• Nenhum resultado encontrado

(on7istando o niverso

Confúcio ;uando se diz que quanto mais aprendemos mais descobrimos o quanto não sabemos, estamos nos inserindo na randeza do infinito. 9 como caminhar através da plenitude de 55

Deus, que é a fonte suprema de todo conhecimento, em uma estrada que não tem fim. *mainem, então, a possibilidade de sermos eternamente felizes, por atendermos a conhecimentos novos, que sempre enriquecerão nossos esp-ritos.

Mas pensem de modo mais amplo. 7embremse de que uma simples part-cula pode ser  dividida infinitamente, o que demonstra que ela não est$ apenas localizada no infinito, mas o infinito também est$ nela. (u que podemos adquirir conhecimentos através do infinito, os quais passarão a fazer parte do nosso ser, ou se'a, sentimos o infinito dentro de n#s mesmos.

!e considerarmos ainda que Deus é o pr#prio niverso e le est$ presente em todos os seus filhos, então sinifica que trazemos o niverso em nossa alma, que é a fonte da perfeição eterna. <esumindo, tudo est$ no niverso, porém o niverso também est$ em tudo.

(s homens deviam aprender a aproveitar essa randiosidade que se encontra ao alcance de todos, fruto da enerosidade divina. Ao invés de se preocuparem com pensamentos que os dei?am imobilizados, como sobre a oriem de Deus, quem criou Deus, e outros arcanos, deveriam utilizar o tempo para conquistarem esse niverso que Deus lhes permite. &ois como pode aluém tentar descobrir a oriem de quem ainda não conhece  profundamente=  ainda lhes perunto, ser$ que alum dia terão conhecimento pleno do infinito, sendo le infinito= Ao alcançarmos o que pensamos ser o fim, perceberemos que estamos apenas no in-cio. (u melhor, sempre no in-cio.

 a- encontrarão um caso, em que a acomodação é o sin#nimo de felicidade. Aquele caso em que, no luar de nos preocuparmos com o invi$vel, nos limitamos a sermos eternos descobridores do infinito que Deus representa.

!rgmentos inconse7entes os ata7es a Nova Ior7e

 Maria

( per-odo de conflitos que atine a %erra proporciona randes d+vidas a respeito de onde se encontra a razão e a verdade. >ada lado envolvido levanta arumentos fortes para  'ustificar seus atos, que abranem dialéticas diferenciadas, contornos das mais variadas

condiç"es. %odos afirmam promover a verdade e todos dizem ter Deus a seu lado.

*nicialmente, eles estão corretos quando dizem ter Deus ao lado, porque Deus nunca abandona seus filhos. le est$ sempre disposto a a'ud$los na evolução do esp-rito. Mas esquecem de dizer que eles não se colocam ao lado de Deus, quando promovem as maiores viol:ncias, que vão desde a omissão quanto @ fome e @ pobreza na %erra, até as aress"es mais irracionais com armas de v$rias espécies. o fundo, nenhuma das partes t:m razão, porque a verdade de cada um contraria a +nica verdade do niverso, a que vem de Deus.  esta verdade patrocina a compai?ão, a caridade, o amor, o entendimento, e não as barb$ries que constatamos diariamente, as quais são praticadas por todos os lados.

( conflito atual é uma uerra, como todas as outras, sem vencedores, quando mais uma vez a humanidade sair$ perdendo. A destruição, que nesse caso não ser$ apenas material, é também moral, no sentido que ocorrer$ forte atraso na evolução do planeta.

u lhes suiro, que se'am neutros. ão vibrem favoravelmente para qualquer lado em luta, para não atra-rem emanaç"es neativas que infelizmente envolvem esses irmãos. &rocurem ser independentes, por maior esforço que isso sinifique, pedindo a Deus que ilumine as mentes transtornadas, que se atiram no abismo da insensatez. &eçam paz e orem  para que a %erra se'a sustentada pela sabedoria, porque, novamente, os homens a estão  'oando no caos.

Eozes do niverso

'scando a&ternativas

 4amuel 

( curso da vida na %erra possui um forte componente determin-stico, que est$ associado ao destino de cada homem, atendendo aos pr#prios pedidos no que concerne a  provaç"es e miss"es. Mas nessa tra'et#ria e?istem também elementos que são relacionados ao  processo decis#rio de momento, ou se'a, o que fazer em determinadas circunstGncias que são abranidas pelos acontecimentos naturais da vida. ( que sinifica que nem tudo é destino e que, muitas vezes, o destino também pode ser alterado.

>abe então a refle?ão, de que uma atitude passiva perante os fatos do cotidiano, deve ser encarada como a desvirtualização do bom senso. &ois tais efemérides podem ser  avaliadas de maneira refle?iva e interpretativa, ob'etivando a melhor decisão a ser tomada. A fim de que se torne uma alavanca para o proresso espiritual.

(s homens, portanto, precisam estar atentos @ capacidade que Deus lhes concede de mudarem a tra'et#ria de suas vidas. Mas para isso é necess$rio que meditem sobre as imperfeiç"es que os atinem e façam a autocr-tica. &ara que poss-veis alteraç"es se'am efetuadas no caminho da luz que a'udar$ na evolução do esp-rito.

A sabedoria para decidir decorre também do reconhecimento de que Deus, além de lhes conceder o livre arb-trio, é a suprema fonte da razão que subsidia a vida. Desprez$lo, é  persistir no erro que conduz a destinos imut$veis, fruto da autocondenação a viver na riidez

do insensato, sem as alternativas que se constituem no direito de todos.

Insanidade

 Andr) 4ui+

&or muitos séculos a humanidade conviveu com doenças causadas por v-rus e  bactérias, sem que se conhecesse qualquer ind-cio a respeito delas. A pesquisa cient-fica trou?e então a luz sobre o assunto, o que possibilitou a produção de medicamentos e de vacinas para o al-vio dos infectados. ssas pesquisas consumiram anos de devotamento de homens que reencarnaram com o prop#sito de descobrirem a cura. Ioram trabalhos que, pela dedicação e entusiasmo, consumiram praticamente a vida daqueles que se entrearam @  pesquisa.

>om os fatos recentes que presenciamos em meio ao atual conflito que atine o (riente Médio, os v-rus e bactérias estão sendo utilizados como armas letais. !e a palavra arma '$ causa espécie aos homens de bem, ainda causa maior estranheza o fato de estarem aproveitando 'ustamente os instrumentos que a ci:ncia disp"e para curar. (u se'a, a insanidade cheou a tal ponto, que até o que foi pesquisado para salvar vidas est$ sendo utilizado para matar.

>omo podem ver, a %erra continua com sérios problemas morais, decorrentes de imperfeiç"es humanas que não são corriidas.  chea o momento em que muitos dos homens de bem cansam de viver em tal ambiente. 9 um processo natural. 9 uma espécie de soar do rel#io para que encarem mais seriamente o ciclo evolutivo. &ara que busquem se aperfeiçoar  e eliminar os males do esp-rito. &ois assim, além de darem contribuição ao desenvolvimento espiritual da pr#pria humanidade, estarão obtendo as chaves necess$rias para que, ao dei?arem a vida terrena, atin'am planetas mais evolu-dos ou mesmo umbrais mais iluminados. &orque essa é a forma que Deus lhes concede para se desvincularem do que '$ constataram ser  um ambiente de imperfeiç"es, ao qual não dese'am mais pertencer.