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Catarina de Ale%andria A maior virtude de um homem não est$ em reconhecer que é imperfeito. %ambém não est$ em apenas identificar suas neatividades. A maior virtude é a vontade firme de transmutar  tudo o que lhe atrasa a vida espiritual.

Ao ser decidido no prop#sito de evoluir, reconhecer$, através da humildade, o quanto se distancia da perfeição divina. &ois a humildade é a chave de muitos cadeados que apri sionam os homens. Desvencilhandose dos rilh"es da vaidade, terão maior capacidade de entender seus semelhantes, de amar e de praticar a caridade. 9 a conscientização de que somos todos iuais e necessitamos uns dos outros.

ssa constatação é a base para que au?iliem na construção da vida. Iirmes na caminhada da evolução darão e?emplos e a'udarão aqueles que pedem por socorro. &ois Deus criou seus filhos para se amarem. #s e aqueles que ainda não foram criados, mas que merecem e?istir tanto quanto n#s. &orque em sua infinita bondade, o &ai concede continuamente o direito @ vida, tornando a criação um ato eterno.

%endo a vida em suas mãos, façam bom uso dela. Aperfeiçoemse e estendam as  benesses da caridade para os que necessitam de au?-lio. Mostrelhes o caminho da luz em direção a Deus. !e'am o e?emplo para que esses irmãos encontrem os des-nios da evolução.

%ais e@emp&ares

 7ranc8" Cabrini ( e?emplo dado por Maria e )osé deve ser seuido pelos homens e mulheres que são ou pretendem ser pais. Ioi um e?emplo de amor e de apoio ao filho, pois nunca fuiram @s responsabilidades em relação a )esus.

9 sobre essas responsabilidades que dese'o falar aos pais. A responsabilidade não s# de acompanhar e educar seus filhos, mas também a de darem o e?emplo de uma vida correta. ma vida afastada dos v-cios, da ambição sem limites, da incompreensão, da intolerGncia,  para que seus filhos no futuro possam ter uma base de comparação para quando enfrentarem a vida. ;ue possam, ao ver as imperfeiç"es do mundo, lembrarem que tiveram dos pais o e?emplo de que e?iste uma contrapartida de honestidade, de bondade, de luz e de amor, a qual eles poderão escolher.

Eoc:s estarão assim, ao servirem como e?emplo de virtudes, dando uma contribuição inestim$vel @ humanidade. Iazendo com que seus filhos, além de terem a oportunidade de seuirem os mesmos passos, estendam o e?emplo de amor a seus descendentes e amios. Eoc:s não calculam o valor dos bons e?emplos. 9 através deles que ouvimos a voz de Deus.

&ortanto, pais, avaliem bem os seus atos, seus compor7amentos e suas palavras durante a vida. sforcemse para que, no futuro, seus filhos não se enveronhem de os ter tido como enitores. Mas, sim, que eles possam aradecer a Deus por encontrarem pais que realmente lhes ensinaram a viver. &ais que os orientaram sobre o amor e a paz de esp-rito. &ais que souberam representar o nome de Deus. &ois essa é a rande herança que dei?arão a seus filhos.

(onse&.os espúrios

 M,riam m dos problemas mais sérios que envolvem homens e mulheres na %erra é a disposição de aconselharem sobre a vida afetiva. Ialam com tal desenvoltura sobre o assunto, orientando sobre casamentos e separaç"es, que aparentam possuir rande e?peri:ncia vivida.

9 impressionante como são firmes e decididos nessas horas. ão apresentam d+vidas e cheam mesmo a indicar situaç"es que influenciam os incautos.

&eruntolhes, entretanto, se esses randes conselheiros, s$bios da se?ualidade e das relaç"es humanas, desfrutam da mesma paz e equil-brio em seus relacionamentos. >omo é a vida pessoal deles= >onseuem ser felizes realmente ou vivem da apar:ncia de sorrisos enendrados e discursos com belas frases de efeito, os quais na realidade escondem profundos dissabores= !er$ que o que aconselham vem do fundo da alma, ou são meros estos de vaidade querendo demonstrar sabedoria=

Atr$s desse comportamento, lhes aranto não e?istir nada de sabedoria, mas de e?traordin$ria inorGncia sobre o curso da vida. &orque ao airem assim, estão interferindo no livrearb-trio de outros, podendo alterar destinos e adquirir Karmas.

ntendam que seus verdadeiros amios não são aqueles que opinam sobre o que devem ou não fazer em suas vidas afetivas. Mas são aqueles que, nessas horas, lhes aconselham a meditar, a orar e a decidir por conta pr#pria.  também oram para que saibam escolher o que for melhor. &orque esses verdadeiros amios sabem que, na vida afetiva, cada homem e cada mulher são os verdadeiros s$bios de seus respectivos destinos.

Homens de m&.ers

(mea A mente humana cria confus"es desnecess$rias. ?iste ainda na %erra um profundo apeo por quest"es liadas @ interpretação do papel dos homens e das mulheres, como se tratassem de seres independentes, desvinculados um do outro.

mbora fisicamente apresentem constituiç"es diferentes, homens e mulheres são complementos de um mesmo todo, pois, 'untos, representam Deus na %erra. !eparar suas devidas importGncias neste conte?to, ou mesmo fazerem comparaç"es em termos de superioridade, seria o mesmo que dizer que a natureza é superior ao niverso ou viceversa. !eria arumentar com os atributos da incoer:ncia.

Através dos séculos os homens foram retratados como superiores, tendo em vista serem fisicamente mais fortes do que as mulheres. ão podem esquecer, entretanto, que a superioridade decorrente desse aspecto f-sico est$ associada @ viol:ncia. Oerança do tempo em que os homens eram respeitados pelo valor que demonstravam em batalhas ou pelo n+mero de inimios abatidos. As mulheres, pela frailidade, se tornavam meras serviçais dos homens.

%ratase, portanto, de uma situação que, além de dar sentido ao culto da viol:ncia, ainda leva resqu-cios de covardia e de inorGncia.  até ho'e, in-cio de um século de randes mudanças, homens e mulheres não compreendem que ao se aredirem estão atinindo parte do pr#prio ser. 9 uma espécie de autoflaelo inconsciente.

sse atraso s# ter$ um fim, quando todos entenderem que possuem, no masculino e no feminino, capacidades distintas complementares, representantes das funç"es divinas da criação. A- estarão sentindo em seus esp-ritos essa parte contr$ria, não como oposto, mas como uma necessidade real de compreenderem os caminhos do proresso moral, e a consequente evolução em direção a Deus.

%assado como E@emp&o

 Patric2 da Manda >omparem a vida na %erra a uma lona estrada pela qual caminham de modo irrevers-vel. ão podem voltar atr$s para trechos onde andaram, porque o tempo não lhes  permite. ão podem parar, porque o tempo também não lhes permite. ( tempo é implac$vel,

contra ele nada podem fazer.

Mas podem, para e?ame de consci:ncia, olhar pelo menos uma vez para tr$s e visualizarem o que constru-ram na marem dessa estrada. ( que edificaram pela sua pr#pria evolução, ou o que fizeram pelo bem de outros.

!e descobrirem que muito plantaram, e que estão tranquilos com o seu trabalho em  prol do amor e da caridade, então prossiam, e peçam a Deus que lhes d: força para continuar. ntretanto, se perceberam que nada ou pouco fizeram, então também peçam a Deus que lhes conceda força, para avançar podendo construir. &orque ao olharem para frente,  perceberão que a estrada fica a cada dia mais curta.  pode ser que o tempo não lhes permita

as chances que dese'ariam.

Mas Deus, em sua infinita bondade, permite a seus filhos que descubram a tempo suas necessidades espirituais.  podem ter a certeza de que em qualquer parte da estrada da vida encontrarão a oportunidade para constru-rem e amarem. ão se atrasem mais, para não amararem a realidade de que o tempo é implac$vel.

(omnica1+o

 .a2oc+' (s seres que habitam os planos denominados por voc:s de superiores, t:m como  principal tarefa, não s# continuar o processo natural de evolução, como também distribuir luz

e conhecimento entre aqueles que ainda carecem desses atributos.

Mas essa iniciativa não ter$ efeito dese'ado se partir apenas de um lado, o nosso. m  primeiro luar, não podemos obriar que aceitem nossas ponderaç"es e conselhos, porque  precisamos respeitar o livrearb-trio de todos. m seundo luar, mesmo que a recepção de nossas vibraç"es se'a calorosa e interessada, é preciso que quem a receba medite a respeito, e avalie se é aquilo mesmo que dese'a. Mais uma vez, o livrearb-trio deve ser respeitado.

*sso demonstra ainda que, para que possam realmente usufruir o sentido de liberdade do seu livrearb-trio, devem se preocupar com a utilização de parte de seu tempo ocioso no estudo e na meditação. *sso far$ com que suas mentes se'arr renovadas pela distribuição de correntes eletromanéticas através dos neurPnios, bem como na produção de hormPnio= que facilitam o racioc-nio, despertando a inteli:ncia.

%endo a capacidade de usarem a inteli:ncia, para receberem e interpretarem nossos comunicados, estarão também aptos para identificarem a oriem deles, em termos de credibilidade, como ainda de responderem a respeito, utilizando a canalização mental.

, assim, fica promovida a possibilidade de di$loo que muito nos interessa, esperando que se'a também da conveni:ncia de voc:s. &ois Deus não nea o saber a seus filhos. les é que muitas vezes se recusam a receb:lo.