IMPROVEMENT IN OXIDATIVE STRESS AFTER DUODENOJEJUNOSTOMY IN EXPERIMENTAL MODEL OF NEONATALLY STREPTOZOTOCIN INDUCED DIABETES
Karla Linck Scheid, Cácio Ricardo Wietzycoski, Luiz Felipe Forgiarini, Fabiola Schons Meyer, Manoel Roberto Maciel Trindade
Introduction: Type 2 Diabetes Mellitus (T2DM) is a multifactorial syndrome with severe complications and significant mortality. Until this moment, its treatment has proven disappointing. In 2004 Rubino et al showed a surgical technique of duodenal-jejunal exclusion in diabetic nonobese rats with positive results in the control of glycemic levels. The development of a technique that does not imply weight loss may provide a theoretical and scientific basis for its application in T2DM patients who present BMI<35. With this aim, this experimental study was conducted using the technique proposed by Marchesini in 2008, which consists of a section of the duodenum immediately next to the pylorus, followed by duodenojejunostomy with termino-lateral anastomosis in the medial portion of the small intestine. Objective: To demonstrate alterations in oxidative stress after metabolic surgery.
Methods: Twenty-four 2-day-old Wistar rats were used. In 16 of them T2DM was induced through 100mg/kg injection i.p. of streptozotocin. The development of diabetes was confirmed after 10 weeks through TTGIP. Eight
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diabetic rats composed the diabetic surgical group (DM+OP); and 8 other rats composed the diabetic control group (DM). Eight animals which were not induced formed the clinical control group (CO). The Marchesini technique was used in the DM+OP. After 90 days the rats were sacrified and the oxidative stress markers were measured. Project 09-065 GPPG. Results: TBARS, SOD and catalase were significantly lower in DM+OP group compared to DM.
Conclusion: The duodenojejunostomy was effective in controlling the exacerbated oxidative stress present in diabetic rats.
PERCENTUAL DE CIRURGIAS DE COLECISTECTOMIA REALIZADAS ATRAVÉS DA ABORDAGEM VIDEOLAPAROSCÓPICA NO HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE
Bruno Bressan Junior, Maicon Antonio Carraro, Gabriel Aquiles Zanatta, Mariza Machado Kluck
Introdução A abordagem laparoscópica para cirurgia de colecistectomia é aceita universalmente como um método relacionado à menor dor no pós-operatório, assim como menor tempo de internação hospitalar e retorno mais rápido às atividades diárias pelos pacientes. Ainda que seu verdadeiro impacto em desfechos primordiais permaneça controverso na literatura, esse método teve ótima aceitação entre os cirurgiões e os pacientes, desde sua introdução no final da década de 80. Objetivos: Aferir a porcentagem de procedimentos realizados por via laparoscópica em relação ao total de cirurgias de colecistectomia realizadas no Hospital de Clínicas de Porto Alegre, pelo Sistema Único de Saúde. Métodos: Foram coletadas informações a partir do sistema de informações gerenciais (IG) do hospital, que englobou o período do ano de 2002 a 2011. Resultados: Observou-se um crescimento considerável na proporção de cirurgias de colecistectomia realizadas através da via laparoscópica no decorrer dos anos. No início do ano de 2002, essa via correspondia a 76,1% do total de procedimentos realizados (775 cirurgias de colecistectomia). No ano de 2008, as cirurgias por vídeo atingiram o percentual de 83,5% em relação ao total. No último ano completo disponível no sistema (2011), cirurgias por vídeo atingiram o percentual de 92,4%, totalizando 568 cirurgias realizadas, em comparação a apenas 47 procedimentos abordados pela via aberta. Esses percentuais são próximos aos observados nas cirurgias realizadas por convênios, principalmente nos últimos anos. Em 2002, 88,7% das colecistectomias realizadas por convênios no Hospital de Clínicas foram pela via laparoscópica, sendo observado um salto para 93,4% em 2004, chegando ao patamar atual de 99,3% em 2011. Conclusão: A abordagem videolaparoscópica é a atual via de eleição no tratamento da colecistite, tendo se estabelecido como método de preferência dos cirurgiões ao longo dos anos, proporcionando maior conforto e melhor convalescência aos pacientes.
PERFIL NUTRICIONAL DOS PACIENTES SUBMETIDOS AO BYPASS GÁSTRICO EM Y-DE-ROUX
Carina Andriatta Blume, Karla Linck Scheid, Ricardo Fonseca Francio, Eduardo Neubarth Trindade, Vinicius Von Diemen, Manoel Roberto Maciel Trindade
INTRODUÇÃO: Deficiências nutricionais decorrentes da redução da capacidade gástrica e alterações na absorção dos nutrientes ao longo do trato gastrointestinal podem ocorrer no pós-operatório de bypass gástrico em Y-de- Roux (BGYR). Estudos têm demonstrado, entretanto, que os pacientes obesos candidatos à cirurgia bariátrica apresentam desnutrição prévia à cirurgia bariátrica, especificamente para micronutrientes. OBJETIVOS: Descrever o perfil nutricional de pacientes no pré e pós-operatório de BGYR através de parâmetros bioquímicos. MATERIAIS E MÉTODOS: Estudo retrospectivo com coleta de dados em prontuários dos pacientes submetidos ao BGYR entre novembro de 2008 e abril de 2012. As variáveis analisadas foram hematócrito, hemoglobina, ferritina, vitamina B12, albumina e cálcio total. Projeto GPPG 100150. RESULTADOS E CONCLUSÃO: Foram analisados 163 pacientes. Na avaliação pré-operatória, 32,2% e 14,3% dos pacientes apresentaram valores abaixo da normalidade para hematócrito e hemoglobina, respectivamente, não sendo observadas deficiências para os demais parâmetros neste período. Aos 24 meses, ocorreu redução significativa (p=0,001) nos níveis de ferritina (107,7+26,1 vs. 41,8+9,5), 22,2% pacientes deficientes. Ocorreu redução nos níveis de vitamina B12 no 12º mês (média 311+20,4), p<0,05, quando comparado ao 1º mês (média 701,7+166,3) e no 18º observou-se maior prevalência de deficiência (19%). Não foram encontrados níveis baixos de cálcio total após 18 meses e deficiência protéica variou de 3,1% a 7,1%. Os resultados estão de acordo com os dados da literatura. A avaliação bioquímica no pré e pós-operatório torna-se, portanto, fundamental no paciente bariátrico a fim de detectar, prevenir e corrigir as deficiências nutricionais garantindo resultados satisfatórios.
PERFIL ANTROPOMÉTRICO E AVALIAÇÃO DA EFETIVIDADE DO BYPASS GÁSTRICO EM Y-DE-ROUX Carina Andriatta Blume, Karla Linck Scheid, Ricardo Fonseca Francio, Eduardo Neubarth Trindade, Vinicius Von Diemen, Manoel Roberto Maciel Trindade
INTRODUÇÃO: A obesidade foi declarada, pela Organização Mundial da Saúde (OMS) uma epidemia global. O acréscimo de 5 pontos no índice de massa corporal (IMC) acima de 25kg/m² está associado ao aumento da mortalidade em 30%. A cirurgia bariátrica é o melhor tratamento da obesidade e, dentre as técnicas cirúrgicas, o bypass gástrico em Y-de-Roux (BGYR) é considerado o padrão-ouro. O sucesso da cirurgia bariátrica pode ser demonstrado pela perda sustentada do excesso de peso superior a 50%. OBJETIVOS: Demonstrar a efetividade do BGYR através da evolução da perda do excesso de peso (PEP), do IMC e da circunferência abdominal (CA).
MATERIAIS E MÉTODOS: Estudo retrospectivo com coleta de dados em prontuários dos pacientes submetidos ao
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BGYR entre novembro de 2008 e abril de 2012. As variáveis analisadas foram idade, gênero, peso corporal, IMC, CA e PEP. Projeto GPPG 100150. RESULTADOS E CONCLUSÃO: 135 mulheres e 27 homens com idade média de 39,9+10,2 anos foram avaliados. No pré-operatório, a média de peso foi de 133,7+26,4 kg, IMC de 49,5+7,8 kg/m², excesso de peso de 98,6+31,6% (66,4+22,7 kg) e CA de 135,1+15,1 cm. A média da PEP no pós- operatório foi de 18,3±6,5% (11,6±4,3 kg), 36,1±11,6% (22,7±7,6 kg), 55,5±16,9% (33,9±9,2 kg), 72,9±16,8% (46,5±12,9 kg), 73,2±20,9% (47,9±16,9 kg) e 66,4+24,3% (41,3+15,9 kg) após 1, 3, 6, 12, 18 e 24 meses, respectivamente. Aos 24 meses, houve redução de 16,4 kg/m² para o IMC e 37,5 cm para a CA, 73,9%
dos pacientes apresentaram perda superior a 50% do excesso de peso inicial, 41,3% foram classificados com IMC<30kg/m² e 32,1% com IMC 30-35kg/m². Estes dados demonstram, portanto, a efetividade do BGYR para o tratamento da obesidade.
CIRURGIA BARIÁTRICA NO HOSPITAL DE CLINICAS DE PORTO ALEGRE
Eduardo Neubarth Trindade, Karla Linck Scheid, Ricardo Fonseca Francio, Vinicius Von Diemen, Manoel Roberto Maciel Trindade, Carina Andriatta Blume
Introdução: A obesidade é um dos principais problemas atuais de saúde pública. A cirurgia bariátrica surgiu como um procedimento eficaz, trazendo os melhores resultados para o tratamento da obesidade mórbida. Objetivo:
Avaliar e apresentar a experiência da equipe de cirurgia digestiva do HCPA na realização da cirurgia bariátrica.
Materiais e Métodos: Foram avaliados os dados de 162 pacientes submetidos a gastroplastia com bypass gastrointestinal pelo Sistema Unico de Saúde no HCPA. Foram analisados: sexo, idade do paciente, comorbidades, peso e IMC para indicação cirúrgica, a média de excesso de peso, a duração da internação e os exames laboratoriais. Foi realizada análise descritiva dos dados armazenados em um banco de dados criado no sistema Excel. Resultados: Dos 162 pacientes operados 28 eram homens e 136 eram mulheres. A média de idade foi de 39,9 anos. As co-morbidades pré-operatórias mais prevalentes eram: hipertensão e diabetes. A média do IMC e do peso antes da cirurgia dos pacientes foi de 49,75Kg/m2 e 133,87Kg. Observamos uma redução de 53% de excesso de peso durante os primeiros seis meses de acompanhamento dos primeiros 50 pacientes após a cirurgia.
Houve melhora da glicemia e perfil lipídico dos pacientes já na primeira consulta de seguimento após a cirurgia. A média de dias de internação foi de 4,75. Conclusão: A gastroplastia com bypass gastrointestinal realizada no Hospital de Clínicas de Porto Alegre associada ao acompanhamento com equipe multidisciplinar é segura e eficaz no tratamento da obesidade mórbida.
ANÁLISE QUANTITATIVA DA REALIZAÇÃO DE COLECISTECTOMIA PELOS SERVIÇOS DE CIRURGIA GERAL E CIRURGIA DIGESTIVA DO HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE (HCPA)
Gabriel Aquiles Zanatta, Maicon Antonio Carraro, Bruno Bressan Junior, Mariza Machado Kluck, Eduardo Neubarth Trindade
Introdução: A colecistectomia é um procedimento de alta demanda assistencial e necessidade de treinamento aprimorado, especialmente quando se trata de hospitais universitários de ponta. Para isso é necessário, dentre outros fatores, um adequado volume cirúrgico. Objetivo: Comparar a evolução ao longo dos anos da realização de colecistectomia pelas técnicas aberta e videolaparoscópica, além de verificar como se divide a realização do mesmo entre os serviços de cirurgia geral e digestiva. Métodos: Os dados acerca dos procedimentos de colecistectomia foram coletados no sistema de informações gerenciais (IG) do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, englobando o período de janeiro de 2002 a dezembro de 2011. Conclusão : Houve uma redução do número de colecistectomias realizadas pelo serviço de cirurgia geral a partir de 2006, quando se iniciou a contabilização do procedimento pelo serviço de cirurgia digestiva. Em 2002, o serviço de cirurgia geral realizou 841 procedimentos.
Já em 2011, esse valor caiu para 350. Por outro lado, o serviço de cirurgia digestiva vem ampliando sua participação, partindo de 134 em 2006 para 396 colecistectomias em 2011. Quanto ao tipo de procedimento realizado, observa-se que no serviço de cirurgia geral o procedimento aberto vem diminuindo sua participação no decorrer dos anos, chegando a 3,5% do total de colecistectomias realizadas em 2011. Já o serviço de cirurgia digestiva apresenta uma taxa de procedimentos abertos flutuante. Cabe aqui concluir que tal procedimento, incluso nas atividades básicas de ambas as especialidades cirúrgicas supracitadas, deve ser realizado em uma quantidade satisfatória para suprir as necessidades tanto educacionais quanto assistenciais. Para isso são necessárias novas estratégias e investimentos.
REDUÇÃO DAS COMPLICAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS E MORTALIDADE COM USO DE SIMBIÓTICOS EM PACIENTES COM NEOPLASIA PERIAMPULAR SUBMETIDOS À CIRURGIA. ENSAIO CLINICO RANDOMIZADO, DUPLO CEGO
Heloisa Martins Sommacal, Alessandro Bersch Osvaldt
Neoplasias periampulares são tumores de mau prognóstico, rápida evolução, e alta morbimortalidade, refletindo negativamente no prognóstico do paciente. Alguns probióticos e prebióticos têm mostrado capacidade de proteger a barreira intestinal e prevenir translocação bacteriana, infecções e complicações pós-operatórias Objetivo: Avaliar o uso de simbióticos em pacientes submetidos à cirurgia por neoplasias periampulares (NP) em relação ao estado nutricional (EN), complicações pós-operatórias, uso de antibióticos, tempo de hospitalização e mortalidade.
Métodos: Estudo prospectivo, duplo cego em pacientes submetidos à cirurgia de ressecção ou paliação por
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neoplasia periampular, randomizados para tratamento com Simbiótico – grupo S ou placebo 2x/dia durante 14 dias – grupo C. Foi avaliado o risco nutricional, estado clínico e a ocorrência de complicações pós-operatórias. Nº GPPG 09 256. Resultados: Foram alocados 23 pacientes no grupo S e 23 no grupo C. A incidência de infecções no pós-operatório foi significativamente menor no grupo S 26% (6/23) que no grupo C 69,6% (16/23)(p=0,008). O tempo de uso de antibióticos também foi menor no grupo S com média de 9,13 dias e 15,11 dias no grupo C (p=0,015). As complicações não infecciosas foram menores no grupo S com (6/23) e (14/23) (p=0,036). O tempo médio de hospitalização no grupo S foi de 12,96 dias (±5,22) e grupo C foi de 23,19 dias (±14,22) (p=0,008).
Nenhum óbito ocorreu no grupo S e 6 ocorrem no grupo C (p=0,022). Conclusão: O uso de simbióticos no período peri-operatório de cirurgias para tratamento de NP reduz as complicações pós-operatórias e a mortalidade.
COMPLICAÇÕES CIRÚRGICAS PÓS-OPERATÓRIAS DE APENDICECTOMIAS LAPAROSCÓPICAS
João Guilherme Paiva Knebel, Fernando Schmidt Fernandes, Luis Fernando Moreira, Vinicius Jardim Campos, Gabriel Tesche Roman
Introdução: Recentemente, a apendicectomia laparoscópica (AL) tem ganhando aceitação crescente; tornou-se procedimento seguro e de uso frequente por causar menos trauma, menor dor pós-operatória e menor tempo de recuperação, apresentando morbidade pós-operatória comparável a apendicectomia convencional (AC).
Objetivos: O objetivo deste estudo é comparar a eficácia da AL com a AC quanto as incidências de complicações pós-operatórias, tempo de internação hospitalar, mortalidade hospitalar e taxa de alta rotineira, bem como avaliar esses desfechos entre pacientes com e sem abscesso apendicular ou perfuração. Materiais e Métodos: Trata-se de estudo retrospectivo de amostra consecutiva de conveniência que incluiu os casos clássicos ou suspeitas clínicas de apendicite aguda admitidos no Serviço de Emergência e tratados por AL ou AC em um hospital universitário.
Foram coletados dados de 8 meses no ano de 2010 obtendo um total de 130 pacientes. Dados demográficos, epidemiológicos e clínicos foram registados. As complicações cirúrgicas pós-operatórias serão reportadas de acordo com a classificação de ClavienDindo1. Foi também anotado o tempo de internação hospitalar. Resultados e Conclusões: Não houve nenhuma complicação nos pacientes operados por laparoscopia ou cirurgia vídeo-assistida.
Conforme previsto o número de infecções de ferida operatória foi maior nos pacientes com AC. Diferente da maior parte da literatura, a ocorrência de abscesso intraabdominal também foi maior no grupo AC. Não houve diferença significativa quanto ao tempo cirúrgico. Não houve diferença significativa quanto ao tempo de internação.
INGUINAL HERNIOPLASTY OUTCOMES IN DEVELOPING COUNTRY: A RETROSPECTIVE MONOCENTRIC STUDY
Jonatan William Rodrigues Justo, Juliana Mezari Carbajal, Bruno Ismail Splitt, Jorge Luiz Antoniazzi, Paulo Sandler, Leandro Totti Cavazzola
Background: Inguinal hernia is a common medical condition worldwide. Information surrounding this subject, as well as their surgical outcomes, isn’t fully described. Objective: The proposal of this study is to report the outcomes of inguinal hernioplasty procedures performed in Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), and analyze the statistical significant associations with baseline patient characteristics and with hernia and repair characteristics. Patients and Methods: Data of adult inguinal hernioplasties that took place in HCPA in 2006 were collected – 298 patients were included. Simple descriptive analysis was performed to describe the population.
Statistical difference was determined by Chi-square with Yates correction and Fisher’s test for qualitative variant.
Results and Conclusion: The medium age was 54,79 years (range 18-87 years). American Society of Anesthesiology (ASA) grade I or II risk for general anesthetic were 29.2% (n = 87) and 65.4% (n = 195), respectively. The outcomes pain and “discomfort or pain” were associated to previous repair. Actively smoking at the period of surgery was protective to “discomfort or pain” related to the hernia - 31% of patients who were actively smoking at the surgery period had discomfort or pain, and more than 45% of patients who were not actively smoking had discomfort or pain related to the hernia, with p<0.05. Bulging sensation was associated to bilateral simultaneous repair (13% vs 3%) and videolaparoscopy repair (13% vs 3%). We conclude that the risk of unfavorable outcomes following inguinal hernioplasty in HCPA is significant in the presence of previous repair history, concomitant bilateral repair and laparoscopic repair, defining either similarities or differences when compared to literature.
ANÁLISE DESCRITICA DAS HERNIOPLASTIAS INGUINAIS OPERADAS EM 2006 NO HCPA
Jonatan William Rodrigues Justo, Juliana Mezari Carbajal, Bruno Ismail Splitt, Carlo Mognon Mattiello, Cibele Corbellini da Silva Rosa, Bernardo Mastella, Guilherme de Araújo, Anelise Decavatá Szortyka, Paulo Sandler, Leandro Totti Cavazzola
Introdução: Hérnia inguinal é uma patologia frequente em todo o mundo. Em 2010, o DATASUS registrou aproximadamente 160.000 hernioplastias inguinais operadas no Brasil. Objetivo: O objetivo deste trabalho é realizar uma análise descritiva das hernioplastias inguinais operadas no Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) no ano de 2006 – o ano de 2006 foi escolhido para análise com o fim de em 2012 realizarmos um estudo com esta população em busca das complicações crônicas para a hérnia inguinal operada no HCPA, com tempo de após a cirurgia de 5 anos. Materiais e Métodos: Foram coletados dados de 354 pacientes adultos submetidos a
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hernioplastia inguinal em 2006. Os 56 pacientes operados que não retornaram ao menos a uma consulta pós- operatória foram excluídos do estudo. Para a análise foram utilizadas estatísticas descritivas e medidas de frequência. Resultados e Conclusões: A idade media foi de 54,79 anos (18-87). American Society of Anesthesiology (ASA) graus I ou II foram de 29.2% (n = 87) e 65.4% (n = 195), respectivamente. A técnica foi aberta por Lichtenstein em 87% dos pacientes, com 38 cirurgias por videolaparoscopia. Correspondiam a hérnias primárias 85.6% dos casos, com 62.7% apresentando sintomas, e 3.6% de encarceramento, sendo que eram concomitantes a hérnias femorais em 1.6% e concomitantes a hérnia umbilical em 2.6%. A técnica anestésica foi geral em 25.1%, peridural em 6%, e na grande maioria raquimedular, com 66.1%. Os desfechos adversos mais prevalentes foram dor ou desconforto relacionados com o reparo (40.6%), formação de seroma (11.1%). Infecção da ferida operatória esteve presente em apenas 2.3% dos casos. A recidiva da hérnia foi verificada em 1.7%
dos pacientes.
ANÁLISE DESCRITIVA DAS HERNIOPLASTIAS INGUINAIS REALIZADAS POR VIDEOLAPAROSCOPIA NO HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE NO ANO DE 2006
Jonatan William Rodrigues Justo, Bruno Ismail Splitt, Juliana Mezari Carbajal, Carlo Mognon Mattiello, Cibele Corbellini da Silva Rosa, Bernardo Mastella, Guilherme de Araújo, Anelise Decavatá Szortyka, Paulo Sandler, Leandro Totti Cavazzola
Introdução: Hérnia inguinal é uma patologia frequente em todo o mundo. Apesar de um grande número de estudos clínicos nos últimos anos, não existe um consenso a respeito da técnica cirúrgica para correção de hérnia inguinal por vários motivos. Objetivos: Nossa proposta é a de realizar a análise descritiva das hernioplastias inguinais operadas por videolaparoscopia (VLP) no Hospital de Clínicas de Porto Alegre no ano de 2006 (o ano de 2006 foi escolhido para a análise com o fim de servir como suporte para outro projeto de 2012, quando os pacientes operados naquele ano retornarão ao HCPA para análise de complicações crônicas como dor crônica e recidiva). Materiais e Métodos: Foram coletados dados de 354 pacientes adultos submetidos a hernioplastia inguinal realizada por via aberta ou por VLP em 2006. Os 56 pacientes operados que não retornaram ao menos a uma consulta pós-operatória foram excluídos, assim como os pacientes operados por via aberta. Para a análise foram utilizadas estatísticas descritivas e medidas de frequência. Resultados e Conclusões: Ao todo, 38 pacientes foram operados por VLP no HCPA em 2006. A idade média dos pacientes foi de 53.37 ± 13.62 anos, com IMC médio de 24.49 ± 3.74, e ASA I (34.2%) ou ASA II (63.2%) correspondendo à maioria da amostra. A técnica anestésica foi geral em 94.7% dos pacientes. A hérnia era primária em 63.2% dos pacientes, sintomática em 60.5%, e estava encarcerada em apenas um dos 38 casos operados. A complicação pós-operatória mais evidenciada nas consultas foi dor ou desconforto (52.6%), com 15.8% dos pacientes com seroma e 5.3% com granuloma.
ANÁLISE DESCRITIVA DAS HERNIOPLASTIAS INGUINAIS EM POPULAÇÃO COM MAIS DE 65 ANOS OPERADAS NO HCPA EM 2006
Jonatan William Rodrigues Justo, Juliana Mezari Carbajal, Bruno Ismail Splitt, Carlo Mognon Mattiello, Cibele Corbellini da Silva Rosa, Bernardo Mastella, Guilherme de Araújo, Anelise Decavatá Szortyka, Leandro Totti Cavazzola
Introdução: hérnia inguinal é uma patologia frequente em todo o mundo. À medida que a parcela da população idosa continua a crescer, a necessidade de uma análise dos desfechos da hernioplastia inguinal neste grupo etário se torna essencial. Objetivos: o objetivo deste estudo é realizar uma análise descritiva das características de base populacional, das técnicas empregadas para correção e dos desfechos encontrados em uma população idosa, com idade superior a 65 anos, submetida a correção de hérnia inguinal no hospital de clínicas de porto alegre (HCPA).
Materiais e métodos: foram coletados dados de 354 pacientes adultos submetidos a hernioplastia inguinal realizada por via aberta ou por via laparoscópica em 2006. Os 56 pacientes operados que não retornaram ao menos a uma consulta pósoperatória foram excluídos, assim também como a parcela desta população com menos de 65 anos. Para a análise foram utilizadas estatísticas descritivas e medidas de frequência. Resultados e conclusões: 97 pacientes foram incluídos. A maioria, 66%, já havia se aposentado. Tabagistas ativos compreendiam 27% dos pacientes, com 11.5% apresentando ao menos uma patologia pulmonar, com 11.3% >
asa II. Hérnias primárias respondiam por 79.4%, com 96.9% de cirurgias eletivas. A maioria dos reparos foi aberto, com 11.3% operados por vídeo. Queixa de dor ou desconforto estava presente em 32%, com 15% de seroma, e menos de 5% de hematomas ou infecções de ferida operatória. Portanto este trabalho ilustra as características de base da população idosa operada no HCPA, conclui que as frequências vão ao encontro do encontrado na literatura e demonstra que hernioplastia inguinal realizada no HCPA é um procedimento seguro na faixa etária maior de 65 anos.