Espíritos Diversos
Espíritos Diversos
VOZES DO
VOZES DO
UNIVERSO
UNIVERSO
Obra mediúnica psicografada por
Obra mediúnica psicografada por
HUR
HUR
--
H!N
H!N DE
DE SHIDH!
SHIDH!
"eia tamb#m
"eia tamb#m
O !$%!RO DO !"O
O !$%!RO DO !"O
psicografada por
psicografada por
HUR-H!N DE SHIDH!
HUR-H!N DE SHIDH!
No pre&o
No pre&o
S!'EDORI! D! (RI!)*O
S!'EDORI! D! (RI!)*O
psicografada por
psicografada por
HUR-H!N DE SHIDH!
HUR-H!N DE SHIDH!
22Nova $iss+o
Nova $iss+o
A evolução espiritual é uma caminhada sem fim, porque A evolução espiritual é uma caminhada sem fim, porque ela representa o eterno aperfeiçoamento, que por sua vez é a ela representa o eterno aperfeiçoamento, que por sua vez é a infinita busca por Deus.
infinita busca por Deus.
Mas evolução sinifica também aprender radualmente, Mas evolução sinifica também aprender radualmente, conforme a capacidade de cada um assimilar o conhecimento. !e conforme a capacidade de cada um assimilar o conhecimento. !e na
na minminha ha épépoca oca de de codcodificificaçação ão do do espespiritiritismismo o eu eu recrecebeebessesse determinadas instruç"es, que somente décadas depois puderam determinadas instruç"es, que somente décadas depois puderam ser
ser revrevelaeladasdas, , estestariaria a conconfusfuso o e e taltalvevez z duvduvidaidando ndo da da miminhanha pr#pria missão.
pr#pria missão.
Muito se aprendeu ap#s meu desencarne e muito ainda Muito se aprendeu ap#s meu desencarne e muito ainda ser$ aprendido pelos que estão sobre a %erra. %udo é uma questão ser$ aprendido pelos que estão sobre a %erra. %udo é uma questão de
de tetempmpo o cecertrto o e e da da popossssibibililididadade e de de quque e memesmsmo o popoucucosos aprendam. &ois o importante é que sementes se'am plantadas, aprendam. &ois o importante é que sementes se'am plantadas, para
para que que as as eraç"es feraç"es futuras uturas colham colham os os frutos, frutos, de de ensinamentosensinamentos que elas compreenderão com maior
que elas compreenderão com maior facilidade.facilidade.
Ainda terei missão a cumprir na %erra, levando novos Ainda terei missão a cumprir na %erra, levando novos con
conhechecimeimentontos s que que popossissibilbiliteitem m a a cocontintinuinuidaddade e da da evevoluoluçãoção planet$ria.
planet$ria. A A preparação preparação é é cuidadosa cuidadosa e e tem tem o o apoio apoio de de v$riosv$rios irmãos que me deram suporte em encarnaç"es anteriores. &orém, irmãos que me deram suporte em encarnaç"es anteriores. &orém, essa missão s# dever$ ocorrer dentro de
essa missão s# dever$ ocorrer dentro de aluns séculos.aluns séculos.
( importante é que se mantenham firmes e confiantes em ( importante é que se mantenham firmes e confiantes em torno das palavras de )esus e de tantos homens de bem que torno das palavras de )esus e de tantos homens de bem que passaram pela
passaram pela %e%erra. *ndependenrra. *ndependentes de credos e dtes de credos e de relii"es.e relii"es. &o
&orqrque ue DeDeusus, , sesendndo o a a prpr#p#priria a vividada, , é é o o +n+nicico o fifimm reliioso que deve orientar os homens. que
reliioso que deve orientar os homens. que cada um escolha oscada um escolha os ve-culos para alcanç$lo, desde que plenos de amor no
ve-culos para alcanç$lo, desde que plenos de amor no coração.coração.
Alan Kardec Alan Kardec
Vo,es do Universo
Vo,es do Universo
Hr .an de Sid.a
Hr .an de Sid.a
Renascer Renascer /0/0 Meimei Meimei ! !nnnncciiaa11++oo //00 Arcanjo Ga Arcanjo Gabriel brielR
Ree&&iiggii++oo //22
Um rabino Um rabino
3
3aa&&aarr ssoobbrreeppaa,, //22
Arcanjo Mig Arcanjo Miguel uel
% %aaccii44nncciiaa //22 Gandhi Gandhi %articipar %articipardada vviiddaa //55 Gandhi Gandhi ! !ttooddeessccoobbeerrttaa //55 Yogananda Yogananda $
$oommeennttoossddeecciissiivvooss //66
Sitael Sitael
3
3rraa77ee,,a a ddo o eessppíírriittoo //66
Antônio de Pádu Antônio de Páduaa
3
3oommeeddoo eessppíírriittoo //88
Gandhi Gandhi ( (oo&&aabboorraa11++oo //88 Miguel Couto Miguel Couto 9 9aann::nncciiaa ;;<< Aladiah Aladiah E Eddccaa11++oo ;;<< Meimei Meimei $ $eeddiinniiddaadde e e e rreessppoonnssaabbii&&iiddaaddee ;;// 0aba'i 0aba'i
SS==bbiioo nnaa eessccoo&&..aa ;;;;
Contudo Contudo..
3
3oorr11aa ddee vvoonnttaaddee ;;>>
Portia Portia
$
$iisstt##rriioo ddooaammoorr ;;>>
Siddartha Gautama Siddartha Gautama ! !pprreennddii,,aaddoo ;;?? Confúcio Confúcio V Veerrddaaddee ;;?? Joana DArc Joana DArc %
%eeddiir r 77e e DDees s oorriieennttee ;;00
Afra Afra
R
Reepprreesseennttaannttees s dda a ccrriiaa11++oo ;;22
!ontonna !ontonna E E@@eemmpp&&oo ;;55 Alan do De"erto Alan do De"erto
%&antareesperar ;5 Jacob #oehme N+oseacomodar ;6 $ada raba&.os espiritais ;8 Ale%i" Carell "ivre-arbítrio >< Sera&i" #a' Destrir e constrir >/ (uthumi !&as >; (hal)u (aridade >; *"tello de Mari" Hmi&ade >> (hal)u %erd+o >> Chohan
A+,mo-Sofrer por antecipa1+o >?
.amana Mahar/"hi !s prova1Aes terminam >? Dr0 Sergei Sentiro prB@imo >0 .o1ena (rítica >0 Sri Yu2te"1ar ",Divina >0 Arcanjo .afael Irm+os >2 Je"u" Sananda
(o&aborando com a .manidade >2
3oroa"tro.
Devere .mi&dade >5
Padre Pio
OidiomadeCess >6->8
(hal)u
Son.ar com a rea&idade ?<
$anael
Dedica1+o ?<
.i"hananda
! caridade atrav#s do si&4ncio ?/
.i"hananda "tapacífica ?/ Cre"u" DescobrirDes ?; .adan !mordivino ?; Solari" (umara Vidanaerra ?> 4anto
Org&.o ?>
Menadel
Estdareacreditar ??
(atianda
(onviver com a verdade ??
Mor'a
$estres antes de tdo irm+os ?0
#abaji
Responsabi&idade espirita& ?2
5erme" 6rimegi"to
%aci4ncia perante os críticos ?5
(alabi Su&haran
Ser fe&i, ser fi&.o de Des ?6
Aeolu" Ri7e,as inúteis ?6 #ernadette Subirou" Hmi&dade ?8 Catarina de Ale%andria %aise@emp&ares 0< 7ranc8" Cabrini (onse&.osespúrios 0/ M,riam Homensdem&.ers 0; 9mega
%assado como E@emp&o 0>
Patric2 da :rlanda
(omnica1+o 0?
.a2oc+'
3icar ao &ado de Des 00
3ada2 .. SaberViver 02 Maria Infinito 05 9rion ; !oa&cance detodos 06 *noch (ombate 06 Joana Darc Encarna1+o 08 Amar'lli" $iss+oEspirita& 2< Manto Vício 2/ (enichahan (ontraa 9erra 2; Gandhi Vigi&:ncia 2; Diana %arcimnia 2> 4ut+ 3
%rd4ncia 2? Joana DAre 3or1a Espirita& 20 Arcanjo Miguel (onforto 20 Clara 4oui"e !&icerce daVida 22 4ut+ raba&.o Espirita& 22 .adan ! ange&ítde do !mor 25 .o1ena "igados a Des 26 9""o2 < ransmta1+o 26 Arcturu"
Festionem sempre a prBpria consci4ncia 28
(ama2ura
Ensinamentos da Natre,a 5<
#úfalo #ranco
Esco&a para a !scens+o 5/
#ha2ti-edanta Prabhu&ada
Csti1ae passado 5;
=alde+
raba&.ar para o prBprio crescimento 5>
(alabi Su&haran !mbi1+osadia 5? *"ola ! seriedade do esoterismo 50 4amuel 3or1a da$ente 52 4i" E7i&íbrio menta& 55 9meron ransmta1+o e cra 56 9mri>6a" Oaprimoramento 58 !n Magra Estdarsempre 6< 4aMorae (ria1+o e e7i&íbrio 6/ =ai"tu" Direitodeesco&.a 6; Marco" Identidade 6> Mon2a Osverdadeiros va&ores 6? Antônio de Pádua No rmo da perfei1+o 60 Saint Germain 4
InGsti1as em &onga esca&a 62 Mor'a (ristosmodernos 65 *mmanuel Sonoreparador 66 Andrômeda (on7istando o Universo 68 Confúcio
!rgmentos inconse7entes os ata7es a Nova Ior7e 8<
Maria
'scando a&ternativas 8/
4amuel
Insanidade 8;
Andr) 4ui+
Sobre a gerra do !feganist+o 8>
Je"u" Sananda
(onsci4ncia e omiss+o 8?
4umina
!par4nciasfúteis 80
(uthumi
raba&.o materia& e traba&.o espirita& 82
4anto
Saberdivergir 85
Gandhi
(ivi&idade aparente 86
4anto
"garn+o garantido 88
Mor'a
SeGam moderados perante as fa&tas a&.eias /<<
Monge oriental
Vendo atrav#s do espírito /</
Yogananda
%ensamentos inconse7entes /<;
Soltec
"i1+o n+o aprendida /<>
(umad !rtes+o do aperfei1oamento /<? Sera&i" #e' %erdoar /<0 5)rcule" %rocessocontíno /<2 Pan !scens+o e traba&.o /<5 5elio" Servi1oe f# /<6 5erme" 6rimegi"to Egr#goras /<8 3ada2 . Evo&1+o i&imitada //< .a2oc+' 5
'ipo&aridade /// *noch (orrp1+o //; #e+erra de Mene+e" !gradecera Des //> *+e2iel ..
Sem datamarcada //?
Jerônimo Jamanismo //0-//2 (hal)u (oragem //5 Joana DArc DimensAes distintas //6 .amat," !va&iarasfa&tas //8 *"trela do Amor Dimens+o epoder /;< (uthumi
(idardosfi&.os /;/
Meimei
Esco&a do progresso /;;
9"iri"
Vitoriosos na mat#ria e no espírito /;>
Pedro
K preciso assimi&ar os ensinamentos /;?
Petron !tof&age&o /;0 ?uet+alcoat, %e7enos d#spotas /;0 Unei !tribto cong4nito /;2 Dr0 Sergei (.amaverde /;2 5ilarion %asseios inade7ados /;5 $ana2
9ardi+o do prBprio espírito /;6
Atma %esade&os instrtivos /;8 5an2 (aridade discreta />< 5atton Re&igi+o detrpada />/ Je"u" Sananda
!travessar o fogo sem se 7eimar />;
Shidha
(ic&osindividais />>
S1ami Sat'ananda Giri
%ensar antes de agir />?
Mara2
(írc&o vicioso />0
#ha-an Mha&rabhuji
IniciativaprBpria />0
5ariel
!inda sobre a gerra no !feganist+o />2
Yerathel !&masnificadas />5 Al&ha Sintonia />6 Chaha-iah Respeitomúto />6 .ama2ri"hna "tasi&enciosa />8 Catarina de Ale%andria Dividir o aprendi,ado /?< (ateri 6e2a21itha
Csti1a terrena e Gsti1a cBsmica /?/
Ana So& /?; Debra Rea&idade /?; Dom #o"co 'ata&.a sagrada /?> *mmanuel Desiga&dades e dese7i&íbrios /?? 5oru" Ora1+o /?0 Joana DArc !demora ensina /?0 Jona" da Jord@nia (amin.osdiversos /?2 (hal)u Inf&4ncia /?5 4aMorae
Descon.ece todos /?5
4anto
$editar /?6
7ao%zu
EstarcomDes /?6
Maha"a'a (ar4ncia recíproca /?8 Mor'a.. Overdadeiropoder /?8 Mor'a 'a&an1adaGsti1a /0< Portia
%resevar a &iberdade a&.eia /0<
Sera&i" #e'
(.avesda ascens+o /0/
Pedro
N+o ver a 7em aGdar /0/
Portia
Espada do!mor /0;
Miguel
Uso das ri7e,as natrais /0>
Sut2o. !&7imia.mana /0? :"idoro de Ser-ilha Sabedoria deviver /0? S1ami =i-e2ananda EspíritodeNata& /00 )esus Sananda Diada presen1a /00 Sera&i" #e'
!tos e pensamentos nobres /02
4eialel
Ora1Aes pe&o p&aneta /05
Arcanjo Uriel
Oper=rias da Nova Era /05
*+e2iel
Homens 7e fa,em .istBria /06
Dj1al (hul Hmi&dade /06 Monge oriental 3a&ar si&enciosamente /06 Monge oriental $estrese a&nos /08 Madre 6ere"a Era dedecisAes /08 Saint Germain !maiordescoberta /2< 3oroa"tro Irraciona&idade /2/ Pala" Atena
(onversando com Des /2;
Juan
Ectop&asma e endop&asma /2>
Metraton
$aternidade /2?
$amira
3rtificando os ensinamentos de Cess /20
*2lon
!proveitara vida /22
(abir
Inte&ig4ncia f# e amor-prBprio /25
6ere"a do" Ande"
Fest+ode.=bito /25
Chana2'a
(aridade permanente /26
Dj1a:(uhl
Despertara f# /26
Mor'a
%erdoar /26
Monge oriental
C&gar os prBprios atos /28
.adan
Vivendo na mat#ria para Des /5<
Hafiz "ideran1a /5/ Gandhi Sentidoinverso /5/ *mmanuel Inte&ig4ncia /5; Di-a Esperan1as e mdan1as /5> Mahachohan Amadeu" ransmtaro ego /5? Mahachohan Amadeu"
%reparando o espírito para orar /5?
Ale%i" Carell
%ersona&idade espirita& /50
Mahachohan Amadeu"
Inte&ig4ncia conse7ente /52
Angad De- Ji
Sem renovar o passado /55
!anta #árbara
3troe presente /56
Cele"te
!proveitar a encarna1+o /58
5enri2e"
Sem datamarcada /58
4anto VitBria doamor /6< Maha-era Independ4ncia e re&igi+o /6/ Andr) 4ui+ Obra departida /6; Allan (ardec !ssídosna vida /6; $ada %erigoinvisíve& /6> 4u%L LL
"tando pe&a &iberdade do espírito /6?
.ochelle0
Emerg4ncia do presente /60
*len.
Diversasmoradas /62
A"htar ..
O a&cance das pa&avras de Cess /65
Saint>Germain
$#dins do prBprio espírito /66
Mahachohan Amadeu"
Difíci& dee&iminar /68
3'
N+o impor sa cren1a /8<
Mahachohan Amadeu"
E7i&íbrio entre mat#ria e espírito /8/
Mahachohan 5ermonthi" emp&ointerior /8; 5ilarion $onopB&io e censra /8> Polari" Energia si&enciosa /8? 6ere"a de -ila (raespirita& /80 Dr. F. Luz Vivendo e aprendendo /82 70 Schuon !rrog:ncia /85 $0 .oerich %assagem tran7i&a /86 . Deuno-3ra7e,ada mente /88 !. Segall Orientarbem /88 (hal)u !ssmir a responsabi&idade ;<< .i"hananda Despertara ra,+o ;</ Sarada De-i
Descidar dos fi&.os ;<;
Gabriel 3edos desnecess=rios ;<> Sera&i" #e' $oradadefinitiva ;<? #0 Abramo-%oderda mente ;<0 AbrahBo .abino (ondenado M fe&icidade ;<0 Mor'a empor=rio ;<2 M,riam
Saber sar a natre,a ;<2
#harad1aja Reto7es da mat#ria ;<5 Siddartha Gautama !tocon.ecimento ;<6 Adi Shan2ara (apacidade de atoperd+o ;<8 Madh1achar'a 1/
OpiniAes díspares ;<8 Marco" Esco&.endo Cess ;/< (1an'in Esoterismo ;// Mahachohan (haleu Vindade $aitrea ;/; .adan
Respeitar a esco&.a a&.eia ;/>
Mira A/fa""a
Simp&icidade no ensinar ;/>
6ere"a do" Ande"
%ensamentos ;/?
Anteu"
"iderar e ser &iderado ;/?
Centauro"
"ideran1a Inconse7ente ;/0
Centauro"
!brindo os prBprios camin.os ;/2
(u2ai !gan:ncia ;/5 4á+aro $ito&ogia e rea&idade ;/6 Palla" Atena 1
Vo,es do Universo
Renascer
Meimei A criança é o s-mbolo do renascimento, uma prova de que o &ai nos ama infinitamente, dando a chance da eterna renovação. %enham a humildade de ver em cada criança uma centelha de ensinamentos divinos, que serão +teis em qualquer época de suas vidas. Mas não é necess$rio sempre renascer do +tero materno para renovar na eternidade. ( mais importante é a sabedoria do reviver. 9 a consci:ncia, em qualquer idade, de ter a autocr-tica para desenhar vida nova, com as cores sutis da caridade e do amor. ( nosso dese'o é que voc:s se'am artistas plenos de suas vidas, concebendo paisaens ricas em caminhos iluminados de amor ao &ai. %enham a certeza de que são felizes por conhecerem a liberdade do renascer. !e'am pais divinos de seus pr#prios atos.
!nncia1+o
Arcanjo Gabriel A Anunciação é uma mensaem de amor, fruto da esperança numa vida plena de luz. ;uantas anunciaç"es dese'amos transmitir todos os dias, mas que fossem realmente com preendidas pelos homens. ;ue fossem levadas ao fundo de seus coraç"es, que inundassem seus seres de sentimentos fraternos, atendendo ao que o &ai celestial dese'a para cada um de seus filhos. ;ue, então, realizassem também suas anunciaç"es, propaando entre seus irmãos a beleza simples e infind$vel daquele que não vos pede nada, mas concede tudo. &orém, mesmo ante as dificuldades nunca esmoreçam, pratiquem a caridade humildemente e vislumbrem de modo firme os caminhos do bem, pois s# assim poderão conhecer e também anunciar a randeza construtiva do amor divino.
Re&igi+o
Um .abino A escolha de uma reliião é como a escolha de uma roupa que lhes faz sentir bem ao usar. ( h$bito, entretanto, não faz o mone. , sendo assim, a reliião não veste o seu car$ter. la apenas lhe proporciona os ensinamentos para que voc:, despido de sentimentos presunçosos, possa se envolver com a roupaem sinela e doce da luz. ;ue revelar$ em seu
-ntimo a simplicidade de Deus.
3a&ar sobre pa,
Arcanjo Miguel (s homens apreoam contra as mazelas do esp-rito e afirmam abominar a incompreensão. Dizem ter a paz como meta. (ram por ela. <ealizam bonitas preleç"es com palavras sutis sobre a irmandade no planeta. A idolatram como fundamento b$sico da humanidade. Mas ser$ que sabem o que é paz= >onhecem o esp-rito de ren+ncia, a compai?ão, a boa vontade, a paci:ncia e o amor= Antes de falar sobre paz, os homens deveriam fazer um e?ame de consci:ncia para compreenderem melhor o assunto sobre o qual dissertam. &ara isso, é necess$ria a humildade da autocr-tica e, descobrir, na verdade, o quanto cada um colabora para a efetivação daquilo que condena pelas palavras. u lhes per unto, como pode aluém lutar pela paz se não conseue decifrar os mistérios que o conduz @ pr#pria paz interior= !e'am realistas. %enham a sabedoria de transmutar as imperfeiç"es e, então, primeiro conhecer a paz de seus pr#prios esp-ritos. sse ser$ o caminho para que possam, efetivamente, ter a moral de falar sobre paz.
%aci4ncia
Gandhi A paci:ncia é um dom que fortalece o esp-rito. la ensina a cada um de n#s a ter serenidade nos per-odos de turbul:ncia. la nos concede a resinação quando nossos dese'os e vontades não se concretizam. la se transforma em perseverança ante as adversidades da vida. la possibilita a luz da harmonia e do perdão perante aqueles que nos aridem. Ao e?ercitarmos a paci:ncia despertamos os valores mais nobres contidos em nossa alma. desvendamos a clem:ncia do &ai ante nossas imperfeiç"es.
%articipar da vida
Gandhi A vida em sociedade é fundamental para o proresso da humanidade. 9 através das interaç"es entre os homens que o conhecimento é permeado ou os bons e?emplos seuidos. (s seus atos, portanto, são manifestaç"es que podem elevar esp-ritos e provocar desvios para o rumo certo na seara do bem. &ois cada homem é um representante le-timo, Divino, da Mãe atureza e do &ai >riador. ão fu'am a essa responsabilidade inerente a todos os seres racionais. >uidem da sua reforma espiritual, dando o e?emplo da caridade, porque estarão sendo observados por irmãos ansiosos por luz. >oncedam essa chance a voc:s mesmos e a seus irmãos. &articipem da vida. &articipem como amados filhos de Deus.
!todescoberta
Yogananda
( ser humano desfruta de virtudes internas, que o inundariam de paz e de alerias, se fossem descobertas. !ão valores que passam por uma vida ocultos, sem aflorar na conquista do esp-rito. *mainem se os homens caminhassem por estradas floridas, através de campos iluminados pela natureza, sem admirarem a beleza que os cerca. (u se não sentissem a luz do !ol que os ilumina e desprezassem o infinito encanto do céu azul. ssa caminhada seria triste, $spera, apesar de toda a riqueza que a envolve.
( mesmo acontece quando o homem atravessa a vida, desatento @ estrada e?istente em seu interior. le dei?ar$ de contemplar o amor ali e?istente. Dei?ar$ de perceber o quanto podem ser nobres os seus estos e poderosamente sutis os seus pensamentos. ão conhecer$ o alcance do sil:ncio, tampouco o envolvente calor das vibraç"es de luz. ão conhecer$ a elevação da caridade. ão encontrar$ a paz e nem conhecer$ Deus. !er$ aluém insatisfeito com a vida, sem mesmo saber o porqu:.
<eflitam. Admirem a natureza e?istente em seu interior e aprendam com ela a sabedoria da vida. >aminhem pela estrada do esp-rito e contemplem a luz que os conduzir$ @ paz.
$omentos decisivos
S,tael (s homens estão sendo convocados a responsabilidades decisivas. ão devem se permitir perder tempo com atitudes que descaracterizem o processo evolutivo. >ada seundo
de suas vidas deve ser encarado como um bem precioso, destinado ao aprendizado e @ transmutação das defici:ncias. ( tempo é curto e a edificação da espiritualidade demorada.
&recisarão, de modo inequ-voco, eruer a bandeira de luta contra suas imperfeiç"es e, para isso, solicitarem a a'uda do &ai. &ecamlhe forças para serem obstinados na conquista do mérito. Mantenhamse firmes na manifestação do amor e da caridade. que possam comemorar, loriosamente, a vit#ria sobre o pr#prio passado de car:ncias do esp-rito. ão esqueçamB o per-odo é de randes batalhas. >ontra as m$culas que afetam seus atos e pensamentos. !e'am vitoriososC
3ra7e,a do espírito
Antnio de Pádua A matéria do corpo, criada por Deus para promover a evolução do esp-rito, est$ su'eita @s mais variadas imperfeiç"es, que na realidade são consentidas por aquele que a habita. ( corpo reflete a vontade do esp-rito, derivada desta vida ou de vidas passadas. A pseudo'ustificativa da fraqueza da carne esconde a intransi:ncia daqueles que não conseuem ter a altivez de serem os senhores absolutos da pr#pria consci:ncia. *noram o poder da autocr-tica, da força de vontade e da responsabilidade, fazendo do corpo um cativeiro que encerra dolos. Acabam por destruir as chances que Deus lhes concede, por não desenvolverem h$bitos que permitam a evolução racional do esp-rito. ntão, são tomados pelas mais duras provaç"es, frutos da escolha que fizeram.
&or outro lado, o homem que dedicar momentos de sua e?ist:ncia @ meditação, @ sabedoria do sil:ncio refletivo e @ contemplação da vida de modo sereno, descobrir$, nos acontecimentos mais. simples, a riqueza dos ensinamentos que o &ai nos envia. !er$ um homem feliz por ter a d$diva de estar com Deus e receber a bemaventurança do aprendizado. !er$ afortunado, pela capacidade de ser o pr#prio tutor de seus atos no desempenho do bem. !er$ um homem livre na busca da eterna evolução.
&or isso, permitam que a sensibilidade Divina se manifeste em seus esp-ritos. , com o b$lsamo da liberdade, poderão realizar s$bias conquistas, abençoadas por aquele que lhes brindou com a vida.
3ome do espírito
Gandhi m ser humano faminto é um ser humano marcado pela humilhação. !ob o olhar aflito ele esconde a veronha de ter veronha. Eive constranido voltado para seu interior, tentando se abriar na pr#pria infelicidade e, ali, encontrar a resposta para as dificuldades. 9 uma vida indina de tormentos que poderia ser evitada, se a humanidade despisse o manto do eo-smo e da indiferença.
<iquezas se acumulam, sem que seus detentores se'am capazes de um breve momento de refle?ão F um simples momento que lhes permitisse se colocarem no luar de um faminto, e imainarem o que é ter o desespero da fome. Mas, se esse breve momento da imainação '$ lhes incomoda, então considerem o que é conviver com a realidade do pro blema. ão e?istem palavras que descrevam tamanha desolação. 9 como estar sozinho no
mundo. !er olhado, mas não ser visto. !er percebido, mas não ser compreendido. &edir compai?ão e não ser ouvido. 9 padecer sob a éide do desprezo. *mainemse nessa situação, em que a esperança é apenas uma vaa ideia.
&ortanto, dediquem aluns momentos de suas vidas para refletir e avaliem. ;ue contribuição podem dar @queles que enfrentam o desespero da fome= &onderem a respeito. 'uluem, sinceramente, como a omissão de fato lhes incomoda. 9 um caso em que precisam 'ular, para não serem 'ulados pela pr#pria consci:ncia. &ois a omissão é a fome do esp-rito.
s# a pr$tica do amor e da caridade pode combat:la.
(o&abora1+o
Miguel Couto ma das condiç"es para que os esforços médicoespirituais atin'am seus ob'etivos, é o dese'o inabal$vel do paciente de ser curado. sse comportamento permite que se'am atra-das vibraç"es de luz emanadas de planos superiores. %ambém faz com que o paciente produza substGncias vitais através das lGndulas end#crinas, substGncias nem sempre
conhecidas pelos homens, favorecendo o tratamento no plano f-sico.
ntretanto, mais do que o aspecto material que envolve tais tratamentos é importante cada um se conscientizar de que é o pr#prio médico de seu esp-rito. inuém e?ercer$ melhor a medicina do que voc: mesmo no tratamento de suas moléstias espirituais. %enham a certeza de que, aindo desse modo, estarão não s# permitindo a cura, mas também dificultando a ocorr:ncia de novas patoloias.
!endo assim, nos a'udem para que possam ser a'udados. >onfiem no que Deus lhes envia, e trabalhem para alcançar essas d$divas. >umpram o dever sublime de transmutar as imperfeiç"es. sse é o passo fundamental para a cura definitiva.
9an:ncia
Aladiah (s homens demonstram através da vida uma acentuada preocupação em acumular riquezas. ssa atitude tem sido acompanhada de estos violentos na defesa desses interesses, os quais são motivos dos mais profundos aravos morais. &raticam crimes e iniciam uerras, erando destruição irrepar$vel. !ão manifestaç"es inconsequentes que atinem o e?aero da barb$rie. tudo pela posse da opul:ncia material.
( mais rave, é que tais comportamentos estão assumindo o espaço do cotidiano. o momento em que se rendem a desvarios como anGncia, avareza e corrupção, os homens estão atraindo riquezas que nada lhes acrescenta a não ser o orulho de possu-las. ainda cometem a falta de desvi$las de mãos mais necessitadas, que padecem atinidas pela fome, doenças e outras car:ncias verdadeiramente uniquiladoras. Acabam por se tornar aentes individuais da destruição.
Abram seus coraç"es ao amor divino. Descubram até que ponto o que possuem em e?aero est$ faltando para os irmãos oprimidos pela pobreza. 7embremse de que muitos desses irmãos morrem por não contarem com uma -nfima parte do que outros possuem em e?cesso. >onsiderem que ao serem nelientes na pr$tica da caridade, estarão colaborando para a ru-na f-sica e moral daqueles que passam privaç"es. <enunciem ao t-tulo sombrio de aentes da destruição. Acudam a vida e desenvolvam em seus esp-ritos o mérito de terem reconstru-do o que Deus criou.
Edca1+o
Meimei As atitudes dos adultos refletem no desenvolvimento moral de uma criança. Hestos e palavras são alumas vezes interpretados como paradimas, que vão nortear o comportamento dos pequenos no futuro, sem que os adultos percebam o que plantaram nesses seres humanos ainda inénuos e indefesos.
(s adultos precisam ter em mente que a sua edificação moral e espiritual possui um alcance muito maior do que imainam. !ão valores que não estão apenas restritos a suas vidas em particular. les são a herança que dei?arão para as crianças, que no futuro a transmitirão para outras eraç"es. 9 uma reação em cadeia, que poder$ ser o caminho da evolução ou de
vidas sofridas.
>ada adulto, portanto, é um in-cio. %ransmutando as imperfeiç"es e dando o e?emplo do amor, da compai?ão e da caridade, estarão dando @s crianças uma contribuição insubstitu-vel. Despertarão nelas a compreensão de que o encontro com Deus, além de uma necessidade, é também a semente do amor a ser distribu-da pelas eraç"es futuras.
$edinidade e responsabi&idade
#abaji ( e?erc-cio da mediunidade é uma atividade cercada pelo mais elevado n-vel de responsabilidade. la e?ie retidão moral e não suere, sob hip#tese aluma, desculpas para que se'a direcionada a propostas desvinculadas do amor e da caridade. !uas principais metas são o crescimento espiritual daquele que a professa e a difusão das vibraç"es de luz entre aqueles que dela compartilham. 9 uma forma de conceber a presença de Deus entre os homens, normalmente enri'ecidos pela noção incorreta sobre o uso da matéria.
>abe ao médium procurar a evolução pela meditação, pelo estudo incessante na busca da sabedoria e pela transmutação consciente de suas imperfeiç"es. Aindo assim, ele estar$ admitindo que é imperfeito e carente de esclarecimentos, mas, antes de tudo, reconhecendo a necessidade de ser humilde em seus atos e palavras.
le estar$, também, assumindo o compromisso de vencer os atributos neativos que afloram em seu eo, porque eles são incompat-veis com aluém empenhado em e?ercer aç"es humanit$rias. , a e?emplo de todos os homens que conduzem suas vidas pela seara do amor e da caridade, estar$ se incorporando radualmente ao corpo de Deus, abrio que se constitui na fonte eterna de luz e na plenitude do conhecimento.
&ortanto, aproveitem a chance que se encontra em suas mãos. la é uma d$diva do &ai concedida @queles que concordam em transformar parte de suas provaç"es em missão medi+nica. le est$ lhes oferecendo o direito de conhec:lo através da eternidade. !e'am aradecidos por tanto que recebem e dividam com seus irmãos a conquista do amor divino.
S=bio na esco&.a
Confúcio (s homens se deparam diariamente com diversas opç"es de comportamento. A escolha desses caminhos alternativos est$ em função do livrearb-trio, direito inalien$vel concedido por Deus. Mas também Gmao das mais profundas responsabilidades e consequ:ncias.
As escolhas são individualizadas. , sendo assim, é natural que ocorram situaç"es em que pessoas de um mesmo rupo tenham opini"es diverentes. Iato normal, tendo em vista que a pluralidade de ostos e de opini"es enriquece a vida em sociedade. ntretanto, o que se v:, são os homens se confrontando para impor suas vontades aos demais. *sso forma ambientes pesados no plano espiritual e resultados danosos no Gmbito material, causando pre'u-zos a todos.
( que os homens precisam entender é que nem sempre escolhas em rupo eram consequ:ncias individuais satisfat#rias. que escolhas individualizadas nem sempre eram consequ:ncias individuais. ?iste uma necessidade premente da l#ica contemplativa e difusa, através da meditação, para que cada um avalie qual o rumo a seuir, dentro de um quadro em que, riorosamente, as escolhas influenciarão muitas vidas.
Assim, o processo da escolha deve ser encarado como um dos mais importantes passos da evolução espiritual. Ao e?ercitar o livrearb-trio, convém ao homem avaliar a qualidade e a amplitude de suas decis"es. Apreciar o quanto seus estos influenciarão ou transformarão vidas. %ratase de um processo e?tremamente dif-cil. Mas se '$ é dif-cil para a pr#pria vida de cada um, ser$ ainda mais intricado quando se interfere no livrearb-trio alheio. Muitos destinos são afetados, advindo consequ:ncias imprevis-veis.
>abe, então, a conscientização de que o livrearb-trio é, além de individual, intoc$vel. >ada homem é o +nico respons$vel pelas decis"es que tomar, mesmo sob influ:ncia. &orém não queiram, ao impor a vontade sobre o livrearb-trio de outros, se tornarem coad'uvantes furtivos de perturbaç"es que no futuro serão atribu-das a terceiros. &or isso reflitam sobre as consequ:ncias de seus atos e palavras. les podem passar desapercebidos na %erra, mas, indubitavelmente, estarão sendo reistrados nos autos da 'ustiça divina. ela definir$, de modo isento, a parcela de responsabilidade de cada um.
3or1a de vontade
Portia A chama violeta é um instrumento disponibilizado a todos aqueles que dese'am transmutar suas imperfeiç"es. ntretanto, ela não possui efeitos m$icos que determinam automaticamente a e?tinção das enfermidades espirituais. !ua ação se verifica de modo sinérico com aquele que recebe os benef-cios. 9 preciso que ha'a plena conscientização de que a função de chama violeta é a de au?iliar quem dese'a ser au?iliado, quem dese'a eliminar de seu esp-rito imperfeiç"es que '$ reconheceu e?istirem. , a e?emplo de muitas outras quest"es que envolvem a evolução espiritual, nada se conseue sem a força de vontade e a determinação de promover mudanças internas. &orque cada homem é, e sempre ser$, o art-fice de seu pr#prio destino na procura da luz divina.
$ist#rio do amor
Siddartha Gautama ( amor é delicado demais para ser descrito por aqueles que o sentem. ão lhes falo do amor carnal, mas do amor divino, que é perene e imut$vel. 9 dif-cil entend:lo. le se identifica com o &ai criador em termos de espaço e de tempo. ma randiosidade que foe da mais profunda imainação e das palavras proferidas pelos mais s$bios.
unca alcançaremos a real compreensão desse amor. 9 uma tarefa de conquista, que cada homem dever$ realizar &or seu pr#prio esforço, continuamente através dos tempos. ( que torna esse amor uma promessa de felicidade em horizontes fecundos de paz.
Muitas vezes ele poder$ parecer contradit#rio. >rescer no amor também sinifica lutar pacificamente, entender o incompreens-vel, ser resinado na impaci:ncia e sinelo perante as
intransi:ncias. &oderão advir momentos de dor e de sofrimento, mas, se os homens forem sublimes, descobrirão a luz divina nas sombras das dificuldades.
ntendam que, em todos os momentos de suas vidas, encontrarão a luz do amor que os despertar$ para a aleria de viver. ssa luz estar$ sempre presente, mesmo nos locais sombrios ou nas mentes mais obscuras. star$ @ espera de ser descoberta e contemplada.
( &ai é simples em sua randeza e humilde em sua infinita sabedoria. !omos pequenos perto de seu esplendor, porém tão randes quanto ele na esperança de um futuro de
luz. volu-mos no infinito de seu corpo, mas o encontramos, mais do que em qualquer luar, dentro de n#s mesmos. &erdemos a noção de universo, mas sentimos a dimensão da natureza. Desconhecemos o dom-nio do tempo, mas desfrutamos o predicado da eternidade. &or isso seu amor nos parece contradit#rio. Meditem, elevem seus pensamentos e alcancem a sabedoria de viver. Desvendarão nos mais enim$ticos parado?os as chaves que Deus lhes concede. las abrirão portas s# vistas por aqueles que dese'am seu amor.
!prendi,ado
Confúcio ma das principais responsabilidades do homem reside no fato de que a busca pelo conhecimento é eterna. 9 dever de cada um preencher o espaço in+til da inorGncia com os instrumentos que afloram na vida de modo cont-nuo.
Deus, em sua infinita bondade, dese'a que seus filhos recebam a educação necess$ria @ evolução. le não lhes imp"e tal situação, apenas permite que os homens a encontrem pelo pr#prio esforço.
sses ensinamentos e?istem em toda parte. stão nos livros que permeam a cultura e o conhecimento, estão nas palavras proferidas pelos professores em aula, ou nas discuss"es .sadias que buscam a solução de problemas. !ão encontrados no cotidiano, nos atos da natureza, no olhar e palavras de uma criança ou na aleria dos necessitados que recebem d$divas. (u nas meditaç"es esclarecedoras. Mas também são encontrados nos estos desvirtuados de infelizes que acabam por nos mostrar o que não se deve fazer.
( conhecimento, portanto, est$ em toda parte, porque Deus se oferece aos homens de maneira simples e amorosa. le não lhes oculta o saber, apenas o disponibiliza de modo sutil e inteliente. *sso requer dos homens a vontade de aprender. 9 o fato primordial para a descoberta infinita de seus valores internos.
Verdade
Joana D Are A verdade é a ponte que o homem precisa para caminhar no sentido da evolução. 9 através dela que os mais perniciosos sentimentos são identificados, possibilitando a cada um a oportunidade de transmut$los. la se constitui numa das mais nobres manifestaç"es que afloram no esp-rito.
!e a verdade lhe incomoda, então faça e?ame de consci:ncia. Através da meditação procure o motivo pelo qual ela lhe perturba e certamente descobrir$ que voc: tem convivido
com a mentira. 9 o sinal para um rande combate. Aquele que voc: vai, de modo implac$vel, derrotar o seu eo. 9 o momento de ter a coraem de demolir muralhas que lhe dificultam o proresso. ão recue. &orque aceitar a mentira é admitir a insensatez, é ser inundado pelas
d+vidas. infeliz do homem que não confia na pr#pria razão.
%edir 7e Des oriente
Afra &or melhor que se'am suas intenç"es, avaliem bem o que pedem para seus irmãos através das oraç"es. 9 comum que ao frequentarem cultos de suas prefer:ncias, com o intuito de praticarem a caridade, realizem pedidos para irmãos em dificuldades, acreditando estarem invocando o melhor para eles.
Mas percebam que somente Deus sabe o que realmente é melhor para cada um. !# le nos acompanha desde o momento da criação, conhecendo a fundo toda a nossa hist#ria, sem o véu da ilusão. Ioi le, em sua infinita bondade, que nos proporcionou a chance das v$rias encarnaç"es, avaliando o que ainda nos falta para que este'amos em harmonia com nosso pr#prio ser. &ortanto, s# le ser$ capaz de orientar, em suas m+ltiplas manifestaç"es, o
caminho dos aflitos.
&or isso, ao rezarem, não esqueçam de seus irmãos. >ontinuem praticando a caridade. Mas sempre peçam a Deus que faça o que for melhor para eles. >onfiem na assist:ncia e na 'ustiça do &ai. , assim, estarão aceitando os des-nios de Deus como a +nica lei que abrane
o niverso. ssa é a verdadeira declaração de amor a seus irmãos que precisam de paz.
Representantes da cria1+o
!ontonna ;uando os homens aridem a natureza, não estão apenas deteriorando a base primordial da vida na %erra, mas também danificando um dos principais ve-culos que os une
ao mundo espiritual.
<epresentação incontest$vel do poder criativo de Deus, a natureza abria enerias que se dissipam quando não utilizadas, ou que eram sérios desequil-brios quando mal empreadas. m ambos os casos se verificam danos f-sicoB através do descontrole dos elementos. (s resultados sãc intempéries diversas que afliem a humanidade.
ntretanto, a maioria dos homens ainda não se conscien 7izou a respeito do poder que Deus lhes oferece através de natureza. &ara melhor compreend:lo, os homens necessitam, a priori, entender o seu pr#prio ser e como suprimir as tempestades internas que consomem suas
mentes. 9 o caminho do autoconhecimento, da verdade e do equil-brio, através de uma 'ornada de paci:ncia pela natureza do pr#prio esp-rito.
Ao controlar a sua natureza, a começar pela mente, o homem estar$ então predisposto a se interar com o meio ambiente em que vive, passando a compreender diversos mecanismos que envolvem a perfeição da natureza divina. De posse desse conhecimento, ele poder$ desenvolver, de forma radual, o poder de combinar elementos naturais na pr$tica do
amor e da caridade. isso não sinifica somente aceitar Deus, mas também se comprometer com ele. 9 adquirir a responsabilidade de ser representante da criação.
Dessa forma, entendam o quanto a natureza é importante para a evolução sarada do homem em todos os aspectos. &reservemna e a descobrirão vibrante em seus esp-ritos. tilizemna e alcancem meios para manifestarem suas vidas pela força criativa da mente.
E@amp&o
Alan do De"erto ( proresso espiritual de um homem não pertence somente a ele. 9 também uma vit#ria da humanidade. Iazendo parte dela, ele contribuir$ com seu aprendizado, com sua riqueza de e?peri:ncias e com a sabedoria divina que encontrou na alma. le poder$ ser aquele que um dia dar$ a mão caridosa ou diriir$ uma palavra amia e esclarecedora. ( seu e?emplo poder$ ainda ser motivo para refle?ão de outros, que não conheciam a luz da evolução.
ntendam, por conseuinte, que ao caminharem em direção a Deus, não estão apenas fazendo o bem ao seu pr#prio esp-rito. %ratase de um trabalho muito mais amplo em prol da humanidade, beneficiando irmãos que precisam evoluir. 9 uma tra'et#ria que obter$ m+ltiplas b:nçãos divinas. &ois estar$ disseminando a aurora da razão entre muitos que adormeciam na pr#pria insensatez.
%&antar e esperar
Jacob #oehme
Durante minha vida na %erra, descobri que o futuro do homem est$ em Deus. mbora ho'e sinta isso como o #bvio, na época queria dividir meu achado com aqueles que me quisessem ouvir. !entia ter recebido uma riqueza que não era s# minha, mas uma propriedade de cada homem. &or isso queria dividila.
&or outro lado, também descobri que nem todos os homens estão preparados para aceitar o #bvio. &ara muitos, Deus era uma fantasia surida na mente de seres inorantes, que procuravam compensar suas fraquezas com tal ideia.
m parte, estavam certos. Descobri ainda o quanto eu era fraco e impotente sem Deus, o quanto eu era inorante sem ele. sua presença foi de fato uma compensação para mim.
&or ele, fui capaz de suportar privaç"es que nunca imainei passar. De sofrer males f-sicos e financeiros, ou mesmo passar fome. Mas o mal que mais me entristeceu foi a indi ferença, ver o quanto os homens se incomodam com a e?ist:ncia de Deus, seu pr#prio &ai criador.
Mas também descobri que tudo vem a seu tempo e meu trabalho não foi em vão. &ois todos aqueles que mostram a randeza de Deus plantam uma semente. la cresce e d$ frutos, que serão colhidos no futuro.
&ortanto, continuem plantando sem esperar aradecimentos. A compensação vir$ no futuro. ;uando sentirão aleria de ver que seus frutos '$ estão sendo colhidos, e que poder ão aradecer a Deus tamanho presente. ( de estar participando de sua obra.
N+o se acomodar
$ada
A e?pressão Jentreue seus problemas a Deus e le saber$ como resolv:losJ, precisa de interpretação cuidadosa.
m eral, ela vem @ mente quando, ap#s v$rias tentativas frustrantes para solucionar um intento, procurase pelo &ai como +ltima alternativa. >omo se dissesse a le não consio atinir meu ob'etivo, então me a'ude.
esse caso, quem suplica deve lembrar que @s vezes não sabe o que pede para si mesmo. &oder$ estar implorando por alo que no futuro ser$ a sua ru-na, ou estar$ lhe desviando de ob'etivos que seriam mais apropriados.
&or outro lado, sure ainda a questão do mérito. ste é o fator decisivo para que consiam alcançar um intento. &ois o mérito não sinifica somente que aluém se'a merecedor de obter alo, mas também que ser$ capaz de utilizar convenientemente o que dese'a.
Assim, este'am certos de pedir a Deus, mas de modo correto. &ecamlhe que le lhes a'ude a atinir seus ob'etivos se forem merecedores, e se isso for o melhor para suas vidas. Mas não esqueçam também de participarem da busca. ão esmoreçam, para que realmente tenham o mérito da conquista.
Aindo dessa forma, estarão resinados se fracassarem em seus prop#sitos, mas, sem d+vida, terão semeado um campo fértil para vit#rias maiores. , quando elas chearem, poderão aradecer a Deus pela a'uda que prestou, a de ter lhes indicado a época certa, o terreno ideal e as sementes adequadas.
raba&.os espiritais
Ale%i" Carell (s ambientes onde são realizados trabalhos espirituais são verdadeiros ambulat#rios da caridade. eles, as patoloias espirituais são dianosticadas, ou mesmo tratadas pela medi cina vibracional. !ão, portanto, locais onde a luz é esparida através dos melhores sentimentos de amor e de oraç"es.
Da mesma forma que hospitais e cl-nicas necessitam de sil:ncio para o bemestar dos pacientes, as sess"es de tratamento espiritual requerem o sil:ncio e a concentração. sses dois atributos fazem com que os médicos do espaço, e outros irmãos que os a'udam, possam desenvolver seu trabalho de maneira eficiente, trazendo para os pacientes os benef-cios necess$rios.
!endo assim, procurem, ao curso dos trabalhos, manter a d$diva do sil:ncio e das oraç"es. starão, desse modo, contribuindo para a cura. starão praticando a caridade de modo absoluto.
"ivre-arbítrio
Sera&i" #a' ;uando se fala que Deus concede o livrearb-trio a seus filhos, muitos peruntam o porqu: então das provaç"es, que recaem sobre aqueles que se afastam das leis divinas. !er$ uma contradição= Deus punir quem discorda dle= &or que então o livrearb-trio= ssa d+vida poderia colocar Deus no rol dos tiranos, que não admitem ser contraditos.
!e, entretanto, Deus fosse realmente um déspota, as ra-zes da criação apresentariam contornos diferentes. A começar por admitir a e?ist:ncia do mal, contrariando seus des-nios, Deus '$ demonstra que concedeu aos homens o direito de escolha. Atitude essa incompat-vel com a de um tirano, mas, que possibilita @queles que escolherem o caminho das trevas, se tornarem prepotentes e aressores, os verdadeiros tiranos.
Adotando a impiedade como rera, eles praticam os maiores desvarios, o que faz com que alumas de suas v-timas lhes retribuam com o #dio e a vinança. esse c-rculo vicioso de neatividades, eles sofrem as consequ:ncias dos pr#prios atos, padecendo nos umbrais da dor e da inorGncia. ntão, acabam por pedir socorro a Deus, para que lhes remova daqueles ambientes sombrios, sem, entretanto, removerem de seus esp-ritos a vocação pela maldade ou os traços da imperfeição.
9 quando Deus, atendendo o pedido desses filhos aflitos, concedelhes também o direito da educação através das encarnaç"es. ( aprendizado vem pela provação, que os far$ sentir no pr#prio ser o que fizeram aos outros ou o que dese'ariam fazer. , passarão a entender o
e?erc-cio do amor e da caridade, como o +nico caminho para a evolução e a paz de esp-rito. &ortanto, ve'am o &ai com os olhos da verdade. le não s# lhes concede o livrearb-trio, como também lhes socorre quando fazem mau uso dele. 9 uma prova de amor, daquele que dese'a para seus filhos os benef-cios eternos da luz e da sabedoria.
Destrir e constrir
(uthumi A destruição costuma ser r$pida e implac$vel, @s vezes irrevers-vel. !e avaliarem bem, perceberão que é f$cil destruir. m simples estopim é ca&a+ de demolir randes construç"es
que sobreviveram a tempestades. ma pequena arma, por mais rudimentar que se'a, pode acabar com uma vida que levou anos para ser formada. &alavras mal empreadas, cercadas pela inve'a e pela maledic:ncia, podem desvirtuar caminhos, arruinando destinos que seriam brilhantes. v-cios desaream fam-lias. (s instrumentos da destruição sempre estiveram ao alcance dos homens. !ão f$ceis de obter e não precisam ser modernos. 0asta terem a sua finalidade prec-pua, destruir.
A rior, a contraparte, o ato de construir apresenta v$rias dificuldades. <equer mais tempo, maior esforço e, muitas vezes, instrumentos ainda não dispon-veis @ humanidade, os quais importam em pesquisas para serem encontrados. Mas, a rande diferença entre destruir e construir, não est$ s# relacionada ao tempo ou a ob'etos. la est$ vinculada @ racionalização dos estos. st$ associada @ determinação do homem de se conscientizar de seus atos.
!endo assim, uma das piores atitudes que um homem pode tomar é aquela em que ele se compraz de seuir o caminho mais f$cil. ( da indiferença perante os necessitados, da omissão ante a dor alheia, ou de estos inconsequentes que conduzem @ devastação. le, dessa forma, estar$ colaborando não s# para o assolamento de diversas vidas, como também praticando a autodestruição. &ois estar$ abafando no seu esp-rito tudo de bom que advém de sua alma, impedindo que a sabedoria e a criatividade de Deus aflore para a construção de seu pr#prio ser.
&or essa razão, convocamos os homens a participarem do processo da criação. >aminhando pela tra'et#ria do amor e da caridade, bem como tendo a humildade de buscarem eternamente o conhecimento, poderão pensar que estão no caminho mais dif-cil. ( in-cio poder$ ser dif-cil. Mas @ medida que alcancem randes conquistas, descobrirão estar
construindo valores perenes e inabal$veis em seus esp-ritos. !ão valores que, no futuro, lhes trarão a certeza de que o encontro com Deus é a simplificação da vida.
!&as
(hal)u
As aulas destinadas ao esclarecimento espiritual devem ser vistas com a mesma seriedade com que são vistas as sess"es de cura. (s presentes devem concentrar sua atenção nos ensinamentos ministrados, de forma que o instrutor receba as intuiç"es necess$rias permeadas a partir do astral. !aibam que muitos irmãos trabalham no plano espiritual com a
finalidade de enriquecerem as aulas, com vibraç"es de luz e de conhecimento.
*sso requer da audi:ncia, além da concentração, o sil:ncio e o m-nimo poss-vel de interrupç"es. As peruntas devem obedecer aos temas estritamente veiculados @ aula, evitandose proli?idades e falta de ob'etividade. 7embremse de que o aprendizado est$ contribuindo para a evolução de cada um. &or isso, o tempo permitido para a aquisição do conhecimento é fundamental. ;uanto mais aprenderem, mais estarão enriquecendo suas vidas. starão areando luz a seus esp-ritos para a pr$tica da caridade.
(aridade
*"tello de Mari" ( trabalho desenvolvido por médicos e paramédicos do espaço requer, na %erra, sinificativos flu?os de eneria s# disponibilizados pelos encarnados. ssa união de forças permite que curas se'am realizadas, ou que sofrimentos se'am abrandados.
Da- a importGncia da presença f-sica em hospitais, asilos, creches e sess"es espirituais. o momento que essas visitas ou frequ:ncias ocorrem, estão erando os instrumentos
necess$rios para que as falanes de cura do espaço possam atinir seus ob'etivos.
*sso sinifica que, muitas vezes, os encarnados preocupados em atender os aflitos estão doando sem mesmo saberem. 0asta estarem presentes com a intenção de a'udar, fruto do pr#prio livre arb-trio.
<oamos, portanto aos irmãos encarnados, que participem conscientemente de nosso serviço em prol da caridade. 'untos, poderemos fazer com que vidas ofuscadas pela dor reacendam a luz da esperança. ste'am com Deus.
Hmi&ade
(hal)u A luz do conhecimento se identifica com a luz da humildade e da razão. Adquirir conhecimento é a forma mais simples de descobrirmos o quanto estamos lone da sabedoria divina. também, o quanto ainda estamos pr#?imos uns dos outros.
&ercebam que a escala da evolução, apesar de retratar in+meros patamares e de ser infinita, é por demais reduzida se procurarmos sua relação com a randiosidade de Deus.
*sso sinifica que se 'untarmos todos os deraus da evolução, desde os prim#rdios até as esferas mais elevadas, e demonstrarmos eometricamente a $rea que os abrane, verificamos facilmente que se reduzem a um mero ponto no niverso. &or isso estamos todos muito pr#?imos uns dos outros.
(s homens precisam saber que nenhum conhecimento ou poder lhes confere o direito de se sentirem superiores a seus irmãos. que a busca da evolução é eterna, pois aquele que se contenta com o que '$ obteve, est$ fadado a sentir o amaro da queda.
&ortanto, continuem a estudar e a trabalhar na seara do proresso e da caridade. ão parem, pois Deus lhes concede força para prosseuirem. %enham amorpr#prio, pois esse é o
caminho para amarem seus irmãos. ;ue se'a um caminho sem volta.
%erd+o
Chohan A+imo-Muitas dificuldades que os homens passam na vida são fruto da provação reeneradora. la lhes foi concedida por Deus, a pedido deles mesmos, quando despertaram para a dura realidade de estarem cometendo faltas que desabonavam suas condutas morais. Assim fazendo, o &ai >elestial lhes proporciona a defesa contra as m$culas do esp-rito. &ois a provação não dei?a de ser o ant-doto da imperfeição.
Devem estar conscientes, entretanto, de que quando pedem o abrandamento de suas provas, o devem fazer tendo o firme prop#sito de se modificarem, transmutando as nea
tividades e?istentes em seus esp-ritos. >aso contr$rio, tanto os tratamentos espirituais quanto a pr#pria redução das provaç"es, serão in#cuos, pois, continuando no erro, irão erar novos Karmas.
( importante é terem o firme dese'o de pedir perdão a Deus por suas faltas, mas reconhecendo a vontade sincera de elimin$las em definitivo. Ao consolidarem esse intento, Deus lhes abrir$ novos horizontes de proresso, a serem conquistados pela dinidade da missão renovadora.
Sofrer por antecipa1+o
.amana Mahari"hi >abe ao homem a sabedoria de viver o presente de modo profundo. *sso sinifica incorporar, naturalmente, os ensinamentos do passado, de maneira que os erros não se repitam. 9 a forma pela qual ele poder$ se defender de aress"es e?ternas, mas também daquelas praticadas por suas pr#prias imperfeiç"es.
se o passado não deve atormentar, mas apenas servir como ensinamento, o futuro tem o mesmo papel. !ofrer por antecipação é uma das piores coisas da vida, pois se trata de Karma não enviado por Deus, mas fabricado pelo pr#prio homem. *sso lhe desestabiliza nas aç"es presentes, fazendo 'ustamente o que não dese'a, tornando vi$vel o encontro com eventos adversos, que são por ele mesmo antecipados.
&ortanto, entendam de modo profundo, o sentido da sabedoria de viver o presente. %ratase de através do perdão, esquecer o passado, e preocuparemse com o trabalho da reconstrução. Aindo assim, estarão também, naturalmente, construindo o futuro. , simultaneamente, fazendo com que o tempo se resuma a um lono momento de sabedoria.
!s prova1Aes terminam
Dr0 Sergei 9 comum que diversas provaç"es se estendam por lonos per-odos, tendo em vista que, dessa forma, elas poderão iluminar as mentes daqueles que as sofrem.
&orém, também deve ser considerado que um dia essas provaç"es terminam. muitas vezes o fim do Karma não é percebido. !endo assim, v$rios irmãos se acomodam, pensando que nada podem fazer para mudarem a situação de suas vidas. nano.
Da mesma forma que um presidi$rio continua atr$s das rades mesmo ap#s o cumprimento da pena, diversos homens continuam sofrendo sem necessidade. les precisam saber que provação não é castio, mas ensinamento. &or conseuinte, se meditarem sobre as dificuldades que passaram, entenderem o sinificado delas e o que conseuiram obter de esclarecimento, estarão, também, aptos a dese'arem uma nova vida com melhores caracter-sticas. sse é um direito do homem, pois est$ intimamente liado ao seu livre arb-trio.
Mas para que isso aconteça, volto a repetir, é necess$ria a conscientização do que est$ representando a provação, e quais os ensinamentos que ela lhes promove. Meditando a respeito, poderão, sem esperar, serem surpreendidos pela boa not-cia que parte de seu -ntimo. De que cheou a hora de pedirem a Deus o abrandamento do Karma. &orque o ob'etivo primordial foi alcançado, o de terem aprendido através do pr#prio sofrimento.
Sentir o prB@imo
.o1ena Abra suas mãos para au?iliar. Atenda de forma absoluta e desinteressada, vendo em cada irmão necessitado um refle?o da sua pr#pria hist#ria. *dentifiquese com ele. sforcese para compreender suas car:ncias e anseios, e lhe conceda a esperança praticando a caridade. cada vez que suas mãos se abrirem com esse prop#sito, esparirão a luz inerente daqueles que muito recebem do &ai, por terem tido a sabedoria de aprender a amar.
(rítica
Sri Yu2te"1ar A cr-tica tem sua função em qualquer sociedade, como um princ-pio ativo que orienta o bom senso. la é construtiva quando se desina a somar qualidades, promovendo c entendimento e elucidando. Mas possui elementos ainda mais not$veis, quando se fundamenta no autoreconhecimento dos erros de quem a promove. Eisualizar as pr#prias faltas é a elevação da cr-tica ao limiar da randeza. 9 despertar o seu eo para a senda da transmutação, na buscc constante, intermin$vel, da pureza espiritual. 9 a honestidade de encarar voc: mesmo e lhe apresentar o caminho de paz interior. 9 abrir a porta para estar em harmonia com a consci:ncia divina da alma. A- voc: ter$ encontrado a dire cão do <eino de Deus.
", Divina
Arcanjo .afae ( tempo de vida na %erra é por demais reduzido parL não ser devidamente aproveitado. tiliz$lo é uma questã de sabedoria, de modo que cada momento possa se tornaB um b$lsamo enviado por Deus. %udo depende do modc como seus olhos v:em esses momentos.
%endo a fé, a razão e o amor, poderão intuir a provação como ensinamento que enriquece seus esp-ritos. Através dela poderão ainda entender a dor de seus irmãos e compreende o quanto a caridade e a compai?ão podem ser bemvindas.
Mas também serão capazes de aproveitar os momento de aleria e de lazer para aradecerem a Deus, pela benevo l:ncia de lhes conceder interl+dios de paz, em um mundo d provas e de incompreens"es.
!e'a qual for o momento que viverem, lembremse qu por tr$s dele sempre estar$ a mão de Deus, oferecendo au?fli e amorosidade. assim, terão condiç"es de en?erar mesm na escuridão. &orque a luz divina estar$ em seus olhos.
Irm+os
Je"u" Sananda
u lhes dese'o falar dos homens de boa vontade, que praticam a caridade e amam sem pedir recompensas. (s que lutam contra as pr#prias imperfeiç"es e procuram adequarse @ realidade do que é necess$rio @ evolução, são os que renunciam a tudo que possa comprometer seus caminhos em direção a Deus, porque sabem que ine?istem prazeres que superem a aleria de estar em paz com a pr#pria consci:ncia. !ão aqueles que se encontram continuamente com as virtudes da alma, pois é o que procuram honestamente.
9 sobre isso que dese'o falar. !obre a importGncia de cada homem despertar a vontade sincera de ser trabalhador na construção da nova humanidade. De ser um divulador do amor divino, tendo estos de compai?ão e de e?emplos edificadores. De se interar ao reino do &ai, que lhe receber$ pleno de amor e de luz.
!e os homens assumirem a responsabilidade que lhes cabe perante Deus, chear$ o dia em que não mais Me contemplarão como salvador. Mas sim como um simples irmão, que, 'untamente com eles, trabalha para despertar nos carentes de luz e de paz o encontro com a
evolução. que todos unidos, ve'am em Deus a virtude m$?ima que aluém pode abraçar. ;ue o &ai lhes envolva com suas b:nçãos e com a luz da sabedoria.
(o&aborando com a .manidade
3oroa"tro
;uando aluém procura aprimorar os valores divinos em seu esp-rito, est$ provocando um acontecimento de alcance inimain$vel. Além de estar construindo uma base de luz e de evolução para a pr#pria vida, o que ser$ permeado para os ambientes que habita, contribuir$ também para um mundo melhor. &ois seu e?emplo servir$ de refer:ncia para muitos que dese'am evoluir, saindo das trevas da inorGncia.
*sso provocar$ uma reação em cadeia. >om o desenrolar dos anos se traduzindo em proresso, que 'untamente com outras atitudes similares contribuem para a reforma moral dos
homens como um todo.
&orém, o mais importante, é que cada um ao dar sua colaboração, est$ na pr$tica asseurando um futuro melhor além das e?pectativas. &ois est$ plantando as sementes do proresso espiritual, de modo que, quando reencarnar muitas décadas ou séculos depois, venha a colher os frutos do pr#prio trabalho. isso lhe servir$ de sabedoria para novas alavancas da evolução, que poderão ser +teis em encarnaç"es vindouras. Dele, ou de entes queridos que tanto ama.
Dever e .mi&dade
Padre Pio
Aquele que realmente, do fundo da alma, dese'a contribuir com o trabalho espiritual, precisa manifestar duas palavras que são insepar$veisB dever e humildade.
( dever sinifica o compromisso assumido com a atividade a que se prop"e, porém não apenas em presença f-sica. Além da assiduidade, é também ter a humildade de se prestar ao trabalho, sem escolher beneficiados, e não recusando tarefas que pareçam incompat-veis com sua posição social. &ensem a respeito.
&or outro lado, é ainda ter o cuidado com o corpo f-sico. Mantelo saud$vel, isento de v-cios ou de alimentos inadequados, facilita para que seus flu?os eneréticos advindos da matéria contribuam de fato. *sso inclui a preocupação de conservar a mente fortalecida pela meditação e oraç"es, de modo que seus pensamentos se'am construtivos, afastados de ideias que possam entorpecer o trabalho a ser realizado.
&orém, entendam que a mente somente ser$ saud$vel se assimilarem que a humildade é a eneria b$sica que sustenta o dever espiritual. starão, assim, admitindo que todo poder vem de Deus e ele é a causa primordial que lhes permite ter forças para a pr$tica da caridade. &rocedam dessa maneira, e descobrirão que podem produzir a felicidade a partir de seus pr#prios esp-ritos.
O idioma de Cess
(hal)u Antes da ra >ristã, a humanidade assistiu o nascimento de homens brilhantes, que primaram pelo amor a Deus na busca da sabedoria e no e?emplo da pr$tica da caridade. les
foram poucos, porém marcaram sinificativamente suas épocas, for'ando alumas das relii"es da %erra.
%entaram mostrar que o caminho até Deus pode tornar o homem pleno de paz e de felicidade. Ialaram sobre as riquezas do esp-rito, como 0uda, e sobre a e?ist:ncia de um Deus +nico, como Noroastro. mostraram que a evolução depende do livrearb-trio de cada um.
ntretanto, eles foram somente em parte compreendidos, bem como o alcance de suas palavras e ideias se limitava @s rei"es eor$ficas onde viveram. Ao contr$rio dos randes uerreiros e conquistadores da época, que se tornavam rapidamente célebres, esses homens não dei?aram marcas de foo e de destruição, mas de luz e de paz. &or isso eram em rande parte desprezados ou interpretados de modo deturpado. ( que demonstrava que a humanidade necessitava de linuaens e de estos violentos para entender os acontecimentos, e reistr$ los convenientemente no livro da hist#ria como fatos marcantes.
!endo assim, era preciso que um acontecimento envolvido por sinais de dor e de viol:ncia fizesse com que a humanidade abrisse os olhos para Deus de modo mais amplo. &ois essa era a linuaem da época.
A presença de )esus na %erra foi então cercada de tais caracter-sticas. >aso não houvesse o 'ulamento, todas as humilhaç"es p+blicas pelas quais passou e o sacrif-cio na cruz, )esus seria apenas um nome conhecido como reliioso vision$rio. Muitos de seus ensinamentos e estos seriam apontados como farsas e conduzidos @ aleria do improv$vel. !eria considerado mais um entre muitos que tentaram modificar os homens através de preaç"es virtuosas.
A sua missão, entretanto, realizada ap#s uma preparação de apro?imadamente /88 anos, estava muito além do que homens da época poderiam imainar. la devia ser também um marco para mudanças no planeta, o que ocorreu com o nascimento da ra >ristã.
Desde então suriram nomes como Irancisco de Assis, Ant#nio de &$dua e Madre %eresa, entre outros, que foram reconhecidos pela pr$tica da caridade sem precisarem ser martirizados para entrarem para a hist#ria. *sso demonstra que a humanidade passou a en?erar o que não via antes de )esus. sses nomes tornaramse notoriamente universais.
Mas se a vinda de )esus serviu para despertar nos homens o respeito e a admiração pelo amor, paz e caridade, ela também continuou servindo de arumento para os que s#
entendem a linuaem da viol:ncia. m nome da defesa do >risto são cometidas atrocidades e as maiores barb$ries que foem @ compreensão.
Ali$s, considerandose uma escala menor do problema, devemos lembrar que diariamente os homens t:m recorrido @ linuaem da viol:ncia. (u se'a, mant:m o mesmo comportamento que era o padrão da humanidade antes da vinda de )esus. Ialam a mesma linuaem anacr#nica que '$ deveria ser considerada l-nua morta.
(s novos rumos que dese'amos para a humanidade, por outro lado, também não são tão novos assim, pois vieram com aqueles homens brilhantes que antecederam )esus. Mas esses rumos continuam e sempre serão modernos, porque o amor e a caridade são eternos. ( que é preciso é construir uma nova humanidade. A que saiba, através do perdão, do amor, da caridade, da compai?ão e da sabedoria, falar o idioma ensinado por )esus. ( idioma dino da palavra humanidade.
Son.ar com a rea&idade
$anael
Acalentar um sonho pode ser a transmutação da realidade. (s sonhos costumam ser os refle?os das vibraç"es que reem os atos praticados, sendo ind-cios dos caminhos a serem seuidos. ntretanto, o rande sinalizador desses caminhos é o livrearb-trio, sabiamente concedido pelo &ai a seus filhos, como prova de seu amor no provimento do mérito. ntendam que as decis"es tomadas todos os dias são como sonhos, do esp-rito adormecido na matéria, esp-rito que um dia despertar$ para a realidade da vida astral. *dentifiquem neles os reais des-nios de comportamento, para que, o dia do despertar, se'a iluminado pela luz de uma manhã radiante. ;ue os sonhos acalentados pelo mérito se'am o presente, que cada um reserva ao pr#prio futuro.
Dedica1+o
.i"hananda ( trabalho espiritual requer de seu praticante uma rande dose de dedicação e de ren+ncia. !ão necess$rios o estudo constante, a realização de meditação e a certeza de que sempre faltar$ muito a aprender. %udo voltado para a conscientização de que o ob'etivo é a caridade, que não somente a'udar$ nas curas da matéria e do esp-rito, como também no e?em plo dado aos demais que observam as tarefas realizadas.
&orém, a base de tudo se denomina humildade. !em ela, quem se dedica ao trabalho espiritual estar$ desperdiçando enerias que poderiam ser canalizadas para pr$ticas mais construtivas. Além de estar incentivando o crescimento das pr#prias imperfeiç"es.
Dessa forma, se'a cr-tico de seu comportamento. >omunique ao eo que voc: é superior a qualquer manifestação de vaidade.
Aindo assim, estarão edificando em seus esp-ritos a ess:ncia da modéstia e da abneação, bem como recebendo o amor de Deus por seu trabalho. >aso contr$rio, estarão se e?pondo em um rande palco, onde a plateia os observar$, tristemente, com os olhos da indiferença e com sentimentos de piedade.