• Nenhum resultado encontrado

EXEMPLOS DE EXERCÍCIOS SOBRE TESTE DE HIPÓTESE

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "EXEMPLOS DE EXERCÍCIOS SOBRE TESTE DE HIPÓTESE"

Copied!
34
0
0

Texto

(1)

EXEMPLOS DE EXERCÍCIOS SOBRE TESTE DE HIPÓTESE

8.4 Um professor está interessado em descobrir se um programa especial de estudo aumentaria os escores/pontos/resultados dos estudantes, num exame nacional. 14 estudantes foram selecionados e pareados/emparelhados de acordo com o QI e o desempenho escolar. Em cada par, um estudante foi selecionado aleatoriamente para participar do programa especial, com o outro estudante participando no programa comum. Ambos os programas terminaram ao mesmo tempo. Pouco depois, os estudantes fizeram o exame nacional. Os resultados estão a seguir:

Par de estudante

Quantidade de pontos obtidos pelo estudante, no exame nacional A Estudante participou no programa especial B Estudante participou no programa comum 1 66 60 2 82 79 3 96 92 4 72 73 5 78 75 6 82 80 7 67 69

Com um nível de significância de 5%, há evidência suficiente que indica ser o programa especial de estudo mais eficaz/eficiente/efetivo para aumentar os resultados/pontos/escores, no exame nacional, em média? Assuma aproximação normal para a população de diferenças.

(2)

Solução do 8.4: Dados do problema 8.4:

Par de estudante

Quantidade de pontos obtidos pelo estudante, no exame nacional

Diferença entre os pontos, em cada par de estudantes A Estudante participou no programa especial B Estudante participou no programa comum 1 66 60 6 2 82 79 3 3 96 92 4 4 72 73 -1 5 78 75 3 6 82 80 2 7 67 69 -2 • Nível de significância (

):

= 5% = 0,05

• População A: Todos os estudantes que participaram no programa especial de estudos • População B: Todos os estudantes que participaram no programa comum de estudos • Variável (X): Pontos obtidos por cada estudante

• Amostra da população A apresentou os resultados: XA: 66, 82, 96, 72, 78, 82, 67

• Amostra da população B apresentou os resultados: XB: 60, 79, 92, 73, 75, 80, 69

• Também é possível definir uma variável D: Diferença entre os pontos obtidos, em cada par de estudantes, ou seja, D: 6, 3, 4, -1, 3, 2, -2

• Parâmetros de interesse (

):

o

As médias populacionais (

):

A

e

B

o

A diferença entre as médias populacionais

A

e

B

.

Essa diferença será denotada por D, com D =

A

− 

B

.

• D ~ N (

D

, 𝜎

𝐷2

),

com a variância populacional 𝜎𝐷2 desconhecida. Em seu lugar, será usada a variância amostral

𝑠

𝐷2

.

• Hipóteses a serem testadas:

o Hipótese nula (H0): Não há diferença, em média, entre a pontuação dos estudantes

no programa especial e a pontuação dos estudantes no programa comum

o Hipótese alternativa (Ha): A pontuação dos estudantes, no programa especial de

estudos, é maior, em média, que a pontuação dos estudantes, no programa comum

(3)

3

H0:

A

= 

B versus Ha::

A

> 

B

Ou, ainda (que é preferível, pois o enunciado está falando que a diferença segue distribuição normal):

H0: D =

A

− 

B = 0 versus Ha:: D =

A

- 

B > 0 , pois afirma-se que

A

> 

B • Teste estatístico a ser utilizado:

Teste t-Student pareado/emparelhado, para amostras independentes, pois:

▪ A variável X (diferença entre a pontuação, nos dois programas) segue distribuição normal

▪ As amostras são pequenas (n < 30), pois são 7 alunos em cada par

▪ A amostragem foi pareada, isto é, a análise foi feita tomando pares de estudantes comparáveis

▪ As amostras são independentes, em cada par de estudantes

• Será admitido que as populações A e B seguem distribuição normal, para se usar o teste F e o teste t.

Resolução do 8.4:

1º passo: Cálculo das medidas estatísticas que resumem os dados: • Variável (X): Pontos obtidos por cada estudante

• XA: 66, 82, 96, 72, 78, 82, 67

• XB: 60, 79, 92, 73, 75, 80, 69

• D: 6, 3, 4, -1, 3, 2, -2 •

= 5% = 0,05

Tamanhos das amostras (n):

𝑛

𝐴

= 𝑛

𝐵

= 7

Médias amostrais:

𝑥̅

𝐴

=

66 + 82 + 96 + 72 + 78 + 82 + 67

7

≅ 77,57 pontos

𝑥̅

𝐵

=

60 + 79 + 92 + 73 + 75 + 80 + 69

(4)

Variâncias amostrais:

𝑠

𝐴2

=

(66 − 77,57)

2

+ (82 − 77,57)

2

+ ⋯ + (67 − 77,57)

2

7 − 1

≅ 109,29

𝑠

𝐵2

=

(60 − 75,43)

2

+ (79 − 75,43)

2

+ ⋯ + (69 − 75,43)

2

7 − 1

≅ 98,95

Desvios-padrões amostrais:

𝑠

𝐴

= √𝑠

𝐴2

= √109,29 ≅ 10,45 pontos

𝑠

𝐵

= √𝑠

𝐵2

= √98,95 ≅ 9,95 pontos

Resumo (summary): População Tamanho da amostra (n) Média amostral (𝑥̅) Variância amostral (s2) Desvio-padrão amostral (s) A (exame especial) 7 77,57 109,29 10,45 B (exame comum) 7 75,43 98,95 9,95

2º passo: Verificação se as variâncias populacionais

𝜎

𝐴2

e 𝜎

𝐵2 são iguais, estatisticamente. Usa-se o teste F para homogeneidade.

Hipóteses a serem testadas:

H0:

𝜎

𝐴2

= 𝜎

𝐵2

versus

Ha:

𝜎

𝐴2

≠ 𝜎

𝐵2

Estatística de teste:

𝐹 =

𝑠𝑚𝑎𝑖𝑜𝑟 2

𝑠𝑚𝑒𝑛𝑜𝑟2

Estatística de teste observada:

𝐹

𝑜𝑏𝑠

=

109,29

98,95

≅ 1,10

Estatística de teste tabelada:

o são 6 graus de liberdade tanto no numerador como no denominador, pois é 7 - 1 o o nível de significância é 5% = 0,05

o teste bicaudal, com 2,5% = 0,025 para cada lado

Pela tabela, tem-se:

(5)

5

Como

𝐹

𝑜𝑏𝑠

=

1,10

está entre esses dois valores, não rejeita-se

H

0

.

Logo, ao nível de 5% de significância, pode-se afirmar que há evidências amostrais de que as variâncias populacionais

𝜎

𝐴2

e

𝜎

𝐵2 são iguais, isto é, as distribuições de probabilidade das populações XA e XB são homogêneas.

3º passo: Verificação se as médias populacionais

Ae

B são iguais, estatisticamente. Neste caso, usa-se o teste t pareado para amostras independentes provenientes de populações homogêneas

Hipóteses a serem testadas:

H0:

A

= 

B

versus

Ha:

A

> 

B Ou, ainda:

H0: D =

A

− 

B = 0 versus Ha:: D =

A

- 

B > 0 , pois afirma-se que

A

> 

B Estatística de teste:

𝑡 =

(𝑥̅

𝐴

− 𝑥̅

𝐵

) − (𝜇

𝐴

− 𝜇

𝐵

)

𝑛

1

𝐴

+

1

𝑛

𝐵

∙ √

(𝑛

𝐴

− 1)𝑠

𝐴2

+ (𝑛

𝐵

− 1)𝑠

𝐵2

𝑛

𝐴

+ 𝑛

𝐵

− 2

Estatística de teste observada:

𝑡

𝑜𝑏𝑠

=

(77,57 − 75,43) − 0

√1

7

+

1

7

∙ √

(7 − 1) ∙ 109,29 + (7 − 1) ∙ 98,95

7 + 7 − 2

=

2,14

0,53 ∙ 10,20

≅ 0,40

Estatística de teste tabelada:

o são 12 graus de liberdade, pois é 7+7-2 o o nível de significância é 5% = 0,05

o teste unicaudal, devido à formulação da hipótese alternativa

(6)

𝑡

12; 0,05

= 1,78

(cauda direita, devido à formulação da hipótese alternativa) Como

𝑡

𝑜𝑏𝑠

= 0,40

é menor que

𝑡

𝑡𝑎𝑏𝑒𝑙𝑎𝑑𝑜 =

𝑡

12; 0,05

= 1,78

, não rejeita-se

H

0

.

Logo, ao nível de 5% de significância, pode-se afirmar que há evidências amostrais de que as médias populacionais

A

e 

B são iguais

Conclusão do 8.4:

Ao nível de significância de 5% e usando o teste t pareado para duas amostras independentes, provenientes de populações homogêneas, é possível afirmar que há evidências amostrais de que os programas de estudo, o especial e o comum, não são diferentes entre si, em média.

(7)

8.7 O gerente de uma grande rede de lojas desejou estudar se a publicidade/anúncio/propaganda tende a aumentar as vendas de um produto. Seis pares de lojas foram selecionadas, cada par comparável em tamanho e em vendas referentes a esse produto. Para cada par, uma das lojas foi selecionada aleatoriamente para publicar/anunciar o produto, enquanto a outra loja não o publicou. Os seguintes resultados representam a quantidade desses produtos vendidos, durante uma semana.

Par de lojas

Quantidade de determinado produto vendido, durante uma semana A

Loja anunciou o produto

B

Loja não anunciou o produto

1 12 9 2 17 12 3 8 10 4 20 18 5 7 8 6 13 10

Note que  x = 10 e  x2 = 52. Há evidência suficiente para sugerir que o programa

publicitário é eficaz/eficiente? Use um nível de significância de 10%. Assuma aproximação normal para a população de diferenças.

(8)

Solução do 8.7: Dados do problema 8.7:

Par de lojas

Quantidade de determinado produto vendido, durante uma semana

Diferença entre a quantidade de produto vendido, em cada par de loja A

Loja anunciou o produto

B

Loja não anunciou o produto 1 12 9 3 2 17 12 5 3 8 10 -2 4 20 18 2 5 7 8 -1 6 13 10 3 • Nível de significância (

):

= 10% = 0,1

• População A: Quantidade do produto vendido nas lojas com publicidade do produto • População B: Quantidade do produto vendido nas lojas sem publicidade do produto • Variável (X): Quantidade do produto vendido em cada loja

• Amostra da população A apresentou os resultados: XA: 12, 17, 8, 20, 7, 13

• Amostra da população B apresentou os resultados: XB: 9, 12, 10, 18, 8, 10

• Também é possível definir uma variável D: Diferença entre as quantidades vendidas, em cada par de lojas, ou seja, D: 3, 5, -2, 2, -1, 3

• Parâmetros de interesse (

):

o As médias populacionais (

):

A

e 

B

o A diferença entre as médias populacionais

A

e 

B

.

Essa diferença será denotada por D, com D =

A

− 

B

.

• D ~ N (

D

, 𝜎

𝐷2

),

com a variância populacional 𝜎𝐷2 desconhecida. Em seu lugar, será usada a variância amostral

𝑠

𝐷2

.

• Hipóteses a serem testadas:

o Hipótese nula (H0): Não há diferença, em média, entre a quantidade de produto

vendido nas lojas que usaram publicidade e a quantidade de produto vendido nas que não usaram publicidade

o Hipótese alternativa (Ha): A quantidade de produto vendido nas lojas que usaram

publicidade é maior, em média, que a quantidade de produto vendido nas lojas que não usaram publicidade

(9)

9

H0:

A

= 

B versus Ha::

A

> 

B

Ou, ainda (que é preferível, pois o enunciado está falando que a diferença segue distribuição normal):

H0: D =

A

− 

B = 0 versus Ha:: D =

A

- 

B > 0 • Teste estatístico a ser utilizado:

Teste t-Student pareado/emparelhado, para amostras independentes, pois:

o A variável X (diferença entre a pontuação, nos dois programas) segue distribuição normal

o As amostras são pequenas (n < 30), pois são apenas 6 lojas em cada par

o A amostragem foi pareada, isto é, a análise foi feita tomando pares de lojas comparáveis

o As amostras são independentes, em cada par de lojas

• Será admitido que as populações A e B seguem distribuição normal, para se usar o teste F e o teste t.

Resolução do 8.7:

1º passo: Cálculo das medidas estatísticas que resumem os dados, descritivamente: • Variável (X): Quantidade do produto vendido em cada loja

• XA: 12, 17, 8, 20, 7, 13

• XB: 9, 12, 10, 18, 8, 10

• D: 3, 5, -2, 2, -1, 3 •

= 10% = 0,1

Tamanhos das amostras (n):

𝑛

𝐴

= 𝑛

𝐵

= 6

Médias amostrais:

𝑥̅

𝐴

=

12 + 17 + 8 + 20 + 7 + 13

6

≅ 12,83 quantidade do produto

𝑥̅

𝐵

=

9 + 12 + 10 + 18 + 8 + 10

(10)

Variâncias amostrais:

𝑠

𝐴2

=

(12−12,83)2+(17−12,83)2+⋯+(13−12,83)2 6−1

≅ 25,37

𝑠

𝐵2

=

(9−11,17)2+(12−11,17)2+⋯+(10−11,17)2 6−1

≅12,97

Desvios-padrões amostrais:

𝑠

𝐴

= √𝑠

𝐴2

= √25,37 ≅ 5,04 quantidade do produto

𝑠

𝐵

= √𝑠

𝐵2

= √12,97 ≅ 3,60 quantidade do produto

Resumo (summary): População Tamanho da amostra (n) Média amostral (𝑥̅) Variância amostral (s2) Desvio-padrão amostral (s) A (exame especial) 6 12,83 25,37 5,04 B (exame comum) 6 11,17 12,97 3,60

2º passo: Verificação se as variâncias populacionais

𝜎

𝐴2

e 𝜎

𝐵2 são iguais, estatisticamente. Usa-se o teste F para homogeneidade.

Hipóteses a serem testadas:

H0:

𝜎

𝐴2

= 𝜎

𝐵2

versus

Ha:

𝜎

𝐴2

≠ 𝜎

𝐵2

Estatística de teste:

𝐹 =

𝑠𝑚𝑎𝑖𝑜𝑟 2

𝑠𝑚𝑒𝑛𝑜𝑟2

Estatística de teste observada:

𝐹

𝑜𝑏𝑠

=

25,37

12,97

≅ 1,96

Estatística de teste tabelada:

o são 5 graus de liberdade tanto no numerador como no denominador, pois é 6 - 1 o o nível de significância é 10% = 0,1

o teste bicaudal, com 5% = 0,5 para cada lado

Pela tabela, tem-se:

(11)

11

Como

𝐹

𝑜𝑏𝑠

= 1,96

está entre esses dois valores, não rejeita-se

H

0

.

Logo, ao nível de 10% de significância, pode-se afirmar que há evidências amostrais de que as variâncias populacionais

𝜎

𝐴2

e

𝜎

𝐵2 são iguais, isto é, as distribuições de probabilidade das populações XA e XB são homogêneas.

3º passo: Verificação se as médias populacionais

A e

B são iguais, estatisticamente. Usa-se o teste t pareado para duas amostras independentes, provenientes de populações homogêneas.

Hipóteses a serem testadas:

H0:

A

= 

B

versus

Ha:

A

> 

B Ou, ainda:

H0: D =

A

− 

B = 0 versus Ha:: D =

A

- 

B > 0 , pois afirma-se que

A

> 

B Estatística de teste:

𝑡 =

(𝑥̅

𝐴

− 𝑥̅

𝐵

) − (𝜇

𝐴

− 𝜇

𝐵

)

𝑛

1

𝐴

+

1

𝑛

𝐵

∙ √

(𝑛

𝐴

− 1)𝑠

𝐴2

+ (𝑛

𝐵

− 1)𝑠

𝐵2

𝑛

𝐴

+ 𝑛

𝐵

− 2

Estatística de teste observada:

𝑡

𝑜𝑏𝑠

=

(12,83 − 11,17) − 0

√1

6

+

1

6

∙ √

(6 − 1) ∙ 25,37 + (6 − 1) ∙ 12,97

6 + 6 − 2

=

1,66

0,58 ∙ 4,38

≅ 0,65

Estatística de teste tabelada:

o são 10 graus de liberdade, pois é 6+6-2 o o nível de significância é 10% = 0,1

o teste unicaudal, devido à formulação da hipótese alternativa

(12)

𝑡

10; 0,1

= 1,37

(cauda direita, devido à formulação da hipótese alternativa) Como

𝑡

𝑜𝑏𝑠

= 0,65

é menor que

𝑡

𝑡𝑎𝑏𝑒𝑙𝑎𝑑𝑜 =

𝑡

10; 0,1

= 1,37

, não rejeita-se

H

0

.

Logo, ao nível de 10% de significância, pode-se afirmar que há evidências amostrais de que as médias populacionais

A

e 

B são iguais

Conclusão do 8.7:

Ao nível de significância de 10% e usando o teste t pareado para duas amostras independentes, provenientes de populações homogêneas, é possível afirmar que há evidências amostrais de que a quantidade de produto vendido, nas lojas que fizeram a publicidade do produto, não é diferente da quantidade de produto vendido nas lojas que não fizeram a publicidade dele, em média. Ou seja, a publicidade não impacta as vendas desse produto, em média.

(13)

8.14 Duas escolas de negócios, A e B, relataram os seguintes resumos de pontos/escores para a aptidão verbal, no teste de aptidão em gestão de pós-graduação (GMAT):

Escola Tamanho da amostra ( n ) Média amostral (

𝑥̅

) Variância amostral ( s2)

A 201 34,75 48,59

B 115 33,74 30,68

Ao nível de significância de 5%, há evidência suficiente para acreditar que há diferença entre as médias populacionais?

a) Use a aproximação clássica b) Use a aproximação p-valor

Solução do 8.14: Dados do problema 8.14:

Escola

Tamanho da amostra ( n ) (número de estudantes que

submeteram-se ao teste)

Média amostral (

𝑥̅

) (da pontuação obtida

no teste)

Variância amostral ( s2)

(da pontuação obtida no teste)

A 201 34,75 48,59

B 115 33,74 30,68

= 5% = 0,05

• Variável (X): Pontos no teste de aptidão verbal, obtidos por cada estudante • Parâmetro de interesse (

): a média populacional (

)

• Hipóteses a serem testadas:

o Hipótese nula (H0): Não há diferença, em média, entre a quantidade de pontos dos

estudantes da escola A e a quantidade de pontos dos estudantes da escola B

o Hipótese alternativa (Ha): Há diferença, em média, entre a quantidade de pontos dos

(14)

Ou, mais simplesmente:

H0:

A

= 

B versus Ha::

A

≠ 

B • Teste estatístico a ser utilizado:

Deveria ser o teste t, pois a variância populacional ( 2 ) é desconhecida e, em seu

lugar, será utilizada a variância amostral (s2), mas como as amostras são grandes (n > 30)

pode ser utilizado o teste Z, uma vez que os valores da estatística t são muito próximos dos valores da estatística z, quando n > 30.

Resolução do 8.14:

1º passo: Encontrar as medidas estatísticas que resumem os dados, descritivamente: • Variável (X): Pontos no teste de aptidão verbal, obtidos por cada estudante • Tamanho das amostras

: 𝑛

𝐴

= 201 e 𝑛

𝐵

= 115

• Médias amostrais

: 𝑥̅

𝐴

=

34,75

e 𝑥̅

𝐵

=

33,74 • Variâncias amostrais:

𝑠

𝐴2

=

48,59

e 𝑠

𝐵2

=

30,68 • Desvios-padrões amostrais:

𝑠

𝐴

=

6,97

e 𝑠

𝐵

=

5,54 •

Nível de significância do teste de hipótese: 

= 5% = 0,05

2º passo: Teste estatístico a ser utilizado:

Teste Z para duas amostras independentes, pois as amostras são grandes (n > 30) e independentes.

3º passo: Verificação se as médias populacionais

A e

B são iguais, estatisticamente. O teste Z será bicaudal, devido à formulação da hipótese alternativa.

Hipóteses a serem testadas:

H0:

A

= 

B versus Ha::

A

≠ 

B

(15)

15

𝑍 =

(𝑥̅

𝐴

− 𝑥̅

𝐵

) − (𝜇

𝐴

− 𝜇

𝐵

)

𝑠

𝐴 2

𝑛

𝐴

+

𝑠

𝐵2

𝑛

𝐵 Estatística de teste observada:

𝑍 =

(𝑥̅

𝐴

− 𝑥̅

𝐵

) − (𝜇

𝐴

− 𝜇

𝐵

)

𝑠

𝐴 2

𝑛

𝐴

+

𝑠

𝐵2

𝑛

𝐵

=

(34,75 − 33,74) − 0

48,59

201

+

30,68

115

1,01

√0,24 + 0,27

≅ 1,41

a) Aproximação clássica:

Estatística de teste tabelada:

o o nível de significância é 5% = 0,05

o teste bicaudal, devido à formulação da hipótese alternativa

Pela tabela, tem-se:

−𝑧

0,025

= −

1,96 (cauda esquerda) e

𝑧

0,025

=

1,96 (cauda direita)

Como

𝑧

𝑜𝑏𝑠

= 1,41

está entre

−𝑧

𝑡𝑎𝑏𝑒𝑙𝑎𝑑𝑜 =−1,96 e

𝑧

𝑡𝑎𝑏𝑒𝑙𝑎𝑑𝑜 =1,96, não rejeita-se

H

0

.

Logo, ao nível de 5% de significância, pode-se afirmar que há evidências amostrais de que as médias populacionais

A

e 

B são iguais.

b) Aproximação p-valor:

P-valor = Probabilidade de z <

1,41 + Probabilidade de z > 1,41, ou seja, P-valor = P(z <

1,41) + P(z > 1,41).

Pela tabela da distribuição normal, tem-se: P-valor

2(0,5-0,42073)

0,159

(16)

Como P-valor

0,159 é maior que o nível de significância 0,05 desejado, não rejeita-se H0. Ou seja, há uma probabilidade alta, de 15,9%, aproximadamente, de se obter os resultados

amostrais observados.

Conclusão do 8.14:

Usando o teste Z para duas amostras independentes, pode-se dizer que não há diferença, em média, entre a quantidade de pontos dos estudantes da escola A e a quantidade de pontos dos estudantes da escola B, tanto pela aproximação clássica, ao nível de significância de 5%, como pela aproximação P-valor.

(17)

8.16 O responsável pelo departamento de recursos humanos de uma grande corporação alegou que os universitários que se candidatavam a empregos, na empresa, no ano corrente, tendiam a ter mais alta pontuação, em média, do que aqueles que se candidataram no ano anterior. Amostras provenientes de grupos de candidatos apresentaram os seguintes resultados:

Ano Tamanho da amostra ( n ) Média amostral ( 𝑥̅ ) Desvio-padrão amostral ( s)

Ano corrente (A) 60 2,98 0,40

Ano anterior (B) 52 2,80 0,50

Há suficiente evidência para justificar a alegação, ao nível de 5% de significância? a) Use a aproximação clássica b) Use a aproximação p-valor

Solução do 8.16: Dados do problema 8.16:

= 5% = 0,05

• Variável (X): Pontuação dos candidatos a empregos, numa empresa • Parâmetro de interesse (

): a média populacional (

)

• Hipóteses a serem testadas:

H0:

A

= 

B versus Ha::

A

> 

B • Teste estatístico a ser utilizado

Deveria ser o teste t, pois a variância populacional ( 2 ) é desconhecida e, em seu

lugar, será utilizada a variância amostral (s2), mas como as amostras são grandes (n > 30)

pode ser utilizado o teste Z, uma vez que os valores da estatística t são muito próximos dos valores da estatística z, quando n > 30.

(18)

Resolução do 8.16:

1º passo: Encontrar as medidas estatísticas que resumem os dados, descritivamente:

• Variável (X): Pontuação de cada candidato a empregos, numa empresa • Tamanho das amostras

: 𝑛

𝐴

= 60 e 𝑛

𝐵

= 52

• Médias amostrais

: 𝑥̅

𝐴

= 2,98

e 𝑥̅

𝐵

= 2,80

• Desvios-padrões amostrais:

𝑠

𝐴

= 0,40

e 𝑠

𝐵

= 0,50

• Variâncias amostrais:

𝑠

𝐴2

= 0,16

e 𝑠

𝐵2

= 0,25

Nível de significância do teste de hipótese: 

= 5% = 0,05

2º passo: Teste estatístico a ser utilizado:

Teste Z para duas amostras independentes, pois as amostras são grandes (n > 30) e independentes.

3º passo: Verificação se as médias populacionais

A e

B são iguais, estatisticamente. O teste Z será unicaudal, devido à formulação da hipótese alternativa.

Hipóteses a serem testadas:

H0:

A

= 

B versus Ha::

A

> 

B Estatística de teste:

𝑍 =

(𝑥̅

𝐴

− 𝑥̅

𝐵

) − (𝜇

𝐴

− 𝜇

𝐵

)

𝑠

𝐴 2

𝑛

𝐴

+

𝑠

𝐵2

𝑛

𝐵 Estatística de teste observada:

𝑍 =

(𝑥̅

𝐴

− 𝑥̅

𝐵

) − (𝜇

𝐴

− 𝜇

𝐵

)

𝑠

𝐴 2

𝑛

𝐴

+

𝑠

𝐵2

𝑛

𝐵

=

(2,98 − 2,80) − 0

0,16

60

+

0,25

52

0,18

√2,67 + 4,81

≅ 0,07

(19)

19 a) Aproximação clássica:

Estatística de teste tabelada:

o o nível de significância é 5% = 0,05

o teste unicaudal, devido à formulação da hipótese alternativa

Pela tabela, tem-se:

𝑧

0,05

=

1,64 (cauda direita, devido à formulação da hipótese alternativa) Como 𝑧𝑜𝑏𝑠 = 0,07 é menor que

𝑧

𝑡𝑎𝑏𝑒𝑙𝑎𝑑𝑜 =1,64, não rejeita-se

H

0

.

Logo, ao nível de 5% de significância, pode-se afirmar que há evidências amostrais de que as médias populacionais

A

e 

B são iguais.

b) Aproximação p-valor:

P-valor = Probabilidade de z > 0,066, ou seja, P-valor = P(z > 0,07)

Pela tabela da distribuição normal, tem-se: P-valor

0,5 – 0,0279

0,4721

Como P-valor

0,4721 é maior que o nível de significância 0,05 desejado, não rejeita-se H0. Ou seja, há uma probabilidade alta, de 47,2%, aproximadamente, de se obter os resultados

amostrais observados.

Conclusão do 8.16:

Usando o teste Z para duas amostras independentes, pode-se dizer que não há diferença, em média, entre a pontuação dos candidatos a empregos, naquela empresa, no ano corrente, e a pontuação dos candidatos, no ano anterior, tanto pela aproximação clássica, ao nível de significância de 5%, como pela aproximação P-valor.

(20)

8.21

a) Os seguintes dados sustentam a crença que a média da população A é diferente da média da população B? Assuma aproximação normal para as populações, e conclua o teste usando 5% de nível de significância.

População Tamanho da amostra ( n ) Média amostral (

𝑥̅

) Variância amostral ( s2)

A 8 83 21

(21)

21

Solução do 8.21 item a: Dados do problema 8.21 item a:

= 5% = 0,05

• Variável (X): desconhecida

• XA ~ N (

A

,

𝜎

𝐴2

) e

XB ~ N (

B

,

𝜎

𝐵2

) ,

com as variâncias populacionais

𝜎

𝐴2 e

𝜎

𝐵2 desconhecidas; em seus lugares serão usadas as variâncias amostrais

𝑠

𝐴2 e

𝑠

𝐵2

.

As médias populacionais

A e

B são também desconhecidas, sendo desejado saber se elas são iguais. • Parâmetros de interesse (

):

As médias populacionais (

):

A e

B • Hipóteses a serem testadas:

H0:

A

= 

B versus Ha::

A

≠ 

B • Teste estatístico a ser utilizado:

Teste t, pois:

▪ as variâncias populacionais

𝜎

𝐴2 e

𝜎

𝐵2 são desconhecidas

,

▪ as amostras são pequenas (n < 30),

▪ as populações têm distribuição normal.

Resolução do 8.21, item a:

1º passo: Encontrar as medidas estatísticas que resumem os dados, descritivamente: • Variável (X): desconhecida

• Tamanho das amostras

: 𝑛

𝐴

= 8 e 𝑛

𝐵

= 12

• Médias amostrais

: 𝑥̅

𝐴

=

83

e 𝑥̅

𝐵

= 80

• Variâncias amostrais:

𝑠

𝐴2

= 21

e 𝑠

𝐵2

= 5

• Desvios-padrões amostrais:

𝑠

𝐴

=

4,58

e 𝑠

𝐵

=

2,24 •

Nível de significância do teste de hipótese: 

= 5% = 0,05

(22)

2º passo: Verificação se as variâncias populacionais

𝜎

𝐴2 e

𝜎

𝐵2 são iguais, estatisticamente.

Usa-se o teste F para homogeneidade.

Hipóteses a serem testadas:

H0:

𝜎

𝐴2

= 𝜎

𝐵2

versus

Ha:

𝜎

𝐴2

≠ 𝜎

𝐵2

Estatística de teste:

𝐹 =

𝑠𝑚𝑎𝑖𝑜𝑟 2

𝑠𝑚𝑒𝑛𝑜𝑟2

Estatística de teste observada:

𝐹

𝑜𝑏𝑠

=

21

5

= 4,2

Estatística de teste tabelada:

o são 7 graus de liberdade no numerador e 11 graus de liberdade no denominador o o nível de significância é 5% = 0,05

o teste bicaudal, com 2,5% = 0,025 para cada lado

Pela tabela, tem-se:

𝐹

7; 11; 0,025

=

0,21 (cauda esquerda) e 𝐹7; 11; 0,025= 3,76 (cauda direita) Como

𝐹

𝑜𝑏𝑠

= 4,2

está acima de 3,76, rejeita-se

H

0

.

Logo, ao nível de 5% de significância, pode-se afirmar que há evidências amostrais de que as variâncias populacionais

𝜎

𝐴2

e

𝜎

𝐵2 são diferentes, isto é, as distribuições de probabilidade das populações XA e XB não são homogêneas.

3º passo: Verificação se as médias populacionais

A e

B são iguais, estatisticamente.

Neste caso, usa-se o teste t não-pareado para amostras independentes, provenientes

de populações não homogêneas

Hipóteses a serem testadas:

H0:

A

= 

B

versus

Ha:

A

≠ 

B Ou, ainda:

(23)

23 Estatística de teste:

𝑡 =

(𝑥̅

𝐴

− 𝑥̅

𝐵

) − (𝜇

𝐴

− 𝜇

𝐵

)

𝑠

𝐴 2

𝑛

𝐴

+

𝑠

𝐵2

𝑛

𝐵 Estatística de teste observada:

𝑡

𝑜𝑏𝑠

=

(𝑥̅

𝐴

− 𝑥̅

𝐵

) − (𝜇

𝐴

− 𝜇

𝐵

)

𝑠

𝐴 2

𝑛

𝐴

+

𝑠

𝐵2

𝑛

𝐵

=

(83 − 80) − 0

21

8

+

12

5

3

√2,63 + 0,42

≅ 1,72

Estatística de teste tabelada:

o são 7 graus de liberdade, pois refere-se à 8-1=7, da menor amostra o o nível de significância é 5% = 0,05

o teste bicaudal, devido à formulação da hipótese alternativa

Pela tabela, tem-se:

−𝑡

7; 0,025

= − 2,36

(cauda esquerda) e

𝑡

7; 0,025

= 2,36

(cauda direita) Como

𝑡

𝑜𝑏𝑠

= 1,72

está entre

2,36 e 2,36, não rejeita-se

H

0

.

Logo, ao nível de 5% de significância, pode-se afirmar que há evidências amostrais de que as médias populacionais

A

e 

B são iguais.

Conclusão do 8.21, item a:

Ao nível de significância de 5% e usando o teste t não-pareado para duas amostras independentes, provenientes de populações não-homogêneas, é possível afirmar que há evidências amostrais de que as médias populacionais são iguais.

(24)

8.21, item b) Os seguintes dados sustentam a crença que a média da população A é maior do que a média da população B? Assuma aproximação normal para as populações, e conclua o teste usando 1% de nível de significância.

População Tamanho da amostra ( n ) Média amostral (

𝑥̅

) Variância amostral ( s2)

A 15 46 39

B 13 41 17

Solução 8.21, item b: Dados do problema 8.21, item b:

= 1% = 0,01

• Variável (X): desconhecida

• XA ~ N (

A

, 𝜎

𝐴2

) e

XB ~ N (

B

, 𝜎

𝐵2

),

com

𝜎

𝐴2 e

𝜎

𝐵2 desconhecidas • Parâmetro de interesse (

): a média populacional (

)

• Hipóteses a serem testadas:

H0:

A

= 

B versus Ha::

A

> 

B • Teste estatístico a ser utilizado:

Teste t, pois:

▪ as variâncias populacionais

𝜎

𝐴2 e

𝜎

𝐵2 são desconhecidas (em seus lugares serão usadas as variâncias amostrais

𝑠

𝐴2 e

𝑠

𝐵2

);

▪ as amostras são pequenas (n < 30); ▪ as populações têm distribuição normal

Resolução do 8.21, item b:

1º passo: Encontrar as medidas estatísticas que resumem os dados, descritivamente: • Variável (X): desconhecida

• Tamanho das amostras

: 𝑛

𝐴

= 15 e 𝑛

𝐵

= 13

• Médias amostrais

: 𝑥̅

𝐴

=

46

e 𝑥̅

𝐵

= 41

• Variâncias amostrais:

𝑠

𝐴2

= 39

e 𝑠

𝐵2

= 17

• Desvios-padrões amostrais:

𝑠

𝐴

=

6,24

e 𝑠

𝐵

=

4,12 •

Nível de significância do teste de hipótese: 

= 1% = 0,01

(25)

25

2º passo: Verificação se as variâncias populacionais

𝜎

𝐴2 e

𝜎

𝐵2 são iguais, estatisticamente.

Usa-se o teste F para homogeneidade.

Hipóteses a serem testadas:

H0:

𝜎

𝐴2

= 𝜎

𝐵2

versus

Ha:

𝜎

𝐴2

≠ 𝜎

𝐵2

Estatística de teste:

𝐹 =

𝑠𝑚𝑎𝑖𝑜𝑟 2

𝑠𝑚𝑒𝑛𝑜𝑟2

Estatística de teste observada:

𝐹

𝑜𝑏𝑠

=

39

17

= 2,29

Estatística de teste tabelada:

o são 14 graus de liberdade no numerador e 12 graus de liberdade no denominador o o nível de significância é 1% = 0,01

o teste bicaudal, com 0,5% para cada lado

Pela tabela, tem-se:

𝐹

14; 12; 0,005

=

0,23 (cauda esquerda) e 𝐹14; 12; 0,005= 4,77 (cauda direita) Como

𝐹

𝑜𝑏𝑠

= 2,29

está entre 0,23 e 4,77, não se rejeita

H

0

.

Logo, ao nível de 1% de significância, pode-se afirmar que há evidências amostrais de que as variâncias populacionais

𝜎

𝐴2

e

𝜎

𝐵2 são iguais, isto é, as distribuições de probabilidade das populações XA e XB são homogêneas.

3º passo: Verificação se as médias populacionais

A e

B são iguais, estatisticamente.

Neste caso, usa-se o teste t não-pareado para amostras independentes, provenientes

de populações homogêneas

Hipóteses a serem testadas:

H0:

A

= 

B

versus

Ha:

A

> 

B Ou, ainda:

(26)

Estatística de teste:

𝑡 =

(𝑥̅

𝐴

− 𝑥̅

𝐵

) − (𝜇

𝐴

− 𝜇

𝐵

)

1

𝑛

𝐴

+

1

𝑛

𝐵

∙ √

(𝑛

𝐴

− 1)𝑠

𝐴2

+ (𝑛

𝐵

− 1)𝑠

𝐵2

𝑛

𝐴

+ 𝑛

𝐵

− 2

Estatística de teste observada:

𝑡

𝑜𝑏𝑠

=

(46 − 41) − 0

√ 1

15

+

1

13

∙ √

(15 − 1) ∙ 39 + (13 − 1) ∙ 17

15 + 13 − 2

=

5

0,38 ∙ 5,37

≅ 2,45

Estatística de teste tabelada:

o são 26 graus de liberdade, pois é 15+13-2 o o nível de significância é 1% = 0,01

o teste unicaudal, devido à formulação da hipótese alternativa

Pela tabela, tem-se:

𝑡

26; 0,1

= 2,48

(cauda direita, devido à formulação da hipótese alternativa) Como

𝑡

𝑜𝑏𝑠

= 2,45

é menor que

𝑡

𝑡𝑎𝑏𝑒𝑙𝑎𝑑𝑜 =

𝑡

26; 0,1

= 2,48

, não rejeita-se

H

0

.

Logo, ao nível de 1% de significância, pode-se afirmar que há evidências amostrais de que as médias populacionais

A

e 

B são iguais

Conclusão do 8.21, item b:

Ao nível de significância de 1% e usando o teste t não-pareado para duas amostras independentes, provenientes de populações homogêneas, é possível afirmar que há evidências amostrais de que as médias populacionais são iguais.

(27)

27

8.21, item c) Os seguintes dados sustentam a crença que a média da população A é menor do que a média da população B? Assuma aproximação normal para as populações, e conclua o teste usando 10% de nível de significância.

População Tamanho da amostra ( n ) Média amostral (

𝑥̅

) Variância amostral ( s2)

A 10 180 70

B 7 200 340

Solução do 8.21, item c: Dados do problema 8.21, item c:

= 10% = 0,1

• Variável (X): desconhecida

• XA ~ N (

A

, 𝜎

𝐴2

) e

XB ~ N (

B

, 𝜎

𝐵2

) ,

com

𝜎

𝐴2

e 𝜎

𝐵2 desconhecidas • Parâmetro de interesse (

): a média populacional (

)

• Hipóteses a serem testadas:

H0:

A

= 

B versus Ha::

A

< 

B • Teste estatístico a ser utilizado:

Teste t, pois:

▪ as variâncias populacionais

𝜎

𝐴2 e

𝜎

𝐵2 são desconhecidas (em seus lugares serão usadas as variâncias amostrais

𝑠

𝐴2 e

𝑠

𝐵2

),

▪ as amostras são pequenas (n < 30), ▪ as populações têm distribuição normal.

Resolução do 8.21, item c:

1º passo: Encontrar as medidas estatísticas que resumem os dados, descritivamente: • Variável (X): desconhecida

• Tamanho das amostras

: 𝑛

𝐴

= 10 e 𝑛

𝐵

= 7

• Médias amostrais

: 𝑥̅

𝐴

=

180

e 𝑥̅

𝐵

= 200

• Variâncias amostrais:

𝑠

𝐴2

= 70

e 𝑠

𝐵2

=

340

• Desvios-padrões amostrais:

𝑠

𝐴

=

8,37

e 𝑠

𝐵

=

18,44 •

Nível de significância do teste de hipótese: 

= 10% = 0,1

(28)

2º passo: Verificação se as variâncias populacionais

𝜎

𝐴2 e

𝜎

𝐵2 são iguais, estatisticamente.

Usa-se o teste F para homogeneidade.

Hipóteses a serem testadas:

H0:

𝜎

𝐴2

= 𝜎

𝐵2

versus

Ha:

𝜎

𝐴2

≠ 𝜎

𝐵2

Estatística de teste:

𝐹 =

𝑠𝑚𝑎𝑖𝑜𝑟 2

𝑠𝑚𝑒𝑛𝑜𝑟2

Estatística de teste observada:

𝐹

𝑜𝑏𝑠

=

340

70

= 4,86

Estatística de teste tabelada:

o são 6 graus de liberdade no numerador e 9 graus de liberdade no denominador o o nível de significância é 10% = 0,1

o teste bicaudal, com 5% para cada cauda

Pela tabela, tem-se:

𝐹

6; 9; 0,05

=

0,24 (cauda esquerda) e

𝐹

6; 9; 0,05

=

3,38 (cauda direita) Como

𝐹

𝑜𝑏𝑠

= 4,86

está acima de 3,38, rejeita-se

H

0

.

Logo, ao nível de 10% de significância, pode-se afirmar que há evidências amostrais de que as variâncias populacionais

𝜎

𝐴2

e

𝜎

𝐵2 são diferentes, isto é, as distribuições de probabilidade das populações XA e XB não são homogêneas.

3º passo: Verificação se as médias populacionais

A e

B são iguais, estatisticamente.

Neste caso, usa-se o teste t não-pareado para amostras independentes, provenientes

de populações não-homogêneas

Hipóteses a serem testadas:

H0:

A

= 

B

versus

Ha:

A

< 

B Ou, ainda:

(29)

29 Estatística de teste:

𝑡 =

(𝑥̅

𝐴

− 𝑥̅

𝐵

) − (𝜇

𝐴

− 𝜇

𝐵

)

𝑠

𝐴 2

𝑛

𝐴

+

𝑠

𝐵2

𝑛

𝐵 Estatística de teste observada:

𝑡

𝑜𝑏𝑠

=

(𝑥̅

𝐴

− 𝑥̅

𝐵

) − (𝜇

𝐴

− 𝜇

𝐵

)

𝑠

𝐴 2

𝑛

𝐴

+

𝑠

𝐵2

𝑛

𝐵

=

(180 − 200) − 0

70

10

+

340

7

−20

√7 + 48,57

≅ −2,68

Estatística de teste tabelada:

o são 6 graus de liberdade, pois refere-se à 7-1 = 6, da menor amostra o o nível de significância é 10% = 0,1

o teste unicaudal, devido à formulação da hipótese alternativa

Pela tabela, tem-se:

−𝑡

6; 0,1

= − 1,44

(cauda esquerda)

Como

𝑡

𝑜𝑏𝑠

= −2,68

está abaixo de

−1,44

, rejeita-se

H

0

.

Logo, ao nível de 10% de significância, pode-se afirmar que há evidências amostrais de que a média populacional

A

é menor que a média populacional 

B.

Conclusão do 8.21, item c:

Ao nível de significância de 10% e usando o teste t não-pareado para duas amostras independentes, provenientes de populações não-homogêneas, é possível afirmar que há evidências amostrais de que a média da população A é menor que a média da população B.

(30)

8.22 O prefeito da cidade A alegou que não houve diferença, em média, da qualidade do ar entre as cidades A e B, baseado numa medição da qualidade do ar. Amostras independentes de cada cidade apresentaram os seguintes dados:

Cidade Tamanho da amostra ( n ) Média amostral (

𝑥̅

) Variância amostral ( s2)

A 11 3,8 0,39

B 11 3,5 0,10

Assuma que as populações são aproximadamente normais. Usando um nível de significância de 5%, teste a alegação.

Solução: Dados do problema:

= 5% = 0,05

• Variável (X): Qualidade do ar

• XA ~ N (

A

, 𝜎

𝐴2

) e

XB ~ N (

B

, 𝜎

𝐵2

) ,

com

𝜎

𝐴2 e

𝜎

𝐵2 desconhecidas • Parâmetro de interesse (

): a média populacional (

)

• Hipóteses a serem testadas:

H0:

A

= 

B versus Ha::

A

≠ 

B

• Teste estatístico a ser utilizado: Teste t, pois as variâncias populacionais

𝜎

𝐴2 e

𝜎

𝐵2 são desconhecidas (em seus lugares serão usadas as variâncias amostrais

𝑠

𝐴2 e

𝑠

𝐵2

),

as amostras são pequenas (n < 30) e as populações têm distribuição normal

• Estatística de teste:

(31)

31

(32)

8.32 Um novo teste atuarial (A) foi desenvolvido como um possível substituto para o teste B. Uma atuária alegou que o tempo médio para concluir o novo teste era maior que o tempo médio requerido para concluir o teste B. Para testar a alegação, sete pessoas foram selecionadas para fazer o teste A e nove pessoas foram selecionadas para fazer o teste B. O resumo dos dados para o tempo de conclusão, em minutos, são os seguintes:

Teste Tamanho da amostra ( n ) Média amostral (

𝑥̅

) Variância amostral ( s2)

A 7 166 240

B 9 150 205

Conclua o teste com um nível de significância de 10%.

Solução: Dados do problema:

= 10% = 0,1

• Variável (X): Tempo para concluir o teste, em minutos

• XA ~ N (

A

, 𝜎

𝐴2

) e

XB ~ N (

B

, 𝜎

𝐵2

) ,

com

𝜎

𝐴2 e

𝜎

𝐵2 desconhecidas • Parâmetro de interesse (

): a média populacional (

)

• Hipóteses a serem testadas:

H0:

A

= 

B versus Ha::

A

> 

B

• Teste estatístico a ser utilizado: Teste t, pois as variâncias populacionais

𝜎

𝐴2 e

𝜎

𝐵2 são desconhecidas (em seus lugares serão usadas as variâncias amostrais

𝑠

𝐴2 e

𝑠

𝐵2

),

as amostras são pequenas (n < 30) e as populações têm distribuição normal

(33)

33 Resolução:

(34)

8.33 Os dados seguintes sustentam a crença que a média da população A é menor que a média da população B? Conclua o teste com 5% de nível de significância.

População Tamanho da amostra ( n ) Média amostral (

𝑥̅

) Variância amostral ( s2)

A 6 120 100 B 10 125 81 Solução: Dados do problema:

= 5% = 0,05 • Variável (X): desconhecida • XA ~ N (

A

, 𝜎

𝐴2

) e

XB ~ N (

B

, 𝜎

𝐵2

) ,

com

𝜎

𝐴2 e

𝜎

𝐵2 desconhecidas • Parâmetro de interesse (

): a média populacional (

)

• Hipóteses a serem testadas:

H0:

A

= 

B versus Ha::

A

< 

B

• Teste estatístico a ser utilizado: Teste t, pois as variâncias populacionais

𝜎

𝐴2 e

𝜎

𝐵2 são desconhecidas (em seus lugares serão usadas as variâncias amostrais

𝑠

𝐴2 e

𝑠

𝐵2

),

as amostras são pequenas (n < 30) e as populações têm distribuição normal

• Estatística de teste:

Resolução:

Referências

Documentos relacionados

Na Figura 6 apresenta-se a comparação do poder dos testes de Mann-Whitney, Galton, t de Student e o teste de sinais com postos proposto, para dados provenientes de duas amostras

Como o valor observado da estatística teste é 29.8 &gt; 7.88 então, para um nível de significância 0.005, rejeita-se a hipótese de homogeneidade entre as duas amostras, isto é,