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Vozes Do Universo - Ramatis Hur Than de Sidha

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Academic year: 2021

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(1)

Espíritos Diversos

Espíritos Diversos

VOZES DO

VOZES DO

UNIVERSO

UNIVERSO

Obra mediúnica psicografada por

Obra mediúnica psicografada por

HUR 

HUR 

--

H!N

H!N DE

DE SHIDH!

SHIDH!

(2)
(3)

"eia tamb#m

"eia tamb#m

O !$%!RO DO !"O

O !$%!RO DO !"O

psicografada por

psicografada por

HUR-H!N DE SHIDH!

HUR-H!N DE SHIDH!

No pre&o

No pre&o

S!'EDORI! D! (RI!)*O

S!'EDORI! D! (RI!)*O

psicografada por

psicografada por

HUR-H!N DE SHIDH!

HUR-H!N DE SHIDH!

22

(4)

Nova $iss+o

Nova $iss+o

A evolução espiritual é uma caminhada sem fim, porque A evolução espiritual é uma caminhada sem fim, porque ela representa o eterno aperfeiçoamento, que por sua vez é a ela representa o eterno aperfeiçoamento, que por sua vez é a infinita busca por Deus.

infinita busca por Deus.

Mas evolução sinifica também aprender radualmente, Mas evolução sinifica também aprender radualmente, conforme a capacidade de cada um assimilar o conhecimento. !e conforme a capacidade de cada um assimilar o conhecimento. !e na

na minminha ha épépoca oca de de codcodificificaçação ão do do espespiritiritismismo o eu eu recrecebeebessesse determinadas instruç"es, que somente décadas depois puderam determinadas instruç"es, que somente décadas depois puderam ser

ser revrevelaeladasdas, , estestariaria a conconfusfuso o e e taltalvevez z duvduvidaidando ndo da da miminhanha  pr#pria missão.

 pr#pria missão.

Muito se aprendeu ap#s meu desencarne e muito ainda Muito se aprendeu ap#s meu desencarne e muito ainda ser$ aprendido pelos que estão sobre a %erra. %udo é uma questão ser$ aprendido pelos que estão sobre a %erra. %udo é uma questão de

de tetempmpo o cecertrto o e e da da popossssibibililididadade e de de quque e memesmsmo o popoucucosos aprendam. &ois o importante é que sementes se'am plantadas, aprendam. &ois o importante é que sementes se'am plantadas,  para

 para que que as as eraç"es feraç"es futuras uturas colham colham os os frutos, frutos, de de ensinamentosensinamentos que elas compreenderão com maior

que elas compreenderão com maior facilidade.facilidade.

Ainda terei missão a cumprir na %erra, levando novos Ainda terei missão a cumprir na %erra, levando novos con

conhechecimeimentontos s que que popossissibilbiliteitem m a a cocontintinuinuidaddade e da da evevoluoluçãoção  planet$ria.

 planet$ria. A A preparação preparação é é cuidadosa cuidadosa e e tem tem o o apoio apoio de de v$riosv$rios irmãos que me deram suporte em encarnaç"es anteriores. &orém, irmãos que me deram suporte em encarnaç"es anteriores. &orém, essa missão s# dever$ ocorrer dentro de

essa missão s# dever$ ocorrer dentro de aluns séculos.aluns séculos.

( importante é que se mantenham firmes e confiantes em ( importante é que se mantenham firmes e confiantes em torno das palavras de )esus e de tantos homens de bem que torno das palavras de )esus e de tantos homens de bem que  passaram pela

 passaram pela %e%erra. *ndependenrra. *ndependentes de credos e dtes de credos e de relii"es.e relii"es. &o

&orqrque ue DeDeusus, , sesendndo o a a prpr#p#priria a vividada, , é é o o +n+nicico o fifimm reliioso que deve orientar os homens.  que

reliioso que deve orientar os homens.  que cada um escolha oscada um escolha os ve-culos para alcanç$lo, desde que plenos de amor no

ve-culos para alcanç$lo, desde que plenos de amor no coração.coração.

 Alan Kardec  Alan Kardec

(5)

Vo,es do Universo

Vo,es do Universo

Hr .an de Sid.a

Hr .an de Sid.a

Renascer Renascer /0/0  Meimei  Meimei ! !nnnncciiaa11++oo //00  Arcanjo Ga  Arcanjo Gabriel briel 

R

Ree&&iiggii++oo //22

Um rabino Um rabino

3

3aa&&aarr ssoobbrreeppaa,, //22

 Arcanjo Mig  Arcanjo Miguel uel 

% %aaccii44nncciiaa //22 Gandhi Gandhi %articipar %articipardada vviiddaa //55 Gandhi Gandhi ! !ttooddeessccoobbeerrttaa //55 Yogananda Yogananda $

$oommeennttoossddeecciissiivvooss //66

 Sitael   Sitael 

3

3rraa77ee,,a a ddo o eessppíírriittoo //66

 Antônio de Pádu  Antônio de Páduaa

3

3oommeeddoo eessppíírriittoo //88

Gandhi Gandhi ( (oo&&aabboorraa11++oo //88  Miguel Couto  Miguel Couto 9 9aann::nncciiaa ;;<<  Aladiah  Aladiah E Eddccaa11++oo ;;<<  Meimei  Meimei $ $eeddiinniiddaadde e e e rreessppoonnssaabbii&&iiddaaddee ;;// 0aba'i 0aba'i

SS==bbiioo nnaa eessccoo&&..aa ;;;;

Contudo Contudo..

3

3oorr11aa ddee vvoonnttaaddee ;;>>

 Portia  Portia

$

$iisstt##rriioo ddooaammoorr ;;>>

Siddartha Gautama Siddartha Gautama ! !pprreennddii,,aaddoo ;;?? Confúcio Confúcio V Veerrddaaddee ;;??  Joana DArc  Joana DArc %

%eeddiir r 77e e DDees s oorriieennttee ;;00

 Afra  Afra

R

Reepprreesseennttaannttees s dda a ccrriiaa11++oo ;;22

!ontonna !ontonna E E@@eemmpp&&oo ;;55  Alan do De"erto  Alan do De"erto 

(6)

%&antareesperar ;5  Jacob #oehme N+oseacomodar ;6  $ada raba&.os espiritais ;8  Ale%i" Carell  "ivre-arbítrio >< Sera&i" #a' Destrir e constrir >/  (uthumi !&as >;  (hal)u (aridade >;  *"tello de Mari" Hmi&ade >>  (hal)u %erd+o >> Chohan

A+,mo-Sofrer por antecipa1+o >?

 .amana Mahar/"hi !s prova1Aes terminam >?  Dr0 Sergei Sentiro prB@imo >0  .o1ena (rítica >0 Sri Yu2te"1ar  ",Divina >0  Arcanjo .afael  Irm+os >2  Je"u" Sananda

(o&aborando com a .manidade >2

 3oroa"tro.

Devere .mi&dade >5

 Padre Pio

OidiomadeCess >6->8

 (hal)u

Son.ar com a rea&idade ?<

 $anael 

Dedica1+o ?<

 .i"hananda

! caridade atrav#s do si&4ncio ?/

 .i"hananda "tapacífica ?/ Cre"u" DescobrirDes ?;  .adan !mordivino ?; Solari" (umara Vidanaerra ?>  4anto 

(7)

Org&.o ?>

 Menadel 

Estdareacreditar ??

 (atianda

(onviver com a verdade ??

 Mor'a

$estres antes de tdo irm+os ?0

 #abaji

Responsabi&idade espirita& ?2

 5erme" 6rimegi"to

%aci4ncia perante os críticos ?5

 (alabi Su&haran

Ser fe&i, ser fi&.o de Des ?6

 Aeolu" Ri7e,as inúteis ?6  #ernadette Subirou" Hmi&dade ?8 Catarina de Ale%andria %aise@emp&ares 0<  7ranc8" Cabrini (onse&.osespúrios 0/  M,riam Homensdem&.ers 0; 9mega

%assado como E@emp&o 0>

 Patric2 da :rlanda

(omnica1+o 0?

 .a2oc+'

3icar ao &ado de Des 00

 3ada2 .. SaberViver 02  Maria Infinito 05 9rion ; !oa&cance detodos 06  *noch (ombate 06  Joana Darc Encarna1+o 08  Amar'lli"  $iss+oEspirita& 2< Manto Vício 2/  (enichahan (ontraa 9erra 2; Gandhi Vigi&:ncia 2;  Diana %arcimnia 2>  4ut+ 3

(8)

%rd4ncia 2?  Joana DAre 3or1a Espirita& 20  Arcanjo Miguel  (onforto 20 Clara 4oui"e !&icerce daVida 22  4ut+ raba&.o Espirita& 22  .adan ! ange&ítde do !mor 25  .o1ena "igados a Des 26 9""o2 < ransmta1+o 26  Arcturu"

Festionem sempre a prBpria consci4ncia 28

 (ama2ura

Ensinamentos da Natre,a 5<

 #úfalo #ranco

Esco&a para a !scens+o 5/

 #ha2ti-edanta Prabhu&ada

Csti1ae passado 5;

=alde+

raba&.ar para o prBprio crescimento 5>

 (alabi Su&haran !mbi1+osadia 5?  *"ola ! seriedade do esoterismo 50  4amuel  3or1a da$ente 52  4i" E7i&íbrio menta& 55 9meron ransmta1+o e cra 56 9mri>6a" Oaprimoramento 58 !n Magra Estdarsempre 6<  4aMorae (ria1+o e e7i&íbrio 6/ =ai"tu" Direitodeesco&.a 6;  Marco" Identidade 6>  Mon2a Osverdadeiros va&ores 6?  Antônio de Pádua No rmo da perfei1+o 60 Saint Germain 4

(9)

InGsti1as em &onga esca&a 62  Mor'a (ristosmodernos 65  *mmanuel  Sonoreparador 66  Andrômeda (on7istando o Universo 68 Confúcio

!rgmentos inconse7entes os ata7es a Nova Ior7e 8<

 Maria

'scando a&ternativas 8/

 4amuel 

Insanidade 8;

 Andr) 4ui+

Sobre a gerra do !feganist+o 8>

 Je"u" Sananda

(onsci4ncia e omiss+o 8?

 4umina

!par4nciasfúteis 80

 (uthumi

raba&.o materia& e traba&.o espirita& 82

 4anto

Saberdivergir 85

Gandhi

(ivi&idade aparente 86

 4anto

"garn+o garantido 88

 Mor'a

SeGam moderados perante as fa&tas a&.eias /<<

 Monge oriental 

Vendo atrav#s do espírito /</

Yogananda

%ensamentos inconse7entes /<;

Soltec

"i1+o n+o aprendida /<>

 (umad  !rtes+o do aperfei1oamento /<? Sera&i" #e' %erdoar /<0  5)rcule" %rocessocontíno /<2  Pan !scens+o e traba&.o /<5  5elio" Servi1oe f# /<6  5erme" 6rimegi"to Egr#goras /<8  3ada2 . Evo&1+o i&imitada //<  .a2oc+' 5

(10)

'ipo&aridade ///  *noch (orrp1+o //;  #e+erra de Mene+e" !gradecera Des //>  *+e2iel ..

Sem datamarcada //?

 Jerônimo Jamanismo //0-//2  (hal)u (oragem //5  Joana DArc DimensAes distintas //6  .amat," !va&iarasfa&tas //8  *"trela do Amor  Dimens+o epoder /;<  (uthumi

(idardosfi&.os /;/

 Meimei

Esco&a do progresso /;;

9"iri"

Vitoriosos na mat#ria e no espírito /;>

 Pedro

K preciso assimi&ar os ensinamentos /;?

 Petron !tof&age&o /;0 ?uet+alcoat,  %e7enos d#spotas /;0 Unei !tribto cong4nito /;2  Dr0 Sergei (.amaverde /;2  5ilarion %asseios inade7ados /;5  $ana2

9ardi+o do prBprio espírito /;6

 Atma %esade&os instrtivos /;8  5an2  (aridade discreta /><  5atton Re&igi+o detrpada />/  Je"u" Sananda

!travessar o fogo sem se 7eimar />;

Shidha

(ic&osindividais />>

S1ami Sat'ananda Giri

%ensar antes de agir />?

 Mara2 

(11)

(írc&o vicioso />0

 #ha-an Mha&rabhuji

IniciativaprBpria />0

 5ariel 

!inda sobre a gerra no !feganist+o />2

Yerathel  !&masnificadas />5  Al&ha Sintonia />6 Chaha-iah Respeitomúto />6  .ama2ri"hna "tasi&enciosa />8 Catarina de Ale%andria Dividir o aprendi,ado /?<  (ateri 6e2a21itha

Csti1a terrena e Gsti1a cBsmica /?/

 Ana So& /?;  Debra Rea&idade /?;  Dom #o"co 'ata&.a sagrada /?>  *mmanuel  Desiga&dades e dese7i&íbrios /??  5oru" Ora1+o /?0  Joana DArc !demora ensina /?0  Jona" da Jord@nia (amin.osdiversos /?2  (hal)u Inf&4ncia /?5  4aMorae

Descon.ece todos /?5

 4anto

$editar /?6

7ao%zu

EstarcomDes /?6

 Maha"a'a (ar4ncia recíproca /?8  Mor'a.. Overdadeiropoder /?8  Mor'a 'a&an1adaGsti1a /0<  Portia

%resevar a &iberdade a&.eia /0<

Sera&i" #e'

(.avesda ascens+o /0/

 Pedro

(12)

N+o ver a 7em aGdar /0/

 Portia

Espada do!mor /0;

 Miguel 

Uso das ri7e,as natrais /0>

Sut2o. !&7imia.mana /0?  :"idoro de Ser-ilha Sabedoria deviver /0? S1ami =i-e2ananda EspíritodeNata& /00 )esus Sananda Diada presen1a /00 Sera&i" #e'

!tos e pensamentos nobres /02

 4eialel 

Ora1Aes pe&o p&aneta /05

 Arcanjo Uriel 

Oper=rias da Nova Era /05

 *+e2iel 

Homens 7e fa,em .istBria /06

 Dj1al (hul  Hmi&dade /06  Monge oriental  3a&ar si&enciosamente /06  Monge oriental  $estrese a&nos /08  Madre 6ere"a Era dedecisAes /08 Saint Germain !maiordescoberta /2<  3oroa"tro Irraciona&idade /2/  Pala" Atena

(onversando com Des /2;

 Juan

Ectop&asma e endop&asma /2>

 Metraton

$aternidade /2?

 $amira

3rtificando os ensinamentos de Cess /20

 *2lon

!proveitara vida /22

 (abir 

Inte&ig4ncia f# e amor-prBprio /25

6ere"a do" Ande"

Fest+ode.=bito /25

Chana2'a

(aridade permanente /26

 Dj1a:(uhl 

(13)

Despertara f# /26

 Mor'a

%erdoar /26

 Monge oriental 

C&gar os prBprios atos /28

 .adan

Vivendo na mat#ria para Des /5<

 Hafiz  "ideran1a /5/ Gandhi Sentidoinverso /5/  *mmanuel  Inte&ig4ncia /5;  Di-a Esperan1as e mdan1as /5>  Mahachohan Amadeu" ransmtaro ego /5?  Mahachohan Amadeu"

%reparando o espírito para orar /5?

 Ale%i" Carell 

%ersona&idade espirita& /50

 Mahachohan Amadeu"

Inte&ig4ncia conse7ente /52

 Angad De- Ji

Sem renovar o passado /55

!anta #árbara

3troe presente /56

Cele"te

!proveitar a encarna1+o /58

 5enri2e"

Sem datamarcada /58

 4anto VitBria doamor /6<  Maha-era Independ4ncia e re&igi+o /6/  Andr) 4ui+ Obra departida /6;  Allan (ardec !ssídosna vida /6;  $ada %erigoinvisíve& /6>  4u%L LL

"tando pe&a &iberdade do espírito /6?

 .ochelle0

Emerg4ncia do presente /60

 *len.

Diversasmoradas /62

 A"htar ..

O a&cance das pa&avras de Cess /65

Saint>Germain

(14)

$#dins do prBprio espírito /66

 Mahachohan Amadeu"

Difíci& dee&iminar /68

 3'

N+o impor sa cren1a /8<

 Mahachohan Amadeu"

E7i&íbrio entre mat#ria e espírito /8/

 Mahachohan 5ermonthi" emp&ointerior /8;  5ilarion $onopB&io e censra /8>  Polari" Energia si&enciosa /8? 6ere"a de -ila (raespirita& /80  Dr. F. Luz  Vivendo e aprendendo /82  70 Schuon !rrog:ncia /85  $0 .oerich %assagem tran7i&a /86  . Deuno-3ra7e,ada mente /88 !. Segall  Orientarbem /88  (hal)u !ssmir a responsabi&idade ;<<  .i"hananda Despertara ra,+o ;</ Sarada De-i

Descidar dos fi&.os ;<;

Gabriel  3edos desnecess=rios ;<> Sera&i" #e' $oradadefinitiva ;<?  #0 Abramo-%oderda mente ;<0  AbrahBo .abino (ondenado M fe&icidade ;<0  Mor'a empor=rio ;<2  M,riam

Saber sar a natre,a ;<2

 #harad1aja Reto7es da mat#ria ;<5 Siddartha Gautama !tocon.ecimento ;<6  Adi Shan2ara (apacidade de atoperd+o ;<8  Madh1achar'a 1/

(15)

OpiniAes díspares ;<8  Marco" Esco&.endo Cess ;/<  (1an'in Esoterismo ;//  Mahachohan (haleu Vindade $aitrea ;/;  .adan

Respeitar a esco&.a a&.eia ;/>

 Mira A/fa""a

Simp&icidade no ensinar ;/>

6ere"a do" Ande"

%ensamentos ;/?

 Anteu"

"iderar e ser &iderado ;/?

Centauro"

"ideran1a Inconse7ente ;/0

Centauro"

!brindo os prBprios camin.os ;/2

 (u2ai !gan:ncia ;/5  4á+aro $ito&ogia e rea&idade ;/6  Palla" Atena 1

(16)

Vo,es do Universo

Renascer

 Meimei A criança é o s-mbolo do renascimento, uma prova de que o &ai nos ama infinitamente, dando a chance da eterna renovação. %enham a humildade de ver em cada criança uma centelha de ensinamentos divinos, que serão +teis em qualquer época de suas vidas. Mas não é necess$rio sempre renascer do +tero materno para renovar na eternidade. ( mais importante é a sabedoria do reviver. 9 a consci:ncia, em qualquer idade, de ter a autocr-tica para desenhar  vida nova, com as cores sutis da caridade e do amor. ( nosso dese'o é que voc:s se'am artistas plenos de suas vidas, concebendo paisaens ricas em caminhos iluminados de amor ao &ai. %enham a certeza de que são felizes por conhecerem a liberdade do renascer. !e'am pais divinos de seus pr#prios atos.

!nncia1+o

 Arcanjo Gabriel  A Anunciação é uma mensaem de amor, fruto da esperança numa vida plena de luz. ;uantas anunciaç"es dese'amos transmitir todos os dias, mas que fossem realmente com  preendidas pelos homens. ;ue fossem levadas ao fundo de seus coraç"es, que inundassem seus seres de sentimentos fraternos, atendendo ao que o &ai celestial dese'a para cada um de seus filhos. ;ue, então, realizassem também suas anunciaç"es, propaando entre seus irmãos a beleza simples e infind$vel daquele que não vos pede nada, mas concede tudo. &orém, mesmo ante as dificuldades nunca esmoreçam, pratiquem a caridade humildemente e vislumbrem de modo firme os caminhos do bem, pois s# assim poderão conhecer e também anunciar a randeza construtiva do amor divino.

(17)

Re&igi+o

Um .abino A escolha de uma reliião é como a escolha de uma roupa que lhes faz sentir bem ao usar. ( h$bito, entretanto, não faz o mone. , sendo assim, a reliião não veste o seu car$ter. la apenas lhe proporciona os ensinamentos para que voc:, despido de sentimentos  presunçosos, possa se envolver com a roupaem sinela e doce da luz. ;ue revelar$ em seu

-ntimo a simplicidade de Deus.

3a&ar sobre pa,

 Arcanjo Miguel  (s homens apreoam contra as mazelas do esp-rito e afirmam abominar a incompreensão. Dizem ter a paz como meta. (ram por ela. <ealizam bonitas preleç"es com  palavras sutis sobre a irmandade no planeta. A idolatram como fundamento b$sico da humanidade. Mas ser$ que sabem o que é paz= >onhecem o esp-rito de ren+ncia, a compai?ão, a boa vontade, a paci:ncia e o amor= Antes de falar sobre paz, os homens deveriam fazer um e?ame de consci:ncia para compreenderem melhor o assunto sobre o qual dissertam. &ara isso, é necess$ria a humildade da autocr-tica e, descobrir, na verdade, o quanto cada um colabora para a efetivação daquilo que condena pelas palavras. u lhes per unto, como pode aluém lutar pela paz se não conseue decifrar os mistérios que o conduz @  pr#pria paz interior= !e'am realistas. %enham a sabedoria de transmutar as imperfeiç"es e, então, primeiro conhecer a paz de seus pr#prios esp-ritos. sse ser$ o caminho para que  possam, efetivamente, ter a moral de falar sobre paz.

%aci4ncia

Gandhi A paci:ncia é um dom que fortalece o esp-rito. la ensina a cada um de n#s a ter  serenidade nos per-odos de turbul:ncia. la nos concede a resinação quando nossos dese'os e vontades não se concretizam. la se transforma em perseverança ante as adversidades da vida. la possibilita a luz da harmonia e do perdão perante aqueles que nos aridem. Ao e?ercitarmos a paci:ncia despertamos os valores mais nobres contidos em nossa alma.  desvendamos a clem:ncia do &ai ante nossas imperfeiç"es.

(18)

%articipar da vida

Gandhi A vida em sociedade é fundamental para o proresso da humanidade. 9 através das interaç"es entre os homens que o conhecimento é permeado ou os bons e?emplos seuidos. (s seus atos, portanto, são manifestaç"es que podem elevar esp-ritos e provocar desvios para o rumo certo na seara do bem. &ois cada homem é um representante le-timo, Divino, da Mãe  atureza e do &ai >riador. ão fu'am a essa responsabilidade inerente a todos os seres racionais. >uidem da sua reforma espiritual, dando o e?emplo da caridade, porque estarão sendo observados por irmãos ansiosos por luz. >oncedam essa chance a voc:s mesmos e a seus irmãos. &articipem da vida. &articipem como amados filhos de Deus.

!todescoberta

Yogananda

( ser humano desfruta de virtudes internas, que o inundariam de paz e de alerias, se fossem descobertas. !ão valores que passam por uma vida ocultos, sem aflorar na conquista do esp-rito. *mainem se os homens caminhassem por estradas floridas, através de campos iluminados pela natureza, sem admirarem a beleza que os cerca. (u se não sentissem a luz do !ol que os ilumina e desprezassem o infinito encanto do céu azul. ssa caminhada seria triste, $spera, apesar de toda a riqueza que a envolve.

( mesmo acontece quando o homem atravessa a vida, desatento @ estrada e?istente em seu interior. le dei?ar$ de contemplar o amor ali e?istente. Dei?ar$ de perceber o quanto  podem ser nobres os seus estos e poderosamente sutis os seus pensamentos. ão conhecer$ o alcance do sil:ncio, tampouco o envolvente calor das vibraç"es de luz. ão conhecer$ a elevação da caridade. ão encontrar$ a paz e nem conhecer$ Deus. !er$ aluém insatisfeito com a vida, sem mesmo saber o porqu:.

<eflitam. Admirem a natureza e?istente em seu interior e aprendam com ela a sabedoria da vida. >aminhem pela estrada do esp-rito e contemplem a luz que os conduzir$ @  paz.

(19)

$omentos decisivos

S,tael  (s homens estão sendo convocados a responsabilidades decisivas. ão devem se  permitir perder tempo com atitudes que descaracterizem o processo evolutivo. >ada seundo

de suas vidas deve ser encarado como um bem precioso, destinado ao aprendizado e @ transmutação das defici:ncias. ( tempo é curto e a edificação da espiritualidade demorada.

&recisarão, de modo inequ-voco, eruer a bandeira de luta contra suas imperfeiç"es e,  para isso, solicitarem a a'uda do &ai. &ecamlhe forças para serem obstinados na conquista do mérito. Mantenhamse firmes na manifestação do amor e da caridade.  que possam comemorar, loriosamente, a vit#ria sobre o pr#prio passado de car:ncias do esp-rito. ão esqueçamB o per-odo é de randes batalhas. >ontra as m$culas que afetam seus atos e  pensamentos. !e'am vitoriososC

3ra7e,a do espírito

 Antnio de Pádua A matéria do corpo, criada por Deus para promover a evolução do esp-rito, est$ su'eita @s mais variadas imperfeiç"es, que na realidade são consentidas por aquele que a habita. ( corpo reflete a vontade do esp-rito, derivada desta vida ou de vidas passadas. A  pseudo'ustificativa da fraqueza da carne esconde a intransi:ncia daqueles que não conseuem ter a altivez de serem os senhores absolutos da pr#pria consci:ncia. *noram o  poder da autocr-tica, da força de vontade e da responsabilidade, fazendo do corpo um cativeiro que encerra dolos. Acabam por destruir as chances que Deus lhes concede, por não desenvolverem h$bitos que permitam a evolução racional do esp-rito. ntão, são tomados  pelas mais duras provaç"es, frutos da escolha que fizeram.

&or outro lado, o homem que dedicar momentos de sua e?ist:ncia @ meditação, @ sabedoria do sil:ncio refletivo e @ contemplação da vida de modo sereno, descobrir$, nos acontecimentos mais. simples, a riqueza dos ensinamentos que o &ai nos envia. !er$ um homem feliz por ter a d$diva de estar com Deus e receber a bemaventurança do aprendizado. !er$ afortunado, pela capacidade de ser o pr#prio tutor de seus atos no desempenho do bem. !er$ um homem livre na busca da eterna evolução.

&or isso, permitam que a sensibilidade Divina se manifeste em seus esp-ritos. , com o  b$lsamo da liberdade, poderão realizar s$bias conquistas, abençoadas por aquele que lhes  brindou com a vida.

(20)

3ome do espírito

Gandhi m ser humano faminto é um ser humano marcado pela humilhação. !ob o olhar  aflito ele esconde a veronha de ter veronha. Eive constranido voltado para seu interior, tentando se abriar na pr#pria infelicidade e, ali, encontrar a resposta para as dificuldades. 9 uma vida indina de tormentos que poderia ser evitada, se a humanidade despisse o manto do eo-smo e da indiferença.

<iquezas se acumulam, sem que seus detentores se'am capazes de um breve momento de refle?ão F um simples momento que lhes permitisse se colocarem no luar de um faminto, e imainarem o que é ter o desespero da fome. Mas, se esse breve momento da imainação '$ lhes incomoda, então considerem o que é conviver com a realidade do pro  blema. ão e?istem palavras que descrevam tamanha desolação. 9 como estar sozinho no

mundo. !er olhado, mas não ser visto. !er percebido, mas não ser compreendido. &edir  compai?ão e não ser ouvido. 9 padecer sob a éide do desprezo. *mainemse nessa situação, em que a esperança é apenas uma vaa ideia.

&ortanto, dediquem aluns momentos de suas vidas para refletir e avaliem. ;ue contribuição podem dar @queles que enfrentam o desespero da fome= &onderem a respeito.   'uluem, sinceramente, como a omissão de fato lhes incomoda. 9 um caso em que precisam  'ular, para não serem 'ulados pela pr#pria consci:ncia. &ois a omissão é a fome do esp-rito.

 s# a pr$tica do amor e da caridade pode combat:la.

(o&abora1+o

 Miguel Couto ma das condiç"es para que os esforços médicoespirituais atin'am seus ob'etivos, é o dese'o inabal$vel do paciente de ser curado. sse comportamento permite que se'am atra-das vibraç"es de luz emanadas de planos superiores. %ambém faz com que o paciente  produza substGncias vitais através das lGndulas end#crinas, substGncias nem sempre

conhecidas pelos homens, favorecendo o tratamento no plano f-sico.

ntretanto, mais do que o aspecto material que envolve tais tratamentos é importante cada um se conscientizar de que é o pr#prio médico de seu esp-rito. inuém e?ercer$ melhor  a medicina do que voc: mesmo no tratamento de suas moléstias espirituais. %enham a certeza de que, aindo desse modo, estarão não s# permitindo a cura, mas também dificultando a ocorr:ncia de novas patoloias.

!endo assim, nos a'udem para que possam ser a'udados. >onfiem no que Deus lhes envia, e trabalhem para alcançar essas d$divas. >umpram o dever sublime de transmutar as imperfeiç"es. sse é o passo fundamental para a cura definitiva.

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9an:ncia

 Aladiah (s homens demonstram através da vida uma acentuada preocupação em acumular  riquezas. ssa atitude tem sido acompanhada de estos violentos na defesa desses interesses, os quais são motivos dos mais profundos aravos morais. &raticam crimes e iniciam uerras, erando destruição irrepar$vel. !ão manifestaç"es inconsequentes que atinem o e?aero da  barb$rie.  tudo pela posse da opul:ncia material.

( mais rave, é que tais comportamentos estão assumindo o espaço do cotidiano. o momento em que se rendem a desvarios como anGncia, avareza e corrupção, os homens estão atraindo riquezas que nada lhes acrescenta a não ser o orulho de possu-las.  ainda cometem a falta de desvi$las de mãos mais necessitadas, que padecem atinidas pela fome, doenças e outras car:ncias verdadeiramente uniquiladoras. Acabam por se tornar aentes individuais da destruição.

Abram seus coraç"es ao amor divino. Descubram até que ponto o que possuem em e?aero est$ faltando para os irmãos oprimidos pela pobreza. 7embremse de que muitos desses irmãos morrem por não contarem com uma -nfima parte do que outros possuem em e?cesso. >onsiderem que ao serem nelientes na pr$tica da caridade, estarão colaborando para a ru-na f-sica e moral daqueles que passam privaç"es. <enunciem ao t-tulo sombrio de aentes da destruição. Acudam a vida e desenvolvam em seus esp-ritos o mérito de terem reconstru-do o que Deus criou.

Edca1+o

 Meimei As atitudes dos adultos refletem no desenvolvimento moral de uma criança. Hestos e  palavras são alumas vezes interpretados como paradimas, que vão nortear o comportamento dos pequenos no futuro, sem que os adultos percebam o que plantaram nesses seres humanos ainda inénuos e indefesos.

(s adultos precisam ter em mente que a sua edificação moral e espiritual possui um alcance muito maior do que imainam. !ão valores que não estão apenas restritos a suas vidas em particular. les são a herança que dei?arão para as crianças, que no futuro a transmitirão  para outras eraç"es. 9 uma reação em cadeia, que poder$ ser o caminho da evolução ou de

vidas sofridas.

>ada adulto, portanto, é um in-cio. %ransmutando as imperfeiç"es e dando o e?emplo do amor, da compai?ão e da caridade, estarão dando @s crianças uma contribuição insubstitu-vel. Despertarão nelas a compreensão de que o encontro com Deus, além de uma necessidade, é também a semente do amor a ser distribu-da pelas eraç"es futuras.

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$edinidade e responsabi&idade

 #abaji ( e?erc-cio da mediunidade é uma atividade cercada pelo mais elevado n-vel de responsabilidade. la e?ie retidão moral e não suere, sob hip#tese aluma, desculpas para que se'a direcionada a propostas desvinculadas do amor e da caridade. !uas principais metas são o crescimento espiritual daquele que a professa e a difusão das vibraç"es de luz entre aqueles que dela compartilham. 9 uma forma de conceber a presença de Deus entre os homens, normalmente enri'ecidos pela noção incorreta sobre o uso da matéria.

>abe ao médium procurar a evolução pela meditação, pelo estudo incessante na busca da sabedoria e pela transmutação consciente de suas imperfeiç"es. Aindo assim, ele estar$ admitindo que é imperfeito e carente de esclarecimentos, mas, antes de tudo, reconhecendo a necessidade de ser humilde em seus atos e palavras.

le estar$, também, assumindo o compromisso de vencer os atributos neativos que afloram em seu eo, porque eles são incompat-veis com aluém empenhado em e?ercer aç"es humanit$rias. , a e?emplo de todos os homens que conduzem suas vidas pela seara do amor  e da caridade, estar$ se incorporando radualmente ao corpo de Deus, abrio que se constitui na fonte eterna de luz e na plenitude do conhecimento.

&ortanto, aproveitem a chance que se encontra em suas mãos. la é uma d$diva do &ai concedida @queles que concordam em transformar parte de suas provaç"es em missão medi+nica. le est$ lhes oferecendo o direito de conhec:lo através da eternidade. !e'am aradecidos por tanto que recebem e dividam com seus irmãos a conquista do amor divino.

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S=bio na esco&.a

Confúcio (s homens se deparam diariamente com diversas opç"es de comportamento. A escolha desses caminhos alternativos est$ em função do livrearb-trio, direito inalien$vel concedido por Deus. Mas também Gmao das mais profundas responsabilidades e consequ:ncias.

As escolhas são individualizadas. , sendo assim, é natural que ocorram situaç"es em que pessoas de um mesmo rupo tenham opini"es diverentes. Iato normal, tendo em vista que a pluralidade de ostos e de opini"es enriquece a vida em sociedade. ntretanto, o que se v:, são os homens se confrontando para impor suas vontades aos demais. *sso forma ambientes pesados no plano espiritual e resultados danosos no Gmbito material, causando  pre'u-zos a todos.

( que os homens precisam entender é que nem sempre escolhas em rupo eram consequ:ncias individuais satisfat#rias.  que escolhas individualizadas nem sempre eram consequ:ncias individuais. ?iste uma necessidade premente da l#ica contemplativa e difusa, através da meditação, para que cada um avalie qual o rumo a seuir, dentro de um quadro em que, riorosamente, as escolhas influenciarão muitas vidas.

Assim, o processo da escolha deve ser encarado como um dos mais importantes passos da evolução espiritual. Ao e?ercitar o livrearb-trio, convém ao homem avaliar a qualidade e a amplitude de suas decis"es. Apreciar o quanto seus estos influenciarão ou transformarão vidas. %ratase de um processo e?tremamente dif-cil. Mas se '$ é dif-cil para a pr#pria vida de cada um, ser$ ainda mais intricado quando se interfere no livrearb-trio alheio. Muitos destinos são afetados, advindo consequ:ncias imprevis-veis.

>abe, então, a conscientização de que o livrearb-trio é, além de individual, intoc$vel. >ada homem é o +nico respons$vel pelas decis"es que tomar, mesmo sob influ:ncia. &orém não queiram, ao impor a vontade sobre o livrearb-trio de outros, se tornarem coad'uvantes furtivos de perturbaç"es que no futuro serão atribu-das a terceiros. &or isso reflitam sobre as consequ:ncias de seus atos e palavras. les podem passar desapercebidos na %erra, mas, indubitavelmente, estarão sendo reistrados nos autos da 'ustiça divina.  ela definir$, de modo isento, a parcela de responsabilidade de cada um.

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3or1a de vontade

 Portia A chama violeta é um instrumento disponibilizado a todos aqueles que dese'am transmutar suas imperfeiç"es. ntretanto, ela não possui efeitos m$icos que determinam automaticamente a e?tinção das enfermidades espirituais. !ua ação se verifica de modo sinérico com aquele que recebe os benef-cios. 9 preciso que ha'a plena conscientização de que a função de chama violeta é a de au?iliar quem dese'a ser au?iliado, quem dese'a eliminar  de seu esp-rito imperfeiç"es que '$ reconheceu e?istirem. , a e?emplo de muitas outras quest"es que envolvem a evolução espiritual, nada se conseue sem a força de vontade e a determinação de promover mudanças internas. &orque cada homem é, e sempre ser$, o art-fice de seu pr#prio destino na procura da luz divina.

$ist#rio do amor

Siddartha Gautama ( amor é delicado demais para ser descrito por aqueles que o sentem. ão lhes falo do amor carnal, mas do amor divino, que é perene e imut$vel. 9 dif-cil entend:lo. le se identifica com o &ai criador em termos de espaço e de tempo. ma randiosidade que foe da mais profunda imainação e das palavras proferidas pelos mais s$bios.

 unca alcançaremos a real compreensão desse amor. 9 uma tarefa de conquista, que cada homem dever$ realizar  &or seu pr#prio esforço, continuamente através dos tempos. ( que torna esse amor uma promessa de felicidade em horizontes fecundos de paz.

Muitas vezes ele poder$ parecer contradit#rio. >rescer no amor também sinifica lutar   pacificamente, entender o incompreens-vel, ser resinado na impaci:ncia e sinelo perante as

intransi:ncias. &oderão advir momentos de dor e de sofrimento, mas, se os homens forem sublimes, descobrirão a luz divina nas sombras das dificuldades.

ntendam que, em todos os momentos de suas vidas, encontrarão a luz do amor que os despertar$ para a aleria de viver. ssa luz estar$ sempre presente, mesmo nos locais sombrios ou nas mentes mais obscuras. star$ @ espera de ser descoberta e contemplada.

( &ai é simples em sua randeza e humilde em sua infinita sabedoria. !omos  pequenos perto de seu esplendor, porém tão randes quanto ele na esperança de um futuro de

luz. volu-mos no infinito de seu corpo, mas o encontramos, mais do que em qualquer luar, dentro de n#s mesmos. &erdemos a noção de universo, mas sentimos a dimensão da natureza. Desconhecemos o dom-nio do tempo, mas desfrutamos o predicado da eternidade. &or isso seu amor nos parece contradit#rio. Meditem, elevem seus pensamentos e alcancem a sabedoria de viver. Desvendarão nos mais enim$ticos parado?os as chaves que Deus lhes concede. las abrirão portas s# vistas por aqueles que dese'am seu amor.

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!prendi,ado

Confúcio ma das principais responsabilidades do homem reside no fato de que a busca pelo conhecimento é eterna. 9 dever de cada um preencher o espaço in+til da inorGncia com os instrumentos que afloram na vida de modo cont-nuo.

Deus, em sua infinita bondade, dese'a que seus filhos recebam a educação necess$ria @ evolução. le não lhes imp"e tal situação, apenas permite que os homens a encontrem pelo  pr#prio esforço.

sses ensinamentos e?istem em toda parte. stão nos livros que permeam a cultura e o conhecimento, estão nas palavras proferidas pelos professores em aula, ou nas discuss"es .sadias que buscam a solução de problemas. !ão encontrados no cotidiano, nos atos da natureza, no olhar e palavras de uma criança ou na aleria dos necessitados que recebem d$divas. (u nas meditaç"es esclarecedoras. Mas também são encontrados nos estos desvirtuados de infelizes que acabam por nos mostrar o que não se deve fazer.

( conhecimento, portanto, est$ em toda parte, porque Deus se oferece aos homens de maneira simples e amorosa. le não lhes oculta o saber, apenas o disponibiliza de modo sutil e inteliente. *sso requer dos homens a vontade de aprender. 9 o fato primordial para a descoberta infinita de seus valores internos.

Verdade

 Joana D Are A verdade é a ponte que o homem precisa para caminhar no sentido da evolução. 9 através dela que os mais perniciosos sentimentos são identificados, possibilitando a cada um a oportunidade de transmut$los. la se constitui numa das mais nobres manifestaç"es que afloram no esp-rito.

!e a verdade lhe incomoda, então faça e?ame de consci:ncia. Através da meditação  procure o motivo pelo qual ela lhe perturba e certamente descobrir$ que voc: tem convivido

com a mentira. 9 o sinal para um rande combate. Aquele que voc: vai, de modo implac$vel, derrotar o seu eo. 9 o momento de ter a coraem de demolir muralhas que lhe dificultam o  proresso. ão recue. &orque aceitar a mentira é admitir a insensatez, é ser inundado pelas

d+vidas.  infeliz do homem que não confia na pr#pria razão.

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%edir 7e Des oriente

 Afra &or melhor que se'am suas intenç"es, avaliem bem o que pedem para seus irmãos através das oraç"es. 9 comum que ao frequentarem cultos de suas prefer:ncias, com o intuito de praticarem a caridade, realizem pedidos para irmãos em dificuldades, acreditando estarem invocando o melhor para eles.

Mas percebam que somente Deus sabe o que realmente é melhor para cada um. !# le nos acompanha desde o momento da criação, conhecendo a fundo toda a nossa hist#ria, sem o véu da ilusão. Ioi le, em sua infinita bondade, que nos proporcionou a chance das v$rias encarnaç"es, avaliando o que ainda nos falta para que este'amos em harmonia com nosso  pr#prio ser. &ortanto, s# le ser$ capaz de orientar, em suas m+ltiplas manifestaç"es, o

caminho dos aflitos.

&or isso, ao rezarem, não esqueçam de seus irmãos. >ontinuem praticando a caridade. Mas sempre peçam a Deus que faça o que for melhor para eles. >onfiem na assist:ncia e na  'ustiça do &ai. , assim, estarão aceitando os des-nios de Deus como a +nica lei que abrane

o niverso. ssa é a verdadeira declaração de amor a seus irmãos que precisam de paz.

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Representantes da cria1+o

!ontonna ;uando os homens aridem a natureza, não estão apenas deteriorando a base  primordial da vida na %erra, mas também danificando um dos principais ve-culos que os une

ao mundo espiritual.

<epresentação incontest$vel do poder criativo de Deus, a natureza abria enerias que se dissipam quando não utilizadas, ou que eram sérios desequil-brios quando mal empreadas. m ambos os casos se verificam danos f-sicoB através do descontrole dos elementos. (s resultados sãc intempéries diversas que afliem a humanidade.

ntretanto, a maioria dos homens ainda não se conscien 7izou a respeito do poder que Deus lhes oferece através de natureza. &ara melhor compreend:lo, os homens necessitam, a  priori, entender o seu pr#prio ser e como suprimir as tempestades internas que consomem suas

mentes. 9 o caminho do autoconhecimento, da verdade e do equil-brio, através de uma  'ornada de paci:ncia pela natureza do pr#prio esp-rito.

Ao controlar a sua natureza, a começar pela mente, o homem estar$ então predisposto a se interar com o meio ambiente em que vive, passando a compreender diversos mecanismos que envolvem a perfeição da natureza divina. De posse desse conhecimento, ele  poder$ desenvolver, de forma radual, o poder de combinar elementos naturais na pr$tica do

amor e da caridade.  isso não sinifica somente aceitar Deus, mas também se comprometer  com ele. 9 adquirir a responsabilidade de ser representante da criação.

Dessa forma, entendam o quanto a natureza é importante para a evolução sarada do homem em todos os aspectos. &reservemna e a descobrirão vibrante em seus esp-ritos. tilizemna e alcancem meios para manifestarem suas vidas pela força criativa da mente.

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E@amp&o

 Alan do De"erto ( proresso espiritual de um homem não pertence somente a ele. 9 também uma vit#ria da humanidade. Iazendo parte dela, ele contribuir$ com seu aprendizado, com sua riqueza de e?peri:ncias e com a sabedoria divina que encontrou na alma. le poder$ ser  aquele que um dia dar$ a mão caridosa ou diriir$ uma palavra amia e esclarecedora. ( seu e?emplo poder$ ainda ser motivo para refle?ão de outros, que não conheciam a luz da evolução.

ntendam, por conseuinte, que ao caminharem em direção a Deus, não estão apenas fazendo o bem ao seu pr#prio esp-rito. %ratase de um trabalho muito mais amplo em prol da humanidade, beneficiando irmãos que precisam evoluir. 9 uma tra'et#ria que obter$ m+ltiplas  b:nçãos divinas. &ois estar$ disseminando a aurora da razão entre muitos que adormeciam na  pr#pria insensatez.

%&antar e esperar

 Jacob #oehme

Durante minha vida na %erra, descobri que o futuro do homem est$ em Deus. mbora ho'e sinta isso como o #bvio, na época queria dividir meu achado com aqueles que me quisessem ouvir. !entia ter recebido uma riqueza que não era s# minha, mas uma propriedade de cada homem. &or isso queria dividila.

&or outro lado, também descobri que nem todos os homens estão preparados para aceitar o #bvio. &ara muitos, Deus era uma fantasia surida na mente de seres inorantes, que  procuravam compensar suas fraquezas com tal ideia.

m parte, estavam certos. Descobri ainda o quanto eu era fraco e impotente sem Deus, o quanto eu era inorante sem ele.  sua presença foi de fato uma compensação para mim.

&or ele, fui capaz de suportar privaç"es que nunca imainei passar. De sofrer males f-sicos e financeiros, ou mesmo passar fome. Mas o mal que mais me entristeceu foi a indi ferença, ver o quanto os homens se incomodam com a e?ist:ncia de Deus, seu pr#prio &ai criador.

Mas também descobri que tudo vem a seu tempo e meu trabalho não foi em vão. &ois todos aqueles que mostram a randeza de Deus plantam uma semente. la cresce e d$ frutos, que serão colhidos no futuro.

&ortanto, continuem plantando sem esperar aradecimentos. A compensação vir$ no futuro. ;uando sentirão aleria de ver que seus frutos '$ estão sendo colhidos, e que poder ão aradecer a Deus tamanho presente. ( de estar participando de sua obra.

(29)

N+o se acomodar

 $ada

A e?pressão Jentreue seus problemas a Deus e le saber$ como resolv:losJ, precisa de interpretação cuidadosa.

m eral, ela vem @ mente quando, ap#s v$rias tentativas frustrantes para solucionar um intento, procurase pelo &ai como +ltima alternativa. >omo se dissesse a le não consio atinir meu ob'etivo, então me a'ude.

 esse caso, quem suplica deve lembrar que @s vezes não sabe o que pede para si mesmo. &oder$ estar implorando por alo que no futuro ser$ a sua ru-na, ou estar$ lhe desviando de ob'etivos que seriam mais apropriados.

&or outro lado, sure ainda a questão do mérito. ste é o fator decisivo para que consiam alcançar um intento. &ois o mérito não sinifica somente que aluém se'a merecedor de obter  alo, mas também que ser$ capaz de utilizar convenientemente o que dese'a.

Assim, este'am certos de pedir a Deus, mas de modo correto. &ecamlhe que le lhes a'ude a atinir seus ob'etivos se forem merecedores, e se isso for o melhor para suas vidas. Mas não esqueçam também de participarem da busca. ão esmoreçam, para que realmente tenham o mérito da conquista.

Aindo dessa forma, estarão resinados se fracassarem em seus prop#sitos, mas, sem d+vida, terão semeado um campo fértil para vit#rias maiores. , quando elas chearem, poderão aradecer a Deus pela a'uda que prestou, a de ter lhes indicado a época certa, o terreno ideal e as sementes adequadas.

(30)

raba&.os espiritais

 Ale%i" Carell  (s ambientes onde são realizados trabalhos espirituais são verdadeiros ambulat#rios da caridade. eles, as patoloias espirituais são dianosticadas, ou mesmo tratadas pela medi cina vibracional. !ão, portanto, locais onde a luz é esparida através dos melhores sentimentos de amor e de oraç"es.

Da mesma forma que hospitais e cl-nicas necessitam de sil:ncio para o bemestar dos  pacientes, as sess"es de tratamento espiritual requerem o sil:ncio e a concentração. sses dois atributos fazem com que os médicos do espaço, e outros irmãos que os a'udam, possam desenvolver seu trabalho de maneira eficiente, trazendo para os pacientes os benef-cios necess$rios.

!endo assim, procurem, ao curso dos trabalhos, manter a d$diva do sil:ncio e das oraç"es. starão, desse modo, contribuindo para a cura. starão praticando a caridade de modo absoluto.

(31)

"ivre-arbítrio

Sera&i" #a' ;uando se fala que Deus concede o livrearb-trio a seus filhos, muitos peruntam o porqu: então das provaç"es, que recaem sobre aqueles que se afastam das leis divinas. !er$ uma contradição= Deus punir quem discorda dle= &or que então o livrearb-trio= ssa d+vida  poderia colocar Deus no rol dos tiranos, que não admitem ser contraditos.

!e, entretanto, Deus fosse realmente um déspota, as ra-zes da criação apresentariam contornos diferentes. A começar por admitir a e?ist:ncia do mal, contrariando seus des-nios, Deus '$ demonstra que concedeu aos homens o direito de escolha. Atitude essa incompat-vel com a de um tirano, mas, que possibilita @queles que escolherem o caminho das trevas, se tornarem  prepotentes e aressores, os verdadeiros tiranos.

Adotando a impiedade como rera, eles praticam os maiores desvarios, o que faz com que alumas de suas v-timas lhes retribuam com o #dio e a vinança. esse c-rculo vicioso de neatividades, eles sofrem as consequ:ncias dos pr#prios atos, padecendo nos umbrais da dor  e da inorGncia. ntão, acabam por pedir socorro a Deus, para que lhes remova daqueles ambientes sombrios, sem, entretanto, removerem de seus esp-ritos a vocação pela maldade ou os traços da imperfeição.

9 quando Deus, atendendo o pedido desses filhos aflitos, concedelhes também o direito da educação através das encarnaç"es. ( aprendizado vem pela provação, que os far$ sentir no  pr#prio ser o que fizeram aos outros ou o que dese'ariam fazer. , passarão a entender o

e?erc-cio do amor e da caridade, como o +nico caminho para a evolução e a paz de esp-rito. &ortanto, ve'am o &ai com os olhos da verdade. le não s# lhes concede o livrearb-trio, como também lhes socorre quando fazem mau uso dele. 9 uma prova de amor, daquele que dese'a  para seus filhos os benef-cios eternos da luz e da sabedoria.

(32)

Destrir e constrir

 (uthumi A destruição costuma ser r$pida e implac$vel, @s vezes irrevers-vel. !e avaliarem bem,  perceberão que é f$cil destruir. m simples estopim é ca&a+ de demolir randes construç"es

que sobreviveram a tempestades. ma pequena arma, por mais rudimentar que se'a, pode acabar com uma vida que levou anos para ser formada. &alavras mal empreadas, cercadas  pela inve'a e pela maledic:ncia, podem desvirtuar caminhos, arruinando destinos que seriam  brilhantes.  v-cios desaream fam-lias. (s instrumentos da destruição sempre estiveram ao alcance dos homens. !ão f$ceis de obter e não precisam ser modernos. 0asta terem a sua finalidade prec-pua, destruir.

A rior, a contraparte, o ato de construir apresenta v$rias dificuldades. <equer mais tempo, maior esforço e, muitas vezes, instrumentos ainda não dispon-veis @ humanidade, os quais importam em pesquisas para serem encontrados. Mas, a rande diferença entre destruir  e construir, não est$ s# relacionada ao tempo ou a ob'etos. la est$ vinculada @ racionalização dos estos. st$ associada @ determinação do homem de se conscientizar de seus atos.

!endo assim, uma das piores atitudes que um homem pode tomar é aquela em que ele se compraz de seuir o caminho mais f$cil. ( da indiferença perante os necessitados, da omissão ante a dor alheia, ou de estos inconsequentes que conduzem @ devastação. le, dessa forma, estar$ colaborando não s# para o assolamento de diversas vidas, como também  praticando a autodestruição. &ois estar$ abafando no seu esp-rito tudo de bom que advém de sua alma, impedindo que a sabedoria e a criatividade de Deus aflore para a construção de seu  pr#prio ser.

&or essa razão, convocamos os homens a participarem do processo da criação. >aminhando pela tra'et#ria do amor e da caridade, bem como tendo a humildade de buscarem eternamente o conhecimento, poderão pensar que estão no caminho mais dif-cil. ( in-cio  poder$ ser dif-cil. Mas @ medida que alcancem randes conquistas, descobrirão estar 

construindo valores perenes e inabal$veis em seus esp-ritos. !ão valores que, no futuro, lhes trarão a certeza de que o encontro com Deus é a simplificação da vida.

(33)

!&as

 (hal)u

As aulas destinadas ao esclarecimento espiritual devem ser vistas com a mesma seriedade com que são vistas as sess"es de cura. (s presentes devem concentrar sua atenção nos ensinamentos ministrados, de forma que o instrutor receba as intuiç"es necess$rias  permeadas a partir do astral. !aibam que muitos irmãos trabalham no plano espiritual com a

finalidade de enriquecerem as aulas, com vibraç"es de luz e de conhecimento.

*sso requer da audi:ncia, além da concentração, o sil:ncio e o m-nimo poss-vel de interrupç"es. As peruntas devem obedecer aos temas estritamente veiculados @ aula, evitandose proli?idades e falta de ob'etividade. 7embremse de que o aprendizado est$ contribuindo para a evolução de cada um. &or isso, o tempo permitido para a aquisição do conhecimento é fundamental. ;uanto mais aprenderem, mais estarão enriquecendo suas vidas. starão areando luz a seus esp-ritos para a pr$tica da caridade.

(aridade

 *"tello de Mari" ( trabalho desenvolvido por médicos e paramédicos do espaço requer, na %erra, sinificativos flu?os de eneria s# disponibilizados pelos encarnados. ssa união de forças  permite que curas se'am realizadas, ou que sofrimentos se'am abrandados.

Da- a importGncia da presença f-sica em hospitais, asilos, creches e sess"es espirituais.  o momento que essas visitas ou frequ:ncias ocorrem, estão erando os instrumentos

necess$rios para que as falanes de cura do espaço possam atinir seus ob'etivos.

*sso sinifica que, muitas vezes, os encarnados preocupados em atender os aflitos estão doando sem mesmo saberem. 0asta estarem presentes com a intenção de a'udar, fruto do  pr#prio livre arb-trio.

<oamos, portanto aos irmãos encarnados, que participem conscientemente de nosso serviço em prol da caridade.  'untos, poderemos fazer com que vidas ofuscadas pela dor  reacendam a luz da esperança. ste'am com Deus.

(34)

Hmi&ade

 (hal)u A luz do conhecimento se identifica com a luz da humildade e da razão. Adquirir  conhecimento é a forma mais simples de descobrirmos o quanto estamos lone da sabedoria divina.  também, o quanto ainda estamos pr#?imos uns dos outros.

&ercebam que a escala da evolução, apesar de retratar in+meros patamares e de ser  infinita, é por demais reduzida se procurarmos sua relação com a randiosidade de Deus.

*sso sinifica que se 'untarmos todos os deraus da evolução, desde os prim#rdios até as esferas mais elevadas, e demonstrarmos eometricamente a $rea que os abrane, verificamos facilmente que se reduzem a um mero ponto no niverso. &or isso estamos todos muito pr#?imos uns dos outros.

(s homens precisam saber que nenhum conhecimento ou poder lhes confere o direito de se sentirem superiores a seus irmãos.  que a busca da evolução é eterna, pois aquele que se contenta com o que '$ obteve, est$ fadado a sentir o amaro da queda.

&ortanto, continuem a estudar e a trabalhar na seara do proresso e da caridade. ão  parem, pois Deus lhes concede força para prosseuirem. %enham amorpr#prio, pois esse é o

caminho para amarem seus irmãos. ;ue se'a um caminho sem volta.

%erd+o

Chohan A+imo-Muitas dificuldades que os homens passam na vida são fruto da provação reeneradora. la lhes foi concedida por Deus, a pedido deles mesmos, quando despertaram  para a dura realidade de estarem cometendo faltas que desabonavam suas condutas morais. Assim fazendo, o &ai >elestial lhes proporciona a defesa contra as m$culas do esp-rito. &ois a  provação não dei?a de ser o ant-doto da imperfeição.

Devem estar conscientes, entretanto, de que quando pedem o abrandamento de suas  provas, o devem fazer tendo o firme prop#sito de se modificarem, transmutando as nea

tividades e?istentes em seus esp-ritos. >aso contr$rio, tanto os tratamentos espirituais quanto a pr#pria redução das provaç"es, serão in#cuos, pois, continuando no erro, irão erar novos Karmas.

( importante é terem o firme dese'o de pedir perdão a Deus por suas faltas, mas reconhecendo a vontade sincera de elimin$las em definitivo. Ao consolidarem esse intento, Deus lhes abrir$ novos horizontes de proresso, a serem conquistados pela dinidade da missão renovadora.

(35)

Sofrer por antecipa1+o

 .amana Mahari"hi >abe ao homem a sabedoria de viver o presente de modo profundo. *sso sinifica incorporar, naturalmente, os ensinamentos do passado, de maneira que os erros não se repitam. 9 a forma pela qual ele poder$ se defender de aress"es e?ternas, mas também daquelas praticadas por suas pr#prias imperfeiç"es.

 se o passado não deve atormentar, mas apenas servir como ensinamento, o futuro tem o mesmo papel. !ofrer por antecipação é uma das piores coisas da vida, pois se trata de Karma não enviado por Deus, mas fabricado pelo pr#prio homem. *sso lhe desestabiliza nas aç"es presentes, fazendo 'ustamente o que não dese'a, tornando vi$vel o encontro com eventos adversos, que são por ele mesmo antecipados.

&ortanto, entendam de modo profundo, o sentido da sabedoria de viver o presente. %ratase de através do perdão, esquecer o passado, e preocuparemse com o trabalho da reconstrução. Aindo assim, estarão também, naturalmente, construindo o futuro. , simultaneamente, fazendo com que o tempo se resuma a um lono momento de sabedoria.

!s prova1Aes terminam

 Dr0 Sergei 9 comum que diversas provaç"es se estendam por lonos per-odos, tendo em vista que, dessa forma, elas poderão iluminar as mentes daqueles que as sofrem.

&orém, também deve ser considerado que um dia essas provaç"es terminam.  muitas vezes o fim do Karma não é percebido. !endo assim, v$rios irmãos se acomodam, pensando que nada podem fazer para mudarem a situação de suas vidas. nano.

Da mesma forma que um presidi$rio continua atr$s das rades mesmo ap#s o cumprimento da  pena, diversos homens continuam sofrendo sem necessidade. les precisam saber que  provação não é castio, mas ensinamento. &or conseuinte, se meditarem sobre as dificuldades que passaram, entenderem o sinificado delas e o que conseuiram obter de esclarecimento, estarão, também, aptos a dese'arem uma nova vida com melhores caracter-sticas. sse é um direito do homem, pois est$ intimamente liado ao seu livre arb-trio.

Mas para que isso aconteça, volto a repetir, é necess$ria a conscientização do que est$ representando a provação, e quais os ensinamentos que ela lhes promove. Meditando a respeito, poderão, sem esperar, serem surpreendidos pela boa not-cia que parte de seu -ntimo. De que cheou a hora de pedirem a Deus o abrandamento do Karma. &orque o ob'etivo  primordial foi alcançado, o de terem aprendido através do pr#prio sofrimento.

(36)

Sentir o prB@imo

 .o1ena Abra suas mãos para au?iliar. Atenda de forma absoluta e desinteressada, vendo em cada irmão necessitado um refle?o da sua pr#pria hist#ria. *dentifiquese com ele. sforcese  para compreender suas car:ncias e anseios, e lhe conceda a esperança praticando a caridade.  cada vez que suas mãos se abrirem com esse prop#sito, esparirão a luz inerente daqueles que muito recebem do &ai, por terem tido a sabedoria de aprender a amar.

(rítica

Sri Yu2te"1ar A cr-tica tem sua função em qualquer sociedade, como um princ-pio ativo que orienta o bom senso. la é construtiva quando se desina a somar qualidades, promovendo c entendimento e elucidando. Mas possui elementos ainda mais not$veis, quando se fundamenta no autoreconhecimento dos erros de quem a promove. Eisualizar as pr#prias faltas é a elevação da cr-tica ao limiar da randeza. 9 despertar o seu eo para a senda da transmutação, na buscc constante, intermin$vel, da pureza espiritual. 9 a honestidade de encarar voc: mesmo e lhe apresentar o caminho de paz interior. 9 abrir a porta para estar em harmonia com a consci:ncia divina da alma. A- voc: ter$ encontrado a dire cão do <eino de Deus.

", Divina

 Arcanjo .afae ( tempo de vida na %erra é por demais reduzido parL não ser devidamente aproveitado. tiliz$lo é uma questã de sabedoria, de modo que cada momento possa se tornaB um  b$lsamo enviado por Deus. %udo depende do modc como seus olhos v:em esses momentos.

%endo a fé, a razão e o amor, poderão intuir a provação como ensinamento que enriquece seus esp-ritos. Através dela poderão ainda entender a dor de seus irmãos e compreende o quanto a caridade e a compai?ão podem ser bemvindas.

Mas também serão capazes de aproveitar os momento de aleria e de lazer para aradecerem a Deus, pela benevo l:ncia de lhes conceder interl+dios de paz, em um mundo d  provas e de incompreens"es.

!e'a qual for o momento que viverem, lembremse qu por tr$s dele sempre estar$ a mão de Deus, oferecendo au?fli e amorosidade.  assim, terão condiç"es de en?erar mesm na escuridão. &orque a luz divina estar$ em seus olhos.

(37)

Irm+os

 Je"u" Sananda

u lhes dese'o falar dos homens de boa vontade, que praticam a caridade e amam sem  pedir recompensas. (s que lutam contra as pr#prias imperfeiç"es e procuram adequarse @ realidade do que é necess$rio @ evolução, são os que renunciam a tudo que possa comprometer seus caminhos em direção a Deus, porque sabem que ine?istem prazeres que superem a aleria de estar em paz com a pr#pria consci:ncia. !ão aqueles que se encontram continuamente com as virtudes da alma, pois é o que procuram honestamente.

9 sobre isso que dese'o falar. !obre a importGncia de cada homem despertar a vontade sincera de ser trabalhador na construção da nova humanidade. De ser um divulador do amor  divino, tendo estos de compai?ão e de e?emplos edificadores. De se interar ao reino do &ai, que lhe receber$ pleno de amor e de luz.

!e os homens assumirem a responsabilidade que lhes cabe perante Deus, chear$ o dia em que não mais Me contemplarão como salvador. Mas sim como um simples irmão, que,  'untamente com eles, trabalha para despertar nos carentes de luz e de paz o encontro com a

evolução.  que todos unidos, ve'am em Deus a virtude m$?ima que aluém pode abraçar. ;ue o &ai lhes envolva com suas b:nçãos e com a luz da sabedoria.

(o&aborando com a .manidade

 3oroa"tro

;uando aluém procura aprimorar os valores divinos em seu esp-rito, est$ provocando um acontecimento de alcance inimain$vel. Além de estar construindo uma base de luz e de evolução para a pr#pria vida, o que ser$ permeado para os ambientes que habita, contribuir$ também para um mundo melhor. &ois seu e?emplo servir$ de refer:ncia para muitos que dese'am evoluir, saindo das trevas da inorGncia.

*sso provocar$ uma reação em cadeia. >om o desenrolar dos anos se traduzindo em  proresso, que 'untamente com outras atitudes similares contribuem para a reforma moral dos

homens como um todo.

&orém, o mais importante, é que cada um ao dar sua colaboração, est$ na pr$tica asseurando um futuro melhor além das e?pectativas. &ois est$ plantando as sementes do  proresso espiritual, de modo que, quando reencarnar muitas décadas ou séculos depois, venha a colher os frutos do pr#prio trabalho.  isso lhe servir$ de sabedoria para novas alavancas da evolução, que poderão ser +teis em encarnaç"es vindouras. Dele, ou de entes queridos que tanto ama.

(38)

Dever e .mi&dade

 Padre Pio

Aquele que realmente, do fundo da alma, dese'a contribuir com o trabalho espiritual,  precisa manifestar duas palavras que são insepar$veisB dever e humildade.

( dever sinifica o compromisso assumido com a atividade a que se prop"e, porém não apenas em presença f-sica. Além da assiduidade, é também ter a humildade de se prestar  ao trabalho, sem escolher beneficiados, e não recusando tarefas que pareçam incompat-veis com sua posição social. &ensem a respeito.

&or outro lado, é ainda ter o cuidado com o corpo f-sico. Mantelo saud$vel, isento de v-cios ou de alimentos inadequados, facilita para que seus flu?os eneréticos advindos da matéria contribuam de fato. *sso inclui a preocupação de conservar a mente fortalecida pela meditação e oraç"es, de modo que seus pensamentos se'am construtivos, afastados de ideias que possam entorpecer o trabalho a ser realizado.

&orém, entendam que a mente somente ser$ saud$vel se assimilarem que a humildade é a eneria b$sica que sustenta o dever espiritual. starão, assim, admitindo que todo poder  vem de Deus e ele é a causa primordial que lhes permite ter forças para a pr$tica da caridade. &rocedam dessa maneira, e descobrirão que podem produzir a felicidade a partir de seus  pr#prios esp-ritos.

(39)

O idioma de Cess

 (hal)u Antes da ra >ristã, a humanidade assistiu o nascimento de homens brilhantes, que  primaram pelo amor a Deus na busca da sabedoria e no e?emplo da pr$tica da caridade. les

foram poucos, porém marcaram sinificativamente suas épocas, for'ando alumas das relii"es da %erra.

%entaram mostrar que o caminho até Deus pode tornar o homem pleno de paz e de felicidade. Ialaram sobre as riquezas do esp-rito, como 0uda, e sobre a e?ist:ncia de um Deus +nico, como Noroastro.  mostraram que a evolução depende do livrearb-trio de cada um.

ntretanto, eles foram somente em parte compreendidos, bem como o alcance de suas  palavras e ideias se limitava @s rei"es eor$ficas onde viveram. Ao contr$rio dos randes uerreiros e conquistadores da época, que se tornavam rapidamente célebres, esses homens não dei?aram marcas de foo e de destruição, mas de luz e de paz. &or isso eram em rande  parte desprezados ou interpretados de modo deturpado. ( que demonstrava que a humanidade necessitava de linuaens e de estos violentos para entender os acontecimentos, e reistr$ los convenientemente no livro da hist#ria como fatos marcantes.

!endo assim, era preciso que um acontecimento envolvido por sinais de dor e de viol:ncia fizesse com que a humanidade abrisse os olhos para Deus de modo mais amplo. &ois essa era a linuaem da época.

A presença de )esus na %erra foi então cercada de tais caracter-sticas. >aso não houvesse o 'ulamento, todas as humilhaç"es p+blicas pelas quais passou e o sacrif-cio na cruz, )esus seria apenas um nome conhecido como reliioso vision$rio. Muitos de seus ensinamentos e estos seriam apontados como farsas e conduzidos @ aleria do improv$vel. !eria considerado mais um entre muitos que tentaram modificar os homens através de  preaç"es virtuosas.

A sua missão, entretanto, realizada ap#s uma preparação de apro?imadamente /88 anos, estava muito além do que homens da época poderiam imainar. la devia ser também um marco para mudanças no planeta, o que ocorreu com o nascimento da ra >ristã.

Desde então suriram nomes como Irancisco de Assis, Ant#nio de &$dua e Madre %eresa, entre outros, que foram reconhecidos pela pr$tica da caridade sem precisarem ser  martirizados para entrarem para a hist#ria. *sso demonstra que a humanidade passou a en?erar o que não via antes de )esus. sses nomes tornaramse notoriamente universais.

Mas se a vinda de )esus serviu para despertar nos homens o respeito e a admiração  pelo amor, paz e caridade, ela também continuou servindo de arumento para os que s#

entendem a linuaem da viol:ncia. m nome da defesa do >risto são cometidas atrocidades e as maiores barb$ries que foem @ compreensão.

(40)

Ali$s, considerandose uma escala menor do problema, devemos lembrar que diariamente os homens t:m recorrido @ linuaem da viol:ncia. (u se'a, mant:m o mesmo comportamento que era o padrão da humanidade antes da vinda de )esus. Ialam a mesma linuaem anacr#nica que '$ deveria ser considerada l-nua morta.

(s novos rumos que dese'amos para a humanidade, por outro lado, também não são tão novos assim, pois vieram com aqueles homens brilhantes que antecederam )esus. Mas esses rumos continuam e sempre serão modernos, porque o amor e a caridade são eternos. ( que é preciso é construir uma nova humanidade. A que saiba, através do perdão, do amor, da caridade, da compai?ão e da sabedoria, falar o idioma ensinado por )esus. ( idioma dino da  palavra humanidade.

(41)

Son.ar com a rea&idade

 $anael 

Acalentar um sonho pode ser a transmutação da realidade. (s sonhos costumam ser os refle?os das vibraç"es que reem os atos praticados, sendo ind-cios dos caminhos a serem seuidos. ntretanto, o rande sinalizador desses caminhos é o livrearb-trio, sabiamente concedido pelo &ai a seus filhos, como prova de seu amor no provimento do mérito. ntendam que as decis"es tomadas todos os dias são como sonhos, do esp-rito adormecido na matéria, esp-rito que um dia despertar$ para a realidade da vida astral. *dentifiquem neles os reais des-nios de comportamento, para que, o dia do despertar, se'a iluminado pela luz de uma manhã radiante. ;ue os sonhos acalentados pelo mérito se'am o presente, que cada um reserva ao pr#prio futuro.

Dedica1+o

 .i"hananda ( trabalho espiritual requer de seu praticante uma rande dose de dedicação e de ren+ncia. !ão necess$rios o estudo constante, a realização de meditação e a certeza de que sempre faltar$ muito a aprender. %udo voltado para a conscientização de que o ob'etivo é a caridade, que não somente a'udar$ nas curas da matéria e do esp-rito, como também no e?em  plo dado aos demais que observam as tarefas realizadas.

&orém, a base de tudo se denomina humildade. !em ela, quem se dedica ao trabalho espiritual estar$ desperdiçando enerias que poderiam ser canalizadas para pr$ticas mais construtivas. Além de estar incentivando o crescimento das pr#prias imperfeiç"es.

Dessa forma, se'a cr-tico de seu comportamento. >omunique ao eo que voc: é superior a qualquer manifestação de vaidade.

Aindo assim, estarão edificando em seus esp-ritos a ess:ncia da modéstia e da abneação, bem como recebendo o amor de Deus por seu trabalho. >aso contr$rio, estarão se e?pondo em um rande palco, onde a plateia os observar$, tristemente, com os olhos da indiferença e com sentimentos de piedade.

Referências

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