconvencionais.

Gold etal.28

2014

PEWS DE

ExplorarseoPEWS atribuídonoDE(P0na avaliac¸ãoinicial;P1na internac¸ão)épreditivo denecessidadede internac¸ãonaUTIdoDE oupioradoquadroclínico

12306 Estudo observacional prospectivo

NoDE,aferramentaporsisócarecede característicasdetestesuficientespara determinaraltaoupreverapiora.

Roland etal.29

2016

POPS

TriagemnoDE

ValidaroPOPScomouma ferramentadetriagem

936 Estudo

observacional prospectivo

OPOPSdemonstroucapacidade funcionaldeauxiliarnatomadade decisõespeloprofissionaldasaúde.

Rowland etal.30

2014

POPS DE

Investigaracapacidade deoPEWSeoPOPS serempreditivosde internac¸ão

2068 Estudodecoorte Prospectivo

AROCdoPEWSé0,67(ICde95%0,65a 0,70),SE0,02eaROCdoPOPSé0,72 (ICde95%0,69a0,75).OPOPSéuma variávelpreditoramaisprecisaderisco deinternac¸ãonoDEqueoPEWSeé maisadequadoparausonaconfigurac¸ão deDE.

DE,DepartamentodeEmergência;PEWS,EscoredeAlertaPrecocePediátrico;POPS,EscoredePrioridadedeObservac¸ãoPediátrico; TAP,TriângulodeAvaliac¸ãoPediátrica.

dadosatéomomento.Osautoresfocaramnosresultadosda pesquisadeavaliac¸ãodocursofeitaentrealunosnotérmino docurso.A SociedadeEspanhola deUrgências Pediátricas (SEUP)introduziu ocursodeAPLSnaEspanhaem 2005.O primeirocursooficialdeinstrutorfoioferecidoemBilbao, Espanha.Desdeentão,osmembrosdaSEUPofereceram44 cursosemdiferentesregiõesdaEspanha,dosquais partici-param1.520alunos.Atualmente,ocursodeAPLSéensinado emseisdiferenteslocaissituadosemdiferentesregiõesda Espanhaehá11diretoresdocursooficialdeAPLSemaisde 90instrutores. Nas pesquisas desatisfac¸ão analisadaspor Benitoetal.,94,8% dos alunos deAPLSconcordaram que o curso foi muito útil para a prática clínica diária. Além disso, maisde 80% dos entrevistados indicaramque sem-preusamaabordagemdoTAPemsuapráticaclínica.Quase todososentrevistadossentiramqueocursodeAPLSdeveser incluídonoprogramaderesidência-treinamentopediátrico eacreditavamqueeledeveserumaexigência.9

TAP

na

configurac

¸ão

pré-hospitalar

OTAPfoiinicialmenteprojetado parausonaconfigurac¸ão pré-hospitalar.Assim, asprimeirastentativasdevalidar a ferramentaforamfeitasnessaconfigurac¸ão.Em2010,

Mie-reketal.publicaramumestudonoqual12prestadoresde servic¸os médicos da SEM foram recrutados para observar dois vídeosdepacientespediátricos etomar umadecisão de transporte com base em suas observac¸ões. Após cada caso,osparticipantesforamentrevistadosparadeterminar osmotivosqueoslevaram atomarsua decisão.As entre-vistasforamentãotranscritaseanalisadasseparadamente por três pesquisadores. Eles concluíram que os prestado-resdeservic¸osmédicospodemextrairinformac¸õesdeum local remoto sobre pacientes pediátricos que possam ser organizadasem umaferramentasemelhanteao TAP.Essas informac¸õesobtidas adistância contribuíramdiretamente paraasdecisõesdetransporteeconfirmaramquea ferra-mentafoiummétodoeficienteemtermosdetempodetriar ospacientes.ElesdeclararamqueoTAPpodeserensinado commaisconfianc¸aemaiorênfasee,porfim,seraplicado deformamaisabrangentenamedicinapré-hospitalar.10

Em2011,Horeczkoetal.publicaramumartigoem que apresentaram oTAPpara prestadoresde servic¸osmédicos pré-hospitalarescomo umaferramenta parareconhecere tratarcrianc¸asgravementedoentesouferidas.11

(6)

umaamostradeconveniênciadeavaliac¸õesdos pacientes pediátricostransportadospara29instituic¸õesparticipantes, durante18meses,apósseremtreinadosnocursode Treina-mentoPediátricoparaProfissionaisdoSetorPré-hospitalar, procedimentos de estudo do TAP e na aplicac¸ão do TAP para avaliar crianc¸as entre 0-14 anos. Então, dois inves-tigadores, que não tinham informac¸ões sobre a avaliac¸ão paramédicadoTAP,revisaramosprontuáriosmédicosdoDE einseriramosdadosnabasededadossegurona internet. AImpressãodoTAPporParamédicosserviucomoopadrão decritériosparaaimpressãogeraldoTAP.AImpressãodo TAPporParamédicosfeitanoprimeirocontatocomo paci-entemostrou‘‘concordânciasubstancial’’(␬=0,62,ICde

95%:0,57-0,66)comarevisãodeprontuáriosretrospectiva dosinvestigadores,querefletiuodiagnósticofinaleaalta. Quandoclassificadacomoestávelemcomparac¸ãocomnão estável,aconcordânciaentreaImpressãodoTAPpor Para-médicoseaImpressãodoTAPpeloInvestigadortambémfoi ‘‘substancial’’(␬=0,66,ICde95%:0,62-0,71).AImpressão

doTAPporParamédicosparainstabilidadedemonstrou sen-sibilidadede77,4%[ICde95%:72,6-81,5%],especificidade de90%[ICde95%:87,1-91,5%]comíndicedeprobabilidade positivo(IP+)de7,7[ICde95%:5,9-9,1]eíndicede probabi-lidadenegativo(IP-)de0,3[ICde95%:0,2-0,3].Osautores concluíramque osparamédicosconstruírame aplicaramo TAPdeformaconfiável,previramfortementeainstabilidade eaestabilidade.Alémdisso,oTAP,conformeusadopor para-médicos,foicompatívelcomodesempenhodeintervenc¸ões pré-hospitalaresadequadas.12

TAP

e

triagem

O objetivo datriagem é identificar os pacientes que são maisurgentes.Aurgênciaincorpora conceitosderisco de deteriorac¸ãoeoportunidadenoexameetratamento médi-cos. Como a urgência poder diferir entre pacientes com o mesmo diagnóstico,a triagemdeve focarna doenc¸a do pacientenaapresentac¸ão,emvezdodiagnóstico.Para iden-tificarospacientescomtaldoenc¸aaguda,ferramentasde avaliac¸ãofácilerápidadevemserincorporadasemsistemas detriagem.13

Atualmente, ossistemas de triagem estruturados mais comumente usados iniciam a classificac¸ão dos pacientes por meio de uma avaliac¸ão dessa impressão geral, inde-pendentemente doproblemaapresentado.14---16Sistemasde

triagemcomoTheManchester,amplamenteusadonosDEs daEuropa,quenãoincluiessaavaliac¸ãoinicial,mostraram menosprecisãonaclassificac¸ãodopacientepediátrico.17---21

Para fazer a avaliac¸ão dessaimpressão geral, conheci-mentoeexperiênciasãonecessários,porémnãosuficientes. O outro fator considerado importante é o instinto ou sextosentido.15Comomencionadoanteriormente,oTAPde

algumaformaresumeosachados‘‘instintivos’’eissootorna aferramenta acadêmicaidealpara ensinaressa avaliac¸ão inicial.

OTAPtambémpareceserumaferramentapossivelmente idealparanortearasdecisõesdetriagem,poiselepodeser aplicadodeformafácilerápida,estratificapacientes está-veisenãoestáveisparadiferentesáreasdetratamento.A EscalaCanadensedeTriagemeAcuidadePediátrica (PaedC-TAs)usaoTAPcomoaferramentadeavaliac¸ãoinicial.16

Horeczkoetal.demonstrarampelaprimeiravezqueuma avaliac¸ãoestruturada,combasenoTAP,feitapor enfermei-rosduranteatriagemdepacientesidentificarapidamente edeformaconfiávelospacientespediátricosclinicamente urgenteseseuestadopatofisiológico.Elesconduziramum estudo observacional prospectivo no qual os enfermeiros de triagem fizeram o TAP em todos os pacientes no DE pediátrica de um hospital-escola urbano. Os pesquisado-resfizeram uma revisãode prontuários, sem informac¸ões sobreeles,usaramaavaliac¸ãoiniciale odiagnósticofinal domédicocomo padrãodecritériopara comparac¸ão. Em seu estudo, o TAP identificou de forma precisa e confiá-velneonatos ecrianc¸as gravementedoentes ouferidosna triagem,conforme comprovado por um baixo IP negativo para instabilidade. Adicionalmente, o TAP classificou, de forma confiável, as crianc¸as não estáveis por fisiopatolo-gia,conformecomprovadopeloaltoIPpositivoparadoenc¸a, auxiliou,assim,naidentificac¸ãodasprioridadesdemanejo.6

Além disso, o TAP tambémajudaa identificar os paci-entesque,apósdiagnósticoetratamentocompletosnoDE, têmdoenc¸asmaisgravesesão,porfim,internadosno hospi-tal.Emumgrandeestudoretrospectivodeúnicocentroque incluiu300.000episódiosclassificadoscomoPaedCTAS, Fer-nandezetal.analisaramopercentualdecrianc¸asinternadas combasenosachadosdoTAPporenfermeirosnomomento datriagem.Comoresultadossecundários,elestambém ana-lisaramopercentualdepacientesinternadosnaUnidadede TerapiaIntensivaPediátrica(UTIP),otempodeinternac¸ão noDE pediátrica (< 3 horas e ≥ 3 horas) e o percentual depacientesquetiveramsanguecoletadocomrelac¸ãoaos achadosdoTAPnatriagem.Apresenc¸adeachadosanormais doTAPnatriagemfoiassociadaaumamaiorprobabilidade deinternac¸ão(razãodechance[RC],5,14;ICde95%, 4,97-5,32),principalmente nocaso de aparência (RC,7,87; IC de95%,7,18-8,62).Naanálisemultivariada,foiconfirmado que os achados anormais no TAP representam fatores de riscoindependentesparainternac¸ão.Comrelac¸ãoàs medi-dasderesultado secundário,osachados anormais noTAP, principalmente aparência, e as combinac¸ões de mais de umcomponente do TAP foram associadas a maior tempo deinternac¸ão noDepartamento deEmergênciaPediátrica (DEP)emaiorprobabilidadedeinternac¸ãonaUTIP(RCpara TAPanormal12,75;ICde95%,10,86-14,97).22

(7)

essasinformac¸õesemtemporealparatomardecisõescom relac¸ãoànecessidadederecursosadicionais.23

Outras ferramentasde avaliac¸ão maiscomplexa,como oEscoredeAlertaPrecocePediátrico(PEWS)eoEscorede PrioridadedeObservac¸ãoPediátrico(POPS),foramavaliadas naprimeiraetapadoprocessodetriagem.Essasferramentas incorporamamedic¸ãodossinaisvitais.Tradicionalmente,os sinaisvitaisforamconsideradosumcomponenteintegralda avaliac¸ãoinicialpelaequipedeenfermagemeforam comu-menteusadoscomoumaferramentadetomadadedecisão, porémmodelosdetriagemmaisnovosdefendemouso sele-tivodeparâmetrosfisiológicosnatriagem.Asmedic¸õesdos sinaisvitaispodemdependerdooperadoreadefinic¸ãode sinaisvitaisnormaisvariadeacordocomareferência con-sultada.Issoé especialmenteverdadeiropara neonatos e crianc¸as,períodosdavidadegrandesmudanc¸asfisiológicas ecomportamentais,principalmente nosprimeirosmesese anos.Háfaltadeconsensonaliteraturasobreosparâmetros dossinaisvitaispediátricosnormaise,ainda,sobreo fato deamaiorpartedasreferênciasdossinaisvitaisnormaisser obtidadeestudosdecrianc¸assaudáveis.Mesmonas melho-rescondic¸ões,ossinaisvitaisnemsempresãoconfiáveisou precisos.1,24,25

Podemosencontraralgunsensaiosclínicosqueincluíram o Escore de Alerta Precoce Pediátrico (PEWS) nos siste-masdetriagemdeDEs.OPEWSfoimodificadodeescores dealertaprecocedeadultosparafornecerumaavaliac¸ão reproduzíveldoquadroclínicodeumacrianc¸a.Aferramenta foi desenvolvidapara detectar a pioria do quadro clínico emcrianc¸as internadas,para,em últimainstância, preve-nir parada cardiopulmonar. Atualmente, vários PEWS são usados na Europa, todos com base na medic¸ão dos parâ-metrosfisiológicos,compoucadiferenc¸aentreossistemas de pontuac¸ão. Em 2008, Bradman & Maconochie estuda-ram ouso deumsistema dePEWScomo umaferramenta detriagemparaprever internac¸ãohospitalar noDEP.Eles constataramque a pontuac¸ão do PEWSnoDE tinha baixa sensibilidadee,portanto,tinhaumvalorlimitadona previ-sãodanecessidadedeinternac¸ão,provavelmentedevidoao fatodeosparâmetrosfisiológicosmedidospoderemser exa-cerbadosdevidoador,pirexiaeansiedade,apresentac¸ões comunsemumDEP.26

Em2013,Seigeretal.publicaramumestudoque com-parouavalidadedediferentesPEWsemumDEP.Apesarde osautoresteremconstatadoqueosPEWSpodemidentificar ospacientesemrisco noDE parainternac¸ãonaUTI e,em menorgrau,identificarospacientesemriscodeinternac¸ão, eles nãorecomendaram o uso de escoresde alerta como ferramentasdetriagemparapriorizarpacientes,pois, atu-almente,nãohácomprovac¸ãodequeosPEWSsãomelhores doqueossistemasdetriagemconvencionais.27

Em2014, Goldetal.exploraram seosPEWSatribuídos em um DE de um hospital infantil urbano de cuidados terciárioseforampreditivosdanecessidadedeinternac¸ão na UTI do DE ou pioria do quadro clínico em pacientes internados.Seu estudo confirmou que,de fato,um PEWS elevadoestáassociadoànecessidadedeinternac¸ãonaUTI diretamente do DE, bem como transferência, porém não há característicasde testenecessáriasa seremusadasde maneiraindependentenaconfigurac¸ãodeDE.Usaroescore de corte ideal para prever alta do DE resultaria em um aumentodeduasaquatrovezesdataxa deinternac¸ãoda

unidadedeterapiaintensiva,bemcomocolocaria incorre-tamentecercade25%dospacientesdaunidadedeterapia intensiva.ODEéumambientedinâmicocompacientesque apresentamfrequentesalterac¸õesnosparâmetros fisiológi-cosdevidoàacuidadedadoenc¸aoulesão,medicac¸ão,dor, medo e ansiedade. Esses fatores resultariam em escores elevadosdePEWSquenãorefletemadoenc¸areal.28

OEscoredePrioridadedeObservac¸ãoPediátrico(POPS) inclui,alémdesinaisvitais,critériosdeobservac¸ão subje-tivoseseuusoécomprovadamentemaisadequadoemuma configurac¸ão de DE doque o PEWS. OPOPS é uma ferra-mentadeavaliac¸ãosobmedidaparausoemDEPs,incorpora parâmetrosfisiológicostradicionais juntamentecom crité-riosobservacionaismaissubjetivos.Trata-sedeumsistema depontuac¸ãofisiológicaeobservacionalprojetadoparauso por profissionais dasaúde de experiência clínica variada. O POPSdemonstrou capacidade funcionalparaauxiliar os profissionaisdasaúdenatomadadedecisãoeumavariável preditoramaisprecisaderiscodeinternac¸ãonoDEque o PEWS.29,30

TAP

e

prática

clínica

Alémdaaplicac¸ãoclínicadoTAPnatriagem,não encontra-mosartigossobresuautilidadenapráticamédica.Noestudo mencionadopublicadoporBenitoetal.,amaiorpartedos participantes noscursos deAPLS reconheceque usaram a

abordagem do TAP na prática clínica e mais da metade

garantiuqueseumanejodospacientesgravementedoentes melhorouapósaconclusãodocurso.Alémdisso,82%

decla-raram que asabordagens doTAP e do ABCDE (Via Aérea,

Respirac¸ão,Circulac¸ão,Disfunc¸ãoNeurológicaeExposic¸ão) osajudaram nodiagnóstico e na indicac¸ãodotratamento inicial mais adequado.9Apesar de este estudo não

forne-cercomprovac¸ãosobreoimpactodiretodoTAPnaprática clínica,aopiniãodosprestadoresdeservic¸osmédicosque introduziramessaferramentanomanejodeseuspacientes parececorroborarsuautilidade.

Conclusões

OTAP foiincorporado,como uminstrumentoessencialna avaliac¸ão de crianc¸as doentes, em diferentes cursos de apoio de vida, apesar de pouco ter sido escrito sobre a eficáciadeseuensino.

OTAPdemonstrouserútilnaavaliac¸ãodecrianc¸as doen-tesnaconfigurac¸ãopré-hospitalarenatomadadedecisões detransporte.

No DE, o TAP é útil na identificac¸ão, na triagem, das crianc¸as que necessitam tratamento maisurgentee estu-dosrecentesavaliaramecomprovaramaeficáciadoTAPna identificac¸ãotambémdepacientescom doenc¸asdesaúde maisgraves equesãoeventualmenteinternadosno hospi-tal.PoucofoipublicadosobreodesempenhodoTAPfeitopor pediatrasoumédicosdeemergêncianaavaliac¸ãoinicialno departamentodeemergência(DE).

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Conflitos

de

interesse

Osautoresdeclaramnãohaverconflitosdeinteresse.

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Figura 1 Triângulo de Avaliac ¸ão Pediátrica.
Tabela 1 Ferramentas de avaliac ¸ão pediátrica Autor e ano Ferramenta deavaliac¸ão ---Configurac ¸ão

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