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C-266/2015 FACULDADE ESAMC CAMPINAS ESAMC

III PROCESSOS DE ORDEM C

C-266/2015 FACULDADE ESAMC CAMPINAS ESAMC

I. HISTÓRICO

Trata-se de revisão de atribuições para as turmas de concluintes de 2018 e 2019 do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária oferecido pela Faculdade ESAMC de Campinas – ESAMC.

Às fls. 140/141 consta correspondência da Instituição informando que para as turmas concluintes no período referido não ocorreram alterações curriculares em relação a turma anterior.

Conforme Decisão CEEC/SP n° 1701/2017, de fls. 83, foi aprovada a fixação aos formandos de 2017 – 1° semestre e 2017 – 2° semestre “as atribuições dispostas no artigo 2° da Resolução 447/2000, do Confea, com o título profissional de Engenheiro Ambiental (código 111-01-00), de conformidade com o disposto na tabela de títulos profissionais do anexo da resolução 473/2002 do Confea”.

Ressaltamos no Despacho da UGI Campinas (fls. 142), verso, a necessidade de análise quanto ao novo enquadramento do Título Profissional em virtude da alteração do nome do Curso aplicada no

reconhecimento pelo MEC (fls. 136/138).

A UGI Campinas encaminha o processo à Câmara Especializada de Engenharia Civil (CEEC), para análise/referendo e concessão de atribuições face o requerido.

II. LEGISLAÇÃO

II.1 Lei Federal n° 5.194/66; (...)

“Art. 46 – São atribuições das Câmaras Especializadas:

d) apreciar e julgar os pedidos de registro de profissionais, das firmas, das entidades de direito público, das entidades de classe e das escolas ou faculdades da Região;”

II.2 Resolução 218/1973, do Confea;

“Art. 1º - Para efeito de fiscalização do exercício profissional correspondente às diferentes modalidades da Engenharia, Arquitetura e Agronomia em nível superior e em nível médio, ficam designadas as seguintes atividades:

Atividade 01 - Supervisão, coordenação e orientação técnica; Atividade 02 - Estudo, planejamento, projeto e especificação; Atividade 03 - Estudo de viabilidade técnico-econômica; Atividade 04 - Assistência, assessoria e consultoria; Atividade 05 - Direção de obra e serviço técnico;

Atividade 06 - Vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e parecer técnico; Atividade 07 - Desempenho de cargo e função técnica;

Atividade 08 - Ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica; extensão; Atividade 09 - Elaboração de orçamento;

Atividade 10 - Padronização, mensuração e controle de qualidade; Atividade 11 - Execução de obra e serviço técnico;

Atividade 12 - Fiscalização de obra e serviço técnico; Atividade 13 - Produção técnica e especializada; Atividade 14 - Condução de trabalho técnico; Atividade 18 - Execução de desenho técnico.” (...)

“Art. 25 - Nenhum profissional poderá desempenhar atividades além daquelas que lhe competem, pelas características de seu currículo escolar, consideradas em cada caso, apenas, as disciplinas que contribuem para a graduação profissional, salvo outras que lhe sejam acrescidas em curso de pós-

RAFAEL HENRIQUE GONÇALVES

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Proposta Relator Processo/Interessado Nº de Ordem UGI CAMPINAS

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graduação, na mesma modalidade.” II.3 Resolução 447/2000, do Confea;

“Art. 2º Compete ao engenheiro ambiental o desempenho das atividades 1 a 14 e 18 do art. 1º da

Resolução nº 218, de 29 de junho de 1973, referentes à administração, gestão e ordenamento ambientais e ao monitoramento e mitigação de impactos ambientais, seus serviços afins e correlatos.

Parágrafo único. As competências e as garantias atribuídas por esta Resolução aos engenheiros ambientais, são concedidas sem prejuízo dos direitos e prerrogativas conferidas aos engenheiros, aos arquitetos, aos engenheiros agrônomos, aos geólogos ou engenheiros geólogos, aos geógrafos e aos meteorologistas, relativamente às suas atribuições na área ambiental.

Art. 3º Nenhum profissional poderá desempenhar atividades além daquelas que lhe competem, pelas características de seu currículo escolar, consideradas em cada caso, apenas, as disciplinas que contribuem para a graduação profissional, salvo outras que lhe sejam acrescidas em curso de pós- graduação, na mesma modalidade.”

II.4 Resolução 473/2002, do Confea;

“Art. 1° Instituir a Tabela de Títulos Profissionais do Sistema Confea/Crea, anexa, contemplando todos os níveis das profissões abrangidas pelo Sistema Confea/Crea, contendo:

a) código nacional de controle; b) título profissional, e

c) quando for o caso, a respectiva abreviatura.

Parágrafo único. Os títulos profissionais de que trata o caput deste artigo estão dispostos segundo as resoluções que tratam da forma de organização das profissões abrangidas pelo Sistema Confea/Crea. II.5 Resolução 1.007/2003, do Confea;

(...)

“Art. 11 – A câmara especializada competente atribuirá o título, as atividades e as competências profissionais em função da função da análise da qualificação acadêmica do portador de diploma ou certificado, de acordo com os procedimentos e os critérios estabelecidos em resolução específica.” II.6 Resolução 1.073/2016, do Confea;

(...)

Art. 4º O título profissional será atribuído pelo Crea, mediante análise do currículo escolar e do projeto pedagógico do curso de formação do profissional, nos níveis discriminados nos incisos I, III e IV do art. 3º, obtida por diplomação em curso reconhecido pelo sistema oficial de ensino brasileiro, no âmbito das profissões fiscalizadas pelo Sistema Confea/Crea.

Parágrafo único. O título profissional a ser atribuído em conformidade com o caput deste artigo deverá constar da Tabela de Títulos do Confea.

Art. 5º Aos profissionais registrados nos Creas são atribuídas as atividades profissionais estipuladas nas leis e nos decretos regulamentadores das respectivas profissões, acrescidas das atividades profissionais previstas nas resoluções do Confea, em vigor, que dispõem sobre o assunto.

Art. 6º A atribuição inicial de campo de atuação profissional se dá a partir do contido nas leis e nos decretos regulamentadores das respectivas profissões, acrescida do previsto nos normativos do Confea, em vigor, que tratam do assunto.

§ 2º As eventuais atribuições adicionais obtidas na formação inicial e não previstas no caput e no § 1º deste artigo serão objeto de requerimento do profissional e decorrerão de análise do currículo escolar e do projeto pedagógico do curso de formação do profissional, a ser realizada pelas câmaras especializadas

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III. PARECER

Considerando o disposto na alínea “d” do art. 46 da Lei Federal nº 5.194, de 1966; Considerando a Resolução Confea nº 218, de 1973;

Considerando a Resolução Confea nº 447, de 2.000; Considerando a Resolução Confea nº 1.007, de 2003;

Considerando a Resolução nº 2/2007 da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação, cujo artigo 1º, Parágrafo único, dispõe que os estágios e as atividades complementares não deverão ultrapassar 20% da carga horária total do curso;

Considerando a última atualização datada de 05.06.2020, da Tabela de Títulos Profissionais do Sistema Confea/Crea, instituída pela Resolução Confea nº 473, de 2002;

Considerando a Resolução Confea nº 1.073 de 2016; VOTO

Pela concessão das atribuições do art. 7° da Lei 5.194, de 1966, combinadas com as atividades relacionadas no art. 5° da Resolução n° 1.073, de 2016 do Confea (1 a 14 e 18), para desempenho das competências relacionadas no art. 2° da Resolução n° 447, de 22 de setembro de 2000, do Confea e atribuições do art. 7° da Lei n° 5.194, de 1966, combinadas com as atividades relacionadas no art. 5° da Resolução n° 1.073, de 2016 do Confea para o desempenho das competências relacionadas no artigo 18 da Resolução 218, de 1973 do Confea aos egressos de 2018 e 2019 do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária da FACULDADE ESAMC CAMPINAS – ESAMC, com título profissional de “Engenheiro(a) Sanitarista e Ambiental” (código 111-09-00 da Tabela de Títulos Profissionais do Sistema Confea/Crea).

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