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III PROCESSOS DE ORDEM C

C-1338/2019 LUIZ COSTA FILHO

HISTORICO:

- O presente processo tem origem na consulta técnica on-line formulado pelo profissional LUIZ COSTA FILHO - Engenheiro Agrônomo.

- Na íntegra, a consulta tem o seguinte teor: "Gostaria de saber se um profissional que é: Engenheiro Civil, Agrimensor e Contador, com curso de georreferenciamento de imóveis rurais, pode fazer perícias ambiental numa AÇÃO CIVIL PÚBLICA POR DANOS AMBIENTAIS. Se Engenheiro Civil possui atribuições para Laudo de Danos ambientais em imóveis rurais. Att. Luiz Costa Filho".

- A consulta foi encaminhada a SUPCOL, que efetuou o cadastramento da consulta, abriu o presente processo de Ordem "C" e o encaminhou ao DAC 02-CEEC.

- O DAC2 presta as informações de n. 139/2019 pertinentes ao assunto e o remete a CEEC para o devido relato, nos termos da legislação em vigor.

PARECER:

- Considerando que são de competência do engenheiro civil as atribuições do art. 28 do Decreto Federal 23569/1933;

- Considerando que, além destas atribuições, ainda deve-se analisar o conteúdo programático da formação de um profissional da área técnica para analisar sua real competência.

- Considerando que não foi identificado qualquer profissional na consulta inicial, apenas indicando um hipotético profissional com título de Engenheiro Civil, Agrimensor e Contador.

VOTO:

Voto pelo entendimento que todo Engenheiro Civil, que tenha na sua grade curricular o conteúdo programático de Ciências Ambientais, tem habilitação para elaborar perícia ambiental numa ação civil pública por danos ambientais.

E.T. Declaro ter mantido est relato, por tempo além do regimental , devido a pandemia mundial.

PEDRO APARECIDO DE FREITAS

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Proposta Relator Processo/Interessado Nº de Ordem SUPCOL

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CÂMARA ESPECIALIZADA DE ENGENHARIA CIVIL

REUNIÃO N.º 602 ORDINÁRIA DE 16/12/2020

Julgamento de Processos

C-1340/2019 CREA-SP

1. Histórico:

Consulta da SAAB - SERVIÇOS AUTONOMOS DE ÁGUA E ESGOTO, solicita saber sobre as atribuições do Engenheiro Civil - André Luiz Garcia Salva, CREA (SP) Nº 5070534000, quanto a compatibilidade com o exercício da Função de Técnico em Agrimensura exigida no Edital do concurso da referida Autarquia. O mesmo ao apresentar a documentação para assunção do Cargo de Técnico em Agrimensura no Concurso Nº 01/2019, para ingresso no SAAE Indaiatuba, comprovou possuir o título em Bacharel em Engenharia Civil, conforme Diploma fls 06, emitido pela CEUNSP - Centro Universitário N. Sra. Do Patrocínio.

Na fI. 10, segue descrição da vaga, pela municipalidade de Indaiatuba, bem como os requisitos de provimento para o Cargo de Técnico em Agrimensura.

2. Legislação

2.1 Lei Federal 5.194/66:

Art. 7°- As atividades e atribuições profissionais do engenheiro, do arquiteto e do engenheiro-agrônomo consistem em:

b) planejamento ou projeto, em geral, de regiões, zonas, cidades, obras, estruturas, transportes, explorações de recursos naturais e desenvolvimento da produção industrial e agropecuária;

Parágrafo único - Os engenheiros, arquitetos e engenheiros-agrônomos poderão exercer qualquer outra atividade que, por sua natureza, se inclua no âmbito de suas profissões.

2.2 Resolução 218/73, de 29 de junho de 1973 do CONFEA.

Art. 7° - Compete ao ENGENHEIRO CIVIL ou ao ENGENHEIRO DE FORTIFICAÇÃO e CONSTRUÇÃO: I- O desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 1° desta Resolução, referentes a edificações, estradas, pistas de rolamentos e aeroportos; sistema de transportes, de abastecimento de água e de saneamento; portos, rios, canais, barragens e diques; drenagem e irrigação; pontes e grandes estruturas; seus serviços afins e correlatos.

2.3 Decreto Federal 23569/1933,

Art. 28 - São da competência do engenheiro civil: a) trabalhos topográficos e geodésicos;

b) o estudo, projeto, direção, fiscalização e construção de edifícios, com todas as suas obras complementares;

c) o estudo, projeto, direção, fiscalização e construção das estradas de rodagem e de ferro;

d) o estudo, projeto, direção, fiscalização e construção das obras de captação e abastecimento de água; e) o estudo, projeto, direção, fiscalização e construção de obras de drenagem e irrigação;

f) o estudo, projeto, direção, fiscalização e construção das obras destinadas ao aproveitamento de energia e dos trabalhos relativos às máquinas e fábricas;

g) o estudo, projeto, direção, fiscalização e construção das obras relativas a portos, rios e canais e das concernentes aos aeroportos;

h) o estudo, projeto, direção, fiscalização e construção das obras peculiares ao saneamento urbano e rural; i)projeto, direção e fiscalização dos serviços de urbanismo;

j)a engenharia legal, nos assuntos correlacionados com as especificações das alíneas "a" a "i"; k) perícias e arbitramento referentes à matéria das alíneas anteriores.

Art. 29 - Os engenheiros civis diplomados segundo a lei vigente deverão ter:

a) aprovação na Cadeira de "portos de mar, rios e canais", para exercerem as funções de Engenheiro de Portos, Rios e Canais;

b) aprovação na Cadeira de "saneamento e arquitetura", para exercerem as funções de Engenheiro Sanitário;

JOSÉ EDUARDO QUARESMA

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Proposta Relator Processo/Interessado Nº de Ordem SUPCOL

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CÂMARA ESPECIALIZADA DE ENGENHARIA CIVIL

REUNIÃO N.º 602 ORDINÁRIA DE 16/12/2020

Julgamento de Processos

c) aprovação na Cadeira de "pontes e grandes estruturas metálicas e em concreto armado", para

exercerem as funções de Engenheiro de Secções Técnicas, encarregadas de projetar e executar obras-de- arte nas estradas de ferro e de rodagem; d) aprovação na Cadeira de "saneamento e arquitetura", para exercerem funções de Urbanismo ou de Engenheiro de Secções Técnicas destinadas a projetar grandes edifícios.

Parágrafo único - Somente engenheiros civis poderão exercer as funções a funções a que se referem as alíneas "a", "b" e "c" deste artigo

3. Parecer

Considerando a consulta feita ao sistema de dados do Conselho nesta data, verifica-se que trata-se do profissional André Luis Garcia Salva, que possui registro no CREA (SP), sob Nº 5070534000, com o título de Engenheiro Civil com atribuições do artigo 7.° da Resolução Nº 218/73, do CONFEA.

4. Voto

Quanto as atribuições do profissional André Luís Garcia Salva, registrado no CREA (SP) sob Nº

5070534000, conforme legislação pertinente, o mesmo está habilitado a desenvolver suas competências e trabalhos na Área de Planialtimetria (topografia), porém salenta-se s.m.j., que a responsabilidade da contratação, cabe ao departamento jurídico da contratante, e que a mesma, avalie as futuras demandas jurídicas quanto aos aspectos trabalhistas.

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CÂMARA ESPECIALIZADA DE ENGENHARIA CIVIL

REUNIÃO N.º 602 ORDINÁRIA DE 16/12/2020

Julgamento de Processos

C-1357/2019 CREA-SP

1 - Histórico:

Consulta do Engenheiro Civil, João Paulo Pila Daloia, solicita saber se Engenheiro Civil com formação pela Resolução 218/73 do Confea, está habilitado a realizar o licenciamento ambiental de empreendimentos, com a documentação necessária para diversas licenças, LP (Licença Prévia), LI (Licença de Instalação) e LO (Licença de Operação).

2 - Legislação:

2.1 lei Federal 5.194/66:

Art. 7°- As atividades e atribuições profissionais do engenheiro, do arquiteto e do engenheiro-agrônomo consistem em:

...

b) planejamento ou projeto, em geral, de regiões, zonas, cidades, obras, estruturas, transportes, explorações de recursos naturais e desenvolvimento da produção industrial e agropecuária; ...

Parágrafo único - Os engenheiros, arquitetos e engenheiros-agrônomos poderão exercer qualquer outra atividade que, por sua natureza, se inclua no âmbito de suas profissões.

2.2 Resolução 218/73, de 29 de junho de 1973 do CONFEA.

Art. 70 - Compete ao ENGENHEIRO CIVIL ou ao ENGENHEIRO DE FORTIFICAÇÃO e CONSTRUÇÃO: I - O desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 10 desta Resolução, referentes a edificações, estradas, pistas de rolamentos e aeroportos; sistema de transportes, de abastecimento de água e de saneamento; portos, rios, canais, barragens e diques; drenagem e irrigação; pontes e grandes estruturas; seus serviços afins e correlatos.

Art. 28 - São da competência do engenheiro civil: a)trabalhos topográficos e geodésicos;

b)o estudo, projeto, direção, fiscalização e construção de edifícios, com todas as suas obras complementares;

c) o estudo, projeto, direção, fiscalização e construção das estradas de rodagem e de ferro;

d) o estudo, projeto, direção, fiscalização e construção das obras de captação e abastecimento de água; e) o estudo, projeto, direção, fiscalização e construção de obras de drenagem e irrigação;

f) o estudo, projeto, direção, fiscalização e construção das obras destinadas ao aproveitamento de energia e dos trabalhos relativos às máquinas e fábricas;

g) o estudo, projeto, direção, fiscalização e construção das obras relativas a portos, rios e canais e das concernentes aos aeroportos;

h) o estudo, projeto, direção, fiscalização e construção das obras peculiares ao saneamento urbano e rural; i)projeto, direção e fiscalização dos serviços de urbanismo;

j)a engenharia legal, nos assuntos correlacionados com as especificações das alíneas "a" a "i";

k) perícias e arbitramento referentes à matéria das alíneas anteriores. Art. 29 - Os engenheiros civis diplomados segundo a Lei vigente deverão ter:

a) aprovação na Cadeira de "portos de mar, rios e canais", para exercerem as funções de Engenheiro de Portos, Rios e Canais;

b) aprovação na Cadeira de "saneamento e arquitetura", para exercerem as funções de Engenheiro Sanitário;

JOSÉ EDUARDO QUARESMA

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Proposta Relator Processo/Interessado Nº de Ordem SUPCOL

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CÂMARA ESPECIALIZADA DE ENGENHARIA CIVIL

REUNIÃO N.º 602 ORDINÁRIA DE 16/12/2020

Julgamento de Processos

c) aprovação na Cadeira de "pontes e grandes estruturas metálicas e em concreto armado", para

exercerem as funções de Engenheiro de Secções Técnicas, encarregadas de projetar e executar obras-de- arte nas estradas de ferro e de rodagem; d) aprovação na Cadeira de "saneamento e arquitetura", para exercerem funções de Urbanismo ou de Engenheiro de Secções Técnicas destinadas a projetar grandes edifícios.

Parágrafo único - Somente engenheiros civis poderão exercer as funções a funções a que se referem as alíneas "a", "b" e "c" deste artigo

3 - Parecer:

Considerando que em consulta feita ao sistema de dados do Conselho, até a presente data, verificou-se que trata-se do profissional João Paulo Pila Daloia e que o mesmo possui registro no CREA-SP, sob Nº 5061572731, com o título de Engenheiro Civil com atribuições do artigo 7º da Resolução 218/73, do CONFEA.

4- VOTO

Considerando que o Engenheiro Civil, João Paulo Pila Daloia, tem formação como Engenheiro Civil, pela Resolução 218/73 do Confea, s.m.j., o mesmo está habilitado a realizar o licenciamento ambiental de empreendimentos, com a documentação necessária para diversas licenças, LP (Licença Prévia), LI (Licença de Instalação) e LO (Licença de Operação),

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REUNIÃO N.º 602 ORDINÁRIA DE 16/12/2020

Julgamento de Processos

C-1381/2019 CREA-SP

HISTÓRICO

O presente processo inicia-se com uma consulta online datada de 09/08/2019, de GUSTAVO MARQUES MOROSINI, que possui registro profissional no CREASP No 5069392639, com atribuições “do artigo 7º da Resolução 218, de 29/06/1973 do CONFEA”. O CONSULENTE indaga se o engenheiro civil c om

atribuições do Art. 28 e do Art. 29 do DECRETO 23569/1933 e o engenheiro civil com atribuições do Art. 7º da RESOLUÇÃO 218/73 do CONFEA, podem realizar os seguintes serviços: “Elaboração de projetos elétricos – Execução de instalações elétricas de baixa tensão; execução de instalações elétricas média/alta tensão; Elaboração de projetos de SPDA – Execução de projetos de SPDA; Elaboração de projetos de climatização – Execução de sistemas de climatização; Elaboração de projetos de elevador – Instalação de Elevador; Elaboração de Projeto de paisagismo – Execução de paisagismo”. Em 24/10/2019 a SUPCOL encaminha para DAC 02, que despacha para análise em 27/10/2019. A DAC02 analisa e instrui o Processo 07/11/2019. A análise da DAC 2, fundamenta-se na Resolução 218/73 do CONFEA artigo 7º referente aos Engenheiros Civis; no Decreto Federal 23569/33, artigo 28; e na Resolução 218/73 do CONFEA, artigos 8º relativo aos Engenheiros Eletricistas; 9º relativo aos Engenheiros Eletrônicos; e 12º relativos aos

Engenheiros Mecânicos. A DAC02 despacha o Processo para a CEEC em 07/12/2019. A Coordenação da CEEC encaminha para análise e Parecer de Conselheiro em 18/02/2020, porém, registre-se, que devido a pandemia de COVID-19, o Processo chegou ao Conselheiro em 08/09/2020.

PARECER Considerando:

•Que o CONSULENTE Possui registro no CREA;

•Que consta no registro do CONSULENTE as atribuições “do Artigo 7º da Resolução 218, de 29 de junho de 1983, do CONFEA”;

•Que os questionamentos se referem a serviços de várias áreas da Engenharia; •As diretrizes contidas na RESOLUÇÂO 1073 de 19/04/2016

É parecer deste relator que:

As atribuições constantes nos artigos 28 e 29 do DECRETO FEDERAL 23569/1933, devem ser solicitadas para inclusão no SIC - Sistema de Informações do CREA/CONFEA pelo PROFISSIONAL, sendo neste momento o registro das atribuições podem ou não ter as restrições a estes artigos, mediante análise curricular do conteúdo programático do Curso realizado pelo PROFISSIONAL. Quanto à PARA-RAIOS, salienta-se que a ABENC – Associação Brasileira de Engenheiros Civis, por meio de Acórdão do Tribunal Regional Federal, datado de 26/08/2013, obteve a anulação da DN/70/2001 do CONFEA que impede o exercício de serviços referentes a Sistemas de Proteção Contra Descargas Atmosféricas (pára-raios) por engenheiro civil, decisão em última instância, estando, portanto, confirmado que o Engenheiro Civil tem atribuição para projetar e executar SPDA, desde que o profissional tenha as atribuições do DECRETO FEDERAL 23569/1933, em seu registro profissional especificamente para projeto e execução de SPDA. No tocante aos demais questionamentos, salienta-se que a RESOLUÇÂO 1073/2016 artigo 7º estabelece as condições para a extensão da atribuição inicial de atividades, de competências e campo de atuação profissional, mediante análise pela Câmara Especializada, do projeto pedagógico de cursos previstos nos

DOUGLAS BARRETO

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Proposta Relator Processo/Interessado Nº de Ordem SUPCOL

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REUNIÃO N.º 602 ORDINÁRIA DE 16/12/2020

Julgamento de Processos

incisos V, VI, e VII do parágrafo 3º da RESOLUÇÃO 1073/2016, e nesta análise, também, mas não

exclusivamente, podem ser consideradas as extensões das atribuições profissionais, previstas no Artigo 7º da Resolução 1073/2016, sendo portanto objeto de avaliação específica e individual para cada

PROFISSIONAL, mediante devida solicitação ao CREA. VOTO

Fundamentado na documentação apresentada e na legislação vigente e atinente ao caso voto por dar CIÊNCIA ao CONSULENTE do Parecer proferido.

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C-1497/2019 CREA-SP

HISTÓRICO:

1.IDENTIFICAÇÃO E HISTÓRICO:

Consulta do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, solicita indicação de profissional habilitado para atuar como perito.

Nos autos verifica-se às fls. 03 Memorando nº 097/2019 – DCS/SUPJUR, e às fls. 15, Memorando nº 151/2019 – DCS/SUPJUR, acusando o recebimento da consulta do TJSP, e encaminha para o Superintendente do SUPCOL que encaminha aos DACs 2 e 3.

Verifica-se de fls. 17 a 21, em cumprimento de Sentença, tratar-se de realização de novo exame pericial nas áreas objeto deste processo – áreas na Fazenda Triângulo, Sitio Queixada II, e Sitio Bom Retiro, em razão de infrações ambientais nela constatadas, face Decisão Judicial, nas áreas objeto deste processo, com objetivo de apurar se as áreas degradadas foram integralmente recuperadas, apontando valor monetário equivalente ao dano ambiental, atualizado para a data do laudo, promovendo o imediato agendamento.

2.1 Lei Federal 5.194/66:

Art. 7º- As atividades e atribuições profissionais do engenheiro, do arquiteto e do engenheiro-agrônomo consistem em:

...

b) planejamento ou projeto, em geral, de regiões, zonas, cidades, obras, estruturas, transportes, explorações de recursos naturais e desenvolvimento da produção industrial e agropecuária; ...

Parágrafo único - Os engenheiros, arquitetos e engenheiros-agrônomos poderão exercer qualquer outra atividade que, por sua natureza, se inclua no âmbito de suas profissões.

...

2.2 Resolução 218/73, de 29 de junho de 1973 do CONFEA.

Art. 7º - Compete ao ENGENHEIRO CIVIL ou ao ENGENHEIRO DE FORTIFICAÇÃO e CONSTRUÇÃO: I - o desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 1º desta Resolução, referentes a edificações, estradas, pistas de rolamentos e aeroportos; sistema de transportes, de abastecimento de água e de saneamento; portos, rios, canais, barragens e diques; drenagem e irrigação; pontes e grandes estruturas; seus serviços afins e correlatos.

2.3 Decreto Federal 23569/1933,

Art. 28 - São da competência do engenheiro civil: a) trabalhos topográficos e geodésicos;

b) o estudo, projeto, direção, fiscalização e construção de edifícios, com todas as suas obras complementares;

c) o estudo, projeto, direção, fiscalização e construção das estradas de rodagem e de ferro;

JOSÉ CARLOS ZAMBOM

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d) o estudo, projeto, direção, fiscalização e construção das obras de captação e abastecimento de água; e) o estudo, projeto, direção, fiscalização e construção de obras de drenagem e irrigação;

f) o estudo, projeto, direção, fiscalização e construção das obras destinadas ao aproveitamento de energia e dos trabalhos relativos às máquinas e fábricas;

g) o estudo, projeto, direção, fiscalização e construção das obras relativas a portos, rios e canais e das concernentes aos aeroportos;

h) o estudo, projeto, direção, fiscalização e construção das obras peculiares ao saneamento urbano e rural; i) projeto, direção e fiscalização dos serviços de urbanismo;

j) a engenharia legal, nos assuntos correlacionados com as especificações das alíneas "a" a "i"; k) perícias e arbitramento referentes à matéria das alíneas anteriores.

Art. 29 - Os engenheiros civis diplomados segundo a Lei vigente deverão ter:

a) aprovação na Cadeira de "portos de mar, rios e canais", para exercerem as funções de Engenheiro de Portos, Rios e Canais;

b) aprovação na Cadeira de "saneamento e arquitetura", para exercerem as funções de Engenheiro Sanitário;

c) aprovação na Cadeira de "pontes e grandes estruturas metálicas e em concreto armado", para

exercerem as funções de Engenheiro de Secções Técnicas, encarregadas de projetar e executar obras-de- arte nas estradas de ferro e de rodagem;

d) aprovação na Cadeira de "saneamento e arquitetura", para exercerem funções de Urbanismo ou de Engenheiro de Secções Técnicas destinadas a projetar grandes edifícios.

Parágrafo único - Somente engenheiros civis poderão exercer as funções a funções a que se referem as alíneas "a", "b" e "c" deste artigo

3.2. - Destaca-se da Lei nº 5.194/66:

Art. 45 - As Câmaras Especializadas são os órgãos dos Conselhos Regionais encarregados de julgar e decidir sobre os assuntos de fiscalização pertinentes às respectivas especializações profissionais e infrações do Código de Ética.

Do exposto, e em atendimento ao despacho de fls. 27, se deu o encaminhamento do presente processo à Câmara Especializada de Engenharia Civil – CEEC, para apreciar e julgar quanto ao requerido pelo interessado.

PARECER:

Considerando a consulta do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, solicita indicação de profissional habilitado para atuar como perito.

Considerando verificar-se de fls. 17 a 21, em cumprimento de Sentença, tratar-se de realização de novo exame pericial nas áreas objeto deste processo – áreas na Fazenda Triângulo, Sitio Queixada II, e Sitio Bom Retiro, em razão de infrações ambientais nelas constatadas, face Decisão Judicial, nas áreas objeto deste processo, com objetivo de apurar se as áreas degradadas foram integralmente recuperadas,

apontando valor monetário equivalente ao dano ambiental, atualizado para a data do laudo, promovendo o imediato agendamento.

Considerando que as Câmaras Especializadas são os órgãos dos Conselhos Regionais encarregados de julgar e decidir sobre os assuntos de fiscalização pertinentes às respectivas especializações profissionais e infrações do Código de Ética.

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VOTO:

Pelo acima exposto, smj, sou de parecer e voto que o presente processo deva ser encaminhado para a Câmara Especializada de Agronomia (CEA) para relato do mesmo, tendo em vista que na CEEC não temos profissionais com atribuições técnicas para atuar como Perito Judicial no caso em tela, que incluem plantio de espécies degradadas, para recuperação ambiental em reserva natural e valor monetário ao dano provocado.

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