Governo realiza segunda etapa da pesquisa epidemiológica de Covid-19 em 52 municípios do Pará

Texto

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Governo realiza segunda etapa

da pesquisa epidemiológica de

Covid-19 em 52 municípios do

Pará

Segunda etapa da pesquisa epidemiológica de Covid-19 chega em 52 municípios do Pará — Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde DF

Serão realizados testes rápidos em moradores das regiões do Carajás, Baixo Amazonas, Araguaia, Marajó Ocidental, Tapajós, Xingu e nordeste. A previsão é que o levantamento de informações desta segunda etapa seja divulgado no final do mês.

A pesquisa epidemiológica sobre Covid-19, realizada por estudantes da Universidade do Estado do Pará (UEPA), chega na segunda fase de execução. Segundo o governo do Pará, serão realizados testes rápidos em moradores de 52 municípios das regiões do Carajás, Baixo Amazonas, Araguaia, Marajó Ocidental, Tapajós, Xingu e nordeste. A previsão é que o levantamento de informações desta segunda etapa seja divulgado no final do mês.

De acordo com o governo do estado, no momento, as equipes estão registrando os dados que foram colhidos na capital. Até o dia 10 de agosto, a pesquisa foi realizada em 43 bairros de Belém e outros 17 bairros de Ananindeua. Nessa etapa, pelos interiores, foram mobilizados 227 profissionais.

A pesquisa epidemiológica ainda terá uma terceira fase que será realizada em setembro, seguindo a mesma metodologia e estratégia em 32 municípios que ainda não foram atendidos. O objetivo do levantamento é mapear o cenário da Covid-19 19 em todo o estado.

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Segundo o governo, os resultados da primeira etapa da pesquisa indicam que 21% da população, com mais de 12 anos, teve contato com o vírus no Pará. Cerca de 78,5% testaram negativo e 0,5%, inconclusivo. Esse resultado foi analisado dentro de uma amostra de mais de 8,5 mil testes realizados, com margem de erro menor que 3%.

Por G1 PA — Belém

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Polícia

Federal

cumpre

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pornografia

infantil

e

pedofilia

As ações foram deflagradas com a operação “Não há anonimato 2” e é coordenada pelo Grupo de Repressão a Crimes Cibernéticos. Além dos mandados de busca e apreensão, foi feita também a quebra do sigilo de dados telemáticos dos suspeitos. (Foto:Ascom PF)

A Polícia Federal (PF) cumpre, na manhã desta quinta-feira (20), três mandados de busca e apreensão em Belém, Marituba e Paragominas pelos crimes de pornografia infantil e pedofilia.

Todos os acusados serão investigados pelos crimes de disponibilização de pornografia infantil e o de armazenamento d e p o r n o g r a f i a i n f a n t i l . E l e s s ã o t i p i f i c a d o s , respectivamente, nos artigos 241-A e 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

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alusão à ideia de que a internet não é lugar de anônimos. Por:Tainá Cavalcante

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Pesquisadores acham plástico

dentro de 98% dos peixes

analisados em estudo na

Amazônia

Partículas de plástico encontradas em peixes que vivem em nascentes e riachos amazônicos. — Foto: LABECO/UFPA

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Ao todo, foram encontradas 383 partículas plásticas no trato gastrointestinal e em brânquias de 67 de 68 peixes coletados em riachos de comunidades ribeirinhas no Pará.

Um estudo realizado pela Universidade Federal do Pará (UFPA) encontrou, em média, seis pedaços de plástico dentro do corpo de 98% dos peixes coletados por um grupo de pesquisadores em nascentes e riachos da Amazônia.

Ao todo, foram encontradas 383 partículas plásticas, sendo 201 no trato gastrointestinal e 182 em brânquias (órgão respiratório de animais aquáticos, também conhecido como guelras) de 67 dos 68 peixes analisados pelo grupo de pesquisa do Laboratório de Ecologia e Conservação (Labeco), da UFPA. Pesquisadores afirmam que a ingestão de plástico pode provocar mortandade desses peixes ou afetar a reprodução deles e levar ao desequilíbrio da cadeia alimentar; ou mesmo que esse material sintético pode, em última análise, parar no corpo humano.

Esse tipo de poluição dá sinais de estar espalhado por toda a bacia amazônica. Em janeiro de 2019, um grupo de pesquisadores liderados pelo ictiólogo Marcelo Andrade, também ligado à UFPA, identificou pela primeira vez a presença de plástico em peixes amazônicos. Na ocasião, eles encontraram partículas no trato gastrointestinal de quase 25% dos peixes coletados no rio Xingu, incluindo a piranha-vermelha (Pygocentrus nattereri).

Leonardo DiCaprio cita aumento dos incêndios na Amazônia e critica Bolsonaro; ‘Duvidou publicamente da gravidade’

Com 1.654 km² de áreas em risco em julho, alertas de desmatamento na Amazônia sobem 34,5% em um ano

Um estudo publicado na revista Nature Communications em junho de 2017 estima que sejam despejadas no oceano 39 mil toneladas de plástico por ano via rio Amazonas — que passa por Peru, Equador, Colômbia e Brasil.

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Desequilíbrio ecológico

Estudos anteriores já haviam investigado esse tipo de poluição em peixes que vivem em outros locais do curso da água, como rios e oceanos, e são consumidos pelo homem.

A d i f e r e n ç a d e s s e t r a b a l h o , f e i t o p o r u m g r u p o d e pesquisadores de peixe de água doce e publicado em julho na revista científica Environmental Pollution, é apontar a extensão dos danos ao sistema respiratório dos animais e que esse problema ambiental atinge com mais intensidade nascentes de rios e riachos, onde os peixes têm, em média, 10 cm na fase adulta, não costumam ser consumidos pelo homem e enfrentam riscos maiores de desequilíbrio ecológico.

Foram analisadas 14 espécies de peixe coletadas em 12 locais na bacia do rio Guamá, no município paraense de Barcarena, e na bacia do Acará-Capim, nos municípios de Ipixuna do Pará, Concórdia do Pará e Tomé Açu.

‘Crenicichla regani’, conhecido também como Jacundá ou Joaninha, continha mais plástico em seu corpo que outras espécies. — Foto: LABECO/UFPA

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utilizam essas nascentes e riachos tanto como espaço de lazer quanto para descartar dejetos.

Nesses lugares, esses peixes menores têm papel fundamental no equilíbrio ecológico da região. Eles podem ser predadores responsáveis, por exemplo, pelo controle de insetos ou servir de alimento para sapos.

“Sem a presença no futuro de uma dessas espécies que consomem larvas de insetos, por exemplo, poderia haver a explosão de uma população de mosquitos e o espalhamento desenfreado de doenças”, explica a pesquisadora Danielle Ribeiro-Brasil, uma das autoras do artigo e integrante do grupo de pesquisa da UFPA, em entrevista à BBC News Brasil.

Um dos animais estudados é o Crenicichla regani, conhecido também como jacundá ou joaninha. Os peixes dessa espécies são predadores que se alimentam de pequenos crustáceos e larvas de insetos e podem demonstrar um comportamento agressivo. Com boa visão noturna, muitas vezes se alimentam no escuro e às vezes nem são percebidos pelas pessoas no ambiente, já que não costumam passar de 8 cm de comprimento na fase adulta.

Essa espécie, analisada no estudo da UFPA, continha mais plástico em suas brânquias e em seu trato gastrointestinal que as outras.

Segundo ela, os próximos estudos vão analisar o impacto dessa poluição para a perda de espécies ou diminuição dessas comunidades. Deve-se analisar também a origem dessas partículas, mas a principal hipótese é que esses pedaços achados em riachos e nascentes amazônicas tenham saído de roupas sintéticas. Do total, 93% das partículas encontradas nos animais são fibras.

Em geral, essas partículas são originárias de fontes diversas, como roupas, pneus, tintas e escovas de dente. Calcula-se que entre 2% e 5% de todo o plástico produzido por ano acabe descartado nos mares, mas não se sabe direito qual é a

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dimensão real do problema.

Um estudo do Centro Nacional de Oceanografia do Reino Unido, divulgado nesta semana, estima que a quantidade de plástico boiando no oceano Atlântico seja capaz de encher mais de mil navios-cargueiros, somando 21 milhões de toneladas (uma quantidade dez vezes maior do que se pensava).

À medida que esses materiais vão se deteriorando, acabam sendo consumidos por animais marinhos, entrando na cadeia alimentar — um caminho que, em última instância, traz o plástico para o organismo humano.

Nesta semana, um outro estudo, de pesquisadores da Universidade do Arizona, nos EUA, apontou pela primeira vez micropartículas plásticas em tecidos de pulmão, fígado, rim e baço humanos.

Ainda não há informações conclusivas sobre o impacto desse tipo de poluição na saúde das pessoas, mas já se sabe o que a presença de plástico dentro do corpo pode causar aos peixes. Essas partículas podem atacar dois pontos centrais dos peixes em riachos: as brânquias e o trato digestivo. No primeiro, o plástico interfere na aptidão física do animal, afetando sua energia para a captura de alimentos e para a reprodução. No segundo, essas partículas podem dar uma falsa sensação de saciedade ao peixe ou mesmo feri-lo até a morte.

Segundo o estudo, os peixes que vivem nesses riachos analisados consomem proporcionalmente mais plástico do que os encontrados em rios.

“Não é todo peixe que ingere o plástico. Isso está relacionado também ao comportamento dele no ambiente. Se é carnívoro, por exemplo, faz uma busca ativa por alimentos e pode confundir o pedaço de plástico com algo que possa comer”, afirma Ribeiro-Brasil.

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Outros estudos apontam que esses plásticos são ingeridos por algumas espécies não apenas porque se parecem com comida mas também porque cheiram a comida.

Segundo cientistas do Instituto Real Holandês de Pesquisas Marítimas, essas partículas de plástico no oceano são rapidamente colonizadas por uma fina camada de micróbios, normalmente chamada de “plastisfério”, que libera substâncias químicas que fazem o plástico ter cheiro e gosto de alimento para alguns animais marinhos.

Para o grupo de pesquisadores da UFPA, as ações para evitar o aumento da contaminação por plástico da bacia Amazônica demandam o envolvimento da população local, iniciativas de educação ambiental de manejo dos resíduos sólidos e o engajamento de instituições públicas e privadas, entre outros pontos.

Eles defendem, por exemplo, medidas de incentivo para a redução do consumo de plásticos de uso único, como cotonetes e canudos, e de regulação para garantir a preservação desses ecossistemas atingidos pela poluição.

Filme biodegradável feito com fécula do cará pode reduzir uso de plástico na Amazônia

Filme biodegradável feito com fécula do cará pode reduzir uso de plástico na Amazônia

Por:BBC

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Operação encontra dois mil

pés de maconha e destrói

plantação ilegal em Cachoeira

do Piriá

(Foto:Reprodução) – Região nordeste do Pará é usada com frequência para plantio da erva ilegal

Uma operação conjunta da Polícia Civil em Cachoeira do Piriá e do 11º Batalhão de Polícia Militar (BPM) destruiu uma plantação de maconha com cerca de dois mil pés no município do nordeste paraense nesta terça-feira (18).

Segunda a denúncia recebida pela equipe policial, a plantação estaria dentro de uma área particular, na localidade de Vila do Camiranga, onde homens trabalhavam no cultivo da erva que e ilegal no Brasil. Além dos criminosos que atuavam no plantio, havia homens armados com espingarda nos arredores da área, para proteger a plantação.

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apoio de PMs do batalhão com sede em Capanema, mas que conta com um pelotão destacado em Cachoeira do Piriá. Eles apuraram as informações cedidas na denúncia e, com auxílio de imagens aéreas capturadas com uso de um drone, foi possível localizar e mapear a área de plantação, além de traçar a melhor rota para chegar ao local.

Depois de algumas horas de incursão na mata, foram encontradas duas plantações de maconha com aproximadamente mil pés cada. Um motor-bomba, enxadas e facões também foram encontrados e apreendidos. De acordo com a Polícia Civil, uma mostra da erva foi coletada para exame pericial e todo o resto foi destruído no mesmo terreno. Ninguém foi preso na operação.

A região do nordeste paraense sempre é alvo de operações de combate a plantações de maconha, já que a prática é comum na área, em parte, por se tratar de uma região de fronteira.

Na última semana, mais de 400 mil pés de maconha foram destruídos durante operações da Polícia Civil do Pará e da Polícia Federal nos municípios de Cachoeira do Piriá, Garrafão do Norte, São Domingos do Capim, Bujaru, Tomé-Açu, Nova Esperança do Piriá e Concórdia do Pará, entre os dias 8 e 17 de agosto. No total, foram encontradas 200 toneladas da erva em 219 mil metros quadrados de plantação irregular.

Por:O Liberal

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Equatorial Pará faz ação de

negociação de débitos em todo

o Estado

A campanha ocorrerá até final de agosto, e no sábado (22) terá abertura das agências presenciais e atendimento drive thru na sede, em Belém

A Equatorial Energia Pará, vai estender até o dia 31 de agosto a campanha de negociação de débitos. E neste sábado, dia 22, colocará em sua sede, em Belém, na Rodovia Augusto Montenegro, negociações em formato drive thru, na qual os clientes poderão ir de carro e receber atendimento sem sair do veículo.

Tudo de 8h a 12h, na área do estacionamento externo da distribuidora. As agências de atendimento presencial da empresa, por todo o Estado, também estarão abertas de 8h às 12h, no sábado, exclusivamente para negociação de dívidas (com exceção dos postos do Parque Shopping, BR e das Estações Cidadania do Guamá e Santarém).

De acordo com o Gerente da área de Relacionamento com o Cliente da Equatorial Pará, Haroldo Nobre, a empresa oferecerá muitas facilidades para os clientes.

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“Vai ser um final de semana para negociação de débitos, com condições muito especiais. Nós vamos isentar juros, multas, correção monetária, e dar facilidades para os débitos acumulados de março a agosto. Lembrando que todos os clientes das classes residencial, rural, comercial e industrial, podem participar, e na sede, no drive thru, o cliente será atendido estando ou não de carro”, explica Haroldo.

O atendimento presencial nas agências de atendimento seguirá todas as recomendações exigidas pelos órgãos de saúde em relação ao distanciamento social, com uso de máscara, álcool em gel e higienização das mãos e de todos os equipamentos e utensílios utilizados durante o atendimento. No caso do atendimento em formato drive thru, os agentes da empresa que farão atendimento nos carros utilizarão equipamentos de proteção recomendados pelas autoridades sanitárias.

NÚMERO EXCLUSIVO PARA NEGOCIAÇÃO – A Equatorial disponibiliza também um número de telefone exclusivo e gratuito para negociação de débitos. É o 0800 091 1051, que também recebe ligações de clientes da Equatorial Pará que estejam fora do Estado. As chamadas podem ser feitas das 8h às 20h, de segunda a sexta-feira e das 8h às 14h, aos sábados.

CLIENTE AINDA CONCORRE A PRÊMIOS – Os clientes residenciais que realizarem negociações, serão inscritos na promoção Energia em Dia que sorteia mensalmente um ano de supermercado no valor de R$ 500,00, um ano de bônus de R$ 250,00 para pagar a conta de luz e na premiação final terá um carro zero km no valor de R$ 37 mil.

Haverá também três sorteios extras de R$ 12 mil, para a troca de equipamentos antigos e de alto consumo por outros novos e mais econômicos. Este valor também será utilizado para custear pequenas reformas no domicílio.

Fonte:Equatorial Pará/Com Foto

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Miss Plus Size de Novo

Progresso vai disputar o

Beleza Fashion Pará 2020.

A jovem Tainá Gotardo de 23 anos de idade, acaba de ser

aclamada a primeira Miss Novo Progresso Plus Size, e vem

se preparando para representar o município no Maior

Evento de Beleza Jovem do Norte do Brasil, o Beleza

Fashion Pará 2020.

Que acontecerá nos dias 6, 7 e 8 de novembro na capital Belém, atendendo a todos os cuidados e recomendações da OMS

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(Organização Mundial da Saúde) em combate ao COVID-19. A jovem miss, em entrevista exclusiva, pode demonstrar um pouco da sua espontaneidade e simpatia, e nos contou sobre sonhos, expectativas, críticas e muito mais.

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“O sonho de ser miss começou quando muitas pessoas começaram a se inspirarem em mim, pelo meu jeito mais ousado, que apesar de estar “a cima do peso”, sou muito feliz. Quero que as

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pessoas se amem mais, sendo elas mesmas, do jeito que são, todos tem sua beleza, seja intelectual, moral, física, independente do peso, altura, etc.”

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Durante o evento que reúne meninas e meninos de diversos municípios paraenses, os candidatos passarão por uma grande maratona de atividades oficiais, como entrevistas, ensaios fotográficos, desfiles, passeios, workshops e palestras. A empresária Élida Ferreira, está à frente do Beleza Fashion Pará desde o ano de 2015, realizando um trabalho responsável, além de alavancar a cultura paraense e contribuir para a realização do sonho de diversos meninas e meninos.

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“A palavra miss tem um significado muito forte, é uma missão. É ser influenciadora, uma vocação, deve ser um desejo genuíno

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de transmitir algo bom às pessoas,e em seguida, levantar uma coroa de otimismo, que elas devem se orgulhar. Eu espero respeito, mas amor ao próximo e reconhecimento pelo meu trabalho.”

“Eu tenho uma personalidade muito forte ,quando as críticas são construtivas eu guardo comigo, já quando são negativas, respiro bem fundo, me controlo, ignoro. Já passei por vários preconceitos, ao extremo. Algo que mais ouço é “tem o rosto tão lindo, porquê não emagrece? Emagrece pela tua saúde.” Mas nunca, chegaram até mim pra perguntar se eu sou feliz, se eu me amo, ou como está meu psicológico.”

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“Ninguém viveu na tua pele, nem sofreu o que tu passou. Ninguém sabe da sua história, não maltrate seu corpo por causa dos outros, não fique doente por causa dos outros. Seja você

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mesmo, se ame mais, eu digo pra não desistirem dos seus sonhos, corram atrás, quebrem barreiras, tabus e se amem. Só você mesmo pode realizar seu sonho.”

As inscrições para o Beleza Fashion Pará 2020 continuam abertas, para meninas e meninos a partir de 1 ano de idade, nas mais diversas categorias, Baby, Príncipe, Mini, Juvenil, Pré Teen, Teen, América’s, Under Ground (perfis alternativos, cabelos coloridos, pircings, tatos), Inspiração (portadores de alguma deficiência física ou intelectual) e Plus Size, através das resdes sociais do evento @belezafashionpara (instagram e facebook).

Por:@felypefurtado

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Polícia prende 25 pessoas

acusadas de integrar facção

criminosa

Operações na Região Metropolitana de Belém e no interior continuam até o dia 17. E é melhor não pagar para ver se as penalidades são aplicadas mesmo. (Foto:Ascom / Polícia Civil) Suspeitos foram presos em Abaetetuba, Ananindeua, Moju e Igarapé-Miri

Vinte e cinco pessoas acusadas de integrar uma facção criminosa foram presas na manhã desta quarta-feira, 19, durante a operação Lua Nova, deflagrada pela Polícia Civil em Abaetetuba, no nordeste do Pará. As equipes de policiais civis também apreenderam uma arma calibre 38, seis munições calibre 38 e 29 munições calibre ponto 22.

Os acusados foram presos em Abaetetuba, Ananindeua, Moju e Igarapé-Miri. O chefe da facção criminosa foi preso na Região Metropolitana de Belém, após dois anos de investigação, coordenada pela Superintendência Regional Baixo Tocantins. A ação teve apoio de 260 policiais civis em campo, dez escrivães, dois delegados e quatro agentes administrativos na base, além de 62 viaturas e um helicóptero do Grupamento Aéreo de Segurança Pública (GRAESP).

Por:Redação integrada de O Liberal

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http://www.folhadoprogresso.com.br/em-pesquisa-da-fundacao-lem ann-pais-opinam-sobre-aulas-remotas/

*Hospital Regional do Sudeste

do Pará reduz índice de

infecção e reforça protocolos

no cuidado ao paciente*

De acordo com o Ministério da Saúde, estima-se que

infecções hospitalares no Brasil atinjam 14% das

internações nas unidades de saúde. Em todo o mundo, em

dados divulgados pela Organização Mundial de Saúde

(OMS), 234 milhões de pacientes são operados anualmente.

Desse total, um milhão acaba falecendo por infecções hospitalares e 7 milhões apresentam algum tipo de complicação no pós-operatório.

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(HRSP), localizado em Marabá (PA), o trabalho promovido pela equipe assistencial vem reduzindo os casos de infecções entre os pacientes internados na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) Adulto.

Entre janeiro e junho deste ano, com base no levantamento do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) da unidade, entre as principais reduções está a queda de 87% nos casos envolvendo o Trato Urinário, diminuição em 54% das Pneumonias Associadas ao uso de ventilação mecânica (PAV), além de 17 meses sem registro de casos envolvendo infecções primárias da corrente sanguínea (IPCS).

No HRSP, unidade que pertence ao Governo do Estado, sendo gerenciado pela Pró-Saúde, o SCIH tem adotado medidas para estimular todas as diretrizes de segurança no cuidado ao paciente, principalmente no período de pandemia causada pelo novo coronavírus (Covid-19).

As medidas levam em consideração a ampliação nos cuidados com a higiene das mãos, limpeza dos ambientes, precauções específicas para evitar contato com gotículas e o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).

De acordo com Paula Dorigetho, especialista no controle de infecções do HRSP, o sucesso na prevenção é fruto do envolvimento de toda equipe assistencial, que se empenhou ativamente para a redução desses números. “Nossos dados demonstram que, em 2020, nossos processos estão sustentáveis e seguros, mesmo em meio a pandemia”, explicou.

*Referência nacional*

Diante dos resultados obtidos no controle de infecções no Hospital Regional do Sudeste do Pará, a unidade tem apresentado sua experiência em eventos nacionais, promovidos antes da pandemia.

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a Segurança do Paciente em Larga Escala no Brasil”, do Ministério da Saúde. Participam do projeto mais de cem hospitais em todo o país.

O projeto consiste na parceria com os hospitais de excelência, utilizando métricas e práticas que proporcionem resultados no cuidado com a segurança do paciente, além de maximizar recursos financeiros propondo redução de eventuais desperdícios.

A iniciativa faz parte do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS), voltado ao fortalecimento e à qualificação do SUS (Sistema Único de Saúde) em todo o Brasil.

*Sobre a Pró-Saúde*

A Pró-Saúde é uma entidade filantrópica que realiza a gestão de serviços de saúde e administração hospitalar há mais de 50 anos. Seu trabalho de inteligência visa a promoção da qualidade, humanização e sustentabilidade. Com 16 mil colaboradores e mais de 1 milhão de pacientes atendidos por mês, é uma das maiores do mercado em que atua no Brasil.

Atualmente realiza a gestão de unidades de saúde presentes em 24 cidades de 12 Estados brasileiros — a maioria no âmbito do SUS (Sistema Único de Saúde). Atua amparada por seus princípios organizacionais, governança corporativa, política de integridade e valores cristãos.

A criação da Pró-Saúde fez parte de um movimento que estava à frente de seu tempo: a profissionalização da ação beneficente na saúde, um passo necessário para a melhoria da qualidade do atendimento aos pacientes que não podiam pagar pelo serviço. O padre Niversindo Antônio Cherubin, defensor da gestão profissional da saúde e também pioneiro na criação de cursos de Administração Hospitalar no País, foi o primeiro presidente

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da instituição.

Fonte:Ascom HRSP/Com Foto

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Pará, Amazonas e Mato Grosso

somam 60% das queimadas de

agosto; Pantanal é bioma mais

afetado

Gado pasta em meio à fumaça causada por um foco de queimada da Amazônia em Rio Pardo, Rondônia, em setembro de 2019. — Foto: Ricardo Moraes/Reuters

Mesmo que a Amazônia tenha um número absoluto maior de focos d e c a l o r , o b i o m a p a n t a n e i r o é o m a i s a t i n g i d o proporcionalmente por ter uma área 36 vezes menor. Veja os dados das queimadas por estado do Brasil.

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Pará, Amazonas e Mato Grosso são os estados com o maior número de focos de fogo detectados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) em agosto deste ano. Juntos, eles representam 60% das queimadas do mês. A Amazônia é o bioma que registrou a maior quantidade de pontos de calor, mas, em comparação, o Pantanal é o mais afetado: ele tem uma área 36 vezes menor, mas só 5 vezes menos fogo.

Queimadas de 1º a 17 de agosto, no Brasil:

Pantanal tem 3.279 pontos de calor; Amazônia tem 16.763; e o Cerrado, 4.821;

Amazônia tem 5,5 milhões de km² – área 36 vezes maior que a do Pantanal (150 mil km²) e quase três vezes maior do que a do Cerrado (1.910.000 km²);

Neste mês, as cinco cidades com mais focos de calor são: Altamira (PA), São Félix do Xingu (PA), Corumbá (Mato Grosso), Novo Progresso (Pará) e Poconé (Mato Grosso);

Em comparação com o período de 1º a 17 de agosto de 2019, o Pantanal apresenta uma alta de 231% nos registros de queimadas do Inpe; a Amazônia tem uma queda de 14%, mas, exceto o ano passado, é o maior número desde 2010.

Pará, Amazonas e Mato Grosso concentram o maior número de focos no mês: 7.589, 4.786 e 4.430, respectivamente. Os três estados também são os mais afetados desde 1º de janeiro.

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Queimadas por estado do Brasil em agosto — Foto: Carolina Dantas/G1

Os focos de calor são detectados por satélites monitorados pelo Inpe. O Aqua, de referência, também é utilizado pela agência espacial americana (Nasa) e “apresenta dificuldades técnicas desde 16 de agosto”. O instituto, para minimizar o impacto nos dados, passou a usar os dados que chegam diretamente nas antenas do Inpe, localizadas em Cuiabá (MT) e em Cachoeira Paulista (SP). Por isso, os números nestes dois últimos dias podem estar prejudicados nos estados do Amapá, Roraima, Rondônia, Acre e também no norte do Amazonas.

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Entenda como o Inpe mede as queimadas no país e o que representam os dados

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desde início das medições feitas pelo Inpe

Incêndios na Amazônia aumentaram 28% em julho em comparação ao ano passado, mostram dados do Inpe

Focos de queimadas por bioma do Brasil — Foto: Carolina Dantas/G1

Dados anuais

Assim como neste mês de agosto, os estados do Mato Grosso, Pará e Amazonas também lideram as queimadas do ano. As queimadas são uma das consequências do desmatamento na Amazônia e, nos últimos 12 meses, foram as florestas paraenses que perderam maior área – no topo do ranking, o estado perdeu 2.909 km² desmatados no período, quase o dobro de tamanho da cidade de São Paulo. Os dados são do Sistema de Alerta de Desmatamento, desenvolvido pelo Imazon.

Em toda a Amazônia, segundo a organização, 6.536 km² de floresta nativa foram derrubados, um aumento de 29% em comparação com o ano anterior. A análise compreende os meses entre agosto de 2019 e julho de 2020.

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Queimadas por estado desde janeiro de 2020 — Foto: Carolina Dantas/G1

Entre as dez cidades que mais desmataram na Amazônia no último ano, oito também estão em um desses estados que mais queimaram no ano, ainda segundo o Imazon.

Isso ocorre porque o fogo é apenas uma das etapas do ciclo de uso da terra na Amazônia. Depois do desmate, se nada de novo acontecer, a floresta pode se regenerar. Uma floresta secundária, no entanto, nunca será como uma original, mesmo que uma parte da biodiversidade consiga se restabelecer. Na prática, o que acontece é que a mata não tem tempo de crescer de novo.

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Por que o Pantanal vive ‘maior tragédia ambiental’ em décadas De acordo com ambientalistas ouvidos pelo G1, há muito mais a ser queimado ainda na Amazônia em 2020, já que novos recordes de desmate foram batidos neste ano.

“O fogo é uma das principais ferramentas utilizadas para o desmatamento, especialmente por grileiros e agricultores, que o usam para limpar áreas para uso agropecuária ou especulação. Isso é mais uma prova que esse governo não tem uma política de proteção ambiental e tenta, de maneira desorganizada, passar a imagem que está tentando resolver o problema”, disse Rômulo Batista, porta-voz do Greenpeace.

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Evolução das queimadas anuais por bioma — Foto: Carolina Dantas/G1

E o Pantanal, o bioma mais afetado proporcionalmente a sua área, precisa da floresta para sobreviver: pesquisadores relacionam o aumento das queimadas na região também ao desmatamento na Amazônia – é de lá que vem a maior parte da umidade que alimenta o Pantanal, explicam.

“Essa baixa quantidade de chuvas fez com que nós tivéssemos, este ano, a menor cheia dos últimos 47 anos [no Pantanal]. E, segundo as nossas estimativas, é bem provável que nós teremos também a maior seca desse mesmo período”, disse Carlos Padovani, da Embrapa, ao Jornal Nacional.

A floresta lança no ar a umidade que é levada pelas correntes até esbarrar na Cordilheira do Andes. Volta, então, distribuindo chuva para toda uma região que vai até o Sul do Brasil. Quando esse maciço verde começa a ser fragmentado, não lança tanta umidade assim e falta chuva no Centro-Oeste.

“Nestas condições, não ocorre a recarga dos aquíferos que viabilizam o retorno dessa umidade estocada na bacia para a formação de nuvens. Então, se a chuva de 600 milímetros acontecesse somente em outubro e novembro, os demais meses ficam secos e a estiagem será maior”, também explicou Ivan

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Bergier, da Embrapa. Troca de farpas

No sábado (15), o ator Leonardo DiCaprio publicou texto nas redes sociais criticando a postura do presidente Jair Bolsonaro diante do aumento dos incêndios na Amazônia em 2019 e 2020.

“O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, está sob pressão internacional para conter os incêndios, mas ele duvidou publicamente da gravidade deles no passado, alegando que oponentes e comunidades indígenas foram os responsáveis”, escreveu o ator.

“Os incêndios florestais na Amazônia no ano passado foram devastadores o suficiente, mas com o clima mais seco este ano, assim como a pandemia do coronavírus que matou mais de 99 mil brasileiros, há uma preocupação crescente de que o desmatamento em andamento não esteja recebendo atenção suficiente”, afirmou DiCaprio.

Na última terça-feira (11), Bolsonaro disse que o Brasil recebe críticas de outros países por desmatamento na Amazônia porque é “potência no agronegócio”. Segundo o presidente, o Brasil é ameaçado o tempo inteiro e “alguns poucos brasileiros” trabalham contra o governo nesse tema. Além disso, no ano passado, Bolsonaro também acusou Leonardo DiCaprio de financiar queimadas na Amazônia.

“O pessoal da ONG, o que eles fizeram? O que é mais fácil? Botar fogo no mato. Tira foto, filma, a ONG faz campanha contra o Brasil, entra em contato com o Leonardo DiCaprio, e o Leonardo DiCaprio doa 500 mil dólares para essa ONG. Uma parte foi para o pessoal que estava tocando fogo, tá certo? Leonardo DiCaprio tá colaborando aí com a queimada na Amazônia, assim não dá.”

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As declarações repercutiram fora do país na época. Os jornais americanos “Washington Post” e “New York Times” destacaram que o presidente do Brasil criticou DiCaprio por incêndios na Amazônia e afirmaram que Bolsonaro não ofereceu nenhuma prova. Por: Carolina Dantas, G1

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“Dama do tráfico” é presa em

flagrante no Pará

Além da droga, a polícia encontrou uma balança de precisão na casa da acusada (Foto:Divulgação)

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no município. Com ela, a polícia encontrou cerca de 15 kg de maconha

A Polícia Civil prendeu em flagrante, no último sábado (15), Francinete da Conceição de Souza, conhecida como “dama do tráfico”, acusada de traficar drogas no município de Jacundá, sudeste paraense. Com ela, foram encontrados cerca de 15 quilos de maconha e uma balança de precisão, que seria utilizada na comercialização da droga.

De acordo com informações da polícia, os investigadores vinham monitorando a residência e a acusada em uma investigação sob ação controlada. Por volta das 12h de sábado, os agentes visualizaram Francinete recebendo uma sacola grande na sua casa, e decidiram que era o momento oportuno para realizar o flagrante.

Os policiais, então, entraram na residência e encontraram com a acusada a droga, que estava porcionada e embalada, e o acessório, efetuando a prisão da mesma. Ela foi encaminhada para a sede da Delegacia de Polícia Civil de Jacundá para os procedimentos cabíveis.

Por:Redação integrada

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