Pan
ão é simples tentar a visualização do infinito e do eterno, em termos de evolução do esp-rito. &elo fato dos homens estarem muito limitados @ matéria, procuram identificar limites, como se esses fossem fronteiras que na realidade não e?istem na imensidão do niverso.
A onipresença de Deus, que sustenta a continuidade da criação e do equil-brio do niverso, é uma fonte inesot$vel de conhecimento. >ada ser que é criado traz particularida des +nicas, que o diferenciam de qualquer outro. essas particularidades são novos conhecimentos, que são trazidos por esse ser que contribui para a evolução do todo. ( pro cesso é cont-nuo, não tendo fim. &or essa razão é que tentar conquistar a perfeição e o conhecimento pleno é o mesmo que tentar alcançar a linha do horizonte. ;uanto mais che amos perto, mais ela se afasta.
!omase a isso, o fato de que as al$?ias abriam in+meras formas de vida, de metais e de minerais sobre os quais nunca ouviram falar na %erra. também essa descoberta não tem fim, porque quando pensarem que atiniram visualmente o limite do niverso, loo descobrirão que um novo cen$rio se abre, com bilh"es de outras al$?ias que ali '$ se encontravam. &orque o niverso sempre e?istir$ e a sua e?pansão ocorre com a cont-nua criação divina.
nesse palco é que encontrarão as bases para a evolução do esp-rito. la é eterna, cont-nua e, a e?emplo do niverso, não tem fim. &ois o niverso pertence a cada um, porque Deus e?iste em todos.
!scens+o e traba&.o
5elio"
A
A imaimaininaçação ão humhumana ana não não conconseseue ue conconstrstruir uir imaimaenens s a a resrespepeito ito dodos s umumbrabraisis evolu-dos, tampouc
evolu-dos, tampouco sobre as atividades de quem neles vive. sse é um fo sobre as atividades de quem neles vive. sse é um fato normal, tendo emato normal, tendo em vista que dificilmente aluém pode descrever um local que não conhece.
vista que dificilmente aluém pode descrever um local que não conhece. mesmo que fizessemesmo que fizesse a descrição, cairia em diversas marens de erro,
a descrição, cairia em diversas marens de erro, distanciando se da realidade ali presente.distanciando se da realidade ali presente. &or essa razão, muitos se peruntam sobre o que irão fazer ap#s o desencarne. m &or essa razão, muitos se peruntam sobre o que irão fazer ap#s o desencarne. m eral, imainam que serão levados para locais lone dos prazeres humanos, devendo se eral, imainam que serão levados para locais lone dos prazeres humanos, devendo se entrear a atividades maçantes, em planos onde s# e?istem seres em oração e penit:ncia. !e entrear a atividades maçantes, em planos onde s# e?istem seres em oração e penit:ncia. !e esse quadro fosse verdadeiro, estar-amos admitindo que a vida na %erra é o s-mbolo da esse quadro fosse verdadeiro, estar-amos admitindo que a vida na %erra é o s-mbolo da felicidade e que, ap#s o desencarne, todos estariam condenados @ inoperGncia. !eria afirmar felicidade e que, ap#s o desencarne, todos estariam condenados @ inoperGncia. !eria afirmar que a ascensão espiritual é um
que a ascensão espiritual é um castio, e a matéria um castio, e a matéria um paradima.paradima.
A realidade, entretanto, é outra. !# quem conheceu os prazeres da %erra, pode lhes A realidade, entretanto, é outra. !# quem conheceu os prazeres da %erra, pode lhes dizer que não fazem ideia do que representa o prazer de levar Deus no -ntimo através do dizer que não fazem ideia do que representa o prazer de levar Deus no -ntimo através do niverso. !# quem o encontrou pode descrever essa sensação, sendo dif-cil para outros que niverso. !# quem o encontrou pode descrever essa sensação, sendo dif-cil para outros que ainda não o fizeram, imainar tal situação. Além disso, como disse )esus, a casa do &ai tem ainda não o fizeram, imainar tal situação. Além disso, como disse )esus, a casa do &ai tem mu
muitaitas s momoradradas. as. vocvoc:s :s não não t:m t:m ideideia ia do do e?pe?pressressivo ivo n+mn+mero ero de de cocol#nl#nias ias espespiriirituatuaisis e?istentes, tampouco a quantidade de seres que nelas habitam, muitos dos quais não e?istem e?istentes, tampouco a quantidade de seres que nelas habitam, muitos dos quais não e?istem na %erra.
na %erra. ;ua
;uanto nto @s @s ativiatividadedades s dessdessas as col#col#niasnias, , encoencontrarntrarão ão escoescolas, las, hoshospitaipitais s do do esp-esp-rito,rito, conselhos administrativos, tribunais do Karma, centros de pesquisa, todos interliados por conselhos administrativos, tribunais do Karma, centros de pesquisa, todos interliados por sis
sistemtemas as de de comcomuniunicaçcação ão de de v$v$riarias s esespécpécies ies e e por por ve-ve-cuculos los que que vovoc:s c:s chchamaamariariam m dede interplanet$rios. <edes de comunicação e ve-culos, que voc:s imainam terem sido criados na interplanet$rios. <edes de comunicação e ve-culos, que voc:s imainam terem sido criados na %erra, na verdade são c#pias plasmadas do que '$ e?iste no espaço. ?iste muito trabalho nas %erra, na verdade são c#pias plasmadas do que '$ e?iste no espaço. ?iste muito trabalho nas col#nias. ão esquecendo os locais com
col#nias. ão esquecendo os locais com paisaens enerosas que reconfortam e enerizam.paisaens enerosas que reconfortam e enerizam. &ortanto, não temam o ostracismo p#svida terrena. le s# e?istir$ para aqueles que o &ortanto, não temam o ostracismo p#svida terrena. le s# e?istir$ para aqueles que o dese'arem, no momento que se apeam ao materialismo e @ recusa de transmutarem as dese'arem, no momento que se apeam ao materialismo e @ recusa de transmutarem as imperfeiç"es. &ois isso os dei?a presos aos umbrais neativos que circundam o planeta. imperfeiç"es. &ois isso os dei?a presos aos umbrais neativos que circundam o planeta. &orém, para os demais, que lutaram contra as neatividades, pelo proresso do esp-rito e pela &orém, para os demais, que lutaram contra as neatividades, pelo proresso do esp-rito e pela pr$tica
pr$tica do do amor amor e e da da caridade, as caridade, as portas portas estarão estarão abertas abertas para para muito muito trabalho trabalho e e estudo, o estudo, o queque lhes dar$ o prazer sublime de
lhes dar$ o prazer sublime de conquistarem Deus.conquistarem Deus.
Servi1o e f#
Servi1o e f#
5erme" 6r,megi"to 5erme" 6r,megi"to 184 184A reliião é o ve-culo que lia os homens a Deus, através dos diversos rituais e A reliião é o ve-culo que lia os homens a Deus, através dos diversos rituais e conhecimentos que a estruturam. &orém, nem sempre esses componentes levam aluém a conhecimentos que a estruturam. &orém, nem sempre esses componentes levam aluém a Deus, se'a pelas finalidades esp+rias, ou mesmo devido @ falta de compreensão sobre o Deus, se'a pelas finalidades esp+rias, ou mesmo devido @ falta de compreensão sobre o verdadeiro sentido de cada preceito.
verdadeiro sentido de cada preceito.
Além disso, devese levar em consideração que a rotulaem de uma reliião não Além disso, devese levar em consideração que a rotulaem de uma reliião não classifica sua virtude. m todas a seitas, sem e?ceção, encontraremos praticantes que detur classifica sua virtude. m todas a seitas, sem e?ceção, encontraremos praticantes que detur pam reras
pam reras fundamentais em fundamentais em prol prol de de interesses pessoais. interesses pessoais. ( ( que sinifica que sinifica que, que, reliião, é reliião, é umum predicado que deve
predicado que deve ser constru-do no ser constru-do no interior de interior de cada homem. cada homem. como tal, como tal, est$ vinest$ vinculado aoculado ao desenvolvime
desenvolvimento espiritual de nto espiritual de quem a constr#i.quem a constr#i. !e
!endndo o asassisim, m, o o prprimimeieiro ro enensisinanammenento to quque e obobtetemmosos, , é é quque e o o lilivrvreeararb-b-trtrioio necessariamente precisa ser o d-namo da reliião. &ois é ele que vai determinar o caminho necessariamente precisa ser o d-namo da reliião. &ois é ele que vai determinar o caminho prec-puo de c
prec-puo de cada credo.ada credo.
*sso também alerta para o fato de que a seriedade de uma reliião est$ não somente *sso também alerta para o fato de que a seriedade de uma reliião est$ não somente associada @ pr$tica do amor e da caridade, como também ao esforço do praticante de associada @ pr$tica do amor e da caridade, como também ao esforço do praticante de patrocinar
patrocinar a a pr#pria pr#pria evolução evolução espiritual. espiritual. &ois, &ois, ao ao lutar lutar contra contra suas suas imperfeiç"es, imperfeiç"es, ele ele estar$,estar$, verdadeiramente, servindo ao seu credo e liandose a Deus. &orque reliião é iniciativa, verdadeiramente, servindo ao seu credo e liandose a Deus. &orque reliião é iniciativa, serviço e fé.
serviço e fé. %r
%rataatase se de de umuma a imeimensa nsa resresponponsasabilbilidaidade de que que os os cercercaca. . ão ão esqesqueçueçam am que que seseuu comportamen
comportamento ser$ o to ser$ o real determinante do credo que abraçam, e do real determinante do credo que abraçam, e do e?emplo que darão @quee?emplo que darão @que les que precisam desse credo. &ois muitos passam a ter fé vendo o e?emplo virtuoso de les que precisam desse credo. &ois muitos passam a ter fé vendo o e?emplo virtuoso de out
outrosros. . >a>aso so não não cuicuidem dem da da pr#pr#pripria a refreformorma a intinterierioror, , estestarãarão o parparandando o no no temtempo, po, comcom prometendo
prometendo a a imaem imaem reliiosa, reliiosa, assim assim como como impedindo impedindo seus seus irmãos irmãos de de seuirem seuirem bonsbons e?emplos. starão obstruindo a estrada que conduz todos a Deus.
e?emplos. starão obstruindo a estrada que conduz todos a Deus.