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3. OBJETIVOS DO CURSO

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Academic year: 2023

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Jacyro Gramulia Junior: nuværende koordinator for kurset Electrical Systems Technology, medlem af NDE og medlem af kursusgennemgangsudvalget. Strukturerende undervisningscenter Alberto Akio Shiga Alexandre Ventieri Antônio Faricelli Filho Cíntia Gonçalves Mendes da Silva. Enio Carlos Segatto Jacyro Gramulia Junior João Marcos Brito da Silva Luís Cláudio de Matos Lima Junior.

IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO

  • I DENTIFICAÇÃO DO C ÂMPUS
  • I DENTIFICAÇÃO DO C URSO
  • M ISSÃO
  • C ARACTERIZAÇÃO E DUCACIONAL
  • H ISTÓRICO I NSTITUCIONAL
  • H ISTÓRICO DO C ÂMPUS E SUA CARACTERIZAÇÃO

No entanto, esse decreto condicionou o início de funcionamento da Escola Técnica de São Paulo com a construção de novas instalações, mantendo-a na condição de Escola Industrial. A história do campus paulista está intimamente ligada à do próprio IFSP, pois abrigou as primeiras escolas dessa rede de ensino que começou a funcionar. A partir de 1965, a escola passou a se chamar Escola Técnica Federal de São Paulo e, em 1999, Centro Federal de Educação Tecnológica de São Paulo.

Em 2010, o campus São Paulo realizou pela primeira vez eleições diretas para o diretor geral com a participação de professores, alunos e técnicos administrativos com o Prof.

JUSTIFICATIVA E DEMANDA DE MERCADO

D A CRIAÇÃO DO CURSO NO ANO 2000

D A DEMANDA DO CURSO NOS DIAS ATUAIS

São Paulo abriga 38% das 100 maiores empresas privadas de capital nacional, 63% dos grupos internacionais que operam no Brasil e 17 dos 20 maiores bancos. Analisando o mercado disponível no estado de São Paulo, segundo levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o PIB industrial paulista representou 30,7%. Cerca de 80% dos alunos pretendem continuar seus estudos em algum nível (graduação ou pós-graduação) após a conclusão do curso.

Por fim, o campus São Paulo apresenta as condições para a realização do curso (infraestrutura, laboratórios, salas de aula, etc.) descritas no capítulo 18 deste projeto.

Tabela 2 – Consumo de energia elétrica por segmento (GWh)
Tabela 2 – Consumo de energia elétrica por segmento (GWh)

OBJETIVOS DO CURSO

O BJETIVO G ERAL

PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO

FORMAS DE ACESSO AO CURSO

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR

  • E STÁGIO C URRICULAR S UPERVISIONADO
    • D A S UPERVISÃO E O RIENTAÇÃO DO E STÁGIO P ROFISSIONAL
    • R ECOMENDAÇÕES P ERTINENTES AO E STÁGIO P ROFISSIONAL
  • T RABALHO DE C ONCLUSÃO DE C URSO (TCC)
  • A TIVIDADES C OMPLEMENTARES - AC S
  • E STRUTURA C URRICULAR
  • R EPRESENTAÇÃO G RÁFICA DO P ERFIL DE F ORMAÇÃO
  • P RÉ - REQUISITOS
  • E DUCAÇÃO EM D IREITOS H UMANOS
  • E DUCAÇÃO DAS R ELAÇÕES É TNICO -R ACIAIS E H ISTÓRIA E C ULTURA A FRO -B RASILEIRA E A FRICANA E I NDÍGENA
  • E DUCAÇÃO A MBIENTAL
  • L ÍNGUA B RASILEIRA DE S INAIS (L IBRAS )

Opcionalmente, o aluno do curso superior de Tecnologia do Sistema Elétrico pode cursar o componente curricular LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais), com carga horária total de 28,5 horas, o que atende a exigência do Decreto n. 5.626, de 22 de dezembro de 2005, totalizando 2.438 . 5 horas como uma carga de trabalho total máxima. Esta é realizada nas componentes curriculares prática e teórico-prática, indicadas respetivamente por “P” e “T/P” na matriz curricular. Ter superado pelo menos dois terços da soma da carga horária de todos os componentes curriculares do curso.

Dessa forma, a disciplina de LIBRAS possibilitará aos interessados ​​na disciplina de Tecnologia de Sistemas Elétricos ampliar seu papel em uma sociedade de igualdade de direitos e acessibilidade, e formar profissionais conscientes e responsáveis ​​no contexto de suas atividades.

METODOLOGIA

Nas componentes curriculares teóricas (marcadas com um "T" na estrutura curricular), os alunos recebem os fundamentos e conceitos, que serão aplicados posteriormente, de acordo com as variedades metodológicas expostas nos parágrafos anteriores, levando-os a refletir sobre como os processos e trabalho da natureza e dos sistemas produtivos da sociedade em que se inserem. Nas componentes curriculares práticas (marcadas com um “P” na estrutura curricular), os alunos têm oportunidade de aplicar os conhecimentos teóricos a situações problema, estruturas experimentais ou projetos, visando também desenvolver competências práticas na montagem e utilização de diversos instrumentos de medição , de propósito. confrontar a abordagem teórica com os resultados da aplicação prática. Por fim, nas componentes teórico-práticas (marcadas com "T/P" na estrutura curricular), são abordados os aspectos conceptuais em ambiente de aplicação prática (geralmente em laboratório), conjugando as potencialidades e vantagens descritas nos dois últimos parágrafos, com a aplicação prática imediata da teoria captada.

Consubstanciado em todo o processo acima referido, é dada especial atenção à conceção do conhecimento pautada pela acessibilidade metodológica, garantindo-se que os alunos tenham à sua disposição: plataformas com conteúdos digitais criados pelos docentes da disciplina (Moodle); consultar, entre outros, os planos de aula, conceitos de trabalho e atividades, faltas, processos, material didático (SUAP); acesso total, mesmo fora da escola, a diversos títulos da área, disponíveis na biblioteca virtual acessível pelo Pergamum; oferta da disciplina Libra; Horas específicas de tutoria oferecidas por cada professor, de cada disciplina fora da sala de aula; acompanhamento e nivelamento dedicados às componentes Raciocínio-Lógico e Matemático; apoio psicopedagógico pelo DSP (Conselho Sociopedagógico);

AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM

Os critérios de aprovação nas componentes curriculares, que incluem assiduidade e avaliação, para os cursos superiores semestrais, são a obtenção, na componente curricular, de classificação semestral igual ou superior a 6,0 (seis) valores e frequência mínima de 75 %. (setenta e cinco por cento) das aulas e demais atividades. O aluno que obtiver, na componente curricular, nota semestral igual ou superior a 4,0 (quatro) e inferior a 6,0 (seis) e uma assiduidade mínima de 75% (setenta e cinco por cento) está sujeito ao Instrumento de Avaliação Final. aulas e outras atividades. Os alunos que concluírem o Instrumento de Avaliação Final, para serem aprovados, deverão obter a nota mínima de 6,0 (seis) valores nesse instrumento.

Cabe ressaltar que os critérios de avaliação no Ensino Superior priorizam a autonomia intelectual.

COMPONENTES CURRICULARES SEMIPRESENCIAIS E/OU A DISTÂNCIA

ATIVIDADES DE PESQUISA

C OMITÊ DE É TICA EM P ESQUISA (CEP) - O BRIGATÓRIO PARA TODOS OS CURSOS QUE CONTEMPLEM NO PPC A REALIZAÇÃO DE

O Comitê de Ética em Pesquisa (CEP-IFSP), fundado em meados de 2008, é um colegiado interdisciplinar e independente, de “papel público”, de caráter consultivo, deliberativo e educativo, criado para defender os interesses dos participantes da pesquisa em sua integridade e dignidade e contribuir para o desenvolvimento da pesquisa dentro dos padrões éticos e em conformidade com as normas descritas pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP), órgão diretamente vinculado ao Conselho Nacional de Saúde (CNS). Assim, o CEP-IFSP visa cumprir e fazer cumprir o disposto na Resolução CNS 466/12 no que diz respeito aos aspectos éticos da pesquisa envolvendo seres humanos, na perspectiva do indivíduo e dos coletivos, tendo como referência fundamental a bioética: autonomia, não maleficência , beneficência e justiça, entre outros, e visa assegurar direitos e deveres aos participantes da pesquisa e à comunidade científica. É importante ressaltar que a submissão (com posterior avaliação e acompanhamento) de projetos de pesquisa científica envolvendo seres humanos será realizada exclusivamente por meio da Plataforma Brasil (http://aplicacao.saude.gov.br/plataformabrasil/login.jsf) .

ATIVIDADES DE EXTENSÃO

A COMPANHAMENTO DE E GRESSO

CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE ESTUDOS

APOIO AO DISCENTE

O IFSP Campus São Paulo conta com o Conselho Social Pedagógico (DSP), que dá suporte aos alunos, com ações gerais e específicas, para lidar com problemas pessoais e escolares, com atendimento integral aos responsáveis ​​pelos alunos. Faz acompanhamento e orientação pedagógica ao aluno e, se necessário, faz encaminhamento para o setor de atendimento médico e psicológico. O Conselho Socioeducativo fará, entre outras coisas, o acompanhamento permanente do aluno, inclusive com base em questionários sobre os dados dos alunos e sua realidade, assiduidade e desempenho/notas.

Essas informações são registradas no PIT do professor e divulgadas semestralmente pela diretoria do departamento de Engenharia Elétrica como Horário de Atendimento ao Aluno.

AÇÕES INCLUSIVAS

AVALIAÇÃO DO CURSO

G ESTÃO DO C URSO

O trabalho da coordenação é orientado por um plano de ação cuja proposta é elaborada periodicamente de acordo com autoavaliações institucionais, avaliações externas, colegiados de curso, NDE e professores do curso. O plano de ação visa contemplar as demandas do universo do curso: cronograma de apoio para elaboração de cronogramas, reuniões didático-pedagógicas e potencialidades de professores, alunos, conselhos múltiplos e equipes de apoio. O plano deve ser distribuído na comunidade do campus, podendo ser distribuído por meio da SUAP ou de sistemas próprios disponíveis à época e arquivados no arquivo do curso.

A conciliação com os resultados das autoavaliações periódicas internas do curso deve ser comum a toda a gestão do curso.

EQUIPE DE TRABALHO

  • NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
  • C OORDENADOR ( A ) DO C URSO
  • C OLEGIADO DE C URSO
  • C ORPO D OCENTE
  • C ORPO T ÉCNICO -A DMINISTRATIVO / P EDAGÓGICO

O Colegiado de Curso é o órgão consultivo e consultivo de cada curso superior do IFSP, responsável por discutir as políticas acadêmicas e sua gestão no projeto pedagógico do curso. Dessa forma, na última atualização deste Projeto de Curso Pedagógico (PPC), a Escola de Tecnologia Avançada em Sistemas Elétricos era composta pelos professores listados indicados pelo Diretor Geral do Campus São Paulo de acordo com a Portaria DGP - SPO nº. 110, de 28 de maio de 2018. As atas das reuniões devem ser lavradas em ata e, após homologação, submetidas à Coordenação de Curso.

As decisões do Colegiado do Curso devem ser comunicadas pelo coordenador ou demais envolvidos no processo, conforme sua especificidade.

Tabela 2: Colegiado do curso de Tecnologia em Sistemas Elétricos nomeados conforme Portaria  SPO nº 110 de 28 de maio de 2018 da Direção Geral do Câmpus
Tabela 2: Colegiado do curso de Tecnologia em Sistemas Elétricos nomeados conforme Portaria SPO nº 110 de 28 de maio de 2018 da Direção Geral do Câmpus

BIBLIOTECA

  • C ARACTERIZAÇÃO DA B IBLIOTECA IFSP-C ÂMPUS S ÃO P AULO
  • A CERVO
  • E QUIPE
  • R EGULAMENTO DE U SO

Empréstimos habitacionais e locais: nos empréstimos habitacionais, o usuário pode retirar as obras de interesse da Biblioteca mediante apresentação de crachá ou qualquer documento com foto. Disponibilização de software de auxílio à leitura (ampliação/leitura de tela) para deficientes visuais nos computadores da biblioteca. Todo o acervo bibliográfico da Biblioteca Francisco Montojo está catalogado e disponível na biblioteca por meio do endereço eletrônico: http://pergamum.biblioteca.ifsp.edu.br/.

Por último, mas não menos importante, a biblioteca disponibiliza aos usuários por meio do Sistema Unificado de Administração Pública (SUAP) o acesso à Biblioteca Virtual da Editora Pearson (as demais estão em processo de licitação) com acesso ilimitado e contínuo disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana.

INFRAESTRUTURA

  • I NFRAESTRUTURA F ÍSICA
  • A CESSIBILIDADE
  • L ABORATÓRIOS DE I NFORMÁTICA
  • L ABORATÓRIOS E SPECÍFICOS
  • L ABORATÓRIOS DE F ÍSICA E Q UÍMICA
    • L ABORATÓRIO DE I NFORMÁTICA (M ECÂNICA )
  • L ABORATÓRIOS E SPECÍFICOS DE D EPARTAMENTO DE E LÉTRICA
    • A LMOXARIFADO DO D EPARTAMENTO DE E LÉTRICA
    • L ABORATÓRIO DE M ÁQUINAS E LÉTRICAS
    • L ABORATÓRIO DE I NSTALAÇÕES E LÉTRICAS
    • L ABORATÓRIO DE A UTOMAÇÃO
    • L ABORATÓRIO DE E LETRÔNICA I NDUSTRIAL
    • P LANTA F OTOVOLTAICA D IDÁTICA DO C AMPUS SPO
    • L ABORATÓRIO DE M EDIDAS E E NSAIOS E LÉTRICOS
    • L ABORATÓRIO DE S ISTEMAS D IGITAIS
    • L ABORATÓRIO DE S IMULAÇÕES , M ICROPROCESSADORES E M ICROCONTROLADORES
    • L ABORATÓRIO DE E LETRICIDADE , C IRCUITOS E E LETRÔNICA I
    • L ABORATÓRIO DE E LETRICIDADE , C IRCUITOS E E LETRÔNICA II
    • L ABORATÓRIO DE CLP B ÁSICO
    • L ABORATÓRIO DE CLP I NTERMEDIÁRIO
    • L ABORATÓRIO DE CLP A VANÇADO
    • L ABORATÓRIO DE C OMANDOS E A CIONAMENTOS E LÉTRICOS
    • L ABORATÓRIO DE E FICIÊNCIA E NERGÉTICA E Q UALIDADE DE E NERGIA
    • L ABORATÓRIO DE GTD E S ISTEMAS DE P OTÊNCIA

O campus São Paulo possui seis banheiros adaptados para pessoas com deficiência e quatro rampas de acesso, sendo três delas de acesso direto ao pavimento superior do campus e as demais facilitam o acesso ao pavimento inferior. Para mitigar os efeitos da infraestrutura arquitetônica do Campus São Paulo, a Diretoria Elétrica, com o apoio da Diretoria do Campus, do NAPNE e da coordenação sociopedagógica, analisa a viabilidade e disponibiliza espaço físico suficiente para a transferência de laboratórios e disponibilização de salas de aula para alunos com mobilidade reduzida, incluindo apoio de docentes e auxiliares de laboratório. Para cumprir os componentes curriculares do curso de Bacharelado em Engenharia Elétrica, o campus São Paulo dispõe de laboratórios de informática com mais de 100 máquinas conectadas à Internet, descritas na Tabela 6.

Para as aulas práticas dos componentes curriculares de química e física, o Campus São Paulo dispõe dos laboratórios listados nas Tabelas 7 e 8.

Tabela 2: Detalhes dos laboratórios de informática do Câmpus São Paulo.
Tabela 2: Detalhes dos laboratórios de informática do Câmpus São Paulo.

PLANOS DE ENSINOS

CURSO: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS ELÉCTRICOS Componente Curricular: Desenho Assistido por Computador Semestre: 1º Código: DACL1. CURSO: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS ELÉCTRICOS Curso: Geometria Analítica e Vectores Semestre: 1º Código: GAVL1. CURSO: TECNOLOGIA SUPERIOR EM SISTEMAS ELÉTRICOS Componente Curricular: Meio Ambiente e Segurança do Trabalho Semestre: 1º código: SEAL1.

CURSO: TECNOLOGIA SUPERIOR EM SISTEMAS ELÉCTRICOS Componente Curricular: Planeamento e Administração de Serviços Semestre: 3. Código: PASL3. CURSO: SUPERIOR TECNOLÓGICO EM SISTEMAS ELÉCTRICOS Componente Curricular: Método de Trabalho Científico Semestre: 3. Código: MTCL3. CURSO: TECNOLOGIA SUPERIOR EM SISTEMAS ELÉTRICOS Componente Curricular: Fontes alternativas de energia Semestre: 4. Código: FAEL4.

CURSO: SUPERIOR DE TECHNOLOGIE EM SISTEMAS ELÉCTRICOS Componente Curricular: Laboratório de Electricidade e Subestações Semestre: 4º Código: LESL4. CURSO: TECNOLOGIA SUPERIOR EM SISTEMAS ELÉCTRICOS Componente curricular: Controlador lógico programável Semestre: 5º Código: CLPL5. CURSO: TECNOLOGIA SUPERIOR EM SISTEMAS ELÉCTRICOS Componente Curricular: Arquitectura e Eficiência Energética Semestre: 5º Código: AEEL5.

CURSO: TECNOLOGIA SUPERIOR EM SISTEMAS ELÉTRICOS Componente Curricular: Gestão de Energia Elétrica Semestre: 6. Código: GEEL6.

4.2.2  Tabela de integrais elementares  4.2.3  Integral indefinida
4.2.2 Tabela de integrais elementares 4.2.3 Integral indefinida

LEGISLAÇÃO DE REFERÊNCIA

MODELOS DE CERTIFICADOS E DIPLOMAS

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Tabela 1 – Número de consumidores de energia elétrica por segmento
Tabela 2 – Consumo de energia elétrica por segmento (GWh)
Tabela  1:  NDE  do  curso de Tecnologia em  Sistemas  Elétricos nomeados  conforme  Portaria de  nomeação nº 074, de 13 de abril de 2018
Tabela 2: Colegiado do curso de Tecnologia em Sistemas Elétricos nomeados conforme Portaria  SPO nº 110 de 28 de maio de 2018 da Direção Geral do Câmpus
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Referências

Documentos relacionados

IFSP- 2019 167 INSEL – Instalações Elétricas CÂMPUS São Paulo 1- IDENTIFICAÇÃO CURSO: Bacharelado em Engenharia de Controle e Automação Componente Curricular: Instalações