III PROCESSOS DE ORDEM C
C-1476/2019 MARAILZA ROCHA
Em atendimento a esta Coordenação de Câmara da Engenharia Civil, para análise e manifestação sobre o processo acima descrito, este Conselheiro, no cumprimento de suas funções, vem manifestar seu
PARECER
1. IDENT|FICAÇÃO E HISTORICO:
Consulta do Enga Ambiental MARAILZA ROCHA, solicita saber se o Engenheiro Ambiental pode emitir ART para solicitação de AVCB – Auto de vistoria de Corpo de Bombeiros ou para se responsabilizar por CLCB – Certificado de Licença do Corpo de Bombeiros, e ainda solicita saber Certificado de Estabilidade. 2. LEGISLAÇÃO
2.1 Lei Federal 5.194/66:
Art. 7o- As atividades e atribuições profissionais do engenheiro, do arquiteto e do engenheiro-agrônomo consistem em:
b) planejamento ou projeto, em geral, de regiões, zonas, cidades, obras, estruturas, transportes, explorações de recursos naturais e desenvolvimento da produção industrial e agropecuária;
Parágrafo único - Os engenheiros, arquitetos e engenheiros-agrônomos poderão exercer qualquer outra atividade que, por sua natureza, se inclua no âmbito de suas profissões.
...
Art. 10 - Cabe às Congregações das escolas e faculdades de Engenharia, Arquitetura e Agronomia indicar ao Conselho Federal, em função dos títulos apreciados através da formação profissional, em termos genéricos, as características dos profissionais por elas diplomados.
2.2 RESOLUÇÃO No 310, DE 23 JUL 1986. Discrimina as atividades do Engenheiro Sanitarista.
Art. 1o - Compete ao Engenheiro Sanitarista o desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 10 da Resolução no 218173 do CONFEA, referente a:
. sistemas de abastecimento de água, incluindo captação, adução, reservação, distribuição e tratamento de água;
. sistemas de distribuição de excretas e de águas residuárias (esgoto) em soluções individuais ou sistemas de esgotos, incluindo tratamento; coleta, transporte e tratamento de resíduos sólidos (lixo);
. controle sanitário do ambiente, incluindo o controle de poluição ambiental;
. controle de vetores biológicos transmissores de doenças (artropodes e roedores de importância para a saúde pública);
. instalações prediais hidro sanitárias;
. saneamento de edificações e locais públicos, tais como piscinas, parques e áreas de lazer, recreação e esporte em geral;
. saneamento dos alimentos.
Art. 2o - Aplicam-se à presente Resolução as disposições contidas no artigo 25 da Resolução no 218173 do CONFEA.
Art. 3o - Os Engenheiros Sanitaristas integrarão o grupo ou categoria da engenharia - modalidade civil - prevista noArt.60, letra "a", da Resolução no 232/75 ou Art.. 1o, letra "a", da Resolução no 284/83. 2.3 Resolução No 447, de 22 DE SETEMBRO DE 20OO
Dispõe sobre o registro profissional do engenheiro ambiental e discrimina suas atividades profissionais. Art. 1o Os Conselhos Regionais de Engenharia, Arquitetura e Agronomia - CREAs devem proceder o competente registro dos profissionais oriundos dos cursos de Engenharia Ambiental, anotando em suas carteiras profissionais o respectivo título profissional, de acordo com o constante nos diplomas expedidos, desde que devidamente registrados.
ANTONIO CARLOS SILVEIRA COELHO
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Proposta Relator Processo/Interessado Nº de Ordem81
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REUNIÃO N.º 602 ORDINÁRIA DE 16/12/2020
Julgamento de Processos
Art.20 Compete ao engenheiro ambiental o desempenho das atividades 1 a 14 e - 18 do art. 10 da
Resolução no 218, de 2g de junho de 1g73, referentes à administração, gestão e ordenamento ambientais e ao monitoramento e mitigação de impactos ambientais, seus serviços afins e correlatos.
Parágrafo único. As competências e as garantias atribuídas por esta Resolução aos engenheiros ambientais, são concedidas sem prejuízo dos direitos e prerrogativas conferidas aos engenheiros, aos arquitetos, aos engenheiros agrônomos, aos geólogos ou engenheiros geólogos, aos geógrafos e aos meteorologistas, relativamente às suas atribuições na área ambiental.
Art. 30 Nenhum profissional poderá desempenhar atividades além daquelas que lhe competem, pelas características de seu currículo escolar, consideradas em cada caso, apenas, as disciplinas que contribuem para a graduação profissional, salvo outras que lhe sejam acrescidas em curso de pós- graduação, na mesma modalidade.
2.4. Resolução nº 1073/16, do Confea (...)
Art. 3º Para efeito da atribuição de atividades, de competências e de campos de atuação profissionais para os diplomados no âmbito das profissões fiscalizadas pelo Sistema Confea/Crea, consideram-se os níveis de formação profissional, a saber:
(...)
IV – Superior de graduação plena ou bacharelado; (...)
§ 1º Os cursos regulares de formação profissional nos níveis discriminados nos incisos deste artigo deverão ser registrados e cadastrados nos Creas para efeito de atribuições, títulos, atividades, competências e campos de atuação profissionais.
§ 2º Os níveis de formação profissional discriminados nos incisos I, III e IV habilitam o diplomado, em cursos reconhecidos pelo sistema oficial de ensino brasileiro, ao registro profissional no Crea na forma estabelecida nos normativos do Confea que regulam o assunto.
Art. 4º O título profissional será atribuído pelo Crea, mediante análise do currículo escolar e do projeto pedagógico do curso de formação do profissional, nos níveis discriminados nos incisos I, III e IV do art. 3º, obtida por diplomação em curso reconhecido pelo sistema oficial de ensino brasileiro, no âmbito das profissões fiscalizadas pelo Sistema Confea/Crea.
Parágrafo único. O título profissional a ser atribuído em conformidade com o caput deste artigo deverá constar da Tabela de Títulos do Confea.
Art. 5º Aos profissionais registrados nos Creas são atribuídas as atividades profissionais estipuladas nas leis e nos decretos regulamentadores das respectivas profissões, acrescidas das atividades profissionais previstas nas resoluções do Confea, em vigor, que dispõem sobre o assunto.
Art. 6º A atribuição inicial de campo de atuação profissional se dá a partir do contido nas leis e nos decretos regulamentadores das respectivas profissões, acrescida do previsto nos normativos do Confea, em vigor, que tratam do assunto.
2.5. Resolução nº 218/73, do Confea
Art. 1º - Para efeito de fiscalização do exercício profissional correspondente às diferentes modalidades da Engenharia, Arquitetura e Agronomia em nível superior e em nível médio, ficam designadas as seguintes atividades:
Atividade 01 - Supervisão, coordenação e orientação técnica; Atividade 02 - Estudo, planejamento, projeto e especificação; Atividade 03 - Estudo de viabilidade técnico-econômica; Atividade 04 - Assistência, assessoria e consultoria; Atividade 05 - Direção de obra e serviço técnico;
Atividade 06 - Vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e parecer técnico; Atividade 07 - Desempenho de cargo e função técnica;
Atividade 08 - Ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica; extensão; Atividade 09 - Elaboração de orçamento;
Atividade 10 - Padronização, mensuração e controle de qualidade; Atividade 11 - Execução de obra e serviço técnico;
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REUNIÃO N.º 602 ORDINÁRIA DE 16/12/2020
Julgamento de Processos
Atividade 13 - Produção técnica e especializada; Atividade 14 - Condução de trabalho técnico;
Atividade 15 - Condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção; Atividade 16 - Execução de instalação, montagem e reparo;
Atividade 17 - Operação e manutenção de equipamento e instalação; Atividade 18 - Execução de desenho técnico.
(...)
•Considerando a Decisão CEEC/SP n° 1405/2014, de parecer favorável a um consulente Engenheiro Ambiental, que é atribuição os “Projetos de reflorestamento e projeto e execução de revegetação (plantio, condução da regeneração natural, dentre outros” desde que sejam projetos que contemplem a “condução natural sem intervenção” uma vez que projeto e execução de revegetação assistida envolvem atividades de manejo agroflorestal, aplicação de produtos agroquímicos fitossanitários como fertilizantes e pesticidas, não cobertas pela maioria dos currículos do Engenheiro Ambiental.
•Considerando Decisão Plenária PL-0979/2002, do Confea, que “a) para as atividades de monitoramento da fauna aquática e terrestre nas áreas impactadas os engenheiros de pesca e os engenheiros ambientais podem desenvolver tais atividades, além de outros profissionais que tenham comprovadamente cursado disciplina na área pertinente às atividades em tela; b) assim como no monitoramento da flora da área impactada, os engenheiros florestais, os engenheiros agrônomos, os engenheiros ambientais, os
engenheiros agrícolas e os técnicos agrícolas que possuam em seu currículo disciplinas relacionadas com a execução destas atividades, além de outros profissionais que tenham comprovadamente cursado
disciplina na área pertinente às atividades em tela; c) no monitoramento do meio físico (aquático e terrestre) os geólogos, engenheiros geólogos, engenheiros de minas, meteorologistas, geógrafos, engenheiros químicos, engenheiros florestais, engenheiros civis, engenheiros agrônomos, engenheiros ambientais, engenheiros agrícolas e técnicos agrícolas, além de outros profissionais que tenham comprovadamente cursado disciplina na área pertinente às atividades em tela.”.
•Considerando a legislação pertinente a este profissional, fica evidente suas atribuições, como a de “Projetos de reflorestamento e projeto e execução de revegetação (plantio, condução da regeneração natural, dentre outros” desde que sejam projetos que contemplem a “condução natural sem intervenção” uma vez que projeto e execução de revegetação assistida envolvem atividades de manejo agroflorestal, aplicação de produtos agroquímicos fitossanitários como fertilizantes e pesticidas, não cobertas pela maioria dos currículos do Engenheiro Ambiental.
3. PARECER
•Com base na legislação apresentada acima e a interessada NÃO POSSUI HABILITAÇÃO PARA EXERCER AS ATIVIDADES APRESENTADAS.
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REUNIÃO N.º 602 ORDINÁRIA DE 16/12/2020
Julgamento de Processos
C-138/2019 CREA-SP
Histórico:
O Sr. Pedro Pereira protocola consulta neste conselho, questionando se o profissional Engenheiro Civil é detentor das atribuições para se responsabilizar por laudo geológico geotécnico.
A presente análise baseou-se nos seguinte dispositivos:
•Resolução nº 218 do CONFEA, de 29 de junho de 1973, que discrimina atividades das diferentes modalidades profissionais da Engenharia, Arquitetura e Agronomia.
•Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966, que regula o exercício das proffisões de Engenheiro, Arquiteto, Engenheiro Agrônomo, e dá outras providências.
•Decisão normativa nº 047, de 16 de dezembro de 1992, que dispõe sobre as atividades de parcelamento de solo urbano, as competências para executalas e dá outras providências.
•Decisão normativa nº 063, de 05 de março de 1999, que dispõe sobre responsável técnico de pessoa júridica que desenvolva atividades de planejamento e/ou execução de obras na área de mecânica das rochas, seus serviços afins e correlatos.
•Decisão normativa nº 104, de 29 de outubro de 2014, que altera o Quadro Anexo da decisão normativa nº 47, de 16 de dezembro de 1992.
•Intrução CREA-SP nº 2019, de 12 de junho de 1991, que dispõe sobrea responsabilidade técinca de firmas e atuam na área de serviços de sondagens auxiliares ao dimensionamento de fundações
Voto: Com base no disposto acima, o profissional graduado em Engenharia Civil, com registro ativo no CREA pode se responsabilizar por laudos geotécnicos e geológicos.
BRUNO PECINI
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Proposta Relator Processo/Interessado Nº de Ordem SUPCOL84
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REUNIÃO N.º 602 ORDINÁRIA DE 16/12/2020
Julgamento de Processos
C-253/2019 CREA-SP
Preliminares: Trata-se de consulta técnica do profissional STEN FERREIRA DE ALMEIDA, com referência a temática de atribuições do Engº Civil na área de Eletricidade com determinação dos seus limites de atuação nos elementos de potências, tensão e corrente contínua/alternada além de micro geração de energia. Observe-se, porém, que o registro do profissional não consta no sistema, conforme folha 06, item 3. Aspecto Relevante.
Considerando que da consulta realizada temos a informar a existência das seguintes informações: •PL - 1349/17 item 2
•PL – 1329/06
Ambas emitidas pelo Confea.
Considerando entendimentos recentes havidos entre as Câmaras Especializadas em Engenharia Civil – CEEC e Engenharia elétrica – CEEE, ambas do CREASP. Onde são buscadas soluções para os impasses existentes nas respectivas atribuições profissionais que tem gerado conflito de interesses.
Considerando que decorrente deste entendimento foi produzida uma “minuta” de instruções da Engª Civil aplicada a trabalhos de baixa tensão com pontos importantes que visam a atenuação destes conflitos. Considerando que está em andamento, segundo nosso entendimento, a redação de dispositivo sobre anotação de responsabilidade técnica – ART, para profissionais onde estaria sendo discriminado no respectivo campo da ART itens tais como:
•Alteração do Bifásico / Trifásico. •Atividades unifamiliar.
Considerando a relevância do tema e as dúvidas geradas na mensagem enviada pelo profissional em particular as que remetem a possíveis mudanças nas atribuições profissionais, gerando insegurança jurídica, visto que, as Câmeras especializadas têm sua atuação lastreada nas decisões do CONFEA.
Considerando a importância das decisões a serem tomadas, visando a garantia dos direitos profissionais que está em andamento.
Conclusão:
Recomendo que sejam encaminhadas as informações obtidas a respectiva câmera especializada em Engª Elétrica, para sua análise e parecer consubstanciado retornando a esta CEEC para conhecimento sobre o andamento dos referidos entendimentos para o desempenho correto aos profissionais envolvidos.
Quanto ao registro do profissional consulente, peço encaminhamento das providencias cabíveis para seu registro e regularização de sua situação junto ao CREASP.
HENRIQUE DI SANTORO JÚNIOR
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Proposta Relator Processo/Interessado Nº de Ordem SUPCOL85
CÂMARA ESPECIALIZADA DE ENGENHARIA CIVIL
REUNIÃO N.º 602 ORDINÁRIA DE 16/12/2020
Julgamento de Processos
Em tempo: o presente processo C – 000253/2019 CL teve seu tramite postergado por motivo de extravio e força maior.
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CÂMARA ESPECIALIZADA DE ENGENHARIA CIVIL
REUNIÃO N.º 602 ORDINÁRIA DE 16/12/2020
Julgamento de Processos
C-328/2019 CREA-SP
Histórico:
O interessado senhor Rodrigo Oliveira de Souza – Engenheiro Civil – CREA 5063757822, com atribuições do artigo 7º da Resolução 218/73, do Confea, com restrições a “Portos”, foi consultado por uma empresa, para execução do PMOC, (Plano de Manutenção, operação e controle), e o mesmo indaga se o Engenheiro Civil, poderia emitir ART referente á este serviço e acompanhar o processo PMOC na empresa.
Parecer
Considerando a Legislação vigente:
Lei 13.589 com suas modificações, onde diz que: Todos os edifícios de uso publico e coletivo que possuem ambientes climatizados artificialmente devem dispor de um plano de manutenção, operação e controle – PMOC, dos respectivos sistemas de climatização;
Lei Federal 5.194/66 – artigo 7º , item b – Parágrafo único; Resolução 218 de 29 de junho de 1973 – artigo 7º
Decreto Federal nº 23569/1933
Resolução n° 09, de 16.01.03, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA e pelas Normas Técnicas da ABNT;
Decisão Normativa DN nº. 42/1992 do Confea; Decisão Plenária – PL 484/2019.
Considerando as atribuições dos profissionais das áreas sob fiscalização do CREA;
Considerando que as atividades que abrangem o PMOC, são realizadas por várias equipes de
profissionais, através de várias etapas, onde vários profissionais poderão ser envolvidos, respeitando-se as atribuições respectivas em cada etapa do plano, em conformidade com o disposto na Lei Federal 6.496/77 e outros dispositivos do sistema Confea/Crea
Considerando que o PMOC é um conjunto de documentos onde constam todos os dados da edificação, do sistema de climatização, do responsável técnico, bem como procedimentos e rotinas de manutenção comprovando sua execução;
Que, de acordo com o sistema Confea/Crea em sua decisão plenária nº 293/2003 do Confea, onde define que o PMOC é uma atividade dividida em 2 partes:
a)Manutenção Mecânica do sistema de Refrigeração e o Ar Condicionado
Responsabilidade de Engenheiros Mecânicos ou Engenheiros Industriais, modalidade Mecânica com as atividades do artigo 12 da resolução 218/73 do Confea; Tecnólogos da área da Engenharia Mecânica com a atividades da resolução 218/73 e 313/86 do Confea;
b)Avaliação da qualidade do Ar -
•Limpeza e manutenção dos equipamentos – Engenheiros Mecânicos ou Engenheiros Industriais modalidade mecânica com as atividades do artigo 12 da Resolução 218/73 do Confea e Tecnólogos da área de Engenheria mecânica com as atividades da Resolução 218/73 e 313/86, também do Confea •Análises e avaliações biológicas, químicas e físicas do ar interno do ambiente climatizados é de responsabilidade de Engenheiros Químicos, ou Engenheiros Industriais, modalidade Química com
atividades do artigo 17 da resolução 218/73 do Confea, de Engenheiros com especialização em Engenharia Segurança do Trabalho, com as atividades do artigo 4º, item 4 da resolução 359/91 do Confea e de
Tecnólogos da área da Engenharia Química com atividades conforme resoluções 218/73 e 313/86 do
VANDA MARIA CAVICHIOLLI MENDES FERREIRA
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Proposta Relator Processo/Interessado Nº de Ordem SUPCOL87
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Confea. .
Considerando que, conforme decisão da CEEC nº 999/2018 de 20/06/2018 também terão como
atribuições para se responsabilizar pelo PMOC no que se refere a serviços na área civil, os Engenheiros Civis, Engenheiros Sanitaristas, Engenheiros Ambientais e Tecnólogos em Gestão Ambiental;
Considerando a Decisão Plenária – PL 484/2019 – Sessão Ordinária 2052 – Processo C – 381/2018 – Interessado CREA-SP
Considerando o que deve ser o PMOC e as atividades que deve abranger; Considerando as atribuições profissionais dos Profissionais das áreas sob fiscalização do CREA;
Voto: Pelo entendimento de que os Engenheiros Civis, poderão ser responsáveis pelo PMOC, no que se refere aos serviços na área civil.
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CÂMARA ESPECIALIZADA DE ENGENHARIA CIVIL
REUNIÃO N.º 602 ORDINÁRIA DE 16/12/2020
Julgamento de Processos
C-432/2019 CREA-SP
Histórico:
O interessado senhor Hairton Alves de Oliveira – Crea 5069740159 - Engenheiro Ambiental – com
graduação superior plena, com atribuições provisórias da Resolução 447/00 - do Confea, solicita a seguinte informação: o Engenheiro Ambiental (CREA-SP) dentro de suas atribuições, pode fazer ART para PMOC – Plano de Manutenção, Operação e Controle), no monitoramento da qualidade do ar, de instalação de ar condicionado, conforme Lei 13589/2018?.
Parecer
Considerando a Legislação vigente:
Lei 13.589 com suas modificações, onde diz que: Todos os edifícios de uso publico e coletivo que possuem ambientes climatizados artificialmente devem dispor de um plano de manutenção, operação e controle – PMOC , dos respectivos sistemas de climatização;
Lei Federal 5.194/66 – artigo 7º , item b – Parágrafo único; Resolução nº. 447 de 22 de setembro de 2000;
Resolução nº. 48 de 27 de abril de 1976;
Considerando a criação da área de Engenharia Ambiental pela Portaria nº. 1.693 de 05 de dezembro de 1994 do Ministério de Estado da Educação e do Desporto;
Resolução 218 de 29 de junho de 1973; Resolução 335 de 27 de outubro de 1989;
Resolução n° 09, de 16.01.03, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA e pelas Normas Técnicas da ABNT;
Decisão Normativa DN nº. 42/1992 do Confea; E a Decisão Plenária – PL 484/2019.
Considerando as atribuições dos profissionais das áreas sob fiscalização do CREA;
Considerando que as atividades que abrangem o PMOC, são realizadas por várias equipes de
profissionais, através de várias etapas, onde vários profissionais poderão ser envolvidos, respeitando-se as atribuições respectivas em cada etapa do plano, em conformidade com o disposto na Lei Federal 6.496/77 e outros dispositivos do sistema Confea/Crea,
Considerando que o PMOC é um conjunto de documentos onde constam todos os dados da edificação, do sistema de climatização, do responsável técnico, bem como procedimentos e rotinas de manutenção comprovando sua execução;
Que, de acordo com o sistema Confea/Crea em sua decisão plenária nº 293/2003 do Confea, onde define que o PMOC é uma atividade dividida em 2 partes:
a)Manutenção Mecânica do sistema de Refrigeração e o Ar Condicionado
Responsabilidade de Engenheiros Mecânicos ou Engenheiros Industriais, modalidade Mecânica com as atividades do artigo 12 da resolução 218/73 do Confea; Tecnólogos da área da Engenharia Mecânica com a atividades da resolução 218/73 e 313/86 do Confea;
b)Avaliação da qualidade do Ar -
•Limpeza e manutenção dos equipamentos – Engenheiros Mecânicos ou Engemheiros Industriais modalidade mecânica com as atividades do artigo 12 da Resolução 218/73 do Confea e Tecnólogos da
VANDA MARIA CAVICHIOLLI MENDES FERREIRA
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Proposta Relator Processo/Interessado Nº de Ordem SUPCOL89
CÂMARA ESPECIALIZADA DE ENGENHARIA CIVIL
REUNIÃO N.º 602 ORDINÁRIA DE 16/12/2020
Julgamento de Processos
área de Engenheria mecânica com as atividades da Resolução 218/73 e 313/86, também do Confea •Análises e avaliações biológicas, químicas e físicas do ar interno do ambiente climatizados é de responsabilidade de Engenheiros Químicos, ou Engenheiros Industriais, modalidade Química com
atividades do artigo 17 da resolução 218/73 do Confea, de Engenheiros com especialização em Engenharia Segurança do Trabalho, com as atividades do artigo 4º, item 4 da resolução 359/91 do Confea e de
Tecnólogos da área da Engenharia Química com atividades conforme resoluções 218/73 e 313/86 do Confea.
Considerando que, conforme decisão da CEEC nº 999/218 de 20/06/2018 também terão como atribuições para se responsabilizar pelo PMOC no que se refere a serviços na área civil, os Engenheiros Civis,
Engenheiros Sanitaristas, Engenheiros Ambientais e Tecnólogos em Gestão Ambiental;
Considerando a Decisão Plenária – PL 484/2019, que aprova o entendimento sobre a responsabilidade profissional frente ao desenvolvimento do Plano de Manutenção, Operação e Controle de ar Condicionado (PMOC)
Considerando o que deve ser o PMOC e as atividades que deve abranger; Considerando as atribuições dos profissionais das áreas sob fiscalização do CREA;
Voto: Por informar ao consulente que na elaboração do PMOC, os Engenheiros Ambientais, poderão ser responsáveis pela análise da qualidade do ar, dentro das prerrogativas do artigo 2º da Res. 447/2000, em consonância com as atividades 1 a 14 e 18 do artigo 1º da Resolução 218/73 CONFEA, no que se refere á: Gestão sanitária do ambiente, Avaliação de impactos sanitários no ambiente, Controle sanitário do
ambiente e da poluição e Higiene do ambiente edificado; e que também poderão ser responsáveis pelo PMOC, no que se refere aos serviços na área civil.
C-483/2019 CREA-SP
Histórico:
O Engenheiro Ambiental Bruno Heber Ferraz da Silva regsitrado nneste conselho, questiona se o