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Gestão de Projetos. Gerenciamento dos Custos

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Academic year: 2021

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Gestão de Projetos

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Gerenciamento dos Custos

1. Planejar o gerenciamento dos custos. 2. Estimar os custos.

3. Determinar o orçamento. 4. Controlar os custos.

(3)
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1. Planejar o gerenciamento dos custos

• Visa estabelecer as políticas, procedimentos e

documentação para planejar, gerenciar, executar e controlar os custos do projeto.

• Portanto o gerenciamento dos custos do projeto inclui os processos envolvidos em estimativas, orçamentos e

controle dos custos, de modo que o projeto possa ser terminado dentro do orçamento aprovado.

(5)

1. Planejar o gerenciamento dos custos

• O gerenciamento dos custos do projeto preocupa-se, principalmente, com o custo dos recursos necessários para completar as atividades do projeto.

• Efeito das decisões de projeto nos custos do mesmo, como por exemplo, limitar o número de revisões do

projeto, pode reduzir o custo do projeto, mas aumentar os custos operacionais do cliente.

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1.1 Plano de gerenciamento dos custos -

Saída

• Define o formato e estabelece as atividades e os critérios de planejamento, estruturação e controle dos custos do projeto.

• Ele faz parte ou é um plano auxiliar do plano de gerenciamento do projeto.

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1.1 Plano de gerenciamento dos custos -

Saída

• O plano de gerenciamento de custos pode estabelecer:

– Nível de exatidão, baseado no escopo e magnitude do projeto (R$100 ou R$1.000);

– Unidades de medida definidas para cada um dos recursos (horas ou dias de pessoal, semanas ou preço global);

– Associações com procedimentos organizacionais;

– Limites de controle para monitoramento do desempenho (% de desvio da linha de base);

– Regras para medição do desempenho (GVA - Gestão de valor agregado ou EVM - Expected Monetary Value);

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2. Estimar os custos

• Estimar os custos tem como objetivo desenvolver uma

estimativa dos custos dos recursos, em unidades monetárias,

necessários para executar as atividades do projeto.

• Custo é a remuneração dos fatores de produção (mão-de-obra, capital, máquinas, instalações, materiais e serviços) utilizados na preparação e execução de um processo produtivo.

• Portanto o custo é o valor expresso em moeda corrente correspondente à realização de atividades, serviços ou mercadorias consumidas.

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2. Estimar os custos

• As estimativas de custo são um prognóstico baseado na informação conhecida num determinado momento. • As estimativas de custos devem ser refinadas durante o

curso do projeto para refletir detalhes adicionais que se tornaram disponíveis.

• Os custos são estimados para todos os recursos que serão cobrados do projeto.

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2.1. Entradas, Ferramentas e Saídas

relacionadas as Estimativas dos Custos

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2.2. Plano de gerenciamento dos recursos

humanos - Entrada

• O plano de recursos humanos é também um dos planos auxiliares do plano de gerenciamento do projeto.

• Ele fornece orientação sobre como os recursos humanos do projeto devem ser definidos, mobilizados, gerenciados, controlados e, por fim, liberados.

• Através deste documento o Gerente de projetos é capaz de saber exatamente quanto custa cada funcionário e em que momento ele deve estar disponível para aquela atividade.

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2.3. Análise de proposta de fornecedor -

Ferramenta

• A análise de propostas de fornecedores qualificados é muito importante para validar os custos estimados.

• Quando orçamos inicialmente o projeto, muitas vezes,

não temos o detalhamento e o domínio necessário sobre o que está sendo adquirido.

• As propostas ajudam a esclarecer questões relacionadas aos custos.

– Quando o valor das propostas diferem de forma significativa, pode significar que a declaração de trabalho não está bem especificada e deve ser revisada.

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2.4. Custo da qualidade - Ferramenta

• Trata-se do custo total incorrido no investimento em prevenir não conformidade aos requisitos.

• Custos de conformidade são os custos usados para prevenir a não conformidade, ou seja, o dinheiro gasto durante o projeto para evitar falhas. Entre eles:

1. Prevenção de custos (Fabricar um produto de qualidade). 2. Custos de avaliação (Avaliar a qualidade).

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2.4. Custo da qualidade - Ferramenta

• Prevenção de custos:

– Treinamento;

– Documentar processos; – Equipamento;

– Tempo para executar do modo correto.

• Custos de avaliação:

– Testes;

– Perda de teste destrutivo; – Inspeções.

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2.4. Custo da qualidade - Ferramenta

• Custos de não conformidade são considerados custos de baixa qualidade gerados por retrabalhos, ações corretivas, serviços adicionais, tratamento de reclamações, desgaste político, entre outros.

• Portanto, são os custos gerados devido a falta de

conformidade, ou seja, dinheiro gasto durante e após o projeto devido a falhas. Podem ser divididos em:

1. Custos de falhas internas (Falhas encontradas pelo projeto) 2. Custos de falhas externas (Falhas encontradas pelo cliente)

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2.4. Custo da qualidade - Ferramenta

• Custos de falhas internas:

– Retrabalho; – Descarte.

• Custos de falhas externas:

– Responsabilidades; – Trabalho de garantia; – Perda de negócios.

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2.5. Estimativas de custos das atividades -

Saída

• Estimativa de custo da atividade = aproximação dos

custos dos recursos necessários para terminar a atividade, que inclui os custos de:

– Mão de obra, Materiais e Equipamentos; – Serviços e instalações;

– Gerenciamento do projeto; – Categorias especiais;

– Provisão para inflação; – Custo de contingência.

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2.5. Estimativas de custos das atividades -

Saída

• A precisão da estimativa de um projeto aumentará conforme o mesmo progride no seu ciclo de vida:

– Por exemplo, um projeto na fase inicial poderia ter uma ordem de grandeza (ROM - Rough Order of Magnitude) estimada na faixa de -25% a +75%. Mais tarde, conforme mais informações são conhecidas, as estimativas podem estreitar para uma faixa de precisão de -5% para +10%.

– Na verdade, a primeira estimativa é apenas uma estimativa grosseira (aproximada, rough) feita na fase inicial de

planejamento do projeto. Por isso, aceitase um erro na faixa de -25% a +75%.

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2.5. Estimativas de custos das atividades -

Saída

• As estimativas serão limitada ou incluirão os dois tipos de custos?

– Custo direto: diretamente relacionado ao projeto em questão. – Custo indireto: não podem ser diretamente rastreados até um

projeto específico e portanto serão acumulados e igualmente distribuídos entre múltiplos projetos. Ex.:

Custos Indiretos Critério de rateio

Aluguel da sala Número de horas no escritório Salários da Administração Número de consultores

Provedor de internet Tempo de utilização Linhas telefônicas Número de chamadas

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2.6. Bases das estimativas - Saída

• As bases das estimativas devem conter:

– Como a estimativa foi desenvolvida;

– Premissas assumidas; – Restrições;

– Intervalo de variação das estimativas; – Nível de confiabilidade da estimativa.

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3. Determinar o orçamento

• Processo de agregação dos custos estimados de atividades individuais ou pacotes de trabalho para

estabelecer uma linha de base dos custos autorizada. • Os orçamentos do projeto compõem os recursos

financeiros autorizados para executar o projeto.

• O desempenho dos custos do projeto será medido em relação ao orçamento autorizado.

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3. Determinar o orçamento

A ser estudado no gerenciamento das aquisições

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3.1. Agregação de custos

• A agregação de custos é usada para totalizar os custos por pacote de trabalho conforme a EAP.

• Os softwares de gerenciamento de projetos, em sua maioria, fazem a agregação dos custos de forma

automática para o Gerente de Projetos, totalizando no maior nível que é o do projeto.

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3.2. Relações históricas

• As relações históricas são usadas pelas técnicas de Estimativa análoga e Estimativa paramétrica para estimar os custos e os prazos do projeto.

• São analisadas as bases históricas de projetos similares anteriores de modo a identificar relações entre variáveis do projeto relacionadas aos custos de produção.

• Essas técnicas aumentam a precisão das estimativas e podem ser aperfeiçoadas ao longo do projeto.

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3.3. Reconciliação dos limites de recursos

financeiros

• Os projetos tem recursos financeiros limitados e precisam ser gastos de forma efetiva.

• A reconciliação é usada para identificar se os gastos

foram feitos conforme planejado e para evitar grandes variações no fluxo financeiro.

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3.4. A linha de base dos custos

• A linha de base dos custos é o orçamento do projeto aprovado pelo seu patrocinador no término do

planejamento.

• Tem como objetivo:

– Medir, monitorar e controlar o desempenho de custos;

– Acumular dos orçamentos aprovados por período de tempo; – Mostrado em Curva S;

– Curva EVA (Earned Value Analysis, ou Análise do Valor Agregado).

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3.4. A linha de base dos custos

• E quando a linha de base é superada pelo recursos financeiros existentes?

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3.5. Requisitos de recursos financeiros do

projeto

• Os requisitos de recursos financeiros do projeto são gerados a partir da linha de base do desempenho de custos.

• Considera-se o fluxo de caixa previsto e as necessidades de financiamentos, o que pode implicar em reservas de gerenciamento.

(29)

3.5. Requisitos de recursos financeiros do

projeto

(30)

3.5. Requisitos de recursos financeiros do

projeto

• Uma parte da reserva para contingências de

gerenciamento pode ser incluída gradualmente em cada etapa de financiamento ou financiada quando necessário, dependendo das políticas organizacionais.

• A linha de base dos custos e as linhas de fluxo de caixa aumentam quando uma parte da reserva para

gerenciamento é autorizada e quando é gasta.

• Uma defasagem no final de um projeto entre os recursos financeiros alocados e a linha de base dos custos e os

valores de fluxo de caixa indica a quantidade de reserva para gerenciamento que não foi utilizada.

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4. Controlar os custos

• Tem como objetivo monitorar o status do projeto para atualizar o orçamento e gerenciar alterações na linha de base dos custos.

• A atualização do orçamento envolve o registro de custos reais gastos até a data.

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4. Controlar os custos

• O controle de custos inclui:

1. Influenciar os fatores que criam mudanças na linha de base de custos autorizada;

2. Assegurar que todas as solicitações de mudanças sejam feitas de maneira oportuna;

3. Gerenciar as mudanças reais conforme elas surgem;

4. Assegurar que os gastos de custos não excedam os recursos financeiros autorizados, por período e total do projeto;

5. Monitorar o desempenho de custos para isolar e entender as variações a partir da linha de base de custos;

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4. Controlar os custos

• O controle de custos inclui:

6. Monitorar o desempenho do trabalho em relação aos recursos financeiros gastos;

7. Prevenir que mudanças não aprovadas sejam incluídas no relato do custo ou do uso de recursos;

8. Informar as partes interessadas apropriadas a respeito de mudanças aprovadas e custos associados e

9. Agir para manter os excessos de custos não previstos dentro de limites aceitáveis.

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4.1. Gerenciamento do Valor Agregado -

GVA

• O GVA é a ferramenta mais usada para analisar o desempenho do projeto comparando o planejado (linha de base) com o

realizado.

• Os principais valores são:

– Valor Planejado (VP): Valor que deveria ser gasto, considerando o custo de linha da base [Inglês: Planned Value (PV)];

– Valor Agregado (VA): Valor que deveria ser gasto, considerando o trabalho já realizado [Inglês: Earned Value (EV)];

– Custo Real (CR): Custos reais para o trabalho já realizado por um recurso ou atividade até a data atual [Inglês: Actual Cost (AC)].

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4.1. Gerenciamento do Valor Agregado -

GVA

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4.1. Gerenciamento do Valor Agregado -

GVA

• Exemplo 1:

– Tem-se um planejamento para construção de 6 peças de aço em 6 meses, onde cada peça irá custar R$100,00. Ao Final do Período apenas 3 peças haviam sido produzidas com um gasto de

R$400,00.

– Orçamento previsto: VP = R$600,00. – Gasto real: CR = R$400,00

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4.1. Gerenciamento do Valor Agregado -

GVA

• As variações principais são:

– VC (Variação de Custo): medida do desempenho dos custos.

VC = VA - CR

• Pelo exemplo 1: VC = 300 – 400 = - 100.

– VPr (Variação de Prazo): medida do desempenho do

cronograma que mostra se o projeto está atrasado em relação à sua linha de base.

VPr = VA – VP

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4.1. Gerenciamento do Valor Agregado -

GVA

• Os principais índices de desempenho são:

– IDP (Índice de Desempenho de Prazo): medida do progresso alcançado (comparado ao progresso planejado).

IDP = VA/ VP

• Pelo Exemplo 1: IDP = 300/600 = 0.5. • Ou seja, 50% do planejado foi concluído.

– IDC (Índice de Desempenho de Custo): medida do valor do trabalho executado (comparado ao custo real) ou progresso feito no projeto. Mede a eficiência de custos no trabalho executado.

IDC = VA / CR

• Pelo Exemplo 1: IDC = 300/400 = 0.75.

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4.1. Gerenciamento do Valor Agregado -

GVA

• Análise dos indicadores:

• Questões respondidas pelos indicadores:

> 0 & > 1.0 = 0 & = 1 < 0 & < 1 VPr & IDP Adiantado No cronograma Atrasado

VC & IDC Abaixo do orçamento No orçamento Acima do orçamento

Indicadores Questões

IDP Qual é a eficiência do uso do tempo pela equipe do projeto?

IDC Qual é a eficiência do uso do custos? Quantos centavos são "agregados" para cada real investido?

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4.2. Previsão

• Com base nas curvas, e nos índices de desempenho, pode-se calcular estimativas de custo e de prazo para término do projeto.

– Estimativa No Término (ENT) ou Estimate On Complete (EOC): Custo final estimado do projeto.

• 3 tipos.

– Estimativa para Término (EPT) ou Estimate To Complete (ETC): Valor restante a ser gasto pra terminar o projeto.

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4.2. Previsão

• Existem, basicamente, três tipos de previsão quando é percebido que o projeto vai ter desvios em relação ao planejado (ENT - Estimativa no Término):

1. Aceitar o desempenho atual do projeto como representado pelos custos reais e prever que todo o trabalho futuro será executado no ritmo orçado.

ENT = CR (Custo Real) + ONT (Orçamento no Término) – VA (Valor Agregado)

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4.2. Previsão

2. O que tem acontecido até agora no projeto tende a continuar no futuro. O trabalho EPT (Estimativa para terminar o trabalho restante) a ser executado terá o mesmo Índice de Custo

Cumulativo (IDC) incorrido no projeto até agora.

ENT = ONT / IDC cumulativo

3. O trabalho será executado numa taxa de eficiência que considera os índices de custo e prazo (IDC e IDP).

ENT = CR + [ (ONT - VA) / (IDC cumulativo * IDP cumulativo)]

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4.2. Previsão

• Ainda sobre o exemplo 1:

– Cálculo do ENT : 1. ENT = 400 + 600 – 300 = 700. 2. ENT = 600/0.75 = 800. 3. ENT = 400 + [(600-300) / 0.75*0.5] = 1200. – Cálculo do EPT: 1. EPT = 700 – 400 = 300. 2. EPT = 800-400 = 400. 3. EPT = 1200-400 = 800.

– E o tempo total de finalização do projeto?

• Previsão do tempo = Tempo programado/IDP = 6/0.5 = 12 meses • Ou seja, 6 meses de atraso.

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4.3. Índice de desempenho para término

(IDPT)

• O IDPT é o índice de desempenho a ser atingido para que o projeto possa terminar com o orçamento estimado:

IDPT = (ONT - VA) / (ONT - CR)

– Fórmula: trabalho restante (ONT - VA) dividido pelos recursos financeiros restantes (ONT - CR).

– Se o orçamento no término for corrigido pelo cálculo da

estimativa no término (lembrando que o novo valor precisa ser aprovado), a fórmula passa a ser:

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4.3. Índice de desempenho para término

(IDPT)

• Se IDPT < 0, o projeto gastou mais do que o orçado, e é necessário entender as causas, e corrigir para não estourar o prazo

• Se IDPT = 0, então o escopo foi atingido dentro do orçamento

• Se IDPT > 0, o projeto gastou menos do que o orçado, e se continuar desta forma, o projeto será finalizado com saldo positivo.

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4.3.1. Variação no Término (VTC)

• O VNT ou Variance At Completion indica a diferença entre o orçamento a estimativa no término do projeto, ou seja, o quanto faltará ou sobrará de verba no projeto. • A fórmula é:

VNT = ONT – ENT

– Se VNT > 0, então o projeto será finalizado com saldo positivo. – Se VNT = 0, então o orçamento será suficiente para o término do

projeto, mas não haverá margem para erros.

– Se VNT < 0, então o orçamento é insuficiente para o término do projeto.

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4.3.2. Resultado dos indicadores

• Outras questões respondidas pelos indicadores:

• Outros Materiais\Material da internet\Previsoes+do+Orcamento.xlsx Indicadores Questões IDPT Índice de desempenho para término

Com qual eficiência devemos usar os recursos restantes? Eficiência que deve ser alcançada para que o projeto termine no orçamento previsto.

ONT/IDC Quanto o projeto provavelmente custará?

ONT-(ONT/IDC) Estamos acima ou abaixo do orçamento? (ONT-VA)/ IDC Quanto custará o trabalho restante?

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Exercício 1

• Um projeto de construção de casas populares

padronizadas previa ao final de 10 meses entregar 35 casas à população a um custo de R$70.000,00. Hoje

encerrou-se o 7º mês juntamente com a conclusão da 26 casa e um custo de R$50.000,00.

1. Quais são os índices de desempenho de custos (IDC) e a agenda (IDP), e suas respectivas variações (VC e VPr)? 2. Qual é a situação atual do projeto?

3. Se o ritmo de execução e gastos se mantiverem, quais as previsões (estimativas) de prazos e custo de encerramento?

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Exercício 2

• Espera-se que em um determinado projeto para

construção de 600 metros de muro, os custos sejam de R$800 a cada mês, durante 6 meses, que é o prazo

estimado para sua conclusão e que 100 metros de muro deveriam ser construídos a cada mês. Assim, cada 100 metros de muro deveriam custar R$800. Ao final do

primeiro mês, gastou-se R$500. A impressão que temos é que economizamos R$300. Contudo, observou-se que, neste primeiro mês, só se construiu 50 metros. Houve mesmo economia? Há uma forma de se quantificar a

performance financeira considerando-se a performance de execução do trabalho?

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Referências principais

• MULCAHY, R.. Preparatório para o Exame de PMP. 6 ed. 2009. • Slides de aulas sobre Gestão de Projetos da prof. Isabela

Carvalho de Morais, do DEENP – UFOP (2015/1).

• Slides de aulas sobre Gestão de Projetos da prof. Rafael Lucas Machado Pinto, do DEENP – UFOP (2013/1).

• PROJECT MANAGEMENT INSTITUTE. A Guide to the

Project Management Body of Knowledge (PMBOK® Guide) - Fifth Edition. Pennsylvania: PMI, 2013.

Referências

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