• Nenhum resultado encontrado

Arte_6S_7A_EF_volume_1_(2014)

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Arte_6S_7A_EF_volume_1_(2014)"

Copied!
82
0
0

Texto

(1)

6

6

a

a

SÉRIE 7

SÉRIE 7

o

o

 A

 A

N

N

O

O

E

E

N

N

S

S

IN

IN

O

O

F

F

UN

UN

D

D

A

A

M

M

E

E

N

N

T

T

A

A

L

L

A

A

N

N

O

O

S

S

F

F

IN

IN

A

A

IS

IS

Caderno do Aluno

Caderno do Aluno

 V

 V

olume

olume

1

1

 A

 A

R

R

T

T

E

E

Linguagens

Linguagens

(2)

MA

MA

TERIAL DE APO

TERIAL DE APO

IO AO

IO AO

CURRÍCULO DO ESTADO DE SÃO PAULO

CURRÍCULO DO ESTADO DE SÃO PAULO

CADERNO DO ALUNO

CADERNO DO ALUNO

ARTE

ARTE

ENSINO FUNDAMENT

ENSINO FUNDAMENTAL –

AL –

ANOS FINAIS

ANOS FINAIS

6

6

aa

 SÉRIE/7

 SÉRIE/7

oo

 A

 ANO

NO

VOLUME 1

VOLUME 1

Nova edição Nova edição 2014-2017 2014-2017 São Paulo São Paulo

(3)

Geraldo Alckmin

Geraldo Alckmin

 Vice-Governador 

 Vice-Governador  Guilherme Afif Domingos

Guilherme Afif Domingos

Secretário da Educação Secretário da Educação Herman Voorwald Herman Voorwald Secretário-Adjunto Secretário-Adjunto  João Cardoso Palma Filho

 João Cardoso Palma Filho

Chefe de Gabinete

Chefe de Gabinete Fernando Padula Novaes

Fernando Padula Novaes

Subsecretária de Articulação Regional

Subsecretária de Articulação Regional Rosania Morales Morroni

Rosania Morales Morroni

Coordenadora da Escola de Formação e

Coordenadora da Escola de Formação e

 Aperfeiçoamento dos Professores – E

 Aperfeiçoamento dos Professores – EFFAPAP Silvia Andrade da Cunha Galletta

Silvia Andrade da Cunha Galletta

Coordenadora de Gestão da

Coordenadora de Gestão da

Educação Básica

Educação Básica Maria Elizabete da Costa

Maria Elizabete da Costa

Coordenadora de Gestão de

Coordenadora de Gestão de

Recursos Humanos

Recursos Humanos Cleide Bauab Eid Bochixio

Cleide Bauab Eid Bochixio

Coordenadora de Informação, Coordenadora de Informação, Monitoramento e Avaliação Monitoramento e Avaliação Educacional Educacional

Ione Cristina Ribeiro de Assunção

Ione Cristina Ribeiro de Assunção

Coordenadora de Infraestrutura e

Coordenadora de Infraestrutura e

Serviços Escolares

Serviços Escolares Ana Leonor Sala Alonso

Ana Leonor Sala Alonso

Coordenadora de Orçamento e

Coordenadora de Orçamento e

Finanças

Finanças

Claudia Chiaroni Afuso

Claudia Chiaroni Afuso

Presidente da Fundação para o

Presidente da Fundação para o

Desenvolvimento da Educação – FDE

Desenvolvimento da Educação – FDE Barjas Negri

(4)

O conhecimento produzido ao longo do tempo é o nosso maior tesouro, O conhecimento produzido ao longo do tempo é o nosso maior tesouro, além de ser o melhor instrumento que podemos utilizar pa

além de ser o melhor instrumento que podemos utilizar para compreender o mundora compreender o mundo que nos cerca e interagir com ele.

que nos cerca e interagir com ele.

Para ajudá-lo a preservar, ampliar e aproveitar os benefícios desse Para ajudá-lo a preservar, ampliar e aproveitar os benefícios desse conhecimento é que foi preparado este material. Por meio dele, você terá contato conhecimento é que foi preparado este material. Por meio dele, você terá contato com as diferentes linguagens: oral, escrita, imagética, sonora e corporal. Elas vão com as diferentes linguagens: oral, escrita, imagética, sonora e corporal. Elas vão ajudá-lo a expressar-se com a competência necessária para que cada vez mais você ajudá-lo a expressar-se com a competência necessária para que cada vez mais você conheça a si mesmo, a sua cultura e o mundo em que vive.

conheça a si mesmo, a sua cultura e o mundo em que vive.

Neste primeiro volume do Caderno do Aluno, você conhecerá alguns Neste primeiro volume do Caderno do Aluno, você conhecerá alguns modos de utilizar o desenho nas artes visuais, na dança, na música e no teatro, e modos de utilizar o desenho nas artes visuais, na dança, na música e no teatro, e também como forma de registro. A linha e a

também como forma de registro. A linha e a forma estarão sempre presentes comoforma estarão sempre presentes como possibilidades de estudar a relação existente entre a forma e o conteúdo.

possibilidades de estudar a relação existente entre a forma e o conteúdo.

Você terá momentos para conversar, fazer e apreciar arte, ampliando seus Você terá momentos para conversar, fazer e apreciar arte, ampliando seus conhecimentos e abrindo novos caminhos para conhecer as linguagens artísticas. conhecimentos e abrindo novos caminhos para conhecer as linguagens artísticas.

Desejamos que seu contato com a arte seja muito proveitoso! Desejamos que seu contato com a arte seja muito proveitoso! Bons estudos!

Bons estudos!

Equipe Curricular de Arte Equipe Curricular de Arte  Área de Linguagens

 Área de Linguagens

Coordenadoria de Gestão da Educação Básica – CGEB

Coordenadoria de Gestão da Educação Básica – CGEB

Secretaria da Educação do Estado de

(5)
(6)

TEMA:

TEMA:

O DESENHO E A POTENCIALIDADE DO REGISTRO

O DESENHO E A POTENCIALIDADE DO REGISTRO

NO TERRITÓRIO DAS LINGUAGENS ARTÍSTICAS

NO TERRITÓRIO DAS LINGUAGENS ARTÍSTICAS

 Uma pergunta para você conversar sobre desenho:Uma pergunta para você conversar sobre desenho:

O que você já estudou, pesquisou e fez sobre desenho na disciplina de Arte? O que você já estudou, pesquisou e fez sobre desenho na disciplina de Arte?

 Uma pergunta para você fazer um resumo sobre o que você e sua classe conversaram sobreUma pergunta para você fazer um resumo sobre o que você e sua classe conversaram sobre

desenho: desenho:

O que vocês pensaram sobre desenho? O que vocês pensaram sobre desenho?

(7)

6

6

 A 

 A 

ÇÃO

ÇÃO

EE

 X 

 X 

PREPRE

SS

SS

II

 A  A 

O que desenha o desenho?

O que desenha o desenho?

 Complete a frase:Complete a frase:

O desenho é... O desenho é...

  Agora você vai de Agora você vai desenharsenhar. Qual dos . Qual dos três desenhos três desenhos você vai fazer você vai fazer primeiro? Escolha o primeiro? Escolha o espaço paraespaço para

desenhar e responder. desenhar e responder. –

– Que Que desenhos desenhos você você fazia quando fazia quando tinha 3 tinha 3 ou 4 ou 4 anos?anos? –

– O que O que você desevocê desenhava quando nhava quando cursava as cursava as primeiras séries/anos primeiras séries/anos do Ensdo Ensino Fuino Fundamental?ndamental? –

(8)
(9)

8

8

SITUAÇ

SITUAÇ

 Ã  Ã 

O DE APRENDIZAGEM 1

O DE APRENDIZAGEM 1

 ARTES VIS

 ARTES VIS

UAIS

UAIS

 A 

 A 

ÇÃO

ÇÃO

EE

 X 

 X 

PREPRE

SS

SS

II

 A  A 

O que você desenha quando o desenho é...

O que você desenha quando o desenho é...

Você fará parte de um grupo, mas vai criar seu próprio desenho. Qual será a encomenda do Você fará parte de um grupo, mas vai criar seu próprio desenho. Qual será a encomenda do professor para o seu grupo? Que tipo de desenho você vai fazer no espaço a seguir?

professor para o seu grupo? Que tipo de desenho você vai fazer no espaço a seguir?

!  

!     ?

(10)

 APRE

 APRE

C

C

IA IA 

ÇÃO

ÇÃO

  !

  !

P

P

ara você descobrir o desenho como

ara você descobrir o desenho como

modalidade das artes visuais

modalidade das artes visuais

Em grupo, conversem sobre algumas imagens: Em grupo, conversem sobre algumas imagens:

   E    E    d    d    i    i  t  t    h    h    D    D  e  e   r   r    d    d  y  y    k    k    /    /    L    L    i    i  c  c  e  e  n  n

  c   c    i    i  a  a    d    d  o  o   p   p   o   o   r   r    i    i  n  n    A    A    R    R    T    T    S    S  c  c . .   o   o   m   m    E    E    d    d    i    i  t  t    h    h    D    D  e  e   r   r    d    d  y  y    k    k    /    /    L    L    i    i  c  c  e  e   n   n   c   c    i    i  a  a    d    d  o  o   p   p   o   o   r   r    i    i  n  n    A    A    R    R    T    T    S    S  c  c . .   o   o   m   m Edith Derdyk 

Edith Derdyk ..Projetos e esboços Projetos e esboços , 1999/2001. Caneta esferográfica sobre papel., 1999/2001. Caneta esferográfica sobre papel.

Edith Derdyk.

(11)

10 10    ©    ©    M    M  a  a   r   r   c   c   o   o    B    B  u  u   t   t    i    i Marco Buti

(12)

   ©    ©    M    M  a  a   r   r   c   c   o   o    B    B  u  u   t   t    i    i    ©    ©    M    M  a  a   r   r   c   c   o   o    B    B  u  u   t   t    i    i Marco Buti

Marco Buti..Sem títuloSem título, 2001/2003. Água-forte em ferro (série Mesas)., 2001/2003. Água-forte em ferro (série Mesas).

Marco Buti

(13)

12 12    ©    ©    W    W  e  e   r   r   n   n   e   e   r   r    R    R  u  u    d    d    h    h  a  a  r  r   t   t    /    /    K    K    i    i  n  n  o  o

 Arte

 Arte rupestre. rupestre. Desenhos Desenhos da da Pré-história Pré-história brasileira brasileira (de (de até até 15 15 mil mil anos anos atrás). Toca do atrás). Toca do Boqueirão Boqueirão da da Pedra Furada, Pedra Furada, Parque Nacional Parque Nacional da da Serra Serra dada Capivara, Patrimônio Cultural da Humanidade (Iphan), São Raimundo Nonato (PI), 2003.

(14)

 Edith Derdyk faz muitos esboços, como o que vocês viram na primeira imagem. Qual a dife-Edith Derdyk faz muitos esboços, como o que vocês viram na primeira imagem. Qual a

dife-rença entre esboço e rascunho? Será que um artista usa borracha para apagar o que não gostou rença entre esboço e rascunho? Será que um artista usa borracha para apagar o que não gostou ou faz outros esboços? E vocês?

ou faz outros esboços? E vocês?

 O que os homens da Pré-história desenhavam? Onde e com que instrumentos desenhavam?O que os homens da Pré-história desenhavam? Onde e com que instrumentos desenhavam?

 E o artista Marco Buti: Onde, como e com o que ele desenha? Vocês podem encontrar umaE o artista Marco Buti: Onde, como e com o que ele desenha? Vocês podem encontrar uma

pista na legenda das obras. pista na legenda das obras.

O desenho como modalidade das ar

O desenho como modalidade das ar

tes visuais

tes visuais

 Leia o seguinte texto:Leia o seguinte texto:

O desenho nasce do gesto que marca

O desenho nasce do gesto que marca o papel. Mas a o papel. Mas a escultura de Amilcar de Castro também nas-escultura de Amilcar de Castro também nas-ce do desenho, o qual se

ce do desenho, o qual se transforma em maquete que, depois, se assim é o transforma em maquete que, depois, se assim é o desejo do artista, é montadadesejo do artista, é montada em ferro no espaço. Para ele, o desenho é uma maneira de pensar, é fundamento de toda a sua obra. em ferro no espaço. Para ele, o desenho é uma maneira de pensar, é fundamento de toda a sua obra.

Por que o desenho é importante para Amilcar de Castro? Por que o desenho é importante para Amilcar de Castro?

  Ago Agora, ra, escescolholha ua um tm tipo ipo de de papepapel, l, um um tipo tipo de de láplápis, is, canecaneta ta ou ou quaqualqulquer er outroutro so supouporte rte ou ou ferferramramentaenta

para desenhar. O que você gostaria de fazer? Desenhos de memória, de imaginação, de observação? para desenhar. O que você gostaria de fazer? Desenhos de memória, de imaginação, de observação? Ou um esboço para um projeto? Faça quantos desenhos sua mente criar, sua mão inventar...

Ou um esboço para um projeto? Faça quantos desenhos sua mente criar, sua mão inventar...

O que ficou da conversa? O que ficou da conversa?

(15)

14

14

SITUAÇ

SITUAÇ

 Ã  Ã 

O DE APRENDIZAGEM 2

O DE APRENDIZAGEM 2

TEATRO

TEATRO

 APRE

 APRE

C

C

IA IA 

ÇÃO

ÇÃO

  !

  !

Em grupo, conversem sobre as imagens a seguir: Em grupo, conversem sobre as imagens a seguir:

!  

!     ?

  ?

 J. C. Serroni

 J. C. Serroni..Rei Lear Rei Lear , 2000. Projeto cenográfico., 2000. Projeto cenográfico.

   ©    ©    J    J . .    C    C . .    S    S  e  e  r  r   r   r   o   o   n   n    i    i

(16)

   ©    ©    J    J . .    C    C . .    S    S  e  e  r  r   r   r   o   o   n   n    i    i    ©    ©    J    J . .    C    C . .    S    S  e  e  r  r   r   r   o   o   n   n    i    i  J. C. Serroni

 J. C. Serroni..Rei Lear Rei Lear , 2000. Maquete do cenário., 2000. Maquete do cenário.

 J. C. Serroni

(17)

16 16    ©    ©    F    F    á    á    b    b    i    i  o  o    N    N  a  a   m   m   a   a   t   t   a   a   m   m   e   e Fábio Namatame

(18)

  A primeira  A primeira imagem é imagem é um desenho um desenho do cenógrafo do cenógrafo J. C. J. C. Serroni e Serroni e faz parte faz parte do projeto do projeto de ceno-de

ceno-grafia do espetáculo

grafia do espetáculo Rei Lear Rei Lear , de William Shakespeare. De onde o cenógrafo estava olhando ao, de William Shakespeare. De onde o cenógrafo estava olhando ao desenhar o cenário? Como ele mostra a estrutura desse cenário?

desenhar o cenário? Como ele mostra a estrutura desse cenário?

 Qual a diferença entre a segunda e a terceira imagens?Qual a diferença entre a segunda e a terceira imagens? 

 O que vocês podem ver na maquete (segunda imagem) e no cenário (terceira imagem) que jáO que vocês podem ver na maquete (segunda imagem) e no cenário (terceira imagem) que já

estava no projeto cenográfico (primeira imagem)? estava no projeto cenográfico (primeira imagem)?

 O croqui de Fábio Namatame é um desenho de moda ou um desenho de figurino para umO croqui de Fábio Namatame é um desenho de moda ou um desenho de figurino para um

espetáculo? espetáculo?

 Qual a diferença entre um desenho de Qual a diferença entre um desenho de moda e um desenho de moda e um desenho de figurino?figurino? 

 Esse figurino desenhado por Namatame é para um espetáculo cuja hiEsse figurino desenhado por Namatame é para um espetáculo cuja história se passa nos dias stória se passa nos dias dede

hoje ou no passado? hoje ou no passado?

 O que o figurino pode nos dizer sobre a profissão da personagem? E sobre seu modo de ser?O que o figurino pode nos dizer sobre a profissão da personagem? E sobre seu modo de ser? 

 O chapéu sugere uma pessoa séria ou descontraída?O chapéu sugere uma pessoa séria ou descontraída?

   ©    ©    J    J  a  a    i    i  r  r  o  o    G    G  o  o    l    l    d    d    fl    fl  u  u  s  s Fábio Namatame

Fábio Namatame.. My fair  My fair lady lady , 2007. Figurino para a, 2007. Figurino para a personagem Eliza Doolittle.

personagem Eliza Doolittle.

   ©

   ©

   J

   J  a  a

   i

   i  r  r  o  o

   G    G  o  o    l    l    d    d    f    f    l    l  u  u  s  s

(19)

18

18

 A 

 A 

ÇÃO

ÇÃO

EE

 X 

 X 

PREPRE

SS

SS

II

 A  A 

 Agora é sua vez de ser o figurinista. Qual

 Agora é sua vez de ser o figurinista. Qual será a encomenda que seu professor vai lhe dserá a encomenda que seu professor vai lhe dar?ar?

O que ficou da conversa? O que ficou da conversa?

(20)

SITUAÇ

SITUAÇ

 Ã  Ã 

O DE APRENDIZAGEM 3

O DE APRENDIZAGEM 3

DANÇA 

DANÇA 

 APRE

 APRE

C

C

IA IA 

ÇÃO

ÇÃO

  !

  !

Estas imagens são do espetáculo de dança

Estas imagens são do espetáculo de dança Samwaad – Rua do encontroSamwaad – Rua do encontro, da Comp, da Companhia Tanhia TeatroDançaeatroDança Ivaldo Bertazzo. Ivaldo Bertazzo. !   !     ?   ?    ©    ©    I    I  a  a  r  r   a   a    V    V  e  e  n  n   a   a   n   n   z   z    i    i    ©    ©    I    I  a  a  r  r   a   a    V    V  e  e  n  n   a   a   n   n   z   z    i    i    ©    ©    G    G  a  a    l    l    O    O  p  p   p   p    i    i    d    d  o  o

Companhia TeatroDança Ivaldo Bertazzo

(21)

20

20

 Como você percebe o movimento dos dançarinos no espaço?Como você percebe o movimento dos dançarinos no espaço?

 Os dançarinos fazem um desenho com o corpo no espaço? Em quais momentos?Os dançarinos fazem um desenho com o corpo no espaço? Em quais momentos?

 Como as pessoas estão vestidas?Como as pessoas estão vestidas?

 Existem, em algumas danças, diferenças nos figurinos usados pelas meninas e pelos meninos?Existem, em algumas danças, diferenças nos figurinos usados pelas meninas e pelos meninos?

V

Você pode ocê pode descrever essas diferenças?descrever essas diferenças?

  Assistindo ao vídeo, na trilha sonora, quais sonoridades são conhecidas? Assistindo ao vídeo, na trilha sonora, quais sonoridades são conhecidas?

O que ficou da conversa? O que ficou da conversa?

(22)

 A 

 A 

ÇÃO

ÇÃO

EE

 X 

 X 

PREPRE

SS

SS

II

 A  A 

Seria possível desenhar a

Seria possível desenhar a coreografia desse espetáculo? Vamos tentar?coreografia desse espetáculo? Vamos tentar?  Assi

 Assista ao dsta ao duo realiuo realizado pzado pelo caselo casal de danal de dançariçarinos no esnos no espetápetáculoculo Samwaad – Rua do encontroSamwaad – Rua do encontro..

 Que danças eles apresentam? Você conhece os ritmos das músicas? Sabe dizer a quais paísesQue danças eles apresentam? Você conhece os ritmos das músicas? Sabe dizer a quais países

pertencem? pertencem?

 Depois de observar os desenhos compostos pela coreografia desenvolvida pelos dançarinos,Depois de observar os desenhos compostos pela coreografia desenvolvida pelos dançarinos,

distintas analogias podem ser estabelecidas entre os elementos que compõem o

distintas analogias podem ser estabelecidas entre os elementos que compõem o universo cênicouniverso cênico do espetáculo: cenário, figurino, iluminação, trilha sonora, dançarinos. Quais relações podem do espetáculo: cenário, figurino, iluminação, trilha sonora, dançarinos. Quais relações podem ser observadas entre cada um deles e o desenho coreográfico?

(23)

22

22

 Como poderia ser feito Como poderia ser feito o registro do movimento da dança desses dois dançao registro do movimento da dança desses dois dançarinos? Faça a seguirrinos? Faça a seguir

o desenho dos movimentos coreográficos que

(24)

 Agora os coreógrafos são você e

 Agora os coreógrafos são você e seu grupo, que vão escolher uma música e seu grupo, que vão escolher uma música e criar uma coreogra-criar uma coreogra-fia. Como seria o registro dessa coreografia? Quando alguém olhar esse registro, vai saber dançar fia. Como seria o registro dessa coreografia? Quando alguém olhar esse registro, vai saber dançar a coreografia? Por quê?

(25)

24

24

SITUAÇ

SITUAÇ

 Ã  Ã 

O DE APRENDIZAGEM 4

O DE APRENDIZAGEM 4

MÚSICA 

MÚSICA 

Perg

Perguntas para você untas para você conversar sobre o desenho na músicaconversar sobre o desenho na música::

 Para você, é possível desenhar o som? Como você Para você, é possível desenhar o som? Como você faria o desenho de um som faria o desenho de um som grave, de um somgrave, de um som

agudo, do som de um apito, do som de uma buzina? agudo, do som de um apito, do som de uma buzina?

 VVocê já viu ocê já viu uma partitura uma partitura musical? Partitura musical é um desenho? Por quê?musical? Partitura musical é um desenho? Por quê?

 Onde podemos encontrar partituras musicais?Onde podemos encontrar partituras musicais? !  

!     ?

(26)

 A 

 A 

ÇÃO

ÇÃO

EE

 X 

 X 

PREPRE

SS

SS

II

 A  A 

Para desenhar a música,

Para desenhar a música, basta parar, escutar e basta parar, escutar e conceberconceber. Escolha um . Escolha um lugarlugar..

 Feche os olhos e procure lembrar os sons que podem estar presentes na cozinha, no banheiro, naFeche os olhos e procure lembrar os sons que podem estar presentes na cozinha, no banheiro, na

feira, dentro do ônibus, em uma determinada rua, no

feira, dentro do ônibus, em uma determinada rua, no pátio da escola, na pátio da escola, na sala de aula, na sala de aula, na secretariasecretaria da escola, na sala

da escola, na sala de informática etc. Como de informática etc. Como você pode registrar essas sonoridades?você pode registrar essas sonoridades?

  Após  Após ter ter realizado realizado o o registro, registro, analise analise os os sinais sinais gráficos gráficos feitos feitos pelos pelos seus seus colegas. colegas. VVerifique erifique asas

diferentes soluções encontradas. diferentes soluções encontradas.

 No espaço a seguir, registre a sua composição e a de seu grupo. Como será o desenho de suaNo espaço a seguir, registre a sua composição e a de seu grupo. Como será o desenho de sua

partitura não convencional? partitura não convencional?

(27)

26

26

 APRE

 APRE

C

C

IA IA 

ÇÃO

ÇÃO

  !

  !

Olhe algumas páginas de uma partitura musical: Olhe algumas páginas de uma partitura musical:

   ©    ©    M    M  u  u   r   r   r   r   a   a   y   y    S    S  c  c    h    h  a  a    f    f  e  e  r  r Murray Schafer

(28)

Murray Schafer

Murray Schafer..Patria – Te prologue Patria – Te prologue ::the princess of the stars the princess of the stars ,,1981. Partitura, p. 49.1981. Partitura, p. 49.

   ©    ©    M    M  u  u   r   r   r   r   a   a   y   y    S    S  c  c    h    h  a  a    f    f  e  e  r  r

(29)

28 28    ©    ©    M    M  u  u   r   r   r   r   a   a   y   y    S    S  c  c    h    h  a  a    f    f  e  e  r  r Murray Schafer

(30)

 O que chama a atenção nessa partitura?O que chama a atenção nessa partitura?

 Olhando para a partitura realizada por seu grupo, você consegue identificar semelhanças e/ouOlhando para a partitura realizada por seu grupo, você consegue identificar semelhanças e/ou

diferenças entre ela e os trechos da partitura da obra

diferenças entre ela e os trechos da partitura da obra Patria – Te prologue: the princess of thePatria – Te prologue: the princess of the stars 

stars , de Murray Schafer? Será que os músicos leem essa , de Murray Schafer? Será que os músicos leem essa partitura do mesmo mopartitura do mesmo modo como vocêsdo como vocês leram a que criaram?

leram a que criaram?

 Volte a olhar a última imagem (página 50 da partitura). É uma partitura que utiliza balões deVolte a olhar a última imagem (página 50 da partitura). É uma partitura que utiliza balões de

histórias em quadrinhos? Como soaria cada balão? histórias em quadrinhos? Como soaria cada balão?

O que ficou da conversa? O que ficou da conversa?

(31)

30

30

SITUAÇ

SITUAÇ

 Ã  Ã 

O DE APRENDIZAGEM 5

O DE APRENDIZAGEM 5

CONE

CONE

 X  X 

ÕES COM O TERRITÓRIO DE FORMACONTEÚDO

ÕES COM O TERRITÓRIO DE FORMACONTEÚDO

 Como seu desenho ficou Como seu desenho ficou visível neste Caderno? Vvisível neste Caderno? Você usou pontos ou ocê usou pontos ou linhas?linhas?

 E os artistas apresentados neste Caderno, como fizeram seus desenhos? Usaram pontos ou li-E os artistas apresentados neste Caderno, como fizeram seus desenhos? Usaram pontos ou

li-nhas? O que mais utilizaram? nhas? O que mais utilizaram?

!  

!     ?

(32)

 Que linhas você utilizou em seus desenhos? Linhas finas, espessas, retas, curvas, traçadas comQue linhas você utilizou em seus desenhos? Linhas finas, espessas, retas, curvas, traçadas com

maior ou menor pressão, rápidas, lentas, tímidas, intensas, fortes, precisas, delicadas, rígidas, maior ou menor pressão, rápidas, lentas, tímidas, intensas, fortes, precisas, delicadas, rígidas, interrompidas? Desenhe as linhas utilizadas e descreva suas qualidades gráficas.

interrompidas? Desenhe as linhas utilizadas e descreva suas qualidades gráficas.

(33)

32

32

Depois de ver tantas imagens e criar tantos desenhos, diga: Depois de ver tantas imagens e criar tantos desenhos, diga:

 três coisas que o desenho é:três coisas que o desenho é:

 três coisas que o desenho faz:três coisas que o desenho faz:

 qual das obras mostradas no Caderno você gostaria de ver de perto e o porquê:qual das obras mostradas no Caderno você gostaria de ver de perto e o porquê:

 Agora

 Agora faça faça um um desenho desenho para para guardar guardar de de lembrança lembrança a a respeito respeito do do que que significou significou esse esse estudoestudo para você.

(34)

 APRENDEND

 APRENDEND

O

O

 A  A  APRENDER  APRENDER 

O desenho está

O desenho está no mundo! Vno mundo! Você quer ver?ocê quer ver?

Olhe os desenhos nos muros de sua cidade. Olhe os projetos de casas ou apa

Olhe os desenhos nos muros de sua cidade. Olhe os projetos de casas ou apartamentos quertamentos que estão em jornais ou propagandas. Olhe os desenhos das letras e dos números em todo lugar. estão em jornais ou propagandas. Olhe os desenhos das letras e dos números em todo lugar. Olhe os desenhos animados na TV. Olhe os desenhos das histórias em quadrinhos. E o que Olhe os desenhos animados na TV. Olhe os desenhos das histórias em quadrinhos. E o que mais você pode olhar?

(35)

34

34

TEMA:

TEMA:

 A FORM

 A FORM

A COM

A COM

O ELE

O ELE

MENTO E R

MENTO E R

EGIST

EGIST

RO NA ARTE

RO NA ARTE

  Ao olhar a imagem a seguir Ao olhar a imagem a seguir, o que você vê de imediato?, o que você vê de imediato?

  Já aconteceu de  Já aconteceu de você olhar você olhar para as para as nuvens, para as nuvens, para as manchas na manchas na paredeparede, , para as para as montanhas oumontanhas ou

veios da madeira e ter a sensação de estar vendo alguma coisa desenhada? Por que isso acontece? veios da madeira e ter a sensação de estar vendo alguma coisa desenhada? Por que isso acontece?

 É pela leitura da forma que construímos significados nas linguagens da arte. Você concordaÉ pela leitura da forma que construímos significados nas linguagens da arte. Você concorda

com essa frase? Justifique. com essa frase? Justifique.

(36)

 A 

 A 

ÇÃO

ÇÃO

EE

 X 

 X 

PREPRE

SS

SS

II

 A  A 

O convite é para

O convite é para partir do acaso. Para isso você precisa de nanquim partir do acaso. Para isso você precisa de nanquim preto ou em cores (pode-sepreto ou em cores (pode-se também usar anilina líquida ou guache), pedaços de barbante e folhas de papel A5 (metade de uma também usar anilina líquida ou guache), pedaços de barbante e folhas de papel A5 (metade de uma folha de papel A4).

folha de papel A4).

 A ação é simples: separe 2 folhas de papel A5.

 A ação é simples: separe 2 folhas de papel A5. Segure o barbante por uma das pontas eSegure o barbante por uma das pontas e molhe-o no nanquim. Depois, distribua-o sobre uma das folhas de papel, deixando a ponta molhe-o no nanquim. Depois, distribua-o sobre uma das folhas de papel, deixando a ponta seca para fora do limite da folha. Em seguida, por cima desta, coloque a outra folha e, seca para fora do limite da folha. Em seguida, por cima desta, coloque a outra folha e, fa-zendo pressão de uma folha sobre a outra, gire o barbante, puxando-o para fora das folhas zendo pressão de uma folha sobre a outra, gire o barbante, puxando-o para fora das folhas lentamente. Repita a experiência nos mesmos papéis com barbantes molhados em outras lentamente. Repita a experiência nos mesmos papéis com barbantes molhados em outras cores. V

cores. Você obterá ocê obterá duas impressões duas impressões simétricas.simétricas.

Para uma delas, escreva um título denominando a

Para uma delas, escreva um título denominando a sensação que a sensação que a forma sugere, sem cairforma sugere, sem cair em nomes figurativos.

em nomes figurativos.

Na outra impressão, aproveite a forma gerada ao acaso e complete-a com linhas, Na outra impressão, aproveite a forma gerada ao acaso e complete-a com linhas, procu-rando tornar as formas parecidas com figuras reconhecíveis. Dê outro título a ela.

rando tornar as formas parecidas com figuras reconhecíveis. Dê outro título a ela.

 Escreva suas impressões sobre essa produção.Escreva suas impressões sobre essa produção.

  A exposiç A exposição das prão das produçõeoduções na classs na classe pode ge pode gerar em verar em você o desocê o desejo de rejo de repetir a eepetir a experiêxperiência muitancia muitass

vezes, trabalhando sobre folhas de papel A4 e A3 e chegando a outros resultados. Isso o deixará vezes, trabalhando sobre folhas de papel A4 e A3 e chegando a outros resultados. Isso o deixará cada vez mais consciente de suas possibilidades e o levará a outros desafios. Depois de realizar essas cada vez mais consciente de suas possibilidades e o levará a outros desafios. Depois de realizar essas outras experiências, escolha um par simétrico para colar nas páginas seguintes e responda: Uma outras experiências, escolha um par simétrico para colar nas páginas seguintes e responda: Uma mesma forma pode gerar significados diferentes? Comente.

(37)

36

36

Título: Título:

(38)

Título: Título:

(39)

38

38

SITUAÇ

SITUAÇ

 Ã  Ã 

O DE APRENDIZAGEM 6

O DE APRENDIZAGEM 6

TEATRO

TEATRO

 VVocê já assistiu a algum espetáculo em que as ocê já assistiu a algum espetáculo em que as histórias eram contadas por meio de bonecos? Qual?histórias eram contadas por meio de bonecos? Qual?

 Para você, como é a criação de um boneco-personagem?Para você, como é a criação de um boneco-personagem?

 De que modo o De que modo o boneco “ganha vidaboneco “ganha vida” no palco?” no palco?

 O que você imagina que seja um teatro de formas animadas?O que você imagina que seja um teatro de formas animadas? !  

!     ?

(40)

 APRE

 APRE

C

C

IA IA 

ÇÃO

ÇÃO

  !

  !

Em grupo, observem com atenção as imagens apresentadas a partir da próxima página e Em grupo, observem com atenção as imagens apresentadas a partir da próxima página e conversem sobre elas.

conversem sobre elas.

 O que mostram esses desenhos de bonecos para teatro?O que mostram esses desenhos de bonecos para teatro?

 Para vocês, esses bonecos são grandes ou Para vocês, esses bonecos são grandes ou pequenos?pequenos?

 Quem faz o boneco se movimentar no palco?Quem faz o boneco se movimentar no palco?

 Olhando as imagens dos bonecos Cobra Norato e Pajé, podemos dizer que eles são formas animadas?Olhando as imagens dos bonecos Cobra Norato e Pajé, podemos dizer que eles são formas animadas?

 J

 Jusustifitifiquequem m susua ra resesposposta.ta.

 O que vocês gostariam de saber sobre teatro de bonecos ou de marionetes?O que vocês gostariam de saber sobre teatro de bonecos ou de marionetes?

O que ficou da conversa? O que ficou da conversa?

(41)

40 40    ©    ©     Á     Á   l   l  v  v   a   a   r   r   o   o    A    A  p  p   o   o   c   c   a   a    l    l  y  y  p  p   s   s   e   e    /    /    A    A  r  r  q  q   u   u    i    i  v  v  o  o    A    A  p  p   o   o   c   c   a   a    l    l  y  y  p  p   s   s   e   e  Álvaro Apocalyp

 Álvaro Apocalypsese..GiramundoGiramundo.. A flauta mágica  A flauta mágica , 1991 (remontagem em 2006). Espetáculo baseado na ópera homônima, de Wolfgang Amadeus, 1991 (remontagem em 2006). Espetáculo baseado na ópera homônima, de Wolfgang Amadeus Mozart (1791). Esboços e estudos para bonecos e mecanismos. No espetáculo, há marionetes com até dois metros de altura.

(42)

   ©    ©     Á     Á   l   l  v  v   a   a   r   r   o   o    A    A  p  p   o   o   c   c   a   a    l    l  y  y  p  p  s  s   e   e    /    /    A    A  r  r  q  q   u   u    i    i  v  v  o  o    A    A  p  p   o   o   c   c   a   a    l    l  y  y  p  p   s   s   e   e  Álvaro Apocalyp

 Álvaro Apocalypsese..GiramundoGiramundo.. A flauta mágica  A flauta mágica , 1991 (remontagem em 2006). Espetáculo baseado na ópera homônima, de Wolfgang Amadeus, 1991 (remontagem em 2006). Espetáculo baseado na ópera homônima, de Wolfgang Amadeus Mozart (1791). Esboços e estudos para bonecos e mecanismos. No espetáculo, há marionetes com até dois metros de altura.

(43)

42 42    ©    ©     Á     Á   l   l  v  v   a   a   r   r   o   o    A    A  p  p   o   o   c   c   a   a    l    l  y  y  p  p  s  s   e   e    /    /    A    A  r  r  q  q   u   u    i    i  v  v  o  o    A    A  p  p   o   o   c   c   a   a    l    l  y  y  p  p   s   s   e   e  Álvaro Apocalyp

 Álvaro Apocalypsese..GiramundoGiramundo.. A flauta mágica  A flauta mágica , 1991 (remontagem em 2006). Espetáculo baseado na ópera homônima, de Wolfgang Amadeus, 1991 (remontagem em 2006). Espetáculo baseado na ópera homônima, de Wolfgang Amadeus Mozart (1791). Esboços e estudos para bonecos e mecanismos. No espetáculo, há marionetes com até dois metros de altura.

(44)

   ©    ©     Á     Á   l   l  v  v   a   a   r   r   o   o    A    A  p  p   o   o   c   c   a   a    l    l  y  y  p  p   s   s   e   e    /    /    B    B  e  e  a  a   t   t   r   r    i    i  z  z    A    A  p  p   o   o   c   c   a   a    l    l  y  y  p  p   s   s   e   e    ©    ©     Á     Á   l   l  v  v   a   a   r   r   o   o    A    A  p  p   o   o   c   c   a   a    l    l  y  y  p  p   s   s   e   e    /    /    B    B  e  e  a  a   t   t   r   r    i    i  z  z    A    A  p  p   o   o   c   c   a   a    l    l  y  y  p  p   s   s   e   e  Álvaro

 Álvaro ApocalypseApocalypse.. GiramundoGiramundo.. Cobra NoratoCobra Norato, 1979., 1979. Boneco Cobra Norato.

Boneco Cobra Norato.

 Álvaro Apocalypse

 Álvaro Apocalypse..GiramundoGiramundo..Cobra NoratoCobra Norato, 1979., 1979. Boneco Pajé (detalhe).

(45)

44 44    ©    ©     Á     Á   l   l  v  v   a   a   r   r   o   o    A    A  p  p   o   o   c   c   a   a    l    l  y  y  p  p   s   s   e   e    /    /    B    B  e  e  a  a   t   t   r   r    i    i  z  z    A    A  p  p   o   o   c   c   a   a    l    l INTRODUÇ INTRODUǠà Ã OO

O poeta inicia a ação misturando uma poção O poeta inicia a ação misturando uma poção indígena e manda chamar Cobra Norato. Entre indígena e manda chamar Cobra Norato. Entre carícias e palavras doces, faz o animal beber da carícias e palavras doces, faz o animal beber da mistura. Finge que o enfeita com fitas, mas o mistura. Finge que o enfeita com fitas, mas o estrangula. Vestido no pelo da cobra, sai a correr estrangula. Vestido no pelo da cobra, sai a correr mundo em busca da Filha da Rainha Luzia. mundo em busca da Filha da Rainha Luzia.

ESCOLA DAS

ESCOLA DAS ÁRVÁRVORESORES Uma árvore velha ensina às Uma árvore velha ensina às árvores jovens seus deveres árvores jovens seus deveres na floresta. Cobra Norato é na floresta. Cobra Norato é ameaçado pela floresta. ameaçado pela floresta.

 A F

 A FILHA ILHA DA RDA RAINHAINHAA LUZIA 

LUZIA 

Cobra Norato, repousando, Cobra Norato, repousando, sonha com a amada. sonha com a amada.

MEIO-DIA  MEIO-DIA  Tudo está imóvel. Tudo está imóvel.  Apenas um ou outro  Apenas um ou outro pássaro anima a pássaro anima a paisagem. paisagem.  A FLORESTA   A FLORESTA 

Na floresta, Cobra Norato Na floresta, Cobra Norato tem a visão da amada. tem a visão da amada. Mascarados indicam Mascarados indicam como encontrá-la. Figuras como encontrá-la. Figuras femininas tentam seduzi-lo. femininas tentam seduzi-lo.

 A CHUVA   A CHUVA 

Preso na lama, Cobra Norato Preso na lama, Cobra Norato é salvo pelo Tatu, que se torna é salvo pelo Tatu, que se torna seu guia e companheiro. seu guia e companheiro.

 AMANHECE  AMANHECE Cobra Norato e Cobra Norato e TTatuatu retomam a viagem de barco. retomam a viagem de barco. Um pequeno afluente penetra Um pequeno afluente penetra as águas do Rio Amazonas. as águas do Rio Amazonas.

CAS

CAS Ã  Ã O DAS FARI-O DAS

FARI-NHAS GRANDES NHAS GRANDES Mulheres trabalham Mulheres trabalham nos ralos fabricando nos ralos fabricando farinha de farinha de mandioca. mandioca. “Joaninha Vintém” “Joaninha Vintém” conta seu encontro conta seu encontro com o Boto e as com o Boto e as mulheres se divertem. mulheres se divertem.

 A N  A NOITOITE CE CAIAI

Eles dormem. Eles dormem.  Aco

 Acordardam. m. Ao Ao lonlonge,ge, o canto das mulheres o canto das mulheres que fabricam mandioca. que fabricam mandioca.

POROROCA  POROROCA  V

Voltam a navegar oltam a navegar ee são surpreendidos pela são surpreendidos pela Pororoca (violento Pororoca (violento encontro das águas do encontro das águas do Rio Amazonas com Rio Amazonas com o mar). o mar). NOITE NOITE Cobra Norato Cobra Norato e Tatu se e Tatu se preparam para preparam para dormir. dormir. TARDE TARDE Os dois amigos Os dois amigos continuam continuam a viagem de a viagem de barco. barco.  A FESTA   A FESTA  Cobra Norato Cobra Norato e Te Tatuatu se transformam em se transformam em gente para dançarem gente para dançarem na festa.

na festa.

O PAJÉ O PAJÉ

O Pajé receita para os O Pajé receita para os doentes fumando diamba. doentes fumando diamba. Cobra Norato

Cobra Norato e Te Tatuatu experimentam do fumo e experimentam do fumo e ficam zonzos.

ficam zonzos.

Cobra Norato e Tatu decidem ir Cobra Norato e Tatu decidem ir ao casamento da Cobra Grande, ao casamento da Cobra Grande, pedindo proteção ao vento, ao pedindo proteção ao vento, ao Pajé e ao Curupira, aos quais Pajé e ao Curupira, aos quais oferecem cachaça, fumo e outras oferecem cachaça, fumo e outras dádivas.

dádivas.

EPÍLOGO EPÍLOGO

Descobrem, assustados, que a noiva da Cobra Grande Descobrem, assustados, que a noiva da Cobra Grande é justamente a Filha da Rainha Luzia. O monstro é justamente a Filha da Rainha Luzia. O monstro acorda e sai em perseguição de Norato. O Pajé indica acorda e sai em perseguição de Norato. O Pajé indica para a Cobra Grande o caminho errado e ela acaba para a Cobra Grande o caminho errado e ela acaba com a cabeça esmagada pelos pés de Nossa Senhora. com a cabeça esmagada pelos pés de Nossa Senhora. Cobra Norato se reúne à sua amada, despede-se do Cobra Norato se reúne à sua amada, despede-se do Tatu, incumbindo-se de convidar o mundo inteiro Tatu, incumbindo-se de convidar o mundo inteiro para o seu casamento.

para o seu casamento.

 Álvaro Apocalyp

(46)

 A 

 A 

ÇÃO

ÇÃO

EE

 X 

 X 

PREPRE

SS

SS

II

 A  A 

Depois de olhar tantas imagens e conversar sobre teatro de formas animadas, agora você vai Depois de olhar tantas imagens e conversar sobre teatro de formas animadas, agora você vai ex- ex-perimentar ser um

perimentar ser um ator-bonequeiro. Vator-bonequeiro. Você vai fazer ocê vai fazer vários exercícios. Registre suas vários exercícios. Registre suas impressões sobreimpressões sobre cada um deles nos espaço

cada um deles nos espaços a seguir.s a seguir.

 Movimentando os dedosMovimentando os dedos

 Manipulando objetos e figurasManipulando objetos e figuras

(47)

46

46

Roteiro visual de sua história  Roteiro visual de sua história 

O que você não sabia e agora sabe sobre o teatro de formas animadas? O que você não sabia e agora sabe sobre o teatro de formas animadas?

(48)

SITUAÇ

SITUAÇ

 Ã  Ã 

O DE APRENDIZAGEM 7

O DE APRENDIZAGEM 7

 ARTES VIS

 ARTES VIS

UAIS

UAIS

 APRE

 APRE

C

C

IA IA 

ÇÃO

ÇÃO

  !

  !

 A linha escondida atrás da imagem

 A linha escondida atrás da imagem

Observe atentamente os dois

Observe atentamente os dois pares de imagens a pares de imagens a seguirseguir..

!   !     ?   ?    ©    ©    B    B  e  e  t  t   t   t   m   m   a   a   n   n   n   n    /    /    C    C  o  o   r   r    b    b    i    i  s  s    /    /    L    L  a  a  t  t    i    i  n  n  s  s   t   t   o   o   c   c    k    k    ©    ©    C    C  o  o   n   n   e   e   x   x    ã    ã  o  o    E    E    d    d    i    i  t  t  o  o

  r   r    i    i  a  a    l    l

Ilustração baseada na obra

(49)

48

48

 Jacopo T

 Jacopo Tintorettointoretto. A última ceia . A última ceia , 1592-1594. Óleo sobre tela, 365, 1592-1594. Óleo sobre tela, 365 ×× 568 cm. Basílica  568 cm. Basílica di San Giorgio di San Giorgio Maggiore, VMaggiore, Veneza, Itália.eneza, Itália.

   ©    ©    A    A    l    l    b    b  u  u  m  m    /    /  a  a    k    k  g  g -  -   i    i  m  m  a  a

  g   g   e   e   s   s    /    /    C    C  a  a   m   m   e   e   r   r   a   a   p   p    h    h  o  o  t  t   o   o    /    /    L    L  a  a  t  t    i    i  n  n  s  s   t   t   o   o   c   c    k    k    ©    ©    C    C  o  o   n   n   e   e   x   x    ã    ã  o  o    E    E    d    d    i    i  t  t  o  o  r  r    i    i  a  a    l    l

Esquema baseado na obra

(50)

 O que é possível descobrir sobre as linhas que criam direções espaciais?O que é possível descobrir sobre as linhas que criam direções espaciais?

 Pode-se dizer que são linhas estruturais? Justifique sua resposta.Pode-se dizer que são linhas estruturais? Justifique sua resposta.

 Movem nossos olhos para as direções pretendidas pelos artistas? Comente.Movem nossos olhos para as direções pretendidas pelos artistas? Comente.

O que ficou da conversa? O que ficou da conversa?

 A linha que desenha o gesto no papel e

 A linha que desenha o gesto no papel e

no espaço

no espaço

 A

 A linha linha é é o o elemento elemento essencial essencial do do desenho, já desenho, já que que configura configura as as formas formas expressivas. expressivas. ConectaConecta ideias e pensamentos, emoções e sensações, e é a marca visível do gesto criador.

ideias e pensamentos, emoções e sensações, e é a marca visível do gesto criador.

Observe atentamente outras imagens, apresentadas a partir da próxima página, e converse a Observe atentamente outras imagens, apresentadas a partir da próxima página, e converse a respeito delas.

respeito delas.

 Quais as qualidades das linhas que aqui vemos?Quais as qualidades das linhas que aqui vemos?

 Com quais materiais foram produzidas?Com quais materiais foram produzidas?

O que ficou da conversa? O que ficou da conversa?

(51)

50

50

Leonardo da Vinci

Leonardo da Vinci..Desenho de gatos, leões e Desenho de gatos, leões e um dragãoum dragão, c. 1513-1516. Pena e tinta com aguada sobre carvão. Royal Collection © Her Majesty, c. 1513-1516. Pena e tinta com aguada sobre carvão. Royal Collection © Her Majesty Queen Elizabeth II.

Queen Elizabeth II.

   ©    ©    A    A    l    l    i    i  n  n  a  a

  r   r    i    i    A    A  r  r  c  c    h    h    i    i  v  v  e  e   s   s    /    /    C    C  o  o   r   r    b    b    i    i  s  s    /    /    L    L  a  a  t  t    i    i  n  n  s  s   t   t   o   o   c   c    k    k

(52)

 Vincent van Gogh

 Vincent van Gogh..Ciprestes Ciprestes , 1889. Óleo sobre tela, 93,4, 1889. Óleo sobre tela, 93,4×× 74 cm. Museu Metropolitano de Arte, Nova Iorque, EUA. 74 cm. Museu Metropolitano de Arte, Nova Iorque, EUA.

   ©    ©    F    F  r  r  a  a   n   n   c   c    i    i  s  s    G    G . .    M    M  a  a   y   y   e   e   r   r    /    /    C    C  o  o   r   r    b    b    i    i  s  s    /    /    L    L  a  a  t  t    i    i  n  n  s  s   t   t   o   o   c   c    k    k

(53)

52 52    ©    ©    M    M  u  u   n   n    i    i  z  z , ,    V    V    i    i    k    k    /    /    L    L    i    i  c  c  e  e   n   n   c   c    i    i  a  a    d    d  o  o   p   p   o   o   r   r    A    A    U    U    T    T    V    V    I    I    S    S , ,    B    B  r  r  a  a   s   s    i    i    l    l , ,    2    2    0    0    1    1    3    3  Vik Mun

 Vik Muniz iz .. Action  Action photo (basphoto (baseado em Heado em Hans Namuans Namuth)th), 1997. Fotografia (série, 1997. Fotografia (série Figuras de chocolate).

(54)

Regina Silveira.

Regina Silveira.Descendo a escada Descendo a escada , 2002. Instalação multimídia. Instituto , 2002. Instalação multimídia. Instituto Itaú Cultural, São Paulo (SP).Itaú Cultural, São Paulo (SP).

Iole de Freitas

Iole de Freitas..Estudo para superfície e linha Estudo para superfície e linha , 2005. Instalação. Policarbonato e aço inox, 4,2, 2005. Instalação. Policarbonato e aço inox, 4,2 ×× 30,0 30,0 ×× 10,6 m. Centro Cultural Banco do 10,6 m. Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro (RJ).

Brasil, Rio de Janeiro (RJ).

   ©    ©    C    C  r  r    i    i  s  s  t  t    i    i  a  a  n  n

  e   e    B    B  e  e  n  n   e   e   t   t   o   o   n   n    ©    ©    S    S    é    é  r  r  g  g    i    i  o  o    A    A  r  r  a  a    ú    ú    j     j   o  o

(55)

54

54

 A 

 A 

ÇÃO

ÇÃO

EE

 X 

 X 

PREPRE

SS

SS

II

 A  A 

Uma linha imaginária 

Uma linha imaginária 

Pense na forma de alguma coisa. Pode ser um objeto, o perfil de uma

Pense na forma de alguma coisa. Pode ser um objeto, o perfil de uma pessoa, um animal, umapessoa, um animal, uma planta, enfim, qualquer coisa. Depois, com uma tesoura, corte essa forma em uma folha de papel planta, enfim, qualquer coisa. Depois, com uma tesoura, corte essa forma em uma folha de papel avulsa, sem nenhum desenho prévio.

avulsa, sem nenhum desenho prévio.

Cole aqui o que criou e comente como era o projeto em sua mente e como ficou na forma. Cole aqui o que criou e comente como era o projeto em sua mente e como ficou na forma.

(56)

 A linha-gesto

 A linha-gesto

V

Você vai ocê vai experimentar o experimentar o jogojogo Estações de desenhoEstações de desenho. Dele, comente:. Dele, comente:

 sobre o diálogo entre a matéria (o tipo de riscador utilizado) e a qualidade da linha:sobre o diálogo entre a matéria (o tipo de riscador utilizado) e a qualidade da linha:

 sobre o seu próprio gesto (o tipo sobre o seu próprio gesto (o tipo de traço, a pressão utilizada, o de traço, a pressão utilizada, o movimento lento ou rápido etc.):movimento lento ou rápido etc.):

 sobre o gesto sobre o gesto de seus colegas. Você viu diferenças entre eles? Por quê?de seus colegas. Você viu diferenças entre eles? Por quê?

Registre aqui marcas das linhas que você traçou com os diferentes materiais. Registre aqui marcas das linhas que você traçou com os diferentes materiais.

(57)

56

56

SITUAÇ

SITUAÇ

 Ã  Ã 

O DE APRENDIZAGEM 8

O DE APRENDIZAGEM 8

DANÇA 

DANÇA 

 Imagine que você é um coreógrafo e quer mostrar os movimentos de uma coreografia para osImagine que você é um coreógrafo e quer mostrar os movimentos de uma coreografia para os

dançarinos. De que modo você mostraria? dançarinos. De que modo você mostraria?

 Para você, é possível anotar em papel os movimentos que são realizados em uma coreografia?Para você, é possível anotar em papel os movimentos que são realizados em uma coreografia?

 Justifique sua r

 Justifique sua resposta.esposta.

 Por que seria importante Por que seria importante “escr“escrever a dança”? Comente.ever a dança”? Comente. !  

!     ?

(58)

 A 

 A 

ÇÃO

ÇÃO

EE

 X 

 X 

PREPRE

SS

SS

II

 A  A 

V

Você vai partiocê vai participar de dois jogos cipar de dois jogos de dança. Os espaços a de dança. Os espaços a seguir são para anoseguir são para anotar e desenhar.tar e desenhar.

  Jogo I – N Jogo I – Níveis e direçõesíveis e direções

(59)

58

58

Depois de realizar os jo

Depois de realizar os jogos, converse com seus colegas sobre as gos, converse com seus colegas sobre as questões a seguir.questões a seguir.

 Como foi inventar os símbolos? Quais foram as dificuldades encontradas?Como foi inventar os símbolos? Quais foram as dificuldades encontradas?

 Como foi fazer a sequência de movimentos de acordo com a leitura dos símbolos?Como foi fazer a sequência de movimentos de acordo com a leitura dos símbolos?

Da leitura dos símbolos produzidos, desenhe os que estão: Da leitura dos símbolos produzidos, desenhe os que estão:

 mais compreensíveis:mais compreensíveis:

 esquisitos:esquisitos:

(60)

 APRE

 APRE

C

C

IA IA 

ÇÃO

ÇÃO

  !   ! Y Y Z Z a a

Labanotação. Figura elementar com esquema explicativo das partes do corpo (organizado por Sayonara Pereira especialmente Labanotação. Figura elementar com esquema explicativo das partes do corpo (organizado por Sayonara Pereira especialmente para o São Paulo faz escola).

para o São Paulo faz escola).

   ©    ©    H    H  u  u   s   s   t   t   e   e   r   r

 As partes do corpo

 As partes do corpo

(61)

60

60

Labanotation Labanotation..

 O que mostram essas imagens?O que mostram essas imagens?

 VVocê compreende o ocê compreende o significado desses símbolos? significado desses símbolos? Comente.Comente.

 Quais as diferenças e semelhanças entre os símbolos da labanotação e aqueles que você criou?Quais as diferenças e semelhanças entre os símbolos da labanotação e aqueles que você criou?

Depois desse estudo, os sistemas de escrita da dança são importantes para você? Por quê? Depois desse estudo, os sistemas de escrita da dança são importantes para você? Por quê?

O que ficou da conversa? O que ficou da conversa?

E

Es qs qu eu er dr do o DDi ri reei ti too

para a frente

para a frente

baixo (

baixo (pliéplié) ) mmééddiioo aallttoo

( (relevérelevé)) lado lado (direito) (direito) para trás para trás passo passo mov. da perna mov. da perna braço braço corpo corpo    ©    ©    E    E  n  n   c   c   y   y   c   c    l    l  o  o  p  p   e   e    d    d    i    i  a  a    B    B  r  r    i    i  t  t  a  a  n  n

  n   n    i    i  c  c  a  a

(62)

SITUAÇ

SITUAÇ

 Ã  Ã 

O DE APRENDIZAGEM 9

O DE APRENDIZAGEM 9

MÚSICA 

MÚSICA 

Observe estas imagens, prestando atenção nos símbolos. Observe estas imagens, prestando atenção nos símbolos.

!   !     ?   ?    ©    ©    G    G    4    4    E    E    d    d    i    i  t  t  o  o

  r   r   a   a Notações musicais. Notações musicais.

(63)

62

62

 VVocê consegue ver música escrita ocê consegue ver música escrita nessas imagens? Onde? Como chegou a nessas imagens? Onde? Como chegou a essa conclusão?essa conclusão?

 Se você fosse ler esses símbolos, como faria? Como se estivesse lendo um jornal ou livro (daSe você fosse ler esses símbolos, como faria? Como se estivesse lendo um jornal ou livro (da

esquerda para a direita, de cima para baixo), ou haveria outra forma? Se pudesse inventar um esquerda para a direita, de cima para baixo), ou haveria outra forma? Se pudesse inventar um  jeito de fazer essas imagens virarem som, como ser

 jeito de fazer essas imagens virarem som, como seria?ia?

 VVocê sabe ler música? Conte ocê sabe ler música? Conte para seus colegas como para seus colegas como foi que aprendeu. Se não sabe ler foi que aprendeu. Se não sabe ler música,música,

você já assistiu a alguém lendo música para tocar um instrumento ou cantar? Como estava você já assistiu a alguém lendo música para tocar um instrumento ou cantar? Como estava escrito? Era parecido com uma das imagens mostradas anteriormente? Conte sua experiência. escrito? Era parecido com uma das imagens mostradas anteriormente? Conte sua experiência.

 A 

 A 

ÇÃO

ÇÃO

EE

 X 

 X 

PREPRE

SS

SS

II

 A  A 

Vamos cantar? Vamos cantar?  Aguarde as

 Aguarde as orientações do orientações do professor e professor e escute com escute com atenção a atenção a gravação. A gravação. A partitura a partitura a seguir vaiseguir vai ajudá-lo a cantar em casa.

ajudá-lo a cantar em casa.

Vocalise n

Vocalise noo 8  8 . Partitura.. Partitura.

 Anote duas palavras que expressem como foi sua experiência de cantar  Anote duas palavras que expressem como foi sua experiência de cantar..

   ©    ©    G    G    4    4    E    E    d    d    i    i  t  t  o  o

  r   r   a   a

(64)

 APRE

 APRE

C

C

IA IA 

ÇÃO

ÇÃO

  !

  !

 Você vai assistir à animação da músicaVocê vai assistir à animação da música Ó abre alas Ó abre alas , de Chiquinha Gonzaga. Você pode acom-, de Chiquinha Gonzaga. Você pode

acom-panhar pela partitura apresentada na página 64. panhar pela partitura apresentada na página 64. Na

Na animação, animação, é é possível possível perceber perceber como como soa soa cada cada sinal sinal da da partitura? partitura? Anote Anote as as dificuldades dificuldades e e dodo que gostou nessa experiência.

que gostou nessa experiência.

  Ag Agorora, a, obobseserve rve a a papartrtititurura a dedeCaranguejoCaranguejo, canção folclórica brasileira, apresentada nas páginas 65 e 66., canção folclórica brasileira, apresentada nas páginas 65 e 66.

– VVocê já viu ocê já viu esse tipo de esse tipo de partitura? O que partitura? O que consegue decifrar? consegue decifrar? Sabe como Sabe como se chama? Quese chama? Que nome você daria a esse tipo de registro musical?

nome você daria a esse tipo de registro musical?

– Para Para você, a você, a partitura foi escrita partitura foi escrita (ou feita) para (ou feita) para quais instrumentos quais instrumentos musicais? Escrevmusicais? Escreva suaa sua hipótese.

hipótese.

 Por fim, observe uma parte da partitPor fim, observe uma parte da partitura recriada doura recriada do Concerto para piano e Concerto para piano e orquestra orquestra , do compo-, do

compo-sitor russo Piotr Ilich Tchaikovsky

sitor russo Piotr Ilich Tchaikovsky, apresentada na pá, apresentada na página 67.gina 67. T

Trata-se drata-se de e uma guma grade rade de de orquestra. Em orquestra. Em cada uma cada uma das das linhas linhas está esestá escrito o crito o que que um gum grupo drupo dee instrumentos deve tocar. Há quantos grupos de i

(65)

64

64

a

a

Chiquinha Gonzaga 

Chiquinha Gonzaga ..Ó abre alas Ó abre alas , 1899. Partitura. In: SUZIGAN, Geraldo (Org.)., 1899. Partitura. In: SUZIGAN, Geraldo (Org.). Educação musical para crianças, jovens e adultos Educação musical para crianças, jovens e adultos . 2. ed. São Paulo:. 2. ed. São Paulo: G4, 2007. 1 CD-ROM.

G4, 2007. 1 CD-ROM.

A letra da peça não A letra da peça não está completa; há um está completa; há um resumo entre as estrofes. Rresumo entre as estrofes. Repare que a repeepare que a repetição está indicada na partitura.tição está indicada na partitura.

   ©    ©    G    G    4    4    E    E    d    d    i    i  t  t  o  o

  r   r   a   a Adaptação: Gê Suzigan Adaptação: Gê Suzigan

Arranjo e orquestração: Fernando Mota

(66)

Canção folclórica brasileira.

Canção folclórica brasileira.CaranguejoCaranguejo. Partitura. In: SUZIGAN, . Partitura. In: SUZIGAN, Maria Lucia Cruz; MOTA, Fernando.Maria Lucia Cruz; MOTA, Fernando. Música folc Música folclórica brasillórica brasileira eira : para jovens e: para jovens e crianças. v. 1. São Paulo: G4, 1999.

crianças. v. 1. São Paulo: G4, 1999.

Caranguejo

Caranguejo

   ©    ©    G    G    4    4    E    E    d    d    i    i  t  t  o  o  r  r

  a   a

Canção Folclórica Brasileira

Canção Folclórica Brasileira

Arranjo e instrumentação: Maria Lucia Cruz Suzigan

(67)

66 66    ©    ©    G    G    4    4    E    E    d    d    i    i  t  t  o  o  r  r

  a   a    ©    ©    G    G    4    4    E    E    d    d    i    i  t  t  o  o  r  r

  a   a

(68)

 A 

 A 

ÇÃO

ÇÃO

EE

 X 

 X 

PREPRE

SS

SS

II

 A  A 

V

Vamos cantar outra amos cantar outra vez? Seu professor vai ensinar a vez? Seu professor vai ensinar a música.música.

 Anote três palavras que expressem como foi sua experiência de cantar  Anote três palavras que expressem como foi sua experiência de cantar..

Piotr Ilitch Tchaikovsky.

Piotr Ilitch Tchaikovsky.Concerto para piano e Concerto para piano e orquestrorquestra na noo 1 1 (trecho), Op. 23,  (trecho), Op. 23, 1875. Partitura. T1875. Partitura. Transcrição de Geraldo ranscrição de Geraldo Suzigan, 2005. CDSuzigan, 2005. CD

Músicas Clássicas, São Paulo: G4, 2005. Músicas Clássicas, São Paulo: G4, 2005.

Recriação: Gê Suzigan Recriação: Gê Suzigan    ©    ©    G    G    4    4    E    E    d    d    i    i  t  t  o  o

  r   r   a   a

(69)

68

68

SITUAÇ

SITUAÇ

 Ã  Ã 

O DE APRENDIZAGEM 10

O DE APRENDIZAGEM 10

CONE

CONE

 X  X 

ÕES COM O TERRITÓRIO DE SABERES ESTÉTICOS

ÕES COM O TERRITÓRIO DE SABERES ESTÉTICOS

E CUL

E CUL

TURAIS: A

TURAIS: A

DIMENS

DIMENS

 Ã  Ã 

O ARTÍSTICA DA FORMA NO DE

O ARTÍSTICA DA FORMA NO DE

CORRER DO TEMPO

CORRER DO TEMPO

 A forma no decorrer do tem

 A forma no decorrer do tem

po

po

Território dos saberes estéticos e culturais. Embora o nome possa parecer estranho, andamos Território dos saberes estéticos e culturais. Embora o nome possa parecer estranho, andamos sempre por esse território quando viajamos pela

sempre por esse território quando viajamos pela Arte e pela cultura. Nele podemos encontrar a His-Arte e pela cultura. Nele podemos encontrar a His-tória da Arte, que não trata apenas

tória da Arte, que não trata apenas das artes visuais. Muitas pesquisas podem ser feitas para ampliardas artes visuais. Muitas pesquisas podem ser feitas para ampliar o nosso modo de perceber como as linguagens da arte tratam a forma, buscando identificar alguns o nosso modo de perceber como as linguagens da arte tratam a forma, buscando identificar alguns artistas, obras ou

artistas, obras ou movimentos que provocaram rupturas e mudanças. movimentos que provocaram rupturas e mudanças. Com seu professor, você e seuCom seu professor, você e seu grupo vão fazer uma pesquisa e registrar aqui suas descobertas.

grupo vão fazer uma pesquisa e registrar aqui suas descobertas.

!  

!     ?

Referências

Documentos relacionados

Com a preocupação de unir “teoria e prática” e “ensino e serviço”, este primeiro curso foi desenhado (ver figura 2) para possibilitar ao aluno e ao tutor a (re)elaboração dos

As trinta e cinco instruções do PIC16F877A são todas de um mesmo comprimento, 14 bits. Se a instrução não provocar um desvio do fluxo normal do programa, ela é executada em

– EU VOU SER COELHO DE PÁSCOA, COMO MEU PAI. – EU VOU SER COELHO DE PÁSCOA, COMO O MEU AVÔ. – EU VOU SER COELHO DE PÁSCOA COMO MEU BISAVÔ. E TODOS QUERIAM SER COELHOS DE

EF01LP08 - RELACIONAR ELEMENTOS SONOROS (SÍLABAS, FONEMAS, PARTES DE PALAVRAS) COM SUA REPRESENTAÇÃO ESCRITA...

IDENTIFICAR FINALIDADES DA INTERAÇÃO ORAL EM DIFERENTES CONTEXTOS COMUNICATIVOS (SOLICITAR INFORMAÇÕES, APRESENTAR OPINIÕES, INFORMAR, RELATAR EXPERIÊNCIAS ETC.), A FIM DE

Identificar finalidades da interação oral em diferentes contextos comunicativos (solicitar informações, apresentar opiniões, informar, relatar experiências etc.), a fim de perceber as

Localizar, com a mediação do professor, informações explícitas em diferentes gêneros discursivos, como requisito básico para a compreensão leitora. CARREGANDO UM IMENSO

EI03CG05 - Coordenar suas habilidades manuais no atendimento adequado a seus interesses e necessidades em situações