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 Allan (ardec Minha missão, de codificação e divulação da doutrina esp-rita, se deu no momento em que os homens, aos poucos, descobriam aluns fundamentos herméticos, sem, entretanto, saberem avaliar as consequ:ncias desses conhecimentos.

( 7ivro dos Médiuns e o 7ivro dos sp-ritos vieram como um freio @s ansiedades da época. Mostraram que tudo o que se falava sobre o espiritualismo podia ser averiuado, além de indicarem normas que promoviam um senso de equil-brio entre os que dese'avam aderir a esse tema.

mbora o trabalho tenha fundamentos definitivos, devo lembrar que ele foi basicamente uma obra de partida, de in-cio, para novos acontecimentos. Mas, o tempo demonstra que os homens não podem ficar presos a um in-cio. Da mesma forma que as palavras de )esus foram um in-cio, é importante que os homens utilizem todos esses ensinamentos para desenvolverem

seus pr#prios caminhos, pois é a partir do livrearb-trio e da cont-nua compreensão sobre Deus, que se atine a evolução. 7embremse que evolução é proresso, crescimento, movimento, dinGmica, e não um comportamento est$tico preso eternamente ao in-cio.

Mas, como disse, o livrearb-trio é o ponto de partida. le é que determina se devem caminhar  na conquista de novos conhecimentos espirituais, na escola da eternidade. (u se  permanecerão atados ao in-cio, contentandose com o pouco, perante o muito que Deus lhes

oferece adiante.

!ssídos na vida

 $ada >ada homem tem o compromisso de ser ass-duo com a pr#pria vida. *sso sinifica estar   presente, de modo permanente, em sua e?ist:ncia, sendo cr-tico fiel e imparcial dos atos que  pratica, se'am estos, palavras ou pensamentos.

Absterse desse compromisso é trair a consci:ncia, aceitando complacentemente a imperfeição, sem avaliar as consequ:ncias que podem advir.

7embrem que vida é luta, porém mais do que isso é esforço, força de vontade, para transmutar  erros e neatividades que afetam o esp-rito. &ortanto, a luta a que me refiro é aquela que  praticam com o pr#prio ser, contra as mazelas do eo.

 ão tenham d+vidas que ao serem ass-duos na vida terão a a'uda de Deus. &ois estarão recebendo a proteção de que precisam para continuar seu crescimento espiritual. >onfiem,  porém, mais do que nunca, confiem em voc:s mesmos. &ois é do pr#prio -ntimo que reunirão

forças para cumprirem os compromissos de suas e?ist:ncias.

%erigo invisíve&

 4u% A %erra, por ser um local de provas, abria diversas situaç"es de perio e de incerteza para seus habitantes. %endo e?peri:ncia disso, os homens se proteem como podem,  principalmente se afastando dos luares onde o mal este'a presente.

!endo assim, é de certa forma poss-vel identificar rei"es onde não se deve frequentar, ou mesmo pessoas a evitar, as quais possam, através de maus conselhos e atitudes neativas, atrair momentos de perio.

Mas os homens precisam estar atentos para outras ameaças que os rondam e que passam desapercebidas. 9 quando irmãos de umbrais inferiores, invis-veis, se aproveitam da fraqueza espiritual de encarnados e os incitam a atitudes de afronta e de risco. ssa forma de perio se constitui numa das piores ameaças, porque a v-tima não conseue visualizar que ela e?iste.

Dessa forma, procurem ter autocontrole e discernimento quando sentirem impulsos que sabem implicar riscos. &odem ser atitudes inconsequentes, disseminadas a partir de umbrais inferiores, por aqueles irmãos que ainda não encontraram o caminho que conduz a Deus. %enham a sabedoria de dizer não a eles, e a autoest-ma de dizer não a voc:s mesmos.

"tando pe&a &iberdade do espírito

 .ochelle Eiver plenamente sinifica entender o que representa na verdade a vida na %erra. Aluns irmãos interpretam sua presença no planeta como uma luta permanente pelo conforto material, de modo que possam ter padrão que lhes permita acesso principalmente ao lazer.

 aturalmente esse é um direito que t:m, considerando que os homens precisam de conforto e de lazer. ( ideal seria mesmo que todos pudessem desfrutar disso, o que infelizmente não ocorre.

Mas se o ob'etivo da vida fosse somente esse, ela não teria sentido. !eria mais sensato para o indiv-duo ozar da liberdade do esp-rito, através das viaens pelo niverso, liberto das restriç"es impostas pelo corpo material. ão haveria doenças, provaç"es e nem sofrimentos. &ortanto, é l#ico que Deus não seria insano de criar uma vida material planet$ria, com todas as dificuldades que conhecemos, sem finalidade prec-pua.

 é para isso que lhes chamo a atenção. ;ue saibam viver plenamente, entendendo que a vida na matéria não é s# lazer e conforto, mas também aprendizado, autodescoberta e transmutação. &orque essa é a real luta pela liberdade do esp-rito.

>onclamo então que pensem sobre o que fizeram ou o que fazem na vida. &ois se a estiverem interpretando como uma busca pelo conforto e seurança material, então perdem tempo. &ois, com o fim da vida corp#rea, dei?arão de ter a posse sobre esses bens, que serão leados para outros.  descobrirão, nos primeiros momentos de reresso @ vida espiritual, que nada de +til constru-ram. A não ser a triste ilusão de que a matéria perec-vel era o ob'etivo primordial de suas vidas.

No documento Vozes Do Universo - Ramatis Hur Than de Sidha (páginas 182-185)