Centro de Educ aç ão a Distânc ia Universidade Anhanguera – Uniderp Universidade Anhanguera – Uniderp
Psic ologia Soc ial
Ma. Karem A. G. Rojas Ma. Karem A. G. Rojas
Histór ia,Psic ologia, Étic a
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Histór ia,Psic ologia, Étic a
Slide 2 CQMD EAD1
Esta é a abertura básica das Apresentações, você só precisa substituir os textos conforme indicado. Lembre-se que somente uma única fonte será aplicada em toda a apresentação, a Arial Rounded MT Bold.
Objetivos de Aprendizagem
Objetivos de Aprendizagem
•Compreender como se deu a •Compreender como se deu a história da Psicologia Social no Ocidente e no Brasil, em no Ocidente e no Brasil, em especial.
•Entender os aspecto ético na •Entender os aspecto ético na prática de futuros psicólogos.
• È possível c onc eber um indivíduo
• È possível c onc eber um indivíduo
isolado do seu c ontexto soc ial?
PSICOLOGIA (vem do gr ego)
etimologic amente
etimologic amente
• Psyc hé – alma
• Psyc hé – alma
• Logos – r azão
Psic ologia: estudo da alma
6 Disponível em zalmoxis.wordpress.com
•É a ár ea da psic ologia que estuda a influenc ia dos fator es soc iais sobr e os influenc ia dos fator es soc iais sobr e os
pr oc essos psic ológic os básic os:
per c epç ão, memór ia, motivaç ão,
per c epç ão, memór ia, motivaç ão,
pensamento e apr endizagem.
Objeto de estudo:
Objeto de estudo:
o indivíduo nas
o indivíduo nas
suas interaç ões
soc iais.
soc iais.
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http://www.dreamstime.com/royalty-free-stock-photos-gear-image18148068
• Pr ivilégio do Positivismo.
• Pr ivilégio do Positivismo.
•Ciênc ia c omo método exper imental.
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•O positivismo defende a idéia de
•O positivismo defende a idéia de
que o c onhec imento c ientífic o é a
únic a
for ma
de
c onhec imento
únic a
for ma
de
c onhec imento
ver dadeir o.
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http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://files.gabriellicen.webnode.com.br/2000 00011-de547df4e8/Auguste_C
•Os positivistas não c onsider am os
•Os positivistas não c onsider am os
c onhec imentos ligados as c r enç as,
qualquer outr o que não possa ser
qualquer outr o que não possa ser
c ompr ovado c ientific amente.
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• Pai da psic ologia moder na.
– 1º labor atór io par a r ealizar– 1º labor atór io par a r ealizar exper imentos na ár ea de Psic ofisiologia.
Psic ofisiologia.
• Objetivo: tr ansfor mar a
Psic ologia numa c iênc ia pelo
que:
Psic ologia numa c iênc ia pelo
que:
só dever ia admitir fatos, ter ia de r ec or r er à
exper imentaç ão e à medida. exper imentaç ão e à medida.
•A c r enç a de Wundt de que a c iênc ia •A c r enç a de Wundt de que a c iênc ia exper imental que ele c r iar a em Leipzing
er a um pr ojeto limitado, c omo
er a um pr ojeto limitado, c omo
demonstr a Far r (2004), c onduziu a seu r epúdio pela ger aç ão mais jovem de r epúdio pela ger aç ão mais jovem de psic ólogos exper imentais.
•Não podiam per doar o fundador da sua •Não podiam per doar o fundador da sua
disc iplina por ter afir mado que a
psic ologia er a apenas em par te um r amo psic ologia er a apenas em par te um r amo das c iênc ias natur ais. Wundt afir mava
que não er a possível estudar os
que não er a possível estudar os
pr oc essos mentais mais pr ofundos de
maneir a exper imental. (MOURA,2008)
maneir a exper imental. (MOURA,2008)
•As difer enç as mais mar c antes da
•As difer enç as mais mar c antes da
abor dagem histór ic a de Far r quando se c ompar a c om a histor iogr afia ofic ial da c ompar a c om a histor iogr afia ofic ial da
psic ologia soc ial r efer e-se ao papel
c entr al desempenhado na sua obr a
c entr al desempenhado na sua obr a
pelos c ontextos soc ial e c ultur al .
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http://www.dreamstime.com/stock-image-3d-man-with-talk-bubble-image18130381
•Psic ologia Soc ial é um fenômeno
•Psic ologia Soc ial é um fenômeno
amer ic ano, c om r aízes eur opéias.
•As c r ític as apr esentadas pelos
psic ólogos soc iais eur opeus c ontr a a psic ólogos soc iais eur opeus c ontr a a per spec tiva pr edominante na psic ologia soc ial são:
soc ial são:
Exc esso de individualismo,
a-histor ic ismo.
a-histor ic ismo.
Positivista e c entrada
demais nos exper imentos demais nos exper imentos de laboratór io.
•
Negaç ão da r ealidade histór ic
o-•Negaç ão da r ealidade histór ic
o-c r ítio-c a
.Per spec tiva mar xista.
•Nas
déc adas
de
60
e
70
a
Psic ologia Soc ial no Br asil seguia o
Psic ologia Soc ial no Br asil seguia o
mesmo c aminho da amer ic ana.
mesmo c aminho da amer ic ana.
• 1970 Cr ise da Psic ologia
• 1970 Cr ise da Psic ologia
Soc ial.
•Dependênc ia teór ic
o-metodológic a.
metodológic a.
•Desc ontextualizar ão dos temas.
•Individualizaç ão da psic ologia
•Individualizaç ão da psic ologia
soc ial.
soc ial.
•Ausênc ia
de
visão
polític a
na
•Ausênc ia
de
visão
polític a
na
Amér ic a Latina.
•ABRAPSO
Assoc iaç ão
Br asileir a de Psic ologia sur ge em
Br asileir a de Psic ologia sur ge em
1980 c om Silvia Lane e War der ley
Codo.
Codo.
• Sur ge
uma
Psic ologia
Soc ial
• Sur ge
uma
Psic ologia
Soc ial
histór ic a e c ontextualizada após a
ditadur a militar .
ditadur a militar .
• Psic ologia Soc ial c om influênc ia
Eur opéia.
Eur opéia.
•Tr ata-se de pessoas que viver am a •Tr ata-se de pessoas que viver am a
“ c r ise” da psic ologia soc ial, e
c olabor ar am par a c hamar a atenç ão c olabor ar am par a c hamar a atenç ão sobr e r ealidades soc iais e c otidianas que se difer enc iavam daquelas vividas que se difer enc iavam daquelas vividas
nos c entr os de domínio ec onômic o,
polític o e c ientífic o (FREITAS, 2000). polític o e c ientífic o (FREITAS, 2000).
• Segundo o dic ionár io Aur élio, a Epistemologia signific a: “ Estudo c r ític o dos pr inc ípios, hipóteses e r esultados das c iênc ias já c onstituídas; teor ia da das c iênc ias já c onstituídas; teor ia da c iênc ia.”
• Cr ise de par adigmas da Psic ologia • Cr ise de par adigmas da Psic ologia
Soc ial.
• Cr ise das Ciênc ias Humanas.
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• Método
c ientífic o
baseado
nas
c iênc ias natur ais.
c iênc ias natur ais.
• Conhec er c omo quantific ar .
• Novo disc ur so c ientífic o: c onvite à
• Novo disc ur so c ientífic o: c onvite à
busc a, c onstr uç ão soc ial.
• Ser
humano
soc ialmente
c onstr uído
c onstr uído
O que é étic a?
Segundo o Dic ionár io Aur élio Buar que Segundo o Dic ionár io Aur élio Buar que de Holanda, ÉTICA é:
“ O estudo dos juízos de apr ec iaç ão que “ O estudo dos juízos de apr ec iaç ão que
se r efer em à c onduta humana
susc eptível de qualific aç ão do ponto de susc eptível de qualific aç ão do ponto de
vista do bem e do mal, seja
r elativamente à deter minada soc iedade, r elativamente à deter minada soc iedade, seja de modo absoluto" .
Étic a (vem do gr ego)
etimologic amente
etimologic amente
thos, que
signific a modo de
ser , c ar áter ,
ser , c ar áter ,
c ompor tamento.
32 Disponível em zalmoxis.wordpress.com•Par adigma da Lei Natur al: o gr ande
•Par adigma da Lei Natur al: o gr ande
r efer enc ial é a pr ópr ia natur eza.
• Par adigma da Lei Positiva.
• Par adigma da Lei Positiva.
•Esse r efer enc ial tem a pr etensão de
dizer que, a par tir da atenç ão à
dizer que, a par tir da atenç ão à
natur eza, é possível, de um lado,
estr utur ar uma étic a que gover ne todos estr utur ar uma étic a que gover ne todos os povos e em todas as époc as e, de outr o lado, é possível uma “ fonte” par a outr o lado, é possível uma “ fonte” par a essa étic a que não seja os c ostumes ou instituiç ões deter minados povos
instituiç ões deter minados povos.(GUARESCHI,2004)
•O c r itér io étic o passa a ser o que
•O c r itér io étic o passa a ser o que
foi esc r ito e pr omulgado. É a lei
positiva.
positiva.
• Tal
par adigma
é
denominado
também de Contr atualismo.
também de Contr atualismo.
•Uma vez pr omulgada uma lei, ela
passa a ser válida.
passa a ser válida.
•Podemos nos liber tar , assim, de
•Podemos nos liber tar , assim, de
uma natur eza c ega, de um lado, e
dos
mandos
e
desmandos
dos
mandos
e
desmandos
autor itár ios
de
gover nantes
e
gr upos, de outr o.
gr upos, de outr o.
•Instânc ia
c r ític a
e
pr opositiva
•Instânc ia
c r ític a
e
pr opositiva
sobr e o dever ser das r elaç ões
humanas em vista de nossa plena
humanas em vista de nossa plena
r ealizaç ão c omo ser es humanos.”
(DOS ANJOS,1996).(DOS ANJOS,1996).
A étic a é inac abada, está sempre
por se fazer.
por se fazer.
Étic a c omo étic a das relaç ões.
Étic a c omo étic a das relaç ões.
•Em gr upos de c inc o c omponentes,
os
alunos
dever ão
elabor ar
um
os
alunos
dever ão
elabor ar
um
ar tigo c ientífic o, que possibilitar á
uma
or ganizaç ão
dos
pr oc essos
uma
or ganizaç ão
dos
pr oc essos
estudados.
•Par a desenvolver o ar tigo, além das •Par a desenvolver o ar tigo, além das r efer ênc ias indic adas, a equipe dever á assistir ao fi lme O pesc ador de ilusões e assistir ao fi lme O pesc ador de ilusões e elenc ar c omo se apr esentam, no fi lme,
situaç ões de mudanç a de
situaç ões de mudanç a de
c ompor tamento que envolvam valor es -atitudes c omo “ c r ises de c onsc iênc ia” . atitudes c omo “ c r ises de c onsc iênc ia” .
•Par a desenvolver o ar tigo, além das •Par a desenvolver o ar tigo, além das r efer ênc ias indic adas, a equipe dever á assistir ao fi lme O pesc ador de ilusões e assistir ao fi lme O pesc ador de ilusões e elenc ar c omo se apr esentam, no filme,
situaç ões de mudanç a de
situaç ões de mudanç a de
c ompor tamento que envolvam valor es -atitudes c omo “ c r ises de c onsc iênc ia” . atitudes c omo “ c r ises de c onsc iênc ia” .
•Esc olher uma c ena do filme que
•Esc olher uma c ena do filme que
demonstr e tais c ompor tamentos. A
par tir do levantamento, a equipe
par tir do levantamento, a equipe
dever á
identific ar
que
c onc eitos
estão
sendo
desenvolvidos
em
estão
sendo
desenvolvidos
em
r elaç ão
à
Psic ologia
Soc ial,
definindo-os.
definindo-os.
Centro de Educ aç ão a Distânc ia
Centro de Educ aç ão a Distânc ia
Universidade Anhanguera – Uniderp