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UNIVALI DESASTRES NATURAIS

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Academic year: 2023

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DECLARAÇÕES INTERNACIONAIS E AS CONSTITUIÇÕES

Conclusões da Comissão Mundial das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, também conhecidas como Relatório Bruntland de 1983. Rio+20 - Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento: contexto, principais temas e expectativas em relação ao novo “direito à sustentabilidade”.

LEIS FEDERAIS HIDRO AMBIENTAIS

I - compatibilizar o desenvolvimento econômico-social com a preservação da qualidade do meio ambiente e do equilíbrio ecológico; O Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA, criado pela Lei 6.938/81, é um órgão presidido pelo Ministro do Meio Ambiente e responsável pela política ambiental nacional.

Os Estados-Membros devem concluir a avaliação preliminar dos riscos de inundações até 22 de Dezembro de 2011. Os Estados-Membros devem assegurar que os planos de gestão dos riscos de inundações sejam finalizados e publicados até 22 de Dezembro de 2015.

Figura 1 – Tipos de desastres naturais ocorridos no Brasil (1900 a 2006).
Figura 1 – Tipos de desastres naturais ocorridos no Brasil (1900 a 2006).

QUANTO AO TIPO DE ENCHENTES E INUNDAÇÕES

  • I NUNDAÇÕES REPENTINAS , BRUSCAS OU ENXURRADAS
  • I NUNDAÇÕES LENTAS OU DE PLANÍCIE
  • I NUNDAÇÕES EM CIDADES OU ALAGAMENTOS

Segundo dados divulgados pela Universidade Federal de Santa Catarina por meio do Atlas Brasileiro de Desastres Naturais. O mesmo tipo de enchente, em Santa Catarina, é considerada um evento natural e ocorre com frequência. 126 Atlas Brasileiro de Desastres Naturais 1991 a 2010: volume Santa Catarina/Centro Universitário de Estudos e Pesquisas em Desastres.

127 Atlas Brasileiro de Desastres Naturais 1991 a 2010: volume Santa Catarina/Centro Universitário de Estudos e Pesquisas em Desastres. Porém, em outros locais do vale do rio Itajaí, próximo a Blumenau, também ocorre outro tipo de enchente, conhecida como cheia lenta ou cheia comum. Esse tipo de fenômeno ocorre quando a bacia hidrográfica apresenta um nível de umidade do solo muito elevado e chuvas de baixa intensidade são suficientes para que o nível da água dos rios suba.

Este tipo de inundação ocorre quando o uso do solo é inadequado, ou seja, quando a intervenção humana perturba o ciclo hidrológico do solo e o sistema de drenagem é inadequado.

QUANTO A ORIGEM OU CAUSA

  • E NCHENTES E I NUNDAÇÕES DECORRENTES DE EFEITOS NATURAIS
  • E NCHENTES E I NUNDAÇÕES D ECORRENTES DA A ÇÃO DO H OMEM
  • E NCHENTES E I NUNDAÇÕES D ECORRENTES DA A ÇÃO M ISTA

Este tipo de fenômeno também ocorre no meio rural devido às frequentes práticas de uso do solo, queimadas e desmatamento, que aumentam a velocidade do fluxo das águas, dificultando a penetração no solo e arrastando sedimentos localizados ao longo do caminho, contribuindo para o aumento das enchentes. Este tipo de inundação ocorre devido ao processo natural do ciclo hidrográfico dos rios, evento natural que geralmente ocorre em grandes bacias > 500 km2. Uma limitação natural para facilitar o escoamento das águas pluviais nas bacias é o tipo de relevo da localização da bacia.

O desenvolvimento urbano sem planeamento provoca grandes obstruções ao fluxo de água devido a aterros irregulares, má construção de pontes, drenagem inadequada e também a construção de casas familiares ao longo dos leitos dos rios. Em geral, essa ocupação às margens dos rios ocorre entre famílias de baixa renda, mas também ocorre em decorrência da prática empresarial de loteamento dos maiores leitos dos rios, em épocas de seca, construção irregular de apartamentos residenciais, utilizando apenas ganhos financeiros. considerado e não o necessário bem-estar e segurança das famílias que irão morar naquele local. Esse tipo de fenômeno desastroso ocorreu no Vale do Itajaí, em Santa Catarina, conforme apresentado por Frank e Sevegnani, que disseram que a área foi ocupada inicialmente por índios da tribo Xokleng, muitos dos quais não formaram assentamentos permanentes e eram nômades. Tiraram da terra apenas o necessário para a sua subsistência e, por isso, adaptaram o seu modo de vida à natureza.

Outro tipo de desastre misto pode ser demonstrado no desastre de 2008 em Blumenau, fato que ultrapassou a normalidade das enchentes e enchentes no vale do Itajaí, pois houve uma quantidade muito grande de chuvas e houve uma “combinação de enchentes com repentinos inundações.".

Figura 4 - Perfil esquemático do processo de enchente e inundação. 141
Figura 4 - Perfil esquemático do processo de enchente e inundação. 141

RISCO AMBIENTAL EM RAZÃO DE ENCHENTES E INUNDAÇÕES

A maior percentagem do nosso planeta é constituída por água, mas hoje poluímos a água potável e esta é agora uma grande preocupação quando se trata do que deixamos para as gerações futuras. A sociedade tornou-se mais consumista e exigente em relação aos produtos e serviços utilizados e, como resultado, tornou-se mais responsável no que diz respeito aos cuidados que devemos ter com o meio ambiente. A sociedade contemporânea passa por um processo de transição da era industrial para a era pós-industrial.

Estamos vivendo uma fase de incerteza, pois a ciência ainda não alcançou o entendimento completo de todos os Riscos que vivemos, portanto não sabemos o que todo esse desenvolvimento pode causar às gerações futuras. Quando pensamos em todos os Riscos, passados, futuros e aqueles que estamos vivenciando, percebe-se que o problema central é que o homem se tornou o ponto focal de possíveis soluções para os problemas ambientais e em relação ao destino de todos. planeta. Perante isto, os ricos (em termos de rendimento, poder, educação) podem comprar segurança e liberdade em relação ao risco.

A defesa da sociedade em relação aos desastres ambientais, especialmente em relação à prevenção e proteção relacionadas com enchentes e inundações, deve ser objeto de preocupação dos três poderes compostos.

RESPONSABILIDADE DO ESTADO EM DESASTRES HÍDRICOS

Nesse sentido, Fensterseifer explica que em questões dessa natureza costuma-se observar que o Estado abandona a inclusão de políticas públicas em programas de governo que sirvam efetivamente para proteger o meio ambiente, principalmente quando se trata de prevenção e socorro. , em caso de desastres climáticos. Responsabilidade do Estado pelos danos causados ​​às vítimas de desastres ambientais causados ​​pelas mudanças climáticas: uma análise à luz dos deveres ambientais do Estado e a correspondente proibição da proteção insuficiente do direito fundamental ao meio ambiente. Ementa: Responsabilidade civil administrativa/civil do estado - Ação de indenização contra o município por danos morais e materiais (deterioração de bens móveis) - Inundação por chuvas - Indenização - Necessidade - Teoria do risco administrativo aplicável à espécie - Danos suficientemente comprovados - Origem julgada neste caso - recurso admitido.

Portanto a responsabilidade do Estado é objetiva, ou seja, a vítima não precisa comprovar a culpa do Poder Público, apenas o fato (inundação ou alagamento) e o dano ocorrido. 144, parágrafo danos a bens ou pessoas. O Ministério Público da União e dos Estados terá legitimidade para propor ações de responsabilidade civil e criminal por danos causados ​​ao meio ambiente.201.

225, § 3º, que dispõe: “As condutas e atividades consideradas lesivas ao meio ambiente sujeitarão os infratores, pessoas físicas ou jurídicas, a sanções penais e administrativas, independentemente da obrigação de reparação dos danos causados”.

DEFESA CIVIL NA SEGURANÇA DA POPULAÇÃO NOS DESASTRES

De acordo com o histórico da Defesa Civil Nacional, atualmente,. Em todo o mundo, a Defesa Civil está organizada em sistemas abertos com a participação dos governos locais e da população para provocar ações preventivas e respostas a desastres".210 A soma desses dois fatores são as metas, tanto nacionais quanto internacionais, para reduzir desastres ambientais . . A defesa civil no Brasil212 ocorreu com a criação do sistema nacional de defesa civil – SINDEC, que foi reorganizado em agosto. Nesta Lei, vários artigos tratam da organização dos órgãos de Defesa Civil e acrescentaram a expressão “proteção” nos órgãos de Defesa Civil dos entes da federação, dando indícios de que provavelmente será transformado em um “Sistema Nacional de Defesa e Proteção Civil”.

Na estrutura do Sistema Nacional de Proteção Civil, a criação do Centro Nacional de Gestão de Riscos e Desastres – CENAD, do Grupo de Apoio a Desastres e o fortalecimento dos Órgãos locais de Proteção Civil, cuja finalidade é planejar, articular e coordenar a proteção civil , destaque-se. Ações de defesa em todo o território nacional. Decreto nº Regulamenta a Medida Provisória nº 494, de 2 de julho de 2010, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Proteção Civil - SINDEC, sobre o reconhecimento de situações de emergência e de estado de calamidade pública, sobre o repasse de recursos para ações de socorro e atendimento às vítimas , recuperação de serviços essenciais e reconstrução em zonas afectadas por catástrofes, e outras medidas. ênfase adicionada devido às alterações da nova lei). Em Espanha, a Protecção Civil é conhecida como Dirección General de Protección Civil y Emergencies, e é um serviço público que tem como objectivo “prevenir situações de risco colectivo grave ou catástrofes, proteger as pessoas e as suas vidas quando surgem situações, e também como contribuir para a recuperação e reconstrução das áreas afetadas”.

Sendo os órgãos de Proteção Civil a principal proteção dos grupos populacionais ameaçados por este tipo de fenómenos ambientais, as autoridades das regiões, especialmente as afetadas, e a sociedade em geral, devem incentivar a criação destes órgãos de proteção, para prevenção e assistência às vítimas. , durante e após a ocorrência do desastre.

MEDIDAS DE PREVENÇÃO DE ENCHENTES E DE INUNDAÇÕES

Para cada distrito ou unidade de gestão de bacia hidrográfica referida no artigo 3.º, n.º 2, alínea b), ou para cada parte de uma região hidrográfica internacional localizada no seu território, os Estados-Membros devem realizar uma avaliação preliminar do risco de inundações em conformidade com o n.º 2. deste artigo. Os Estados-Membros elaboram, ao nível da região da bacia hidrográfica ou da unidade de gestão referida no artigo 3.º, n.º 2, alínea b), mapas de zonas de inundação e mapas de risco de inundação, à escala mais adequada para as zonas identificadas em conformidade com o Artigo 5 (1). Os Estados-Membros devem garantir que os mapas das zonas de inundação e os mapas de risco de inundação sejam concluídos até 22 de dezembro de 2013.

Os planos de gestão do risco de inundações devem incluir medidas para atingir os objectivos estabelecidos de acordo com a subsecção 2, e os elementos da Parte A do Anexo. No caso de regiões de bacias hidrográficas ou unidades de gestão referidas no artigo 3º, parágrafo 2, alínea b), localizados exclusivamente no seu território, os Estados-Membros devem assegurar a elaboração de um plano único de gestão dos riscos de inundações ou de um conjunto de planos de gestão dos riscos de inundações. planos coordenados ao nível da região da bacia hidrográfica. De acordo com a actual legislação comunitária, os Estados-Membros devem disponibilizar ao público avaliações preliminares dos riscos de inundação, mapas de zonas inundadas, mapas de risco de inundação e planos de gestão de risco de inundação.

Os Estados-Membros encorajarão a participação activa das partes interessadas no desenvolvimento, revisão e actualização dos planos de gestão dos riscos de inundações, tal como referido no Capítulo IV. Os Estados-Membros podem decidir utilizar planos de gestão dos riscos de inundações concluídos antes de 22 de Dezembro de 2010, desde que o conteúdo desses planos corresponda aos requisitos do artigo 7.º. A avaliação preliminar do risco de inundações ou as avaliações e decisões referidas no artigo 13.º, PCS . 1, deve ser retomado para tratamento renovado, e se

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Figura 1 – Tipos de desastres naturais ocorridos no Brasil (1900 a 2006).
Figura 2 e 3 - Situação de enchente em um canal de drenagem e Inundação de  terrenos marginais
Figura 4 - Perfil esquemático do processo de enchente e inundação. 141

Referências

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