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SSOC3 psicologia social teleaula1 apresentacao

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Academic year: 2021

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(1)

Centro de Educ aç ão a Distânc ia Universidade Anhanguera – Uniderp Universidade Anhanguera – Uniderp

(2)

Psic ologia Soc ial

Ma. Karem A. G. Rojas Ma. Karem A. G. Rojas

Histór ia,Psic ologia, Étic a

2

Histór ia,Psic ologia, Étic a

(3)

Slide 2 CQMD EAD1

Esta é a abertura básica das Apresentações, você só precisa substituir os textos conforme indicado. Lembre-se que somente uma única fonte será aplicada em toda a apresentação, a Arial Rounded MT Bold.

(4)

Objetivos de Aprendizagem

Objetivos de Aprendizagem

(5)

•Compreender como se deu a •Compreender como se deu a história da Psicologia Social no Ocidente e no Brasil, em no Ocidente e no Brasil, em especial.

•Entender os aspecto ético na •Entender os aspecto ético na prática de futuros psicólogos.

(6)

• È possível c onc eber um indivíduo

• È possível c onc eber um indivíduo

isolado do seu c ontexto soc ial?

(7)

PSICOLOGIA (vem do gr ego)

etimologic amente

etimologic amente

• Psyc hé – alma

• Psyc hé – alma

• Logos – r azão

Psic ologia: estudo da alma

6 Disponível em zalmoxis.wordpress.com

(8)

•É a ár ea da psic ologia que estuda a influenc ia dos fator es soc iais sobr e os influenc ia dos fator es soc iais sobr e os

pr oc essos psic ológic os básic os:

per c epç ão, memór ia, motivaç ão,

per c epç ão, memór ia, motivaç ão,

pensamento e apr endizagem.

(9)

Objeto de estudo:

Objeto de estudo:

o indivíduo nas

o indivíduo nas

suas interaç ões

soc iais.

soc iais.

(10)

9

http://www.dreamstime.com/royalty-free-stock-photos-gear-image18148068

(11)

• Pr ivilégio do Positivismo.

• Pr ivilégio do Positivismo.

•Ciênc ia c omo método exper imental.

10

(12)

•O positivismo defende a idéia de

•O positivismo defende a idéia de

que o c onhec imento c ientífic o é a

únic a

for ma

de

c onhec imento

únic a

for ma

de

c onhec imento

ver dadeir o.

11

http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://files.gabriellicen.webnode.com.br/2000 00011-de547df4e8/Auguste_C

(13)

•Os positivistas não c onsider am os

•Os positivistas não c onsider am os

c onhec imentos ligados as c r enç as,

qualquer outr o que não possa ser

qualquer outr o que não possa ser

c ompr ovado c ientific amente.

12

http://www.dreamstime.com/royalty-free-stock-photos-plasma-and-energy-ball-2-image6841818

(14)

• Pai da psic ologia moder na.

– 1º labor atór io par a r ealizar

– 1º labor atór io par a r ealizar exper imentos na ár ea de Psic ofisiologia.

Psic ofisiologia.

• Objetivo: tr ansfor mar a

Psic ologia numa c iênc ia pelo

que:

Psic ologia numa c iênc ia pelo

que:

só dever ia admitir fatos, ter ia de r ec or r er à

exper imentaç ão e à medida. exper imentaç ão e à medida.

(15)

•A c r enç a de Wundt de que a c iênc ia •A c r enç a de Wundt de que a c iênc ia exper imental que ele c r iar a em Leipzing

er a um pr ojeto limitado, c omo

er a um pr ojeto limitado, c omo

demonstr a Far r (2004), c onduziu a seu r epúdio pela ger aç ão mais jovem de r epúdio pela ger aç ão mais jovem de psic ólogos exper imentais.

(16)

•Não podiam per doar o fundador da sua •Não podiam per doar o fundador da sua

disc iplina por ter afir mado que a

psic ologia er a apenas em par te um r amo psic ologia er a apenas em par te um r amo das c iênc ias natur ais. Wundt afir mava

que não er a possível estudar os

que não er a possível estudar os

pr oc essos mentais mais pr ofundos de

maneir a exper imental. (MOURA,2008)

maneir a exper imental. (MOURA,2008)

(17)

•As difer enç as mais mar c antes da

•As difer enç as mais mar c antes da

abor dagem histór ic a de Far r quando se c ompar a c om a histor iogr afia ofic ial da c ompar a c om a histor iogr afia ofic ial da

psic ologia soc ial r efer e-se ao papel

c entr al desempenhado na sua obr a

c entr al desempenhado na sua obr a

pelos c ontextos soc ial e c ultur al .

16

http://www.dreamstime.com/stock-image-3d-man-with-talk-bubble-image18130381

(18)

•Psic ologia Soc ial é um fenômeno

•Psic ologia Soc ial é um fenômeno

amer ic ano, c om r aízes eur opéias.

•As c r ític as apr esentadas pelos

psic ólogos soc iais eur opeus c ontr a a psic ólogos soc iais eur opeus c ontr a a per spec tiva pr edominante na psic ologia soc ial são:

soc ial são:

(19)

Exc esso de individualismo,

a-histor ic ismo.

a-histor ic ismo.

Positivista e c entrada

demais nos exper imentos demais nos exper imentos de laboratór io.

(20)

Negaç ão da r ealidade histór ic

o-•

Negaç ão da r ealidade histór ic

o-c r ítio-c a

.

Per spec tiva mar xista.

(21)

•Nas

déc adas

de

60

e

70

a

Psic ologia Soc ial no Br asil seguia o

Psic ologia Soc ial no Br asil seguia o

mesmo c aminho da amer ic ana.

mesmo c aminho da amer ic ana.

(22)

• 1970 Cr ise da Psic ologia

• 1970 Cr ise da Psic ologia

Soc ial.

•Dependênc ia teór ic

o-metodológic a.

metodológic a.

•Desc ontextualizar ão dos temas.

•Individualizaç ão da psic ologia

•Individualizaç ão da psic ologia

soc ial.

soc ial.

(23)

•Ausênc ia

de

visão

polític a

na

•Ausênc ia

de

visão

polític a

na

Amér ic a Latina.

•ABRAPSO

Assoc iaç ão

Br asileir a de Psic ologia sur ge em

Br asileir a de Psic ologia sur ge em

1980 c om Silvia Lane e War der ley

Codo.

Codo.

(24)

• Sur ge

uma

Psic ologia

Soc ial

• Sur ge

uma

Psic ologia

Soc ial

histór ic a e c ontextualizada após a

ditadur a militar .

ditadur a militar .

• Psic ologia Soc ial c om influênc ia

Eur opéia.

Eur opéia.

(25)
(26)

•Tr ata-se de pessoas que viver am a •Tr ata-se de pessoas que viver am a

“ c r ise” da psic ologia soc ial, e

c olabor ar am par a c hamar a atenç ão c olabor ar am par a c hamar a atenç ão sobr e r ealidades soc iais e c otidianas que se difer enc iavam daquelas vividas que se difer enc iavam daquelas vividas

nos c entr os de domínio ec onômic o,

polític o e c ientífic o (FREITAS, 2000). polític o e c ientífic o (FREITAS, 2000).

(27)

• Segundo o dic ionár io Aur élio, a Epistemologia signific a: “ Estudo c r ític o dos pr inc ípios, hipóteses e r esultados das c iênc ias já c onstituídas; teor ia da das c iênc ias já c onstituídas; teor ia da c iênc ia.”

(28)

• Cr ise de par adigmas da Psic ologia • Cr ise de par adigmas da Psic ologia

Soc ial.

• Cr ise das Ciênc ias Humanas.

27

(29)

• Método

c ientífic o

baseado

nas

c iênc ias natur ais.

c iênc ias natur ais.

• Conhec er c omo quantific ar .

(30)

• Novo disc ur so c ientífic o: c onvite à

• Novo disc ur so c ientífic o: c onvite à

busc a, c onstr uç ão soc ial.

• Ser

humano

soc ialmente

c onstr uído

c onstr uído

(31)

O que é étic a?

(32)

Segundo o Dic ionár io Aur élio Buar que Segundo o Dic ionár io Aur élio Buar que de Holanda, ÉTICA é:

“ O estudo dos juízos de apr ec iaç ão que “ O estudo dos juízos de apr ec iaç ão que

se r efer em à c onduta humana

susc eptível de qualific aç ão do ponto de susc eptível de qualific aç ão do ponto de

vista do bem e do mal, seja

r elativamente à deter minada soc iedade, r elativamente à deter minada soc iedade, seja de modo absoluto" .

(33)

Étic a (vem do gr ego)

etimologic amente

etimologic amente

thos, que

signific a modo de

ser , c ar áter ,

ser , c ar áter ,

c ompor tamento.

32 Disponível em zalmoxis.wordpress.com

(34)

•Par adigma da Lei Natur al: o gr ande

•Par adigma da Lei Natur al: o gr ande

r efer enc ial é a pr ópr ia natur eza.

• Par adigma da Lei Positiva.

• Par adigma da Lei Positiva.

(35)

•Esse r efer enc ial tem a pr etensão de

dizer que, a par tir da atenç ão à

dizer que, a par tir da atenç ão à

natur eza, é possível, de um lado,

estr utur ar uma étic a que gover ne todos estr utur ar uma étic a que gover ne todos os povos e em todas as époc as e, de outr o lado, é possível uma “ fonte” par a outr o lado, é possível uma “ fonte” par a essa étic a que não seja os c ostumes ou instituiç ões deter minados povos

instituiç ões deter minados povos.(GUARESCHI,2004)

(36)

•O c r itér io étic o passa a ser o que

•O c r itér io étic o passa a ser o que

foi esc r ito e pr omulgado. É a lei

positiva.

positiva.

• Tal

par adigma

é

denominado

também de Contr atualismo.

também de Contr atualismo.

•Uma vez pr omulgada uma lei, ela

passa a ser válida.

passa a ser válida.

(37)

•Podemos nos liber tar , assim, de

•Podemos nos liber tar , assim, de

uma natur eza c ega, de um lado, e

dos

mandos

e

desmandos

dos

mandos

e

desmandos

autor itár ios

de

gover nantes

e

gr upos, de outr o.

gr upos, de outr o.

(38)

•Instânc ia

c r ític a

e

pr opositiva

•Instânc ia

c r ític a

e

pr opositiva

sobr e o dever ser das r elaç ões

humanas em vista de nossa plena

humanas em vista de nossa plena

r ealizaç ão c omo ser es humanos.”

(DOS ANJOS,1996).

(DOS ANJOS,1996).

(39)

A étic a é inac abada, está sempre

por se fazer.

por se fazer.

Étic a c omo étic a das relaç ões.

Étic a c omo étic a das relaç ões.

(40)

•Em gr upos de c inc o c omponentes,

os

alunos

dever ão

elabor ar

um

os

alunos

dever ão

elabor ar

um

ar tigo c ientífic o, que possibilitar á

uma

or ganizaç ão

dos

pr oc essos

uma

or ganizaç ão

dos

pr oc essos

estudados.

(41)

•Par a desenvolver o ar tigo, além das •Par a desenvolver o ar tigo, além das r efer ênc ias indic adas, a equipe dever á assistir ao fi lme O pesc ador de ilusões e assistir ao fi lme O pesc ador de ilusões e elenc ar c omo se apr esentam, no fi lme,

situaç ões de mudanç a de

situaç ões de mudanç a de

c ompor tamento que envolvam valor es -atitudes c omo “ c r ises de c onsc iênc ia” . atitudes c omo “ c r ises de c onsc iênc ia” .

(42)

•Par a desenvolver o ar tigo, além das •Par a desenvolver o ar tigo, além das r efer ênc ias indic adas, a equipe dever á assistir ao fi lme O pesc ador de ilusões e assistir ao fi lme O pesc ador de ilusões e elenc ar c omo se apr esentam, no filme,

situaç ões de mudanç a de

situaç ões de mudanç a de

c ompor tamento que envolvam valor es -atitudes c omo “ c r ises de c onsc iênc ia” . atitudes c omo “ c r ises de c onsc iênc ia” .

(43)

•Esc olher uma c ena do filme que

•Esc olher uma c ena do filme que

demonstr e tais c ompor tamentos. A

par tir do levantamento, a equipe

par tir do levantamento, a equipe

dever á

identific ar

que

c onc eitos

estão

sendo

desenvolvidos

em

estão

sendo

desenvolvidos

em

r elaç ão

à

Psic ologia

Soc ial,

definindo-os.

definindo-os.

(44)
(45)
(46)

Centro de Educ aç ão a Distânc ia

Centro de Educ aç ão a Distânc ia

Universidade Anhanguera – Uniderp

Referências

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