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Rev. LatinoAm. Enfermagem vol.15 número2 es v15n2a18

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Academic year: 2018

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1 Enferm era resident e de la Universidad do Rio de Janeiro, e- m ail: m arcia_uerj @hot m ail.com ; 2 Enferm eia resident e del I nst it ut o Fernandes Figueira; 3

Enferm era; 4 Asesor, Profesor de la Facult ad de Enferm ería de la Universidad del Est ado de Rio de Janeiro, e- m ail: ccaldas@uerj .br

VARI ABLES ASOCI ADAS CON LA OCURRENCI A DE CAI DAS A PARTI R DEL DI AGNÓSTI COS

DE ENFERMERÍ A EN ANCI ANOS ATENDI DOS AMBULATORI ALMENTE

Mar cia Duar t e Mor eir a1 An dr éa Rodr igu es Cost a2 Let ícia Rodr igues Felipe3 Célia Per eir a Caldas4

Est u d io d escr ip t iv o - ex p lor at or io con en f oq u e cu an t it at iv o, en el cu al son m en cion ad as v ar iab les asociad as con caíd as d e an cian os at en d id os am b u lat or iam en t e, en b ase a los d iagn óst icos d e En f er m er ía. Fuer on inv est igados los r egist r os de infor m aciones de las hist or ias clínicas de 490 per sonas ancianas a par t ir de 60 años. Fue ut ilizado el análisis est adíst ico univ ar iado y biv ar iado ( p < 0, 05) . La v ar iable dependient e -ocu r r en cia de caídas - t u v o u n a pr ev alen cia de 3 0 % , sien do m ay or en el sex o f em en in o. Se en con t r ó u n a asociación posit iv a e in depen dien t e con los sigu ien t es diagn óst icos de en f er m er ía: pér dida de equ ilíbr io ( p < 0 , 0 0 1 ) , pr esión ar t er ial alt a ( p < 0 , 0 0 1 ) , debilidad ( p < 0 , 0 2 5 ) e in con t in en cia u r in ar ia ( p < 0 , 0 2 5 ) . No se obser v ó asociación ent r e las caídas y los siguient es diagnóst icos: v isión alt er ada, audición alt er ada, dolor es ost eo- art iculares, m archa alt erada e hipot ensión post ural. El est udio dem uest ra la im port ancia de ser t rabaj ados por enfer m er ía aspect os r elacionados con las v ar iables que pr esent an asociación dir ect a con las caídas.

DESCRI PTORES: anciano; accident es por caídas; diagnóst ico de enfer m er ía

THE ASSOCI ATI ON BETW EEN NURSI NG DI AGNOSES AND THE OCCURRENCE OF FALLS

OBSERVED AMONG ELDERY I NDI VI DUALS ASSI STED I N AN OUTPATI ENT FACI LI TY

This is an explor at or y descr ipt ive st udy w it h a quant it at ive appr oach, in w hich var iables associat ed t o t h e occu r r en ce of f alls obser v ed in elder ly assist ed in an ou t pat ien t clin ic ar e delin eat ed f r om t h e n u r sin g diagnoses. Dat a from t he files of 490 elderly wit h age bet ween 60 and 98 years old were invest igat ed. Univariat e and biv ar iat e st at ist ical analy ses w er e per for m ed ( p < 0,05) . The dependent v ar iable, occur r ence of falls, w as pr evalent in 30% of t he cases and occur r ed w it h m or e fr equency am ong fem ales. A posit ive and independent associat ion wit h t he following diagnoses of Nursing was found: loss of balance ( p < 0,001) , high blood pressure ( p < 0 , 0 0 1 ) , w eak n ess ( p < 0 , 0 2 5 ) an d u r in ar y in con t in en ce ( p < 0 , 0 2 5 ) . No associat ion w as obser v ed f or : alt er ed v ision , alt er ed au dit ion , j oin t s pain , alt er ed m ar ch an d post u r al h y pot en sion . Th e st u dy sh ow s t h e im port ance of working issues relat ed t o t he variables t hat present ed posit ive associat ion wit h t he occurrence of falls in t he nur sing pr act ice.

DESCRI PTORS: aged; accident al falls; nur sing diagnosis

VARI ÁVEI S ASSOCI ADAS À OCORRÊNCI A DE QUEDAS A PARTI R DOS DI AGNÓSTI COS

DE ENFERMAGEM EM I DOSOS ATENDI DOS AMBULATORI ALMENTE

Trat a- se de est udo descrit ivo explorat ório com abordagem quant it at iva, no qual são delineadas variáveis associad as à ocor r ên cia d e q u ed as n os id osos at en d id os am b u lat or ialm en t e, a p ar t ir d os d iag n óst icos d e enferm agem . Foram invest igados os regist ros de dados dos pront uários de 490 idosos a part ir de 60 anos. As v ar iáv eis sofr er am análise univ ar iada e biv ar iada ( p< 0 , 0 5 ) . A v ar iáv el dependent e ocor r ência de quedas -ob t ev e p r ev alên cia d e 3 0 % com m aior p r op or ção n o sex o f em in in o. Foi en con t r ad a associação p osit iv a e independent e com os seguint es diagnóst icos de enfer m agem : per da de equilíbr io ( p< 0, 001) , pr essão ar t er ial elev ada ( p< 0,001) , fr aqueza ( p< 0,025) e incont inência ur inár ia ( p< 0,025) . Não se obser v ou associação ent r e quedas e os diagnóst icos: visão alt erada, audição alt erada, dores ost eoart iculares, m archa alt erada e hipot ensão post u r al. O est u do dem on st r a a im por t ân cia de se t r abalh ar m elh or as qu est ões r elat iv as às v ar iáv eis qu e apr esent ar am associação posit iv a com a ocor r ência de quedas, na abor dagem de enfer m agem .

(2)

I NTRODUCI ÓN

E

st e est udio se inició dent r o de la pr áct ica

de am bulat orio del Núcleo de At ención al anciano ( NAA)

en la Universidad Abiert a de la Tercera Edad ( UNATE)

de la Universidad del Est ado de Río de Janeiro ( UERJ) .

Du r an t e al llen ad o d e las h ist or ias clín icas, en el

pr oceso de con su lt a de En fer m er ía, fue ident ificada

l a n e c e s i d a d d e i m p l e m e n t a r u n s i s t e m a d e

codificación de diagnóst icos de Enferm ería* para una

m ej or planificación de las act iv idades asist enciales.

Al r ealizar la r ev isión de la bibliogr af ía, se

o b s e r v ó q u e l o s s i s t e m a s d e c o d i f i c a c i ó n d e

diagn óst icos de en fer m er ía n o con sider an t odos los

p r ob lem as r elacion ad os al cu id ad o d el an cian o. Lo

q u e s e d a , d e b i d o a q u e e s t o s s i s t e m a s e s t á n

enfocados en el adult o j ov en.

Ent r e los div er sos sist em as de diagnóst icos

la CI PE- Ver sión Alfa( Clasificación I n t er n acion al para

la Pr áct ica de En fer m er ía) , fu e con sider ada( 1 ) com o

el sist em a que m ej or se adecuaba a las necesidades

p r e se n t a d a s p o r l o s a n ci a n o s. A p e sa r d e e st o ,

m uchos pr oblem as en Enfer m er ía aún se encuent r an

sin diagnóst ico. A part ir de est a exigencia, fue realizada

e n 2 0 0 4 u n a a d a p t a ci ó n d e l a CI PE- Ve r si ó n Al f a

dir igida al anciano con la finalidad

d e ap oy ar el p r oceso d e d et ecci ón d e l os

d i a g n ó s t i c o s d e En f e r m e r ía . Es t e p r o y e c t o f u e

su b v e n ci o n a d o p o r l a Fu n d a ci ó n d e Am p a r o a l a

I nvest igación del Est ado de Río de Janeiro ( FAPERJ)( 1).

Ut ilizan do est a adapt ación , f u e cr eada u n a

base de dat os con los diagnóst icos de Enferm ería de

los client es at endidos en el ser v icio de am bulat or io,

per m it iendo conocer el per fil de los diagnóst icos de

Enfer m er ía de los ancianos( 1).

La m ay o r ía d e l o s an ci an o s so n p er so n as

saludables con una vida aut ónom a. Sin em bargo, con

e l a u m e n t o d e l a e x p e ct a t i v a d e v i d a , a u m e n t ó

t am bién la incidencia y prevalencia de enferm edades

c r ó n i c a s y d e g e n e r a t i v a s . Es t e p e r f i l d e

en f er m ed ad es, llev a a la p ér d id a p r og r esiv a d e su

a u t o n o m ía e i n d e p e n d e n c i a . Ej e m p l o s d e e s t o s

procesos son los síndrom es de dem encia, alt eraciones

iat rogénicas, los déficit visuales, cognit ivos y audit ivos,

la inest abilidad post ural, las caídas y ot ras sit uaciones

q u e c o n s t i t u y e n e l c o n j u n t o d e n o m i n a d o d e

“ síndr om es ger iát r icos”( 2 ). Par a hacer fr ent e a est as

condiciones, es fundam ent al la evaluación del cuidado

y a u t o c u i d a d o d e l a n c i a n o , c o n e l o b j e t i v o d e

gar ant izar el cont r ol y m ej or ar su calidad de v ida.

Fu e obser v ado, en con su lt as de En fer m er ía

dent ro del am bulat orio, la frecuencia de diagnóst icos

r e l a c i o n a d o s a l a s c a íd a s . Es t a o b s e r v a c i ó n s e

confir m ó a t r av és de nuest r o est udio( 1) r ealizado en

2 0 0 4 y ot r os est u d ios sim ilar es( 3 - 5 ), en d on d e f u e

c o n s t a t a d o q u e l o s p r i n c i p a l e s d i a g n ó s t i c o s

encont rados en los client es se relacionaban a la m ism a

sit u ación .

Las caídas son par t e del síndr om e ger iát r ico

r e l a ci o n a d o a l a i n e st a b i l i d a d p o st u r a l y ca íd a s.

Repr esen t a la pr in cipal cau sa de in capacidad en t r e

los ancianos. La caída no es v ist a de for m a aislada,

sin em bargo es un sínt om a, pues ella significa la t ot al

pér dida del equilibr io post ur al.

Par a com pr en der los f act or es r espon sables

por una caída, se debe t ener en clar o la int er acción

ex ist ent e ent r e el indiv iduo suscept ible, el anciano y

los f act or es am bien t ales qu e lo pr edispon en . Pu es,

con el pasar de la edad algunos fact ores pasan a ser

de m ay or im por t ancia que ot r os( 4).

Est u d ios r ealizad os en los Est ad os Un id os

con sid er an q u e, las caíd as con st it u y en la p r in cip al

et iología por m uert e accident al en personas ancianas.

En el Brasil, de acuerdo con los dat os del Sist em a de

I nfor m ación Médica ( MS) , ent r e los años de 1979 y

1 9 9 5 , cer ca del 5 4 . 7 3 0 per son as m u er en debida a

las caídas, siendo que el 52% son ancianos( 5).

A pesar de un ev ident e aum ent o de caídas

ent r e la población anciana, en la lit er at ur a ger ont

o-g er i át r i ca ex i st en p o co s est u d i o s ep i d em i o l ó o-g i co s

sobr e est e t em a( 4).

Muchos fact ores que predisponen a las caídas

podrían ser reducidos o evit ados a part ir del m om ent o

e n q u e e l a n c i a n o a d q u i e r e c o n c i e n c i a d e s u

vulnerabilidad. De ahí la im port ancia en el aut ocuidado

com o un fact or pr incipal par a su pr ev ención.

Par t ien do de est a pr em isa, f u e est ablecido

e l t e m a a s e r i n v e s t i g a d o : c u á l e s v a r i a b l e s

iden t ificadas en los diagn óst icos de En fer m er ía h an

co n t r i b u i d o p a r a l a a l t a f r e cu e n ci a d e ca íd a s e n

an cian os?

Est e est u d io t ien e la f in alid ad d e g en er ar

su b si d i o s p a r a q u e se b u sq u e n e st r a t e g i a s p a r a

t r a b a j a r co n e st o s d é f i ci t d e f o r m a a d e cu a d a y

* Para fines de est e est udio, será ut ilizada la m ism a definición de diagnóst icos de enferm ería del ant erior est udio1 aprobada por la Novena Conferencia de

(3)

cont inua, par a lo cual el pr ofesional com o el client e

debe ser agent es act ivos dent ro del proceso cuidado/

au t ocu id ad o.

MATERI AL Y MÉTODO

Se t rat a de un est udio descript ivo explorat orio

con en f oqu e cu an t it at iv o en el cu al son delin eadas

v ar iab les r elacion ad as a la p r esen cia d e caíd as en

ancianos at endidos en el ser vicio de am bulat or io, en

base a los diagnóst icos de Enferm ería.

El e st u d i o f u e r e a l i z a d o e n e l se r v i ci o

am bulat or io de NAA de la UnATA/ UERJ. Desar r ollado

part ir del m odelo de una m icro- universidad t em át ica,

la UnATA/ UERJ dispone de un Cent r o de Convivencia

p ar a los an cian os, u n Pr og r am a d e Salu d con d os

a m b u l a t o r i o s, u n Cen t r o d e D o cu m en t a ci ó n y u n

Program a de Enseñanza y Pos- Graduación. El NAA es

u n o de los ser v icios am bu lat or ios del Pr ogr am a de

At ención I nt egral a la Salud del Anciano de la UnATA( 6).

La caída es la v ar iable dependient e en est e

e s t u d i o , s i e n d o d e f i n i d a c o m o e l t r a s l a d o n o

i n t en ci o n al d el cu er p o p ar a u n n i v el i n f er i o r a l a

p osi ci ón i n i ci al , con i n cap aci d ad d e cor r ecci ón en

t i em p o ad ecu ad o, d et er m i n ad o p or ci r cu n st an ci as

m ult ifact or iales, com pr om et iendo la est abilidad( 7 ).

Fu e r o n c o n s i d e r a d o s t r e s c o n j u n t o s d e

v ar iables in depen dien t es: el pr im er o com pu est o de

variables sexo y edad. El segundo son los diagnóst icos

de Enferm ería que, de acuerdo con la bibliografía( 3- 5),

p u ed en co n t r i b u i r p ar a l a o cu r r en ci a d e caíd as y

r e p r e s e n t a n e l e v a d o s ín d i c e s e n l a p o b l a c i ó n

est udiada: pérdida de equilibrio, hipot ensión post ural,

v i si ó n al t er ad a, au d i ci ó n al t er ad a, d o l o r es o st eo

-a r t i cu l -a r e s, m -a r ch -a -a l t e r -a d -a , p r e si ó n e l e v -a d -a e

incont inencia urinaria. El t ercer conj unt o es la cant idad

de m edicam ent os ut ilizados por los client es at endidos.

La lit er at ur a indica a est a v ar iable com o im por t ant e

par a la pr esencia de caídas en ancianos( 5).

Fu e co n si d er a d a co m o p o b l a ci ó n o b j et i v o

1. 652 ancianos ( hom br es y m uj er es m ay or es de 60

a ñ o s d e e d a d ) q u e f r e c u e n t a b a n e l s e r v i c i o d e

a m b u l a t o r i o NAA. La m u est r a co n st i t u i d a d e 4 9 0

hist or ias clínicas ( 29,66% ) . El m ét odo ut ilizado par a

cor r egir los def ect os en la selección de la m u est r a

fue ut ilizar los crit erios de inclusión: solo client es con

con su lt a de en f er m er ía in com plet a y, r egist r ado en

la hist oria clínica. Para el est udio de asociación ent re

l a ca n t i d a d d e m e d i ca m e n t o s u t i l i z a d o s p o r l o s

u su a r i o s y l a s ca íd a s, f u e sel ecci o n a d a u n a su b

-m uest r a aleat or ia de 100 hist or ias clínicas.

Los diagnóst icos de Enferm ería de los client es

f u e r o n a l m a c e n a d o s e n u n a b a s e d e d a t o s

inform at izados en el Sist em a para Gerencia de Bases

de Dat os Micr osoft ACCES.

Se procedió al análisis univariado, incluyendo

las variables cuant it at ivas com paradas ent re el grupo

con an t eced en t es d e caíd as y aq u ellos q u ien es n o

su f r i er o n caíd as. Las v ar i ab l es co n r el aci ó n a l o s

diagnóst icos de Enferm ería sufrieron análisis bivariada

y fuer on com par adas a t r av és del t est Chi- cuadr ado

de Pear son ( X2) , con sider an do las asociacion es con

p< 0,05 de niv el significat iv o.

En r elación a las car act er íst icas d el g r u p o

i n v e st i g a d o , se o b se r v ó l a co m p a t i b i l i d a d co n l a

dist r ibución de las car act er íst icas socio- dem ogr áficas

en el país. Sien do qu e 3 7 4 ( 7 6 , 4 % ) er an m u j er es,

consider ando que est a cant idad cor r esponde al t r iple

en r elación al sex o m ascu lin o - 1 1 6 ( 2 3 , 6 % ) . De

a cu e r d o co n l o s d a t o s d e l I n st i t u t o Br a si l e r o d e

Ge o g r a f ía y Es t a d ís t i c a ( I B GE)( 8 ), l a s m u j e r e s

corresponde al 60% del t ot al de ancianos en el país.

La edad varió de 60 años a m ás, siendo que

la m ay or incidencia se encuent r a en el gr upo et ár eo

d e 7 0 a 7 9 a ñ o s - 2 4 8 ( 5 4 , 4 % ) . Ex i st i en d o 1 1 0

( 24,1% ) per sonas ent r e 60 a 69 años y 132 ( 28% )

con m as de 80. La m edia fue de 79 años. De acuerdo

con las in for m acion es del ú lt im o cen so, se obser v a

que en la últ im a década hubo un cr ecim ient o m ay or

del sub- grupo con m as de 75 años.

En r elación al est ad o civ il se v er if icó q u e

pr ev alece la cant idad de suj et os separ ados, solt er os

y viudos - lo que corresponde a 160 ( 65,6% ) personas,

siendo 107 ( 43,9% ) viudos y 84 ( 34,4% ) casados. En

m ás de la m it ad de los client es at endidos ( 50, 2% ) ,

no fue observada en las hist orias clínicas inform ación

r efer ent e al est ado civ il. No obst ant e, los r esult ados

e s t á n d e a c u e r d o c o n e l p e r f i l n a c i o n a l . La s

i n f o r m a c i o n e s d e l a I n v e s t i g a c i ó n N a c i o n a l p o r

m uest ra de Dom icilios ( PNMD) de 1995 evidencia que

56% de los ancianos son viudos( 9).

Casi la m it ad de los suj et os ( m as del 45% )

solo t ien en n iv el pr im ar io de escolar idad ( pr im ar ia

incom plet a) . Así m ism o, 50 son analfabet os ( 11,1% )

y solo 26 ( 5,8% ) t iene nivel superior. Se encont raron

1 0 2 ( 2 2 , 6 % ) per son as con pr im ar ia com plet a y 6 8

( 15% ) con secundar ia com plet a. De acuer do con los

dat os del I BGE la proporción de ancianos con prim aria

(4)

En cuant o al salar io se ut ilizó com o base el

salar io m ín im o n acion al ( SM) en el m es y añ o d e

r ecolección de dat os, sien do el v alor de R$ 2 6 0 , 0 0

r eales. En est a m u est r a, la m ay or ía r ecib en h ast a

ci n co SM - 1 6 7 ( 8 0 , 3 % ) . Ex i st i en d o 3 1 ( 1 4 , 9 % )

p er son as q u e r ecib ían d e 5 a 1 0 SM y ap en as 1 0

( 4 , 8 % ) p e r s o n a s r e c i b ía n m á s d e 1 0 S M. Lo s

r esu lt ados dem u est r an el per f il de país pr esen t ado

en el añ o 2 0 0 0 el cu al se con sid er a q u e: la g r an

m ay or ía d e an ci an os b r asi l er os t i en en u n i n g r eso

m edio de un SM( 9).

RESULTADOS

De los 490 historias utilizadas, 137 tenia por lo

m enos un evento de caída, totalizando 27,9% y los 353

( 7 2 , 1 % ) r est an t es n o t u v ier on r egist r ados n in gu n a

caída. Por lo tanto, se evidencia que aproxim adam ente

30% de las hist orias present an regist ros de caídas en

la p ob lación est u d iad a, lo cu al f u e est ab lecid o d e

acuerdo con los criterios del presente estudio (Tabla 1).

Tabla 1 - Prevalencia de caídas en ancianos at endidos

en el ser v icio am bulat or io del Núcleo de At ención al

anciano en el año 2004

Var iables dem ogr áficas de sexo y edad

Podem os obser var en la Tabla 2 qu e en la

m u est r a de 4 9 0 h ist or ias est u diadas, 1 1 6 an cian os

eran del sexo m asculino ( 23,6% ) y que una m ayoría

sig n if icat iv a d e 3 7 4 an cian os, cor r esp on d e al sex o

fem enino ( 7 6 , 4 % ) .

Tabla 2 - Dist ribución de la m uest ra est udiada por la

variable sexo y las caídas en el año 2004

La m e d i a d e e d a d d e l o s a n c i a n o s

seleccionados en la m uest r a est udiada se encuent r a

con 7 5 años de edad, dat os que fuer on dest acados

en la Tabla 3.

Tabla 3 - Media de edad por sexo de los ancianos que

present aron caídas, servicio de am bulat orio del Núcleo de At ención al anciano en el año 2004

Var iables del diagnóst ico de Enfer m er ía

En l o s d o s g r u p o s i n v e s t i g a d o s f u e r o n co m p ar ad o s, l o s d i ag n ó st i co s d e En f er m er ía q u e, seg ú n la b ib liog r af ía y d e acu er d o con u n est u d io

an t er ior( 1 ) er an d e r elev an cia p ar a la p r esen cia d e caídas en ancianos en el ser v icio de am bulat or io.

En l a d i s t r i b u c i ó n r e a l i z a d a , t o d o s l o s diagnóst icos m ost r ar on una fr ecuencia, la cual podía analizar se de for m a biv ar iada, per m it iendo, de est a

f or m a, ev alu ar el n iv el sign if icat iv o, con ex cepción del diagnóst ico de hipot ensión post ur al, con apenas

d o s aco n t eci m i en t o s d e caíd as ( 1 , 4 % ) y n i n g u n a dent ro del grupo de ancianos que present aron caídas. S e p u e d e o b s e r v a r u n a u m e n t o e n l a

p r e v a l e n ci a d e ca íd a s a m e d i d a q u e a u m e n t a e l núm er o de diagnóst icos de Enfer m er ía. En el gr upo

qu e su f r ió por lo m en os u n a v ez caídas ex ist e 3 , 5 diagnóst icos por anciano; y, en el gr upo sin caídas, 2,7 diagnóst icos por anciano.

La Tabla 4 m u est ra las pr evalen cias de los d iag n óst icos d e En f er m er ía en t r e los an cian os q u e

p r esen t an an t eced en t es d e caíd as y el g r u p o si n ocurrencia. Est a t abla t am bién m uest ra los result ados d el an álisis b iv ar iad o d e las v ar iab les d iag n óst icos

de En f er m er ía.

Por el crit erio adopt ado y el nivel significat ivo

d e p < 0 . 0 5 , se v er if ican asociacion es sig n if icat iv as ent r e la pr esencia de caídas y las v ar iables: pér dida d e eq u ilib r io, p r esión ar t er ial elev ad a, d eb ilid ad e

incont inencia ur inar ia.

Ta b l a 4 - D i s t r i b u c i ó n d e l o s d i a g n ó s t i c o s d e e n f e r m e r ía e n t r e l o s a n c i a n o s q u e p r e s e n t a n

ant ecedent es o no de caídas en el año 2004*

s a d í a

C F %

í

S 137 27,9

o

N 353 72,1

l a t o

T 490 100,0

o x e

S Caídas Ningunacaídas Total

f % f %

o n il u c s a

M 21 18,1 95 81,9 116

o n i n e m e

F 116 31 258 69 374

l a t o

T 137 27,9 353 72,1 490

s o c i t s ó n g a i

D Quedas Não-quedas X2 Pvalor

F % F %

o i r b íl i u q e e d a d i d r e

P 48 35 64 18 15,05378 <0,001

a d a v e l e A

P 73 53,2 115 32,5 17,030832 <0,001 a d a r e tl a n ó i s i

V 90 65,6 216 61 0,672378 NS

a d a r e tl a n ó i c i d u

A 50 36,4 102 28,8 2,321522 NS

s e r a l u c it r a o e t s o s e r o l o

D 95 69,3 230 65,1 0,598633 NS

a d a r e tl a a h c r a

M 22 16 35 9,9 3,050593 =0,1<>0,05 d a d il i b e

D 39 28,4 65 18,4 5,3802 <0,025 a ir á n ir u a i c n e n it n o c n

I 34 24,8 52 14,7 6,259554 <0,025 l a r u t s o p n ó i s n e t o p i

H 2 1,4 0 - -

-o x e

S Media(años) MediaTotal

e r b m o H ) s a d í a c

( 75,3 79,2

r e j u

M 83,2

* Tabla const ruida en base al núm ero de diagnóst icos y no en base al núm ero de suj et os;

(5)

La v a r i a b l e m a r c h a a l t e r a d a s e l o c a l i z ó

p r óx im a al lím it e d el n iv el sig n if icat iv o, n o sien d o

incluida en el gr upo de v ar iables significat iv as.

Com o podem os analizar dent r o de la m ism a

t abla, las variables: visión alt erada, audición elevada,

dolor es ost eo- ar t icular es, de acuer do con el cr it er io

adopt ado, no pr esent ar on asociaciones significat iv as

con la pr esencia de caídas en ancianos.

Cant idad de m edicam ent os ut ilizados

Co n r el aci ó n al n ú m er o d e m ed i cam en t o s

u t i l i z a d o s y l a p r e s e n c i a d e c a íd a s , l o s d a t o s

encont rados en las m uest ras aleat orias dent ro de los

d o s g r u p o s est u d i a d o s ( t o t a l a p r o x i m a d o d e 1 0 0

ancianos) se m ost r ó que los ancianos que ut ilizaban

cu at r o o m as m edicam en t os pr esen t aban caídas en

una pr opor ción inv er sam ent e pr opor cional a los que

ut ilizaban t res m edicam ent os, con est o se dem uest ra

que, est a v ar iable puede influir en el aum ent o en la

suscept ibilidad de caídas ( Tabla 5) .

Tab la 5 - Can t id ad d e m ed icam en t os u t ilizad os en

una sub- m uest r a aleat or ia en el ser vicio am bulat or io

del Núcleo de At ención al Anciano en 2004

DI SCUSI ÓN DE LOS RESULTADOS

El pr esent e est udio ident ificó un por cent aj e

aproxim ado de 30% de caídas en la m uest ra de hist orias

clínicas, las que corresponden a ancianos at endidos en

el ser v icio de am bulat or io en el año 2 0 0 4 . Algunos

aut or es en el año 2 0 0 0 encont r ar on pr ev alencia de

caídas en el 30,9% y 29,1% , respect ivam ent e; siendo

est os result ados sem ej ant es al present e est udio( 10).

La variable sexo fem enino con 76,4% del t ot al

de la m uest r a fue significat iv a par a la pr esencia de

caídas en el gr upo est udiado.

Co n f i r m a n d o c o n n u e s t r o s r e s u l t a d o s ,

a u t o r e s( 5 , 1 1 ) e n 2 0 0 4 c o m p r o b a r o n q u e e l s e x o

fem enino const it uye una variable de gran im port ancia

par a la pr esen cia de caídas. Ot r os r esu lt ados( 1 0 ) se

r e f i e r e n q u e e l r i e s g o d e c a íd a s a u m e n t ó e n

ap r ox im ad am en t e 1 , 8 v eces en an cian os d el sex o

fem enino en com par ación con el sex o m asculino.

Con sid er an d o el f act or sex o, las caíd as se

d an m ás en el sex o f em en in o d eb id o a su m ay or

lon gev idad y a la ost eopor osis. La ost eopor osis es

part icularm ent e frecuent e en ancianos, principalm ent e

en el sexo fem enino post erior a la m enopausia. Com o

l a p r o d u cci ó n h o r m o n a l b r i n d a b a p r o t e cci ó n , su

d ism in u ción con la m en op au sia g en er a p ér d id a d e

calcio( 4,12).

El grupo et áreo que predom ina en el est udio

es m u y si g n i f i cat i v o p ar a l a p r esen ci a d e caíd as,

consider ando que a par t ir de los 75 años exist e una

m a y o r su cep t i b i l i d a d a l a s en f er m ed a d es y a l o s

efect os de m edicam en t os, sien do m as com u n es las

caídas com o r esult ado de la asociación de m últ iples

fact or es in t er - r elacion ados( 4 ).

En un est udio( 13) en 1988 con ancianos de 75

años de edad se const at ó que, 32% de ellos ya t enía

hist oria de presencia de caídas un porcent aj e bast ant e

sign if icat iv o.

En r elación a los diagnóst icos de enfer m er ía

y la pr esen cia de caídas en el gr u po est u diado, el

diagn óst ico de h ipot en sión post u r al n o m ost r ó u n a

frecuencia suficient e para ser analizadas, sin em bargo

aut ores( 3,5) m encionan a la hipot ensión post ural com o

un fact or que cont ribuye para la presencia de caídas

en t r e an cian os.

La m ay or ía d e est u d ios( 1 3 ) n o en con t r ar on

dent ro de sus result ados asociaciones relevant es ent re

las caídas y la hipot ensión post ural, m ost rándose una

fr ecu en cia m en or al 1 0 % de la obser v ada en ot r os

grupos. Est e result ado puede ser product o de la poca

im por t ancia dada al est udio de est a v ar iable. Pocos

e st u d i o s a n a l i za r o n d i r e ct a m e n t e l a h i p o t e n si ó n

post ural con r elación a las caídas, y, a pesar de no

ser co n si d er ad a si g n i f i cat i v a p o r est e est u d i o , es

necesar io consider ar su im por t ancia.

A t ravés de los result ados podem os observar

u n au m en t o en la p r ev alen cia d e caíd as a m ed id a

q u e a u m e n t a e l n ú m e r o d e d i a g n ó s t i c o s d e

En f e r m e r ía . El r i e s g o d e c a íd a s a u m e n t a

si g n i f i ca t i v a m e n t e co n e l n ú m e r o d e f a ct o r e s d e

r i e s g o , l o q u e p u e d e p r o v o c a r m ú l t i p l e s

in capacidades( 1 3 ). Dif ícilm en t e la caída es r esu lt ado

de un fact or aislado, siendo im por t ant e r esalt ar que

es fact or m últ iple( 5).

En el g r u p o est u d iad o los d iag n óst icos d e

en f er m er ía, p ér d id a d e eq u ilib r io, p r esión ar t er ial

e l e v a d a , d e b i l i d a d e i n c o n t i n e n c i a u r i n a r i a s e

m o s t r a r o n s i g n i f i c a t i v o s c o n r e l a c i ó n a l o s

ant ecedent es de caídas.

s o t n e m a c i d e

M Caídas Ningunacaídas Total

F % F %

3 a t s a

H 15 27,2 40 72,8 55

s á m o

4 32 71,2 13 28,8 45

l a t o

(6)

Est udios de 2000 y 2004( 11,14) afirm an que los

d i st u r b i o s d e eq u i l i b r i o so n si g n i f i ca t i v o s p a r a l a

p r e s e n c i a d e c a íd a s , d e s t a c a n d o q u e e l

env ej ecim ient o det er m ina r espuest as m as lent as por

part e de los ancianos, lo cual les genera desequilibrio.

Con la finalidad de int ent ar com pensar est e déficit el

anciano cam ina lent am ent e, dando pasos cort os, para

buscar de est a form a, su cent ro de gravedad, lo cual

m uchas v eces no es conseguido, r esult ando en una

caíd a.

Ot r o est udio( 10) dem uest r a que los ancianos

con anorm alidades en el equilibrio present an 2,4 veces

m as r iesg os d e caer. Desp u és d e su f r ir la p r im er a

caíd a, est e r iesg o es m ay or p asan d o a ser d e 3 , 7

v eces.

En r el a ci ó n a l a p r esi ó n a r t er i a l el ev a d a ,

e sp e ci a l i st a s( 4 ) e n f a t i za n q u e cu a l q u i e r p a t o l o g ía

car diaca, en t r e ellas pr oblem as de pr esión , la cu al

puede provocar una reducción en la perfusión cerebral,

puede poner en riesgo al anciano. Varios aut ores( 5,10,14)

d e s t a c a n e s t a v a r i a b l e c o m o s i g n i f i c a t i v a ,

for t aleciendo los r esult ados del pr esent e est udio.

La p r e se n ci a d e d e b i l i d a d , o t r a v a r i a b l e

significat iv a en los r esult ados, t am bién fue ev aluada

en 2004 en un est udio( 11) con ancianos, en el cual se

d est acó q u e l as q u ej as d e d eb i l i d ad m u scu l ar en

m iem bros inferiores y la debilidad al apret ar la m ano

se en cu en t r a n , en t r e l o s f a ct o r es a so ci a d o s m á s

com unes. Las causas de debilidad pueden ser debidas

a l a a l i m e n t a c i ó n i n a d e c u a d a , a n e m i a , e f e c t o s

iat rogénicos de m edicam ent os, así com o a problem as

n eu r ológ icos. Sien d o n ecesar ia u n a ev alu ación d e

est os fact or es, con la finalidad de pr ev enir caídas e

incr em ent ar la gr avedad en su est ado de salud( 11).

La últ im a variable con asociación significat iva

f u e la in con t in en cia u r in ar ia. Au t or es la m en cion an

com o un pr oblem a m uy het er ogéneo, que r eper cut e

n eg at i v am en t e en la sal u d f ísi ca y p sicol óg i ca d e

m u ch o s p aci en t es, p o r ser co n si d er ad o u n f act o r

lim it ant e( 2).

En t r e las act iv idades com u n es r elacion adas

a las caídas en el am bient e dom ést ico “ ir o salir del

baño” se encuent r a ent r e los m as pr ev alent es( 4). No

f u e r o n e n co n t r a d o s e st u d i o s q u e e v a l u a se n e st a

variable en asociación con la presencia de caídas, sin

em bargo es preciso considerar su im port ancia dent ro

de la pr áct ica sanit ar ia.

A pesar del diagnóst ico, m archa alt erada, no

h a b e r si d o i n cl u i d a e n e l g r u p o d e d i a g n ó st i co s

si g n i f i ca t i v o s p a r a l a p r e se n ci a d e ca íd a s e n l o s

a n c i a n o s e s t u d i a d o s , e x i s t e n u n a s e r i e d e

caract eríst icas que vuelven al anciano en un individuo

que debe ser obj et o de una evaluación m as rigurosa

en r elación a las caídas, con sider án dose qu e en t r e

ellas la m ar cha alt er ada t iene gr an im por t ancia.

Un est udio r ealizado en 2000 afir m a que el

50% de las caídas suceden al cam inar, considerando

que exist en pocos est udios evaluando est a variable( 10).

El est u dio t u v o com o r esu lt ado qu e el 5 7 % de los

an cian os qu e pr esen t ar on caídas t en ía dificu lt ad en

la m ar ch a. Los an cian os con an or m alid ad es en la

m ar ch a pr esen t an 2 , 6 episodios a m as de caídas y

5,3 riesgos a m as de caídas que los que no present an

ninguna alt er ación en la m ar cha( 10).

N o f u e r o n e n c o n t r a d o s e s t u d i o s c o n

result ados sem ej ant es a los de est os sobre la relación

m ar ch a alt er ad a- caíd as. Es p osib le su p on er q u e la

f or m a de ev alu ar est a v ar iable du r an t e la con su lt a

d e en f er m er ía n o h a sid o ad ecu ad a, con sid er an d o

qu e n o ex ist en dat os sign if icat iv os sobr e ella. Est a

con sider ación en f at iza sobr e la im por t an cia de u n a

m ej or evaluación de la variable, debido al riesgo que

ella im plica.

Por el cr it er io adopt ado, los diagnóst icos de

e n f e r m e r ía q u e n o f u e r o n si g n i f i ca t i v o s p a r a l a

p r esen cia d e caíd as en el g r u p o est u d iad o f u er on :

v isión alt er ad a, au d ición alt er ad a y d olor es ost

eo-ar t icu leo-ar es.

En con cor dan cia con est os r esu lt ados, ot r o

est udio( 13) no consider ó los dist ur bios ocular es com o

u n r iesgo par a las caídas, a pesar de con sider ar los

i m p o r t a n t e s, n o o b st a n t e , co n t r a r i a m e n t e a l o s

r esult ados de est e est udio, aut or es( 2, 5, 10) m encionan

sobre la im port ancia que los problem as visuales t ienen

com o causales de caídas en ancianos.

D e a cu e r d o co n u n e st u d i o( 1 0 ) e n 2 0 0 0 ,

an cian os con lev e, m oder ada y sev er a dism in u ción

de la agudeza visual present an dos veces m as riesgos

de caer; siendo que con la reducción de la sensibilidad

al cont rast e, t iene 1,1 m as posibilidad de caídas; y,

con anorm alidades en el cam po visual t ienen 1,5 m ás

r iesgo de caer.

La s d e f i c i e n c i a s a u d i t i v a s s o n f a c t o r e s

d e se n ca d e n a n t e s d e p r o b l e m a s p si co - so ci a l e s e

i n t e r f i e r e n e n l a m a r ch a y e n e l i n cr e m e n t o d e

acciden t es( 4 - 5 ). No f u er on en con t r ados est u dios con

v alor es est adíst icos significat iv os que com pr ueben la

im port ancia de la audición para que se produzcan las

caídas, a pesar de la bibliografía dem ost rar, que est as

(7)

El ú l t i m o d i a g n ó s t i c o d e e n f e r m e r ía n o

sig n if icat iv o ev alu ad o f u e, el d olor ost eo- ar t icu lar.

Co n t r ar i am en t e a l o s r esu l t ad o s d e est e est u d i o ,

a u t o r es( 1 0 ) m en ci o n a n q u e l a s en f er m ed a d es q u e

causan pr oblem as de colum na com o, los pr oblem as

de disco y la ost eo- ar t r it is pr ov ocan dificult ades par a

r e a l i z a r v a r i a s a c t i v i d a d e s y m a y o r r i e s g o d e

ca íd a s.

Los dolores ost eo- art iculares son provocados

por varias pat ologías y acaban dificult ando la ej ecución

de act iv idades sim ples y com plej as, lo qu e agr av a

m ucho m ás la condición del anciano al ser r educida

su m ovilidad por desuso y equilibr o( 4).

Fue consider ado que, algunas v ar iables que

t ienen m ayor prevalencia en la población est udiada

-en el caso, una población de ancianos -en los cuales

es com ún, por ej em plo, los dolor es ost eo- ar t icular es

y l a m a r c h a a l t e r a d a , n o s e e v i d e n c i o u n a

discr im in ación del r iesgo de caídas, a pesar qu e la

bibliogr afía las indique com o im por t ant es.

La últ im a v ar iable ev aluada fue la cant idad

d e m ed icam en t os y los an t eced en t es d ecaíd as en

a n c i a n o s . Lo s e f e c t o s i a t r o g é n i c o s d e l o s

m edicam ent os puede ser fact or es r elev ant es par a el

r iesgo de caídas en ancianos( 2,5).

Est udios( 5) dem uest r an que la suspensión de

est as m edicaciones dism inuyen en un 39% las t asas

d e caíd as. Los m ed icam en t os r elacion ad os con las

caídas son sedan t es, an t ipsicót icos, an t idepr esiv os,

a n t i c o n v u l s i v o s , a n t i c o l i n é r g i c o s , a n t i a r i t m i c o s ,

diurét icos e hipoglicem icos; sum ándose a ello, el uso

de asociaciones de m ás de cuat ro fárm acos ( concept o

de poli- farm acia)( 5). Por ot ro lado, result ados( 10,11) en

2 0 0 0 y 2 0 0 4 a l e v a l u a r l a v a r i a b l e “ n ú m e r o d e

m e d i ca ci o n e s” n o f u e r o n e n co n t r a d o s r e su l t a d o s

significat iv os par a la pr esencia de caídas.

El e s t u d i o d e m u e s t r a l a i m p o r t a n c i a d e

est udiar con m ayor profundidad aspect os relacionados

a l a s ca íd a s y a l o s f a ct o r es r el a ci o n a d o s co n el

pr ofesional de salud y el anciano.

El est u d i o p r esen t ó a l g u n a s l i m i t a ci o n es,

com o la ausencia de evaluación del am bient e para la

presencia de caídas, considerando que no fue posible

t rabaj ar con est a variable a part ir de la base de dat os.

Es n e c e s a r i o e v a l u a r a l g u n o s a s p e c t o s

com por t am ent ales del client e sobr e la per cepción de

su pr oceso de salu d- en fer m edad.

S e r e s a l t a s o b r e l a i m p o r t a n c i a d e u n a

ev aluación m as pr ofunda sobr e las caídas y fact or es

r elacionados, consider ando que, la gr an m ay or ía de

v eces pueden ser t r abaj ados y m inim izados.

Est e est u d i o p r et en d e co n t r i b u i r so b r e l a

im port ancia de las caídas com o un problem a de salud

pública de acuerdo a lo est ablecido por las direct rices

de la Polít ica Nacional de Salud del Anciano ( 1999) ,

que per m it e y m ot iv a a la discusión y ej ecución de

est udios en el ár ea de ger iat r ía y ger ont ología.

Est r at egias educat iv as con r elación al t em a

deben ser en f at izadas par a la con st r u cción de u n a

visión m as crít ica del client e sobre la im port ancia de

est e ev ent o, fav or eciendo su pr opia r esponsabilidad

y est im ulando su aut o- cuidado. Est as acciones pueden

ser r ealizadas a t r av és de est r at egias en la sala de

e s p e r a o d u r a n t e l a c o n s u l t a , p o r m e d i o d e

or ient aciones que t ienen por obj et iv o dar a conocer

el t em a y r ealizar act iv idades de pr ev ención.

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Imagem

Tabla 2 -  Dist ribución de la m uest ra est udiada por la variable sexo y las caídas en el año 2004

Referências

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