Sem data marcada
Jerônimo Jerônimo !e'a qual for a idade que tiverem na terra, desde que em e?erc-cio da razão, sempre !e'a qual for a idade que tiverem na terra, desde que em e?erc-cio da razão, sempre ser$ momento para transmutarem suas imperfeiç"es. ão cabe a desculpa de que a partir de ser$ momento para transmutarem suas imperfeiç"es. ão cabe a desculpa de que a partir de 11/ 11/
certa idade se torna imposs-vel alterar o comportamento de aluém. &elo contr$rio, quanto certa idade se torna imposs-vel alterar o comportamento de aluém. &elo contr$rio, quanto mais idade, maior a responsabilidade sobre os pr#prios atos, bem como maior a e?peri:ncia a mais idade, maior a responsabilidade sobre os pr#prios atos, bem como maior a e?peri:ncia a respeito do que precisa ser eliminado do esp-rito. &ensar de outra maneira é alcançar a fase respeito do que precisa ser eliminado do esp-rito. &ensar de outra maneira é alcançar a fase adulta na %erra, sem, entretanto, dei?ar a
adulta na %erra, sem, entretanto, dei?ar a infGncia espiritual.infGncia espiritual. da mesma forma que
da mesma forma que muitas vezes criticam certos adultos por manifestarem atitudesmuitas vezes criticam certos adultos por manifestarem atitudes imaturas e infantis, façam a
imaturas e infantis, façam a autocr-tica quanto ao pr#prio comportamento, no que diz autocr-tica quanto ao pr#prio comportamento, no que diz respeitorespeito @
@ evevololuçução ão do do esesp-p-ritrito. o. EEee'a'am m se se tatambmbém ém nãnão o esestãtão o sesendndo o ininfafantntis is no no quque e tatanne e aoaoss desenvolvimentos moral e espiritual, escondendose sob o manto fict-cio da idade adulta desenvolvimentos moral e espiritual, escondendose sob o manto fict-cio da idade adulta respons$vel.
respons$vel.
%enham consci:ncia de que, em eral, a mentalidade espiritual do homem na %erra %enham consci:ncia de que, em eral, a mentalidade espiritual do homem na %erra est$ aquém da maturidade cronol#ica. 7utem para reduzir essa diferença, para que, na est$ aquém da maturidade cronol#ica. 7utem para reduzir essa diferença, para que, na et
etererninidadadede, , popossssam am efefetetivivamamenente te dedei?i?ar ar a a ininfGfGncncia ia do do esesp-p-ritrito o e e ininrresessasarerem m nono amadurecime
amadurecimento da nto da razão plena.razão plena.
Jamanismo
Jamanismo
(hal)u (hal)u ( ?amanismo é por muitos encarado como um ritual pertencente a -ndios de diversas ( ?amanismo é por muitos encarado como um ritual pertencente a -ndios de diversas rei"es da %erra, levandose em conta os aspectos culturais e crenças reliiosas que os envol rei"es da %erra, levandose em conta os aspectos culturais e crenças reliiosas que os envol 11 11
vem. mbora e?ista uma base de verdade nisso, na
vem. mbora e?ista uma base de verdade nisso, na pr$tica o ?amanismo decorre das primeiraspr$tica o ?amanismo decorre das primeiras tentativas dos homens primitivos de se liarem @ natureza, fazendo com que, embora não tentativas dos homens primitivos de se liarem @ natureza, fazendo com que, embora não soubesse
soubessem, estivessem também se m, estivessem também se liando a Deus.liando a Deus.
&or conseuinte, o homem, em seu est$io inicial na %erra, procurava instintivamente &or conseuinte, o homem, em seu est$io inicial na %erra, procurava instintivamente encontrar força através da natureza, sem racionalização que revestisse tal procura, ou mesmo encontrar força através da natureza, sem racionalização que revestisse tal procura, ou mesmo a formalização de arumentos que a 'ustificassem. ra puro instinto.
a formalização de arumentos que a 'ustificassem. ra puro instinto.
( ?amanismo, portanto, é um con'unto de atitudes e de conhecimentos sobre a ( ?amanismo, portanto, é um con'unto de atitudes e de conhecimentos sobre a natureza, os quais são radualmente areados a cada homem, se'a pelo estudo do
natureza, os quais são radualmente areados a cada homem, se'a pelo estudo do que foi préque foi pré formalizado, se'a pela descoberta através das
formalizado, se'a pela descoberta através das e?peri:ncias pessoais e instintivas.e?peri:ncias pessoais e instintivas.
!e, num breve momento de refle?ão avaliarem a respeito, sobre o que isso representa, !e, num breve momento de refle?ão avaliarem a respeito, sobre o que isso representa, perceberão
perceberão de de modo modo l#ico l#ico o o poder poder do do ?amanismo. ?amanismo. &ois &ois se se os os homens homens na na infGncia infGncia dada humanidade, sem conhecimento de causa, e aindo meramente por intuiç"es, alcançaram a humanidade, sem conhecimento de causa, e aindo meramente por intuiç"es, alcançaram a sabedoria de manipular enerias da natureza, então imainem o que pode ser feito numa base sabedoria de manipular enerias da natureza, então imainem o que pode ser feito numa base de conhecimento '$ constru-da. !inifica que
de conhecimento '$ constru-da. !inifica que aqueles que det:m o aqueles que det:m o conhecimento estarão aptosconhecimento estarão aptos a constru-rem muito mais do que os que não possuem, se'a para o bem ou para o mal.
a constru-rem muito mais do que os que não possuem, se'a para o bem ou para o mal.
a- est$ a refer:ncia fundamental do uso do ?amanismo, quanto a ob'etivos e a- est$ a refer:ncia fundamental do uso do ?amanismo, quanto a ob'etivos e consequ:n
consequ:ncias. 7evado para a pr$tica cias. 7evado para a pr$tica doSmal, seu e?ecutante receber$ de volta a mesma intendoSmal, seu e?ecutante receber$ de volta a mesma inten sidade de cara neativa que havia direcionado. ssa é uma das leis imut$veis do niverso. sidade de cara neativa que havia direcionado. ssa é uma das leis imut$veis do niverso. &or outro lado, conduzido para o bem e para a
&or outro lado, conduzido para o bem e para a cura e a caridade, seu praticante receber$ novoscura e a caridade, seu praticante receber$ novos conhecimentos através da liação mais profunda de seus chaKras secretos com a divindade. conhecimentos através da liação mais profunda de seus chaKras secretos com a divindade. &ois Deus recebe de portas abertas aqueles que praticam o bem, principalmente quando de &ois Deus recebe de portas abertas aqueles que praticam o bem, principalmente quando de maneira
maneira desinteressaddesinteressada.a.
mbora esse se'a um racioc-nio de certa forma prim$rio, muitos irmãos ainda não se mbora esse se'a um racioc-nio de certa forma prim$rio, muitos irmãos ainda não se conscientizaram dele. , o verdadeiro ?amã, deve entender que o ob'etivo do ?amanismo é a conscientizaram dele. , o verdadeiro ?amã, deve entender que o ob'etivo do ?amanismo é a liação cont-nua do homem a Deus, desde a
liação cont-nua do homem a Deus, desde a mais nobre inoc:ncia que mais nobre inoc:ncia que caracterizou o in-cio dacaracterizou o in-cio da humanidade, até a mais profunda racionalização dos dias atuais. , se o nome de Deus est$ humanidade, até a mais profunda racionalização dos dias atuais. , se o nome de Deus est$ envolvido, pensem muito antes de air, pois verão também que o ?amanismo é o princ-pio envolvido, pensem muito antes de air, pois verão também que o ?amanismo é o princ-pio intr-nseco de todas as relii"es. (
intr-nseco de todas as relii"es. ( ?amã deve ser essencialmente respons$vel.?amã deve ser essencialmente respons$vel. ssa responsabilida
ssa responsabilidade passa também pela de passa também pela honestidade daquele que se intitula ?amã honestidade daquele que se intitula ?amã dede reconhecer se est$ realmente preparado para utilizar os conhecimentos que tem. &ois o mau reconhecer se est$ realmente preparado para utilizar os conhecimentos que tem. &ois o mau us
uso o popode de eerarar r coconsnseqequ:u:ncnciaias s dedesasaststrorosasas s papara ra o o prpratiaticacantnte, e, anantetes s memesmsmo o quque e tetentntee e?ternaliz$lo.
e?ternaliz$lo.
m suma, o ?amanismo é uma maneira de conduzir cada homem @ civilização m suma, o ?amanismo é uma maneira de conduzir cada homem @ civilização espiritual, de modo que ele encontre Deus, a fonte prim$ria da vida, do conhecimento, da espiritual, de modo que ele encontre Deus, a fonte prim$ria da vida, do conhecimento, da razão e de todo e qualquer poder que aluém possa ter. 9 a caminhada de retorno ao razão e de todo e qualquer poder que aluém possa ter. 9 a caminhada de retorno ao prim#rdio
prim#rdio divino divino da da alma, alma, mas mas levando levando no no esp-rito esp-rito a a baaem baaem de de vidas vidas transmutadas. transmutadas. entendam ser iuais a todos os seus irmãos, mesmo tendo poderes superiores a eles. &orque entendam ser iuais a todos os seus irmãos, mesmo tendo poderes superiores a eles. &orque esses poderes lhes são emprestados por Deus. &ertencem a le.
esses poderes lhes são emprestados por Deus. &ertencem a le.
Assim, aprendam a manipular com sabedoria os princ-pios ?amGnicos, para não terem Assim, aprendam a manipular com sabedoria os princ-pios ?amGnicos, para não terem a infelicidade de perderem tudo o que constru-ram, devido a estos imaturos e inconse a infelicidade de perderem tudo o que constru-ram, devido a estos imaturos e inconse quentes.
quentes.
11 11
(oragem
Joana DArc
A %erra é um planeta que apresenta contornos de e?trema beleza. !ão paisaens que mostram a sabedoria e o amor de Deus, a cada instante que dese'amos encontr$lo. (s homens, entretanto, não procuram por Deus.
(s olhos dos que vivem no planeta, ou presos ao seu redor em umbrais de apeo @ matéria, se concentram apenas na parte f-sica do que en?eram. Admiram o mar e as montanhas, mas não percebem a força e o equil-brio ali e?istentes. loiam a randiosidade dos astros e do céu, porém não refletem sobre o infinito do niverso. Aproveitamse da veetação e dos alimentos por ela proporcionados, mas não observam a obra de arte que e?iste numa simples folha ou fruto. ão entendem que por tr$s de tudo isso e?iste um rande art-fice. transformam o palco da vida terrena em cen$rios de ambição e de destruição através das uerras. Aluns neam veementemente a e?ist:ncia de Deus, mas louvam a natureza, desconhecendo que natureza é um dos nomes de Deus.
o desprezo também atine o mais belo de tudo. A vida e sua importGncia não recebem a devida atenção que merecem. Ao verem um sçr humano, lembrem que antes dele ser um amio ou inimio, um parente ou desconhecido, ele é primordialmente um ser humano. &rocurem entender o que passa no esp-rito de cada um antes de acusarem, de 'ula rem ou de aredirem. Ee'am com os olhos da sabedoria da alma e da caridade, e não com sentimentos de intolerGncia e de desprezo.
&orém, o mais amaro é quando o homem dei?a de ver o seu pr#prio interior. ;uando ele concentra os olhos do esp-rito nas observaç"es sobre outros, fuindo da realidade de seu pr#prio ser. 9 preciso ter coraem para mudar isso. *r ao Gmao das imperfeiç"es e transmut$ las. &orque é dessa forma que estarão se elevando @ condição de homens de bem. starão sabendo praticar a caridade em pr#prio benef-cio, o passo primordial para amarem seus irmãos e reconhecerem Deus em cada um. &ercebendo, então, que a vida lhes chama a cada instante. Atendamna.