Mercado de valores mobiliários - Brasil

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TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS: UM ESTUDO DA CONTABILIZAÇÃO A VALOR DE MERCADO PELAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS NO BRASIL

TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS: UM ESTUDO DA CONTABILIZAÇÃO A VALOR DE MERCADO PELAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS NO BRASIL

Para os títulos de renda variável, a Resolução CFC 876/00 estabelece que caso eles sejam cotados em bolsa, efetua-se a avaliação através da comparação entre o valor de custo e a cotação média do último dia útil de cada mês em que a ação tenha sido cotada, na bolsa de valores onde foi mais negociada, no trimestre civil imediatamente anterior. Para os títulos não cotados em bolsa, a avaliação é efetuada comparando-se o valor de custo e o patrimonial, determinado com base no último balanço publicado ou balancete disponível, admitindo-se, para tanto, defasagem, em relação à data da avaliação, de no máximo 12 meses. Para as duas situações, se ocorrerem valorizações no valor do título, não é admitido o seu reconhecimento, porém, se ocorrerem desvalorizações, é obrigatória a constituição de provisão.
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AÇÃO CIVIL PÚBLICA DE  POR DANOS CAUSADOS AOS INVESTIDORES NO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS  Givago Dias Mendes

AÇÃO CIVIL PÚBLICA DE POR DANOS CAUSADOS AOS INVESTIDORES NO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS Givago Dias Mendes

As condutas que podem ensejar o ajuizamento da ação coletiva são, de acordo com o art.1º da lei 7.913/89, que, vale lembrar, traz um rol exemplificativo (TOLEDO, 1990, p.143): a) operação fraudulenta, prática não eqüitativa, manipulação de preços ou criação de condições artificiais de procura, oferta ou preço de valores mobiliários; b) compra ou venda de valores mobiliários, por parte dos administradores e acionistas controladores de companhia aberta, utilizando-se de informação relevante, ainda não divulgada para conhecimento do mercado ou a mesma operação realizada por quem a detenha em razão de sua profissão ou função, ou por quem quer que a tenha obtido por intermédio dessas pessoas; c) omissão de informação relevante por parte de quem estava obrigado a divulgá-la, bem como sua prestação de forma incompleta, falsa ou tendenciosa. (BRASIL, 1989, art.1)
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A responsabilidade civil dos administradores de companhias abertas não financeiras por danos causados à sociedade e aos acionistas e o desenvolvimento do mercado de valores mobiliários brasileiro

A responsabilidade civil dos administradores de companhias abertas não financeiras por danos causados à sociedade e aos acionistas e o desenvolvimento do mercado de valores mobiliários brasileiro

Os primeiros fundos de investimento surgiram no Brasil no final dos anos 50, mas só tomaram impulso após a criação dos Fundos de Ações DL 157, que criaram uma espécie de mercado cativo para a administração de fundos. Ou seja, o contribuinte do Imposto de Renda optava passivamente por aplicar parte do IR devido no fundo 157 administrado pela instituição financeira onde mantinha negócios. E como os recursos aplicados ficavam indisponíveis por muito tempo, o contribuinte transformado em condômino do fundo 157, tinha poucas condições e interesse de cobrar desempenho de tais fundos. Esses fundos incentivados estimularam as bolsas de valores e o mercado primário de títulos e, ao mesmo tempo, trouxeram bons retornos aos seus administradores, pelas seguintes razões: 1) desenvolveram a habilidade de administrar fundos voluntários de renda variável e fixa; 2) as taxas de administração eram, no geral, lucrativas; e 3) todos os ativos de má qualidade eram “descarregados” nesses fundos, porque os condôminos não cobravam desempenho. 38
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Capacidade dinâmicas das corretoras de valores mobiliários no Brasil: uma análise sob a perspectiva de processos e rotinas de busca e inovação

Capacidade dinâmicas das corretoras de valores mobiliários no Brasil: uma análise sob a perspectiva de processos e rotinas de busca e inovação

Esta dissertação visou, através da análise das corretoras de valores mobiliários no mercado brasileiro, inseridas em um ambiente altamente turbulento, identificar e analisar os indícios e os elementos de capacidade dinâmica por meio de processos e rotinas de busca e inovação. A literatura acerca de capacidade dinâmica ainda é inconclusiva e controversa, principalmente no que se refere à compreensão de como as empresas desenvolvem essa capacidade. Nesse sentido, este trabalho é uma contribuição à discussão a respeito dos processos envolvidos no desenvolvimento da capacidade dinâmica. O método empregado na pesquisa seguiu uma abordagem qualitativa, exploratória e descritiva, o que envolveu a preparação de roteiro semiestruturado. Foram realizadas nove entrevistas com executivos de corretoras fundadas em diferentes épocas, algumas na década de 1930, 1960, 1990 e outras com menos de 5 anos de mercado. Além das entrevistas, foram utilizados registros documentais. A técnica adotada para análise dos dados foi a análise de conteúdo, segundo análise interpretativa de Gil Flores (1994). Foram analisadas as seguintes metacategorias: dinamismo do ambiente, indícios de capacidade dinâmica e processos e rotinas de busca e inovação. A primeira metacategoria está relacionada ao primeiro objetivo específico, que consistiu em identificar o dinamismo do ambiente e os fatores que explicam esse dinamismo, como recursos tecnológicos, relevância de outros recursos, ameaças e oportunidades, e adequação às mudanças no ambiente. A segunda metacategoria está relacionada ao segundo objetivo específico, que consistiu em analisar os indícios de capacidade dinâmica de acordo com os seguintes aspectos: recursos tecnológicos utilizados, busca de novos segmentos de atuação, prática de inovar e oportunidades de inovação. A terceira e última metacategoria está relacionada ao terceiro
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Divulgação de informações no mercado de valores mobiliários brasileiro: a regulação...

Divulgação de informações no mercado de valores mobiliários brasileiro: a regulação...

Em um mercado tão fortemente regulado como o de valores mobiliários, principalmente no que tange à divulgação de informações, é pertinente a indagação sobre a viabilidade de uma regulação específica sobre a atividade do jornalista especializado na área (o jornalista financeiro). O jornalista financeiro possui papel relevante neste mercado, pois atua na democratização da informação, atingindo, principalmente, os pequenos investidores. Todavia, a atividade jornalística, não realizada em conformidade com os objetivos do mercado de capitais, pode acarretar diversos problemas a este setor, advindos de conflitos de interesses, publicação de informações falsas, falta de conhecimento técnico sobre a matéria etc. Portanto, há necessidade de criação de normas de conduta que guiem os jornalistas a uma atuação ética e não atentatória aos princípios do mercado de valores mobiliários, incluindo o princípio da divulgação plena (full disclosure). Em 15 de agosto de 2007, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) decidiu colocar em pauta discussão sobre a regulação dos jornalistas fin anceiros, por meio da publicação do Edital de Audiência Pública nº 09/07 (―Edital‖), que propunha a alteração da Instrução CVM n.° 388, de 30 de abril de 2003 (―ICVM 388‖), norma que regulava a atividade dos analistas de valores mobiliários. Utilizando-se do Edital, a CVM, na qualidade de órgão regulador estatal do mercado de capitais, tentou criar o que ela denominou de ―safe harbor‖, i. e. um ―porto seguro‖ para o exercício da profissão, distinguindo tal atividade daquelas exercidas pelos analistas de valores mobiliários. A minuta da ICVM 388 continha determinados requisitos que dispensariam o jornalista de ser registrado na CVM como analista, mesmo nos casos em que ele atuasse como tal. Não obstante, o Edital foi duramente criticado pelo mercado e as alterações propostas não se concretizaram. Atualmente, no Brasil, a atividade específica do jornalista financeiro não é regulada por qualquer órgão estatal ou autorregulador. O presente trabalho se valerá do estudo de casos práticos envolvendo a regulação estatal e a autorregulação, com o objetivo de encontrar soluções para a criação do melhor conjunto regulatório para o jornalismo financeiro. A discussão sobre a regulação do jornalista é polêmica, e deve ser concebida de forma que não afete a liberdade do jornalista e que, em nenhum momento, possa ser equiparada à censura, que anula o princípio da liberdade de expressão e da liberdade de imprensa tão arduamente conquistados no Brasil.
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A regulação pela informação no mercado de valores mobiliários  Felipe Augusto Cury, Leilani Dian Mendes

A regulação pela informação no mercado de valores mobiliários Felipe Augusto Cury, Leilani Dian Mendes

Na presente coletânea encontram-se os resultados de pesquisas desenvolvidas em diversos Programas de Mestrado e Doutorado do Brasil, com artigos rigorosamente selecionados por meio de avaliação por pares, objetivando a melhor qualidade e a imparcialidade na divulgação do conhecimento da área jurídica e afim. Os temas apresentados do 9º GT foram agrupados por similitudes envolvendo o direito falimentar e recuperação judicial das empresas, Lei Anticorrupção, a Desconsideração da Personalidade Jurídica, assuntos relacionados à Responsabilidade Civil dos administradores, além da temática relacionada ao mercado de valores mobiliários. A doutrina dessa nova empresarialidade demonstra que a atividade empresarial deve se pautar, entre outros aspectos, em princípios éticos, de boa-fé e na responsabilidade social.
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Regime da informação no mercado de valores mobiliários: função da informação no mercado...

Regime da informação no mercado de valores mobiliários: função da informação no mercado...

16 Ao fim desta etapa, será analisada a criação e o desenvolvimento do regime jurídico da informação para o mercado de valores mobiliários no Brasil. Enfocando eventos a partir de meados do século XIX, serão tecidas algumas considerações acerca da evolução da atividade dos corretores de “fundos públicos”, títulos e valores mobiliários, principalmente aqueles da praça do Rio de Janeiro. Em seguida, será investigado em maior detalhe o nascimento do Sistema Financeiro Nacional na década de 60 (sessenta) do século passado. Dentro do contexto das transformações sofridas pela ordem social brasileira no período, será dado destaque às iniciativas empreendidas na década de 70 (setenta) pelo governo militar brasileiro em favor da criação de um verdadeiro mercado de valores mobiliários nacional – este último entendido como peça-chave de um programa mais abrangente de promoção do crescimento econômico e do desenvolvimento.
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Mercado de valores mobiliários: aplicação dos princípios contratuais às relações existentes entre as empresas de capital aberto e os investidores

Mercado de valores mobiliários: aplicação dos princípios contratuais às relações existentes entre as empresas de capital aberto e os investidores

Podemos dizer que os mercados de valores mobiliários e de capitais cresceram e tomaram proporções inimagináveis dentro do processo de globalização e crescimento econômico. Nesse contexto, necessário que o investidor entenda como se realizam as negociações nesse mercado específico, assim como se existem e quais são as formas de proteção de seu futuro investimento. O Estado, para garantir segurança ao Investidor, no Brasil, criou a Comissão de Valores Mobiliários, que funciona como agência reguladora, fiscalizando e regulando tudo o que ocorre no mercado de capitais, e ainda atua de forma sancionadora, aplicando punições, quando ocorrem ilícitos nesse mercado. Existe uma auto-regulação desse mercado específico, com regras e requisitos a serem seguidos. No presente trabalho, estudamos as regras e requisitos que dizem respeito às Empresas que abrem o capital e os investidores quando estão em busca de investimento. Afirmamos que a relação existente entre investidor e a empresa que abre o capital, é de um contrato. Dessa forma, por ser uma relação contratual, defendemos no presente trabalho que devem ser aplicadas as regras e princípios que regem o direito contratual civil brasileiro, e não apenas a auto-regulação do Mercado de Capitais. Isso porque, quando houver, na prática, conflitos a serem resolvidos, o Judiciário, além da legislação específica desse mercado, poderá se utilizar da principiologia e de regras norteadoras dos contratos no direito civil, mesmo que as relações entre investidor e empresa que abrem o capital sejam de caráter internacional. Esta pesquisa serve para amparar o investidor, que poderá ter a seu favor as regras e princípios norteadores das relações contratuais, já que seu investimento também é caracterizado como um contrato.
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USO DE INFORMAÇÕES PRIVILEGIADAS NO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS

USO DE INFORMAÇÕES PRIVILEGIADAS NO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS

Todavia, durante a década seguinte, o mercado de capitais continuou em um período de baixa procura, debalde alguns outros esforços no sentido de canalizar recursos para este mercado, através de incentivos fiscais e financiamentos a juros subsidiados para a subscrição de ações. Até que, em meados da década de 1990, com a abertura da economia do Brasil aos investidores estrangeiros, algumas empresas brasileiras passaram a listar seus papéis nos mercados internacionais, mormente na Bolsa de Valores de Nova Iorque através dos ADR’s (American Depositary Receipts 5 ) com o fulcro de obter capitalização a partir de economias mais dinâmicas. Tal experiência nas Bolsas norte-americana, com a conseqüente adequação aos regulamentos da Securities and Exchange Commission 6 , trouxe às empresas brasileiras experiência em um novo nível de exigência em termos de transparência, política de divulgação de informações e relacionamento com minoritários, enfim, a chamada “governança corporativa”.
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Contabilização de títulos e valores mobiliários: uma comparação entre as normas brasileiras, do FASB e do IASB.

Contabilização de títulos e valores mobiliários: uma comparação entre as normas brasileiras, do FASB e do IASB.

Em 2001, o Banco Central do Brasil emitiu a Circular 3.068, determinando a utilização do valor de mercado para avaliar os títulos e valores mobiliários. A Circular 3.068/01 determina que os títulos e valores mobiliários devem ser classifi cados numa das seguintes categorias: negociação, disponíveis para venda e mantidos até o vencimento. Os títulos para negociação e os disponíveis para venda devem ser avaliados e registrados pelo seu valor de mercado e os mantidos até o vencimento devem ser registrados pelo seu custo histórico. O objetivo deste trabalho é estudar a forma de contabilização de títulos adotada no Brasil, especialmente as normas defi nidas para as instituições fi nanceiras, em comparação com as normas do FASB e IASB. A comparação da forma de contabilização de títulos adotada no Brasil (Circular 3.068/01) com os pronunciamentos do FASB (SFAS 115) e IASB (IAS 39) mostrou que, nos aspectos relevantes, as regras estão em harmonia, embora algumas diferenças pequenas tenham sido identifi cadas.
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Esquemas de financiamento societário: a emissão de valores mobiliários híbridos

Esquemas de financiamento societário: a emissão de valores mobiliários híbridos

Por outro lado, também não podemos descurar as potencialidades de um mercado alargado de emissão de dívida contingente ou de outros instrumentos financeiros híbridos por parte de empresas de menor dimensão. De facto, é a própria lei que vem admitir a possibilidade das sociedades por quotas (forma jurídica tradicionalmente utilizada pelas empresas de menor dimensão) emitirem obrigações, aplicando-se-lhes o regime das obrigações emitidas pelas sociedades anónimas (Decreto-lei nº 160/87, de 3 de Abril). Conforme vimos anteriormente, são várias as modalidades de obrigações que podem ser emitidas, sendo que o regime é perfeitamente permeável e ajustável face aos objectivos pretendidos pela empresa emitente, donde resulta que, não havendo razões de fundo ou de princípio para afastar este regime, deve ser reconhecida às sociedades por quotas a capacidade para emitirem, por exemplo, dívida contingente ou instrumentos híbridos com características próximas das quotas (participação nos lucros e nas perdas) com outras próprias das obrigações (reembolso prioritário, pagamento de remuneração fixa, etc.). A principal dificuldade poderá estar na “fungibilidade” própria das acções que acaba por facilitar, por exemplo, a conversão dos instrumentos
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A regulação descentralizada da governança corporativa: uma análise da criação dos segmentos de listagem do mercado organizado de valores mobiliários administrado pela Bovespa

A regulação descentralizada da governança corporativa: uma análise da criação dos segmentos de listagem do mercado organizado de valores mobiliários administrado pela Bovespa

As dicotomias regulação/autorregulação, público/privado, Estado/Mercado aparecem com frequência na descrição e análise da criação dos segmentos de listagem. Diante disso, para tratar da regulação da Governança Corporativa e esclarecer os pressupostos dessas classificações, foi utilizada a organização das definições do conceito regulação proposta por Baldwin, Cave e Loge (2012). Apesar de ser utilizada a organização proposta por estes autores, as definições específicas não foram as apresentadas por eles, já que são resumidas e pouco precisas 16 . No primeiro item deste capítulo serão apresentados os dois primeiros conceitos típicos de regulação, as definições de regulação como regulação estatal, conforme definidas por Moreira (1997). Ainda neste item será apresentada a definição de autorregulação para aqueles que definem regulação como regulação estatal e serão apresentadas as dicotomias público/privado e Estado/Mercado, as quais estão relacionadas à dicotomia regulação/autorregulação. No segundo item deste capítulo será apresentada a terceira definição típica de regulação, a de regulação descentralizada, para tanto será utilizada a definição proposta por Black (2001, 2002, 2007).
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Ilene Patrícia de Noronha Najjarian, “Fintech Connection” - 981

Ilene Patrícia de Noronha Najjarian, “Fintech Connection” - 981

Como já destacado em outras oportunidades, a própria reformulação da Lei 10.303/2001 trouxe mudanças no conceito de valores mobiliários, trazendo para o rol exemplificativo do inciso 2º da Lei 6.385/76, novos tipos de valores mobiliários, sendo influenciado pelas decisões da Suprema Corte dos Estados Unidos a respeito do conceito de security, em particular, no caso SEC v. W. J. Howey Company 11 . Neste caso, a Suprema Corte decidiu adotar um “princípio flexível e não estático, capaz de se adaptar aos variáveis e incontáveis arranjos criados por aqueles que captam dinheiro de terceiros”.
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T HIS REPORT WAS SUPERVISED BY

T HIS REPORT WAS SUPERVISED BY

This report was prepared by Ana Ferraria, a student of the NOVA School of Business and Economics, following the Masters in Finance Equity Research – Field Lab Work Project, exclusively for academic purposes. Thus, the author, which is a Masters in Finance student, is the sole responsible for the information and estimates contained herein and for the opinions expressed, which reflect exclusively his/her own personal judgement. This report was supervised by professor Rosário André (registered with Comissão do Mercado de Valores Mobiliários as financial analyst) who revised the valuation
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A Regulação pela informação no mercado de valores mobiliários

A Regulação pela informação no mercado de valores mobiliários

Deste modo é importante compreender os motivos pelos quais levaram o Estado a primeiramente intervir nos mercados por meio da regulação e os motivos pelos quais levaram a adoção do re[r]

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Contrato de subscrição de valores mobiliários e alocação de recursos : participação dos instrumentos jurídicos na dinâmica do sistema de mercado

Contrato de subscrição de valores mobiliários e alocação de recursos : participação dos instrumentos jurídicos na dinâmica do sistema de mercado

A expansão do Mercado de Capitais Brasileiro requer, portanto, maiores proteção e respeito aos direitos dos investidores, para que seja criado um ambiente de negócios mais seguro e atrativo, com redução no risco associado ao investimento em instrumentos de longo prazo, ampliando, conseqüentemente, o volume de crédito na economia. Neste sentido, a reforma introduzida pela Lei 10.303 de 2001, ao revigorar o direito de recesso e a oferta pública, aprimorar os regimes do fechamento de capital e das ações preferenciais, determinar a representatividade dos acionistas minoritários no conselho de administração, ampliar o elenco de valores mobiliários, definir os crimes contra o mercado de capitais e conferir maior autonomia à Comissão de Valores Mobiliários, representa significativa contribuição ao fortalecimento das posições patrimoniais de investidores (acionistas e credores) e à fiscalização do mercado de capitais. As inovações implementadas pela nova Lei de Falências (Lei 11.101 de 2005), favorecendo a recuperação de empresas em dificuldades e assegurando maiores garantias aos credores, também colabora para a propagação do financiamento de longo prazo, através da emissão de títulos e valores mobiliários. Contudo, todas estas alterações promovidas pelo ordenamento jurídico, mesmo configurando progresso na defesa dos investidores, não são suficientes para consolidar o desenvolvimento do mercado de capitais, o que exige de seus participantes o estabelecimento de regras de conduta, por eles próprios confeccionadas, para suprir as falhas e omissões legislativas.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE DIREITO MONOGRAFIA JURÍDICA Francisco Rafael Neto

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE DIREITO MONOGRAFIA JURÍDICA Francisco Rafael Neto

Na Idade Média a característica sigilosa da atividade bancária foi bastante acurada até mesmo pelas circunstâncias da época, relacionada à instabilidade de segurança pessoal dos detentores de fortuna, geralmente a nobreza, sujeita à rapina numa época em que o Estado Nacional ainda não existia, estando os senhores feudais em constante conflito pelo poder. Portanto não havia garantias estatais, apenas instituições seculares que exerciam a guarda de valores e documentos, assim como o financiamento de empreitadas comerciais, como as casas bancárias 6 e algumas ordens religiosas a exemplo dos Templários. 7
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Órgãos Reguladores e Fiscalizadores Conselho Monetário Nacional (CMN) é um órgão exclusivamente normativo com a finalidade

Órgãos Reguladores e Fiscalizadores Conselho Monetário Nacional (CMN) é um órgão exclusivamente normativo com a finalidade

A regra para negociar usando suportes e resistências parece simples: comprar no suporte e vender na resistência. Essa regra sem sofisticação, mas objetiva pode tornar um investidor extremamente bem sucedido se ele conhecer o mercado e tiver uma boa metodologia de operação. Para isso o investidor deve saber que, muitas vezes ocorre o rompimento dos níveis de suporte e resistência, sendo importante contar com estratégias para proteção do capital e também para aproveitar esses acontecimentos. Nesse contexto um ponto relevante é a força do suporte e resistência. Quanto mais vezes o mercado "bater e voltar" na linha, mais forte é a confiabilidade da barreira de preços. O Princípio da Inversão (também chamado de Princípio da Mudança de Polaridade) pode ser aplicado em suportes, resistências e linhas de tendência (tema do próximo capítulo). Como o nome sugere, o princípio está relacionado com a inversão de papéis, ou seja, uma resistência passa a funcionar como suporte e vice-versa.
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Planos de contas sectoriais

Planos de contas sectoriais

Comissão do Mercado de Valores Mobiliários: 2 Instituto de Seguros de Portugal: 1 Luís Lima Santos x planos de contas sectoriais x Manuel Pinto Fardilha.. Rede de Informação de Contabi[r]

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ESTRATÉGIAS DE VALOR NO MERCADO DE AÇÕES BRASILEIRO Luciano Martin Rostagno1 Rua Ramiro Barcelos, 1090 142 CEP: 90035-002 Porto AlegreRS Brasil Fone: (51) 3311-1009 E-mail: lmrostagnoea.ufrgs.br Rodrigo Oliveira Soares

ESTRATÉGIAS DE VALOR NO MERCADO DE AÇÕES BRASILEIRO Luciano Martin Rostagno1 Rua Ramiro Barcelos, 1090 142 CEP: 90035-002 Porto AlegreRS Brasil Fone: (51) 3311-1009 E-mail: lmrostagnoea.ufrgs.br Rodrigo Oliveira Soares

Um trabalho seminal sistematizando as diferenças entre ações de valor e de crescimento é o de Fama e French (1992). Os autores estudaram todas as ações de empresas não-financeiras negociadas em três bolsas de valores nos Estados Unidos: NYSE, AMEX e NASDAQ , no período de 1963 a 1990. No estudo os autores orde naram, periodicamente, as ações em relação às dimensões valor patrimonial por ação/preço unitário da ação (VPA/P) e lucro/preço da ação (L/P), formando dez portfolios, onde o primeiro deles continha as ações com maior valor das dimensões utilizadas para o ordenamento (ações de valor) e o portfolio de número dez, as de menor valor para as mesmas dimensões (ações de crescimento). O objetivo foi o de acompanhar o desempenho destas dez carteiras, comparar as diferenças dos retornos alcançados pelos portfolios de valores extremos (números 1 e 10) e verificar se as dimensões utilizadas para a formação das carteiras de ações apresentavam relação com os seus retornos futuros e risco. Os resultados apontaram que as ações de valor proporcionam retornos médios anuais superiores aos das ações de crescimento e menor beta. Entre as ações de valor o maior desempenho foi observado para as ações de maior razão VPA/P.
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