Palestra. Planejamento Tributário - Análise Comparativa das diversas opções Tributárias Federais. Outubro Elaborado por:

Texto

(1)

Palestra

Planejamento

Tributário - Análise Comparativa das

diversas opções Tributárias

Federais

Elaborado por:

Joaquim Inácio Bruno Neto

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CÓDIGO PENAL BRASILEIRO ARTIGO 184.

Outubro 2015

(2)

ADMINISTRATIVO

APOSTILA

(3)

PARTICIPAÇÃO

METODOLOGIA

MESCLAGEM

(4)

PROGRAMA DO SEMINÁRIO

INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO Ontologia do Planejamento Tributário

Planejamento Tributário X Sistema de Referência do Einsten (EMC

2

)

Direito Constitucional ao Planejamento Tributário Quem deve Gerir o Planejamento Tributário?

Passos para Eleger o Gestor do Planejamento Tributário Como Criar um Comitê de Planejamento Tributário Fases do Planejamento Tributário

Instrumentos Nacionais e Internacionais do Planejamento Tributário

Check List do Planejamento Tributário

PROGRAMA DO SEMINÁRIO

LUCRO REAL Obrigação X Opção Lucro Real – Alíquotas Lucro Real Trimestral

Lucro Real Anual – Antecipação Mensal Base de Cálculo da Antecipação Mensal Deduções Permitidas do IRPJ

Vantagens – Compensação de Prejuízos e Suspensão ou Redução do Imposto

Exemplo de Cálculo do IRPJ e da CSLL

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PROGRAMA DO SEMINÁRIO

LUCRO PRESUMIDO Condições para Opção Momento da Opção

A Opção Independe do PIS/COFINS

Regime de Reconhecimento das Receitas – Competência ou Caixa Percentuais de Presunção Aplicáveis às Receitas

FÓRMULAS PRÁTICAS DE COMPARAÇÃO ANALÍTICA ENTRE LUCRO PRESUMIDO E LUCRO REAL

Principais Mudanças Promovidas pela Lei 12.973/14 – Análise dos Pontos Principais e Possíveis Planejamentos

“NA VIDA, SÓ EXISTEM DUAS COISAS CERTAS:

OS IMPOSTOS E A MORTE”

ONTOLOGIA DO PLANEJAMENTO

TRIBUTÁRIO

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“A ARTE DA TRIBUTAÇÃO CONSISTE EM DEPENAR O GANSO, OBTENDO O MAIOR NÚMERO DE PENAS, LEVANDO O MENOR NÚMERO DE BICADAS”

(Jean-Baptiste Colbert (1619-1683), Cons. do Rei Luiz XIV)

ONTOLOGIA DO PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO

CARGA TRIBUTÁRIA 35% DO PIB

MANICÔMIO TRIBUTÁRIO

100.000 NORMAS TRIBUTÁRIAS 82 TRIBUTOS

ONTOLOGIA DO PLANEJAMENTO

TRIBUTÁRIO

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DIREITO AO PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO

CF- DOS PRINCÍPIOS GERAIS DA ATIVIDADE ECONÔMICA Art. 170. A ordem econômica, fundada na valorização

do trabalho Humano e na livre iniciativa, tem por fim assegurar a todos existência digna, conforme os ditames da justiça social, observados os seguintes princípios:

I - soberania nacional;

II - propriedade privada;

DEPENDE ...

DO SISTEMA DE REFERÊNCIA*

DE QUEM? DO PONTO DE VISTA DO INTERP.

* Sem sistema de referência, o conhecimento é desconhecimento (Goffredo Telles Jr, Direito Quântico)

O QUE É PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO?

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RESP = RELATIVA

AO SISTEMA DE REFERÊNCIA

EXEMPLO DO EINSTEIN E=MC²

O QUE É PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO?

COMPRIM: 5,4 MI KM.

VEL: 240.000 KM/S (UNIF / RETIL / CONST)

PD: 45s PT: 5s

PD: 9s

PT: 9s

O QUE É PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO?

(9)

NOSSO PONTO DE VISTA :

NÃO SIGNIFICA ADMINISTRAR OS RECOLHIMENTOS DOS TRIBUTOS SIGNIFICA DEDICAÇÃO EXCLUSIVA NA ARTE DE REDUZIR A CARGA TRIBUTÁRIA O QUE É PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO?

SEGUNDO A CULTURA CORPORATIVA:

O CONTADOR, O ADVOGADO, O DIRETOR FINANCEIRO, O PRESIDENTE, OU A AUDITORIA?

QUEM TEM O DEVER DO PLANEJAMENTO

TRIBUTÁRIO?

(10)

IMPLANTAÇÃO DE NOVA CULTURA CORPORATIVA:

OBRIGAÇÃO: ADMINISTRADOR LSA: ART 153 QUEM TEM O DEVER DO

PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO?

Deveres e Responsabilidades Dever de Diligência

Art. 153. O administrador da companhia deve empregar, no

exercício de suas funções, o cuidado e diligência que todo homem ativo e probo costuma empregar na administração dos seus

próprios negócios.

QUEM TEM O DEVER DO PLAN. TRIB?

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PASSOS PARA ELEGER O GESTOR DO PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO?

PERFIL: PROFISSIONAL EXPERIENTE QUE SÓ PENSA NAQUILO LOCAL: ONDE ENCONTRAR ESTA “AVIS RARA”? PLANOS DE

CAÇA

PLANO A: “CAÇAR” DENTRO DA EMPRESA PLANO B: “CAÇAR” NO MERCADO

PLANO C: PARCERIA C/ EMPRESA ESPECIALIZADA

PASSOS PARA ELEGER O GESTOR DO

PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO?

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COMO CRIAR O COMITÊ DE PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO - CPT

COMPOSIÇÃO: GESTOR INTERNO OU EXTERNO, CONTADOR, ADVOGADO, DIR FINANCEIRO E ENVOLVIDOS

OBJETIVO: APRESENTAR, AVALIAR E APROVAR AS ALTERNATIVAS DE PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO CRIADAS

Artigo: www.conjur.com.br/2009-jan-31/planejamento-tributario-ajuda- diminuir-impacto-crise-financeira

F1: COLETA DE INFOS, ESTUDO DAS VARIÁVEIS E RELATÓRIO DE ALTERNATIVAS PARA O CPT

F2: ANÁLISE E IMPLEMENTAÇÃO DAS ALTERNATIVAS APROVADAS

FASES DO PLANEJAMENTO

TRIBUTÁRIO

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NACIONAIS: FORNECIDOS PELA LEGISLAÇÃO BRASILEIRA (EX. LUCRO PRESUMIDO X LUCRO REAL)

INTERNACIONAIS: FORNECIDOS PELA LEGISLAÇÃO INT´L INTRUMENTOS DE PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO

LOCALIZAÇÃO

ANDORRA, ANGUILLA, ANTIGUA E BARBUDA, ARUBA, AUSTRIA, BAHAMAS, BAHRAIN, BARBADOS,

BELIZE, BERMUDA, BRITISH VIRGIN ISLANDS, BRUNEI,

CAMPIONE, CAYMAN ISLANDS, CHANNEL ISLANDS (JERSEY, GUERNSEY, ALDERNEY E SARK), COOK ISLANDS, COSTA RICA, CYPRUS, DJIBOUTI, DOMINICA, GIBRALTAR, GREECE, GRENADA, HONG KONG, IRELAND, ISLE OF MAN, JAMAICA, JORDAN, LABUAN, LEBANNON, LIBERIA, LIECHTENSTEIN, LUXEMBURG, MACAU, MADEIRA ISLAND, MALAYSIA, MALTA, MAURITIUS, MARSHALL ISLANDS, MONACO, MONTSERRAT, NAURU, NETHERLANDS, NETHERLANDS ANTILLES, NEVIS, NEW HEBRIDES, NIUE, OMAN, PANAMA, PHILLIPPINES, SAINT KITTS, SAINT VICENT,

SAN MARINO, SEYCHELLES, SINGAPORE, SWITZERLAND, THAI LAND, TONGA, TURKS AND CAICOS, UNITED ARAB EMIRATES, UNITED KINGDOM, URUGUAY, VANUATU, VENEZUELA, SAMOA

The Economist (OCDE 94):

ANDORRA, ANGUILLA, ANTIGUA E BARBUDA, ARUBA, AUSTRIA, BAHAMAS, BAHRAIN, BARBADOS,

BELIZE, BERMUDA, BRITISH VIRGIN ISLANDS, BRUNEI,

CAMPIONE, CAYMAN ISLANDS, CHANNEL ISLANDS (JERSEY, GUERNSEY, ALDERNEY E SARK), COOK ISLANDS, COSTA RICA, CYPRUS, DJIBOUTI, DOMINICA, GIBRALTAR, GREECE, GRENADA, HONG KONG, IRELAND, ISLE OF MAN, JAMAICA, JORDAN, LABUAN, LEBANNON, LIBERIA, LIECHTENSTEIN, LUXEMBURG, MACAU, MADEIRA ISLAND, MALAYSIA, MALTA, MAURITIUS, MARSHALL ISLANDS, MONACO, MONTSERRAT, NAURU, NETHERLANDS, NETHERLANDS ANTILLES, NEVIS, NEW HEBRIDES, NIUE, OMAN, PANAMA, PHILLIPPINES, SAINT KITTS, SAINT VICENT,

SAN MARINO, SEYCHELLES, SINGAPORE, SWITZERLAND, THAI LAND, TONGA, TURKS AND CAICOS, UNITED ARAB EMIRATES, UNITED KINGDOM, URUGUAY, VANUATU, VENEZUELA, SAMOA

The Economist (OCDE 94):

(14)

DICIONÁRIO OFFSHORE

OFFSHORE

= FORA DA COSTA DO PAÍS-SEDE

= ISENÇÃO

Parte Financeira?

ONSHORE

= USO FÍSICO DO PAÍS - SEDE

= TRIBUTAÇÃO

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LUCROS DAS CONTROLADAS E COLIGADAS NO EXTERIOR (L 12973/14, ARTS 77-92 IN RFB 1520/14) REGRAS GERAIS

CONTROLADORA: TRIBUTA EM 31/12 DE CADA ANO

COLIGADA: TRIBUTA SOMENTE NA DISPONIBILIZAÇÃO

(16)
(17)

CHECK LIST

DO

GESTOR

DO

PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO

ANALISAR O REGIME DE TRIBUTAÇÃO DO IRPJ – MELHOR OPÇÃO

LUCRO REAL

LUCRO PRESUMIDO (REGIME DE CAIXA): LIM 78 MI BC 8% / 32%

LUCRO ARBITRADO

CHECK LIST PRÁTICO DO GESTOR

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PAGAR JUROS SOBRE O CAPITAL - JSC

CHECK LIST PRÁTICO DO GESTOR

PREMISSAS: BENEFICIÁRIA PESSOA FÍSICA; E TJLP (5% A.A.) X PL DE R$200 MI = JSC DE R$ 10 MI. (MP 694/15: 18% IRF).

ECONOMIA: R$ 1,6 MI (16% DE IRPJ E CSLL = 34% - IRF DE 18%)

COMPENSAR PREJUÍZO FISCAL – LIMITE DE 30%

DO LUCRO REAL

COMPENSAR SALDO NEGATIVO DE CSLL

CHECK LIST PRÁTICO DO GESTOR

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ANALISAR CONCEITO DE INSUMOS DO CARF (3ª SEÇÃO) PARA FINS DE PIS/COFINS

O voto do Relator Gilberto de Castro Moreira Júnior (DECISÃO UNÂNIME): para fins do PIS e da Cofins, insumo é toda

despesa ou custo necessário, usual e normal na atividade da empresa = Conceito do IRPJ

CHECK LIST PRÁTICO DO GESTOR

AVALIAR AS TAXAS DE DEPRECIAÇÃO UTILIZAR DEPRECIAÇÃO ACELERADA

RATEAR DESPESAS ENTRE COLIGADAS (HOLDING:

INFORM./ PESSOAL ETC.)

CHECK LIST PRÁTICO DO GESTOR

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ANALISAR O LOCAL DE PAGAMENTO DO ISS X PARAÍSOS MUNICIPAIS

ITBI: OBTER ISENÇÃO NA INTEGRALIZAÇÃO DE CAPITAL LUCRO IMOBILIÁRIO – PESSOA FÍSICA X PESSOA JURÍDICA

CHECK LIST PRÁTICO DO GESTOR

AVALIAR LUCRO IMOBILIÁRIO – PESSOA FÍSICA X PESSOA JURÍDICA

AVALIAR SE NAS FUSÕES E AQUISIÇÕES POSSIBILIDADES DE REDUÇÃO FISCAL

CHECK LIST PRÁTICO DO GESTOR

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OBTER REGIMES ESPECIAIS

APROVEITAR INCENTIVO À CULTURA, AO ESPORTE APROVEITAR O PAT

APROVEITAR OS CRÉDITOS DE IRF

CHECK LIST PRÁTICO DO GESTOR

OBTER COMPENSAÇÕES ADMINISTRATIVAS:

IRRF - IMPOSTO DE RENDA NA FONTE RECOLHIMENTOS A MAIOR

RETENÇÃO DE 11% DE INSS

CHECK LIST PRÁTICO DO GESTOR

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LUCRO REAL – OBRIGAÇÃO

CUJA RECEITA TOTAL, NO ANO-CALENDÁRIO ANTERIOR, SEJA > R$78 M, OU PROPORCIONAL/MESES DO PERÍODO;

CUJAS ATIVIDADES SEJAM DE INST. FIN. OU EQUIPARADAS;

QUE TIVEREM LUCROS, REND. OU GC ORIUNDOS DO EXTERIOR;

QUE USUFRUAM DE ISENÇÃO/REDUÇÃO DO IMPOSTO;

QUE, NO DECORRER DO ANO-CALENDÁRIO, TENHAM EFETUADO PAGAMENTO MENSAL POR ESTIMATIVA, INCLUSIVE MEDIANTE BALANÇO/BALANCETE DE SUSPENSÃO/REDUÇÃO;

FACTORING;

SECURITIZADORAS DE CRÉDITOS IMOBILIÁRIOS, FINANCEIROS E DO AGRONEGÓCIOS.

LUCRO REAL – ALÍQUOTAS

IRPJ: 15% + 10% > R$ 20.000/mês

CSLL: 9%

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LUCRO REAL TRIMESTRAL

TRIMESTRAL:

JAN/FEV/MAR = PGTO NO Ú.D.Ú DE ABRIL...

BASE: LUCRO REAL DO TRIM

DESVANTAGEM: TRAVA DE 30% PARA COMPENSAÇÃO DE PREJUÍZOS FISCAIS DE TRIMESTRES ANTERIORES

LUCRO REAL ANUAL – ANTECIPAÇÃO MENSAL

PAGAMENTO MENSAL:

JAN: PGTO NO Ú.D.Ú. DE FEVEREIRO...

BASE: LUCRO PRESUMIDO

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LUCRO REAL ANUAL – ANTECIPAÇÃO MENSAL

BASE DO IRPJ: % DO LP APLICADO SOBRE A SOMA DA:

+ RECEITA BRUTA DO MÊS + GANHOS DE CAPITAL

+ DEMAIS REC. E RES. POSITIVOS (exceto rend/ganhos tributados como de aplicações financeiras)

LUCRO REAL ANUAL – ANTECIPAÇÃO MENSAL DEDUÇÕES PERMITIDAS DO IRPJ:

IRRF SOBRE RECEITAS, REND. OU GANHOS COMPUTADOS NO IMPOSTO ESTIMADO

INCENTIVOS FISCAIS (PAT, DOAÇÃO FUNDO DA CRIANÇA, ATIV. CULTURAL, AUDIOVISUAL, FUNDO DO IDOSO)

NOTA: O IRRF SOBRE APLIC. FIN. SOMENTE PODE SER DEDUZIDO NA

DECLARAÇÃO.

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LUCRO REAL ANUAL – ANTECIPAÇÃO MENSAL

VANTAGENS:

OS PREJUÍZO FISCAIS DO PRÓPRIO ANO PODE SER COMPENSADO SEM A TRAVA DOS 30% ENTRE OS MESES DO ANO-CALENDÁRIO

É POSSÍVEL SUSPENDER OU REDUZIR O PAGAMENTO COM BALANCETES MENSAIS QUE DEMONSTRE QUE O VALOR PAGO EXCEDE O VALOR DO IMPOSTO DEVIDO PELO LUCRO REAL.

LUCRO REAL ANUAL – ANTECIPAÇÃO MENSAL

EXEMPLO DE CÁLCULO:

Empresa Industrial/comercial com receita bruta mensal de venda mercadoria de R$ 1M, ganho na venda de ativo permanente de R$ 5 mil, rend. Aplic, fin. de R$ 3 mil.

Imposto de Renda e Adicional:

R$ 1.000.000 x 8% = ... 80.000

Ganho de Capital ... 5.000

Soma ... 85.000

Imposto de Renda: 85.000 x 15% = R$ 12.750

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LUCRO REAL ANUAL – ANTECIPAÇÃO MENSAL

EXEMPLO DE CÁLCULO:

Contribuição Social Sobre o Lucro:

R$ 1.000.000 x 12% (*) = ... 120.000 Ganho de Capital ... 5.000 Rendimentos Financeiros (**)... 3.000 Soma ... 128.000 CSLL: 128.000 x 9% = R$ 11.520

(*) 32% no caso de prestadores de serviços.

(**) Na bc da CSLL – antec. mensal – entram todos os rendimentos que sofreram retenção na fonte, sem exceção. Assim, todos os valores retidos de CSLL podem ser deduzidos na apuração mensal.

LUCRO PRESUMIDO

OPÇÃO: PODEM OPTAR TODAS AS PJ NÃO OBRIGADAS À APURAÇÃO PELO LUCRO REAL.

MOMENTO: COM O PAGAMENTO DA 1ª QUOTA/ÚNICA DO IRPJ DEVIDO NO 1º TRI, INDEPENDE DE COMO FOI PAGO O PIS/COFINS (SE CUMULATIVO OU NÃO CUMULATIVO)

REGIME DE RECONHECIMENTO DAS RECEITAS: PODE-SE OPTAR

PELO REGIME DE CAIXA

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LUCRO PRESUMIDO – PERCENTUAIS

o 1,6% NA REVENDA, PARA CONSUMO, DE CONSUMO, DE COMBUSTÍVEL DERIVADO DE PETRÓLEO, ÁLCOOL ETÍLICO CARBURANTE E GÁS NATURAL;

o 8% NA VENDA DE MERCADORIAS E PRODUTOS;

o 8% NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE TRANSPORTE DE CARGAS;

o 8% NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS HOSPITALARES;

o 8% NA VENDA DE IMÓVEIS DAS EMPRESAS COM ESSE OBJETO SOCIAL;

o 8% NAS INDÚSTRIAS GRÁFICAS;

o 8% NA CONSTRUÇÃO CIVIL POR EMPREITADA COM EMPREGO DE MATERIAIS;

o 16% NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE TRANSPORTES, EXCETO DE CARGAS;

o 16% NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS EM GERAL PELAS PJ COM RECEITA BRUTA ANUAL DE ATÉ R$

120 MIL, EXCETO DE SERVIÇOS HOSPITALARES, TRANSPORTES E PROFISSÕES REGULAMENTADAS;

o 32% NA PRESTAÇÃO DE DEMAIS SERVIÇOS;

REGRA: ISENÇÃO (LUCRO REAL / PRES / ARBIT)

EXCEÇÃO: QUANDO EXCEDE O VALOR APURADO

NA CONTABILIDADE: TRIBUTAÇÃO (PERCENTUAIS: PRÓXIMO SLIDE).

ATENÇÃO:

CRITÉRIO DE IMPUTAÇÃO DO EXCEDENTE A ANOS ANTERIORES (SE HOUVER LUCRO ANTERIOR: ISENÇÃO; SE NÃO, APLICAR AO EXCEDENTE A REGRA DE TRIBUTAÇÃO DE CADA ANO)

DISTRIBUIÇÃO DE LUCROS E DIVIDENDOS

APURADOS EM 2015 EM DIANTE (IN 1515/14, ART. 141)

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EXCEDENTE DE LUCROS OU DIVIDENDOS CALCULADOS COM BASE NOS RES. APURADOS EM 2014:

PF NACIONAL: SUJEITA-SE AO IRRF DA TABELA PROGRESSIVA MENSAL E À DIRPF DO ANO-CALENDÁRIO DO RECEBIMENTO.

PJ NACIONAL: SUJEITA-SE AO IRPJ E À CSLL.

NÃO RESIDENTE: SUJEITA-SE AO IRRF DE 15%.

PARAÍSO FISCAL: SUJEITA-SE AO IRRF DE 25%

DISTRIBUIÇÃO DE LUCROS E DIVIDENDOS EXCEDENTES APURADOS EM 2014 (72 E IN 1492/14)

DISTRIBUIÇÃO DE LUCROS E DIVIDENDOS

EXCEDENTES APURADOS EM 2008 A 2013 (72 L.12973/14))

OS LUCROS/DIV. APURADOS ENTRE 2008 E 2013 PELAS PJ TRIBUTADAS PELO LUCRO REAL, PRESUMIDO OU ARBITRADO, EM VALORES SUPERIORES AOS APURADOS COM OBSERVÂNCIA DOS MÉTODOS E CRITÉRIOS CONTÁBEIS VIGENTES EM 31-12-07:

NÃO FICARÃO SUJEITOS À INCIDÊNCIA DO IRRF.

NEM INTEGRARÃO A BC DO IRPJ, IRPF E CSLL DO BENEFICIÁRIO, PESSOA FÍSICA OU JURÍDICA, RESIDENTE OU DOMICILIADO NO PAÍS OU NO EXTERIOR.

A MP 627/13 SOMENTE ISENTAVA OS LUCROS/DIV. DE 2008-2013 SE PAGOS

EFETIVAMENTE ATÉ 13/11/13.

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FÓRMULAS DE COMPARAÇÃO LUCRO REAL X LUCRO PRESUMIDO TRIBUTAR PELO:

LUCRO PRESUMIDO - LP LUCRO REAL - LR

SE: SE:

% DO LP < MLR % MLR > % LP

EX: PRESTADORA DE SERVIÇO COM MLR DE 40%;

32% (% DO LP) < 40% (MLR) LOGO, MELHOR TRIBUTAR PELO LP

EX: IND/COM COM MLR DE 5%;

8% (% DO LP) > 5% (MLR) LOGO, MELHOR TRIBUTAR PELO LR LEGENDA:

MLR: Percentual apurado dividindo-se o Lucro Real pela Receita Bruta x 100

BIBLIOGRAFIA

Imposto de Renda das Empresas, Interpretação Prática,

Edição, 2015, Hiromi Higuchi, IR Publicações Ltda.

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Referências

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