COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO
Expectativas de inflação
Fonte: Focus BC
Fonte: Anbima
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Projeções
Fonte: Focus BC 5,32% 5,0% 5,5% 6,0% 6,5% 7,0% 7,5% ag o /15 se t/15 o u t/1 5 n o v/15 d e z/15 jan /16fev/16 mar/16 abr
/16 mai/16 jun /16 ju l/16 ag o /16
IPCA
Próximos 12 meses 26/08/2016 Há 1 semana Há 4 semanas Ago 0,42 0,33 0,30 Set 0,36 0,35 0,40 2016 7,34 7,31 7,21 2017 5,14 5,12 5,20 IPCA % Mediana-agregado 6,43% 5% 6% 7% 8% 9% 10% ag o /15 se t/15 o u t/15 n o v/15 d e z/15 jan /16 fev/16 mar/16 abr/ 16 mai/16 jun /16 ju l/16 ag o /16Inflação Implícita
Em 12 mesesDois aumentos ainda em 2016?
Os ruídos no mercado refletiram as interpretações de Stanley Fischer – Vice-presidente do Federal Reserve – acerca do pronunciamento de Janet Yellen em Jackson Hole. Para ele, haveria espaço para a ocorrência de dois aumentos no Fed Funds ainda em 2016. Como consequência, houve a elevação dos prêmios de risco nas negociações dos ativos financeiros dos países emergentes. Adicionalmente, as variáveis refletem o ritmo vagaroso da desinflação e as preocupações com a evolução das contas públicas. A estrutura a termo da taxa de juros mostrou aumento considerável nos prêmios nos prazos mais longos. O real fechou a semana com desvalorização de 1,9%, seguindo o movimento das moedas emergentes. A inflação dos preços ao consumidor indica pressões dos alimentos. O ajuste nas contas externas prossegue, ainda que com movimentos mais moderados. Por último, ainda que os sentimentos de confiança mostrem números menos desfavoráveis, os dados do Caged apontam para uma manutenção da deterioração do mercado de trabalho.
A resiliência dos preços de alimentação e bebidas retardam a desinflação, impactando as expectativas de curto prazo. O boletim Focus apontou crescimento nas medianas das projeções de inflação para agosto e setembro. O mesmo movimento é verificado para o encerramento de 2016 e 2017, que indicam inflações de 7,34% e 5,14%, respectivamente. Contudo, a inflação esperada para os próximos 12 meses segue ritmo de queda (0,02 p.p. na semana), totalizando 5,32%. Com maior intensidade (0,11 p.p.), a inflação implícita na negociação de títulos públicos diminuiu para 6,43% a.a..
COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO
Fonte: IBGE Fonte: IBGE
Fonte: IBGE
IPCA-15 – ago/16
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0,54% 1,45% 0,04% 0,27% -0,08% 0,17% 0,56% 0,52% 0,10% 0,00% 0,45% 0,78% -0,02% 0,34% -0,13% 0,10% 0,87% 0,85% 0,90% 0,01% Geral Alimentação e Bebidas Habitação Artigos de Residência Vestuário Transporte Saúde e Cuidados Pessoais Despesas Pessoais Educação Comunicação
Variação mensal
por grupo ago/16 jul/16
16,4% 4% 6% 8% 10% 12% 14% 16% 18% ag o /13 d e z/13 ab r/ 14 ag o /14 d e z/14 ab r/ 15 ag o /15 d e z/15 ab r/ 16 ag o /16
Preço de alimentação nos domicílios
Em 12 meses 8,95% 6% 7% 8% 9% 10% 11% fev/15 abr/ 15 jun /15 ag o /15 o u t/15 d e z/15 fev/16 abr/ 16 jun /16 ag o /16Inflação encadeada
Variação anual (IPCA-15 – IPCA)O indicador antecedente da inflação (IPCA-15) apresentou desaceleração na variação mensal, saindo de 0,54% para 0,45% em agosto. Em termos anualizados, a variação é de 8,95%, acima do teto da meta. O processo de desinflação mostra-se lento, com queda de apenas 0,62 p.p. em relação ao mesmo período do ano passado. Na abertura por grupo, quatro mostraram variação menor do que a verificada no levantamento anterior. Habitação (-0,02%) e vestuário (-0,13%) mostraram deflação. Por outro lado, cinco grupos tiveram aumento, com destaque para educação que saiu de 0,10% em julho para 0,90%. Pode-se observar na série com a variação anualizada que os preços de alimentação pressionam a evolução do índice total, fechando em patamar superior (16,4%). Porém, a inflação para o grupo alimentação e bebidas perdeu força no mês, fechando em 0,78% contra 1,45% no mês anterior.
COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO
Taxa de Juros
Fonte: BM&FBovespa
Fonte: BM&FBovespa Fonte: BM&FBovespa
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13,16% 12% 13% 14% 15% 16% ag o /15 se t/15 o u t/15 n o v/15 d e z/15 jan /16 fev/16 mar/16 abr/ 16 mai/16 jun /16 ju l/16 ag o /16 a.a.
Swaps DI pré - 360
7,44% 5% 6% 7% 8% 9% 10% ag o /15 se t/15 o u t/15 no v/1 5 d e z/15 jan /16 fev/16 mar/16 abr/ 16 mai/16 jun /16 ju l/16 ag o /16 a.a.Taxa Real de Juros
Ex- ante 11,5% 12,0% 12,5% 13,0% 13,5% 14,0% hoje 3 6 12 18 24 30 36 42 48 Meses
Estrutura a Termo das Taxas de Juros
26/08/2016 19/08/2016 29/07/2016
a.a
.
A taxa de juros prefixada, medida pelas cotações do swap DI de 360 dias, mostra-se em curso de acomodação no aguardo das sinalizações mais claras do processo de convergência da inflação para o centro da meta em 2017. Na sexta-feira, apresentou elevação de 0,04 p.p., encerrando em 13,16%. Dessa forma, a taxa real de juros ex-ante subiu 0,06 p.p., alcançando 7,44% a.a.. Em compasso de espera em relação à perspectiva do ajuste fiscal e às sinalizações do Federal Reserve, os vértices mais longos da estrutura a termo da taxa de juros apresentaram variações mais elevadas, 0,11 p.p. para o de dois anos e 0,22 p.p. para o de três anos.
COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO
Câmbio
Fonte: Bloomberg Fonte: JP Morgan
Fonte: MCM
* Lira turca, Rublo russo, Rand sul-africano, Florim húngaro, Real, Peso mexicano, Peso chileno, Reminbi chinês, Rupia indiana e Dólar de Singapura.
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3,27 3,0 3,5 4,0 4,5 ag o /15 se t/15 o u t/15 no v/1 5 d e z/15 jan /16 fev/16 mar/16 abr/ 16 m ai/16 ju n /16 ju l/16 ag o /16
Real/US$
68,51 62 64 66 68 70 ag o /15 se t/1 5 o u t/15 n o v/15 d e z/15 jan /16 fev/16 mar/16 abr/ 16 mai/16 jun /16 ju l/16 ag o /16Índice Emergentes
O real voltou a se desvalorizar frente ao dólar (1,9% na semana), com a moeda norte americana cotada a R$ 3,27. O movimento foi em linha com as demais moedas emergentes. O índice dessas moedas teve queda de 1,2%, fechando em 68,51 pontos. A alta do dólar repetiu-se na comparação com as moedas dos países avançados, sendo favorecida pelo pronunciamento de Stanley Fischer, vice presidente do Fed, sobre as chances da ocorrência de duas elevações de juros ainda em 2016. Segundo dados da MCM Consultores Associados em 26/08, a exposição cambial dos swaps mostra-se em uma posição vendida de US$ 41,6 bilhões– retração de 62,0% no ano.
41,6 0 20 40 60 80 100 120 140 ab r-13 ju l-13 o u t-13 jan -14 ab r-14 ju l-14 o u t-14 jan -15 ab r-15 ju l-15 o u t-15 jan -16 ab r-16 ju l-16
Swap cambial do Banco Central
(Exposição líquida em US$ bilhões)COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO
Aversão ao Risco
Fonte: Bloomberg Fonte: JP Morgan
Fonte: Bloomberg
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261 200 250 300 350 400 450 500 550 ag o /15 se t/15 o ut /15 n o v/15 d e z/15 jan /16 fev/1 6 mar/16 ab r/ 16 mai/16 jun /16 ju l/16 ag o /16
Credit Default Swap (CDS)
Pontos-base 339 300 350 400 450 500 ag o /15 se t/15 o u t/15 n o v/15 d e z/15 jan /16 fev/16 mar/16 abr/ 16 m ai/16 ju n /16 ju l/16 ag o /16
EMBI
Pontos-base 49,92 20 25 30 35 40 45 50 55 60 ag o /15 se t/15 o u t/15 n o v/15 d e z/15 jan /16 fev/16 mar/16 abr/ 16 mai/16 jun /16 ju l/16 ag o /16Petróleo
Brent última cotação US$ Asnormalização monetária nos EUA tiveram efeitoincertezas quanto ao processo de direto na percepção de risco dos mercados financeiros. Com alta de oito pontos na semana, o CDS brasileiro ficou em 261 pontos. O EMBI+Soberano, que mede o spread dos títulos de países emergentes em relação aos títulos do Tesouro norte-americano chegou a subir para 346 pontos na quinta, mas fechou a semana em 339 pts. ante 342 na semana anterior.
A cotação do petróleo tipo Brent voltou a sofrer desvalorização (1,9% na semana), com o preço do barril chegando a US$ 49,92.
COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO
Caged – jul/16
Fonte: TEM - Caged
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-1.189 -25.831 -797 -33.871 -19.876 -32.625 226 -14.440 -1.554 -22.725 -664 -38.496 -17.934 -35.451 334 -9.989 Extrativa Mineral Indústria de Transf. SIUP Constr. Civil Comércio Serviços Adm. Pública Agropec.
Saldo mensal
por subsetores jul/16 jun/16
-1,7 -2,0 -1,5 -1,0 -0,5 0,0 0,5 1,0 1,5 2,0 2,5 ju l/10 jan /11 ju l/11 jan /12 ju l/12 jan /13 ju l/13 jan /14 ju l/14 jan /15 ju l/15 jan /16 ju l/16
Geração de empregos
Acumulado em 12 meses (milhões)Fonte: TEM - Caged
Fonte: TEM - Caged
-197,15 -230 -200 -170 -140 -110 -80 -50 ju l/10 jan /11 ju l/11 jan /12 ju l/12 jan /13 ju l/13 jan /14 ju l/14 jan /15 ju l/15 jan /16 ju l/16
Dif. entre salários de admissão e demissão
Em termos reais - MM6M (R$ reais)Os dados apurados pelo Caged indicam em julho a terceira queda consecutiva de perda de vagas, encerrando o mês com 95 mil pessoas demitidas. No ano, foram fechados 644 mil postos de trabalho. Considerando-se os dados dessazonalizados, na abertura por subsetores, os setores de construção civil e serviços intensificaram as demissões. A administração pública foi a única a apresentar criação de vagas no mês. Em termos anualizados, houve uma redução do total da perda de empregos (1,7 milhão em 12 meses). A perda de dinamismo no mercado de trabalho reflete-se diretamente na diferença entre os salários reais nos momentos da demissão e contratação.
COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO
Fonte: FUNCEX
Setor Externo – jul/16
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-28 -120 -100 -80 -60 -40 -20 0 jan /14 ab r/ 14 ju l/14 o u t/1 4 jan /15 ab r/ 15 ju l/15 o u t/15 jan /16 ab r/ 16 ju l/16
Saldo em transações correntes
Acumulado em 12 meses (US$ bi)118,7 137,7 100 120 140 160 180 200 jan /14 ab r/ 14 ju l/14 o u t/14 jan /15 abr /15 ju l/15 o u t/15 jan /16 abr /16 ju l/16
Quantum
Média móvel de 12 meses
Exp Imp
Fonte: FUNCEX
Em julho, os dados divulgados pela Funcex mostram a continuidade do ajustamento das contas externas. O saldo mensal da balança comercial foi de US$ 4,3 bilhões, decorrente de US$ 16,2 bilhões de exportações e US$ 11,9 bilhões de importações. Como contrapartida do momento recessivo, a série da média móvel do quantum das importações mostra aguda tendência cadente. Considerando-se os mesmos critérios, as exportações apresentaram o segundo mês consecutivo de queda. O recente processo de valorização do real é fator a ser considerado nas análises prospectivas. O saldo em 12 meses do déficit das transações correntes vem decrescendo rapidamente, encerrando julho em US$ 28 bilhões. A expectativa do Banco Central é que déficit feche em US$ 15 bilhões (0,8% do PIB). Segundo a autoridade monetária, o volume baixo de Investimento Direto Estrangeiro (US$ 78 milhões) em julho refletiu a contabilização de uma compra de uma instituição financeira com controle estrangeiro por um banco nacional.
COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO
Fonte: FGV Fonte: FGV
Fonte: FGV
Índice de Confiança do Consumidor - ago/16
*O ICC é um indicador sobre o monitoramento do sentimento do consumidor, como decisão de poupança, sinalização dos rumos da economia, expectativas sobre a situação local e da família.
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69,5 86,9 60 70 80 90 100 110 ag o /13 n o v/13 fev/14 mai/14 ago /14 n o v/14 fev/15 mai/15 ago /15 n o v/15 fev/16 mai/16 ago /16
ICC - Por componente
Série dessazonalizadaSituação Presente Expectativas
-13,4% -25% -20% -15% -10% -5% 0% ag o /13 d e z/13 ab r/ 14 ag o /14 d e z/14 ab r/ 15 ag o /15 d e z/15 ab r/ 16 ag o /16
ICC - Variação anual
Acumulado em 12 meses 88,1 60 70 80 90 100 o u t/14 de z/14 fev/15 abr/ 15 ju n /15 ag o /15 o u t/15 de z/15 fev/16 abr/ 16 ju n /16 ag o /16Situação Finan. Futura das Famílias
O índice de confiança do consumidor* (ICC) alcançou 79,3 pontos em agosto – alta de 2,6 pts no mês. Após a mínima de 64,4 em abril, o índice acumula ganho de 14,9 pontos nos últimos quatro meses, influenciado principalmente pela melhora das expectativas (21,1 pontos desde abril). No mês, a principal variação ficou com a situação presente, que saiu de 65,7 em julho para 69,5.
Porém, ao se observar a série da variação acumulada em 12 meses, a recuperação ainda se mostra distante do nível neutro (100 pontos). Como consequência dessa trajetória menos desfavorável, há uma melhora no índice de situação financeira futura da família que voltou a patamar do fechamento de 2014.
COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO
Fonte: FGV Fonte: FGV
Fonte: FGV
Índice de Confiança da Indústria de Transformação – ago/16
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86,9 70 75 80 85 90 95 100 105 ag o /13 d e z/13 ab r/ 14 ag o /14 d e z/14 ab r/ 15 ag o /15 d e z/15 ab r/ 16 ag o /16
ICI - Evolução
Com ajuste sazonal74,1 70 72 74 76 78 80 82 84 ag o /13 d e z/13 ab r/ 14 ag o /14 d e z/14 ab r/ 15 ag o /15 d e z/15 ab r/ 16 ag o /16
NUCI
*O ICI avalia a situação atual e expectativas relevantes para o setor, tal como demanda interna e externa´, nível de utilização da capacidade instalas e expectativa para emprego e negócios. 4,4% 4,9% 3,9% -0,2% 1,1% -1,3% Índice de Confiança Índice de Situação Atual Índice de Expectativas
ICI - Variação mensal
Por componenteago/16 jul/16
Em agosto, com redução de apenas 0,2 pontos, o índice de confiança da indústria de transformação* (ICI) manteve-se praticamente estável em 87 pontos. O movimento pode ser decomposto na melhora da avaliação sobre a situação atual (1,1%) e da piora das expectativas (-1,3%), encerrando em 86,1 e 87,8, respectivamente. Segundo o Ibre/FGV, o movimento é caracterizado pela acomodação estatística do índice após cinco altas consecutivas. O nível de utilização da capacidade instalada (NUCI) encerrou o mês em 74,1%, os últimos meses indicam estabilização em patamar baixo.
COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO
Fonte: FGV Fonte: FGV
Fonte: FGV
Índice de Confiança do Comércio – ago/16
Informativo Assessoria Econômica 19 a 26 de agosto de 2016 | www.abbc.org.br
1,6% 1,8% 1,4% 9,6% 8,9% 9,7% Índice de Confiança Índice da Situação Atual Índice de Expectativas
ICOM - Variação mensal
Com ajuste sazonalago/16 jul/16 72,0 93,0 55 60 65 70 75 80 85 90 95 100 105 fev/14 mai/14 ago /14 n o v/14 fev/15 mai/15 ago /15 n o v/15 fev/16 mai/16 ago /16
ICOM - Por componente
Com ajuste sazonalSituação atual Expectativas
76,9 60 65 70 75 80 85 90 95 100 105 fev/14 mai/14 ago /14 n o v/14 fev/15 mai/15 ago /15 n o v/15 fev/16 mai/16 ago /16
ICOM – MM3M
Com ajuste sazonal*O ICOM mostra a antecipação e tendência econômicas para o setor de comercio. O indicador leva em consideração a média aritmética de dois indicadores: o índice de situação atual (ISA-Com) e o índice de expectativas (IE-Com). Em agosto, o índice de confiança do comércio* (ICOM) da série dessazonalizada da média móvel de três meses avançou 3,7 pontos, totalizando 76,9 pontos e alcançando o mesmo patamar de março de 2015. Embora apresente recuperação no ano, o indicador segue com perspectiva desfavorável. Na abertura por componente, observa-se menor pessimismo no que se refere às expectativas. Apesar de não se perceber movimentação para novas contratações, diminuiu a quantidade de empresários que querem demitir. Em menor nível, a percepção quanto à situação atual também apresenta forte recuperação no mês, com crescimento de 8,9% em agosto em relação a julho, refletindo os efeitos da Olimpíada no comércio e a diminuição do custo de mão de obra.