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Calendário de Obrigações e Tabelas Práticas - Tributário TRIBUTÁRIO

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Academic year: 2021

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FEDERAL

A

Agenda de Obrigações Federais para Julho/2014 ... 4

Aluguéis comerciais e residenciais - Reajuste... 76

C Cofins • Instruções para cálculo e pagamento ... 33

• Retenção na fonte - Empresas de factoring e de pres-tação de serviços ... 26

Contribuição Social sobre o Lucro (CSL) • Instruções para cálculo e pagamento ... 28

• Retenção na fonte - Empresas de factoring e de pres-tação de serviços ... 26

D Depósito Judicial e Extrajudicial (DJE) • Códigos a indicar no campo 12 do DJE ... 73

Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf) • Instruções para o preenchimento ... 70

• Tabela de códigos (a indicar no campo 04 do Darf)... 70

I Imposto de Renda Pessoa Física • Carnê-leão - Instruções para cálculo e pagamento ... 9

Imposto de Renda Pessoa Jurídica • Instruções para cálculo e pagamento ... 16

• Retenção na fonte - Empresas de factoring e de pres-tação de serviços ... 26

Imposto de Renda Retido na Fonte • Apuração mensal - Instruções para cálculo e paga-mento ... 22

• Participação dos trabalhadores nos lucros ou resulta-dos da empresa ... 26

• Tabelas progressivas mensais - A partir do ano-calendá-rio de 2013 ... 26

Indicadores econômicos e fiscais • Dólar comercial ... 76

• Índices de inflação ... 75

• Taxa de Juros de Longo Prazo - TJLP (Trimestral) ... 75

• Taxa Referencial (TR) ... 74

• Taxa Referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic) para Títulos Federais ... 75

• Valores que teria o BTN atualizado pela TR ... 75

L Lembretes importantes ... 3

P PIS-Pasep • Instruções para cálculo e pagamento ... 33

• Retenção na fonte - Empresas de factoring e de pres-tação de serviços ... 26

R Recolhimento em atraso - Tributos federais ... 74

S Simples Nacional • Instruções para cálculo e pagamento mensal unificado de impostos e contribuições ... 10

ÍNDICE

________________________________________________________________________

IMPORTANTE

(1) O Calendário Mensal de Obrigações e Tabelas Práticas é composto de três Cadernos: Tributário Federal, Tributário Estadual e Trabalhista/

Previdenciário.

(2) Este Calendário foi elaborado e atualizado com base na legislação vigente em 30.05.2014. Em razão de a remessa de seu conteúdo ser feita

com necessária antecedência, recomendamos aos Srs. Clientes que observem eventuais alterações posteriores a essa data e acompanhem a atualização da legislação por meio do Site do Cliente (www.iob.com.br/sitedocliente).

(3)

LEMBRETES IMPORTANTES ______________________________________________________

IRRF - Pagamento no PRóPRIo dIa de ocoRRêncIa

do Fato geRadoR

Deve ser pago no próprio dia de ocorrência do fato gerador o Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) so-bre:

I - rendimentos atribuídos a residentes ou domicilia-dos no exterior, cujo imposto seja recolhido sob os có-digos 0422, 0473, 0481, 5192, 9478, 9412, 9466 e 9427 (art. 865, I, do RIR/1999 e “Manual do Imposto de Renda Retido na Fonte/2013” da RFB);

II - pagamentos efetuados por pessoas jurídicas a beneficiários não identificados, inclusive (art. 61 da Lei no 8.981/1995):

a) pagamentos efetuados ou recursos entregues a terceiros ou sócios, acionistas ou titular, contabiliza-dos ou não, quando não for comprovada a operação ou a sua causa; e

b) remuneração indireta (fringe benefits) paga a administradores, diretores, gerentes e seus asses-sores, quando não identificados os respectivos be-neficiários.

coFIns/PIs-PaseP - ImPoRtação - PRazo PaRa RecolhImento

As contribuições são devidas (art. 13 da Lei no 10.865/2004):

a) na data do registro da declaração de importação, no caso de entrada de bens estrangeiros;

b) na data de pagamento, crédito, entrega, empre-go ou remessa, a residentes ou domiciliados no exterior, como contraprestação por serviço pres-tado;

c) na data de vencimento do prazo de permanência do bem no recinto alfandegário, se iniciado o respec-tivo despacho aduaneiro antes de aplicada a pena de perdimento, na situação prevista pelo art. 18 da Lei no 9.779/1999.

Inss - tItulaR do caRtóRIo de RegIstRo cIvIl de Pessoas natuRaIs - óbItos - ocoRRêncIa ou não - comunIcação ao Inss - obRIgatoRIedade

O titular do Cartório de Registro Civil de Pessoas Naturais está obrigado a comunicar ao INSS, até o dia 10 de cada mês, sob pena de multa em caso de descumprimento, os óbitos ocorridos no mês imediatamente anterior, conforme as condições previstas no art. 68 da Lei no 8.212/1991.

contRIbuIção ao senaI - RecolhImento adIcIonal

As empresas sujeitas à contribuição de 1% para o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) que possuam mais de 500 empregados (número global) devem efetuar, mensalmente, até o último dia útil do mês subse-quente ao de competência, a contribuição adicional ao Senai de 20% sobre a referida contribuição de 1% (pra-zo de recolhimento fixado pelo art. 12 do Decreto-lei no 4.481/1942).

A base de cálculo é o mesmo montante da remuneração sobre o qual incidem as contribuições previdenciárias. Assim, temos a contribuição principal: 1% sobre o montante apurado, e a adicional: 20% de 1% ou 0,2% sobre a mesma base.

aPosentadoRIa esPecIal - tRabalhadoRes sujeItos à aquIsIção de aPosentadoRIa esPecIal - envIo de Relação PaRa sIndIcato PRoFIssIonal e aFIxação em quadRo de hoRáRIo da emPResa - Recomendação

Nos termos da Resolução do Presidente do Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS) no 1.196/2000, está prevista a recomendação às empresas que encaminhem, mensalmente, ao sindicato representativo da categoria pro-fissional mais numerosa entre seus empregados a relação dos trabalhadores expostos a agentes nocivos prejudiciais à saúde ou à integridade física em condições que ensejam a concessão de aposentadoria especial. Por meio da mencio-nada Resolução, também é recomendado que a supracitada relação seja afixada no quadro a que se refere o art. 74 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

(4)

AGENDA DE OBRIGAÇÕES FEDERAIS PARA JuLhO/2014 ______________________________

IMPORTANTE

1) Esta Agenda contém as principais obrigações a serem cumpridas nos prazos previstos na legislação em vigor. Apesar de conter, basicamente, obrigações tributárias, trabalhistas e previdenciárias, de âmbito federal, a agenda não esgota outras determinações legais, relacionadas ou não com aquelas, a serem cumpridas em razão de certas atividades econômicas e sociais específicas.

2) As obrigações em destaque referem-se à área trabalhista e previdenciária.

3) Agenda elaborada com base na legislação vigente em 30.05.2014. Recomenda-se vigilância quanto a eventuais alterações posteriores. Acompanhe o dia a dia da legislação no Site do Cliente (www.iob.com.br/sitedocliente).

JuLhO/2014 D S T Q Q S S 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 Importante

A Lei no 12.663/2012, determina que durante a Copa do Mundo Fifa 2014 de Futebol (12.06 a 13.07.2014) a União poderá declarar feriados nacionais os dias em que houver jogo da seleção brasileira de futebol.

Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios que sediarão os eventos poderão declarar feriado ou ponto facultativo os dias de sua ocorrência em seu território. Observa-se, portanto, que caberá à União declarar ou não os dias de jogos que envolvam a seleção brasileira como feriados nacionais. Os Estados, o Distrito Federal ou os Municípios também podem decretar feriados os dias de jogos que ocorrerem nos seus respectivos territórios.

São 12 as cidades (sede) que receberão os jogos da Copa: Belo Horizonte (MG); Brasília (DF); Cuiabá (MT); Curitiba (PR); Fortaleza (CE); Manaus (AM); Natal (RN); Porto Alegre (RS); Recife (PE); Rio de Janeiro (RJ); Salvador (BA); São Paulo (SP).

Notas

(1) Os feriados civis ou nacionais são declarados em lei federal. Os de âmbito estadual, correspondentes às datas magnas dos Estados, devem ser pesquisa-dos na legislação estadual. Os religiosos (dias de guarda) constam de lei municipal, que deve ser verificada segundo a tradição local (Lei no 9.093/1995). Os dias do início e do término do ano do centenário de fundação do município podem ser considerados feriados civis (locais), se assim dispuser lei municipal (Lei no 9.335/1996).

Lembra-se: a ocorrência desses feriados pode acarretar, conforme o caso, a antecipação ou prorrogação dos prazos previstos nesta Agenda.

(2) A Resolução do Banco Central do Brasil (Bacen) no 2.932, de 28.02.2002, altera e consolida as normas que dispõem sobre o horário de funcionamento das instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, bem como acerca dos dias úteis para fins de operações praticadas no mercado financeiro.

Vencimento Obrigação Fato Gerador Histórico Documento/Formulário

3

Quinta-feira

IOF decêndioJunho/3o

Pagamento do IOF apurado no 3o decêndio de junho/2014: - Operações de crédito - Pessoa Jurídica - Cód. Darf 1150 - Operações de crédito - Pessoa Física - Cód. Darf 7893 - Operações de câmbio - Entrada de moeda - Cód. Darf 4290 - Operações de câmbio - Saída de moeda - Cód. Darf 5220 - Títulos ou Valores Mobiliários - Cód. Darf 6854 - Factoring - Cód. Darf 6895

- Seguros - Cód. Darf 3467

- Ouro e ativo financeiro - Cód. Darf 4028

Darf Comum (2 vias)

IRRF

Recolhimento do Imposto de Renda Retido na Fonte correspondente a fatos geradores ocorridos no período de 21 a 30.06.2014, incidente sobre rendimentos de (art. 70, I, letra “b”, da Lei no 11.196/2005):

a) juros sobre capital próprio e aplicações financeiras, inclusive os atribuídos a residentes ou domiciliados no exterior, e títulos de capitalização; b) prêmios, inclusive os distribuídos sob a forma de bens e serviços, obtidos em concursos e sorteios de qualquer espécie e lucros decorrentes desses prêmios; e

c) multa ou qualquer vantagem por rescisão de contratos.

Darf Comum (2 vias)

4

Sexta-feira junho/2014Salário de

Pagamento dos salários mensais.

Notas

(1) O prazo para pagamento dos salários mensais é até o 5o dia útil do mês subsequente ao vencido. Na contagem dos dias, incluir o sábado e excluir os domingos e os feriados, inclusive os municipais.

Consultar o documento coletivo de trabalho da categoria profissional, que pode estabelecer prazo específico para pagamento de salários aos empregados.

(2) O pagamento pode ser efetuado no sábado (05.07.2014), em dinheiro, ou antecipado para 04.07.2014 (6a feira), se for realizado por meio de instituições financeiras.

Recibo

7

Segunda--feira FGTS

Depósito, em conta bancária vinculada, dos valores relativos ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) correspondentes à remune-ração paga ou devida em junho/2014 aos trabalhadores.

Não havendo expediente bancário, deve-se antecipar o depósito.

GFIP/Sefip (aplicativo Conectividade

Social - meio eletrônico)

(5)

Vencimento Obrigação Fato Gerador Histórico Documento/Formulário 7 Segunda--feira Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged)

Envio, ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), da relação de admissões e desligamentos de empregados ocorridos em junho/2014.

Notas

(1) Desde 11.01.2013 é obrigatória a utilização de certificado digital válido, com padrão da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), para a transmissão da declaração do Caged por todos os estabelecimentos que possuam a partir de 20 trabalhadores no 1o dia do mês de movimentação, exceto para os estabelecimentos que tenham menos de 20 trabalhadores.

As declarações poderão ser transmitidas com o certificado digital de pessoa jurídica, emitido em nome do estabelecimento, ou com certificado digital do responsável pela entrega da declaração, sendo este o CPF ou o CNPJ. (Portaria MTE no 2.124/2012 - DOU 1 de 21.12.2012) (2) A partir de 27.07.2014, com o início de vigência da Portaria MTE no 768/2014, para fins de seguro-desemprego, as informações no Caged relativas a admissões deverão ser prestadas:

a) na data de início das atividades do empregado, quando este estiver em percepção do seguro-desemprego ou cujo requerimento esteja em tramitação;

b) na data do registro do empregado, quando o mesmo decorrer de ação fiscal conduzida por Auditor-Fiscal do Trabalho. Estas informações dispensarão o envio do Caged até o dia 7 do mês subseqüente relativamente às admissões informadas.

Caged (meio eletrônico)

10

Quinta-feira

Comprovante de Juros sobre o Ca-pital Próprio-PJ

Fornecimento, à beneficiária pessoa jurídica, do Comprovante de Pagamento ou Crédito de Juros sobre o Capital Próprio no mês de junho/2014

(art. 2o, II, da Instrução Normativa SRF no 41/1998). Formulário IPI Junho Pagamento do IPI apurado no mês de junho/2014 incidente sobre produtos classificados no código 2402.20.00 da TIPI (cigarros que contêm fumo) - Cód. Darf 1020. Darf Comum (2 vias)

Previdência Social (INSS) GPS - Envio

ao sindicato

Envio, ao sindicato representativo da categoria profissional mais numerosa entre os empregados, da cópia da Guia da Previdência Social (GPS) relativa à competência junho/2014.

• Havendo recolhimento de contribuições em mais de uma GPS, encaminhar cópias de todas as guias.

Notas

(1) Se a data-limite para a remessa for legalmente considerada feriado (municipal, estadual ou nacional), a empresa deverá antecipar o envio da GPS.

(2) O prazo para cumprimento dessa obrigação até o dia 10 está previsto no inciso V do art. 225 do Regulamento da Previdência Social (RPS), aprovado pelo Decreto no 3.048/1999. Recorda-se que tal dispositivo não sofreu expressamente qualquer alteração ou revogação, apesar de a Medida Provisória no 447/2008, convertida na Lei no 11.933/2009, ter modificado o prazo de recolhimento das contribuições previdenciárias das empresas, que passou para até o dia 20 do mês seguinte ao da competência.

GPS (cópia)

14

Segunda--feira EFD-Contribuições

Entrega da EFD-Contribuições relativa aos fatos geradores ocorridos no mês de maio/2014 (Instrução Normativa RFB no 1.252/2012, art. 7o).

Internet

15

Terça-feira

IRRF

Recolhimento do Imposto de Renda Retido na Fonte correspondente a fatos geradores ocorridos no período de 1o a 10.07.2014, incidente sobre rendimentos de (art. 70, I, letra “b”, da Lei no 11.196/2005):

a) juros sobre capital próprio e aplicações financeiras, inclusive os atribuídos a residentes ou domiciliados no exterior, e títulos de capitalização; b) prêmios, inclusive os distribuídos sob a forma de bens e serviços, obtidos em concursos e sorteios de qualquer espécie e lucros decorrentes desses prêmios; e

c) multa ou qualquer vantagem por rescisão de contratos.

Darf Comum (2 vias)

IOF decêndioJulho/1o

Pagamento do IOF apurado no 1o decêndio de julho/2014: - Operações de crédito - Pessoa Jurídica - Cód. Darf 1150 - Operações de crédito - Pessoa Física - Cód. Darf 7893 - Operações de câmbio - Entrada de moeda - Cód. Darf 4290 - Operações de câmbio - Saída de moeda - Cód. Darf 5220 - Títulos ou Valores Mobiliários - Cód. Darf 6854 - Factoring - Cód. Darf 6895

- Seguros - Cód. Darf 3467

- Ouro e ativo financeiro - Cód. Darf 4028

Darf Comum (2 vias)

Cide

Pagamento da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico cujos fatos geradores ocorreram no mês de junho/2014 (art. 2o , § 5o, da Lei no 10.168/2000):

• Incidente sobre as importâncias pagas, creditadas, entregues, empregadas ou remetidas a residentes ou domiciliados no exterior, a título de royalties ou remuneração previstos nos respectivos contratos relativos a fornecimento de tecnologia, prestação de serviços de assistência técnica, cessão e licença de uso de marcas e cessão e licença de exploração de patentes - Cód. Darf 8741.

• Incidente na comercialização de petróleo e seus derivados, gás natural e seus derivados e álcool etílico combustível (Cide-Combustíveis) - Cód. Darf 9331. Darf Comum (2 vias) Cofins/CSL/ PIS--Pasep - Retenção na Fonte

Recolhimento da Cofins, da CSL e do PIS-Pasep retidos na fonte sobre remunerações pagas por pessoas jurídicas a outras pessoas jurídicas

(Lei no 10.833/2003, art. 35, com a redação dada pelo art. 74 da Lei no 11.196/2005), no período de 16 a 30.06.2014. Darf Comum (2 vias) Cofins/PIS-Pasep -

Retenção na Fonte - Autopeças

Recolhimento da Cofins e do PIS-Pasep retidos na fonte sobre remunerações pagas por pessoas jurídicas referentes à aquisição de autopeças

(art. 3o, §§ 3o, 4o, 5o e 7o, da Lei no 10.485/2002, com a nova redação dada pelo art. 42 da Lei no 11.196/2005), no período de 16 a 30.06.2014. Darf Comum (2 vias)

Previdência Social (INSS)

Recolhimento das contribuições previdenciárias relativas à competência junho/2014 devidas pelos contribuintes individuais, pelo facultativo e pelo segurado especial que tenha optado pelo recolhimento na condição de contribuinte individual, bem como pelo empregador doméstico (contribuição do empregado e do empregador).

• Não havendo expediente bancário, permite-se prorrogar o recolhimento para o dia útil imediatamente posterior.

GPS (2 vias) Previdência Social (INSS) - Contribuinte individual, faculta-tivo e empregador doméstico - Opção pelo recolhimento trimestral

Recolhimento das contribuições previdenciárias relativas às competências abril e/ou maio e/ou junho (2o trimestre/2014), devidas pelos segu-rados contribuintes individuais e facultativos que tenham optado pelo recolhimento trimestral e cujos salários-de-contribuição sejam iguais ao valor de um salário-mínimo, bem como pelo empregador doméstico que também tenha optado pelo recolhimento trimestral das contribuições (parte empregado e parte empregador), cujo empregado a seu serviço tenha salário-de-contribuição igual ao salário-mínimo ou inferior, nos casos de admissão, dispensa ou fração do salário em razão do gozo de benefício.

• Não havendo expediente bancário, permite-se prorrogar o recolhimento para o dia útil imediatamente posterior.

GPS (2 vias)

18

Sexta-feira

IRRF Recolhimento do Imposto de Renda Retido na Fonte correspondente a fatos geradores ocorridos no mês de junho/2014, incidente sobre rendi-mentos de beneficiários identificados, residentes ou domiciliados no País (art. 70, I, “d”, da Lei no 11.196/2005, alterado pela Lei no 11.933/2009).

Darf Comum (2 vias) Cofins - Entidades

financeiras

Pagamento da contribuição cujos fatos geradores ocorreram no mês de junho/2014 (art. 18, I, da MP no 2.158-35/2001, alterado pelo art. 1o da Lei no 11.933/2009):

• Cofins - Entidades Financeiras e Equiparadas - Cód. Darf 7987

Darf Comum (2 vias)

PIS-Pasep-Entida-des financeiras

Pagamento das contribuições cujos fatos geradores ocorreram no mês de junho/2014 (art. 18, I, da MP no 2.158-35/2001, alterado pelo art. 1o da Lei no 11.933/2009):

• PIS-Pasep - Entidades Financeiras e Equiparadas - Cód. Darf 4574

Darf Comum (2 vias) Informe de

Rendimentos Financeiros - PJ

Fornecimento, por instituições financeiras, sociedades corretoras e distribuidoras de títulos e valores mobiliários e demais fontes pagadoras, do Informe de Rendimentos Financeiros relativo ao 2o trimestre/2014, aos seus clientes (pessoas jurídicas), exceto quando a fonte pagadora

fornecer, mensalmente, comprovante com todas as informações previstas na IN SRF n° 698/2006. Formulário

Previdência Social (INSS)

Recolhimento das contribuições previdenciárias relativas à competência junho/2014, devidas por empresa ou equiparada, inclusive da contribui-ção retida sobre cessão de mão-de-obra ou empreitada e da descontada do contribuinte individual que lhe tenha prestado serviço, bem como em relação à cooperativa de trabalho, da contribuição descontada dos seus associados como contribuinte individual.

Produção Rural - Recolhimento - Veja, Lei no 8.212/1991, arts. 22A, 22B, 25, 25A e 30, incisos III, IV e X a XIII, observadas as alterações posteriores.

- Não havendo expediente bancário, deve-se antecipar o recolhimento para o dia útil imediatamente anterior.

Nota

As empresas que tiveram a contribuição previdenciária básica substituída pela contribuição sobre a receita bruta devem efetuar o recolhimento correspondente, mediante o DARF, observando o mesmo prazo (Lei no 12.546/2011).

GPS (sistema eletrônico)

(6)

Vencimento Obrigação Fato Gerador Histórico Documento/Formulário 21 Segunda--feira Previdência Social (INSS) - Parcela-mento excepcional de débitos de pessoas jurídicas

Pagamento da parcela mensal decorrente de parcelamentos firmados com base na Instrução Normativa SRP no 13/2006 e na Medida Provisória no 303/2006.

• Não havendo expediente bancário, permite-se prorrogar o recolhimento para o dia útil imediatamente posterior.

Nota

Por meio do Ato Declaratório no 57/2006 do Presidente da Mesa do Congresso Nacional, a citada MP no 303/2006 teve seu prazo de vigência encerrado em 27.10.2006. Em razão de o Congresso Nacional não ter editado, no prazo de 60 dias, decreto legislativo que disciplinasse as relações jurídicas decorrentes dessa MP, os atos praticados durante sua vigência conservar-se-ão por ela regidos (CF/1988, art. 62, §§ 3o e 11).

Sistema de débito auto-mático em conta bancária, exceto Estados e Municípios Parcelamento especial da con-tribuição social do salário-educação

Pagamento da parcela mensal decorrente de parcelamentos especiais firmados com base na Resolução FNDE no 2/2006 e na Medida Provi-sória no 303/2006.

• Não havendo expediente bancário, permite-se prorrogar o recolhimento para o dia útil imediatamente posterior.

Nota

Por meio do Ato Declaratório no 57/2006 do Presidente da Mesa do Congresso Nacional, a citada MP no 303/2006 teve seu prazo de vigência encerrado em 27.10.2006. Em razão de o Congresso Nacional não ter editado, no prazo de 60 dias, decreto legislativo que disciplinasse as relações jurídicas decorrentes dessa MP, os atos praticados durante sua vigência conservar-se-ão por ela regidos (CF/1988, art. 62, §§ 3o e 11).

Guia do Com-provante de Arrecadação Direta (CAD) Previdência Social (INSS) Paes

Pagamento da parcela mensal, acrescida de juros pela Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), pelos contribuintes que optaram pelo Parcela-mento Especial de Débitos (Paes) perante a Previdência Social (INSS), de acordo com a Lei no 10.684/2003. Códigos de recolhimento na GPS: 4103 (utilização de identificador no CNPJ) e 2208 (identificador no CEI)

• Não havendo expediente bancário, permite-se prorrogar o recolhimento para o dia útil imediatamente posterior.

GPS (2 vias)

Simples Nacional Pagamento, pelas microempresas (ME) e pelas empresas de pequeno porte (EPP) optantes pelo Simples Nacional, do valor devido sobre a receita bruta do mês de junho/2014 (Resolução CGSN no 94/2011, art. 38). Internet IRPJ/CSL/PIS/

Cofins - Incorpo-rações imobiliárias - Regime Especial de Tributação

Recolhimento unificado do IRPJ/CSL/PIS/Cofins, relativamente às receitas recebidas em junho/2014 - Regime Especial de Tributação (RET) aplicável às incorporações imobiliárias (Instrução Normativa RFB no 1.435/2013 e art. 5o da Lei no 10.931/2004, alterado pela Lei no 12.024/2009)

- Cód. Darf 4095. Darf Comum (2 vias)

IRPJ/CSL/PIS/ Cofins - Incorpo-rações imobiliárias - Regime Especial de Tributação - PMCMV

Recolhimento unificado do IRPJ/CSL/PIS/Cofins, relativamente às receitas recebidas em junho/2014 - Regime Especial de Tributação (RET) aplicável às incorporações imobiliárias e às construções no âmbito do Programa Minha Casa Minha Vida - PMCMV (Instrução Normativa RFB

no 1.435/2013 e Lei no 10.931/2004, art. 5o, alterado pela Lei no 12.024/2009) - Cód. Darf 1068. Darf Comum (2 vias)

DCTF - Mensal Entrega da Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF), com informações sobre fatos geradores ocorridos no mês de maio/2014 (arts. 2o, 3o e 5o da IN RFB no 1.110/2010). Internet

23

Quarta-feira

IOF decêndioJulho/2o

Pagamento do IOF apurado no 2o decêndio de julho/2014: - Operações de crédito - Pessoa Jurídica - Cód. Darf 1150 - Operações de crédito - Pessoa Física - Cód. Darf 7893 - Operações de câmbio - Entrada de moeda - Cód. Darf 4290 - Operações de câmbio - Saída de moeda - Cód. Darf 5220 - Títulos ou Valores Mobiliários - Cód. Darf 6854 - Factoring - Cód. Darf 6895

- Seguros - Cód. Darf 3467

- Ouro e ativo financeiro - Cód. Darf 4028

Darf Comum (2 vias)

IRRF

Recolhimento do Imposto de Renda Retido na Fonte correspondente a fatos geradores ocorridos no período de 11 a 20.07.2014, incidente sobre rendimentos de (art. 70, I, letra “b”, da Lei no 11.196/2005):

a) juros sobre capital próprio e aplicações financeiras, inclusive os atribuídos a residentes ou domiciliados no exterior, e títulos de capitalização; b) prêmios, inclusive os distribuídos sob a forma de bens e serviços, obtidos em concursos e sorteios de qualquer espécie e lucros decorrentes desses prêmios; e

c) multa ou qualquer vantagem por rescisão de contratos.

Darf Comum (2 vias)

25

Sexta-feira

Cofins

Pagamento da contribuição cujos fatos geradores ocorreram no mês de junho/2014 (art. 18, II, da MP no 2.158-35/2001, alterado pelo art. 1o da Lei no 11.933/2009):

• Cofins - Demais Entidades - Cód. Darf 2172 • Cofins - Combustíveis - Cód. Darf 6840

• Cofins - Fabricantes/Importadores de veículos em substituição tributária - Cód. Darf 8645 • Cofins não-cumulativa (Lei no 10.833/2003) - Cód. Darf 5856

Darf Comum (2 vias)

PIS-Pasep

Pagamento das contribuições cujos fatos geradores ocorreram no mês de junho/2014 (art. 18, II, da MP no 2.158-35/2001, alterado pelo art. 1o da Lei no 11.933/2009):

• PIS-Pasep - Faturamento (cumulativo) - Cód. Darf 8109 • PIS - Combustíveis - Cód. Darf 6824

• PIS - Não-cumulativo (Lei no 10.637/2002) - Cód. Darf 6912 • PIS-Pasep - Folha de Salários - Cód. Darf 8301

• PIS-Pasep - Pessoa Jurídica de Direito Público - Cód. Darf 3703

• PIS - Fabricantes/Importadores de veículos em substituição tributária - Cód. Darf 8496

Darf Comum (2 vias)

IPI Junho Pagamento do IPI apurado no mês de junho/2014 incidente sobre todos os produtos (exceto os classificados no Capítulo 22, nos códigos 2402.20.00, 2402.90.00 e nas posições 84.29, 84.32, 84.33, 87.01 a 87.06 e 87.11 da TIPI) - Cód. Darf 5123. Darf Comum (2 vias)

IPI Junho Pagamento do IPI apurado no mês de junho/2014 incidente sobre produtos classificados no Capítulo 22 da TIPI (bebidas, líquidos alcoólicos e vinagres) - Cód. Darf 0668. Darf Comum (2 vias)

IPI Junho Pagamento do IPI apurado no mês de junho/2014 incidente sobre os produtos do código 2402.90.00 da TIPI (“outros cigarros”) - Cód. Darf 5110. Darf Comum (2 vias)

IPI Junho Pagamento do IPI apurado no mês de junho/2014 incidente sobre os produtos classificados nas posições 84.29, 84.32 e 84.33 (máquinas e aparelhos) e nas posições 87.01, 87.02, 87.04, 87.05 e 87.11 (tratores, veículos automóveis e motocicletas) da TIPI - Cód. Darf 1097. Darf Comum (2 vias)

IPI Junho Pagamento do IPI apurado no mês de junho/2014 incidente sobre os produtos classificados nas posições 87.03 e 87.06 da TIPI (automóveis e chassis) - Cód. Darf 0676. Darf Comum (2 vias)

IPI Junho Pagamento do IPI apurado no mês de junho/2014 incidente sobre as cervejas sujeitas ao Regime Especial de Tributação - Cód. Darf 0821. Darf Comum (2 vias)

IPI Junho Pagamento do IPI apurado no mês de junho/2014 incidente sobre as demais bebidas sujeitas ao Regime Especial de Tributação - Cód. Darf 0838. Darf Comum (2 vias)

31

Quinta-feira

IOF Junho Pagamento do IOF apurado no mês de junho/2014, relativo a operações com contratos de derivativos financeiros - Cód. Darf 2927. Darf Comum (2 vias) IPI - Fabricantes

de produtos do Capítulo 33 da TIPI

2014/3o bimestre

Prestação de informações pelos fabricantes de produtos do Capítulo 33 da TIPI (produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes) com receita bruta no ano-calendário anterior igual ou superior a R$ 100 milhões, constantes do Anexo Único da Instrução Normativa SRF no 47/2000, referentes ao bimestre maio-junho/2014, à Unidade da Receita Federal do Brasil (RFB) com jurisdição sobre o domicílio da matriz. Disquete

Cofins/CSL/PIS--Pasep - Retenção na Fonte

Recolhimento da Cofins, da CSL e do PIS-Pasep retidos na fonte sobre remunerações pagas por pessoas jurídicas a outras pessoas jurídicas

(Lei no 10.833/2003, art. 35, com a redação dada pelo art. 74 da Lei no 11.196/2005), no período de 1o a 15.07.2014. Darf Comum (2 vias)

(7)

Vencimento Obrigação Fato Gerador Histórico Documento/Formulário 31 Quinta-feira Cofins/PIS-Pasep - Retenção na Fonte - Autopeças

Recolhimento da Cofins e do PIS-Pasep retidos na fonte sobre remunerações pagas por pessoas jurídicas referentes à aquisição de autopeças

(art. 3o, §§ 3o, 4o, 5o e 7o, da Lei no 10.485/2002, com a nova redação dada pelo art. 42 da Lei no 11.196/2005) no período de 1o a 15.07.2014. Darf Comum (2 vias) IRPJ - Apuração

mensal Pagamento do Imposto de Renda devido no mês de junho/2014 pelas pessoas jurídicas que optaram pelo pagamento mensal do imposto por estimativa (art. 5o da Lei no 9.430/1996).

Darf Comum (2 vias) IRPJ - Apuração

trimestral Pagamento da 1

a quota ou quota única do Imposto de Renda devido no 2o trimestre de 2014 pelas pessoas jurídicas submetidas à apuração trimestral com base no lucro real, presumido ou arbitrado. (art. 5o da Lei no 9.430/1996).

Darf Comum (2 vias) IRPJ - Renda

variável

Pagamento do Imposto de Renda devido sobre ganhos líquidos auferidos no mês de junho/2014 por pessoas jurídicas, inclusive as isentas, em operações realizadas em bolsas de valores de mercadorias , de futuros e assemelhadas, bem como em alienações de ouro, ativo financeiro, e de participações societárias, fora de bolsa (art. 859 do RIR/1999).

Darf Comum (2 vias) IRPJ/Simples Na-cional - Ganho de Capital na aliena-ção de Ativos

Pagamento do Imposto de Renda devido pelas empresas optantes pelo Simples Nacional incidente sobre ganhos de capital (lucros) obtidos na

alienação de ativos no mês de junho/2014 (art. 5o, § 6o, da Instrução Normativa SRF no 608/2006) - Cód. Darf 0507. Darf Comum (2 vias)

IRPF - Carnê-leão Pagamento do Imposto de Renda devido por pessoas físicas sobre rendimentos recebidos de outras pessoas físicas ou de fontes do exterior no mês de junho/2014 (art. 852 do RIR/1999) - Cód. Darf 0190.

Darf Comum (2 vias) IRPF - Quota Pagamento da 4a quota do imposto apurado pelas pessoas físicas na Declaração de Ajuste relativa ao ano-calendário de 2013, acrescida da

taxa Selic de maio e junho/2014 mais 1% - Cód. Darf 0211.

Darf Comum (2 vias) IRPF - Lucro na

alienação de bens ou direitos

Pagamento, por pessoa física residente ou domiciliada no Brasil, do Imposto de Renda devido sobre ganhos de capital (lucros) percebidos no mês de junho/2014 provenientes de (art. 852 do RIR/1999):

a) alienação de bens ou direitos adquiridos em moeda nacional - Cód. Darf 4600;

b) alienação de bens ou direitos ou liquidação ou resgate de aplicações financeiras, adquiridos em moeda estrangeira - Cód. Darf 8523.

Darf Comum (2 vias)

IRPF - Renda variável

Pagamento do Imposto de Renda devido por pessoas físicas sobre ganhos líquidos auferidos em operações realizadas em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhados, bem como em alienação de ouro, ativo financeiro, fora de bolsa, no mês de junho/2014 (art. 852 do RIR/1999) - Cód. Darf 6015. Darf Comum (2 vias) IRRF - Fundos de Investimento Imobiliário

Pagamento do Imposto de Renda Retido na Fonte incidente sobre os lucros distribuídos pelos Fundos de Investimento Imobiliário a seus quotis-tas, apurados segundo o regime de caixa, com base em balanço ou balancete semestral encerrado em 30.06.2014 (art. 27, § 3o, da Instrução Normativa RFB no 1.022/2010) - Cód. Darf 0211.

Darf Comum (2 vias) CSL - Apuração

mensal

Pagamento da Contribuição Social sobre o Lucro devida, no mês de junho/2014, pelas pessoas jurídicas que optaram pelo pagamento mensal do IRPJ por estimativa (art. 28 da Lei no 9.430/1996).

Darf Comum (2 vias) CSL - Apuração

trimestral

Pagamento da 1a quota ou quota única da Contribuição Social sobre o Lucro devida no 2o trimestre de 2014 pelas pessoas jurídicas submetidas à apuração trimestral do IRPJ com base no lucro real, presumido ou arbitrado. (art. 28 da Lei no 9.430/1996).

Darf Comum (2 vias)

Finor/Finam/Funres (Apuração mensal)

Recolhimento do valor da opção com base no IRPJ devido, no mês de junho/2014, pelas pessoas jurídicas que optaram pelo pagamento mensal do IRPJ por estimativa – art. 9o da Lei no 8.167/1991 (aplicação em projetos próprios).

Finor: 9017 Finam: 9032 Funres: 9058 Darf Comum (2 vias) Finor/Finam/ Funres (Apuração trimestral)

Recolhimento da 1a parcela ou parcela única do valor da opção com base no IRPJ devido no 2o trimestre de 2014 pelas pessoas jurídicas submetidas à apuração trimestral do lucro real - art. 9o da Lei no 8.167/1991 (aplicação em projetos próprios).

Finor: 9004 Finam: 9020 Funres: 9045 Darf Comum (2 vias) Refis/Paes

Pagamento pelas pessoas jurídicas optantes pelo Programa de Recuperação Fiscal (Refis), conforme Lei no 9.964/2000; e pelas pes-soas físicas e jurídicas optantes pelo Parcelamento Especial (Paes) da parcela mensal, acrescida de juros pela TJLP, conforme Lei no 10.684/2003.

Darf Comum (2 vias)

Refis Pagamento pelas pessoas jurídicas optantes pelo Programa de Recuperação Fiscal (Refis), conforme Lei no 11.941/2009. Darf Comum (2 vias)

Paex 1 (Parce-lamento

Excep-cional)

Pagamento do parcelamento excepcional de débitos vencidos até 28.02.2003 (opção em até 130 meses), pelas (MP no 303/2006, art. 1o e Portaria Conjunta PGNF/SRF no 2/2006, art. 6o, § 3o, I e II):

a) pessoas jurídicas optantes pelo Simples - Cód. Darf 0830; b) demais pessoas jurídicas - Cód. Darf 0842.

Notas

(1) No caso das demais pessoas jurídicas, deve ser utilizado o código de Cobrança do Grupo de Tributo (exemplo: Cofins Cobrança - 3644).

(2) Para débitos do Grupo Regime Especial de Tributos (RET), deve ser utilizado o código 4095.

(3) Por meio do Ato no 57/2006 do Presidente da Mesa do Congresso Nacional, a citada MP no 303/2006 teve seu prazo de vigência encerrado em 27.10.2006. Em razão de o Congresso Nacional não ter editado, no prazo de 60 dias, decreto legislativo que disciplinasse as relações jurídicas decorrentes dessa MP, os atos praticados durante sua vigência conservar-se-ão por ela regidos (CF/1988, art. 62, §§ 3o e 11).

Darf Comum (2 vias)

Paex 2 (Parce-lamento

Excep-cional)

Pagamento do parcelamento excepcional de débitos vencidos entre 1o.03.2003 e 31.12.2005 (opção em até 120 meses), pelas pessoas jurídi-cas optantes pelo Simples (MP no 303/2006, art. 8o e Portaria Conjunta PGNF/SRF no 2/2006, art. 8o, § 4o) - Cód. Darf 1927.

Notas

(1) No caso das demais pessoas jurídicas, deve ser utilizado o código de Cobrança do Grupo de Tributo (exemplo: Cofins Cobrança - 3644).

(2) Para débitos do Grupo Regime Especial de Tributos (RET), deve ser utilizado o código 4095.

(3) Por meio do Ato no 57/2006 do Presidente da Mesa do Congresso Nacional, a citada MP no 303/2006 teve seu prazo de vigência encerrado em 27.10.2006. Em razão de o Congresso Nacional não ter editado, no prazo de 60 dias, decreto legislativo que disciplinasse as relações jurídicas decorrentes dessa MP, os atos praticados durante sua vigência conservar-se-ão por ela regidos (CF/1988, art. 62, §§ 3o e 11).

Darf Comum (2 vias)

Simples Nacional (Parcelamento

Especial)

Pagamento do parcelamento especial para ingresso no Simples Nacional, de que tratam o art. 79 da Lei Complementar no 123/2006, dos seguintes débitos:

- Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ);

- Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), observado o art. 13, § 1o, XII, da LC no 123/2006; - Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSL);

- Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), observado o art. 13, § 1o, XII, da LC no 123/2006; - Contribuição para o PIS-Pasep, observado o art. 13, § 1o, XII, da LC no 123/2006;

- Simples Federal (Lei no 9.317/1996); - Receita Dívida Ativa.

Nota

Os débitos perante a Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB), de responsabilidade das microempresas (ME) ou empresas de pequeno porte (EPP) que ingressarem pela 1a vez no ano de 2009 no Simples Nacional, de que trata a Lei Complementar no 123/2006, com vencimento até 30.06.2008, poderão ser parcelados em até 100 parcelas mensais e sucessivas. O valor mínimo de cada prestação não poderá ser inferior a R$ 100,00, considerados isoladamente os parcelamentos da totalidade dos débitos relacionados no inciso II do § 1o do art. 1o da Instrução Normativa RFB no 902/2008, e o pagamento das prestações dos débitos deverá ser efetuado mediante Darf, com o código de receita 0873 (arts. 1o e 7o da Instrução Normativa RFB no 902/2008, com as alterações da Instrução Normativa RFB no 906/2009).

Darf Comum (2 vias)

(8)

Vencimento Obrigação Fato Gerador Histórico Documento/Formulário 31 Quinta-feira Previdência Social (INSS) Simples Nacional (Parcela-mento Especial)

Pagamento da parcela mensal decorrente do parcelamento especial, para ingresso no Simples Nacional, de que tratam o art. 79 da Lei Com-plementar no 123/2006 e a Instrução Normativa RFB no 767/2007, dos seguintes débitos:

- contribuição para a Seguridade Social, a cargo da pessoa jurídica, de que trata o art. 22 da Lei no 8.212/1991;

- débitos acima inscritos na Procuradoria-Geral Federal (PGF) como Dívida Ativa do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), mesmo que discutidos judicialmente ou em fase de execução fiscal já ajuizada. Códigos de recolhimento na GPS: 4324 e/ou 4359, conforme o caso.

Nota

Nos termos da Instrução Normativa RFB no 902/2008 , observadas as modificações posteriores, os débitos perante a Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB), de responsabilidade das microempresas (ME) ou empresas de pequeno porte (EPP) que ingressarem pela 1a vez no ano de 2009 no Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Peque-no Porte (Simples Nacional), de que trata a Lei Complementar no 123/2006, com vencimento até 30.06.2008, poderão ser parcelados em até 100 parcelas mensais e sucessivas. Assim, poderão ser objeto do parcelamento de que trata o art. 79 da Lei Complementar no 123/2006, na redação dada pela Lei Complementar no 128/2008, os débitos com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), ou com as Fazendas Públicas Federal, Estadual ou Municipal, inclusive os inscritos em dívida ativa, com vencimento até 30.06.2008.

GPS (2 vias)

Contribuição Sindical (empregados)

Recolhimento das contribuições descontadas dos empregados em junho/2014.

Consultar a respectiva entidade sindical, a qual pode fixar prazo diverso GRCSU2 vias Declaração de

Operações Imobili-árias (DOI)

Entrega à Receita Federal, pelos Cartórios de Ofício de Notas, de Registro de Imóveis e de Registro de títulos e Documentos, da Declaração de Operações Imobiliárias relativa às operações de aquisição ou alienação de imóveis realizadas durante o mês de junho/2014 por pessoas físicas ou jurídicas (Instrução Normativa RFB no 1.112/2010, art. 4o). Internet Declaração sobre

a Opção de Tribu-tação de Planos Previdenciários

(DPREV)

Entrega da DPREV relativa ao ano-calendário de 2013 pelas entidades de previdência complementar, sociedades seguradoras e administrado-res de Fapi, contendo dados do participante, segurado ou quotista (art. 2o da Instrução Normativa RFB no 673/2006).

Internet

Notas

(1) A Portaria MF no 12/2012 estabelece que as datas de vencimento de tributos federais administrados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB), devidos pelos sujeitos passivos

domiciliados nos municípios abrangidos por decreto estadual que tenha reconhecido estado de calamidade pública, ficam prorrogadas para o último dia útil do 3o mês subsequente,

abran-gendo o mês da ocorrência do evento que ensejou a decretação do estado de calamidade pública e o mês subsequente. A prorrogação do prazo aplica-se também às datas de vencimento das parcelas de débitos objeto de parcelamento concedido pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e pela RFB, e não implica direito à restituição de quantias eventualmente já recolhidas.

(2) Conforme Instrução Normativa RFB no 1.441/2014, foi extinto o Demonstrativo de Apuração de Contribuições Sociais (Dacon) relativo a fatos geradores ocorridos a partir de 1o.01.2014,

inclusive nos casos de extinção, incorporação, fusão, cisão parcial ou cisão total que ocorrerem a partir dessa data. Ressalta-se que a apresentação de Dacon, original ou retificador, relativo a fatos geradores ocorridos até 31.12.2013, deverá ser efetuada com a utilização das versões anteriores do programa gerador, conforme o caso.

(3) A Portaria CGSN/SE no 18/2013 prorrogou para o último dia útil dos meses de abril, maio e junho/2014 as datas de vencimento dos tributos apurados no regime do Simples Nacional,

antes previstas, respectivamente, para outubro, novembro e dezembro/2013, para os sujeitos passivos com sede no Município de Taquarituba - SP. A prorrogação do prazo não implica direito à restituição de quantias eventualmente já recolhidas.

(4) Conforme Instrução Normativa RFB no 1.418/2013, foi extinta, com efeitos a partir de janeiro/2014, a obrigatoriedade de apresentação da Declaração de Dedução de Parcela da

Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico Incidente sobre a Importação e a Comercialização de Combustíveis das contribuições para o PIS-Pasep e Cofins (DCide-Combustíveis).

(5) Conforme Portaria CGSN/SE no 23/2014, foram prorrogadas para o último dia útil dos meses de julho, agosto e setembro/2014 as datas de vencimento dos tributos apurados na forma

(9)

IR - PESSOAS FÍSICAS - CARNÊ-LEÃO - INSTRuÇÕES PARA CÁLCuLO E PAGAMENTO _____

1. contRIbuIntes

Ficam sujeitas ao recolhimento mensal obrigatório do Imposto de Renda (carnê-leão) as pessoas físicas, residen-tes ou domiciliadas no Brasil, que receberem de outras pes-soas físicas ou de fontes situadas no exterior rendimentos tributáveis não sujeitos ao desconto do imposto na fonte. 2. base de cálculo

I - Rendimentos brutos:

Deve-se incluir os seguintes valores efetivamente re-cebidos no mês:

a) rendimentos pagos por outras pessoas físicas, não su-jeitos à tributação na fonte, tais como: remuneração pela prestação de serviços sem vínculo de emprego, comis-sões e corretagens, aluguéis ou arrendamentos de bens (móveis ou imóveis), pensão alimentícia paga em cum-primento de acordo ou decisão judicial ou de escritura pública a que se refere o art. 1.124-A da Lei no 5.869/1973 (Código de Processo Civil) etc., observando-se que:

a.1) o rendimento bruto de aluguéis de imóveis cor-responde ao valor recebido, diminuído dos seguintes encargos, ainda que recolhidos pelo locatário, desde que o ônus tenha sido exclusivamente do locador: • impostos, taxas e emolumentos incidentes sobre o bem que produzir o rendimento;

• aluguel pago pela locação de imóvel sublocado; • despesas pagas para cobrança ou recebimento do rendimento;

• despesas de condomínio;

a.2) no caso de rendimentos da prestação de ser-viços de transporte, consideram-se rendimento bru-to sujeibru-to ao imposbru-to mensal (art. 9o, I e II, da Lei no 7.713/1988, com as alterações da Lei no 12.794/2013): • 40% (até 31.12.2012) e 10% (a partir de 1o.01.2013) do rendimento decorrente do transpor-te de carga e de serviços com trator, máquinas de terraplenagem, colheitadeiras e assemelhados • 60% do rendimento decorrente do transporte de passageiros;

b) rendimentos pagos por fontes situadas no exterior, convertidos em reais à taxa de câmbio do dólar dos Estados Unidos da América fixada para compra pelo Banco Central do Brasil para o último dia útil da primei-ra quinzena do mês anterior ao do recebimento; c) emolumentos e custas dos serventuários da Justiça (ta-beliães, notários, oficiais públicos e outros), quando não forem remunerados exclusivamente pelos cofres públicos; d) 10% dos rendimentos recebidos pelos garimpeiros na venda, a empresas legalmente habilitadas, de me-tais preciosos, pedras preciosas e semipreciosas. II - Deduções:

a) nos casos de rendimentos do trabalho não assalariado (exceto rendimentos recebidos por transportadores de cargas ou passageiros ou por garimpeiros) e dos titulares dos serviços notariais e de registro e leiloeiros, podem

ser deduzidas as despesas pagas em decorrência do exercício da atividade, desde que escrituradas em livro Caixa e comprovadas por documentação hábil;

Notas

(1) Não podem ser deduzidas quotas de depreciação de bens, despesas de arrendamento, despesas de locomoção e transporte, salvo, no caso de re-presentante comercial autônomo, as despesas de locomoção e transporte que correrem por conta deste.

(2) Até o exercício de 2014, ano-calendário de 2013, para fins de imple-mentação dos serviços de registros públicos, previstos na Lei no 6.015/1973, em meio eletrônico, os investimentos e demais gastos efetuados com informatiza-ção, que compreende a aquisição de hardware, aquisição e desenvolvimento de software e a instalação de redes pelos titulares dos referidos serviços, po-derão ser deduzidos da base de cálculo mensal e da anual do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (Lei no 12.024/2009, art. 3o), observando-se que:

a) os investimentos e gastos efetuados deverão estar devidamente escritura-dos no livro Caixa e comprovaescritura-dos com documentação idônea, a qual será mantida em poder dos titulares dos serviços de registros públicos, à dispo-sição da fiscalização, enquanto não ocorrer a decadência ou a prescrição; b) na hipótese de alienação dos mencionados bens, o valor da alienação

deverá integrar o rendimento bruto da atividade; e

c) o excesso de deduções apurado no mês pode ser compensado nos meses seguintes, até dezembro, não podendo ser transposto para o ano seguinte. b) em qualquer caso, inclusive nos mencionados na letra “a”, podem ser deduzidos a contribuição previdenciária oficial paga no mês, os dependentes e a pensão alimen-tícia paga em cumprimento de acordo ou decisão judicial ou de escritura pública a que se refere o art. 1.124-A da Lei no 5.869/1973 (Código de Processo Civil) (essas duas últimas deduções somente podem ser utilizadas se não tiverem sido deduzidas de outros rendimentos percebi-dos no mês e sujeitos à tributação na fonte).

3. cálculo do ImPosto

Aplica-se a tabela progressiva vigente no mês do rece-bimento dos rendimentos (veja na pág. 26).

Exemplo

Admita-se que, no mês de março/2014, um dentista re-ceba de pessoas físicas R$ 9.000,00, a título de honorários profissionais, e pague despesas inerentes à sua atividade pro-fissional no valor de R$ 4.000,00. Considerando-se, ainda, que esse contribuinte tem 2 dependentes e pagou, no mês, a sua contribuição devida à Previdência Social (INSS) de R$ 878,04:

Receita bruta mensal R$ 9.000,00

Deduções:

• Despesas pagas decorrentes do

exercício da atividade (R$ 4.000,00)

• Dependentes: 2  R$ 179,71 (R$ 359,42)

• INSS: 20% de R$ 4.390,24 (R$ 878,04)

Base de cálculo do imposto R$ 3.762,54

Imposto: 22,5% de R$ 3.762,54 R$ 846,57

Parcela a deduzir (R$ 602,96)

Imposto R$ 243,61

4. comPensação de ImPosto Pago no exteRIoR O contribuinte que houver recebido rendimentos de fonte situada no exterior, incluídos na base de cálculo do recolhimen-to mensal (carnê-leão), poderá compensar o imposrecolhimen-to cobrado pelo país de origem dos rendimentos, desde que o Brasil tenha

(10)

firmado acordo para evitar bitributação com esse país (no qual esteja prevista a compensação) ou haja reciprocidade de trata-mento em relação aos renditrata-mentos produzidos no Brasil, obser-vado o seguinte (art. 16, §§ 1o, 2o e 6o, da IN SRF no 208/2002): a) o valor do imposto a ser compensado deverá ser convertido em reais com base na taxa de compra do dólar dos Estados Unidos da América, fixada para o último dia útil da primeira quinzena do mês anterior ao do recebimento dos rendimentos;

b) o valor compensado não poderá exceder a difeça entre o imposto calculado sem a inclusão dos ren-dimentos de fontes no exterior e o imposto devido com a inclusão desses rendimentos;

c) somente poderá ser compensado imposto que não for compensável nem restituível no país de origem dos rendimentos.

5. PRazo de RecolhImento

O imposto deverá ser recolhido até o último dia útil do mês subsequente àquele em que os rendimentos houve-rem sido percebidos.

6. PReenchImento do daRF Veja instruções na pág. 70. 7. RegIme de tRIbutação

Na declaração de ajuste anual, os rendimentos serão incluídos como tributáveis e o imposto pago mensalmente será compensado.

8. PRogRama aPlIcatIvo PaRa uso em comPutadoR

Para o cálculo do imposto mensal por meio de compu-tador, a Receita Federal disponibiliza aos interessados (em seu endereço eletrônico na Internet, www.receita.fazenda. gov.br) o programa “Carnê-Leão 201X”, que armazena os dados apurados a serem transferidos, automaticamente, para a Declaração de Ajuste Anual.

(Arts. 106 a 112 do RIR/1999 e arts. 21 a 24 e 60 da IN SRF no 15/2001)

Segue resumo relativo ao Simples Nacional aplicável às microempresas (ME) e às empresas de pequeno por-te (EPP), instituído pela Lei Complementar no 123/2006 e atualmente regulamentado por Resoluções expedidas pelo Comitê Gestor de Tributação das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (CGSN).

O Simples Nacional foi criado para beneficiar as ME e as EPP com o objetivo de simplificar o processo buro-crático e unificar os pagamentos dos seguintes tributos e contribuições (art. 4o da Resolução CGSN no 94/2011):

a) Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ); b) Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), ob-servado o disposto no inciso IX do art. 5o da Resolu-ção CGSN no 94/2011;

c) Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL); d) Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), observado o disposto no inciso IX do art. 5o da Resolução CGSN no 94/2011;

e) Contribuição para o PIS/Pasep, observado o disposto no inciso IX do art. 5o da Resolução CGSN no 94/2011; f) Contribuição Patronal Previdenciária (CPP) para a Seguridade Social, a cargo da pessoa jurídica, de que trata o art. 22 da Lei no 8.212/1991, exceto no caso da ME e da EPP que se dediquem às seguintes atividades de prestação de serviços: (Lei Comple-mentar no 123/2006, art. 13, inciso VI, art. 18, § 5o-C)

f.1) construção de imóveis e obras de engenharia em geral, inclusive sob a forma de subempreita-da, execução de projetos e serviços de paisagis-mo, bem como decoração de interiores;

f.2) serviço de vigilância, limpeza ou conservação;

g) Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comu-nicação (ICMS);

h) Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS). 1. vedações

Não poderão recolher os impostos e as contribuições na forma do Simples Nacional a ME ou a EPP (art. 15 da Resolução CGSN no 94/2011):

1) que tenha auferido, no ano-calendário imediata-mente anterior ou no ano-calendário em curso, receita bruta superior a R$ 3.600.000,00 no mercado interno ou superior ao mesmo limite em exportação de merca-dorias, observado o disposto nos §§ 2o e 3o do art. 2o e §§ 1o e 2o do art. 3o; (Lei Complementar no 123/2006, art. 3o, inciso II e §§ 2o, 9o, 9o-A, 10, 12 e 14)

2) de cujo capital participe outra pessoa jurídica; (Lei Complementar no 123/2006, art. 3o, § 4o, inciso I) 3) que seja filial, sucursal, agência ou representação, no País, de pessoa jurídica com sede no exterior; (Lei Complementar no 123/2006, art. 3o, § 4o, inciso II) 4) de cujo capital participe pessoa física que seja ins-crita como empresário ou seja sócia de outra empre-sa que receba tratamento jurídico diferenciado nos termos da Lei Complementar no 123/2006, desde que a receita bruta global ultrapasse um dos limites má-ximos de que trata o item 1; (Lei Complementar no 123/2006, art. 3o, § 4o, inciso III, § 14)

5) cujo titular ou sócio participe com mais de 10% do capital de outra empresa não beneficiada pela Lei

SIMPLES NACIONAL - INSTRuÇÕES PARA CÁLCuLO E PAGAMENTO MENSAL uNIFICADO DE

IMPOSTOS E CONTRIBuIÇÕES ____________________________________________________

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Complementar no 123/2006, desde que a receita bru-ta global ultrapasse um dos limites máximos de que trata o item 1; (Lei Complementar no 123/2006, art. 3o, § 4o, inciso IV, § 14)

6) cujo sócio ou titular seja administrador ou equi-parado de outra pessoa jurídica com fins lucrativos, desde que a receita bruta global ultrapasse um dos limites máximos de que trata o item 1; (Lei Comple-mentar no 123/2006, art. 3o, § 4o, inciso V, § 14) 7) constituída sob a forma de cooperativas, salvo as de consumo; (Lei Complementar no 123/2006, art. 3o, § 4o, inciso VI)

8) que participe do capital de outra pessoa jurídica; (Lei Complementar no 123/2006, art. 3o, § 4o, inciso VII) 9) que exerça atividade de banco comercial, de inves-timentos e de desenvolvimento, de caixa econômica, de sociedade de crédito, financiamento e investimento ou de crédito imobiliário, de corretora ou de distribui-dora de títulos, valores mobiliários e câmbio, de em-presa de arrendamento mercantil, de seguros privados e de capitalização ou de previdência complementar; (Lei Complementar no 123/2006, art. 3o, § 4o, inciso VIII) 10) resultante ou remanescente de cisão ou qualquer ou-tra forma de desmembramento de pessoa jurídica que tenha ocorrido em um dos 5 anos-calendário anteriores; (Lei Complementar no 123/2006, art. 3o, § 4o, inciso IX) 11) constituída sob a forma de sociedade por ações; (Lei Complementar no 123/2006, art. 3o, § 4o, X) 12) que explore atividade de prestação cumulativa e contínua de serviços de assessoria creditícia, gestão de crédito, seleção e riscos, administração de con-tas a pagar e a receber, gerenciamento de ativos (asset management), compras de direitos creditórios resultantes de vendas mercantis a prazo ou de pres-tação de serviços (factoring); (Lei Complementar no 123/2006, art. 17, inciso I)

13) que tenha sócio domiciliado no exterior; (Lei Com-plementar no 123/2006, art. 17, inciso II)

14) de cujo capital participe entidade da administração pública, direta ou indireta, federal, estadual ou munici-pal; (Lei Complementar no 123/2006, art. 17, inciso III) 15) que possua débito com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), ou com as Fazendas Públicas Federal, Estadual ou Municipal, cuja exigibilidade não esteja suspensa; (Lei Complementar no 123/2006, art. 17, inciso V)

16) que preste serviço de transporte intermunicipal e interestadual de passageiros; (Lei Complementar no 123/2006, art. 17, inciso VI)

17) que seja geradora, transmissora, distribuidora ou comercializadora de energia elétrica; (Lei Comple-mentar no 123/2006, art. 17, inciso VII)

18) que exerça atividade de importação ou fabrica-ção de automóveis e motocicletas; (Lei Complemen-tar no 123/2006, art. 17, inciso VIII)

19) que exerça atividade de importação de combustí-veis; (Lei Complementar no 123/2006, art. 17, inciso IX)

20) que exerça atividade de produção ou venda no atacado de: (Lei Complementar no 123/2006, art. 17, inciso X)

a) cigarros, cigarrilhas, charutos, filtros para ci-garros, armas de fogo, munições e pólvoras, ex-plosivos e detonantes;

b) bebidas a seguir descritas: 1. alcoólicas;

2. refrigerantes, inclusive águas saborizadas gaseificadas;

3. preparações compostas, não alcoólicas (ex-tratos concentrados ou sabores concentrados), para elaboração de bebida refrigerante, com capacidade de diluição de até dez partes da bebida para cada parte do concentrado; 4. cervejas sem álcool;

21) que tenha por finalidade a prestação de serviços decorrentes do exercício de atividade intelectual, de natureza técnica, científica, desportiva, artística ou cul-tural, que constitua profissão regulamentada ou não, bem como a que preste serviços de instrutor, de cor-retor, de despachante ou de qualquer tipo de interme-diação de negócios; (Lei Complementar no 123/2006, art. 17, inciso XI)

22) que realize cessão ou locação de mão de obra; (Lei Complementar no 123/2006, art. 17, inciso XII) 23) que realize atividade de consultoria; (Lei Comple-mentar no 123/2006, art. 17, inciso XIII)

24) que se dedique ao loteamento e à incorporação de imóveis; (Lei Complementar no 123/2006, art. 17, inciso XIV)

25) que realize atividade de locação de imóveis próprios, exceto quando se referir a prestação de serviços tributados pelo ISS; (Lei Complementar no 123/2006, art. 17, inciso XV)

26) com ausência de inscrição ou com irregularida-de em cadastro fiscal feirregularida-deral, municipal ou estadual, quando exigível, observadas as disposições específi-cas relativas ao MEI. (Lei Complementar no 123/2006, art. 17, inciso XVI e § 4o)

Nota

O disposto nos itens 5 e 8 não se aplica à participação no capital de coope-rativas de crédito, bem como em centrais de compras, bolsas de subcontratação, no consórcio referido no art. 50 e na sociedade de propósito específico, prevista no art. 56, ambos da Lei Complementar no 123/2006, e em associações asseme-lhadas, sociedades de interesse econômico, sociedades de garantia solidária e outros tipos de sociedade, que tenham como objetivo social a defesa exclusiva dos interesses econômicos das ME e EPP. (Lei Complementar no 123/2006, art. 3o, § 5o)

2. atIvIdades autoRIzadas à oPção

As ME e as EPP que se dediquem exclusivamente às atividades a seguir descritas, ou as exerçam em con-junto com outras atividades que não tenham sido objeto de vedação mencionada no item 1, estão autorizadas a optar pelo Simples Nacional (§ 2o do art. 15 da Resolução CGSN no 94/2011):

1) creche, pré-escola e estabelecimento de ensino fundamental, escolas técnicas, profissionais e de

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en-sino médio, de línguas estrangeiras, de artes, cursos técnicos de pilotagem, preparatórios para concursos, gerenciais e escolas livres, exceto as previstas nos incisos XIII e XIV deste parágrafo; (Lei Complemen-tar no 123/2006, art. 17, § 1o, art. 18, § 5o-B, inciso I) 2) agência terceirizada de correios; (Lei Complemen-tar no 123/2006, art. 17, § 1o, art. 18, § 5o-B, inciso II) 3) agência de viagem e turismo; (Lei Complementar no 123/2006, art. 17, § 1o, art. 18, § 5o-B, inciso III) 4) centro de formação de condutores de veículos au-tomotores de transporte terrestre de passageiros e de carga; (Lei Complementar no 123/2006, art. 17, § 1o, art. 18, § 5o-B, inciso IV)

5) agência lotérica; (Lei Complementar no 123/2006, art. 17, § 1o, art. 18, § 5o-B, inciso V)

6) serviços de instalação, de reparos e de manutenção em geral, bem como de usinagem, solda, tratamen-to e revestimentratamen-to em metais; (Lei Complementar no 123/2006, art. 17, § 1o, art. 18, § 5o-B, inciso IX) 7) transporte municipal de passageiros; (Lei Complemen-tar no 123/2006, art. 17, § 1o, art. 18, § 5o-B, inciso XIII) 8) escritórios de serviços contábeis, observado o dis-posto no § 8o do art. 6o; (Lei Complementar no 123/2006, art. 17, § 1o, art. 18, § 5o-B, inciso XIV)

9) produções cinematográficas, audiovisuais, artísticas e culturais, sua exibição ou apresentação, inclusive no caso de música, literatura, artes cênicas, artes visuais, cinematográficas e audiovisuais; (Lei Complementar no 123/2006, art. 17, § 1o, art. 18, § 5o-B, inciso XV) 10) construção de imóveis e obras de engenharia em geral, inclusive sob a forma de subempreitada, exe-cução de projetos e serviços de paisagismo, bem como decoração de interiores; (Lei Complementar no 123/2006, art. 17, § 1o, art. 18, § 5o-C, inciso I)

11) serviço de vigilância, limpeza ou conservação; (Lei Complementar no 123/2006, art. 17, § 1o, art. 18, § 5o-C, inciso VI)

12) cumulativamente administração e locação de imó-veis de terceiros; (Lei Complementar no 123/2006, art. 17, § 1o, art. 18, § 5o-D, inciso I)

13) academias de dança, de capoeira, de ioga e de artes marciais; (Lei Complementar no 123/2006, art. 17, § 1o, art. 18, § 5o-D, inciso II)

14) academias de atividades físicas, desportivas, de natação e escolas de esportes; (Lei Complementar no 123/2006, art. 17, § 1o, art. 18, § 5o-D, inciso III) 15) elaboração de programas de computadores, inclu-sive jogos eletrônicos, desde que desenvolvidos em estabelecimento da optante; (Lei Complementar no 123/2006, art. 17, § 1o, art. 18, § 5o-D, inciso IV) 16) licenciamento ou cessão de direito de uso de programas de computação; (Lei Complementar no 123/2006, art. 17, § 1o; art. 18, § 5o-D, inciso V) 17) planejamento, confecção, manutenção e atuali-zação de páginas eletrônicas, desde que realizados em estabelecimento da optante; (Lei Complementar no 123/2006, art. 17, § 1o, art. 18, § 5o-D, inciso VI)

18) empresas montadoras de estandes para feiras; (Lei Complementar no 123/2006, art. 17, § 1o, art. 18, § 5o-D, inciso IX)

19) laboratórios de análises clínicas ou de patologia clínica; (Lei Complementar no 123/2006, art. 17, § 1o, art. 18, § 5o-D, inciso XII)

20) serviços de tomografia, diagnósticos médicos por imagem, registros gráficos e métodos óticos, bem como ressonância magnética; (Lei Complementar no 123/2006, art. 17, § 1o, art. 18, § 5o-D, inciso XIII) 21) serviços de prótese em geral. (Lei Complementar no 123/2006, art. 17, § 1o, art. 18, § 5o-D, inciso XIV) Também poderá optar pelo Simples Nacional a ME ou EPP que se dedique à prestação de outros serviços que não tenham sido objeto de vedação expressa, desde que não incorra em nenhuma das hipóteses de vedação. (Lei Complementar no 123/2006, art. 17, § 2o) A vedação à opção por empresas que exerçam a ativi-dade mediante cessão ou locação de mão de obra, de que trata o no 22 do item 1, não se aplica às atividades referidas nos nos 10 e 11 do item 2 (Lei Complementar no 123/2006, art. 18, §§ 5o-C e 5o-H).

3. obRIgações acessóRIas

Quanto às obrigações acessórias, as ME e as EPP optantes pelo Simples Nacional devem, dentre outras (Resolução CGSN no 94/2011, arts. 57 a 72):

a) apresentar anualmente à Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB), por meio da internet, decla-ração única e simplificada de informações socioeco-nômicas e fiscais (Defis), até o último dia do mês de março do ano-calendário subsequente ao de ocor-rência dos fatos geradores dos impostos e das con-tribuições previstos no Simples Nacional;

b) cumprir outras obrigações acessórias a serem esta-belecidas pelo Comitê Gestor, com características nacio-nalmente uniformes, vedado o estabelecimento de regras unilaterais pelas unidades políticas partícipes do sistema; c) entregar a declaração eletrônica com os dados re-ferentes aos serviços prestados ou tomados de ter-ceiros, em conformidade com o que dispuser o Co-mitê Gestor;

d) emitir documento fiscal de venda ou prestação de serviço;

e) manter o livro Caixa em que será escriturada sua movimentação financeira e bancária;

f) manter em boa ordem e guarda os documentos que fundamentaram a apuração dos impostos e das contribui-ções devidos e o cumprimento das obrigacontribui-ções acessó-rias, enquanto não decorrido o prazo decadencial e não prescritas eventuais ações que lhes sejam pertinentes. Conforme Resolução CGSN no 94/2011, art. 91, consi-dera-se microempreendedor individual (MEI) o empresá-rio a que se refere o art. 966 da Lei no 10.406/2002, optan-te pelo Simples Nacional, que optan-tenha auferido receita bruta acumulada nos anos-calendário anteriores e em curso de até R$ 60.000,00 e que: (Lei Complementar no 123/2006, art. 18-A, § 1o e § 7o, inciso III)

Referências

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