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rocesso contíno

No documento Vozes Do Universo - Ramatis Hur Than de Sidha (páginas 106-109)

 Pan

 ão é simples tentar a visualização do infinito e do eterno, em termos de evolução do esp-rito. &elo fato dos homens estarem muito limitados @ matéria, procuram identificar  limites, como se esses fossem fronteiras que na realidade não e?istem na imensidão do niverso.

A onipresença de Deus, que sustenta a continuidade da criação e do equil-brio do niverso, é uma fonte inesot$vel de conhecimento. >ada ser que é criado traz particularida des +nicas, que o diferenciam de qualquer outro.  essas particularidades são novos conhecimentos, que são trazidos por esse ser que contribui para a evolução do todo. ( pro cesso é cont-nuo, não tendo fim. &or essa razão é que tentar conquistar a perfeição e o conhecimento pleno é o mesmo que tentar alcançar a linha do horizonte. ;uanto mais che amos perto, mais ela se afasta.

!omase a isso, o fato de que as al$?ias abriam in+meras formas de vida, de metais e de minerais sobre os quais nunca ouviram falar na %erra.  também essa descoberta não tem fim, porque quando pensarem que atiniram visualmente o limite do niverso, loo descobrirão que um novo cen$rio se abre, com bilh"es de outras al$?ias que ali '$ se encontravam. &orque o niverso sempre e?istir$ e a sua e?pansão ocorre com a cont-nua criação divina.

 nesse palco é que encontrarão as bases para a evolução do esp-rito. la é eterna, cont-nua e, a e?emplo do niverso, não tem fim. &ois o niverso pertence a cada um, porque Deus e?iste em todos.

!scens+o e traba&.o

 5elio"

A

A imaimaininaçação ão humhumana ana não não conconseseue ue conconstrstruir uir imaimaenens s a a resrespepeito ito dodos s umumbrabraisis evolu-dos, tampouc

evolu-dos, tampouco sobre as atividades de quem neles vive. sse é um fo sobre as atividades de quem neles vive. sse é um fato normal, tendo emato normal, tendo em vista que dificilmente aluém pode descrever um local que não conhece. 

vista que dificilmente aluém pode descrever um local que não conhece.  mesmo que fizessemesmo que fizesse a descrição, cairia em diversas marens de erro,

a descrição, cairia em diversas marens de erro, distanciando se da realidade ali presente.distanciando se da realidade ali presente. &or essa razão, muitos se peruntam sobre o que irão fazer ap#s o desencarne. m &or essa razão, muitos se peruntam sobre o que irão fazer ap#s o desencarne. m eral, imainam que serão levados para locais lone dos prazeres humanos, devendo se eral, imainam que serão levados para locais lone dos prazeres humanos, devendo se entrear a atividades maçantes, em planos onde s# e?istem seres em oração e penit:ncia. !e entrear a atividades maçantes, em planos onde s# e?istem seres em oração e penit:ncia. !e esse quadro fosse verdadeiro, estar-amos admitindo que a vida na %erra é o s-mbolo da esse quadro fosse verdadeiro, estar-amos admitindo que a vida na %erra é o s-mbolo da felicidade e que, ap#s o desencarne, todos estariam condenados @ inoperGncia. !eria afirmar  felicidade e que, ap#s o desencarne, todos estariam condenados @ inoperGncia. !eria afirmar  que a ascensão espiritual é um

que a ascensão espiritual é um castio, e a matéria um castio, e a matéria um paradima.paradima.

A realidade, entretanto, é outra. !# quem conheceu os prazeres da %erra, pode lhes A realidade, entretanto, é outra. !# quem conheceu os prazeres da %erra, pode lhes dizer que não fazem ideia do que representa o prazer de levar Deus no -ntimo através do dizer que não fazem ideia do que representa o prazer de levar Deus no -ntimo através do niverso. !# quem o encontrou pode descrever essa sensação, sendo dif-cil para outros que niverso. !# quem o encontrou pode descrever essa sensação, sendo dif-cil para outros que ainda não o fizeram, imainar tal situação. Além disso, como disse )esus, a casa do &ai tem ainda não o fizeram, imainar tal situação. Além disso, como disse )esus, a casa do &ai tem mu

muitaitas s momoradradas. as.   vocvoc:s :s não não t:m t:m ideideia ia do do e?pe?pressressivo ivo n+mn+mero ero de de cocol#nl#nias ias espespiriirituatuaisis e?istentes, tampouco a quantidade de seres que nelas habitam, muitos dos quais não e?istem e?istentes, tampouco a quantidade de seres que nelas habitam, muitos dos quais não e?istem na %erra.

na %erra. ;ua

;uanto nto @s @s ativiatividadedades s dessdessas as col#col#niasnias, , encoencontrarntrarão ão escoescolas, las, hoshospitaipitais s do do esp-esp-rito,rito, conselhos administrativos, tribunais do Karma, centros de pesquisa, todos interliados por  conselhos administrativos, tribunais do Karma, centros de pesquisa, todos interliados por  sis

sistemtemas as de de comcomuniunicaçcação ão de de v$v$riarias s esespécpécies ies e e por por ve-ve-cuculos los que que vovoc:s c:s chchamaamariariam m dede interplanet$rios. <edes de comunicação e ve-culos, que voc:s imainam terem sido criados na interplanet$rios. <edes de comunicação e ve-culos, que voc:s imainam terem sido criados na %erra, na verdade são c#pias plasmadas do que '$ e?iste no espaço. ?iste muito trabalho nas %erra, na verdade são c#pias plasmadas do que '$ e?iste no espaço. ?iste muito trabalho nas col#nias. ão esquecendo os locais com

col#nias. ão esquecendo os locais com paisaens enerosas que reconfortam e enerizam.paisaens enerosas que reconfortam e enerizam. &ortanto, não temam o ostracismo p#svida terrena. le s# e?istir$ para aqueles que o &ortanto, não temam o ostracismo p#svida terrena. le s# e?istir$ para aqueles que o dese'arem, no momento que se apeam ao materialismo e @ recusa de transmutarem as dese'arem, no momento que se apeam ao materialismo e @ recusa de transmutarem as imperfeiç"es. &ois isso os dei?a presos aos umbrais neativos que circundam o planeta. imperfeiç"es. &ois isso os dei?a presos aos umbrais neativos que circundam o planeta. &orém, para os demais, que lutaram contra as neatividades, pelo proresso do esp-rito e pela &orém, para os demais, que lutaram contra as neatividades, pelo proresso do esp-rito e pela  pr$tica

 pr$tica do do amor amor e e da da caridade, as caridade, as portas portas estarão estarão abertas abertas para para muito muito trabalho trabalho e e estudo, o estudo, o queque lhes dar$ o prazer sublime de

lhes dar$ o prazer sublime de conquistarem Deus.conquistarem Deus.

Servi1o e f#

Servi1o e f#

 5erme" 6r,megi"to  5erme" 6r,megi"to 184 184

A reliião é o ve-culo que lia os homens a Deus, através dos diversos rituais e A reliião é o ve-culo que lia os homens a Deus, através dos diversos rituais e conhecimentos que a estruturam. &orém, nem sempre esses componentes levam aluém a conhecimentos que a estruturam. &orém, nem sempre esses componentes levam aluém a Deus, se'a pelas finalidades esp+rias, ou mesmo devido @ falta de compreensão sobre o Deus, se'a pelas finalidades esp+rias, ou mesmo devido @ falta de compreensão sobre o verdadeiro sentido de cada preceito.

verdadeiro sentido de cada preceito.

Além disso, devese levar em consideração que a rotulaem de uma reliião não Além disso, devese levar em consideração que a rotulaem de uma reliião não classifica sua virtude. m todas a seitas, sem e?ceção, encontraremos praticantes que detur classifica sua virtude. m todas a seitas, sem e?ceção, encontraremos praticantes que detur  pam reras

 pam reras fundamentais em fundamentais em prol prol de de interesses pessoais. interesses pessoais. ( ( que sinifica que sinifica que, que, reliião, é reliião, é umum  predicado que deve

 predicado que deve ser constru-do no ser constru-do no interior de interior de cada homem.  cada homem.  como tal, como tal, est$ vinest$ vinculado aoculado ao desenvolvime

desenvolvimento espiritual de nto espiritual de quem a constr#i.quem a constr#i. !e

!endndo o asassisim, m, o o prprimimeieiro ro enensisinanammenento to quque e obobtetemmosos, , é é quque e o o lilivrvreeararb-b-trtrioio necessariamente precisa ser o d-namo da reliião. &ois é ele que vai determinar o caminho necessariamente precisa ser o d-namo da reliião. &ois é ele que vai determinar o caminho  prec-puo de c

 prec-puo de cada credo.ada credo.

*sso também alerta para o fato de que a seriedade de uma reliião est$ não somente *sso também alerta para o fato de que a seriedade de uma reliião est$ não somente associada @ pr$tica do amor e da caridade, como também ao esforço do praticante de associada @ pr$tica do amor e da caridade, como também ao esforço do praticante de  patrocinar

 patrocinar a a pr#pria pr#pria evolução evolução espiritual. espiritual. &ois, &ois, ao ao lutar lutar contra contra suas suas imperfeiç"es, imperfeiç"es, ele ele estar$,estar$, verdadeiramente, servindo ao seu credo e liandose a Deus. &orque reliião é iniciativa, verdadeiramente, servindo ao seu credo e liandose a Deus. &orque reliião é iniciativa, serviço e fé.

serviço e fé. %r

%rataatase se de de umuma a imeimensa nsa resresponponsasabilbilidaidade de que que os os cercercaca. . ão ão esqesqueçueçam am que que seseuu comportamen

comportamento ser$ o to ser$ o real determinante do credo que abraçam, e do real determinante do credo que abraçam, e do e?emplo que darão @quee?emplo que darão @que les que precisam desse credo. &ois muitos passam a ter fé vendo o e?emplo virtuoso de les que precisam desse credo. &ois muitos passam a ter fé vendo o e?emplo virtuoso de out

outrosros. . >a>aso so não não cuicuidem dem da da pr#pr#pripria a refreformorma a intinterierioror, , estestarãarão o parparandando o no no temtempo, po, comcom  prometendo

 prometendo a a imaem imaem reliiosa, reliiosa, assim assim como como impedindo impedindo seus seus irmãos irmãos de de seuirem seuirem bonsbons e?emplos. starão obstruindo a estrada que conduz todos a Deus.

e?emplos. starão obstruindo a estrada que conduz todos a Deus.

No documento Vozes Do Universo - Ramatis Hur Than de Sidha (páginas 106-109)