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EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS. Ensino Médio. Biologia

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EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

2012

Biologia

Biologia

(2)

Equipe Técnica/Pedagógica da Unidade da Educação de Jovens, Adultos e Idosos - UEJAI

CLAUDIA MENDESDE ABREU

MARIA CÂNDIDA SÉRGIO

ANAIR SILVA LINSE MELLO

CÉLIA CRISTINADE SIQUEIRA CAVALCANTI VERAS

DANIELLEDA MOTA BASTOS

DANUBIA CHARLENEDA SILVA

DIEGO BRUNO BARBOSA FELIX

ENILDO LUIZ GOUVEIA

GUSTAVO HENRIQUEDA SILVA LIMA

JANDY FEITOSA CARLOSDA SILVA

JOSINETE FERREIRADE ABREU

MARIA AUXILIADORADE ALMEIDA

MONICA DIASDO NASCIMENTO

ROBERTODE CARVALHO VENTURA

ROSA MARIADE SOUZA LEAL SANTOS

THIAGODE OLIVEIRA REIS MARQUES FREIRE

VERÔNICA LUZIA GOMESDE SOUSA

Coordenação MARIA CÂNDIDA SÉRGIO

GEJA - Chefe da Unidade da Educação de Jovens, Adultos e Idosos - UEJAI

Equipe de elaboração

MARIADE FÁTIMADE ANDRADE BEZERRA

Técnica Pedagógica da Gerência de Políticas Educacionais do Ensino Médio (GPEM). RITA PATRÍCIA ALMEIDADE OLIVEIRA

Técnica Pedagógica da Gerência de Políticas Educacionais do Ensino Médio (GPEM). ROBERTODE CARVALHO VENTURA

Técnico Pedagógico da Gerência de Políticas Educacionais de Jovens, Adultos e Idosos (GEJA).

SUELI TAVARESDE SOUZA SILVA

Técnica Pedagógica da Gerência de Políticas Educacionais do Ensino Médio (GPEM). VALDERÊSDA CONCEIÇÃODO MONTE

Técnica Pedagógica da Unidade de Desenvolvimento do Ensino da Gerência Regional de Educação Metropolitana Sul. VERÔNICA LUZIA GOMESDE SOUSA

Técnica Pedagógica da Gerência de Políticas Educacionais de Jovens, Adultos e Idosos (GEJA).

Revisão

DANIELLEDA MOTA BASTOS

ROSA MARIADE SOUZA LEAL SANTOS

DIEGO BRUNO BARBOSA FELIX

Governador do Estado de Pernambuco EDUARDO HENRIQUE ACCIOLY CAMPOS

Secretário de Educação do Estado ANDERSON STEVENS LEÔNIDAS GOMES

Secretário Executivo de Educação Profissional

PAULO FERNANDO VASCONCELOS DUTRA

Gerente de Políticas Educacionais de Jovens, Adultos e Idosos

CLAUDIA MENDESDE ABREU

Chefe de Unidade da Educação Jovens, Adultos e Idosos

MARIA CÂNDIDA SÉRGIO

Secretária Executiva de Desenvolvimento da Educação ANA COELHO VIEIRA SELVA

Secretária Executiva de Gestão de Rede

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Equipe Técnica/Pedagógica da Unidade da Educação de Jovens, Adultos e Idosos - UEJAI

CLAUDIA MENDESDE ABREU

MARIA CÂNDIDA SÉRGIO

ANAIR SILVA LINSE MELLO

CÉLIA CRISTINADE SIQUEIRA CAVALCANTI VERAS

DANIELLEDA MOTA BASTOS

DANUBIA CHARLENEDA SILVA

DIEGO BRUNO BARBOSA FELIX

ENILDO LUIZ GOUVEIA

GUSTAVO HENRIQUEDA SILVA LIMA

JANDY FEITOSA CARLOSDA SILVA

JOSINETE FERREIRADE ABREU

MARIA AUXILIADORADE ALMEIDA

MONICA DIASDO NASCIMENTO

ROBERTODE CARVALHO VENTURA

ROSA MARIADE SOUZA LEAL SANTOS

THIAGODE OLIVEIRA REIS MARQUES FREIRE

VERÔNICA LUZIA GOMESDE SOUSA

Coordenação MARIA CÂNDIDA SÉRGIO

GEJA - Chefe da Unidade da Educação de Jovens, Adultos e Idosos - UEJAI

Equipe de elaboração

MARIADE FÁTIMADE ANDRADE BEZERRA

Técnica Pedagógica da Gerência de Políticas Educacionais do Ensino Médio (GPEM). RITA PATRÍCIA ALMEIDADE OLIVEIRA

Técnica Pedagógica da Gerência de Políticas Educacionais do Ensino Médio (GPEM). ROBERTODE CARVALHO VENTURA

Técnico Pedagógico da Gerência de Políticas Educacionais de Jovens, Adultos e Idosos (GEJA).

SUELI TAVARESDE SOUZA SILVA

Técnica Pedagógica da Gerência de Políticas Educacionais do Ensino Médio (GPEM). VALDERÊSDA CONCEIÇÃODO MONTE

Técnica Pedagógica da Unidade de Desenvolvimento do Ensino da Gerência Regional de Educação Metropolitana Sul. VERÔNICA LUZIA GOMESDE SOUSA

Técnica Pedagógica da Gerência de Políticas Educacionais de Jovens, Adultos e Idosos (GEJA).

Revisão

DANIELLEDA MOTA BASTOS

ROSA MARIADE SOUZA LEAL SANTOS

DIEGO BRUNO BARBOSA FELIX

Governador do Estado de Pernambuco EDUARDO HENRIQUE ACCIOLY CAMPOS

Secretário de Educação do Estado ANDERSON STEVENS LEÔNIDAS GOMES

Secretário Executivo de Educação Profissional

PAULO FERNANDO VASCONCELOS DUTRA

Gerente de Políticas Educacionais de Jovens, Adultos e Idosos

CLAUDIA MENDESDE ABREU

Chefe de Unidade da Educação Jovens, Adultos e Idosos

MARIA CÂNDIDA SÉRGIO

Secretária Executiva de Desenvolvimento da Educação ANA COELHO VIEIRA SELVA

Secretária Executiva de Gestão de Rede

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APRESENTAÇÃO

A Secretaria de Educação de Pernambuco – Gerência de Políticas Educacionais de Jovens, Adultos e Idosos (GEJA) – voltada para a garantia de uma Educação na perspectiva da formação ao longo da vida para aqueles(as) que não tiveram oportunidade em idade própria, em situação de privação de liberdade e pela inclusão sociocultural, apresenta as Orientações Teórico-Metodológicas (OTM) com a finalidade de subsidiar o processo de reorganização curricular das escolas que atendem os estudantes da EJA.

Em sua organização, este documento seleciona algumas orientações metodológicas e conteúdos como sugestões para o trabalho do(a) professor(a) em sala de aula, contribuindo para a prática pedagógica no Ensino Fundamental e Ensino Médio da EJA.

Assim, as metodologias apontadas buscam atender às necessidades e às especificidades desses estudantes, bem como às condições de trabalho dos(as) professores(as).

Neste cenário, a oferta de um ensino de qualidade aos jovens, adultos e idosos é uma necessidade urgente para contribuir com a elevação da escolaridade para que esses estudantes possam ter melhores chances de inserção no mundo do trabalho e no seu contexto sociocultural.

Para tanto, a construção das Orientações Teórico-Metodológicas tomou como referência os documentos oficiais que norteiam os princípios da modalidade, tais como a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB, Nº 9.394/96, Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos: Parecer Nº 11/2000 CNE 1/2000, Resolução CNE – CEB 1/2000, Base Curricular Comum do Estado de Pernambuco – BCC, Parâmetros Curriculares para a EJA e as Orientações Curriculares para o Ensino Médio.

Nesse processo, é importante salientar a participação dos(as) técnicos(as) de ensino das dezessete Gerências Regionais de Educação, da Gerência de Políticas da Educação Infantil e Ensino Fundamental, da Gerência de Políticas Educacionais para o Ensino Médio, da Gerência de Políticas Educacionais de Jovens, Adultos e Idosos, dos Coordenadores(as) da EJA das dezessete Gerências Regionais de Educação e dos Educadores de Apoio que atuam na EJA no estado.

Foram contribuições qualitativas e quantitativas ao longo desse processo que resultaram neste documento – em versão preliminar, mas que já

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APRESENTAÇÃO

A Secretaria de Educação de Pernambuco – Gerência de Políticas Educacionais de Jovens, Adultos e Idosos (GEJA) – voltada para a garantia de uma Educação na perspectiva da formação ao longo da vida para aqueles(as) que não tiveram oportunidade em idade própria, em situação de privação de liberdade e pela inclusão sociocultural, apresenta as Orientações Teórico-Metodológicas (OTM) com a finalidade de subsidiar o processo de reorganização curricular das escolas que atendem os estudantes da EJA.

Em sua organização, este documento seleciona algumas orientações metodológicas e conteúdos como sugestões para o trabalho do(a) professor(a) em sala de aula, contribuindo para a prática pedagógica no Ensino Fundamental e Ensino Médio da EJA.

Assim, as metodologias apontadas buscam atender às necessidades e às especificidades desses estudantes, bem como às condições de trabalho dos(as) professores(as).

Neste cenário, a oferta de um ensino de qualidade aos jovens, adultos e idosos é uma necessidade urgente para contribuir com a elevação da escolaridade para que esses estudantes possam ter melhores chances de inserção no mundo do trabalho e no seu contexto sociocultural.

Para tanto, a construção das Orientações Teórico-Metodológicas tomou como referência os documentos oficiais que norteiam os princípios da modalidade, tais como a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB, Nº 9.394/96, Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos: Parecer Nº 11/2000 CNE 1/2000, Resolução CNE – CEB 1/2000, Base Curricular Comum do Estado de Pernambuco – BCC, Parâmetros Curriculares para a EJA e as Orientações Curriculares para o Ensino Médio.

Nesse processo, é importante salientar a participação dos(as) técnicos(as) de ensino das dezessete Gerências Regionais de Educação, da Gerência de Políticas da Educação Infantil e Ensino Fundamental, da Gerência de Políticas Educacionais para o Ensino Médio, da Gerência de Políticas Educacionais de Jovens, Adultos e Idosos, dos Coordenadores(as) da EJA das dezessete Gerências Regionais de Educação e dos Educadores de Apoio que atuam na EJA no estado.

Foram contribuições qualitativas e quantitativas ao longo desse processo que resultaram neste documento – em versão preliminar, mas que já

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INTRODUÇÃO

“A procura incessante pela descoberta da origem da vida, quando ela se inicia, como mantê-la e prolongá-la e, talvez, imortalizá-la, são enigmas que a humanidade quer desvendar através do estudo das Ciências Naturais”.

Sueli Tavares, Fátima Andrade e Verônica Gomes

O desenvolvimento científico e tecnológico tem contribuído para melhorar o ambiente em que vivemos, através das relações que o homem estabelece com a Ciência, a Tecnologia e a Sociedade, e estas nunca estiveram tão evidentes como nas últimas décadas.

Desde o início das civilizações, a Ciência sempre despertou fascínio e interesse no homem. Este fato pode ser observado a partir da descoberta do fogo e, nos dias atuais, do desvendamento do genoma humano. Neste sentido, a estrutura da molécula do DNA, o deciframento do genoma e as invenções tecnológicas (microscópio, avião, lâmpada, computador, internet) são exemplos de descobertas científicas.

Segundo DUCHSL (1994), a Ciência corresponde a um processo dinâmico e perecedouro dos saberes científicos, nos quais sua transitoriedade, sua natureza histórica e cultural permitem a compreensão das relações estabelecidas entre a organização, o desenvolvimento da ciência e a produção tecnológica.

No âmbito escolar, os estudantes percebem que fenômenos naturais e temáticas de caráter ético estão presentes em seu cotidiano, permitindo e adequando a utilização destes conhecimentos, às suas necessidades e, consequentemente, à melhoria da sua qualidade de vida.

Desse modo, a disciplina Ciências, pela sua natureza, deve contribuir para a formação do estudante de forma significativa, propiciando ao estudante da Educação de Jovens e Adultos interagir e consolidar, na sua vivência, os conteúdos e assuntos abordados em sala de aula, oportunizando o contato com os processos de produção do conhecimento científico. Desta forma, o componente curricular Ciências desenvolve, no estudante, dois aspectos importantes em sua formação escolar: a alfabetização científica e o desenvolvimento de uma postura crítica e consciente. Em relação à apresenta a identidade da referida modalidade de ensino – elemento que

contribui para o currículo e para a prática pedagógica.

Entendendo-se a relevância deste trabalho coletivo, as OTM representam um avanço para o nosso Estado, possibilitando aos(às) professores(as) mais um instrumento de apoio e possibilidades na reorganização curricular para a EJA. Assim, esperamos contribuir para reflexões e discussões no interior da escola a serem realizadas pelos sujeitos educativos, no intuito de que a prática pedagógica seja de fato uma ação voltada para o exercício da cidadania dos estudantes da Educação de Jovens e Adultos.

GERÊNCIADE POLÍTICAS EDUCACIONAISDE JOVENS, ADULTOSE IDOSOS

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INTRODUÇÃO

“A procura incessante pela descoberta da origem da vida, quando ela se inicia, como mantê-la e prolongá-la e, talvez, imortalizá-la, são enigmas que a humanidade quer desvendar através do estudo das Ciências Naturais”.

Sueli Tavares, Fátima Andrade e Verônica Gomes

O desenvolvimento científico e tecnológico tem contribuído para melhorar o ambiente em que vivemos, através das relações que o homem estabelece com a Ciência, a Tecnologia e a Sociedade, e estas nunca estiveram tão evidentes como nas últimas décadas.

Desde o início das civilizações, a Ciência sempre despertou fascínio e interesse no homem. Este fato pode ser observado a partir da descoberta do fogo e, nos dias atuais, do desvendamento do genoma humano. Neste sentido, a estrutura da molécula do DNA, o deciframento do genoma e as invenções tecnológicas (microscópio, avião, lâmpada, computador, internet) são exemplos de descobertas científicas.

Segundo DUCHSL (1994), a Ciência corresponde a um processo dinâmico e perecedouro dos saberes científicos, nos quais sua transitoriedade, sua natureza histórica e cultural permitem a compreensão das relações estabelecidas entre a organização, o desenvolvimento da ciência e a produção tecnológica.

No âmbito escolar, os estudantes percebem que fenômenos naturais e temáticas de caráter ético estão presentes em seu cotidiano, permitindo e adequando a utilização destes conhecimentos, às suas necessidades e, consequentemente, à melhoria da sua qualidade de vida.

Desse modo, a disciplina Ciências, pela sua natureza, deve contribuir para a formação do estudante de forma significativa, propiciando ao estudante da Educação de Jovens e Adultos interagir e consolidar, na sua vivência, os conteúdos e assuntos abordados em sala de aula, oportunizando o contato com os processos de produção do conhecimento científico. Desta forma, o componente curricular Ciências desenvolve, no estudante, dois aspectos importantes em sua formação escolar: a alfabetização científica e o desenvolvimento de uma postura crítica e consciente. Em relação à apresenta a identidade da referida modalidade de ensino – elemento que

contribui para o currículo e para a prática pedagógica.

Entendendo-se a relevância deste trabalho coletivo, as OTM representam um avanço para o nosso Estado, possibilitando aos(às) professores(as) mais um instrumento de apoio e possibilidades na reorganização curricular para a EJA. Assim, esperamos contribuir para reflexões e discussões no interior da escola a serem realizadas pelos sujeitos educativos, no intuito de que a prática pedagógica seja de fato uma ação voltada para o exercício da cidadania dos estudantes da Educação de Jovens e Adultos.

GERÊNCIADE POLÍTICAS EDUCACIONAISDE JOVENS, ADULTOSE IDOSOS

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alfabetização científica, esta permite que os mesmos estabeleçam relação entre os conteúdos apreendidos (conhecimentos científicos e tecnológicos) e as utilizações e aplicações no seu dia a dia. No que diz respeito à formação de uma postura crítica e consciente, os estudantes devem emitir juízo de valor, a partir de discussões de caráter ético sobre aspectos ligados à acessibilidade destes conhecimentos e aos efeitos que estes têm na vida de todas as classes sociais.

Sendo assim, o ensino de Ciências Naturais, na EJA, contribui para a melhoria da qualidade de vida dos estudantes, a partir da compreensão que têm da sua própria organização biológica, dos espaços que ocupam no ambiente e na sociedade, possibilitando interferir nesses processos dinâmicos, através de uma ação mais coletiva. Dito de outro modo, espera-se que os estudantes desta modalidade de educação, ao se apropriem dos conhecimentos da química, da física e da biologia e de suas tecnologias (saberes didáticos científicos), desenvolvam uma sensibilização voltada para uma responsabilidade socioambiental e ética, condição imprescindível para formação de um cidadão crítico e participativo.

Contudo, esses conteúdos didáticos corroboram com SELBACH et al. (2010), quando comentam que “Aprender Ciências é importante para se construir certezas, para se encarar o presente com coragem e o futuro com esperanças”. Estas transformações poderão ser perceptíveis pelo professor, a partir das mudanças das atitudes cotidianas dos estudantes.

No ensino de Ciências Naturais, a abordagem dos conteúdos didáticos tem acontecido, de forma fragmentada e compartimentalizada (utilizando-se de estratégias didáticas, tais como: pesquisa de campo, confecções de murais e incursão pedagógica), distante da realidade dos estudantes. Neste sentido, com a finalidade de superar estes desafios, o professor de Ciências da EJA, na sua prática pedagógica, deve considerar a natureza da disciplina, as necessidades e especificidades deste público em relação ao aprender e os conteúdos científicos deste componente curricular, partindo, por exemplo, de indagações, como superar a fragmentação desta disciplina abordando de forma contextualizada e prazerosa estes conhecimentos? Que estratégias metodológicas poderão ser utilizadas para realizar esta finalidade? Com esses questionamentos, os professores desta modalidade de educação deverão aguçar a curiosidade e a participação ativa destes atores sociais, devendo tornar a aula dinâmica e interativa, propiciando a articulação e o

envolvimento de todos na construção do conhecimento.

Neste contexto, a aprendizagem em Ciências, na EJA, tem um perfil de redescoberta, ou seja, os estudantes realizam releituras e novas interpretações de mundo com base nas suas vivências e convivências, diferentemente dos estudantes da modalidade regular, na qual a aprendizagem acontece a partir da exploração do mundo, descobrindo o universo.

Diante do exposto, Angotti e Delizoicov (1994) consideram básicas as seguintes habilidades de Ciências Naturais, que devem perpassar todas as competências a serem desenvolvidos com maior empenho nas aulas:

Observação | Habilidade para direcionar o olhar, contemplando de forma

global o objeto a ser analisado.

Classificação | Habilidade para estabelecer relação entre o objeto estudado

com outros, segundo a sua semelhança e diferença.

Registro e tomada de dados, construção de tabelas | Habilidade para

organizar dados em forma de tabelas.

Análise | Habilidade para se aprofundar na reflexão sobre o comportamento

do objeto de estudo.

Síntese | Habilidade para sintetizar o conhecimento produzido, a partir do

tema estudado.

Aplicação | Habilidade para transpor o conhecimento adquirido para as

esferas vividas pelo estudante, resultando em amadurecimento e na prática das habilidades citadas anteriormente e do seu uso na vida cotidiana.

Assim, o presente documento tem a finalidade de orientar e subsidiar os professores de ciências que atuam na EJA, uma vez que esta modalidade de ensino apresenta estudantes com características próprias e diferenciadas dos alunos da modalidade regular, que possuem objetivos e metas distintas. Outro aspecto a considerar, é que o documento apresenta também a intencionalidade de ajudar o(a) professor(a) a elaborar o seu planejamento, seus planos de aulas diários e refletirem as suas práticas, além de promover a atualização de conhecimentos pedagógicos, relacionados, principalmente, à transposição de saberem específicos (acadêmicos) em conhecimentos didáticos.

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alfabetização científica, esta permite que os mesmos estabeleçam relação entre os conteúdos apreendidos (conhecimentos científicos e tecnológicos) e as utilizações e aplicações no seu dia a dia. No que diz respeito à formação de uma postura crítica e consciente, os estudantes devem emitir juízo de valor, a partir de discussões de caráter ético sobre aspectos ligados à acessibilidade destes conhecimentos e aos efeitos que estes têm na vida de todas as classes sociais.

Sendo assim, o ensino de Ciências Naturais, na EJA, contribui para a melhoria da qualidade de vida dos estudantes, a partir da compreensão que têm da sua própria organização biológica, dos espaços que ocupam no ambiente e na sociedade, possibilitando interferir nesses processos dinâmicos, através de uma ação mais coletiva. Dito de outro modo, espera-se que os estudantes desta modalidade de educação, ao se apropriem dos conhecimentos da química, da física e da biologia e de suas tecnologias (saberes didáticos científicos), desenvolvam uma sensibilização voltada para uma responsabilidade socioambiental e ética, condição imprescindível para formação de um cidadão crítico e participativo.

Contudo, esses conteúdos didáticos corroboram com SELBACH et al. (2010), quando comentam que “Aprender Ciências é importante para se construir certezas, para se encarar o presente com coragem e o futuro com esperanças”. Estas transformações poderão ser perceptíveis pelo professor, a partir das mudanças das atitudes cotidianas dos estudantes.

No ensino de Ciências Naturais, a abordagem dos conteúdos didáticos tem acontecido, de forma fragmentada e compartimentalizada (utilizando-se de estratégias didáticas, tais como: pesquisa de campo, confecções de murais e incursão pedagógica), distante da realidade dos estudantes. Neste sentido, com a finalidade de superar estes desafios, o professor de Ciências da EJA, na sua prática pedagógica, deve considerar a natureza da disciplina, as necessidades e especificidades deste público em relação ao aprender e os conteúdos científicos deste componente curricular, partindo, por exemplo, de indagações, como superar a fragmentação desta disciplina abordando de forma contextualizada e prazerosa estes conhecimentos? Que estratégias metodológicas poderão ser utilizadas para realizar esta finalidade? Com esses questionamentos, os professores desta modalidade de educação deverão aguçar a curiosidade e a participação ativa destes atores sociais, devendo tornar a aula dinâmica e interativa, propiciando a articulação e o

envolvimento de todos na construção do conhecimento.

Neste contexto, a aprendizagem em Ciências, na EJA, tem um perfil de redescoberta, ou seja, os estudantes realizam releituras e novas interpretações de mundo com base nas suas vivências e convivências, diferentemente dos estudantes da modalidade regular, na qual a aprendizagem acontece a partir da exploração do mundo, descobrindo o universo.

Diante do exposto, Angotti e Delizoicov (1994) consideram básicas as seguintes habilidades de Ciências Naturais, que devem perpassar todas as competências a serem desenvolvidos com maior empenho nas aulas:

Observação | Habilidade para direcionar o olhar, contemplando de forma

global o objeto a ser analisado.

Classificação | Habilidade para estabelecer relação entre o objeto estudado

com outros, segundo a sua semelhança e diferença.

Registro e tomada de dados, construção de tabelas | Habilidade para

organizar dados em forma de tabelas.

Análise | Habilidade para se aprofundar na reflexão sobre o comportamento

do objeto de estudo.

Síntese | Habilidade para sintetizar o conhecimento produzido, a partir do

tema estudado.

Aplicação | Habilidade para transpor o conhecimento adquirido para as

esferas vividas pelo estudante, resultando em amadurecimento e na prática das habilidades citadas anteriormente e do seu uso na vida cotidiana.

Assim, o presente documento tem a finalidade de orientar e subsidiar os professores de ciências que atuam na EJA, uma vez que esta modalidade de ensino apresenta estudantes com características próprias e diferenciadas dos alunos da modalidade regular, que possuem objetivos e metas distintas. Outro aspecto a considerar, é que o documento apresenta também a intencionalidade de ajudar o(a) professor(a) a elaborar o seu planejamento, seus planos de aulas diários e refletirem as suas práticas, além de promover a atualização de conhecimentos pedagógicos, relacionados, principalmente, à transposição de saberem específicos (acadêmicos) em conhecimentos didáticos.

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ORIENTAÇÕES TEÓRICO – METODOLÓGICAS Educação de Jovens e Adultos | I Módulo

OBJETIVO: Compreender como se deu a evolução dos seres vivos desde os

coacervados, a célula, até os seres vivos mais complexos do meio ambiente, considerando as leis genéticas e o equilíbrio ecológico e sua influência no bem estar social e na saúde humana.

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

l Conhecer os níveis de organização estruturais, em Ecologia, diferenciando

cadeias e teias alimentares, reconhecendo o fluxo energético entre as relações alimentares.

l Construir a noção de saúde, levando em conta as condições biológicas,

tais como sexo, idade, fatores genéticos e os condicionantes sociais, econômicos, ambientais e culturais como nível de renda, escolaridade, estilos de vida, estado nutricional, possibilidades de lazer, qualidade de transporte, condições de saneamento.

l Reconhecer os mecanismos de transmissão da vida, prevendo ou

explicando a manifestação de características dos seres vivos.

l Compreender o papel da evolução na produção de padrões, processos

biológicos ou na organização taxonômica dos seres vivos.

l Analisar os reinos Monera, Protista, Fungi, Plantae e Animal na

perspectiva das suas contribuições para a saúde.

l Compreender os mecanismos básicos da hereditariedade, da expressão e

da transmissão dos caracteres hereditários, a partir das leis mendelianas.

l Reconhecer a importância dos trabalhos de Lamarck e Darwin na

contribuição para a compreensão da evolução.

1. Eixo Estruturante: INTERAÇÃO ENTRE OS SERES VIVOS

l Conhecimento dos conceitos estruturantes da Ecologia e a importância

desses na preservação do meio ambiente.

l Identificação das interações alimentares entre os seres vivos através do

estudo das cadeias e teias em um ecossistema

ORIENTAÇÕES TEÓRICO-METODOLÓGICAS

(11)

ORIENTAÇÕES TEÓRICO – METODOLÓGICAS Educação de Jovens e Adultos | I Módulo

OBJETIVO: Compreender como se deu a evolução dos seres vivos desde os

coacervados, a célula, até os seres vivos mais complexos do meio ambiente, considerando as leis genéticas e o equilíbrio ecológico e sua influência no bem estar social e na saúde humana.

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

l Conhecer os níveis de organização estruturais, em Ecologia, diferenciando

cadeias e teias alimentares, reconhecendo o fluxo energético entre as relações alimentares.

l Construir a noção de saúde, levando em conta as condições biológicas,

tais como sexo, idade, fatores genéticos e os condicionantes sociais, econômicos, ambientais e culturais como nível de renda, escolaridade, estilos de vida, estado nutricional, possibilidades de lazer, qualidade de transporte, condições de saneamento.

l Reconhecer os mecanismos de transmissão da vida, prevendo ou

explicando a manifestação de características dos seres vivos.

l Compreender o papel da evolução na produção de padrões, processos

biológicos ou na organização taxonômica dos seres vivos.

l Analisar os reinos Monera, Protista, Fungi, Plantae e Animal na

perspectiva das suas contribuições para a saúde.

l Compreender os mecanismos básicos da hereditariedade, da expressão e

da transmissão dos caracteres hereditários, a partir das leis mendelianas.

l Reconhecer a importância dos trabalhos de Lamarck e Darwin na

contribuição para a compreensão da evolução.

1. Eixo Estruturante: INTERAÇÃO ENTRE OS SERES VIVOS

l Conhecimento dos conceitos estruturantes da Ecologia e a importância

desses na preservação do meio ambiente.

l Identificação das interações alimentares entre os seres vivos através do

estudo das cadeias e teias em um ecossistema

ORIENTAÇÕES TEÓRICO-METODOLÓGICAS

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COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

l Compreender os processos ecológicos que contribuem para o equilíbrio

dos ecossistemas, reconhecendo as relações entre os seres vivos de uma comunidade e a ecologia de suas populações.

l Relacionar as condições socioeconômicas à qualidade de vida das

populações humanas como fator determinante de diversos tipos de doenças, com ênfase na criança e no idoso.

l Compreender a célula como unidade básica dos seres vivos, identificando

a variação entre os diferentes tipos de células, suas estruturas e funções, e as etapas das divisões celulares e sua importância.

l Compreender os princípios morfológicos e fisiológicos que se aplicam aos

seres vivos, evidenciando a filogenia anatômica e fisiológica dos diferentes reinos.

l Analisar aspectos genéticos do funcionamento do corpo humano

relacionados ao funcionamento dos antígenos e aos anticorpos (os grupos sanguíneos e suas incompatibilidades, transplantes e doenças autoimunes), identificando os diferentes tipos de heranças genéticas de acordo com a localização dos genes nos cromossomos.

l Elaborar explicações sobre a evolução das espécies, considerando os

mecanismos de mutação, recombinação gênica e seleção natural.

1. Eixo Estruturante: INTERAÇÃO ENTRE OS SERES VIVOS

l Conhecimento e compreensão dos principais tipos de relações ecológicas

intraespecíficas e interespecíficas entre os seres vivos;

l Compreensão dos fatores que regulam o tamanho de populações

biológicas, reconhecendo a tendência de crescimento das populações humanas, compreendendo os riscos da explosão demográfica, discutindo e formando opinião sobre controle de natalidade, planejamento familiar e sociedade sustentável;

l Compreensão do conceito sobre sucessão ecológica e das principais

tendências observadas no decorrer dela, como aumentos da biomassa, da estabilidade e da biodiversidade, identificando as características e localização dos principais ecossistemas brasileiros.

ORIENTAÇÕES TEÓRICO-METODOLÓGICAS

9 2. Eixo Estruturante: QUALIDADE DE VIDA DAS POPULAÇÕES HUMANAS

l Construção do conhecimento científico sobre saúde, associado ao

conhecimento do senso comum, levando em consideração as condições biológicas, sociais, ambientais e culturais dos Jovens, Adultos e Idosos.

3. Eixo Estruturante: IDENTIDADE DOS SERES VIVOS

l Importância do Método Científico na compreensão do estudo da vida,

evidenciando as diversas subdivisões da Biologia;

l Reconhecimento das teorias que envolvem a origem da vida (formação

dos primeiros seres vivos) e os processos evolutivos dos coacervados e a primeira célula.

4. Eixo Estruturante: DIVERSIDADE DA VIDA

l Compreensão da evolução a partir dos diferentes reinos, incluindo os

vírus, como uma forma particular de vida, contemplando os seres vivos de importância médica e econômica para os seres vivos.

5. Eixo Estruturante: TRANSMISSÃO DA VIDA, ÉTICA E MANIPULAÇÃO GÊNICA

l Compreensão dos mecanismos básicos da hereditariedade, de expressão

e transmissão dos caracteres hereditários, a partir das leis mendelianas.

6. Eixo Estruturante: ORIGEM E EVOLUÇÃO DA VIDA

l Reconhecimento da importância dos trabalhos de Lamarck e Darwin na

contribuição para a compreensão da evolução.

ORIENTAÇÕES TEÓRICO – METODOLÓGICAS Educação de Jovens e Adultos | II Módulo

OBJETIVO: Reconhecer os tipos de relações ecológicas, identificando os

fatores que regulam as populações e determinam as características de um ecossistema, bem como o aparecimento de diferentes tipos de doenças, levando em consideração as condições socioeconômicas e hereditárias, compreendendo a organização celular, anatômica e fisiológica dos seres vivos e o processo de adaptação pela ação da seleção natural.

EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS - BIOLOGIA

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COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

l Compreender os processos ecológicos que contribuem para o equilíbrio

dos ecossistemas, reconhecendo as relações entre os seres vivos de uma comunidade e a ecologia de suas populações.

l Relacionar as condições socioeconômicas à qualidade de vida das

populações humanas como fator determinante de diversos tipos de doenças, com ênfase na criança e no idoso.

l Compreender a célula como unidade básica dos seres vivos, identificando

a variação entre os diferentes tipos de células, suas estruturas e funções, e as etapas das divisões celulares e sua importância.

l Compreender os princípios morfológicos e fisiológicos que se aplicam aos

seres vivos, evidenciando a filogenia anatômica e fisiológica dos diferentes reinos.

l Analisar aspectos genéticos do funcionamento do corpo humano

relacionados ao funcionamento dos antígenos e aos anticorpos (os grupos sanguíneos e suas incompatibilidades, transplantes e doenças autoimunes), identificando os diferentes tipos de heranças genéticas de acordo com a localização dos genes nos cromossomos.

l Elaborar explicações sobre a evolução das espécies, considerando os

mecanismos de mutação, recombinação gênica e seleção natural.

1. Eixo Estruturante: INTERAÇÃO ENTRE OS SERES VIVOS

l Conhecimento e compreensão dos principais tipos de relações ecológicas

intraespecíficas e interespecíficas entre os seres vivos;

l Compreensão dos fatores que regulam o tamanho de populações

biológicas, reconhecendo a tendência de crescimento das populações humanas, compreendendo os riscos da explosão demográfica, discutindo e formando opinião sobre controle de natalidade, planejamento familiar e sociedade sustentável;

l Compreensão do conceito sobre sucessão ecológica e das principais

tendências observadas no decorrer dela, como aumentos da biomassa, da estabilidade e da biodiversidade, identificando as características e localização dos principais ecossistemas brasileiros.

ORIENTAÇÕES TEÓRICO-METODOLÓGICAS

9 2. Eixo Estruturante: QUALIDADE DE VIDA DAS POPULAÇÕES HUMANAS

l Construção do conhecimento científico sobre saúde, associado ao

conhecimento do senso comum, levando em consideração as condições biológicas, sociais, ambientais e culturais dos Jovens, Adultos e Idosos.

3. Eixo Estruturante: IDENTIDADE DOS SERES VIVOS

l Importância do Método Científico na compreensão do estudo da vida,

evidenciando as diversas subdivisões da Biologia;

l Reconhecimento das teorias que envolvem a origem da vida (formação

dos primeiros seres vivos) e os processos evolutivos dos coacervados e a primeira célula.

4. Eixo Estruturante: DIVERSIDADE DA VIDA

l Compreensão da evolução a partir dos diferentes reinos, incluindo os

vírus, como uma forma particular de vida, contemplando os seres vivos de importância médica e econômica para os seres vivos.

5. Eixo Estruturante: TRANSMISSÃO DA VIDA, ÉTICA E MANIPULAÇÃO GÊNICA

l Compreensão dos mecanismos básicos da hereditariedade, de expressão

e transmissão dos caracteres hereditários, a partir das leis mendelianas.

6. Eixo Estruturante: ORIGEM E EVOLUÇÃO DA VIDA

l Reconhecimento da importância dos trabalhos de Lamarck e Darwin na

contribuição para a compreensão da evolução.

ORIENTAÇÕES TEÓRICO – METODOLÓGICAS Educação de Jovens e Adultos | II Módulo

OBJETIVO: Reconhecer os tipos de relações ecológicas, identificando os

fatores que regulam as populações e determinam as características de um ecossistema, bem como o aparecimento de diferentes tipos de doenças, levando em consideração as condições socioeconômicas e hereditárias, compreendendo a organização celular, anatômica e fisiológica dos seres vivos e o processo de adaptação pela ação da seleção natural.

EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS - BIOLOGIA

(14)

qualidade de vida e os fatores que condicionam a variabilidade gênica na evolução.

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

l Traçar o circuito de determinados elementos químicos como o carbono, o

oxigênio e o nitrogênio, colocando em evidência o deslocamento desses elementos entre o mundo inorgânico (solo, água, ar) e o mundo orgânico (tecidos, fluidos, estruturas animais e vegetais).

l Perceber que o desenvolvimento sustentável de uma sociedade só será

possível com a redução das desigualdades sociais, com políticas voltadas para a vulnerabilidade da criança e do idoso, propondo soluções para os problemas ambientais.

l Correlacionar os dados de saneamento com os da mortalidade infantil e a

saúde do idoso, estabelecendo a relação entre a dinâmica dos seres patogênicos com as condições ambientais e sócio-econômico-culturais, reconhecendo os vetores de doenças, bem como os mecanismos eficazes de seu controle.

l Compreender a importância das substâncias nutritivas, suas

contribuições para o desenvolvimento dos seres vivos e da prevenção de doenças, reconhecendo, também, a importância das substâncias químicas em reações bioenergéticas e estruturais no organismo vivo, bem como suas fontes e as consequências no organismo em decorrência de sua carência e excesso no metabolismo, principalmente, da criança e do idoso.

l Reconhecer as principais características da fauna e da flora dos grandes

biomas terrestres, especialmente dos brasileiros.

l Diferenciar os diversos processos de mutações, ligações gênicas e

mapeamento cromossômico e suas referidas implicações na determinação dos fenótipos.

l Compreender que as variações genéticas são influenciadas por diversos

fatores e contribuem para a evolução das espécies.

l Reconhecer os avanços biotecnológicos, sobretudo os genéticos para o

melhoramento na qualidade de vida e na contribuição do processo de longevidade do Idoso, levando em consideração os valores bioéticos.

ORIENTAÇÕES TEÓRICO-METODOLÓGICAS

11 2. Eixo Estruturante: QUALIDADE DE VIDA DAS POPULAÇÕES HUMANAS

l Percepção da relação que existe entre as condições socioeconômicas com

a qualidade de vida das populações humanas, enfatizando a criança e o idoso, como fator determinante para o aparecimento de diversos tipos de doenças.

3. Eixo Estruturante: IDENTIDADE DOS SERES VIVOS

l Reconhecimento da célula como unidade básica dos seres vivos,

identificando a variação entre os diferentes tipos de células, suas estruturas e funções, compreendendo a importância e as etapas das divisões celulares e da dinâmica da célula no processo de envelhecimento humano.

4. Eixo Estruturante: DIVERSIDADE DA VIDA

l Compreensão da filogenia, nos diferentes reinos, e sua importância para o

entendimento da anatomia e fisiologia dos seres vivos.

5. Eixo Estruturante: TRANSMISSÃO DA VIDA, ÉTICA E MANIPULAÇÃO GÊNICA

l Conhecimento dos aspectos genéticos do funcionamento do corpo

humano relacionados ao funcionamento dos antígenos e anticorpos (grupos sanguíneos e transplantes), bem como as doenças autoimunes, identificando os diferentes tipos de heranças genéticas apresentadas pelo indivíduo.

6. Eixo Estruturante: ORIGEM E EVOLUÇÃO DA VIDA

l Elaboração das explicações sobre a evolução das espécies, considerando

os mecanismos de mutação, recombinação gênica e seleção natural.

ORIENTAÇÕES TEÓRICO – METODOLÓGICAS Educação de Jovens e Adultos | III Módulo

OBJETIVO: Reconhecer os elementos químicos da natureza, destacando a

importância destes nutrientes para os seres vivos, nos diferentes biomas brasileiros com conhecimento de sua sustentabilidade, compreendendo a importância da ética no uso da biotecnologia para promover a saúde e a

EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS - BIOLOGIA

(15)

qualidade de vida e os fatores que condicionam a variabilidade gênica na evolução.

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

l Traçar o circuito de determinados elementos químicos como o carbono, o

oxigênio e o nitrogênio, colocando em evidência o deslocamento desses elementos entre o mundo inorgânico (solo, água, ar) e o mundo orgânico (tecidos, fluidos, estruturas animais e vegetais).

l Perceber que o desenvolvimento sustentável de uma sociedade só será

possível com a redução das desigualdades sociais, com políticas voltadas para a vulnerabilidade da criança e do idoso, propondo soluções para os problemas ambientais.

l Correlacionar os dados de saneamento com os da mortalidade infantil e a

saúde do idoso, estabelecendo a relação entre a dinâmica dos seres patogênicos com as condições ambientais e sócio-econômico-culturais, reconhecendo os vetores de doenças, bem como os mecanismos eficazes de seu controle.

l Compreender a importância das substâncias nutritivas, suas

contribuições para o desenvolvimento dos seres vivos e da prevenção de doenças, reconhecendo, também, a importância das substâncias químicas em reações bioenergéticas e estruturais no organismo vivo, bem como suas fontes e as consequências no organismo em decorrência de sua carência e excesso no metabolismo, principalmente, da criança e do idoso.

l Reconhecer as principais características da fauna e da flora dos grandes

biomas terrestres, especialmente dos brasileiros.

l Diferenciar os diversos processos de mutações, ligações gênicas e

mapeamento cromossômico e suas referidas implicações na determinação dos fenótipos.

l Compreender que as variações genéticas são influenciadas por diversos

fatores e contribuem para a evolução das espécies.

l Reconhecer os avanços biotecnológicos, sobretudo os genéticos para o

melhoramento na qualidade de vida e na contribuição do processo de longevidade do Idoso, levando em consideração os valores bioéticos.

ORIENTAÇÕES TEÓRICO-METODOLÓGICAS

11 2. Eixo Estruturante: QUALIDADE DE VIDA DAS POPULAÇÕES HUMANAS

l Percepção da relação que existe entre as condições socioeconômicas com

a qualidade de vida das populações humanas, enfatizando a criança e o idoso, como fator determinante para o aparecimento de diversos tipos de doenças.

3. Eixo Estruturante: IDENTIDADE DOS SERES VIVOS

l Reconhecimento da célula como unidade básica dos seres vivos,

identificando a variação entre os diferentes tipos de células, suas estruturas e funções, compreendendo a importância e as etapas das divisões celulares e da dinâmica da célula no processo de envelhecimento humano.

4. Eixo Estruturante: DIVERSIDADE DA VIDA

l Compreensão da filogenia, nos diferentes reinos, e sua importância para o

entendimento da anatomia e fisiologia dos seres vivos.

5. Eixo Estruturante: TRANSMISSÃO DA VIDA, ÉTICA E MANIPULAÇÃO GÊNICA

l Conhecimento dos aspectos genéticos do funcionamento do corpo

humano relacionados ao funcionamento dos antígenos e anticorpos (grupos sanguíneos e transplantes), bem como as doenças autoimunes, identificando os diferentes tipos de heranças genéticas apresentadas pelo indivíduo.

6. Eixo Estruturante: ORIGEM E EVOLUÇÃO DA VIDA

l Elaboração das explicações sobre a evolução das espécies, considerando

os mecanismos de mutação, recombinação gênica e seleção natural.

ORIENTAÇÕES TEÓRICO – METODOLÓGICAS Educação de Jovens e Adultos | III Módulo

OBJETIVO: Reconhecer os elementos químicos da natureza, destacando a

importância destes nutrientes para os seres vivos, nos diferentes biomas brasileiros com conhecimento de sua sustentabilidade, compreendendo a importância da ética no uso da biotecnologia para promover a saúde e a

EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS - BIOLOGIA

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6. Eixo Estruturante: ORIGEM E EVOLUÇÃO DA VIDA

l Compreensão das variações genética influenciadas por diversos fatores

que contribuem para a evolução das espécies.

ORIENTAÇÕES TEÓRICO-METODOLÓGICAS

13 1. Eixo Estruturante: INTERAÇÃO ENTRE OS SERES VIVOS

l Reconhecimento do comportamento cíclico dos elementos químicos que

constituem as substâncias orgânicas, representando, através de esquemas, as etapas fundamentais dos ciclos da água, do carbono, do nitrogênio, do oxigênio e do fósforo.

l Compreensão da importância do desenvolvimento sustentável em uma

sociedade para que ocorra a redução das desigualdades sociais, propondo soluções para os problemas ambientais com base nos conhecimentos científicos.

2. Eixo Estruturante: QUALIDADE DE VIDA DAS POPULAÇÕES HUMANAS

l Entender a importância de uma boa alimentação, habitação, saneamento

básico e tratamento de água na prevenção de doenças, reconhecendo seus vetores e os mecanismos eficazes de seu controle para a diminuição da mortalidade da criança e para a saúde do idoso.

3. Eixo Estruturante: IDENTIDADE DOS SERES VIVOS

l Compreensão das substâncias químicas da célula para o desenvolvimento

dos seres vivos, reconhecendo a importância destas substâncias nas reações bioenergéticas e estruturais em decorrência de sua carência e excesso.

4. Eixo Estruturante: DIVERSIDADE DA VIDA

l Reconhecimento das principais características da fauna e da flora dos

grandes biomas terrestres, especialmente dos brasileiros.

5. Eixo Estruturante: TRANSMISSÃO DA VIDA, ÉTICA E MANIPULAÇÃO GÊNICA

l Conhecimento e compreensão dos diversos processos de mutações,

ligações gênicas, herança ligada ao sexo, mapeamento cromossômico, e suas referidas implicações na determinação dos fenótipos;

l Reconhecimento da importância dos avanços biotecnológicos através dos

seguintes temas: enzimas de restrição, DNA recombinante, clonagem, células tronco, projeto genoma, terapia gênica e aconselhamento genético, tão disseminados na área da biotecnologia, a fim de se informar sobre os benefícios e os riscos de sua aplicação.

EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS - BIOLOGIA

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6. Eixo Estruturante: ORIGEM E EVOLUÇÃO DA VIDA

l Compreensão das variações genética influenciadas por diversos fatores

que contribuem para a evolução das espécies.

ORIENTAÇÕES TEÓRICO-METODOLÓGICAS

13 1. Eixo Estruturante: INTERAÇÃO ENTRE OS SERES VIVOS

l Reconhecimento do comportamento cíclico dos elementos químicos que

constituem as substâncias orgânicas, representando, através de esquemas, as etapas fundamentais dos ciclos da água, do carbono, do nitrogênio, do oxigênio e do fósforo.

l Compreensão da importância do desenvolvimento sustentável em uma

sociedade para que ocorra a redução das desigualdades sociais, propondo soluções para os problemas ambientais com base nos conhecimentos científicos.

2. Eixo Estruturante: QUALIDADE DE VIDA DAS POPULAÇÕES HUMANAS

l Entender a importância de uma boa alimentação, habitação, saneamento

básico e tratamento de água na prevenção de doenças, reconhecendo seus vetores e os mecanismos eficazes de seu controle para a diminuição da mortalidade da criança e para a saúde do idoso.

3. Eixo Estruturante: IDENTIDADE DOS SERES VIVOS

l Compreensão das substâncias químicas da célula para o desenvolvimento

dos seres vivos, reconhecendo a importância destas substâncias nas reações bioenergéticas e estruturais em decorrência de sua carência e excesso.

4. Eixo Estruturante: DIVERSIDADE DA VIDA

l Reconhecimento das principais características da fauna e da flora dos

grandes biomas terrestres, especialmente dos brasileiros.

5. Eixo Estruturante: TRANSMISSÃO DA VIDA, ÉTICA E MANIPULAÇÃO GÊNICA

l Conhecimento e compreensão dos diversos processos de mutações,

ligações gênicas, herança ligada ao sexo, mapeamento cromossômico, e suas referidas implicações na determinação dos fenótipos;

l Reconhecimento da importância dos avanços biotecnológicos através dos

seguintes temas: enzimas de restrição, DNA recombinante, clonagem, células tronco, projeto genoma, terapia gênica e aconselhamento genético, tão disseminados na área da biotecnologia, a fim de se informar sobre os benefícios e os riscos de sua aplicação.

EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS - BIOLOGIA

(18)

http://www.saudegratuita.com.br http://www.sucen.sp.gov.br http://www.geneticanaescola.com.br/ http://www.cdcc.usp.br/exper/medio/ http://www2.uol.com.br/sciam/ LIVROS

AMABIS, J. M.; MARTHO, G. R. Fundamentos da Biologia Moderna. Volume Único. São Paulo: Moderna, 1998.

BARROS, I. C. L.; PORTO, K. C.; CHAMIXAES, C. B. C. B.; MARIZ, G. Manual de

Práticas de Criptógamos. Recife: Ed. Universitária, 1990.

BOLSANELLO, A. Grande Manual de Biologia. São Paulo: Cone, 1996. CARVALHO, W. Biologia em Foco. v. 2. São Paulo: FTD, 2003.

CARVALHO, W. Biologia em Foco. v. 3. São Paulo: FTD, 2003.

CUNHA, P.; MONTANARI, V. Evolução do Bicho-Homem. 2. São Paulo: Ed. Moderna, 1996 (Desafios).

DE ROBERTS, E. D. P. Bases de Biologia Celular e Molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1985.

FACCHINI, F. (tradução de Rosa Visconti Rono e Sophia Visconti). Origem e

Evolução – O homem. São Paulo: Moderna, 1997.

FERRI, M. G.; MENEZES, N. L.; MONTEIRO, W. R. Glossário ilustrado de

Botânica. São Paulo: Nobel, 1989. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL. Ministério da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais para o

Ensino Médio PCN+: Orientações Educacionais Complementares aos

Parâmetros Curriculares Nacionais - Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias. Brasília: MEC – Secretaria de Educação Média e Tecnológica (SEMTEC), 2002. 144p.

BRASIL. Ministério da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais para o

Ensino Fundamental: Orientações Educacionais Complementares aos

Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: MEC/SEF, 1997. Disponível em: <www.portal.mec.gov.br> Acesso em 06 de fev. 2012.

PERNAMBUCO. Secretaria de Educação, Cultura e Esportes. Subsídios para

organização prática pedagógica nas escolas: Ciências e Biologia/ Secretaria

de Educação, Cultura, e Esportes de Pernambuco. Recife: SECE, 1992. 1. CURRÍCULO – CIÊNCIAS E BIOLOGIA. 2. Programa 1992. Ciências e Biologia. 3. Proposta Educacional, 1992.

SUGESTÕES PARA O PROFESSOR SITES http://www.biomania.com.br http://www.drauziovarella.com.br http://www.jornaldomeioambiente.com.br http://www.nationalgeographic.com http://www.portalsaofrancisco.com.br http://revistaescola.abril.com.br/ http://revistaeducacao.uol.com.br/

(19)

http://www.saudegratuita.com.br http://www.sucen.sp.gov.br http://www.geneticanaescola.com.br/ http://www.cdcc.usp.br/exper/medio/ http://www2.uol.com.br/sciam/ LIVROS

AMABIS, J. M.; MARTHO, G. R. Fundamentos da Biologia Moderna. Volume Único. São Paulo: Moderna, 1998.

BARROS, I. C. L.; PORTO, K. C.; CHAMIXAES, C. B. C. B.; MARIZ, G. Manual de

Práticas de Criptógamos. Recife: Ed. Universitária, 1990.

BOLSANELLO, A. Grande Manual de Biologia. São Paulo: Cone, 1996. CARVALHO, W. Biologia em Foco. v. 2. São Paulo: FTD, 2003.

CARVALHO, W. Biologia em Foco. v. 3. São Paulo: FTD, 2003.

CUNHA, P.; MONTANARI, V. Evolução do Bicho-Homem. 2. São Paulo: Ed. Moderna, 1996 (Desafios).

DE ROBERTS, E. D. P. Bases de Biologia Celular e Molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1985.

FACCHINI, F. (tradução de Rosa Visconti Rono e Sophia Visconti). Origem e

Evolução – O homem. São Paulo: Moderna, 1997.

FERRI, M. G.; MENEZES, N. L.; MONTEIRO, W. R. Glossário ilustrado de

Botânica. São Paulo: Nobel, 1989. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL. Ministério da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais para o

Ensino Médio PCN+: Orientações Educacionais Complementares aos

Parâmetros Curriculares Nacionais - Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias. Brasília: MEC – Secretaria de Educação Média e Tecnológica (SEMTEC), 2002. 144p.

BRASIL. Ministério da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais para o

Ensino Fundamental: Orientações Educacionais Complementares aos

Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: MEC/SEF, 1997. Disponível em: <www.portal.mec.gov.br> Acesso em 06 de fev. 2012.

PERNAMBUCO. Secretaria de Educação, Cultura e Esportes. Subsídios para

organização prática pedagógica nas escolas: Ciências e Biologia/ Secretaria

de Educação, Cultura, e Esportes de Pernambuco. Recife: SECE, 1992. 1. CURRÍCULO – CIÊNCIAS E BIOLOGIA. 2. Programa 1992. Ciências e Biologia. 3. Proposta Educacional, 1992.

SUGESTÕES PARA O PROFESSOR SITES http://www.biomania.com.br http://www.drauziovarella.com.br http://www.jornaldomeioambiente.com.br http://www.nationalgeographic.com http://www.portalsaofrancisco.com.br http://revistaescola.abril.com.br/ http://revistaeducacao.uol.com.br/

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NATIONAL GEOGRAPHIC – Brasil. São Paulo: Ed. Abril, 2007 – 2009.

Publicação Mensal.

REVISTA NOVA ESCOLA. São Paulo: Ed. Abril, 1985-2008. Publicação Mensal REVISTA SUPER INTERESSANTE. São Paulo: Ed. Abril, 1987-2008. Publicação

Mensal.

IMAGEM EM MOVIMENTO: FILMES, DVD, DOCUMENTÁRIOS ENTRE OUTROS

ANNAAUD, J.J. A guerra do fogo. [Filme - DVD]. Produção de Michael Gruskoff, Denis Heroux, John Kremeny; direção de Jean-Jacques Annaaud; intérpretes: Evereth McGill, Ron Perlman, Nameer El-Kadi e outros; roteiro de Gérard Brach, J. H. Rosny; música de Philippe Sarde. Canadá, França, Estados Unidos: Fox Vídeo, 1981. 1 DVD (100 min).

CAPRA, B. Ponto de mutação. [Filme – DVD]. Produção de Adrianna A. J. Cohen, Robin Holding, Klaus Lintschinger, Stephanne Moore; direção de Bernt Capra; intérpretes: Liv Ullmann, Saw Waterston e John Heard e outros; roteiro: Floyd Byars, Fritjof Capra; música de Philip Glass. Estados Unidos: Cannes Home Vídeo, 1991. 1 DVD (112 min).

LEONARD, A. A história das coisas. [Filme – vídeo]. Produção de Free Range Studios; direção de Annie Leonard. 2006. 1 DVD (20min).

LUND, K. Bilú e João. [Filme – vídeo]. Produção de Kátia Lund, Caio Gullane, Fabiano Gullane, Débora Ivanov, Ricardo Aidar; direção de Kátia Lund. São Paulo, nas ruas de São Paulo, 2005. 1 DVD (15 min).

MILLER, G. O óleo de Lorenzo. [Filme – DVD]. Produção de George Miller; direção de George Miller; intérpretes: Nick Nolte, Susan Sarandon, Peter Ustinov e outros; roteiro: Nick Enright, George Miller; música de Willie Thurlow. Estados Unidos: Universal Pictures, 1992. 1 DVD (135 min).

NICCOL, A. Gataca. [Filme – DVD]. Produção de Danny De Vito; direção de GEWANDSZNAJDER, F.; LINHARES, S. Biologia Hoje. v. 2. 7. São Paulo: Ed.

Ática 1998.

GEWANDSZNAJDER, F.; LINHARES, S. Biologia Hoje. v. 3. 7. São Paulo: Ed. Ática, 1998.

GOWDAK, D. Biologia. Volume 2 e 3. São Paulo: FTD, 2003.

JUNQUEIRA, L. C. U.; CARNEIRO, J. Biologia Celular e Molecular. Rio de Janeiro: Guanabara: Koogan, 1997.

KRASILCHIK, M. Práticas de Ensino de Biologia. São Paulo: Edusp, 2004. LESSA, O. Dicionário Básico de Biologia. Rio de Janeiro: Ed. Ciência Moderna, 2007.

LOPES, S. Bio. Volume Único. São Paulo: Ed. Saraiva, 2004. MOISÉS, H.; SANTOS, T. Biologia. São Paulo: Nova Cultural, 1993. PAULINO, W. R. Biologia. Volume Único. São Paulo: Ed. Ática, 2004.

PEREIRA, A. B; PUTZKE, J. Ensino de Botânica e Ecologia – Proposta Metodológica. Porto Alegre: Sagra- D. C. Luzzatto, 1996.

REVISTAS

EDUCAÇÃO. São Paulo: Ed. Segmento, publicação Mensal. ÉPOCA. Rio de Janeiro: Ed. Globo, 2003 Publicação Semanal.

GALILEU. Rio de Janeiro: Ed. Globo, 2007 – 2009. Publicação Mensal GLOBO CIÊNCIAS. Rio de Janeiro: Ed. Globo, 2006. Publicação Semanal. STO É: São Paulo: Ed. Três, 2003. Publicação Semanal.

(21)

NATIONAL GEOGRAPHIC – Brasil. São Paulo: Ed. Abril, 2007 – 2009.

Publicação Mensal.

REVISTA NOVA ESCOLA. São Paulo: Ed. Abril, 1985-2008. Publicação Mensal REVISTA SUPER INTERESSANTE. São Paulo: Ed. Abril, 1987-2008. Publicação

Mensal.

IMAGEM EM MOVIMENTO: FILMES, DVD, DOCUMENTÁRIOS ENTRE OUTROS

ANNAAUD, J.J. A guerra do fogo. [Filme - DVD]. Produção de Michael Gruskoff, Denis Heroux, John Kremeny; direção de Jean-Jacques Annaaud; intérpretes: Evereth McGill, Ron Perlman, Nameer El-Kadi e outros; roteiro de Gérard Brach, J. H. Rosny; música de Philippe Sarde. Canadá, França, Estados Unidos: Fox Vídeo, 1981. 1 DVD (100 min).

CAPRA, B. Ponto de mutação. [Filme – DVD]. Produção de Adrianna A. J. Cohen, Robin Holding, Klaus Lintschinger, Stephanne Moore; direção de Bernt Capra; intérpretes: Liv Ullmann, Saw Waterston e John Heard e outros; roteiro: Floyd Byars, Fritjof Capra; música de Philip Glass. Estados Unidos: Cannes Home Vídeo, 1991. 1 DVD (112 min).

LEONARD, A. A história das coisas. [Filme – vídeo]. Produção de Free Range Studios; direção de Annie Leonard. 2006. 1 DVD (20min).

LUND, K. Bilú e João. [Filme – vídeo]. Produção de Kátia Lund, Caio Gullane, Fabiano Gullane, Débora Ivanov, Ricardo Aidar; direção de Kátia Lund. São Paulo, nas ruas de São Paulo, 2005. 1 DVD (15 min).

MILLER, G. O óleo de Lorenzo. [Filme – DVD]. Produção de George Miller; direção de George Miller; intérpretes: Nick Nolte, Susan Sarandon, Peter Ustinov e outros; roteiro: Nick Enright, George Miller; música de Willie Thurlow. Estados Unidos: Universal Pictures, 1992. 1 DVD (135 min).

NICCOL, A. Gataca. [Filme – DVD]. Produção de Danny De Vito; direção de GEWANDSZNAJDER, F.; LINHARES, S. Biologia Hoje. v. 2. 7. São Paulo: Ed.

Ática 1998.

GEWANDSZNAJDER, F.; LINHARES, S. Biologia Hoje. v. 3. 7. São Paulo: Ed. Ática, 1998.

GOWDAK, D. Biologia. Volume 2 e 3. São Paulo: FTD, 2003.

JUNQUEIRA, L. C. U.; CARNEIRO, J. Biologia Celular e Molecular. Rio de Janeiro: Guanabara: Koogan, 1997.

KRASILCHIK, M. Práticas de Ensino de Biologia. São Paulo: Edusp, 2004. LESSA, O. Dicionário Básico de Biologia. Rio de Janeiro: Ed. Ciência Moderna, 2007.

LOPES, S. Bio. Volume Único. São Paulo: Ed. Saraiva, 2004. MOISÉS, H.; SANTOS, T. Biologia. São Paulo: Nova Cultural, 1993. PAULINO, W. R. Biologia. Volume Único. São Paulo: Ed. Ática, 2004.

PEREIRA, A. B; PUTZKE, J. Ensino de Botânica e Ecologia – Proposta Metodológica. Porto Alegre: Sagra- D. C. Luzzatto, 1996.

REVISTAS

EDUCAÇÃO. São Paulo: Ed. Segmento, publicação Mensal. ÉPOCA. Rio de Janeiro: Ed. Globo, 2003 Publicação Semanal.

GALILEU. Rio de Janeiro: Ed. Globo, 2007 – 2009. Publicação Mensal GLOBO CIÊNCIAS. Rio de Janeiro: Ed. Globo, 2006. Publicação Semanal. STO É: São Paulo: Ed. Três, 2003. Publicação Semanal.

(22)

Andrew Niccol; intérpretes: Ethan Hawke, Uma Thurman, Jude Law e outros; roteiro de Andrew Niccol; música de Micharl Nyman. Estados Unidos: Columbia Pictures, 1997. 1 DVD (106 min).

WALKER, L.; JARDIM, J.; HARLEY, K. Lixo extraordinário. [Filme – vídeo]. Produção de Angus Aynsley e Hank Levine; direção de Lucy Walker. Rio de Janeiro, Jardim Gramacho, 2009. 1 DVD (99 min).

(23)

EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

2013

Física

Física

(24)

Governador do Estado de Pernambuco EDUARDO HENRIQUE ACCIOLY CAMPOS

Secretário de Educação do Estado JOSÉ RICARDO WANDERLEY DANTASDE

OLIVEIRA

Secretário Executiva de Educação Profissional

PAULO FERNANDO VASCONCELOS DUTRA

Gerente de Políticas Educacionais de Jovens, Adultos e Idosos

CLAUDIA MENDESDE ABREU

Chefe de Unidade da Gerência da Educação de Jovens e Adultos MARIA CÂNDIDA SÉRGIO

Secretária Executiva de Desenvolvimento da Educação ANA COELHO VIEIRA SELVA

Secretária Executiva de Gestão de Rede

CECÍLIA MARIA PEÇANHA ESTEVES PATRIOTA

Equipe Técnica/Pedagógica da Unidade de Educação de Jovens, Adultos e Idosos - UEJAI

CLAUDIA MENDESDE ABREU

MARIA CÂNDIDA SÉRGIO

ANAIR SILVA LINSE MELLO

CÉLIA CRISTINADE SIQUEIRA CAVALCANTI VERAS

DANIELLEDA MOTA BASTOS

DANUBIA CHARLENEDA SILVA NASCIMENTO

DIEGO BRUNO BARBOSA FELIX

ENILDO LUIZ GOUVEIA

GUSTAVO HENRIQUEDA SILVA LIMA

JANDY FEITOSA CARLOSDA SILVA

JOSINETE FERREIRADE ABREU

MARIA AUXILIADORADE ALMEIDA

MARIA JULIANI LOUREIRO BURICHEL

MONICA DIASDO NASCIMENTO

ROBERTODE CARVALHO VENTURA

ROSA MARIADE SOUZA LEAL SANTOS

THIAGODE OLIVEIRA REIS MARQUES FREIRE

VERÔNICA LUZIA GOMESDE SOUSA

Coordenação MARIA CÂNDIDA SÉRGIO

GEJA - Chefe da Unidade da Educação de Jovens, Adultos e Idosos - UEJAI

Equipe de elaboração SUZANA MARIADE CASTRO LINS

Técnica Pedagógica da Gerência de Políticas Educacionais do Ensino Médio (GPEM). Revisão

DANIELLEDA MOTA BASTOS

ROSA MARIADE SOUZA LEAL SANTOS

(25)

Governador do Estado de Pernambuco EDUARDO HENRIQUE ACCIOLY CAMPOS

Secretário de Educação do Estado JOSÉ RICARDO WANDERLEY DANTASDE

OLIVEIRA

Secretário Executiva de Educação Profissional

PAULO FERNANDO VASCONCELOS DUTRA

Gerente de Políticas Educacionais de Jovens, Adultos e Idosos

CLAUDIA MENDESDE ABREU

Chefe de Unidade da Gerência da Educação de Jovens e Adultos MARIA CÂNDIDA SÉRGIO

Secretária Executiva de Desenvolvimento da Educação ANA COELHO VIEIRA SELVA

Secretária Executiva de Gestão de Rede

CECÍLIA MARIA PEÇANHA ESTEVES PATRIOTA

Equipe Técnica/Pedagógica da Unidade de Educação de Jovens, Adultos e Idosos - UEJAI

CLAUDIA MENDESDE ABREU

MARIA CÂNDIDA SÉRGIO

ANAIR SILVA LINSE MELLO

CÉLIA CRISTINADE SIQUEIRA CAVALCANTI VERAS

DANIELLEDA MOTA BASTOS

DANUBIA CHARLENEDA SILVA NASCIMENTO

DIEGO BRUNO BARBOSA FELIX

ENILDO LUIZ GOUVEIA

GUSTAVO HENRIQUEDA SILVA LIMA

JANDY FEITOSA CARLOSDA SILVA

JOSINETE FERREIRADE ABREU

MARIA AUXILIADORADE ALMEIDA

MARIA JULIANI LOUREIRO BURICHEL

MONICA DIASDO NASCIMENTO

ROBERTODE CARVALHO VENTURA

ROSA MARIADE SOUZA LEAL SANTOS

THIAGODE OLIVEIRA REIS MARQUES FREIRE

VERÔNICA LUZIA GOMESDE SOUSA

Coordenação MARIA CÂNDIDA SÉRGIO

GEJA - Chefe da Unidade da Educação de Jovens, Adultos e Idosos - UEJAI

Equipe de elaboração SUZANA MARIADE CASTRO LINS

Técnica Pedagógica da Gerência de Políticas Educacionais do Ensino Médio (GPEM). Revisão

DANIELLEDA MOTA BASTOS

ROSA MARIADE SOUZA LEAL SANTOS

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ORIENTAÇÕES TEÓRICO – METODOLÓGICAS Educação de Jovens e Adultos | I Módulo

OBJETIVO: Compreender os conceitos e as aplicações das leis de Newton aos

diversos movimentos mecânicos de um determinado móvel, bem como as ideias de espaço e movimento relativo, trabalho e lei de conservação da energia e suas aplicações no dia a dia.

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

l Compreender os movimentos de coisas que observamos, identificando

seus “motores” ou as causas desses movimentos, sejam carros, aviões, animais, objetos que caem, ou até mesmo as águas do rio ou o movimento do ar.

l Lidar com aspectos práticos, concretos, macroscópicos que propiciem a

compreensão de leis e princípios de regularidade, expressos nos princípios de conservação de energia de forma mais perceptível.

1. Eixo Estruturante: FENOMENOLOGIA COTIDIANA

l Identificação dos diferentes movimentos que se realizam no cotidiano e

suas grandezas, tais como distâncias, percursos, velocidade, massa, tempo etc., percebendo características comuns e formas de sistematizá-los.

l Reconhecimento de que as modificações nos movimentos são

consequências de interações entre corpos.

2. Eixo Estruturante: VARIAÇÃO E CONSERVAÇÃO DA QUANTIDADE DE MOVIMENTO

l Reconhecimento da conservação da quantidade de movimento linear e

angular a partir de situações concretas como quedas, colisões, jogos, movimento de carros, entre outros.

l Reconhecimento das causas da variação de movimentos, associando as

intensidades das forças ao tempo de duração das interações, compreendendo, por exemplo, que na colisão de um automóvel o airbag aumenta o tempo de duração da colisão para diminuir a força de impacto

ORIENTAÇÕES TEÓRICO-METODOLÓGICAS

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ORIENTAÇÕES TEÓRICO – METODOLÓGICAS Educação de Jovens e Adultos | I Módulo

OBJETIVO: Compreender os conceitos e as aplicações das leis de Newton aos

diversos movimentos mecânicos de um determinado móvel, bem como as ideias de espaço e movimento relativo, trabalho e lei de conservação da energia e suas aplicações no dia a dia.

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

l Compreender os movimentos de coisas que observamos, identificando

seus “motores” ou as causas desses movimentos, sejam carros, aviões, animais, objetos que caem, ou até mesmo as águas do rio ou o movimento do ar.

l Lidar com aspectos práticos, concretos, macroscópicos que propiciem a

compreensão de leis e princípios de regularidade, expressos nos princípios de conservação de energia de forma mais perceptível.

1. Eixo Estruturante: FENOMENOLOGIA COTIDIANA

l Identificação dos diferentes movimentos que se realizam no cotidiano e

suas grandezas, tais como distâncias, percursos, velocidade, massa, tempo etc., percebendo características comuns e formas de sistematizá-los.

l Reconhecimento de que as modificações nos movimentos são

consequências de interações entre corpos.

2. Eixo Estruturante: VARIAÇÃO E CONSERVAÇÃO DA QUANTIDADE DE MOVIMENTO

l Reconhecimento da conservação da quantidade de movimento linear e

angular a partir de situações concretas como quedas, colisões, jogos, movimento de carros, entre outros.

l Reconhecimento das causas da variação de movimentos, associando as

intensidades das forças ao tempo de duração das interações, compreendendo, por exemplo, que na colisão de um automóvel o airbag aumenta o tempo de duração da colisão para diminuir a força de impacto

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Referências

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